SEMPRE ADIANTE - Carla Daniela [PALESTRA ESPÍRITA]
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buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor [música] Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando [música] luz, buscando a ti. >> Senhor, mesmo tão longe [música] de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual [música] o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi [música] toda bel. >> Bom dia a todos. Sejam bem-vindos aqui à nossa comunhão espírita, a esse espaço de reflexão, de diálogo e de compartilhamento a respeito do evangelho de Jesus à luz da doutrina espírita. Aqui nós temos nesse horário da pausa do meio do dia, do almoço, nós temos duas palestras que são a nossa alimentação espiritual, porque é importante que nós alimentemos o nosso corpo, mas também é fundamental alimentarmos o nosso espírito. Então, todos os dias de segunda a sexta a gente tem ao meio-dia uma palestra virtual de harmonização pelo site da comunhão, pelas nossas redes sociais, que é ao vivo, mas não é presencial aqui. E a 1 hora, às 13 horas, nós temos aqui no Auditório Bezerra de Menezes, esse encontro presencial também para falar sempre sobre um tema da doutrina espírita do Evangelho, é transmitido também pelas nossas redes sociais. Então são dois momentos do nosso dia em que nós podemos fazer assim essa pausa e essa alimentação espiritual também. E é sempre uma alegria estarmos aqui para darmos essa parada e refletir, alimentando também o nosso espírito. E para começarmos, eu convido vocês a prece, que é um grande alimento paraa nossa alma, né? elevando o nosso pensamento a Deus, agradecendo pelo dia de hoje, por tudo que ele nos trouxe, por tudo que pode nos trazer ainda, por todos os encontros, aqueles com que encontramos em nossa vida e que nos trazem alegria, trazem o calor da sua presença, trazem preocupações também, às vezes de sabores, mas que sempre tem algo a nos trazer e a nos ensinar pelo próprio dia. pelo sol que nasce e rompe
e nos trazem alegria, trazem o calor da sua presença, trazem preocupações também, às vezes de sabores, mas que sempre tem algo a nos trazer e a nos ensinar pelo próprio dia. pelo sol que nasce e rompe com a madrugada, com o frio e a escuridão. E sempre nos traz uma mensagem de vida nova, de renovação e de novas oportunidades que surgem, sempre nos traz calor. A chuva que vem renova, às vezes causa transtorno, mas também é essencial para que a vida se mantenha. a tudo o que recebemos, a todas as belezas também, todas as dores, as preocupações e também as alegrias que fazem parte da nossa vida e que certamente são aquilo que necessitamos. Que possamos tirar de cada experiência, de cada encontro, de cada lugar, de cada pessoa, o melhor proveito possível e também aproveitar a oportunidade de dar o melhor de nós quando conseguimos. que percamos às vezes, mas que não percamos a lição, que às vezes deixemos ou tragamos alguma dor, mas que tragamos também o aprendizado que essa situação nos propicia. E que Jesus esteja conosco, que os nossos mentores nos acompanhem sempre, nos orientando, nos guiando, nos intuindo a fazer o melhor. E que Jesus seja a nossa companhia constante, esteja sempre ao nosso lado e com certeza ele está. que nós saibamos reconhecê-lo, percebê-lo e agir de acordo com sua orientação, levando sempre em conta o os ensinamentos de Jesus na nossa vida diária. Que Jesus esteja sempre conosco e que nós estejamos sempre com ele. Que assim seja. O nosso tema de hoje vem do livro Caminho, verdade e vida, de Emmanuel, que ele pega algumas passagens e traz, faz o algumas passagens do Evangelho ou dos Atos dos Apóstolos, das cartas de Paulo. E a partir dessa pequena mensagem, ele, um versículo dois, no máximo, ele faz observações e reflexões que compartilha conosco nos servindo de lições. E nesse caso ele faz de um uma carta de Pedro, né? De uma das cartas de Pedro, a segunda carta de Pedro, ele diz, né? Pedro nos diz: "Porque se alguém é vencido, do tal faz-se também escravo, né?"
es. E nesse caso ele faz de um uma carta de Pedro, né? De uma das cartas de Pedro, a segunda carta de Pedro, ele diz, né? Pedro nos diz: "Porque se alguém é vencido, do tal faz-se também escravo, né?" Então, e o título da mensagem é sempre adiante. E ele fala dos riscos de nós nos escravizarmos, nos aprisionarmos em determinadas situações da vida, que muitas vezes vencidos por elas, nós nos fixamos nessas situações, nos prendemos a ela e nos acabamos nos escravizando a essas situações. Então ele fala sobre isso, que nós devemos viver cada situação que nos é colocada, mas retirar delas o melhor, aprender e seguir adiante. E realmente a gente pensa refletindo junto com Emanu sobre essa mensagem que nós, como diz aquela mensagem atribuída a Chico Xavier, né? recebemos sempre aquilo que nós precisamos, tudo aquilo que nos chega, sejam as grandes coisas da nossa vida, a nossa família, a nossa profissão ou aquilo, os relacionamentos e a situação social, o país em que nascemos, as cidades em que vivemos, tudo isso é de acordo com a nossa necessidade. se nos diz, nem sempre de acordo com o nosso querer, com os nossos desejos, mas sempre de acordo com a nossa necessidade, com aquilo que nós atraímos para nós mesmos e que são as nossas oportunidades de crescimento. Então, até mesmo as dores, até mesmo os relacionamentos difíceis, até mesmo aquelas situações que nos causam angústia e às vezes até sofrimento, não estão na nossa vida por acaso. Nós temos a lei de causa e efeito que nos fala do semear e do colher, do viver e do receber, né? Do dar e do receber aquilo que nós recebemos. Mas nós sabemos que a justiça divina não é um simples olho por olho, dente por dente. Não é um simples, eu fiz e vou receber uma pena em em em contrário, né? Eu fiz algo, né? Eu machuquei alguém e vou ser machucado. Eu fiz eh algo de ruim com alguém e vou receber igualmente, né? Ou como diz, eu ceguei alguém e vou também perder a minha visão. Não. São escolhas que nós fazemos e determinados eh consequências, mas as
fiz eh algo de ruim com alguém e vou receber igualmente, né? Ou como diz, eu ceguei alguém e vou também perder a minha visão. Não. São escolhas que nós fazemos e determinados eh consequências, mas as escolhas, mesmo que nós já tenhamos feitas no passado, elas têm reflexos no presente e são sempre atuais. A gente não vive como, não precisa viver como escravo do que nós fizemos no passado. Não somos escravos nem mesmo de nós e das escolhas que nós fizemos. Nós somos determinados por essas escolhas. Nós arcamos as com as consequências, mas não somos escravos delas. Então, se nós erramos no passado, podemos aprender com essas situações no presente e ressignificar essas essas vivências que nós temos. Então, se, por exemplo, eu no passado utilizei as minhas mãos para machucar as pessoas, para ferir, eu posso perder as minhas mãos, posso entregar as minhas mãos no ato de expiação, mas eu posso também utilizar as minhas mãos para o bem. Se no passado a gente vê situações na literatura espírita de alguém que machucou, que feriu, que causou um incêndio e com isso feriu diversas pessoas, ela pode passar pela mesma situação num processo de expiação ou pode auxiliar pessoas que são queimados, que passaram por situações similares à que ela fez passar, mas que com as suas mãos, com o seu amor, com o seu pensamento e com a sua vida, ela vai auxiliar. Então, nós não precisamos sofrer ou espiar como um olho por olho, dente por dente, aquilo que nós passamos. Muitas vezes as nossas tarefas acabam significando isso e muitas vezes nós mesmos escolhemos isso. Na literatura espírita, a gente vê alguns que pedem para passar por aquilo que fizeram os outros passarem, para poder sentir a dor que fizeram os outros sentirem, para ter aquela experiência nas no seu eh no seu espírito, no seu corpo, de passar pelo que elas fizeram aos outros e assim aprender. Muitas vezes, na medida em que nós vamos crescendo, em que vamos evoluindo, os nossos espíritos, eh, protetores, aqueles que direcionam a nossa jornada e
que elas fizeram aos outros e assim aprender. Muitas vezes, na medida em que nós vamos crescendo, em que vamos evoluindo, os nossos espíritos, eh, protetores, aqueles que direcionam a nossa jornada e que na medida em que vamos crescendo, vão conversando conosco sobre isso, nos conscientizam que talvez não seja melhor caminho esse quando nós podemos escolher. Porque para que entregar as minhas mãos se eu posso utilizá-las para o bem? Para que entregar os meus olhos que que eu fiz outros perecerem se eu posso enxergar mais longe e ajudar outras pessoas a enxergar mais longe? Para que entregar precocemente a minha vida se eu posso utilizar utilizá-la como instrumento para o bem? Então tá lá ali no livro primeiro do livro dos espíritos, né? que quando fala ali, quando começa a partir da primeira questão do livro dos espíritos a falar sobre Deus e sobre as suas características principais, então fala que Deus é soberanamente justo e bom. Então ele é sim justo. E as nossas ações do passado sim determinam o que nós vivemos e o que nós fazemos, o que nós sentimos hoje. Mas ele é justo e bom. E por que que se coloca justo e bom entendimento da nossa palavra humana? Porque justiça precisa ser boa também, porque não é uma justiça meramente retributiva. Quando podemos, nós podemos fazer uma justiça ampla, a justiça do amor, que é justamente isso, não é? Se eu, se eu usei minhas mãos pro mal, hoje eu vou abrir mão delas, né? Hoje eu vou ser privado delas. Mas sim, se eu utilizei minhas mãos pro mal, hoje eu vou utilizá-las pro bem. Se eu utilizei os meus olhos para enxergar aquilo que é ruim, hoje eu vou, ao invés de ficar cego, eu posso ampliar a minha visão ou ampliar a visão das pessoas que estão ali, né? Se eu utilizei o meu corpo pro mal, utilizei o meu pensamento, a minha mente, eu posso hoje utilizar pro bem. Se ontem eu fiz fui uma cientista que criei coisas que destruíram, que provocaram morte, sofrimento, dor. Hoje eu posso usar essa mesma ciência para resgatar vidas. Se hoje, se ontem eu
lizar pro bem. Se ontem eu fiz fui uma cientista que criei coisas que destruíram, que provocaram morte, sofrimento, dor. Hoje eu posso usar essa mesma ciência para resgatar vidas. Se hoje, se ontem eu utilizei a arte para perverter caminhos e para induzir pessoas ao erro, hoje eu posso utilizar essa mesma arte para elevar vibrações, elevar pensamentos e e trazer e conquistar as pessoas para o que é bom e belo. Tem um livro do Antônio Carlos, né, o espírito Antônio Carlos, que fala de uma escritora que era uma escritora de crimes, né? escritora de livros de crime, mais ou menos como a gente vê como os livros do Arthur Conando do da Agatha Crish, né, que falam daqueles crimes perfeitos. Então essa escritora delineou ali na no livro dela um crime perfeito e uma pessoa inspirada por pela pelo livro dela cometeu um crime exatamente como estava no livro. E foi tão perfeita, a ideia dela foi tão boa, que realmente enquanto estava encarnada, a pessoa não teve punição por aquilo. Ela fez exatamente como estava no livro e quem investigou certamente não tinha lido o livro, né, e não conseguiu encontrar. E aí essa escritora estava no plano espiritual contra Antônio Carlos e recebeu a tarefa de auxiliar na no resgate, na reconstrução dos vínculos daqueles dois espíritos, né? Que se um tinha decidido tirar a vida do outro, havia laços complicados entre eles, laços de rancor, laços difíceis, né? Então, ela foi chamada no plano espiritual para atuar no resgate daqueles espíritos, na reconstrução da vida deles, do caminho e na reconstrução do próprio vínculo entre eles. Então, ela foi chamada e a princípio ela não entendia, não foi revelado a ela logo de início o porqu chamada para trabalhar, né? E ela era um espírito que não era elevado, era um espírito que na no plano espiritual se mantinha numa certa inconsciência, não tinha ido viver numa colônia, não estava junto com espíritos do bem, vivia num certo isolamento, né? Não num caminho ruim, mas num caminho próprio, vamos dizer assim.
nha numa certa inconsciência, não tinha ido viver numa colônia, não estava junto com espíritos do bem, vivia num certo isolamento, né? Não num caminho ruim, mas num caminho próprio, vamos dizer assim. E aí ela foi contactada pelos espíritos do bem, chamada, convidada para participar disso, sem entender muito bem porque no primeiro momento ela aceitou a tarefa vendo grandes vantagens ali e acabou depois compreendendo a razão de tudo aquilo e o que as ligava nos aqueles espíritos. E foi uma tarefa que ela fez com muitas vitórias, né, com muitos bons caminhos. Tem um outro livro também do espírito Antônio Carlos que se chama Deficiente Mental, porque fui um. E ele conta a história de três médicos que viveram num período de guerra. E ele diz que esses médicos fizeram escolhas muito, muito, muito ruins, né, de machucar as pessoas, de utilizar a medicina para, enfim, fazer experimentos que causavam sofrimento, que causavam mortes, eh, realizando até mesmo torturas, né, provocando dores intensas. e para ver, né, como se reagiriam aqueles corpos, escolhendo quem ia ser salvo e escolhendo que iam ser salvos aqueles que estavam do lado deles, né? Enfim, chegaram no plano espiritual ainda com todas essas questões. Tomaram consciência ali, foram chamados a consciência de que o que eles tinham, o que eles tinham feito não era bom, que, pelo contrário, tinha tido reflexos terríveis. E eram três espíritos com naquele momento procedimentos quase que semelhantes, né? Eles eram, vamos dizer, cúmplices. Mas o destino de cada um foi diferente, porque a atitude, a escolha que eles fizeram foi bem diferente. Um deles, eh, ficou na própria culpa, né? ficou repetindo aquela própria culpa, falando para si mesmo que aquilo, enfim, vendo as consequências e não dando conta de lidar, aprisionado por aquelas consequências. Então, ele passou a cultivar aquilo que a gente chama de monoideia. E quando a pessoa fica com ideia muito fixa, corre o risco de acontecer que ela transforme o perespírito dela para que ele fique só
Então, ele passou a cultivar aquilo que a gente chama de monoideia. E quando a pessoa fica com ideia muito fixa, corre o risco de acontecer que ela transforme o perespírito dela para que ele fique só abarcando aquela ideia. Então, a pessoa não deixa de ser humano, mas ela esquece da humanidade dela, esquece que nós somos múltiplos e temos inúmeras dimensões. Então, ela fica presa e se transforma naquilo que nós nos chamamos com a compreensão que ainda temos de espíritos ovoides. Então, ele ficou aprisionado durante um longo período, apenas repetindo aquela ideia do que ele tinha feito de culpa, de culpa, de culpa. Certamente vai chegar para esse espírito o momento em que ele conseguirá superar essa ideia e será resgatado pelos espíritos do bem. Um outro espírito assumiu aquela culpa de uma forma eh a trazer para o seu corpo espiritual, o seu perespírito, aquelas dores que eles havia imposto aos outros. Então o seu perespírito passou a ter muitas daquelas marcas que ele havia feito nas outras pessoas, aquelas torturas, aquelas aquelas violências, né? Então ele ficou com o corpo, com o perespírito, com inúmeras deficiências, inúmeras lesões, tanto no corpo como na mente. Foi chamado a reencarnar e o seu perespírito emprestou ao seu corpo físico essas deficiências, essas esses problemas que ele tinha, né? Então ele reencarnou como um espírito que tinha dificuldades, né? deficiências mentais e físicas numa encarnação de expiação, mas foi amado, foi ajudado, foi auxiliado para aprender por amor a superar essas dificuldades. Mas durante toda essa encarnação, ele permaneceu com essas lesões que corporalmente não eram possíveis de reverter naquele momento. Então ele passou por essa expiação para poder viver aquilo e libertar o seu perespírito. mas dentro de um lar de amor, para que ele pudesse aprender o que é o amor e aprender que o amor transcende qualquer dificuldade, qualquer limitação. E o terceiro espírito já teve uma vivência bem diferente. Ele lamentou muito o que
ra que ele pudesse aprender o que é o amor e aprender que o amor transcende qualquer dificuldade, qualquer limitação. E o terceiro espírito já teve uma vivência bem diferente. Ele lamentou muito o que tinha feito, chorou lágrimas amargas pelo que ele tinha feito, mas tomou consciência do quanto aquilo era ruim de verdade, o quanto aquelas escolhas tinham sido lamentáveis e quis melhorar. Ele não ficou preso na culpa. Ele quis transformar a vida dele e pediu auxílio das equipes espirituais para isso. Começou a estudar, começou a se preparar, começou a transformar a sua conduta. E depois de um tempo de preparação e de diálogo com os nossos espíritos superiores, ele foi chamado também a reencarnar. E aí, pelo que ele já havia aprendido, pelo que ele já havia vivido, pelas escolhas que ele tinha feito, ele pode sim determinar, de certa forma participar das escolhas e pensar no que ele queria fazer. E ele escolheu auxiliar aqueles a quem ele havia feito mal. Escolheu utilizar-se da profissão que tinha sido causa de grandes quedas a ele como um instrumento pro bem. Então ele veio, reencarnou com dificuldades econômicas, financeiras, num lugar extremamente difícil, numa situação eh lamentável, com um pouco de perdas também até corporais, mas que não inviabilizavam o seu esforço e a sua vida, né? Então ele eh estudou, venceu as dificuldades, tinha um coração muito bom, angareou a simpatia de pessoas que eram importantes e que eram ligadas ao projeto dele, conseguiu estudar, conseguiu se formar em medicina, mesmo com muita dificuldade, com muito esforço, muito sacrifício, muito trabalho, mas sempre com muita persistência, resiliência e foi trabalhar nos médicos sem fronteiras, auxiliando por meio da medicina e lugares em que as pessoas não tinham condição nenhuma. E claro, muitas daquelas pessoas a quem ele havia prejudicado e que ainda estavam presas naquele sentimento, que reencarnaram também aqui em situações difíceis, aprisionadas ao que haviam vivido, foram levadas até ele e ele pôde auxiliá-las.
le havia prejudicado e que ainda estavam presas naquele sentimento, que reencarnaram também aqui em situações difíceis, aprisionadas ao que haviam vivido, foram levadas até ele e ele pôde auxiliá-las. Aqueles que já tinham superado também puderam ser parceiros. Então, uma mesma ação, ação muito parecida, né? ações muito parecidas, de verdadeiros cúmplices, mas que tiveram desdobramentos muito diferentes. E o que transformou, o que fez com esses desdobramentos foi a atitude de cada um diante da questão. Nós não somos prisioneiros do nosso passado. Nós todos, com certeza erramos no passado. Todos com certeza tivemos dificuldades. Todos temos algo de que nos arrependemos. Mesmo nessa vida, eu tenho certeza que alguém, todo mundo se lembra de algo de que se arrepende, provavelmente se arrepende muito de que teria feito diferente. E a gente não pode voltar e mudar aquilo que foi feito, não pode mudar o ato em si. Mas hoje a gente já diz que a gente pode mudar o passado ressignificando-o. Então, eu posso mudar a visão que eu tive daquele passado, posso escolher não ficar aprisionada a ele e ressignificar esse passado e a partir dessa ressignificação do passado, não de eximir a minha responsabilidade, né, de dizer que não foi, enfim, mas assumindo a nossa responsabilidade, mas não permanecendo na culpa e trabalhando a partir desse passado para que a gente possa no presente modificar as nossas escolhas e fazer o melhor a partir daquilo que fizemos. Então, como eu disse, se ontem eu utilizei os meus olhos para enxergar o mal e para promover o mal, hoje eu posso utilizá-los para levar o bem. Mas se ontem eu utilizei as minhas mãos para lavrar sentenças contra mim mesmo, hoje eu posso utilizá-las para fazer tantas coisas. Se ontem eu fui uma cientista que utilizou mal da ciência e trouxe caminhos duros e difíceis, né? Eu posso hoje a eh ajudar muitas pessoas a placar dores, curar doenças e fazer pesquisas que trarão eh progresso pra humanidade e aliviarão dores. Se ontem eu fui um
uxe caminhos duros e difíceis, né? Eu posso hoje a eh ajudar muitas pessoas a placar dores, curar doenças e fazer pesquisas que trarão eh progresso pra humanidade e aliviarão dores. Se ontem eu fui um artista que fiz muitos caírem, escrevi livros que levaram pessoas a ao pior de si mesmas, hoje eu posso fazer livros que inspirem cada um, né? E a gente sempre tem, né, coisas boas, coisas ruins, coisas que a gente precisa reparar e talentos que nós ainda temos muito forte. Eu sempre digo, quem já me ouviu nas aulas do Égel aqui já me ouviu falar muitas vezes que quando a gente fala na questão de eh semeadura e colheita, a gente imagina uma monocultura, né? Imagina, não, minha vida foi um grande laranjal, foi um grande trigal, eu fiz tudo isso e agora eu vou colher um monte de trigo. Na verdade, a nossa vida parece mais com aqueles campos da agricultura familiar, né? Então tem aqui um um campinho de trigo, do lado tem um campo de feijão, do lado tem uma laranjeira, do lado tem um lugar que ainda tá cheio de ervas daninhas, do outro tem um terreno cheio de pedras ainda, do outro tem espinhos, do outro tem um uma árvore de morangos, né? Uma plantação de morangos, uma parreira, tem um um pé de de mangas, né? E é isso que que vai acontecendo. A gente fica igual aqueles personagens de videogame, colhendo um aí, aquele e vagueia e eu vou decidindo o que que eu vou plantar nesse agora que eu acabei de colher. As batatas nasceram e agora vai ser o quê? Os espinhos já estão morrendo, né? O que que eu vou fazer? Aí a gente recebe eh algo que nos ajuda a tirar aquelas pedras e eu fico com mais um campo para poder fazer florescer. E o que que eu vou colocar ali? Eu consigo tirar as ervas daninhas, será que eu vou deixar elas crescerem novamente ou será que eu vou conseguir dominar? E o que que eu vou plantar ali? E até mesmo o que a gente tá colhendo e como a gente tá colhendo influencia, né? Eu posso ter um um pé de pimenta, eu posso morder a pimenta com toda a força e sai até
E o que que eu vou plantar ali? E até mesmo o que a gente tá colhendo e como a gente tá colhendo influencia, né? Eu posso ter um um pé de pimenta, eu posso morder a pimenta com toda a força e sai até aquelas lágrimas dos olhos, né? Ou posso usar ela para temperar um belíssimo prato e fazer uma uma comida deliciosa, né? Eu posso ter uma plantação de morango, comer tudo, passar mal e ter uma bela dor de barriga. Ou eu posso fazer geleia, compartilhar com os meus vizinhos e e receber deles também o que eles vêm plantando, né? Porque nada melhor do que o convívio e a solidariedade. Então é sobre isso que Emanuel nos fala aqui. Ele fala que nós não somos aprisionados à nossas escolhas, que nós fizemos escolhas, mas que quem se aprisiona a isso vira escravo. Qualquer escolha que a gente fez. E a gente vê nos grupos mediúnicos pessoas que realmente se aprisionam. A gente recebe aqui espíritos que tão há anos, décadas, às vezes séculos. aprisionados numa relação de rancor, aprisionados numa relação de medo, de posse, das coisas mais banais até as coisas mais difíceis, os vínculos mais complicados, né? Espíritos às vezes que há milênios estão cultivando uma relação de ódio, de rancor e que se mantém aprisionados ali, né? A gente vê no livro Libertação, o espírito Gregório ficou 800 anos ali vinculado àquela mesma figura que ele era, aquela figura de liderança de uma grande, como utilizando a nomenclatura mais moderna do direito, organização criminosa e chefeando aquilo ali. Até que chegou o momento em que o espírito dele estava pronto, estava sensível e ele se libertou daquilo que era também uma escravidão. Então os espíritos ficam presos até uma vez tem um livro que tem uma história de um espírito que um livro de André Luiz que pediram que ele cuidasse de um determinado ambiente onde havia um tesouro e aquele espírito ficou aprisionado ali. Ele já tinha desencarnado há muito tempo, mas ele não deixava aquele ambiente porque ainda acreditava que tinha aquela responsabilidade. E aí foi
ia um tesouro e aquele espírito ficou aprisionado ali. Ele já tinha desencarnado há muito tempo, mas ele não deixava aquele ambiente porque ainda acreditava que tinha aquela responsabilidade. E aí foi dito a ele que não, que aquele lugar já não precisava mais dos cuidados dele. Ele podia seguir adiante e buscar outras coisas paraa sua vida, né? Talvez aquele lugar já nem existisse fisicamente, mas aquela pessoa continuava criando e mantendo aquele lugar na sua própria mente. A gente cria em nós, em nossa mente, aquilo que nos aprisiona, né? no livro, eh, no livro que virou um filme, né, com Robin Williams, Amor além da vida, mostra as duas dimensões disso. Aquele homem que ao desencarnar criou o seu próprio mundo e criou um mundo que ele gostava com tudo que ele amava, inclusive com a tela da esposa que ele ficava, né? Então, que ele amava tanto, ele pintou o mundo dele com as mesmas tintas que ele pintava, com com que ela que era a pintora e foi criando, foi reencontrando as pessoas e foi criando o próprio mundo. A esposa dele, que desencarnou numa crise depressiva, continuou habitando a mesma casa que ela estava. Só que a casa física era uma casa linda, maravilhosa, uma mansão. A casa que ela vivia no plano espiritual era uma casa devastada, completamente cheia de eh de poeira, de folhas, de coisas, né? Porque na verdade já era a casa que ela habitava. Por mais que externamente a casa dela fosse linda, por dentro era aquela casa devastada, aquela casa vazia, sombria, escura, depois da perda do marido e dos filhos. Então, ela simplesmente passou, continuou vivendo no mesmo lugar em que ela já vivia, né? Chico falava que a morte é uma mudança de estado sem uma mudança significativa quanto a pessoa, uma mudança essencial quanto a pessoa. Então, ela mudou de estado, mas permaneceu vivendo no mesmo lugar, tendo a mesma vida, a mesma rotina. E muitos espíritos são escravizados ao seu sentimento, as suas dores, a sua tristeza, as seus rancores, as suas maldades mesmo, né? E o que Emanuel nos
mesmo lugar, tendo a mesma vida, a mesma rotina. E muitos espíritos são escravizados ao seu sentimento, as suas dores, a sua tristeza, as seus rancores, as suas maldades mesmo, né? E o que Emanuel nos incita aqui, somando-se a Pedro, é que nós se possamos seguir adiante, nós possamos dar o próximo passo. Quando recebemos esses espíritos, é isso que a gente diz. Olha, você está aqui aprisionado a esse lugar, você está aprisionado a essa pessoa que você quer prejudicar, você está aprisionado a essa situação. Não importa este lugar, outra pessoa virá cuidar dele. Não importa essa pessoa, ela está entregue à justiça divina, está entregue ao bem e ao mal que ela fizer. Ela não é sua responsabilidade. Não importa o que está acontecendo nessa situação, o que importa é você. E agora nós queremos te dar uma oportunidade de seguir adiante. Deixe esse lugar, deixe essa pessoa, deixa esses bens que você acredita possuir, deixa essa situação que você acredita precisar resolver. Vamos nos concentrar. E normalmente quando a gente olha pra pessoa e pede que ela se veja, às vezes ela tá numa situação devastada também, né? há muito tempo, sem olhar para si mesmo, sem ver como está, às vezes com fome, com sede, com frio, que são estados que o espírito ainda carrega, apesar de não serem necessidades físicas, às vezes se sentindo sujo, sem ter há muito tempo, né, tido a oportunidade de higienizar o corpo, porque não há o higiene da mente, né? Então isso se reflete no perespírito. Então o que a gente convida é deixe isso que aqui te escraviza, que te te aprisiona e vamos seguir em frente. Vamos para uma nova oportunidade. cuidar de você mesmo, um lugar onde você possa descansar, alimentar-se, tomar um bom banho no espírito, né, que simboliza a limpeza espiritual, mas eles sentem isso como algo quase que físico, né, e não deixa de ser uma imantação. E seguir adiante depois de um descanso, depois de uma boa alimentação, de uma pausa. Mas o convite é seguir adiante, é ir em frente, é deixar para trás aquilo que nos
e não deixa de ser uma imantação. E seguir adiante depois de um descanso, depois de uma boa alimentação, de uma pausa. Mas o convite é seguir adiante, é ir em frente, é deixar para trás aquilo que nos aprisiona. Não importa o que tenha sido passado, não importa o que nos prendeu, não importa o que nos diminuiu, não importa até aquilo que pra gente foi causa de alegria, mas que hoje não existe mais. O que importa são as decisões que tomamos hoje e o que pretendemos fazer do futuro. O que importa é a partir de quem fomos. a partir do que vivemos, a partir daquilo que nos tocou na vida, o que estamos dispostos a fazer do ontem, nós chegamos a hoje. É importante a gente se lembrar do nosso caminho e de quem a gente foi, mas é muito mais importante que a gente tome consciência de que hoje nos investimos, de quem nós somos e precisamos dar os passos que nos conduzirão além. Foram alegrias, foram tristezas, foram dores, foram aprendizados, sobretudo. E o que eu vou fazer com tudo isso que eu sou, que eu vivi e que eu vi? Quem sou eu com isso e a partir disso? É hora de seguir adiante. Então vamos seguir com Deus e com Jesus, sempre pedindo a inspiração. Então, neste momento, elevo o meu pensamento e convido vocês a elevar os nossos pensamentos a Deus e a Jesus, entregando a ele o que quer que tenha sido as nossa vida, as nossas experiências, os nossos vínculos, aquilo que nos trouxe até aqui, o que é que tenha sido o nosso plantil, que nós saibamos olhar com carinho e gratidão para tudo o que fomos, para tudo o que somos e pensar nas coisas que tanto nos nós aprendemos e nas oportunidades que teremos, que nós saibamos abraçar quem somos, pois é o melhor que podemos fazer e o melhor que podemos ser e trabalhar sempre para crescer, para melhorar e para aproveitar as oportunidades que recebemos e que temos a cada dia. Que Jesus esteja conosco nesse caminho, que os nossos mentores nos acompanhem, nos iluminem, nos indiquem o que é o melhor a fazer, que nós sejamos dóceis às boas
que recebemos e que temos a cada dia. Que Jesus esteja conosco nesse caminho, que os nossos mentores nos acompanhem, nos iluminem, nos indiquem o que é o melhor a fazer, que nós sejamos dóceis às boas sugestões, que nós tenhamos força e coragem para lutar, trabalhar e aceitar aquilo que nos é colocado. E também a grande capacidade de transformar, pois podemos transformar o nosso destino a cada dia, a cada instante, em cada situação. Que Jesus seja o nosso caminho, a nossa verdade e a nossa vida. Que nós caminhemos com ele e por ele até o fim. Que assim seja. Muito obrigada a todos. Um ótimo, uma ótima tarde, um ótimo dia, um ótimo mês de dezembro e um feliz Natal para todos. Sejam bem-vindos. Sejam bem-vindos à nossa sala [música] de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo [música] melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia [música] no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse [música] momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu [música] Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade. Que eu tenha a força necessária
brio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu [música] Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada [música] no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males [música] do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a [música] cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes [música] de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a [música] nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos [música] do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao [música] nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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