VOCÊ NÃO É UM PATINHO FEIO - Sérgio da Fonseca [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 10/09/2025 (há 6 meses) 46:35 489 visualizações

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Transcrição

Beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui Ah. anterior em que nós estamos trabalhando numa escalada para ascensionarmos aos mundos superiores. Então, Deus considera o coração no dizer da narrativa bíblica, mostrando que cada pessoa tem um valor intrínseco, ou seja, um valor íntimo da intimidade, independentemente da sua aparência física, condição social e outros critérios que poderíamos avaliar para dizer se essa ou aquela pessoa eh ela tem eh qualidades es próprias, né? Mas a doutrina considera como fundamental na jornada evolutiva do ser humano a sua moralidade. Então, hã, uma dualidade clara aqui para pincelarmos rapidamente. Aparência física versus beleza interior. A aparência física, se analisada à luz da doutrina, é considerada uma uma um objetivo é secundário. A aparência física é secundária, a beleza espiritual o contrário. A doutrina leciona que a beleza interior cultivada através do amor, da bondade, da humildade é duradora e perene. reflete a espiritualidade, a evolução espiritual do ser. Ao contrário, a beleza física que é passageira e fugaz pode enganar aqueles que analisam tão somente a aparência física. Mas se nós olharmos nos dias de hoje, o que nós vamos perceber claramente é que a humanidade se rende ao culto da beleza exterior. Nós estamos sempre cultuando a beleza exterior em detrimento da beleza interior. Mas a doutrina enfatiza, volto a repetir, a beleza interior que é identificada, evidentemente a pelas qualidades morais e intelectuais do ser. Allan Kardec, o codificador lá na obra Obras Póstmas, leciona o seguinte. Olha que frase interessante. Kardec diz: "Belo". Realmente belo, só é o que sempre e para todos. É para todos. Então, se é um consenso de beleza e não é uma beleza

a Obras Póstmas, leciona o seguinte. Olha que frase interessante. Kardec diz: "Belo". Realmente belo, só é o que sempre e para todos. É para todos. Então, se é um consenso de beleza e não é uma beleza estética, uma beleza é uma beleza que se produz através de conquista, através dos séculos. Então, é essa beleza que não está sujeito a mudanças. a interpretações individuais. Ela é eterna, ela é universal. Ainda em obras póstmas, nós vamos ver no capítulo Teoria da Beleza. Tem essa teoria lá em obras póstumas. Kardec leciona ainda. A beleza real consiste na forma mais afastada da animalidade. Então, a beleza real não condiz com o processo atávico animal que ainda reside na intimidade. É o que Kardec tá dizendo e vai mais adiante, que melhor reflete a superioridade intelectual e moral do espírito. A beleza real é a beleza interior a qual nós estamos afirmando que é cultivada, evidentemente através das virtudes em relação ao próximo. Então nós temos um roteiro e esse roteiro claramente é definido Kardec. Então, é através da nossa eh rotina que buscamos a essa perfeição, a essência e a beleza, evidentemente nunca será física, pois que a matéria perece, morre, né? E somos aconselhados pela espiritualidade a buscar a beleza interior ensinada por Jesus. Para a nossa reflexão, eu transcrevo a mensagem deixada por Anto de Santesuperri em seu livro Pequeno Príncipe e lá ele diz assim: "E agora, como prometido, aqui vai o meu segredo. É um segredo bem simples e é somente com o coração que podemos ver corretamente. O essencial, nós enfatizamos, é invisível aos olhos. Então, a beleza que se vê no exterior, ela é visível, mas ela não é real. A beleza real é invisível aos nossos olhos. Então, a máxima é essencial e invisível aos olhos está presente em diversas correntes religiosas, mormente na doutrina espírita que ressalta a relevância do mundo espiritual. Então, nós precisamos nos ater ao mundo espiritual e nos desapegarmos das aparências do mundo físico. Então, no contexto espírita, a frase real que

írita que ressalta a relevância do mundo espiritual. Então, nós precisamos nos ater ao mundo espiritual e nos desapegarmos das aparências do mundo físico. Então, no contexto espírita, a frase real que realmente importa na vida é a evolução espiritual do seas relações de amor e fraternidade em relação ao próximo. Nós sabemos que existe um mundo espiritual como é a nossa verdadeira pátria, a pátria espiritual, que é um lugar de aprendizado e crescimento, onde reside a nossa essência. Aprendemos aqui, mas continuamos nosso aprendizado no mundo extrafísico. É uma dimensão não visível aos olhos físicos, mas pode ser acessada através da intuição. Como é que nós acessamos essa morada espiritual? Através da intuição, da prática, da caridade. Nós vamos nos condicionando nessa jornada terrena, né? Porque devemos lembrar que a nossa jornada ela é fugaz, temporária de das muitas já experienciadas. Então, a verdadeira beleza do ser não está nas aparências, como imaginamos, mas no desenvolvimento da alma, portanto do seu interior. O Espiritismo, portanto, nos convida a jornadear na busca pela evolução espiritual através de que há instrumentos do autoconhecimento. conhece-te a ti mesmo. Então, é conhecer-se é um mecanismo de aprendizado. Outro é a prática da caridade. Fora da caridade não há salvação. E ao fazê-lo, nós nos conectamos com o divino. Lembre-se, algo extremamente importante. Criação divina. Nós somos obra prima de Deus. A maior criação de Deus neste planeta Terra, evidentemente é o ser humano. Nós fomos criados por Deus, tocados pela magia de Deus. Temos intrinsecamente virtudes que na essência elas têm como parâmetro o próprio Deus e o seu filho Jesus. Então, a virtude é aquelas qualidades anunciadas, proclamadas no Evangelho, que pede que exercitamos esses valores que não serão dados de graça, serão conquistados. Então, quando nós falamos de amor, quando nós falamos de humildade, quando nós falamos de não censurar o outro, de tolerância, de compaixão, de humildade,

não serão dados de graça, serão conquistados. Então, quando nós falamos de amor, quando nós falamos de humildade, quando nós falamos de não censurar o outro, de tolerância, de compaixão, de humildade, nós estamos falando das virtudes que dormitam na intimidade de cada um de nós. Todos temos essas virtudes. Muitos duvidam disso e, por isso mesmo, se descuram, não acreditam, não trabalham. para que essas virtudes se tornem materializadas, reais no nosso mundo físico. Contudo, nós as temos. Só que ah, essas virtudes para serem expungidas, materializadas, ela exige de cada um de nós o quê? Ela exige que nós nos aprimoremos nas virtudes superiores da vida para que elas surjam, elas ecludam. Portanto, elas existem, mas exigem de cada um esforço próprio. Então, veja a afirmação. Você, meu irmão, você, minha irmã, é obra prima de Deus. Então, como devemos interpretar essa frase, essa ideia de que cada indivíduo é único, ele é especial aos olhos de Deus. E essa visão, essa essa assertiva que somos obra prima, ela se alinha aos postulados da doutrina que também comungam comunga com essa ideia e enfatiza a relevância de desenvolvermos a nossa individualidade, buscarmos o nosso progresso espiritual, porque todos estamos submetidos a lei de causa e efeito. Que lei é essa? É aquela que determina se a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória. Está dizendo o que para Está dizendo o que para nós? O que semeamos temos que colher. Se semeamos bem colheremos bem. Se semeamos mal, colheremos mal. Portanto, não há quem culpar, senão a nós mesmos. Portanto, trabalhemos em prol da nossa evolução, porque essa é a missão daqueles que demandam no pano plano espiritual e aportam a um planeta de provas, expiações, de muitas dores. É o nosso planeta Terra, habitante de espíritos imperfeito. Então, o que podemos concluir é que Deus é criador de tudo e de todos. e que cada pessoa é uma obra prima sim, a ser interpretada de uma forma que nós reconhecemos que estamos sendo aprimorados, estamos recebendo o impulso

oncluir é que Deus é criador de tudo e de todos. e que cada pessoa é uma obra prima sim, a ser interpretada de uma forma que nós reconhecemos que estamos sendo aprimorados, estamos recebendo o impulso da divindade que é Deus. Então, o potencial divino está em nós e o sofrimento ele só deixa de existir quando nós identificamos com as nossas potencialidades divinas. Portanto, a agressão que tanto nos milindra, que julgamos injustas, elas deixarão de existir na medida em que identificamos. a nossa consciência se amplia e está em ligação umbilical com o processo divina. Então, a doutrina espírita fundamenta na igualdade entre todos os seres. Todos somos iguais, dependente das nossas condições e características individuais. Cada pessoa é vista como uma criação divina, com um propósito único e um valor inest inestimável. Estamos aqui para aprender porque somos aprendizes. Estamos fazendo o curso ainda através da dor que elegemos. Porque se nós analisarmos a figura majestosa do mestre Jesus, as suas as suas lições primorosas, ela convergem para um problema de extremo amor. Então, por que a humanidade se desviou deste propósito? Cabe-nos essa indagação e entender que podemos retomar uma situação de maior beleza, de maior amor, de maiores conquistas, se expungirmos da alma os nossos vícios seculares. Amar é preciso, amar é determinante. E o mandamento maior do mestre determina que amemos, acima de tudo, a Deus, nosso pai criador. Mas um semelhante a este determina que amemos o nosso próximo como a nós mesmos. Portanto, o caminho está delineado. É o caminho do amor ao próximo. Se não nos, se nós não entendermos essa equação, ainda permaneceremos estagiando por muitos séculos ainda num planeta de dor. Sinais visíveis de Deus. Eu vou contar para vocês uma história de um velho árabe. Diz assim: "Quantas que um velho árabe, analfabeto, orava toda a noite com tanto fervor e com tanto carinho que certa vez o rico chefe de uma grande caravana chamou e lhe perguntou: "Por que oras com tanta fé? Como sabes

que um velho árabe, analfabeto, orava toda a noite com tanto fervor e com tanto carinho que certa vez o rico chefe de uma grande caravana chamou e lhe perguntou: "Por que oras com tanta fé? Como sabes que Deus existe? se nem ao menos sabes ler. Vejam bem, o crente fiel respondeu: Grande Senhor, conheço a existência de nosso Pai celeste pelos sinais dele. Como assim? indagou o chefe admirado. E o servidor humilde explicou: "Quando o senhor recebe uma carta de pessoa ausente, como reconhecem quem a escreveu?" "Pela letra", respondeu o senhor: "E quando o senhor admira uma joia, como é que se informa sobre sua autoria?" Olha, pela marca do Ouríveis, é claro. E o servidor sorriu e acrescentou: Quando houve passo de animais ao redor da tenda, como sabe depois se foi um carneiro, um cavalo, um boi? pelos rastros", respondeu o chefe, surpreendido com a argúcia do velho crente. Então, o crente convidou para ir para fora da barraca e, mostrando-lhe o céu, onde a lua brilhava, cercada por milhares de estrelas, clamou respeitoso: "Senhor, aqueles sinais lá em cima não pode ser de homens." Naquele momento, o orgulhoso caravaneiro rendeu-se às evidências e ali mesmo na areia sobre a luz prateada do luar começou a orar também. Veja. E aí nós entramos no tema da tarde de hoje para desvendar agora essa narrativa toda para perguntarem a vocês: você não é um patinho feio? Interpretação. Nós vamos fazer agora essa história muito interessante à luz da doutrina espírita, porque nós consideramos o patinho feio, nós não fazemos nada. Ah, Senhor, eu não sou merecedor da sua atenção. Senhor, eu sou imperfeito, Senhor. E nós nos queixamos, alinhamos as os nossos queixumos, acreditando, acreditando que somos realmente uma pessoa menor. Mas vejam, vocês conhecem a história do patinho feio? Já se sentiu como se fosse diferente de outras pessoas? Você não se encaixa nos padrões do mundo. Você não é bonita. O mundo quer que você seja. Você não tem beleza das modelos e atrizes. Então você se sente deslocada. Você não tem o carro da

tras pessoas? Você não se encaixa nos padrões do mundo. Você não é bonita. O mundo quer que você seja. Você não tem beleza das modelos e atrizes. Então você se sente deslocada. Você não tem o carro da moda, a roupa da moda, o cabelo da moda ou o celular da moda. Problemas de montão. Então eu vou contar para vocês a história do patinho feio. Quem sabe podemos encontrar soluções harmoniosas para tão intrincados problemas. Você está triste, ansioso, ansiosa, depressiva com esses acontecimentos que aí estão? Será que estou vendo a vida sob o ângulo correto? Bem, chega de perguntas e vamos aos fatos. Havia no quintal de uma antiga mansão galinhas, patos e marrecos. Lá apareceu um patinho estranho, era grande e muito feio. A pata pensou que poderia ser filhote de Peru que se encontrava ali perdido. Levou-o para o lago. O patinho nadou. Perus não nadam. Vocês sabiam? Ficou orgulhosa e concluiu. Ele não era tão feio assim. E o admirou. Quando a mãe pata apresentou, todos riram. e caçoaram dele. Seus irmãos o humilhavam e o castigam. Um dia o patim feio resolveu fugir, voou por cima da cerca e partiu para a floresta. Andou, andou e chegou num pântano repleto de gansos selvagens. Denício foi ridicularizado. Depois, com pena, os gansos o aceitaram. Ele se animou até que um dia vieram caçadores e cães e o atacaram com violência. O patinho se escondeu temeroso. Quando tudo se acalmou, ele fugiu. Chegou numa cabana. Lá morava uma velha em companhia de uma galinha e um gato. A mulher examinou e o deixou ficar, imaginando no ovo que poderia botar. Com o passado tempo, a perspectiva da velha não se concretizou, porque não botava ovos. Rejeitado, partiu de novo. O autônomo chegou trazendo frio, o inverno à neve, que tomou conta do lago onde ficou preso no gelo. Por sorte, um camponês que passava pelo local o libertou. Reanimado, fugiu novamente. Chegou à primavera. O patinho feio recebeu com alegria os primeiros raios do sol, abriu as asas e constatou que estavam fortes. Já podia voar para bem

elo local o libertou. Reanimado, fugiu novamente. Chegou à primavera. O patinho feio recebeu com alegria os primeiros raios do sol, abriu as asas e constatou que estavam fortes. Já podia voar para bem longe. De repente, chegou num lago imenso. Ali nadavam magníficos pássaros brancos. resolveu aproximar-se sem, contudo, afastar o receio de ser maltratado. Algo, uma estranha afinidade, uma força o impulsionava para eles. Surpresa, eram cisnes lindíssimos. Foi recebido com alegria, sem entender bem direito a nova situação, constata, ao abaixar a cabeça, seu reflexo nas águas. Ah, eu sou um cisne, um belo cisne, que não era outro senão ele próprio. Ora, vamos entender essa história. O patim feio e considerado e rejeitado, na verdade, é um cisne. Ele descobre sua verdadeira identidade e beleza. Ao encontrar um grupo de cine com os quais finalmente se sente aceito e pertencente. A narrativa demonstra a importância da aceitação e da autoestima da alma em peregrinação que pode ser encontrada mesmo em meio à diversidade e e à rejeição. Somos nós. Nós transitamos. Nós somos muitas vezes esse patim feio que se considera rejeitado, que ninguém gosta, né? É aquele ser que é desconsiderado, é um ser que tá fora do contexto da família. Quantas vezes nós temos esse ser no interior da nossa família? Então, a pergunta que não quer calar-se. Você já sentiu um patinho feio na vida de relação? O patinho feio passou grande parte da sua vida se escondendo. Você se esconde por pensar diferente dos outros? A doutrina leciona: "Somos todos iguais, mesmo sendo diferentes." Essa é uma história do patin fake, já conhecida na literatura mundial. Ela ela está personalizada pel um autor dinamarquês chamado Hans Christian Andersen, né? E ele ensina a todos nós a lidar com a diversidade e o preconceito, desenvolvendo o nosso autoconhecimento, a busca pela nossa identidade e a necessidade de autoaceitar-se. Nós precisamos nos aceitar tal como somos. Não importa se o outro tá lá em cima, tá melhor. A nossa visão imediatista,

utoconhecimento, a busca pela nossa identidade e a necessidade de autoaceitar-se. Nós precisamos nos aceitar tal como somos. Não importa se o outro tá lá em cima, tá melhor. A nossa visão imediatista, porque nós olhamos sempre para cima, esquecemos de olhar para baixo, para cima, tá? Os os bem-aventurados, segundo a nossa ótica distorcida, a ideia de que tá em cima, tá bem, mas como nós estamos embaixo, nós estamos mal. Então, precisamos descobrir a nossa verdadeira natureza. Sofremos porque queremos ser com os outros, corresponder a sua expectativa. Eu não tenho que corresponder à expectativa de ninguém. Eu sou o que sou. Procure ser autênticos, entenderem que dentro das nossas limitações nós temos muitas qualidades. Então é preciso olhar para dentro de nós e descobrir quem somos. Pois o caminho do autoconhecimento, ele é extremamente desafiador. Então, deixe de sofrer por querer ser quem você não é. Você é o que é. Está na casa que você deveria estar. Seus parentes são aqueles que você, queridos irmãos e irmãs, escolheram. Não, eu não sou dessa família. Porque pensa, não, você está na família que precisa estar. Não nos coloquemos como eternas vítimas de emoções instintias e primárias. Vejam, vejam. O mestre Jesus, dirigindo-se aos judeus, aos hebreus, portanto, da época, que haviam crido nele, sentenciou: "Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente serão meus discípulos e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará". Ora, tem que crer, tem que aceitar. Jesus trouxera a mensagem há mais de 20 séculos. Ainda estamos perambulando sem rumo neste planeta à Terra. Mas a pergunta que não quer calar, mas qual é a verdade se referir a Jesus? Ele em outra passagem responde a essa questão: Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim. Tá aí a resposta. A verdade é o mestre Jesus e ele se coloca, né, sem dúvida nenhuma, como esse intermediário entre Deus, né, e nós, a humanidade em aprendizado. É um convite divino ao incipiente aprendiz que somos nós. A reflexão sobre

re Jesus e ele se coloca, né, sem dúvida nenhuma, como esse intermediário entre Deus, né, e nós, a humanidade em aprendizado. É um convite divino ao incipiente aprendiz que somos nós. A reflexão sobre os pensamentos. precisamos e fazer elações em busca porque pensamos dessa forma. Nosso sentimento, nossas ações, tudo isso é uma ideia da doutrina que nos concita para esse roteiro moralizante. Vai além da percepção humana. é a busca da essência do ser, do espírito, sua identidade, sua consciência além da vida material, a nossa consciência, o nosso juiz final. Então Jesus revelou a verdade pela palavra divina, libertando a todos aqueles que criam e praticavam seus ensinamentos como roteiro divina de vida. Volto a enfatizar, volto a lembrá-los. Vocês não são o patinho feio. Nós não somos o patinho feio, mas um aprendiz em marcha evolucional, objetivando aprimorar o intelecto e a moral. É o despertar da consciência divina. Até então, séculos atrás, nós éramos imantados aos processos atávicos. o sinal divino. Nós nem sabíamos como era isso, quem era esse Deus. Por por pois bem, vamos despertar a nossa consciência que há em nós que solicita aceitação e respeito às diferenças. Nós somos diferentes um dos outros, respeitamos as nossas diferenças. Então, diante dos desafios, são muitos. provações da vida material. Diga sim as oportunidades de aprendizado e transformação moral, mas não se queixe. Não se queixe, porque o transitar com lamúrias com queixes denotam que não aprendemos. Ainda estamos gritando na intimidade. Senhor, Senhor, eu estou aqui. Olhe, eu jantei com você, almocei, eu jornadei com você. Não ouvirá, porque Jesus dirá: "Só aqueles que fazem a vontade de meu pai, eu ouvirei. Não os que exclamam e gritam na última hora. Então, a doutrina espírita acredita no potencial evolutivo de cada ser. Não estamos fadados à inferioridade ou ao sofrimento eterno. Nossa verdadeira essência é nobre e bela, se revelará a ao longo do tempo, à medida que nos aproximamos da nossa paternidade divina

da ser. Não estamos fadados à inferioridade ou ao sofrimento eterno. Nossa verdadeira essência é nobre e bela, se revelará a ao longo do tempo, à medida que nos aproximamos da nossa paternidade divina a Deus, nossa verdadeira identidade e valor vem da nossa natureza espiritual. Somos espíritos imortais. Muita paz, muita paz, muita paz. Bom, e agora nós vamos paraa segunda etapa, que é a etapa de passe. Nosso irmão Itítulo Ítalo vai chamar a cada um de nós. Muito obrigado pela atenção. Esperamos revê-los na próxima segunda-feira. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas. mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais

em, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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