ESTÁS DOENTE? - Carla Daniela [PALESTRA ESPÍRITA] (MACES 2025)

Comunhão Espírita de Brasília 08/09/2025 (há 6 meses) 58:13 952 visualizações

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Transcrição

Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei. >> Dando continuidade. Hoje é um dia de festa, um dia em que celebramos, nos com nos reconhecemos, né? Às vezes só de longe nos falamos, hoje foi o momento de nos abraçarmos. E a casa está em harmonia. E todos os domingos, como cada um daqui sabe, é o momento em que fazemos uma prece para aqueles irmãos. que apressadamente tiraram a sua vida nesse plano. Então, o momento em que nós aqui e aí unimos o nosso coração nessa prece. Aqueles que se sentirem confortáveis, feche os seus olhos e elevando o nosso pensamento, sentindo Deus em nosso coração. Oremos. Pai criador, inteligência suprema e causa primária de todas as coisas, rogamos pela tua misericórdia em favor dos nossos irmãos suicidas, que desconhecendo tuas imutáveis leis, abreviaram a permanência nesse mundo. Permita, Pai amado, que os espíritos de luz aqui presentes e Maria, mãe de Jesus, possam encaminhar nossas vibrações amorosas a esses irmãos, a fim de que eles, em um momento de lucidez possam reconhecer o equívoco de sua atitude extremada. E obtenham, Senhor, a oportunidade de recomeçar sua jornada em próxima existência, fortalecidos na fé de não mais fugirem do caminho redentor que nos conduz ao reino de amor e de paz. Que o Pai Criador abençoe a todos eles e abençoe também, Senhor, todo irmão que nesse instante está com a ideiação de tirar sua vida. abençoe a todos, abençoe seus familiares, graças a Deus e graças a Jesus. E dando continuidade, meus irmãos, à palestra de hoje, teremos a nossa irmã, querida palestrante da casa, Carla Daniela, que nos falará, cadê a Carla Daniela, que já foi, que nos falará sobre um tema interessantíssimo. Estás doente? É uma pergunta. E Carla está com a palavra. por favor. >> Boa noite a todos. É uma alegria imensa estar aqui neste momento que é tão tradicional aqui da nossa casa, essa prece que nós fazemos por aqueles que deixam a vida, mas permanecem na vida, porque Jesus é a vida em abundância e Deus cuida de nós

r aqui neste momento que é tão tradicional aqui da nossa casa, essa prece que nós fazemos por aqueles que deixam a vida, mas permanecem na vida, porque Jesus é a vida em abundância e Deus cuida de nós onde quer que nós estejamos. E hoje é mais especial ainda estar aqui, porque hoje nós encerramos dias de festa aqui, dias que foram consagrados à arte, dias em que nós nos encontramos para contar para o mundo, né, para celebrar o bom e o belo que existem na vida. Tem um mito da Grécia que fala que os deuses fizeram, né? Zeus, que é o deus do firmamento e de tudo que existe acima da terra, fez o mundo, criou o mundo num processo parecido com aquele que a gente vê descrito na no livro da Gênese Bíblica. E no final ele mostrou aos outros deuses e perguntou se eles achavam que estava bom. E aí eles disseram que o mundo estava ótimo, mas faltava quem cantasse essas belezas, quem cantasse aquilo tudo que existe de bom no mundo, que tudo aquilo que existe de belo. Então ele criou as nove musas, que são aquelas que são os artistas que cantam o que existe de bom e de belo no mundo. E são também as deusas da memória, porque aos artistas pertence à memória. São eles que não deixam que nós esqueçamos do que existe de bom, que por meio da arte, da música, da poesia, de tudo que existe, deixa gravado na nossa alma, da fotografia, deixa gravado nos nossos corações e nas nossas almas as verdades eternas e a beleza que existe no mundo. Naquele filme A cor púrpura, que é um livro também, tem um momento belíssimo em que elas estão atravessando um campo de lavandas e ela diz: "Deus deve ficar ofendido quando ele faz coisas tão bonitas e a gente nem repara. Pois existem os artistas para isso, para que a gente se lembre de cantar e celebrar as coisas belas. Neste momento está acontecendo um porro do sol com tanta beleza. Deus não economiza na beleza. Cada vez que ele faz um pôr do sol, cada vez que ele faz um campo de lavandas, cada vez que ele faz algo bom, ele faz ao extremo. Ele coloca toda a beleza do

anta beleza. Deus não economiza na beleza. Cada vez que ele faz um pôr do sol, cada vez que ele faz um campo de lavandas, cada vez que ele faz algo bom, ele faz ao extremo. Ele coloca toda a beleza do mundo em cada ato. E nós estamos aqui para cantar. Eu me lembro também de um de um pequeno verso de eh deixa eu me lembrar eh eu vou me lembrar o nome, mas é um verso que é muito bonitinho, deu Galeano, que ele diz assim: "Na parede de um botiquinho em Madrid, um cartaz avisa: "É proibido cantar na parede do aeroporto de do Rio de Janeiro, um aviso informa: "É proibido brincar com os carrinhos. de porta-bagens. Ou seja, ainda existe gente que canta, ainda existe gente que brinca. E nesses três dias nós não fizemos nada do mais do que cantar, do que brincar, do que contar histórias, do que celebrar a vida e mostrar a beleza do mundo. Para isso existe a arte. Por isso é uma honra e uma alegria muito grande estarmos aqui encerrando essa feira de arte e cultura, onde cantamos, onde contamos histórias, onde vimos peças de teatro e onde celebramos a beleza, celebramos o bom e o belo com tanta intensidade. Então, agradeço pela oportunidade de estar aqui e ao mesmo tempo passo a tratar do nosso tema de hoje, também falando de arte e falando de música, lembrando de uma música que é muito conhecida, uma música do JQ Quest, que foi gravada também pelo nosso querido Milton Nascimento e que traz seis pequenos versos, mas versos que são muito profundos e que trazem uma lição muito importante. A música se chama O Sol. E ela diz assim: "Ei, Dor, eu não te escuto mais. Você não me leva a nada. Ei, medo, eu não te escuto mais. Você não me leva nada. E se quiser saber para onde eu vou, para onde tenha sol, é para lá que eu vou." E essa música é muito bela e traz muito tema para reflexão. E eu já pensei muito, já elaborei muito. E eu chego à conclusão é o seguinte, eu concordo parcialmente com os versos dessa música, embora achei ela velhíssima. Por quê? Vou começar pelo medo. A gente precisa escutar os nossos medos.

i muito. E eu chego à conclusão é o seguinte, eu concordo parcialmente com os versos dessa música, embora achei ela velhíssima. Por quê? Vou começar pelo medo. A gente precisa escutar os nossos medos. Os medos, como já decidiu, como já estudou a neurociência, é o que a gente chama de adaptativo. A gente tem uma estrutura no nosso cérebro, bem no meinho dele, que se chama amídala, que é uma campainha. Ela avisa a gente dos perigos. E nós precisamos escutar essa campainha. Nós precisamos dar atenção. O ser humano frágil como é, que até uma folha de papel nos corta e nos machuca e tira sangue de nós, precisa estar atento aos perigos. E nós precisamos ouvir os alertas. O medo é um alerta. Ele nos avisa que ali existe um perigo, que alguém já esteve ali antes, algum dos nossos ancestrais, nós mesmos em experiências das quais não nos recordamos conscientemente, já tivemos ali naquele mesmo lugar, naquela mesma situação, em algo que nós que nós vimos que seja pelo menos parecido com isso e o nosso alerta se dá. Então, nós precisamos entender e ouvir os erros, os medos. e trabalhar a partir deles. Nós precisamos buscar compreendê-los, não ser vencidos por eles, mas buscar dialogar com eles. Por que eu estou com medo? Por que que essa sensação me traz medo? Porque o medo é que nos impede, por exemplo, que eu suba no alto de um prédio e pule, apesar de que a sensação é gostosa. Mas eu sei, e muitos sabem que se eu fizer isso, eu vou me machucar, que eu vá imprudentemente tomar uma decisão que pode me machucar, que pode ferir a mim e as outras pessoas. Então, sim, é preciso que eu ouço os medos, é preciso que eu converse com eles e é preciso que a gente compreenda o porquê deles existirem. A dor, a dor, então nem se fala. A dor é uma professora imensa para nós. A dor nos ensina tanto, ela nos mostra o que que acontece. Ela é também um sinal de alerta, um sinal de perigo. Se algo está doendo, é porque algo não está certo. Eu brinco, por exemplo, quando algo está sangrando, o

tanto, ela nos mostra o que que acontece. Ela é também um sinal de alerta, um sinal de perigo. Se algo está doendo, é porque algo não está certo. Eu brinco, por exemplo, quando algo está sangrando, o sangue é vermelho, não é por acaso. É porque se o sangue está fora do corpo, o lugar dele é dentro do corpo. Se ele está fora, tem algo de errado. E é preciso que ele chame nossa atenção e nós ou e nós vejamos rápido e sejamos alertados pela presença dele. Se ele fosse incolor, se ele fosse de uma corzinha fofa, eu não prestaria atenção e não procuraria compreender. A dor é isso. A dor precisa ser ouvida, precisa ser trabalhada, precisa ser elaborada, não apenas com analgésicos, que são importantes para acabar, para diminuir a dor, mas é preciso que a gente compreenda as causas da dor, que a gente busque onde elas estão e que a gente compreenda e trabalhe não somente o que está doendo, mas o por está doendo. Então, que a gente compreenda que a dor é um sinal de alerta. Mas aí eu concordo com os dois últimos versos. E se quiser saber aonde estou, para onde tem a sol, é para lá que eu vou. Não é porque eu tenho que ouvir o meu medo conversar com ele. Não é porque eu tenho que ouvir a minha dor, compreendê-la, buscar as suas causas, que eu devo me deixar guiar ou limitar por eles. A dor é um grande aprendizado, mas não deve guiar a minha vida. O medo me dá muitas lições, mas eu não devo me permitir limitar por esses medos. Como se diz, a covardia é o medo cedido, a coragem é o medo vencido. Então, precisamos olhar pro nosso medo, compreendê-lo e ver a luz que existe dentro de nós, ver a luz que existe no caminho e buscar essa luz. Devemos compreender a dor como um processo e um caminho que vai também nos levar para essa luz, assim como é a doença. A doença é uma travessia, ela é um processo, ela é um momento na nossa estrada, ela é um momento que tem algo, lições importantes a nos ensinar, porque nós fomos criados para a luz. A luz é o nosso caminho, o sol é o nosso destino.

um processo, ela é um momento na nossa estrada, ela é um momento que tem algo, lições importantes a nos ensinar, porque nós fomos criados para a luz. A luz é o nosso caminho, o sol é o nosso destino. Não apenas porque veremos o sol, mas porque seremos sóis. Nós devemos permitir que a nossa luz brilhe e precisamos muitas vezes fazer essa travessia pela dor, pela doença, pelo medo que nos ensinam muito, muito, muito. Então, devemos passar por essa experiência. Veja bem que Emanuel nessa mensagem ele não pergunta: "És doente?" Porque a doença não é um estado permanente. A doença é um estado transitório, é uma travessia, uma parte pelo qual a gente passa. Mas nós não permanecemos na doença e não somos a doença. Nós estamos doente. Por isso ele pergunta: "Estáis doente? Não és doente?" Nenhum de nós é doente. Nenhum de nós nasceu para permanecer na moléstia. Nenhum de nós nasceu para permanecer na dor. Nenhum de nós nasceu para permanecer no erro, na imperfeição. Todos nós nascemos para ser filhos de Deus. Todos nós somos filhos de Deus e vivemos essa trajetória, esse processo. Tem um grande autor da psicologia que escreveu um livro chamado Tornar-se Pessoa e ele fala dessa trajetória do ser humano. Ele diz que nós somos um processo e nós estamos em contínuo aperfeiçoamento. E o nosso papel ele trata, né, da análise centrada na pessoa. E ele diz que a pessoa é um processo e nós nascemos para crescer. Todos nós nascemos para crescer e nos encontrarmos com conosco mesmos. Então o nosso destino como seres humanos é brilhar, brilhar como sol, brilhar como Deus que existe dentro de nós, que Jesus nos ensinou. E aí falando em Jesus, claro que não podemos deixar de falar dele, né? E eu me lembro do papel de Jesus que veio aqui para ser mestre, para nos ensinar. De todos os títulos que ele recebeu, o que ele aceitou foi o de mestre, mas ele é o nosso governador, é o maior homem que passou aqui na terra, está ali no na questão 625 do livro dos espíritos. E é aquele que exemplificou e mostrou tudo

o que ele aceitou foi o de mestre, mas ele é o nosso governador, é o maior homem que passou aqui na terra, está ali no na questão 625 do livro dos espíritos. E é aquele que exemplificou e mostrou tudo aquilo que nós precisávamos saber, precisávamos conhecer. Diante de Pilatos, ele foi e Pilatos disse uma grande verdade, sem saber, sem ter até sequer a consciência disso. Quando ele apresentou o Cristo, depois já flagelado, já coroado de espinhos, ele olhou para aquelas pessoas e disse: "Eis o homem". E quando ele disse isso, ele anunciou essa grande verdade de que ele é o modelo da humanidade, de que ele é aquele em que nós nos inspiramos, que veio para nos mostrar e nos ensinar o caminho. Aquele que se olharmos para ele, nós compreenderemos o que é ser deuses, como ele nos enunciou. Tem um filme chamado Eu Robô, que tem uma frase que até ficou bem conhecida, porque virou até meme depois, né, em que o robô vai conversar com o ser humano e ele, o ser humano pergunta para ele, né, você seria capaz de fazer uma sinfonia, seria capaz de fazer um grande, uma grande poesia, algo que inspire e eleve? E ele fala: "E você seria?" Mas nos diz a filosofia que nós, humanidade somos um corpo e que se um homem é capaz de tomar uma decisão boa, se um homem é capaz de compreender uma verdade, se ele eleva a sua alma ou eleva o conhecimento, é toda a humanidade que está fazendo. Então, se um homem consegue fazer um gesto de bondade, consegue trazer beleza, consegue trazer algo de muito extraordinário, ele deu um passo pra humanidade como um todo. E Jesus, por isso, veio como homem para nos mostrar do que somos capazes, para nos mostrar qual é a verdadeira natureza. Então, ele esteve aqui entre nós para exemplificar o que é ser humano e para nos dizer que nós somos tudo o que ele foi. E ainda mais que nós podemos e devemos ter essa conexão direta com Deus e com todo o universo, porque tudo respira a Deus e nós estamos conectados. Se nos conectamos com Deus em todos os momentos, em todos os lugares, em todas

os e devemos ter essa conexão direta com Deus e com todo o universo, porque tudo respira a Deus e nós estamos conectados. Se nos conectamos com Deus em todos os momentos, em todos os lugares, em todas as situações e de todo o nosso coração, nós nos tornamos um com o universo e entramos em equilíbrio e percebemos que tudo caminha pra beleza, pro bem e para o máximo de si. Não sei se vocês já tiveram a oportunidade de estar numa floresta. É maravilhoso, é belo você perceber que tudo ali se conecta, que tudo faz sentido, que existe uma beleza e uma conexão que permite que cada coisa aconteça. Uma floresta não é só árvore. Uma floresta é cada pequeno ser, cada pequena criatura que está ali e que cumpre o seu papel e que permite que aquilo continue existindo por quanto tempo for necessário, por milênios, cada um fazendo o que precisa. Um dia, Emanuel, eu disse para Chico, Chico tava recebeu um elogio muito grande, imenso. E aí ele na sua humildade disse: "Olha, eu não sou mais do que um verme". E aí Emanuel disse: "Você, o verme faz exatamente o que ele precisa fazer e você faz porque na natureza tudo cumpre o seu papel com beleza, com perfeição e com absoluta integração. Se a gente vê o fundo do mar, a mesma coisa. Se ainda não viram, assistam o documentário Professor Povo, que explora esse ambiente e mostra o quanto é bom, o quanto é belo, o quanto é equilibrado. E aí o quanto a nossa humanidade, quando a gente olha, o quanto a gente precisa aprender com esses universos que existem dentro do nosso universo em tanto equilíbrio. E Jesus veio para nos mostrar isso, para mostrar pra humanidade que nós podemos entrar em comunhão com Deus, cumprir o nosso papel. entrar em consonância com Deus que existe em todo o universo e fazer o melhor de nós. E uma das coisas que Cristo fez aqui foram inúmeras curas. O Aroldo Dutra Dias estava falando numa palestra dele que ele contou cerca de 30 curas que Jesus falou. E ele diz: "Por que Jesus fez curas se todas as pessoas que ele curou

aqui foram inúmeras curas. O Aroldo Dutra Dias estava falando numa palestra dele que ele contou cerca de 30 curas que Jesus falou. E ele diz: "Por que Jesus fez curas se todas as pessoas que ele curou morreram, não é mesmo? Todas as pessoas que ele ressuscitou também morreram fisicamente. Então, por que fazer curas? Por que ele fez essas curas? Da mesma forma que ele multiplicou os pães ali para aquelas pessoas que tinham fome, não é mesmo? Aquelas pessoas estavam ali ouvindo o sermão da montanha, estavam ouvindo tudo e no momento elas tiveram fome e ele percebeu que aquelas pessoas precisavam de alimento e deu o alimento. Multiplicou os pães, saciou a fome deles, porque eles precisavam alimentar o corpo. Enquanto seres humanos, nós precisamos nos alimentar. E por isso Jesus atendeu essa necessidade humana para mostrar que ele cuida de nós. Ele cuida daquilo que precisamos. enquanto seres humanos, enquanto seres encarnados, enquanto seres que ainda estão, como ele fala, pro pros discípulos dele naquele sermão que ele faz no final, né, naquela conversa que ele tem, que nós não somos do mundo, mas nós estamos no mundo, enquanto estando no mundo, precisamos nos satisfazer, precisamos nos alimentar, precisamos do nosso corpo. Por isso também ele transformou a água em vinho para ajudar aquele amigo que precisava. e para mostrar que é possível transformar o que for preciso. É possível transformar a matéria para nos dar aquilo que nós precisamos. Então, ele matou a fome, ele transformou a água em vinho e transformou isso numa ocasião de serviço para ajudar aquilo que nós precisamos aqui na matéria e as curas também. Mas as curas, quando ele estava curando, ele estava curando sobretudo os espíritos, porque nós somos espíritos. Nós não somos corpos que tenham espírito. Nós somos espíritos travestidos, vestidos por um corpo temporariamente. Então eu estou neste momento, Carla Daniela, mas quantas pessoas eu já fui, quantas roupas eu já vesti, quantas vezes eu já estive aqui,

s espíritos travestidos, vestidos por um corpo temporariamente. Então eu estou neste momento, Carla Daniela, mas quantas pessoas eu já fui, quantas roupas eu já vesti, quantas vezes eu já estive aqui, quantas experiências eu passei. E quando Jesus faz essas curas, ele cura os corpos, mas sobretudo ele cura os espíritos. Quando ele cura, ele fala algumas frases que são sintomáticas. Ele diz, em primeiro lugar, os seus pecados estão perdoados. Ele não diz, "Eu perdoo os teus pecados", ele diz: "Os teus pecados estão perdoados". E aí, o que que ele o que que ele quer dizer? Que aquelas pessoas compreenderam já a lição que a dor tinha para trazê-los. Elas já aproveitaram aquela experiência. Elas já estão prontas para seguir pro próximo passo. Elas fizeram a travessia e elas já podem seguir adiante. Então, os pecados estão perdoados. Eu me lembro de uma mensagem também de Emanu travessia das enfermidades do espírito. E ele fala que nós podemos remir as nossas dores, as nossas doenças, as nossas dificuldades pelo trabalho no bem. Ele diz que quando o trabalho no bem se transforma em prazer de servir, surge o ponto mais importante da remuneração espiritual. Toda vez que a justiça divina nos procura no endereço exato para a execução das sentenças que lavramos contra nós próprios pela lei de causa e efeito, as doenças, as nossas provas que nós precisamos passar, se nos encontra em serviço ao próximo, manda a misericórdia divina que a execução seja suspensa por tempo indeterminado. E quando ocorre no momento oportuno o nosso contato indispensável com os mecanismos da justiça terrena, a influência de todos aqueles a quem porventura tenhamos ajudado aparece em nosso auxílio e nós podemos ser curados e nós estamos prontos para ser curados, para superar aquela dor e para dar os passos seguintes. Então Jesus viu que aquelas pessoas, ele não perdoou os pecados dela, ele viu que elas estavam prontas, que na verdade elas já estavam curadas. E ele materializou essa cura. E outra coisa que ele disse é que a sua fé te

aquelas pessoas, ele não perdoou os pecados dela, ele viu que elas estavam prontas, que na verdade elas já estavam curadas. E ele materializou essa cura. E outra coisa que ele disse é que a sua fé te salvou. Então aquelas pessoas puderam ser deuses, ser atores do seu próprio processo e fazer a transformação necessária para que aquelas doenças ainda instaladas, aquelas dores ainda instaladas, aquelas provas ainda instaladas pudessem se modificar. E aí eu quero falar de algumas curas que ele fez para nos mostrar o que cada uma dessas curas pode nos ensinar. Quero começar pela mulher hemorroíça. A mulher hemorroíça era uma mulher que há décadas sangrava, que há décadas tinha um corrimento de sangue que não parava em momento nenhum. Era uma mulher anêmica, desenergizada, que não sabia mais o que viver. era uma mulher marginalizada, porque naquele tempo não se podia ir para um lugar público, não se podia falar com as pessoas, sendo que se estivesse naquele período do sangramento. Então, ela era uma mulher que vivia à margem da sociedade e vivia sem energia, vivia em constante dor. E essa mulher ouviu falar que Jesus ia passar por ele. Ela já sem esperanças no desalento dela, ouviu falar que ele passaria. Quando ela ouviu falar, descobriu por onde ele passaria, se colocou ali naquele lugar, esperou ele passar. Jesus veio já com a multidão e os seus discípulos junto com ele e ela ali. Quando Jesus passou, pouco ela pôde fazer, mas ela conseguiu num gesto extremo, no meio daquela multidão, tocar a ponta das vestes dele. Jesus sentiu de imediato aquele toque e falou com seus discípulos: "Alguém me tocou". E os discípulos perplexos: "Jesus, você tá no meio de uma multidão". Não foi exatamente com essas palavras, gente, mas o sentido foi esse. Você tá no meio de uma multidão, todo mundo tá tocando, todo mundo. Olha o empurro, empurra aqui. Todo mundo tá tocando ele. Sim, mas alguém me tocou de uma forma diferente, porque de mim saiu virtude. E aí aquela mulher entendeu porque ela

ndo tá tocando, todo mundo. Olha o empurro, empurra aqui. Todo mundo tá tocando ele. Sim, mas alguém me tocou de uma forma diferente, porque de mim saiu virtude. E aí aquela mulher entendeu porque ela sentiu também aquilo que Jesus trouxe e se apresentou. E Jesus quando olhou soube que ela estava curada e levou para ela aquela palavra de que ela sim tinha sido curada e a fé dela tinha salvado porque ela quis, porque ela acreditou e porque ela entendeu o processo da cura e fez essa travessia. Ela se curou. E aí eu pergunto, quem foi que curou? Ela se curou ou Jesus curou? E Jesus quando curou essa mulher, ele curou a todos nós. Porque aquilo não foi uma coisa que aconteceu só naquela época. Isso acontece até hoje, gente. Quem de nós não sangra? Todos nós sangramos. Todos nós sangramos pela vida fora. Mas o mundo nos diz que não é possível sangrar. O mundo não admite que a gente sangre em lugares públicos. O mundo não admite que a gente sangue de out diante de outras pessoas. Os homens não podem chorar porque homem não chora, tem que aguentar calado, aguentar firme. É proibido sangrar, é proibido chorar. As mulheres não podem incomodar seus amigos, seus companheiros. A gente não pode incomodar o nosso amigo, nosso chefe com a nossa dor. Então, a gente não pode sangrar, mas nós sangramos no nosso coração. Nós sangramos, nós nos colocamos ali diante da vida anêmicos, desidratados, porque não somos capazes de viver, não somos capazes de aceitar, não somos capazes de sangrar ali. E tem um outro sentido da palavra sangrar também, que é um sentido que na minha terra se usa, né? Lá era uma das minhas brincadeiras de infância, de dia que tá aqui também, com certeza já passou por isso muitas vezes, né? Quando uma caixa d'água enche, a gente tem um pontinho que fica ali no final, né? E a gente diz que ela tá e quando ela enche sai água daquele pontinho mais alto da caixa d'água. E a gente diz que a caixa d'água tá sangrando, né? E eu adorava tomar banho quando terminava de encher a caixa

te diz que ela tá e quando ela enche sai água daquele pontinho mais alto da caixa d'água. E a gente diz que a caixa d'água tá sangrando, né? E eu adorava tomar banho quando terminava de encher a caixa d'água, até que alguém lembrava de desligar a torneira, a bomba que colocava, né? Então, sangrar também é trazer para fora aquele conteúdo que está dentro de nós, porque a caixa enche, enche tanto que transborda. E aí ela sangra, ela revela aquilo que existe dentro de nós. E nesse sentido também todos nós passamos sangrando pela vida, passamos mostrando quem nós somos, às vezes até sem querer. E aí eu me lembro de mais uma música, uma música belíssima do Gonzaguinha que se chama Sangrando, que ele diz assim: "Quando eu soltar a minha voz, por favor, entenda que palavra por palavra e aqui uma pessoa se entregando. Coração na boca, peito aberto, vou sangrando. São as lutas dessa nossa vida que eu estou cantando. Quando eu abrir a minha garganta, essa força tanta, tudo que eu ouvir esteja certo, estarei vivendo. Veja o brilho dos meus olhos e o tremor das minhas mãos, e o meu corpo tão suado, transbordando toda raça e emoção. E se eu chorar e o salmo olhar o meu sorriso, não se espante, cante, que o teu canto é minha força para cantar. Quando eu soltar a minha voz, por favor, entenda, é apenas o meu jeito de dizer o que é amar. Então nós passamos pela vida sangrando, mostrando quem nós somos, mostrando aquilo que vaza, que transborda de dentro de nós. E é isso que nós vimos aqui acontecer, esses artistas sangrarem toda a sua dedicação, sangrarem todo o seu amor, sangrarem todas as belezas que existem no mundo. Porque o artista não sangra só o que existe dentro de si, mas ele sangra tudo o que existe de bom e de belo, que ele é capaz de capturar pelos seus olhos e mostrar por todo o seu corpo para todos nós. E aí eu falo da segunda cura de Jesus, a cura do cego, daquele cego de nascença que tava ali, do cego Bartimeu. É uma cura que nos ensina muito também e muito tempo e e de muitas formas.

ra todos nós. E aí eu falo da segunda cura de Jesus, a cura do cego, daquele cego de nascença que tava ali, do cego Bartimeu. É uma cura que nos ensina muito também e muito tempo e e de muitas formas. Porque Jesus cura todos aqueles de nós que estamos cegos e que passamos pela vida cegos sem enxergar aquilo que estava diante de nós, sem enxergar para começar o sofrimento dos nossos irmãos. Porque a OMS diz que depois da pandemia, logo que terminou a pandemia, né, que foi declarada extinta, eles disseram que não existe uma pessoa em todo o orb, em todo o globo terrestre. Não existe uma pessoa que não tenha sentido os efeitos dessa pandemia, que de alguma forma não tenha sofrido, que não tenha passado por alguma dor, que não tenha tido uma morte de um ente querido, que não tenha tido uma um problema financeiro, que não tenha sangrado de alguma forma. Mas e nós enxergamos isso, nós vemos a dor do nosso irmão. Quando a gente vê um irmão que tá ali à margem, como na parábola do Mom Samaritano, a gente consegue perceber nele alguém em sofrimento. Então a cegueira ela tem dois pontos principais. É o que nós não vemos, em primeiro lugar, aquilo que nós não enxergamos, aquilo que faz a gente subir o vidro do nosso carro e ignorar. Tem um filme que eu esqueci o nome agora, mas ele fala da Segunda Guerra Mundial, né? Ele fala de um grupo de pessoas que viviam do lado de um campo de concentração e viviam ali com a sua família, com suas flores, com seu jardim. E de vez em quando aqueles sinais chegavam para eles. Eles iam tomar banho ali no rio e tinha alguns ossos. Eles iam ali, tinham o cheiro da fumaça, principalmente quando o vento mudava. Mas eles faziam questão de fingir que não viam. E o que que a gente não está enxergando na vida? E eu falo do sofrimento dos outros, mas sobretudo do nosso próprio sofrimento também. O que que está dentro de mim que eu estou negando, que eu não estou enxergando e também do como se vê, com que olhos eu estou olhando pro mundo, né? A gente

bretudo do nosso próprio sofrimento também. O que que está dentro de mim que eu estou negando, que eu não estou enxergando e também do como se vê, com que olhos eu estou olhando pro mundo, né? A gente fala muitas vezes de óculos cor-de-osa ou de óculos escuros que não nos impedem de ver. Tem uma historinha que fala de um casal que vivia ali num tava em lua de mel e tinha acabado de se mudar para uma casa e todo dia tomava café da manhã ali e uma vez por semana a vizinha colocava suas roupas para estender e toda semana a mulher dizia: "Mas a vizinha só coloca roupas sujas ali. A vizinha só só lava as roupas, não tá sabendo lavar. Eu preciso falar com ela. Eu preciso avisar que a vizinha tá estendendo as roupas sujas e toda semana aquilo. A vizinha tá estendendo as roupas sujas. Assim não dá. Ela não sabe lavar roupa. Estende aqui no quintal a roupa toda suja, toda cheia de poeira. E foi passando semana após semana. E ela disse: "Próxima semana eu vou ter que falar com a vizinha. Não dá mais para ficar desse jeito. Vou ter que advertir e falar para ela que não dá para ser assim. Eu posso até de repente ajudar ela, ensinar ela a lavar roupa. Aí na semana seguinte, quando ela tava pronta para falar com a vizinha, ela foi lá e as roupas estavam brancas, lindas, coloridas, tudo brilhante. E ela disse: "Finalmente a vizinha prendeu". Aí o marido disse: "Não, a vizinha não aprendeu. Eu lavei as nossas janelas. Os olhos são as janelas da nossa alma. Então, às vezes, os problemas que existem no mundo não estão no mundo, estão na forma como a gente os vê. E é preciso que a gente veja, é preciso que a gente enxergue, é preciso que a nossa visão seja devolvida. Paulo de Tarso, quando ele encontrou Jesus, ele percebeu as escamas que estavam nos olhos dele. Ele não ficou cego naquele momento. Ele se percebeu cego. apenas foi transportada pro corpo dele a cegueira espiritual que impediu que ele percebesse, apesar de ele ser doutor da lei, apesar de ter acesso a todas as escrituras, apesar de

le se percebeu cego. apenas foi transportada pro corpo dele a cegueira espiritual que impediu que ele percebesse, apesar de ele ser doutor da lei, apesar de ter acesso a todas as escrituras, apesar de já ter convivido com pessoas próximas de Jesus, que ele percebesse que Jesus era o Messias, ele precisou passar pelas dificuldades, ter aquele encontro com Jesus. E aí Ananias foi lá e fez cair as escamas dos seus olhos. A partir dali, ele começou a enxergar. E nós que passamos pela vida cegos, milops, nós precisamos também de Jesus para remover as camas do nosso corpo, dos ananias que vão nos ajudar a enxergar finalmente e a e a fazer com que os nossos olhos sejam bons e belos. Também eu me lembro do sentido também, né? Víor Frankel tem um livro que fala em busca do sentido e que fala muito desse como, falando que em qualquer lugar a gente pode encontrar o sentido, em qualquer lugar a gente pode encontrar a beleza. E que ele percebia naqueles colegas que estavam com ele ali no campo de concentração que quando eles desanimavam era muito fácil perceber, porque o brilho no olhar dele se apagava. E ele sabia quando esse brilho se apagava que aqueles amigos não durariam sequer mais 48 horas porque eles já tinham desistido de viver. Então, que os nossos olhos brilhem, que a gente encontre o sentido, porque ele fala, é uma frase de Niet, que ele traz como epígrafe do seu livro, se você tem um porquê, é possível viver quase qualquer como. Então, a gente, tendo um sentido, tendo um modo de ver, a gente consegue viver melhor. Então, que os nossos olhos se curem também, que Jesus seja a cura pro nosso olhar. E aí uma coisa interessante na cura do cego Bartimeu também é que ele faz uma pergunta para Jesus, né? Jesus faz uma pergunta para ele. Perdão. Jesus pergunta: "O que queres que eu faça?" E isso parece uma pergunta óbvia, né? Mas muitas pessoas podem ter uma pergunta diferente. Ele estava ali, ele tinha autorização do de Roma para mendigar. E muitas pessoas optam pelo conforto ao

aça?" E isso parece uma pergunta óbvia, né? Mas muitas pessoas podem ter uma pergunta diferente. Ele estava ali, ele tinha autorização do de Roma para mendigar. E muitas pessoas optam pelo conforto ao invés da cura, né? Tem um meme que fala isso também, né? que uma pessoa tá presa numa cela e de repente vai, tem uma explosão e abre um buraco. Aí no próximo quadrinho, a pessoa instalou um ar condicionado ali. Então ela optou pelo conforto ao invés da liberdade. E muitos de nós optamos pelo conforto ao invés da cura, né? Então quando Jesus perguntou imediatamente o cego Bartimeu respondeu: "Que eu vejo?" E quando Jesus pergunta para nós e ele pergunta: "O que queres que eu faça?" O que nós respondemos a Jesus? Nós queremos a cura? Nós queremos a melhoria de nós mesmos ou nós queremos apenas um ar condicionado na nossa prisão? É nossa escolha. É nossa escolha. Quando nós estamos prontos, nós encerramos essa travessia e podemos ir pro passo seguinte. Rapidamente eu vou falar de algumas ressurreições também que eu considero curas. A filha, o filho da viúva de Naim. A viúva de Naim, como diz o nome, já tinha perdido o marido. Naim era a cidade onde ela vive, não era o nome do marido, mas ela vivia naquela cidade. Jesus foi ali visitar e ela já tinha perdido o marido e vinha o cortejo que vinha trazendo o seu filho. A mulher naquela época não era ninguém. E se não tinha um homem por ela, ela virava uma pária, uma excluída, uma pessoa sem ninguém. Ela havia, deixava até de ter direito ao nome e a qualquer coisa da família. Ele era filho único e ela estava só no mundo naquele momento. Quando ela foi ali, quando Jesus visitando aquela cidade, viu aquele cortejo, percebeu em segundos o que estava acontecendo, ele percebeu que aquela mulher não podia ficar desamparada. E então ele trouxe e pediu que aquele filho se levantasse. Ele deu o comando para que ele se levantasse e ele se levantou porque ele sabe que nós não podemos ficar desamparados. Nenhum filho de Deus fica desamparado. Jamais. Jamais

aquele filho se levantasse. Ele deu o comando para que ele se levantasse e ele se levantou porque ele sabe que nós não podemos ficar desamparados. Nenhum filho de Deus fica desamparado. Jamais. Jamais em momento algum Jesus Deus desampara seus filhos. E Jesus foi um instrumento naquele momento. Então, nenhum de nós, em momento algum da sua vida, jamais estará sozinho. Todos nós estamos amparados a todos os momentos, em todas as circunstâncias. Basta uma prece, basta um pedido de socorro e nós receberemos o auxílio que precisamos. Aqui na casa nós temos um programa que se chama mãos Estendidas. Eu gosto sempre de dizer que nós precisamos estender as nossas mãos, mas estender as mãos é um caminho de mão dupla. Nós estendemos as mãos para ajudar quando nós podemos, mas precisamos também saber estender as mãos para aceitar auxílio quando nós precisamos. E muitas vezes nós precisamos. Saibamos estender as nossas mãos e tenhamos a confiança de que nós seremos cuidados, nós seremos auxiliados. No filme Os Mensageiros tem uma passagem belíssima de um espírito que cometeu todos os erros que ele podia num determinado momento, o espírito de Otávio. E por isso ele foi parar num lugar extremamente sombrio, no fundo de um abismo. Mas ele não foi esquecido. Ele estava ali pela lei de causa e efeito que o levou para aquele lugar e o manteve enquanto ele não tinha terminado ainda a travessia. Mas quando ele conseguiu, quando ele pediu socorro, quando ele mostrou a contrição, imediatamente o seu amigo Aniceto lançou-se no fundo do abismo para resgatá-lo. E eu digo para vocês com plena certeza, com profunda convicção, todos nós temos alguém ou alguéns, mais de uma pessoa com certeza, que se lançaria ao fundo do pior abismo para nos resgatar e que está apenas a um chamado de distância. Quando nós terminamos a travessia, nós somos socorridos, nós somos retirados e somos reintegrados aquilo que nunca deixamos de ser, a ser deuses, a ser humanos e a retomar o nosso caminho paraa luz, dos

ando nós terminamos a travessia, nós somos socorridos, nós somos retirados e somos reintegrados aquilo que nunca deixamos de ser, a ser deuses, a ser humanos e a retomar o nosso caminho paraa luz, dos qual nos esquecemos. Quero falar por fim da ressurreição de Lázaro. Por fim, quase fim, da ressurreição de Lázaro. A ressurreição de Lázaro, ela é uma história impressionante também. Jesus tinha muitos amigos e ele tinha esses amigos de infância. Eram três irmãos, Marta, Maria e Lázaro. Eram muito amigos de Jesus e estavam sempre próximos. Um determinado dia foram, ele tava no meio da sua peregrinação, no meio das lições, e foram buscar a Jesus e disseram a ele: "Recebe, receba esse recado de suas amigas Maria e Marta. Lázaro está muito doente, muito doente. Ele pode morrer a qualquer momento e elas pedem a sua presença. Jesus lamentou, chorou, mas disse que ele não podia ir ainda e seguiu a sua peregrinação. E isso foi feito. E mais adiante ele foi chamado novamente, dizendo que aí sim Lázaro tinha morrido. E aí ele chorou novamente, disse: "Agora eu posso ir." E foi, chegou lá, elas interromperam ele no meio do caminho antes que ele chegasse e disseram: "Jesus, se tu tivesse estado conosco, isso não teria acontecido". Ele lamentou, chorou e disse: "Vocês sabem disso, né?" E ela, "Sim, nós sabemos". E ele foi lá, pediu para tirar as pedras e deu a ordem a Lázaro para que ele se saísse daquele túmulo e andasse. E ele assim fez. E isso mostra para nós que muitas vezes nós precisamos morrer para renascer. Tem situações que não basta uma maquiada, não basta uma pequena reforma, não basta ajeitar um pouquinho, é preciso que acabe para que recomece. Assim foi na pesca milagrosa também. Aqueles discípulos passaram a noite pescando. Eu vi muitos, muitos barcos chegarem de manhã em festa com peixes, com alegria. Comprei muito peixe fresco na minha vida. Mas nesse dia não foi assim. Eles chegaram, passaram a noite pescando e não encontraram nada, nada, nada. E aí quando chegaram, encontraram Jesus ali

alegria. Comprei muito peixe fresco na minha vida. Mas nesse dia não foi assim. Eles chegaram, passaram a noite pescando e não encontraram nada, nada, nada. E aí quando chegaram, encontraram Jesus ali na praia, Jesus perguntou a eles o que tinha acontecido. E eles nós estamos cansados, desesperados, porque não temos o que colocar na mesa, não pescamos nada a noite inteiro, não sabemos o que fazer. E aí Jesus diz: "Por que não jogam a rede pro outro lado? Jesus, nós estamos cansados, não adianta nada. A gente tentou de tudo, fizemos tudo. Joguem a rede pro outro lado. E aí Pedro compreendeu que havia uma grande verdade nisso que Jesus dizia e disse: "Vamos, vamos seguir e vamos fazer mais esse esforço". Jogaram a rede pro outro lado e pegaram tanto peixe que as redes quase se romperam e eles precisaram de ajuda de um outro barco. Porque ali naquele lado não tinha mais nada. Não havia mais nada do que pescar, mas tinha um outro lado com pesca abundante. E às vezes a gente precisa virar nossa rede pro outro lado, a gente precisa mudar. Um dos trabalhos de Hércules, ele fala disso, é a limpeza dos estábulos do rei Algias. A gente sabe que existe o mito do herói, né? A grande história do herói, que todos os mitos eles falam de nós mesmos e daquilo que existe. Nós somos os heróis e falam da nossa transformação. E ele recebeu esse trabalho de limpar aqueles estábulos. Aqueles estábulos estavam cheios de excrementos. Era tanta coisa, tanta coisa, que não podia chegar perto. As pessoas eram envenenadas pelos meros gases dali. E ele recebeu essa tarefa. Ele disse: "Eu não posso ir lá. a força não vai me ajudar, então eu preciso de outro recurso. Ele viu que havia um rio ali e o que que ele fez? Com toda a destreza dele, ele desviou o curso desse rio e fez com que aquela água fosse até lá e limpasse aqueles estábulos. Nós precisamos da água nova, porque aqueles venenos do que é antigo nos contaminam e impedem que a gente siga. Então, a gente precisa da nova água, a gente precisa do

lá e limpasse aqueles estábulos. Nós precisamos da água nova, porque aqueles venenos do que é antigo nos contaminam e impedem que a gente siga. Então, a gente precisa da nova água, a gente precisa do do outro lado para seguir o nosso caminho, a gente precisa morrer para renascer. E foi isso que a cura e a ressurreição de Lázaro chamou. E por fim, eu falo da história dos 10 leprosos, aqueles 10 homens que foram curados por Jesus. que eles mostravam sinais de uma moléstia todos os 10 e vieram e pediram ajuda. Jesus curou todos eles, curou todos aqueles. E a gente vê na literatura espírita que um merecedor é capaz de trazer a cura, de trazer o bem para muitos. Só que aquele que é efetivamente merecedor manteve dentro de si a cura. Aqueles outros que ainda não eram merecedores, que ainda não tinham terminado a sua travessia, foram curados por Jesus. Aquela primeira moléstia conseguiu, mas eles não sustentaram essa cura. Eles ainda estavam enfermos do espírito e trouxeram sinais de uma outra moléstia e seguiram doentes porque eles ainda não tinham terminado. Não porque Jesus não fosse capaz de curá-los, mas porque eles ainda não eram capazes de se curar, porque eles ainda não tinham terminado essa travessia. Então eles precisavam. Tem uma passagem do livro Ação e Reação. São dois capítulos que mostram muito isso pra gente. Eles mostram a história de um trabalhador da casa espírita que passa por um processo de enfermidade e aí ele se desespera diante desse processo. Não queria estar ali, não queria, tinha medo de desencarnar e pede o auxílio dos irmãos da espiritualidade e recebe esse auxílio. As forças do bem são mobilizadas, dão o tratamento de passe nele e ele se cura. Só que aí ele não lida bem com essa cura. Ele começa a dizer: "Ah, eu passei a vida inteira trabalhando, eu não aproveitei minha vida, vou agora enfiar o pé na jaca." E começa a enfiar o pé na jaca, a tirar todo o atraso, a fazer tudo que não devia. E aí os espíritos se reúnem, os espíritos do bem, amigos e dizem: "Bom,

i minha vida, vou agora enfiar o pé na jaca." E começa a enfiar o pé na jaca, a tirar todo o atraso, a fazer tudo que não devia. E aí os espíritos se reúnem, os espíritos do bem, amigos e dizem: "Bom, algo de errado não está certo, né? Não era esse o intuito. O intuito era dar a ele um alento, era dar a ele um auxílio e prolongar a sua vida, mas ele não está usufruindo bem. Nada adianta a cura do corpo se o espírito adoece." E aquela cura adoeceu o espírito dele. Então o que eles fizeram? fizeram um novo tratamento para que ele tivesse uma piora e pudesse voltar ao hospital e ali repensar a vida dele e aí curar verdadeiramente o espírito. Então foi a princípio algo ruim, mas que constituiu um benefício para ele. Então muitas vezes quando nós estamos enfermos, precisamos pensar onde aquela enfermidade está nos levando e se nós já estamos prontos para fazer essa travessia. Se nós já estamos prontos para ir para o próximo passo, se nós ainda precisamos estar doentes ou se nós já encontramos em nós mesmos a cura, não a cura do corpo simplesmente, mas a cura do espírito, a cura do ser que nós somos, a cura do ser integral que nós somos. Porque nós caminhamos pro progresso, nós caminhamos pra luz. Esse é o nosso destino, ser deuses. Jesus, quando disse que nós somos deuses, ele não usou o futuro, ele usou o presente. Ele disse: "Vós sois deuses nós não seremos, nós já somos. Nós já somos criaturas destinadas à perfeição. Nós já somos tudo aquilo que nós temos que ser. Mas cada um constitui a sua própria história, uma história baseada nas nossas verdades, nas nossas experiências, nos nossos erros. Todos nós caminhamos para ser puros, para ser perfeitos, mas felizmente cada um de nós tem a sua própria história. É uma prerrogativa do perespírito, do que nós falamos do espírito, né? A unicidade. Não existem dois espíritos iguais. Não existem dois seres perfeitos iguais. Cada ser perfeito do seu jeito, com as suas características, com a sua história. E a gente vê alguns homens

né? A unicidade. Não existem dois espíritos iguais. Não existem dois seres perfeitos iguais. Cada ser perfeito do seu jeito, com as suas características, com a sua história. E a gente vê alguns homens bons que passaram por aqui. Francisco de Assis, Paulo, Pedro, Thago, Madre Teresa, Chico Xavier, Bezerra de Menezes. Eles são tão diferentes, né? Por que que todos os espíritos são iguais? Não existe uma forma de bons espíritos. Cada um vai ser perfeito do seu jeito, na sua característica. Então, eu vou ser uma Carla de bem. Eu vou ser perfeito um dia, embora esteja distante, mas a Carla de bem é diferente da Vanessa de bem, da Didi de bem, do Wagner de bem, do Adolfo de bem, da Carla de bem, da Sol de bem e de todos aqueles que estão aqui. Cada um de nós vai ser perfeito do seu jeito, a partir das suas próprias experiências, porque nós somos os nossos curadores. Nós somos aqueles que aprendemos com o que vivemos e levaremos o que vivemos. A questão 894 do livro dos espíritos, Kardec pergunta aos espíritos: "Existem pessoas que já fazem o bem com facilidade? Eles é fácil assim para nós? Nós poderemos chegar." E ele diz que aqueles que hoje fazem o bem com facilidade é porque já aprenderam, já passaram pelas experiências, já viveram e já superaram. E hoje fazer o bem para eles é fácil. Então, para nós, um dia vai fazer o bem. Emanuel, que deixou todas essas lições, escreveu alguns livros em que ele nos contou a sua história do quanto ele errou, do quanto ele sofreu, do quanto ele aprendeu. Ele fez questão de mostrar isso para nos dizer que todos passaram pela dor, todos passaram pelo sofrimento, todos passaram pelo erro e todos vão passar. Ele diz que ele mesmo quando chega o ao mundo espiritual, aos espíritos superiores, se sente um crocodilo, porque ele ainda está muito distante. Nós também ainda estamos distantes, mas chegaremos lá. Chegaremos lá com tudo o que nós somos, com tudo o que nós vivemos e com tudo que nós aprendemos. Então, façamos essa travessia. Se estamos doentes, peçamos a

nda estamos distantes, mas chegaremos lá. Chegaremos lá com tudo o que nós somos, com tudo o que nós vivemos e com tudo que nós aprendemos. Então, façamos essa travessia. Se estamos doentes, peçamos a Deus que nos cure. E eu quero encerrar também com uma música, uma música lá da minha terra que fala desse processo também de viver e de curar. E ela se chama a natureza das coisas. E fala pra gente não ter pressa, mas também não ficar para trás. Ela diz assim: "Se a veste não, que amanhã pode acontecer tudo, inclusive nada. Se a veste não, que a lagarta rasteja até o dia em que cria asas. Se a veste não, que a burrinha da felicidade nunca se atrasa. Se a veste não, amanhã ela para na porta da sua casa. Se a veste, não. Toda a caminhada começa no primeiro passo. A natureza não tem pressa, segue o seu compasso. Iexoravelmente chega lá. Se a veste não. Observe quem vem subindo à ladeira, seja a princesa ou seja a lavadeira. Para ir mais alto vai ter que suar. E Chico dizia, né, que a gente para crescer desidrata. A gente chora ou a gente trabalha ou a gente vai sangrando por aí, mas nós fazemos essa travessia. Então, vamos agradecer a Deus por estarmos aqui, por termos podido vivenciar todos esses momentos de alegria, de amor, por termos tido contato com tudo o que existe de tão bom e belo no mundo. Agradecer por vivermos a travessia da vida, por passarmos por esse caminho, por estarmos ainda nele. agradecer, porque todos nós somos feitos para o bem. Todos nós somos feitos para sermos felizes, para sermos perfeitos e chegaremos a essa felicidade e a essa perfeição que já está dentro de nós. Agradecemos porque não estamos sozinhos. Todos nós somos apoiados. Todos nós recebemos amor. Todos nós somos amados por Deus e por tantos irmãos que nos acolhem e que nos amam. Agradecemos pelas curas que recebemos todos os dias. Agradecemos por sermos capazes de ser curados e de nos curar. Agradecemos pela dor que tanto nos ensina e pela alegria e pela beleza da vida que se mostram a todo momento ao

e recebemos todos os dias. Agradecemos por sermos capazes de ser curados e de nos curar. Agradecemos pela dor que tanto nos ensina e pela alegria e pela beleza da vida que se mostram a todo momento ao olhar de quem quer ver. Agradecemos ao nosso mestre Jesus, que tanto nos ensina e que nos traz essas lições tão preciosas. que nós sejamos dignas delas, que nós aprendamos e coloquemos as mãos a obras para seguirmos em frente e caminharmos um pouco mais rumo à nossa perfeição. Que assim seja. Muito obrigada a todos, um grande abraço e nos encontramos no topo e muitas vezes antes disso.

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