Obsessão Coletiva no Centro Espírita – Programa Fidelidade Espírita 06

Conecta Espiritismo TV 12/02/2026 (há 1 mês) 17:15 214 visualizações 33 curtidas

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Transcrição

Será que o centro espírita que você frequenta, que você participa, está obsediado? Além, será que isso existe? Um centro espírita inteiro estar obsidiado, sendo que é um local para os bons espíritos? Será que isso existe? E se existe, como é que nós fazemos para saber se a minha ou a sua instituição, o meu ou seu centro espírita estão obsediados ou não? Como saber que se perguntar para as pessoas, todo mundo diz: "Na minha casa espírita não. Lá é paz, amor, fraternidade. Como saber então quando um cinto espiritual está obsediado ou não? Meu nome é Rosivel Thaago. Esse é o programa Fidelidade Espírita, uma produção do Conecta Espiritismo. E é sobre isso que nós vamos falar. Muito bem. Será que um centro espírita pode estar ele inteiro obsediado? Essa é uma questão muito interessante, porque nós aprendemos que o centro espírita tem uma proteção espiritual. Isso é verdade, é real. Mas se ele tem uma proteção espiritual, ele poderia, o centro espírita inteiro, estar obsediado? E a resposta é sim. Claro que sim. Isso é uma evidência pautada nas obras fundamentais. Mas para entender isso, primeiro é preciso entender uma coisa. O que é o centro espírita? Alguém diria: "É o local onde nós nos reunimos?" Não, aquilo é parede, é tijolo. Não há nada espiritual ali. Se há, são quando as pessoas ali depositam, quando os espíritos ali trabalham, quando eles militam. Em resposta, o centro espírita são as pessoas, os seus integrantes. A harmonia ou não espiritual, a força espiritual está nas pessoas que frequentam ali. Os seres humanos são polore energia, não as paredes, portas e janelas. Então, quando falamos o centro espírita pode estar obsidiado, nos referimos ao grupo de pessoas que conduz seus dirigentes, trabalhadores e voluntários estarem obsediados ou não. Allan Kardec, em o livro dos médiuns, ele vai dizer muito interessante, algo muito bom, porque nós já estudamos e sabemos da obsessão individual. Allan Kardec vai dizer a influência que um espírito pode ter sobre um homem, muitos

médiuns, ele vai dizer muito interessante, algo muito bom, porque nós já estudamos e sabemos da obsessão individual. Allan Kardec vai dizer a influência que um espírito pode ter sobre um homem, muitos espíritos podem ter sobre muitos homens, fazendo, dando a obsessão um caráter epidêmico. Mas não é exatamente essa parte que nós vamos estar estudando hoje. Eu separei algo de o livro dos médiuns que vai nos dar base para responder essas questões que eu acabei de levantar. E nós vamos encontrar isso de maneira muito clara, muito espírita. Livro dos médiuns, capítulo 29, o item 340. E ele vai dizer assim: "Assim como há espíritos protetores das associações, das cidades, dos povos, então ele tá dizendo, tem a as cidades, os povos, os grupos, as instituições espíritas, tem espíritos que se reúnem para protegê-los. tem primeira questão e ele procede. Assim como há espíritos protetores, há também espíritos malfeitores que se ligam aos grupos do mesmo modo que aos indivíduos. E aqui nós já damos mais um passo na nossa reflexão. Sim, existem grupos de espíritos protetores dos centros espíritas. Alan Karc afirma que da mesma forma existem grupos de espíritos malfeitores que tem como alvo os centos espíritas. Então, os dois existem. E a pergunta é: qual deles vai ganhar essa luta? Qual deles vai levar melhor? o grupo dos espíritos protetores ou o grupo dos espíritos malfeitores, que aí causa como consequência a obsessão das instituições espíritas. E é evidente que você deve estar respondendo assim: "O bem tem mais força, os espíritos bons são mais fortes." Só que nesse caso, em mundos como nós, como quem está em prova, somos nós. Quem tá em expiação somos nós. os espíritos superiores de verdade, aqueles acima dos espíritos superiores, eles adotam como regra o respeito ao nosso livre arbítrio individual e coletivo. Sendo assim, se nós temos uma instituição espírita, um centro espírita, uma casa espírita, grupos de espíritos para protegê-la, grupos de malfeitores para atacá-la, qual dos dois

ndividual e coletivo. Sendo assim, se nós temos uma instituição espírita, um centro espírita, uma casa espírita, grupos de espíritos para protegê-la, grupos de malfeitores para atacá-la, qual dos dois grupos tem mais força? Não sei. Depende dos trabalhadores que vão estabelecer sintonia com este ou com aquele grupo. E assim serão ferramentas desse ou daquele grupo. Então, o o ideal é fazer uma análise da casa espírita, uma análise da instituição espírita procurando ver assim como é que está a harmonia entre os trabalhadores, como é que está o clima da casa, como é que está a fraternidade nas atividades, como é que os trabalhadores se tratam. Isso é indício. Agora não adianta você perguntar para um grupinho isolado. Você tem o grupinho da diretoria ali, que para eles está tudo lindo e tudo bom, e o resto do centro espírita não vê a hora que tem uma eleição para tirar eles. Então a casa não vai bem. Isso facilita o trabalho dos malfeitores e dificulta o trabalhos dos benfeitores. Então, precisamos de uma análise honesta, porque uma casa espírita é um ser coletivo. Um monte de gente pensando diferente. Manter a harmonia é difícil, exige um trabalho. Então, quando falamos como é que está a sua casa espírita, a harmonia entre os trabalhadores, como se tratam, nós estamos falando de uma análise cuidadosa, não de um grupinho isolado, não só do pessoal da terça que vai bem, mas o pessoal da quarta não tá bem, o pessoal falamos da instituição como um todo, porque somente assim, analisando como eles vão estar interagindo entre eles, é que teremos uma resposta segura, segundo Allan Kardec. Então essa é a grande evidência. O clima em que a casa espírita está mergulhado. Quando a pessoa chega na casa espírita, como ela é recebida, tem um clima fraterno, amigo, irmão, porque se o centro espírita é casa de Jesus, todo mundo que chega lá tem que se sentir chegando na casa de Jesus. E eu viajo pelo país todo nas instituições espíritas, que muitas vezes a gente chega, não tem ninguém na

espírita é casa de Jesus, todo mundo que chega lá tem que se sentir chegando na casa de Jesus. E eu viajo pelo país todo nas instituições espíritas, que muitas vezes a gente chega, não tem ninguém na porta, a gente entra, ninguém nos recebe, no máximo ao quem diz: "Quer tomar passe, só pegar aquela fila, são absolutamente frias". Nós percebemos aí já a presença dos maus espíritos, cuja intenção deles é muito clara e facilitada pela desarmonia. entre os seus integrantes. Isso é muito claro, mas o texto em o livro dos médiuns ainda prossegue. Se ligam do mesmo modo que aos indivíduos, pois tem uma tática. Allan Kardec método que eles usam. E isso é muito importante para nós, porque você pode dizer assim: "Eu não sou obsediado". Tá, mas não quer dizer nada isso. Um centro espírito é um ser coletivo. É um ser coletivo. Então nós temos que fazer uma análise geral, não somente sua. E ele explica. Esses espíritos malfeitores ligam-se primeiramente aos mais fracos, aos mais acessíveis, procurando fazer os seus instrumentos. Então vamos lá, ó. Como é que funciona? Os maus espíritos percebem uma casa vulnerável, com uma harmonia falha, com uma integração entre os seus componentes, eh, desarmoniosa. E fala assim: "Desse grupo todo, quais são os mais fáceis da gente envolver?" Tem aquele ali que não fala muito, tem aquele outro lá que nunca vem no estudo e por isso é criticado. Tem esse aqui que vem de vez em quando no centro, falta muito. Então é sempre recebe um monte de críticas justas, mas críticas ácidas. Então pega esse que já não tá gostando muito dos voluntários, já não vai com a cara da diretoria, já acha que não era assim que o centro deveria ser. Envolve esse. Sabe o que aconteceu? Os espíritos malfeitores agora tem um instrumento encarnado que vai criticar aquele, pegar no pé desse, apontar os erros daquele, falar mal desse, sem perceber que ele está sendo um instrumento, conforme ensina Allan Kardec, dos maus espíritos. É simples assim. E aí eles vão envolvendo

egar no pé desse, apontar os erros daquele, falar mal desse, sem perceber que ele está sendo um instrumento, conforme ensina Allan Kardec, dos maus espíritos. É simples assim. E aí eles vão envolvendo outras pessoas. Vamos ficar fiéis ao texto, procurando fazer os seus instrumentos e gradativamente, diz o texto, vão envolvendo os conjuntos. Aquele único que os maus espíritos envolveram, ele vai achando adeptos, pessoas que pensam iguais. E quando não pensa igual, ele provoca, ele fala: "Olha, ele ali, ó, falou de você aqui, ó, e falou que tá errado isso. E ele vai conseguindo fazer pequenos grupos dentro do centro e ele prossegue. Por isso que tanto mais prazer maligno experimentam, quanto maior o número dos que caem no seu jogo." Eles começam a gostar dessa brincadeira de colocar um contra o outro, de trazer à tona coisas eh ácidas, difíceis. E se um trabalhador espírita tropece algum ponto, o que é absolutamente natural em mundos de provas e expiações, todos nós caímos constantemente, lá está eles, que agora já são muitos, a apontar o defeito dos trabalhadores, a exaltar, a não deixar que ninguém esqueça. É uma casa obsediada. Quem olha de fora tá na mais absoluta paz, porque toda essa corrosão acontece geralmente nas entrelinhas, naquelas frases picantes, naquelas brincadeiras que onde nós falamos e que gostaríamos de falar, naqueles ataques aos que estão na frente. Alguém diria: "A gente tem que ver tudo errado e não falar nada?" Não, claro que não. Tem o direito, inclusive de se candidatar a diretoria. Tudo isso você pode fazer de maneira fraterna, nada escondido, como irmãos, falando das dos erros alheios, envolvendo os trabalh trabalhadores todos, entendendo que se o centro espírita são seus integrantes, só tem um jeito de proteger o centro espírita e ajudar os espíritos benfeitores. Qual é esse? envolvendo todo mundo. Aquele trabalhador não tá num bom caminho, envolva-o como um irmão. Aquele outro falta muito nas atividades, reúnam-se, exaltem a grandeza, a importância dele.

res. Qual é esse? envolvendo todo mundo. Aquele trabalhador não tá num bom caminho, envolva-o como um irmão. Aquele outro falta muito nas atividades, reúnam-se, exaltem a grandeza, a importância dele. Vê se eles estão com algum problema. É não desperdiçar, não deixar de lado, não deixar que ninguém se perca. Parafraseando Jesus. largar 99 ovelhas ali para buscar uma que se perdeu. Isso faz do Centro Espírita um lugar forte. O relacionamento entre os trabalhadores, a fidelidade aos apontamentos de Allan Kardec, a importância aos estudos são boas indicações. Fora disso, cuidado. É bom pensar na casa espírita. E mais um trecho importante no mesmo capítulo e item ainda lemos: "Se enérgica resistência não o levar ao desânimo, a obsessão se tornará mal contagioso." Um, depois mais um, depois mais um, depois mais um. E as casas se tornam geladas, cheia de regras. E todo mundo cumprindo as regras com tristeza, com acidez, com raiva, com desdém. Há uma um diálogo fraterno superficial e um outro diálogo real nas entrelinhas de maldade, tristeza e aspereza. Isso é fundamental. E ele continua: "O mal se tornará contagioso, que se manifestará nos médiuns pela perturbação da mediunidade, pronto. Os trabalhos mediúnicos já começam a não render mais nada. Somente espíritos que estão ali brincando. Os médiuns, uns olham para os outros e sentem uma indisposição, um mal-estar. ficam vários grupinhos dentro do grupo e ele continua. E nos outros que não são médiuns, pela hostilidade dos sentimentos. Hostilidade dos sentimentos. Um trabalhador olha para o outro e fala: "Não vou com a cara dele, não gosto dele. Esse aqui eu amo, é meu irmão". E quando ele tropeça, fala com todo mundo. Esse aqui eu gosto. É um cara muito legal, mas se ele fizer qualquer coisa que nos desagrada, não falamos para ele, mas para os demais. Sim. A hostilidade de sentimentos entre os integrantes da casa espírita é sinal de obsessão coletiva. E ele continua pela perversão do senso moral e pela perturbação da harmonia.

, mas para os demais. Sim. A hostilidade de sentimentos entre os integrantes da casa espírita é sinal de obsessão coletiva. E ele continua pela perversão do senso moral e pela perturbação da harmonia. Ou seja, para saber se a sua casa espírita está obsediada ou não, não adianta perguntar nem aos espíritos. É necessário analisar o clima. Como é que as pessoas chegam? Não adianta o seu grupinho. As pessoas todas, eu me refiro, quando entra uma pessoa estranha que nunca veio, primeira vez, como era recebida. Esses são apontamentos de uma casa espírita harmônica, estruturada e sólida, que também vai receber a influência dos malfeitores, mas ela estará solidificada. A integração dos seus membros é o melhor maneira de fortalecer o centro espírita. Portanto, se a sua casa espírita está obsediável ou não, saiba que a maneira melhor de colocá-la no grupo certo é estabelecer um trabalho de harmonia, respeito e fraternidade entre os seus integrantes. Todos. Todos. Esta será a nossa real segurança. Isso do ponto de vista real. Isso. Por isso que é importante manter momentos de convivência, relacionamentos só de trabalhadores, reuniões, reuniões só com os trabalhadores. Deixar claro, vocês contam conosco. Se você tiver algum problema, falhe. A casa espírita vai te atender com prioridade, porque os trabalhadores espíritas são o próprio centro espírita. E fique essa interrogação, esta dúvida esclarecida sobre a ótica do codificador. Esse é o programa Fidelidade Espírita. Aguardo o seu comentário, a sua curtida, o seu compartilhamento e, principalmente que você envie esse vídeo aos outros trabalhadores integrantes da sua casa espírita, deixando sempre aqui o seu comentário. Um forte abraço e até breve.

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