Será que você é Médium? – Programa Fidelidade Espírita 05
Um Programa Exclusivo do Conecta Espiritismo dedicado a estudar assuntos importantes para a Doutrina Espírita, sempre guardando fidelidade aos ensinos de Allan Kardec, conduzido por Roosevelt Tiago. Assista toda quarta-feira as 21 horas no Canal do Youtube @ConectaEspiritismo. Curta, Compartilhe e Comente para que esse trabalho possa auxiliar a disseminação da mensagem Espírita de forma segura. Ou acesse: www.conectaespiritismo.com.br e clique nos Programas. Abraços e sigamos sempre com Jesus, nunca sem Kardec ____ Conecta Espiritismo é uma organização de pessoas para levar o Espiritismo com fidelidade a Allan Kardec, por meio de Programas Exclusivos, Congressos, Palestras e Seminários. Se você é Espírita | Conecta Saiba mais em: www.conectaespiritismo.com.br Instagram: @conectaespiritismooficial Facebook: https://www.facebook.com/conectaespiritismo
Será que você é médium? Essa é uma questão muito interessante. Muitas vezes você já viveu isso ou assistiu alguém passando por isso. Quando ele chega na frente de uma determinada pessoa ou na própria casa espírita e alguém diz assim: "Você é médium, você tá precisando desenvolver. Mas a pergunta é, como é que a gente sabe disso? Como é que nós vamos saber quem é e quem não é médium? E é sobre isso que nós vamos falar hoje. Meu nome é Rosel Thaago. Esse aqui é o programa Fidelidade Espírita, uma exclusividade conecta espiritismo. >> Muito bem. Você já deve ter ouvido isso, né? Eu acho que você é médium. você tinha que desenvolver, você tem que ir pro centro espírita. Mas quando isso acontece, geralmente são com pessoas de maneira informal. Você está chegando no lugar, alguém te diz, você vai muitas vezes a primeira vez no centro espírita, alguém te diz isso. Mas a pergunta é: como é que a gente fica sabendo quem é médium de quem não é médium? Primeiro, para a gente partir do mesmo princípio, é claro que se você é estudioso da doutrina espírita, já sabe que Allan Kardec diz que todos nós somos mais ou menos médiuns, ou seja, temos num maior ou menor grau qualquer tipo de sensibilidade que ligue o mundo material ao mundo espiritual. Isso é verdade. Mas quando nós falamos você é médium, quando nós falamos que alguém é médium, nós não estamos nos referindo à mediunidade que todas as pessoas têm no maior ou menor grau. Quando alguém diz, "Você é médium", ela tá querendo dizer o quê? Você é médium como todo mundo, mas a sua mediunidade serve ao trabalho espírita, serve para, de maneira mais ostensiva, ao trabalho da casa espírita. A comunicabilidade com dos espíritos é útil ao trabalho espírita. É disso que nós estamos falando. Porque se a gente parte do princípio de que todo mundo é médium, acabou o assunto. Mas não é real. Todo mundo é médium, mas nem todo mundo dá passividade e usa da psicofonia. Nem todo mundo escreve eh textos longos e complexos. Nem todo mundo. Então há
do é médium, acabou o assunto. Mas não é real. Todo mundo é médium, mas nem todo mundo dá passividade e usa da psicofonia. Nem todo mundo escreve eh textos longos e complexos. Nem todo mundo. Então há médiuns e há médiuns. Mas o nosso tema de hoje, o que nós queremos discutir hoje é isso. Como é que faz para saber se você é médium? Como é que faz para saber se eu sou médium? que sempre que alguém olha para você e diz assim: "Você é médium". O nome disso é chute. Isso é uma possibilidade que todos nós temos. Mas como é que nós sabemos quem é médium de quem não é médium? Só existe uma maneira que nós vamos encontrar descrito em o livro dos médiuns, no capítulo de número 17, da formação dos médiuns. Cara, que coloca ali vários experimentos de colocar as pessoas. Você vai fazer o quê? Psicografar. Vamos fazer, vamos ver se você psicografa, dá o papel lápis na mão, ele participa de uma sessão durante um tempo, ele se integra naquele. Só dá para saber se alguém é médio ou não de verdade pela experimentação. Não tem outro jeito. O resto é probabilidade. Olhar para alguém e falar: "Você é médium, você não é". é chute. E isso tem matado muitas mediunidades dentro dos estudos da casa espírita, deveria fazer parte dele, né? E nós temos várias casas que fazem isso, que depois do curso básico, a pessoa ela vai começar a se integrar com os trabalhos mediúnicos. Ela fica lá 1 ano, 10 meses. Isso não é um número exato. Ela tem que ficar um tempo participando dos trabalhos, pegando o lápis na mão, se concentrando, conduzido pelas pessoas mais experientes, que vão dizer para ela que ela pode falar qualquer coisa que venha na cabeça dela, para ela ficar à vontade. Vai orientando. Então, ela vai participando, sendo posta. A experiência é a única maneira. Então, se na sua casa tem vários trabalhos, que ele fique um período nesse, um período naquele, porque é necessária essa experimentação. Nós não temos condição de dizer que alguém é médio ou não, somente de olhar pra pessoa. E deveria ser uma coisa tão
fique um período nesse, um período naquele, porque é necessária essa experimentação. Nós não temos condição de dizer que alguém é médio ou não, somente de olhar pra pessoa. E deveria ser uma coisa tão natural e tão comum que no final dessa experiência mediúnica a pessoa dissesse: "Olha, você é médium, mas a sua sensibilidade não é suficiente para o trabalho efetivo." na casa espírita, acabou o problema, ela vai fazer outras coisas. Agora, sua mediunidade, ela tá despontando, ela tá dando frutos, ela pode ser útil ao trabalho efetivo na casa espírita. Pronto, temos aí o médium que vai passar por mais um segundo período, ver se desenvolve ou não. Nós temos vários exemplos de pessoas que no trabalho, na experimentação de psicografia, por exemplo, ele começa a escrever, mas ele escreve uma frase assim, ó, Jesus seja louvado. É só um exemplo. E ela ficou escrevendo essa frase durante seis meses. Todo o trabalho só escrevia isso e mais nada. Tá tudo certo. Não tem problema nenhum ela ter uma mediunidade, ela ter uma sensibilidade, mas essa mediunidade não serve ao trabalho espírita efetivo e tá tudo bem. Vida que segue, outros estudos lhe aguardam, outros trabalhos, outras atividades e até outras experimentações mediúnicas. Se a casa tiver, é simples assim. O candidato a médium deve passando por experiências dentro da casa espírita que deve abraçar todas as pessoas. Mas us, chegou alguém que está com a mediunidade aflorando e só que não tem estudo, não dá para ele ficar dois, três anos estudando, tem que avaliar caso a caso. É claro que o estudo é sempre necessário, mas se alguém chegou a este ponto, põe na experimentação, ela vai estudando conforme se desenvolve. Para que matar essa mediunidade? Você pode pedir que os espíritos conversando, se eles estão ali, que ele dê um tempo paraa pessoa. É casa individual, mas uma coisa é sempre clara, não se reconhece a mediunidade de ninguém sem que seja pelo processo de experimentação, colocar a pessoa ali e ver como ela reage. Não só,
araa pessoa. É casa individual, mas uma coisa é sempre clara, não se reconhece a mediunidade de ninguém sem que seja pelo processo de experimentação, colocar a pessoa ali e ver como ela reage. Não só, claro, não duas, não três, por um período. Na sua casa tem o quê? tem psicografia, tem que ficar ali um tempo, tenta o papel Elica, alguém orientando, manter a mente vazia, escreva coisa sem sentido, não tem problema. É assim que começa. Você vai buscar trabalho de psicofofonia ou até outras mediunidades mais complexas, mas a casa tem que oferecer e abrir espaço para que essas e outras mediunidades menos convencionais apareçam. Só se sabe como fazendo isso, experimentação, laboratório, colocando as pessoas ali experientes e pessoas começando agora. E vamos ver o que acontece. as médiuns de Kardec, a maior parte delas eram extremamente jovens e não seria as aceitas em nenhuma casa espírita hoje. Então, só existe uma maneira de nós vermos isso, é colocando as pessoas dentro do processo de experimentação. E Allan Kardec, no capítulo 17, ele vai falar uma coisa muito interessante que eu vou ler para vocês. Tá escrito assim, ó, no item 218. Se, apesar de todas as tentativas, atenção, eu vou chamar um destaque para as a expressão tentativas. é experimentação, tentar várias vezes mudar de orientar, trocar de posição outro tipo de mediunidade. Se apesar de todas as tentativas, diz o codificador, a mediunidade não se tiver revelado de maneira alguma, tentou bastante, é necessário renunciar a ela. Simples assim, não tem não tem constrangimento. É muito comum renunciar a ela. Como se renuncia a cantar quando não se tem voz? Tem gente que quer cantar, entra fazer aula, passa um tempão, investe seu dinheiro, seu tempo, sua dedicação e uma hora chega, gente, não, não leva, não tem garganta, não tem aparelho fondador, não tem voz para canto, dá para cantar em casa profissionalmente não. Aí para simples assim, não existe outra maneira. Então, quando a pessoa entra, não tem constrangimento, porque ela já sabe,
dador, não tem voz para canto, dá para cantar em casa profissionalmente não. Aí para simples assim, não existe outra maneira. Então, quando a pessoa entra, não tem constrangimento, porque ela já sabe, olha, é muito comum e o grupo inteiro, todo mundo que estuda vai entrar num processo eh de experimentação, vai ficar tanto tempo com esse grupo de médiuns, tanto com aquele, nessa atividade, naquela atividade, se aflorar, OK, se não aflorar, OK, dos dois jeitos, tá tudo certo. Mas a experimentação é a única maneira real, segura e efetiva de se reconhecer os novos médiums. E se na sua casa espírita isso não acontece, eu acho bom você mandar esse vídeo para eles. É só fazer algumas mudanças e introduzir para que todos os alunos tenham contato direto com as reuniões mediúnicas para aprender. Sem pressa. É a experimentação que vai nos trazer os médiuns. Fora disso, fora disso é chute. Um forte abraço.
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