SERÁ QUE DEUS ME ESCUTA? - Márcia Sirotheau [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 26/07/2025 (há 8 meses) 43:36 2,081 visualizações

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Transcrição

Eu trouxe aqui paraa nossa mensagem de preparação algo que está escrito no livro Gotas de Esperança de Lorival Lopes e que nos diz assim: "O que estou fazendo minha vida? Pense nisso. Você está dando à sua vida um fim útil? Não passe os seus dias na rotina ociosa. Transforme-os num caminho para o seu aprimoramento e dos que partilham de sua existência. Combata o egoísmo. Veja as necessidades dos outros e ajude. Faça de Deus um companheiro de seus dias. Entre em ligação com ele através da prece diária. Nada tema. Viva com amor e simplicidade. Servir é a única maneira de dar um sentido à vida e garantir a felicidade. Meus amigos. Então eu convido a todos para que a gente inicie o nosso trabalho fazendo uma prece, quem quiser fechar os olhos para que nós possamos primeiramente agradecer ao nosso querido mestre Jesus, a Deus nosso pai, porque conseguimos chegar nesse momento abençoado para todos nós, esse momento em que procuramos abrir o nosso coração para captar, para meditar e para aplicar as lições que estudamos no Evangelho. Mestre Jesus nos ajuda para que possamos estar abertos às boas influências dos espíritos amigos que nos tutelam e que nos protegem para que possamos captar o que mais necessitamos aprender hoje e que possamos sair daqui mais fortalecidos, mais confiantes, com o nosso coração em paz e com muita esperança. Porque a esperança é a matériapra que nos fará construir um dia melhor para cada um de nós. E assim pedimos a tua permissão, Mestre Jesus, e a tua proteção para o início da nossa atividade de hoje. Graças a Deus. Meus amigos, a a nosso tema de hoje é um tema que eu tenho certeza que vocês já pensaram. Eu já pensei nisso. A gente faz a nossa prece, né? E às vezes a gente pede alguma coisa específica. Hoje a gente pediu paz, pediu que a gente possa compreender o evangelho e a gente sabe que esses pedidos eles são com certeza atendidos, né? A gente pediu para que a gente pudesse se lembrar ao longo do nosso dia do que a gente medita aqui, que a gente possa, enquanto

lho e a gente sabe que esses pedidos eles são com certeza atendidos, né? A gente pediu para que a gente pudesse se lembrar ao longo do nosso dia do que a gente medita aqui, que a gente possa, enquanto estudamos o evangelho, fazer uma conexão mental entre o que Jesus falou e o meu dia a dia. Tudo bem, tudo certo. Mas às vezes quando a gente pede alguma coisa muito específica e a gente fala assim: "Puxa, Deus não me ouviu, será que eu rezo, rezo, rezo? Quem tá escutando? Tem alguém escutando? O povo tá atendendo o telefone lá do outro lado ou será que tá caindo na linha ocupada? Porque muitas vezes a gente pede alguma coisa e a gente pede, pede nada. E aí, será que alguém tá me escutando? Então, esse é o tema que nós propomos para a nossa reflexão hoje. Será que Deus me escuta? E a gente lembra de Jesus que falou pra gente, tá lá no Evangelho de Mateus, capítulo 7, aquelas três frases que a gente sempre lembra delas, né? Pedi e dar-sevos há. Buscai e achareis. Batei e abrirse-vos. Aí eu falo: "Puxa, eu tô pedindo, pedindo que eh que dar fisei é esse? Não recebi nada do que eu pedi. Bato na porta, tô até com calo no dedo e nada daquela porta se abrir. Procuro, procuro algumas coisas na minha vida, elas não se realizam. Então, será que estão me ouvindo mesmo? Será que adianta fazer alguma prece? E toda vez que eu vou pensar sobre esse assunto, eu lembro de uma conversa que eu tive. com um rapaz, rapaz assim de uns 60 anos, né, que eu encontrei uma vez na vida, não lembro o nome, não lembro eh na verdade nem a fisionomia, mas que falou comigo algumas palavras e elas ficaram gravadas para mim muito forte no coração. esse esse rapaz, senhor, né, eh, hinduísta, então eles acreditam no karma, né, na lei de causa e efeito, em tudo isso que nós no espiritismo também acreditamos. Eles pensam dessa maneira também nesses pontos. E aí ele diz que ele ainda criança, perguntou pro pai dele: "Pai, vem cá, se esse negócio de karma acontece assim, a gente tem um karma que a gente tem que

s pensam dessa maneira também nesses pontos. E aí ele diz que ele ainda criança, perguntou pro pai dele: "Pai, vem cá, se esse negócio de karma acontece assim, a gente tem um karma que a gente tem que passar, para que que a gente faz oração, prece, seja lá o nome que, né, se se a gente escolha?" E o pai falou uma coisa para ele que eu achei tão sábia. Falou assim: "Meu filho, vamos imaginar o karma como sendo uma estrada cheia de pedregulho, de caco de vidro, aquilo ali tá lá. A gente vai ter que cruzar aquela estrada, mas a prece ela vai funcionar como sandália. Então nós vamos passar por aquele caminho, mas com uma proteção de uma sandália. É justamente a proteção que a gente pode pensar que nos vem também do conhecimento. Eu saber que eu estou, por exemplo, tomando uma injeção, porque eu tô com uma enfermidade tal que aquela injeção é a melhor, né? Tem aquela doída, né? Para dor de garganta. Como é que é o nome? Aquela que dói. Benzeta, aquilo é horrível, né? Aquilo ali. Nossa mãe. Mas às vezes a gente precisa, né? Tenho certeza que a maioria aqui já teve que tomar essa injeção alguma vez na vida e a gente não esquece que ela dói muito. Uma coisa, eu i tomar essa injeção sem entender nada, eu chego lá, vou na farmácia, alguém me espeta o braço, aquilo dói. Meu Deus do céu, qual o propósito? É natural que eu me revolte, que eu que aquela dor seja para mim mais impactante. Agora, se eu sei, olha, você tá com uma determinada enfermidade e o princípio ativo que tem aqui nesse medicação vai ser o que você precisa para melhorar. Dói um pouco, mas você precisa. Eu vou com mais com mais tranquilidade. Não é que não vai doer, mas eu vou com a sandália do entendimento. Assim como a sandália da prece também nos favorece o entendimento. Então, para isso, meus amigos, que eu trouxe essa reflexão para nós, porque nós sabemos que Deus, a gente vai pensar nos atributos de Deus e a gente vai ver lá na questão 13 do livro dos espíritos, né? Quando Kardec pergunta, fala dos atributos de Deus e fala se é

nós, porque nós sabemos que Deus, a gente vai pensar nos atributos de Deus e a gente vai ver lá na questão 13 do livro dos espíritos, né? Quando Kardec pergunta, fala dos atributos de Deus e fala se é possível a gente ter uma ideia de Deus através daqueles atributos. Os espíritos falam: "Olha, no nível de vocês, sim, para vocês ainda explica muita coisa. E a gente lembra que Deus é eterno, infinito. Mas eu queria destacar três atributos. onipresente, quer dizer, está em todos os lugares do universo, onisciente, sabe de tudo e mais um pouco e onipotente, pode tudo. Então, se Deus tem esses atributos, por que que eu falo? Peço alguma coisa e aquilo ali não vem como eu preciso, como eu entendo. Será que tem uma falha de comunicação da minha parte? Será que adianta eu pedir alguma coisa? E a gente vai precisar então pensar sobre o que que é essa comunicação nossa com Deus. Lá no livro dos espíritos, a gente vai estudar da lei da adoração. Adoração, a gente acha que a gente fica ali, né, louvando, admirando, cantando, aleluia, viva. Mas os espíritos vão dizer para nós que adorar, lá na questão 649 é elevar o nosso pensamento a Deus, é a nossa prece, é o que a gente faz. pela adoração, o homem aproxima a sua alma de Deus. Então, esse contato que eu faço com Deus pela adoração. E na questão 650, os espíritos vão dizer para nós que essa essa adoração ou essa nossa conexão com Deus, ela tem a ver com o sentimento inato. Todos nós já nascemos com esse sentimento, esse sentimento inato. É, e Kardec pergunta, é um sentimento inato ou é fruto de um de um ensino? Quer dizer, a gente já nasce, todo mundo nasce com isso ou a gente aprendeu a pensar assim? Que que vocês acham? E aí os espíritos respondem: "Não é inato." Sabe por quê? Não teve sequer uma civilização a mais selvagem possível que não tem algum tipo de culto à divindade. Claro que muda a forma, muda o jeito, muda a compreensão. Nós já acreditamos em vários deuses, em um só. Muda o jeito, mas nós temos essa consciência de

el que não tem algum tipo de culto à divindade. Claro que muda a forma, muda o jeito, muda a compreensão. Nós já acreditamos em vários deuses, em um só. Muda o jeito, mas nós temos essa consciência de que tem algo além. Algo além. e que aquele algo além, aquele ser superior, de alguma maneira me governa e cuida do meu destino. Então, por isso esse sentimento os espíritos dizem que é inato. Então, Kardec pergunta assim: "Por que nós que que é que a adoração se ela resulta de um sentimento inato ou da cultura, como é que é isso para nós?" E os espíritos falam: "Não, ela resulta de um sentimento inato, como o da divindade." E dizem assim: "Por que que esse sentimento é inato?" Porque a consciência da nossa fraqueza, nós humanos, leva o homem a se curvar diante daquele que o pode proteger. Então, vejam que para que haja essa nossa conexão, precisa haver algo de consciência da nossa fraqueza. É por isso que quando a gente tá ali muito preso naquelas ilusões ali do da onipotência, a ilusão do controle, ah, eu sou só a pessoa, né? Eu sou aquele ser divino maravilhoso, a última Coca-Cola do deserto. Eu que posso, faço e aconteço. Dificilmente quando a gente tá nesse estado mental, a gente vai buscar oração. Não combina, porque se a gente é tudo, a gente não precisa de nada. é o orgulho nos trazendo, funcionando para nós como uma venda nos nossos olhos. A gente não vê, a gente acha que não precisa. Aí a divindade é tão sábia e tão amorosa e tão cuidadosa que daqui a pouquinho que que acontece com o nosso lindo tapetinho de ilusão? Ele é puxado. Alguma coisa acontece e a gente se depara com a nossa fragilidade. Seja porque a vida deu um revés, as coisas não saíram como eu queria, seja a própria fragilidade do meu corpo biológico que é feito para ser frágil, não será sem razão. A gente pode pensar sobre isso. Por que que nós somos tão frágeis? A gente não podia ser assim mais eh feito de algum material que não fosse sujeito à doença, a envelhecimento, a morte. Será que Deus

A gente pode pensar sobre isso. Por que que nós somos tão frágeis? A gente não podia ser assim mais eh feito de algum material que não fosse sujeito à doença, a envelhecimento, a morte. Será que Deus não teria essa capacidade de fazer a gente dessa maneira? Por que que a gente foi feito frágil? Para que será? Será que não é uma dica para que a gente possa ir dobrando esse nosso orgulho e sabendo que nós precisamos dessa integração com o nosso pai? Então é essa essa fragilidade que vai nos ajudar como que a quebrar esse nosso orgulho. E realmente quando a gente tá ali no momento que o tapete é puxado, a gente pode até se enraivecer por conta do nosso orgulho, mas daqui a pouco a gente começa a ficar bonzinho, né? Manso, doce, você reza que é uma beleza, né? Olha como nos aproxima. Então esse orgulho que vai sendo quebrado. Por isso que a arrogância, a ilusão do poder, elas afastam, nos afastam de Deus. Então não é que a gente tenha que sofrer para chegar perto de Deus, mas a gente precisa ir domando esse nosso orgulho. E como é que a gente faz então para que ele nos escute, para que ele nos ouça? Isso tá, eu tô trazendo, gente, muito do que tá lá no livro dos espíritos, né, que estão 600 e 49 que seguintes, né, que são da lei da adoração. Então, quando a gente começa a estudar a lei da adoração no livro dos espíritos, ou seja, essa lei que determina que nós nos liguemos ao nosso pai, para a nossa paz, tranquilidade e felicidade, a gente começa a identificar algumas palavrinhas chaves, que elas como que se repetem nas diversas respostas que os espíritos deram a Kardec. E eu vou só destacar aqui duas que eu acho que chamam muita atenção. A primeira é coração. Falando em prece, falando em ligação com Deus, os espíritos várias vezes trazem a palavra coração, nos dizendo que a verdadeira adoração, ou seja, a nossa verdadeiro modo de ligar, se ligar com Deus, é pelo coração. É engraçado porque a gente vai assim no meio, às vezes espírita, né? Falar espírita porque onde eu tô, né? Os

ra adoração, ou seja, a nossa verdadeiro modo de ligar, se ligar com Deus, é pelo coração. É engraçado porque a gente vai assim no meio, às vezes espírita, né? Falar espírita porque onde eu tô, né? Os outros eu não sei dizer, mas a gente vai no meio espírita e a gente fala assim, ó: "Fulano, quem quer fazer uma prece?" A pessoa começa assim, né? Uma coisa de olhar pro chão, não sei se acontece com vocês, olha pro lado, né? Tipo, ô, não é comigo. E eu tenho brincado ultimamente, até comigo mesma, que quem faz a prece ganha um abraço do anjo da guarda. E quem não quer um abraço desse anjo da guarda? Todos nós queremos. Qual que é esse abraço? É essa sensação de ligação que a gente vai tendo. Prece com o coração. Não tem nada a ver com palavra bonita, com palavra decorada, com eh adjetivos que a gente vai dar. Deus maravilhoso. E não é isso, é o coração. Então posso fazer uma prece com três palavras e botar uma carga de sentimento, que aquilo ali é como se fosse uma explosão de luz no meu coração. Eu posso fazer uma prece linda até emocionar pessoa não tem uma gotinha de sentimento. Qual é que foi a que serviu? foi aquela que tinha o coração. Então, é o coração que é a verdadeira, o verdadeiro instrumento para que a gente se aproxime de Deus. E os espíritos ainda respondem assim: "Em todas as vossas ações, lembrai-vos sempre que o Senhor vos observa". Então, outra palavrinha chave, coração e a segunda, ação. Não é só a gente ter o sentimento, mas a gente saber que o nosso dia a dia, tudo que eu tô fazendo, eu estou mais ou menos conectada à espiritualidade superior, a Deus, mais ou menos conectada. O jeito que eu falo com alguém, o jeito que eu dou bom dia, o jeito que eu reajo quando eu tô irritada, uma dor de cabeça horrível. Alguém falou comigo: "Meu Deus do céu, vontade de pegar o sapato e jogar na pessoa, né?" Tem, às vezes a gente tá assim irritadíssimo. É uma ação. Essa ação vai me aproximar ou vai me afastar de Deus? Qual que vai ser a minha opção? Qual que vai ser a

egar o sapato e jogar na pessoa, né?" Tem, às vezes a gente tá assim irritadíssimo. É uma ação. Essa ação vai me aproximar ou vai me afastar de Deus? Qual que vai ser a minha opção? Qual que vai ser a minha escolha? Então, como que eu vou orar? ou como que eu vou fazer esse ato de adoração? De novo, na questão seguinte, a 654, os espíritos falam de novo, Deus prefere. Kardec pergunta assim: "Qual o jeito melhor da gente adorar a Deus? Tem um jeito assim mais, né? Que que vai funcionar mais?" Ele não fala assim, né, gente? Eu tô traduzindo. Ele fala assim: Deus tem preferência pelos que eu adoro, desse dessa ou daquela maneira. Será que a prece é longa, é melhor, é curta? Será que é de manhã, que é de noite? Será que na comunhão funciona mais? Será que é lá fora? Será que quando eu tiver num lugar bem ruim, a pressa, a prece ela fica assim prejudicada na propagação dela? Aonde que tem lugar, tem jeito? E aí os espíritos falam assim de novo, a palavra chave. Deus prefere os que o adoram do fundo do coração, de novo coração e de novo a outra palavra chave. Vai falar em sinceridade e depois vai falar fazendo o bem. A ação é também a nossa prece, é a nossa maneira da gente se ligar a ao nosso pai, ao nosso criador, da gente buscar a paz que a gente precisa. É ação fazendo o bem. E o fazer o bem não é só aquele dia que eu reservei, que é o dia que eu vou ajudar a distribuir sopa, muito lindo, maravilhoso, mas não é, é o dia todo. Eu acordei, eu tô fazendo bem para alguém, como é que eu tô falando com as pessoas? Alguém vem me contar uma fofoca terrível, eu boto lenha na fogueira ou eu procuro, puxa, mas essa pessoa também tem outro lado, né? até para que eu mesma possa ver, não vê só o defeito, só a negatividade. Alguém fala assim: "Meu Deus do céu, esse mundo tá perdido, olha a desgraça que aconteceu, sei lá onde, o que tá acontecendo. Qual que é a minha palavra? Fazer o bem. Eu vou trazer um ponto de luz ou eu vou trazer mais um ponto de transtorno, de obscuridade, de

lha a desgraça que aconteceu, sei lá onde, o que tá acontecendo. Qual que é a minha palavra? Fazer o bem. Eu vou trazer um ponto de luz ou eu vou trazer mais um ponto de transtorno, de obscuridade, de negativismo? É uma maneira. é também uma prece. Então, fazendo o bem e evitando o mal. Teve tempo na nossa história em que nós acchávamos, talvez ainda achemos hoje, né, que puxa, eu não faço mal a ninguém, não faço mal a ninguém, sou uma boa pessoa. Mas esses tempos para nós já passaram, porque nós estamos num período da nossa humanidade em que não basta não fazer o mal. Não adianta não fazer o mal eu ficar na minha casa sozinho, trancado. Não adianta eu não fazer o mal e eu não conseguir estender a mão para ninguém. Então não é só não fazer o mal, é fazer o bem também. E essa é também a nossa prece. Então, meus amigos, a prece vai nos fazer melhor? Será que eu rezo, rezo, rezo e melhor? Será? Adianta para eu me melhorar a prece. E os espíritos falam que sim, porque através da prece a gente vai atrair o quê? A sintonia dos bons espíritos. O que que eles vão fazer? Vão ficar ali indiferentes do meu lado, sem emitir um pensamento, uma energia, nada? Claro, eles não vão me influenciar no sentido de pegar a minha mão, massa, vem cá, olha, pega aqui, escreve isso aqui, faz assim. Não vão fazer isso, mas eles vão me influenciar no sentido da inspiração. Eu vou ouvir? Não vou ouvir, a escolha é minha. E sobre isso tem uma passagem linda que tá no livro Ação e Reação, que o espírito Silas, né, se encontrava na um local na espiritualidade de socorro chamado Mansão da Paz, junto com André Luiz, né? André Luiz que conta isso no livro Ação e Reação. E Sila estava lá e é procurado por uma mãe aflita, a mamãe já desencarnada. espírito. Olha, por favor, o Senhor me ajude. Minha filha tá passando por um momento gravíssimo na vida dela, tá lá encarnada, um momento gravíssimo. E eu preciso da da ajuda. Então, Silas vai ver a situação da moça, né? Era uma moça chamada Marina. Essa moça tinha lá pelos 30 e poucos anos e

mo na vida dela, tá lá encarnada, um momento gravíssimo. E eu preciso da da ajuda. Então, Silas vai ver a situação da moça, né? Era uma moça chamada Marina. Essa moça tinha lá pelos 30 e poucos anos e tava com o marido internado no leprosário. Naquela época se falava assim, né? Não tinha tratamento para rancenas e muito menos cura, né? E ele tava internado e era uma situação muito difícil. E ela tinha uma filhinha que era surda, era cega, tinha uma deficiência mental muito grave, cognitiva e era aquele aquele nenenzinho, aquela criança que precisava de ajuda para tudo. E a moça desesperada e ela pensa assim: "Meu Deus, eu vou desistir, tá muito difícil, eu vou acabar com a minha vida porque aí, bom, meu marido tá lá, né? alguém, ele vai tá lá internado, não posso fazer nada, alguém vai cuidar da minha filhinha porque eu não consigo. E aí é nesse momento que a mãe pede ajuda espiritual. E aí, Silas vai até o local onde a moça está, um quartozinho humilde. E ela já tinha até preparado lá o veneno que ela queria tomar no copo ali, tava preparadinho. Ela olha pra filhinha dormindo, dá um abraço e aí Silas a inspira a fazer uma prece. Faz uma prece. Ela pensa: "É, hoje, né, vou acabar com a minha vida, mas vou entregar minha alma a Deus, vou fazer a minha prece". E aí ela começa a fazer uma prece e nessa prece ela estabanadamente por acaso, entre aspas, sem querer, entre aspas de novo, ela esbarra no copo do veneno. O veneno cai, já acabou a preparação, o veneno caiu, como é que ele ia fazer? Tinha mais o que fazer, né? precisava comprar outro outro dia. Aí é outra outra história. E aí a moça vai e dorme. E nesse período em que ela dormiu, experimentando o desdobramento que acontece com todos nós, né, que o nosso espírito se separa do nosso corpo e a gente vai para pra realidade do mundo espiritual, aí ela é aconselhada, eh, conversado com ela o porquê daquela situação. uma situação complexa em que ela e a filhinha haviam sido rivais no passado. A filhinha era noiva do rapaz

do mundo espiritual, aí ela é aconselhada, eh, conversado com ela o porquê daquela situação. uma situação complexa em que ela e a filhinha haviam sido rivais no passado. A filhinha era noiva do rapaz que atualmente era o seu pai. Então, esses dois noivos estavam para se casar e essa moça que era a atual Marina se meteu ali no relacionamento, hipnotizou o rapaz, enfim, teve um caso com ele, foi aquela confusão, aquele bafafá, a noiva resolve se matar e volta depois para ser cuidada pela própria Marina, que havia causado toda essa confusão. O marido renasce e adquire a ranceníase também por uma condição de débitos que ele mesmo havia contraído perante a lei. E aí eles estão ali para se reajustar. Um momento que a gente olha assim e fala: "Meu Deus do céu, quanta desgraça, que dificuldade". Mas vejam, quando a gente dá um passinho para trás e a gente consegue ver a totalidade da, ou pelo menos a parte, né, um pouquinho para trás da situação da alma imortal, a coisa muda muito de figura. É a oportunidade do resgate. E vejam que nesse caso dessa moça, o que que foi que abriu essa janelinha? Uma pequena prece que ela fez. Veja a importância da gente fazer a prece. Se ela pedisse: "Ah, meu Deus, cura o meu marido, faz a minha filhinha ver e ouvir novamente e recuperar as faculdades mentais, eu certamente não atenderia isso, né? Porque também não pode derrogar as leis da natureza. Mas alguma possibilidade de ação sempre existe a favor de nós mesmos. E nesse caso, nós vamos aprender lá no Evangelho segundo o Espiritismo, Kardec vai dizer assim, que Deus age como cirurgião, que sabe que o doente precisa sofrer aquela cirurgia para ficar bom, precisa sofrer aquele aquele desconforto, aquela dor para que a cura se produza. E muitas vezes os nossos males, as nossas situações de aflição, elas mais são do que o remédio que nós precisamos tomar. Então a gente fala, é como se a gente falasse, eu não quero a benzetacil, não quero, mas precisa, essa garganta tá muito inflamada. Se não for

elas mais são do que o remédio que nós precisamos tomar. Então a gente fala, é como se a gente falasse, eu não quero a benzetacil, não quero, mas precisa, essa garganta tá muito inflamada. Se não for a benzentaci, não vai, já tentou de tudo. Precisa. Às vezes a gente precisa do remédio que é mais incômodo, mais doloroso, mas o que importa para nós é verdade. A gente não quer a nossa felicidade, mas a nossa felicidade não é construída aqui no no atendimento aos nossos desejos, não é isso? A nossa felicidade é a nossa alma imortal fazer as pazes consigo mesma para que a gente se coloque perante a lei de amor em posição não mais de devedor, mas de responsável. Errei, tudo bem, vou lá e arrumo. Igual a Marina, errei com a minha ação, eu induzi aquela que era minha irmã na outra existência ao suicídio. Uma ação equivocada. Me equivoquei. Então o que que eu vou fazer agora? Eu vou ajudá-lo a se reerguer, não é isso? Eu empurrei o outro, agora eu ajudo a levantar o outro. E isso vai nos engrandecendo perante nós mesmos. Não aquela grandiosidade de orgulho, não é isso, mas de saber assim, eu tenho valor porque eu sou um espírito em aprendizado. A hora que eu aprendo uma lição, eu vou lá e olho para trás e vejo que eu tenho que arrumar, arregaço as mangas e arrumo. Então, a prece, meus amigos, vai nos dar essa condição. Então nós, quando nós vamos eh estudar sobre a eficácia da prece, nós vamos ver lá no capítulo 27 do da do Evangelho, no item sete, chama-se justamente assim, eficácia da prece. Kardec vai nos explicar que a obtenção do que nós pedimos, a gente pode até pedir, quero arrumar tal emprego, a gente pode, por que não, né? a gente pede agora, se a gente vai é obter aquilo ali, se aquilo ali vai ser bom pra gente ou não, é outra história. Mas o que que nós aprendemos? Que a obtenção do pedido, ela vai se relacionar à utilidade daquela providência para a minha felicidade como espírita imortal. Vejam que é profundo. Não é a utilidade porque eu digo que eu quero, que eu

e a obtenção do pedido, ela vai se relacionar à utilidade daquela providência para a minha felicidade como espírita imortal. Vejam que é profundo. Não é a utilidade porque eu digo que eu quero, que eu preciso, que eu eu gostaria, não é essa. Aquilo ali vai ser útil para a minha reconstrução. Então Deus vai conceder aquilo ali não vai ser útil. Não preciso ou não posso passar por aquela experiência que eu tô buscando através da prece. Então Deus não vai me dar. Mas aí não é uma questão de injustiça, é uma questão de amor e de visão mais ampla que ele tem sobre nós. Então, meus amigos, vejam que Deus me ouve, ouve. Ele vai fazer o que eu quero, nem sempre. Mas talvez a questão para nós não seja se Deus me ouve. Talvez tenha uma questão que tá por trás disso que é muito delicada e uma questão que a gente não se faz, que é eu ouço a Deus, eu entendo qual é a vontade dele para mim diante do que me acontece, eu estou obedecendo simplesmente aceitando ali revoltada, porque não tem jeito, né? O espírito Lázaro vai nos falar lá no evangelho, obediência é o consentimento da razão. Você tem que fazer isso. Sim, senhor. Pois não. Vou fazer. Eu racionalmente entendi. Tô acatando. Agora, a resignação é o coração que concorda. A resignação é o consentimento do coração. É a minha alma imortal entendendo que aquela experiência é necessária para mim. E o que que vai me fazer? trabalhar essa resignação, a fé, a certeza de que nós temos um pai que nos cuida, que proporciona que a gente tenha determinados encontros, uns muito felizes, maravilhosos, outros que a gente tem vontade de arrancar os cabelos, sair correndo, mas aconteceu aquele encontro. E por que que Deus permitiu aquilo ali? para que nós aprendêsemos alguma coisa, para que a gente pudesse utilizar aquela situação ali como remédio, às vezes homeopático, que a gente vai tomando uma gotinha cada dia. São aquelas situações que se perduram e a gente não tem jeito de fugir delas. É como se fosse homeopatia, cada dia um pouquinho daquele remédio,

eopático, que a gente vai tomando uma gotinha cada dia. São aquelas situações que se perduram e a gente não tem jeito de fugir delas. É como se fosse homeopatia, cada dia um pouquinho daquele remédio, até que aquele remédio possa ir trabalhando a minha alma, trabalhando aqueles vícios que eu trago e que não seriam trabalhados de outra maneira. Porque se fosse tudo como eu quero, o que que ia acontecer? Eu nunca ia mudar. Para que que eu ia fazer diferente? Ah, eu tô ótima, tudo que eu quero acontece. Eu não vou mudar um tr da minha personalidade. Não era isso? E aí, que que ia acontecer com a gente? a gente ia ficar estacionado, mas o nosso objetivo é a evolução, é a construção da nossa felicidade real, aquela que não tem a ver com a matéria. Ah, mas eu eu reencarnei com saúde, sem saúde, eu fui rica, fui pobre. Não interessa isso. Porque na hora que a nossa alma imortal começa a entender que nós estamos aqui de passagem, nós sabemos, as experiências vão ser fáceis, algumas, né, prazerosas, mais ou menos, dificílimas, mas não tem a experiência impossível de ser encarada por mim, porque a experiência ela é de acordo com a minha capacidade. Então isso é a fé também. Isso vai me dar força e isso vai me permitir abrir mentalmente para os espíritos um campo mental em que eles vão, como lá no caso da Marina, que que a Marina fez? Ela tava desesperada. Abri um campo mental para uma influência benéfica. E aí nos conta André Luiz que no dia seguinte ela, depois desse desdobramento em que ela encontra com os espíritos amigos, a sua mãezinha que tava ali cuidando das duas, né? Elas haviam sido irmãs em outra existência. Então a mãezinha tava lá de cima cuidando das duas. Uma veio como mãe da outra. Marina era mãe da, esqueci o nome agora, da outra Zilda. Marina era a mãe da Zilda e a mãezinha das duas estava lá do alto intercedendo, procurando ajudar, procurando influenciar. Marina acorda e abraça a filhinha com tanto amor e a e acorda com aquela aquela felicidade que ela não

e a mãezinha das duas estava lá do alto intercedendo, procurando ajudar, procurando influenciar. Marina acorda e abraça a filhinha com tanto amor e a e acorda com aquela aquela felicidade que ela não sabe da onde como ela se renovou. Ela obteve não a suspensão da prova, porque ali aí não poderia acontecer, não seria nem para o bem dela, mas a força para atravessar, a certeza de que ela não estava sozinha, a certeza da proteção, a sandália para atravessar a ponte dos cacos de vidro, das pedras, como nos ensinou o nosso amigo hinduísta. Então, meus amigos, vamos pensar antes da gente pensar, será que Deus me escuta? Vamos pensar, será que eu tô escutando o que Deus tem para mim? Será que eu tô escutando os chamados para minha renovação? Talvez essa seja a pergunta mais importante e eu tenho certeza que a também a mais difícil, mas vamos fazê-la porque fazendo essa pergunta que a gente vai ampliando o nosso nível de consciência e vai permitindo que a espiritualidade nos ajude através da intuição, através da inspiração, incutindo a esperança que a gente tanto precisa, a força, a certeza de que nós temos os potenciais para vencer os obstáculos. Nada de desânimo, nada de pessimismo. Nós não podemos mais ficar nessa faixa porque a gente já tem elementos, instrumentos para que a gente dê, como dizem, o nosso passo de luz, esse passo que nos espera a todos. Então, agradeço demais a atenção de vocês e convido para que a gente faça a nossa prece pedindo nesse instante, eu não tenho como saber o que cada um precisa, né? Mas a gente sabe, cada um de nós sabe. Então, pedindo aquilo que a gente mais precisa realmente, mas nessa perspectiva de espíritos imortais, que que eu preciso realmente para construir a paz no meu coração? Então vamos pedir ao nosso pai que nos auxilie, que nos abençoe, para que a nossa consciência possa se expandir ao menos um pouquinho, para que tenhamos a noção da magnitude do universo de amor no qual estamos inseridos. Muitas vezes, Pai, a nossa visão se

abençoe, para que a nossa consciência possa se expandir ao menos um pouquinho, para que tenhamos a noção da magnitude do universo de amor no qual estamos inseridos. Muitas vezes, Pai, a nossa visão se estreita e percebemos apenas as dificuldades, os espinhos. E por isso pedimos a tua ajuda, para que a tua inspiração amorosa nos ajude a elevar os nossos olhos para vermos um pouquinho mais adiante o horizonte que se apresenta para todos nós como um grande amanhecer. o amanhecer para as nossas almas que recém descobrem a beleza do amor, da justiça, da fraternidade. Pai, que nós não esmoreçamos, que tenhamos a força de vontade, a perseverança e que tenhamos sempre presente a certeza de que os espíritos bondosos de luz nos amparam, nos auxiliam e nos inspiram. Então, Senhor, que o nosso coração possa estar aberto para receber toda essa bênção de luz derramada sobre nós. E gostaríamos de pedir também nessa oportunidade para que esta mesma bênção de luz seja derramada sobre todos aqueles queridos do nosso coração que se encontram no plano espiritual, no plano físico, não importa. são almas queridas que tanto amamos e que com quem gostaríamos de compartilhar esse banquete de luz. Abençoa-oa também, Senhor, e principalmente aquelas almas com quem não temos ainda muita afinidade, com quem temos divergências, mágoas, rancores, mas que eles também possam receber essa bênção de luz, porque são nossos irmãos de caminhada. que tem como nós todo direito à felicidade, à recuperação e a própria regeneração. Muito obrigada, Senhor, por esses momentos. Graças a Deus. Não precisa palma, gente, senão vou me esconder aqui, tá? Então, a Evas, né, nos dirige agora pro passe. Obrigada. Boa noite a todos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais,

mo finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado

m e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja. A

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