NÃO TE PERTURBES - Carla Daniela Leite (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 08/12/2022 (há 3 anos) 42:48 4,517 visualizações

Palestra Espírita realizada no Auditório Bezerra de Menezes, na Comunhão Espírita de Brasília. Se você gostou desta Palestra, deixe seu like e seu comentário. Compartilhe o vídeo e se inscreva no Canal. #palestraespirita #comunhaoespirita #tvcomunhao ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ O que é uma Palestra Pública Espírita? A palestra espírita é uma apresentação oral cujo objetivo é informar, esclarecer e consolar, através de temas do Evangelho e da Doutrina Espírita, promovendo a reflexão, auto aperfeiçoamento e a vivência dos ensinamentos de Jesus. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ Programação de Palestras Públicas na Comunhão Espírita de Brasília (Horários de Brasília): Segunda a Sexta, às 08h00, 16h00, 18h00 e 20h00. Aos Sábados, às 17h00 e 19h00 e aos Domingos, às 18h00. Transmissões ao vivo pelos Canais da TV Comunhão: @TV Comunhão - Comunhão Espírita de Brasília @TV Comunhão 2 - Comunhão Espírita de Brasília ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ TV Comunhão - Inscreva-se nos nossos canais, deixe seu like e ative as notificações para ficar por dentro de tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília. TV Comunhão: https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 TV Comunhão 2: https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 TV Comunhão Kids: https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ Canais de Mídias e Redes Sociais da Comunhão Espírita de Brasília: Site: http://www.comunhaoespirita.org.br Telegram: https://www.t.me/comunhaoespirita Instagram: http://www.instragram.com/comunhaoespirita Twitter: http://twitter.com/ComunhaoOficial Facebook: http://www.facebook.com/comunhaoespirita TV Comunhão: http://www.tvcomunhao.com.br Rádio Comunhão: http://www.radiocomunhao.com.br

Transcrição

Todos e todas. É uma alegria estar aqui mais uma vez aqui nesse espaço da comunhão espírita em que nós podemos refletir um pouco sobre o evangelho de Jesus à luz da doutrina espírita em mais essa noite tão tranquila e tão feliz que a gente tem hoje aqui, né? Para mim é sempre uma alegria estar aqui e compartilhar essas reflexões com vocês. Eu queria começar com uma mensagem que a gente recebeu num grupo que funcionou aqui na comunhão, né, do a gente tá vivendo ainda, né, uma pandemia e por conta disso, por um período, as nossas casas e enfim, a gente ficou com as portas aparentemente fechadas, né? A gente vi as portas do mundo não estavam abertas, a entrada não tava permitida, mas por nenhum dia, por nenhum momento, a gente permaneceu inerte, né? Essa casa aqui permaneceu inerte. A gente continuava se reunindo virtualmente, a gente continuava com as palestras e todas as segundas-feiras a gente tinha um grupo que a gente chamava Grupo do Evangelho no Lar Esperança, em que a gente fazia orações para aquelas pessoas que estavam aflitas, que tinham vivido perdas, que tinham vivido eh situações muito difíceis física, espiritualmente, emocionalmente. Então, a gente se reunia, todos nós, né? Nós dizíamos que era o grupo dos curadores feridos, porque na medida em que o grupo ia acontecendo, a gente também ia passando pelas nossas dores, pelas nossas lutas, pelas nossas dificuldades. Então, quem estava orando pelos outros num determinado momento passava a ser também parte da corrente de orações. Então a gente ia acrescentando um e acrescentando outro e a gente ia melhorando e o outro ia ficando adoentado, ia tendo uma perda e era o grupo de que dava esperança e alento para todos, né? E nesse grupo a gente recebia mensagens mediúnicas. E no dia 8 de novembro de 2001, a gente recebeu uma mensagem que eu gostaria de compartilhar, porque tem a ver com o tema dessa noite. Os irmãos encarnados, eclipsados pelas dores, esquecem de orar e a sua vida ao criador entregar. Esquecem que essa vida é passageira, que

aria de compartilhar, porque tem a ver com o tema dessa noite. Os irmãos encarnados, eclipsados pelas dores, esquecem de orar e a sua vida ao criador entregar. Esquecem que essa vida é passageira, que passa ligeira, que as provas vivenciadas foram todas programadas. Bem, eu sei que você não gostaria de sofrer, mas é preciso entender que é enfrentando desafio que você pode vencer. Não há vida sem provação. Não há nessa vida único irmão que vive só a sorrir, sem a dor e nenhum momento sentir. Você pode até acreditar que a sua dor é superlativa, que você não vai superar, que você não terá alternativa. Mas eu gostaria de te esclarecer que quando a dor aparecer, ela estará minorada pela atuação bondosa da espiritualidade amorosa. Por isso, tenha fé que é possível vencer, que nada há a temer se você puder crer que o auxílio já chegou, que Deus não te abandonou, que é possível manter a esperança, porque sacramentada foi a aliança, a aliança de amor, de redenção e de superação, que te fará superar a dor que experimentar. Mantenha a confiança, a fé e a esperança, porque tudo vai passar. É, é preciso acreditar. E o convite de hoje é que a gente mantenha a fé diante das dificuldades. E para isso eu convido vocês a fazermos uma oração para começarmos essa reflexão de hoje, agradecendo a Deus por esse dia, por esse dia que trouxe pra gente muitas oportunidades, muitas vivências, muito calor, muita amizade. Um dia que traz sol, que traz chuva, que traz calor, que traz frio, que traz luz. e que traz na meia escuridão. Cada coisa a seu tempo, cada coisa em seu momento e no seu lugar. Tudo como uma oportunidade para que nós possamos crescer, aprender e viver. que nós saibamos ser gratos por cada experiência e lidar com cada uma dessas situações da melhor forma possível, como uma forma de aprendizado e de crescimento, como a parte do nosso caminho no paraa nossa inevitável ascensão rumo à felicidade e à perfeição, que é o destino de todos nós. Pedimos que nossos mentores estejam conosco, que eles sejam os nossos

o, como a parte do nosso caminho no paraa nossa inevitável ascensão rumo à felicidade e à perfeição, que é o destino de todos nós. Pedimos que nossos mentores estejam conosco, que eles sejam os nossos companheiros de caminhada, que eles nos deem a mão quando necessitamos, nos tirem dos dos lugares difíceis onde nós entramos, nos ajudem a sair, também nos ajudem a aliviar as nossas dores, a minorar a nossa solidão e o nosso sofrimento. Agradecemos a Bezerra de Menezes, o mentor dessa casa, que é o nosso médico, o médico dos nossos corpos, das nossas almas, das nossas emoções, sentimentos, que alivia, que coloca os unguentos que nós precisamos naqueles pontos onde mais dói, que coloca os curativos nas nossas nossos ferimentos da alma e que nos dá as vitaminas que nos dão força e coragem para seguir adiante. Agradecemos a Chico Xavier, que é o coração que consola e de e que dá por inteiro tudo que as pessoas precisam. Nunca faltou uma palavra de consolo, nunca faltou uma energia positiva e um recurso que seja necessário a melhoria de cada um. Aproveitemos desses benfeitores, aprendamos com eles e recebamos deles de mãos abertas tudo que eles têm para nos oferecer. Que Jesus esteja conosco hoje e sempre. Que assim seja. O nosso tema de hoje é: "Não te perturbes." E eu já comecei a lidar com esse tema muito antes, né? Saí de casa 10 para 7, encontrei um trânsito tão terrível que eu achei que eu não fosse conseguir chegar a tempo. E eu pensando comigo mesmo o tempo todo, não te perturbes, não te perturbes. Hoje eu vou falar sobre isso. Não posso me desesperar, não posso deixar que isso me afete, porque é um dos ensinamentos que eu queria trazer hoje, né? A gente aprende, bebem muitas fontes, né? O o evangelho ensina pra gente muitas coisas e a filosofia ensina muitas coisas também. E uma das filosofias que eu gosto muito é a filosofia dos históicos, em quem eu sempre me baseio de Epiteto, Cêeca. E uma das coisas que eles ensinam pra gente e que eu gosto de de sempre pensar, sempre me lembrar nos meus

ue eu gosto muito é a filosofia dos históicos, em quem eu sempre me baseio de Epiteto, Cêeca. E uma das coisas que eles ensinam pra gente e que eu gosto de de sempre pensar, sempre me lembrar nos meus momentos difíceis, é que a gente precisa lidar com as dificuldades e com aquilo que traz pra gente essa perdão. Cêeca e Epiteto diziam o seguinte, que a perturbação não deve vir para aquele que é sábio, para aquele que aprende das coisas de fora, né? Então, que a gente não deve deixar que nada que vem de fora nos perturbe, seja o que for, seja alguém que tá sendo injusto com a gente, que não atende às nossas necessidades, aos nossos anseios, seja um trânsito terrível que te impede de chegar no horário, seja uma chuva que atrapalha seus planos, seja a escuridão da noite que me atrapalha. Eles diziam que existe uma vontade maior do que a nossa também, que eles chamavam de cosmos e nós chamamos de Deus que traz todas as coisas. Então, que a maioria das coisas que estão no nosso mundo já estão prontas, já estão estabelecidas e nós não conseguimos mudar, né? Por mais que a gente queira, por exemplo, eu não consigo mudar que depois de um dia vem a noite, depois da noite vem o dia, que vem as estações do ano, vem a primavera, verão, outono, inverno, que às vezes chove, às vezes faz calor. Por mais que eu queira, eu não vou evitar que chova no momento em que não é agradável para mim, que faça escuridão no momento em que eu preferia que tivesse luz ou o contrário. Então, a maioria das coisas a gente não controla. diria que 90% da nossa vida a gente simplesmente não tem controle sobre o que está acontecendo lá fora, mas sobre o que que eu tenho controle e que aí é o meu momento de não permitir que eu me perturbe, eu, como eu lido com essas coisas? É o que acontece e o que eu posso controlar. Então, se eu sei que vai ter noite depois do dia, não adianta eu chegar aí 8 horas da manhã, começar a orar, a fazer qualquer tipo de coisa para não ser noite. Eu só vou me frustrar, gastar eh desnecessariamente a

sei que vai ter noite depois do dia, não adianta eu chegar aí 8 horas da manhã, começar a orar, a fazer qualquer tipo de coisa para não ser noite. Eu só vou me frustrar, gastar eh desnecessariamente a minha energia e ficar me adoecer. Mas se eu, sabendo que vai ser noite, eu me preparar paraa noite, acender a luz, procurar um abrigo, procurar os instrumentos para lidar com isso, aí eu tenho muito mais chance de sucesso. Eu sei que no inverno faz frio. Eu não consigo evitar que faça frio ou determinar quando vai fazer frio ou quando não vai fazer frio. Mas eu posso procurar um agasalho, posso procurar um abrigo, posso procurar uma situação que seja mais confortável para mim diante do frio, para que eu possa lidar com aquilo que eu não posso mudar, com aquelas circunstâncias que não estão ao meu alcance e assim não permitir que aquilo que vem de fora me perturbe, me afete. Então eu posso sabendo que existe uma possibilidade maior de que no mês de maio, junho, julho, faça frio, já me preparar para isso, buscar um abrigo, buscar um agasalho. Quando a gente começa a crescer mais um pouquinho espiritualmente, a gente começa a buscar não apenas pro outro, pensar que não sou a única pessoa que sente frio, que esse frio atinge não só a mim, mas a toda a população que tá vivendo aqui, uns mais do que outros. Então, se eu estou suficientemente agasalhada, confortável, abrigada, porque não pensar também naquele meu irmão que está no relento, que que passa frio, que toma chuva, que tá na escuridão e não tem para onde ir. Então, a gente começa a se preparar e evitar que isso perturbe a gente, que as circunstâncias que a gente não controla nos atrapalhem e nos perturbem. Eh, Joana de Angeles dá um um nome para isso, né? Ela tem um dos instrumentos para ela, chama-se resignação dinâmica. É compreender e agradecer pelas circunstâncias que nos são dadas, compreendendo isso também como não apenas as circunstâncias da natureza, do cosmos e de tudo que nós temos, mas certas circunstâncias da vida que não

agradecer pelas circunstâncias que nos são dadas, compreendendo isso também como não apenas as circunstâncias da natureza, do cosmos e de tudo que nós temos, mas certas circunstâncias da vida que não podemos alterar, né? Hoje, por exemplo, eu costumo sair de casa muitas vezes essa esse horário. Eu faço harmonização aqui 7:40 e quando eu não tenho trabalho, que eu venho direto, eu venho de casa. Eu moro em Águas Claras e eu saio de casa normalmente 7 horas, 7:30 eu tô aqui. Então, saí de casa 10 para 7 hoje. Olha, vou chegar lá, vou ter tempo, vou conversar com o pessoal, vou conversar lá na Ata de Souza, que eu tinha umas coisas e de repente já na saída, eu vi um trânsito inimaginável, né? Não sei nem o que que tava acontecendo, mas eu tava no caminho e a única coisa que eu podia fazer era tentar prosseguir para que isso chegasse a tempo, né? Não, não tava no meu controle resolver essa situação. Então, tem coisas que não tão simplesmente no nosso controle. nos cabe lidar com a situação que tá posta simplesmente. Então eu, a única coisa que eu fiz foi tentar vir o máximo que eu podia, sem me desesperar, sem atropelar todo mundo, sem tentar passar pelo acostamento ou sair cruzando na faixa de todo mundo, mas avisar que talvez eu não conseguisse chegar a tempo e vir ser o mais sereno possível para não atrapalhar a experiência que eu teria e o e o compromisso que eu tinha assumido. Então, o tempo inteiro a gente tá lidando com circunstâncias que não correspondem às nossas expectativas. Às vezes eu dou o melhor de mim, vou fazer uma prova e o resultado não é o esperado. Faço um trabalho que em que eu me entrego completamente e naquele dia eu não não é bem recebido ou sou atleta, passo um ano treinando, 4 anos para uma competição extremamente importante. No dia da competição, eu amanheço doente, né, gripada ou com qualquer coisa que compromete absurdamente o meu rendimento. O que que eu vou fazer? Vou chorar, espernear, vou morrer? Vou Não tem o que fazer diante de determinadas circunstâncias. A gente

da ou com qualquer coisa que compromete absurdamente o meu rendimento. O que que eu vou fazer? Vou chorar, espernear, vou morrer? Vou Não tem o que fazer diante de determinadas circunstâncias. A gente precisa manter a serenidade e trabalhar a partir do que nós temos. Olha, não posso mudar isso, não tem condições de mudar isso. O que que eu posso fazer? compreender o que aconteceu, tentar lidar com isso e saber que sempre existe um dia seguinte. Se não foi nesse dia que as coisas aconteceram como eu esperava, se o meu esforço não foi recompensado da forma que eu queria, se aquelas circunstâncias que eu esperava foram favoráveis, eh procurar compreender, não me desesperar e trabalhar para que possam surgir outras oportunidades, para que possam surgir outros eventos e que no futuro as circunstâncias possam ser melhores, aprender com essa experiência e tentar seguir adiante para buscar novas novas oportunidades, né? A gente ouve muito falar que oportunidade é um cavalo selado, que vem uma vez pra gente e nunca mais vem. E isso não é verdade do ponto de vista espiritual. A gente pode não conseguir aproveitar uma oportunidade por circunstâncias que sejam externas ou até mesmo por um incapacidade nossa momentânea naquele momento. Mas sempre haverá uma outra oportunidade. Pode não ser a mesma oportunidade, mas sempre haverá uma nova chance, sempre haverá uma nova oportunidade, sempre haverá um dia seguinte. E esse dia seguinte vai trazer novas luzes, vai trazer um novo amanhecer, vai trazer novas perspectivas pra gente, né? Paulo, que foi quem escreveu o versículo que dá origem a essa mensagem, né? Porque esse tema não te perturbes eh vem de uma passagem de Paulo. Ele é uma prova disso que acontece. Paulo viveu momentos muito difíceis. Ele passou por situações que, por escolhas dele mesmo, colocaram ele em uma situação complicada, né? Então, a escolha que ele fez de seguir Jesus colocou ele num momento muito difícil. Ele vinha como doutor da lei, um doutor da lei muito preparado, que foi criado desde o

uma situação complicada, né? Então, a escolha que ele fez de seguir Jesus colocou ele num momento muito difícil. Ele vinha como doutor da lei, um doutor da lei muito preparado, que foi criado desde o nascimento para isso. Na verdade, ele era um doutor da lei de terceira ou quarta geração, né? muitas gerações que todos os familiares dele faziam essa função. Ele era muito preparado, muito eloquente e além de ser o doutor da lei, ele era uma pessoa de alta eh relevância social e que tinha tudo para conquistar altos cargos e altas eh posições ali. E aí ele foi enfrentando uma série de de acontecimentos na vida dele que foram modificando tudo isso. Ele que já tinha toda a vida dele estabelecida, já tinha todos os planos, já sabia o que fazer, já tinha todo o futuro definido e e planejado, começou a passar por essas situações. Ele conheceu a noiva dele, a Abigail, se apaixonou por ela, já tinha planos de casamento e e estava nesse momento. E aí começaram a surgir os cristãos ali. E os cristãos vinham com muita força e foram interpretados num primeiro momento como contrários a tudo aquilo que ele acreditava. Por isso ele começou um processo de no primeiro momento compreender mal e depois de atacar mesmo esses cristãos, sobretudo quando veio Estevão diante dele. Estevão que era também uma pessoa que lidou com inúmeras vicissitudes na vida dele, com inúmeros problemas e conseguiu ressurgir das cinzas diante desses problemas mesmo, né? Ele enfrentou a perda. Bom, o isso tá narrado no livro Paulo Estevão. Eu não gosto de de dar spoilers dos livros porque eu gosto que todo mundo leia, né? Mas ele enfrentou dificuldades mil que o levaram até a casa do caminho, que era onde os primeiros cristãos estavam vivendo ali. Pedro, Tiago e João fundaram isso, né? E ali naquele momento, ele teve um contato com a doutrina do Cristo. Ele que conhecia muito bem, né? era um judeu que conhecia muito bem as passagens do da lei de Moisés, mas se encantou com aquele evangelho e se tornou, aí ele tomou o

contato com a doutrina do Cristo. Ele que conhecia muito bem, né? era um judeu que conhecia muito bem as passagens do da lei de Moisés, mas se encantou com aquele evangelho e se tornou, aí ele tomou o nome de Estevão e se tornou um propagador, uma pessoa extremamente doce, extremamente serena e também de um verbo muito eloquente, mas com uma doçura inimaginável. E foi com essa pessoa que Paulo se defrontou. Saulo se defrontou com Estevão, uma pessoa de olhar extremamente presente e sereno. Ele que era um trovão, né? O Paulo, o Saulo, ele era muito seguro de si, muito convicto, mas ele tinha uma tempestuosidade típica daqueles que querem prevalecer. E enquanto que o Estevão ele era tinha aquela serenidade de quem tem a verdade consigo, de quem sabe e não precisa provar. E foi um embate muito interessante de se ver que tá no livro, tá no no na nos Atos dos Apóstolos, mas no livro Paulo e Estevão conta com muito assim de uma forma muito bonita esse embate. E aí aquilo já começou a quebrar o espírito de Paulo e depois ele faz inúmeras descobertas e vai sendo conduzido no caminho, que eu não quero dar spoiler do livro, né? Até o momento que todos conhecem que ele se encontra. com o Cristo em Damasco. Tanto que a palavra do Cristo para ele, né, depois que ele cai do cavalo, literalmente, eh, Paulo, eh, Saulo, por que recalcitrais contra o aguilhão? E recalcitrar contra o aguilhão é como dizem lá na minha terra, dá burro em ponta de faca, né? Ele vinha lutando há muito tempo com aquela verdade que ele já tava vendo do lado de fora e vendo do lado de dentro também, porque ele não era imune. Por mais forte que ele quisesse ser, por mais grossa que ele quisesse manter a crosta dele, ele não era imune à aquilo. Então ele já tava de posse dessa verdade também. E quando ele se defrontou com o Cristo, ele aceitou essa verdade, né? Ele se viu cego, ele se percebeu cego, né? Na verdade, ele percebeu naquele momento que ele nunca tinha enxergado na vida. Então, ele se viu cego, né? Quando ele foi recobrada a

itou essa verdade, né? Ele se viu cego, ele se percebeu cego, né? Na verdade, ele percebeu naquele momento que ele nunca tinha enxergado na vida. Então, ele se viu cego, né? Quando ele foi recobrada a visão dele por Ananias, uma das pessoas a quem ele perseguia. Eh, o que diz lá nos Atos dos Apóstolos é diz que as camas desciam dos olhos dele, ou seja, tudo aquilo que fechava a visão dele caiu naquele momento e ele conseguiu enxergar. Saulo é tido como a uma das conversões, talvez a conversão mais rápida do cristianismo, mas não foi uma conversão fácil, nem tão rápida. Ele já tava convicto daquilo, mas imagina, ele era um doutor da lei muito conhecido, um perseguidor dos cristãos, muito ferrenho e tava mudando agora, tava passando a ser cristão. Ele já não se reconhecia mais ali como doutor da lei e não era aceito pelos cristãos também. Porque imagina aquele que ontem perseguia e matava, hoje chega: "Olha, eu sou cristão, quem pensaria coisas boas, né?" até por precaução. Ele já tinha mandado Pedro, Thago e João para pra prisão, já tinha mandado matar Estevão, participado diretamente da morte dele. Então, claro que ele não foi aceito e restritamente no primeiro momento. Então, foi muito difícil esse momento em que ele já não era aceito pelos amigos, pelo até pelos amigos mais próximos de infância dele, nem mesmo pelo pai. E ainda não tinha sido reconhecido. Tem um momento muito difícil, né? Ele vai procurar o mestre dele, que é Gamaliel. E Gamaliel recomenda ele que ele deixe por um tempo, né? que ele saia do circuito por um tempo e ele decide passar 3 anos no deserto conhecendo o evangelho e praticando a profissão dele que era de Tecelão. Então ele fica 3 anos com Prisca e Áquila que era um casal num oasis bem distante. Todos os dias ele trabalhava como tecelão o dia todo. No no final da tarde ele lia o evangelho com eles e ia conhecendo. Depois de 3 anos ele foi chamado a retornar. E aí ele encontra de novo com tem no livro conta esse episódio que ele encontra com

odo. No no final da tarde ele lia o evangelho com eles e ia conhecendo. Depois de 3 anos ele foi chamado a retornar. E aí ele encontra de novo com tem no livro conta esse episódio que ele encontra com o amigo dele e é rechaçado com veemência, tenta falar no templo e é escorraçado, vai procurar o pai e o pai fala coisas horríveis e deserda ele, né? Então, nesse dia, Paulo, Saulo, eh, tem uma tristeza profunda, profunda, profunda mesmo. Diz o livro, né? Diz Emanuel, que é o ator espiritual do livro, que Saulo chorou até dormir. Então ele dormiu de chorar, né? Quem nunca foi pro travesseiro chorando, chorando, chorando e molhou o travesseiro de lágrimas, né? Eu não posso dizer que nunca tenha acontecido isso comigo, né? De o travesseiro chega a ficar ensopado com as nossas dores, com as nossas aflições. Isso aconteceu com Paulo também. E aí nessa noite ele teve um sonho muito bonito em que os mentores da tarefa dele se apresentavam, né? Porque a partir daí é que ele ia assumir realmente a nova tarefa dele, a tarefa de propagar o cristianismo e de levar o cristianismo para muito além dos muros onde ele estava, né? Então, nesse nessa noite ele tem o contato com os mentor, com aqueles que seriam os mentores da tarefa dele, que são o próprio Estevão, que muito amou Paulo, né? Ah, quando Paulo tava lá, ele disse: "Se ele foi capaz de fazer tudo isso por Moisés, imagina quando ele conhecer o Cristo, já antecipando a transformação que viria, né? Já sabendo que ele tinha todo esse potencial. Então, Estevão, por muito amor, aceitou se transformar no mentor do trabalho de Paulo e se apresentou a ele, assim como, desculpa o spoiler, a noiva dele, né, que nesse momento já tinha deixado o o plano dos vivos e dos encarnados e estava no plano espiritual naquele momento. E foi uma conversa muito consoladora e que deu ânimo para que ele seguisse, né? Então, mesmo nos momentos de maior dor, aí a gente encontra o sentido da nossa vida. mesmo naqueles momentos de dificuldade, de dor, de desespero mesmo, ali a gente

eu ânimo para que ele seguisse, né? Então, mesmo nos momentos de maior dor, aí a gente encontra o sentido da nossa vida. mesmo naqueles momentos de dificuldade, de dor, de desespero mesmo, ali a gente encontra o o desespero. E essa passagem do livro Fonte Viva de Emanuel fala sobre isso, de mesmo diante da dor a gente não se deixar perturbar, não se deixar desesperar, manter a confiança, manter a fé e acreditar que existe um dia seguinte, que existe, que aquela dor tem um sentido, que ela tem um significado e que ela vai nos aproximar daquilo que a gente precisa ser. Eh, tem um amigo meu que fala que existe um um nome para isso que Paulo viveu, né, que chama depressão iniciática. É aquela dor que faz a gente, aquela, aquele sentimento de vazio, aquela dor que faz a gente sair de onde a gente está e ir para o lugar onde a gente deve estar, que foi o que aconteceu com Paulo. Paulo tava extremamente confortável naquela posição dele, de doutor da lei, de pessoa proeminente da sociedade, de pessoa que tinha muitas vitórias, mas não era ali que era o lugar dele, né? Não era ali que ele pertencia. E aí ele começou a sentir esse incômodo e esse incômodo trouxe para ele uma série de de efeitos que trouxe uma nova verdade. Foi o mesmo que aconteceu com Francisco de Assis, que também era um jovem extremamente rico, de boa família, né? Ele era filho do homem mais rico da cidade dele, que era Assis, e viveu uma juventude cheia de alegria, uma alegria irresponsável até, né? a alegria que que brincava, mas ele era uma pessoa muito alegre mesmo, muito jovial e muito eh com ele conquistava todos por onde passava, tinha muitos amigos, né? Então gostava muito de festas, essas coisas. E ele tinha tudo, mas não tinha um título de nobreza. O pai dele era um novo rico. Então ele deu para ele todo o ouro, todo o dinheiro, toda a posição, mas o que ele queria era que o filho dele fosse nobre, como ele não foi. E aí o que que ele fez, né? Chegou um momento em que a cidade de Assis declarou guerra contra a

odo o dinheiro, toda a posição, mas o que ele queria era que o filho dele fosse nobre, como ele não foi. E aí o que que ele fez, né? Chegou um momento em que a cidade de Assis declarou guerra contra a cidade vizinha que era peruja. E aí era o momento de Francisco conquistar tudo aquilo que ele queria, que era porque o que que aconteceria? E eles já previram bem isso. Ele iria pra guerra, se destacaria na guerra. Da guerra, do destaque na guerra, ele poderia ir e se transformar eh em batal em soldado das cruzadas. E aí ele iria e tendo destaque nas cruzadas, ele se tornaria um um cavaleiro do rei e ganharia o título de nobreza. E o plano já estava todo feito. O pai de Francisco já tinha tudo isso na cabeça e Francisco dócilmente aderiu ao plano do pai. E na véspera de Eli ta estavam os dois animadíssimos. Francisco com a com a armadura mais rica que alguém poderia ter, brilhante, dourada, o cavalo mais bonito e mais saudável. E partiu todo bonitão lá pra guerra, né? todo pronto para arrasar e se e voltar com o título de nobreza como cavaleiro do rei. Bom, a gente não sabe o que aconteceu nessa guerra, mas Francisco já era uma pessoa que tinha, não é um espírito desconhecedor. Então, imagino que essa guerra deve ter trazido para ele realidades que com as quais ele ainda não tinha se defrontado numa encarnação leve, cheia de alegria ou de uma alegria que não fez ele refletir tão cedo naquele momento. Então ele voltou é como um desertor. Ele não deu conta daquela situação de guerra. Voltou a pé caminhando de de Peruja até Assis. Ficou um ano doente e foi tido como louco ali, né? E aí aquela história que ele começou a doar tudo que era do pai dele, até que o pai interpelou e ele doou até as roupas que ele tinha, né? Isso também foi aí a partir daí ele se constituiu. Ele teve um sonho em que ele era eh em que era dito que ele reconstituiria, reconstruiria a igreja, né? Que ele reconstruiria a igreja. E ele interpretou que isso seria a capela de São Damião, que estava nos fundos ali da

que ele era eh em que era dito que ele reconstituiria, reconstruiria a igreja, né? Que ele reconstruiria a igreja. E ele interpretou que isso seria a capela de São Damião, que estava nos fundos ali da cidade dele, do lado de fora. E ele começou a reconstruir essa capela. E depois que ele reconstruiu essa capela, as pessoas começaram a se juntar, inclusive os amigos dele que ele conhecia, né? Inclusive um amigo dele que se chamava Bernardo, que tinha as mesmas pretensões que ele, né? Só que o Bernardo foi, conseguiu vencer a guerra, conseguiu ser cavaleiro do rei, conseguiu voltar com o título de nobreza, mas o mesmo vazio que o Francisco tinha, ele também tinha. Então, apesar de ter todas as vitórias do mundo, aquilo também não o preenchia. Então ele quando encontrou, procurou pelo amigo, encontrou Francisco vestido com sacas e amarrado com uma corda do lado de fora carregando um monte de pedra para construir uma igreja. E naquele momento, vendo a alegria do Francisco com tudo que ele fez ali, Bernardo compreendeu que ali era o lugar dele, não era sendo cavaleiro do rei, né? Eles dois também viveram essa depressão iniciática, esse sofrimento que trouxe, levou eles ao lugar onde eles deveriam estar. Muitas vezes não são as vitórias que nos levam, são os sofrimentos, as derrotas, as dores que nos levam até onde a gente precisa estar. E tem aquele conto que fala, né, que eh Deus sabe de tudo, aquela história do rei que sofreu ferimento e que por conta disso não foi chamado para pra guerra, né? que fala, né, que no fundo Deus sabe de tudo e Deus sabe de tudo mesmo, né? A gente sabe que tem aquela frase que é atribuída a Chico Xavier que a gente recebe tudo que a gente precisa. A gente nasce no lar que a gente precisa. A gente recebe a família que a gente precisa. Não para atender os nossos caprichos, mas as nossas necessidades. Porque nem tudo que a gente quer é o que a gente precisa. Nem tudo que a gente busca nas nossas limitações é aquilo que a gente precisa. Então, muitas vezes, os

caprichos, mas as nossas necessidades. Porque nem tudo que a gente quer é o que a gente precisa. Nem tudo que a gente busca nas nossas limitações é aquilo que a gente precisa. Então, muitas vezes, os nossos sofrimentos, as nossas derrotas servem para nos conduzir ao lugar que nos pertence, ao lugar onde a gente precisa estar. E mesmo as nossos dessores, as nossas dores, às vezes tem uma explicação que a gente não compreende olhando para trás. A gente não compreende olhando pra frente, né? A gente compreende olhando para trás. Eu uso essa pulseria, eu aprendi isso com os indígenas, né? Os índios e anomame usam essa pulseira para proteger, porque eles usam muito arco e flecha, né? Eu uso para proteger o meu pulso, porque eu já quebrei esse pulso, né? Tive que, um dia eu tava fazendo uma caminhada na Hermida Dombosco, caí sem perceber, apoiei no meu pulso e precisei ser levada de emergência para uma cirurgia. E para mim aquilo foi terrível. Eu precisei ficar dois meses afastada do trabalho. Eu precisei ficar, enfim, foi muito ruim. E eu fiquei pensando, por que isso na minha vida? Por que que está acontecendo agora no momento em que as coisas estão vivenciando? Mas presta atenção, foi no meio da pandemia isso em 2020 a gente estava voltando, era outubro de 2020, a gente estava começando a sair das coisas ainda de máscara, ainda com cuidado. E eu tava voltando de onde estava minha família. Minha família mora em João Pessoa porque eu tinha que trabalhar aqui e voltei porque precisava trabalhar despedindo deles lá. tinha passado quase o ano todo lá, desde janeiro, porque eu voltei e veio a pandemia em seguida. E logo que eu quebrei meu braço, eu disse: "Eu não tenho condições de ficar aqui em Brasília sozinho, vou voltar para João Pessoa e ficar onde está minha família". Logo que eu voltei para lá, minha mãe começou a ter um processo de doença muito grave, né, que a gente não tinha descoberto até então. Mas muito, muito rápido minha mãe teve pioras e constantes, sabe? Então ela numa semana

a lá, minha mãe começou a ter um processo de doença muito grave, né, que a gente não tinha descoberto até então. Mas muito, muito rápido minha mãe teve pioras e constantes, sabe? Então ela numa semana que eu tava lá, ela começou a se sentir mal. Na semana seguinte precisou de home car, na semana seguinte precisou ser internada, na semana seguinte foi pra UTI e na semana seguinte ela já nos deixou aqui na nossa nessa vida, né? Eu só pude estar com a minha mãe porque eu tinha quebrado o braço, porque senão eu não teria, foi tão rápido que eu não teria tido condições de acompanhar. Então, graças a eu ter sofrido essa fratura, eu pude estar lá. e acompanhar esses momentos finais, né? Eu tive a felicidade de ser a última pessoa que abraçou minha mãe e a última coisa que eu fiz foi fazer uma prece e dar um passe nela. E aí quando eu terminei de dar fazer a prece e dar o passe nela, sem que eu esperasse, os aparelhos tinham zerado, sabe? E eu agradeço a Deus todos os dias. Isso aqui também além de uma proteção pro meu braço, é uma lembrança do que é a providência divina e do que ela significou para mim nesse momento. Então, toda vez que eu passo por um dissabor, que eu passo por uma dor, que eu passo por um sofrimento, eu me lembro que esse sofrimento pode estar me conduzindo para um lugar que eu ainda não consigo compreender, mas que com certeza tem um significado, tem um sentido. E essa confiança é o que traz a serenidade pra gente. Essa confiança é o que nos impele aí adiante, que faz com que a gente tenha verdadeira fé, a confiança em Deus. Paulo diz na carta aos Hebreus que fé é o fundamento da esperança. É uma certeza a respeito daquilo que não se vê. Às vezes a gente não consegue ver, não consegue enxergar o sentido, o porquê, nem o caminho que está à nossa frente, mas a gente consegue compreender, né, que existe um caminho ali. Se a gente conseguir eh simplesmente acreditar e seguir em frente, agradecer por tudo que acontece e ter forças de caminhar, a gente vai

as a gente consegue compreender, né, que existe um caminho ali. Se a gente conseguir eh simplesmente acreditar e seguir em frente, agradecer por tudo que acontece e ter forças de caminhar, a gente vai perceber, não olhando pra frente, mas olhando para trás o que que sentido que aquilo tinha, né? Então, assim foi com Estevão, assim foi com Paulo, assim foi com Francisco. Eh, Cau Jung, que é um dos grandes psicólogos da humanidade, né? Ele um dia perguntaram para ele numa entrevista se ele acreditava em Deus. E um respondeu simplesmente: "Eu não acredito em Deus. Eu conheço Deus, né? Não era arrogância da parte dele. É porque ele sentia esse Deus poçar tanto no coração dele que era como se ele o conhecesse mesmo. Foi o mesmo que o próprio Paulo disse no fim da vida, na carta da alegria. A última das últimas cartas que Paulo escreveu, que foi a carta a Timóteo, é chamada de carta de da alegria. E não era porque tudo tivesse bem na vida de Paulo. Ele tava preso, ele tava vivendo momentos difíceis, ele estava com a saúde frágil, estava sendo torturado, mas ainda assim ele encontrou com aquela alegria que de quem percebia que nada do que estava lá fora podia perturbar e que aqui dentro ele tinha encontrado equilíbrio. Nessa carta é que ele diz: "Eu vivo, mas já não sou eu quem vive, é Cristo que vive em mim". E essa certeza de que o Cristo vivia nele é o que dava para ele essa serenidade e essa alegria que Estevão ensinou para ele, mas que ele precisou de uma vida inteira para entender. Então essa serenidade e essa alegria de Estevão, de Paulo, de Francisco, é o que a gente pode ter certeza de que não importa o que aconteça, tudo está caminhando para o bem. E eu me lembro de uma música que eu cantava quando eu era jovem, né, que dizia assim: "O nome da música é certeza". E ela diz assim: "Eu trago uma canção dentro do meu coração cheia de alegria, que eu guardava até então e não saía. Não sei se por medo ou melancolia, mas tinha certeza que um dia ela acordaria para fazer todo homem

: "Eu trago uma canção dentro do meu coração cheia de alegria, que eu guardava até então e não saía. Não sei se por medo ou melancolia, mas tinha certeza que um dia ela acordaria para fazer todo homem acordar, cada braço lutar, cada rosto sorrir, para fazer a ciranda girar, cada mão se empenhar em só construir, para fazer você descobrir que as coisas de Deus estão por fazer e que a força não pode e não vai vencer o que tem de acontecer. Então, confiemos em Deus. Mantenhamos a nossa força, a nossa fé, a nossa fidelidade e acreditemos que nada acontece sem uma razão. E assim nada vai nos perturbar. Nada que aconteça fora atingirá o que está aqui dentro. Quando nós tivermos essa serenidade de coração, convido vocês agora para nós agradecermos mais uma vez, agradecermos a Deus por tudo que nós recebemos, pelo frio, pelo calor, pelo dia, pela noite, pela primavera, pelo verão, pelo outono, pelo inverno, pela dor, pela alegria, pela vitória, pela derrota. Diante de tudo, estejamos confiantes e tenhamos certeza de que nada acontece que Deus não veja, que Deus não saiba, que ele não domine e que ele não conheça. E nessa certeza de que como Paulo, como Jung, como Francisco, nós também conhecemos a Deus e Deus nos conhece. E esse Deus que nos conhece vai sempre trabalhar para o nosso bem, para que tudo aconteça para o melhor para nós e para cada um que convive nesse mundo, para toda a natureza, para todas as pessoas, para o nosso planeta e para tantos que existem. Ele cuida de cada um de nós. Então, confiemos, mantenhamos a serenidade e que nada nos perturbe. Que Jesus esteja conosco hoje e sempre. e sobretudo que nós estejamos com ele. Que assim seja. Muito obrigada a todos. Uma boa noite, um feliz Natal, um próspero ano novo e tudo de bom. Estaremos sempre juntos por aqui. Grande abraço. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão [música] espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo [música] os fluidos

jam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão [música] espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo [música] os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, [música] deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir [música] a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, [música] rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos [música] momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. [música] Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada [música] canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para

m [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada [música] canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. [música] Pai nosso que [música] estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues [música] à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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