NO DIA DA INCERTEZA - Carla Daniela PALESTRA ESPÍRITA]
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vibrando [música] luz, buscando a ti, buscando [música] a ti. Obrigado. [canto] A comunhão espírita [música] de Brasília. >> เ Senhor, [música] estou [canto] aqui para agradecer [música] de coração a paz dentro [canto][música] de mim que encontrei na [canto][música] comunhão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza [canto] de viver, doando [música] amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. Boa tarde, sejam bem-vindos aqui a esse espaço da comunhão espírita de Brasília. neste nosso momento da palestra do horário do almoço às 13 horas fisicamente aqui no auditório Bezerra de Menezes, o momento em que normalmente nós cuidamos da alimentação do nosso corpo, que é fundamental. O Cristo sabe da importância disso e revela isso em vários momentos. Entre eles, posso citar dois. Primeiro no Pai Nosso, quando ele nos diz, né, que não multipliquemos as palavras ao orar, atentando para que nós estejamos apenas com o essencial, mas entre essas que registram o essencial, ele faz questão de fazer o pedido pelo pão nosso de cada dia. o pão nosso de cada dia nos dai hoje, mostrando a importância, sim, a compreensão que ele tem da importância de que nós alimentemos, de que nós tenhamos satisfeitas as nossas necessidades, de que a gente peça a Deus pelo pão que nos alimenta, que alimenta o nosso corpo. E lá quando ele fala com os discípulos, falando assim com todos os seus discípulos que ainda viriam, ele diz que nós somos do mundo, nós não somos do mundo, os discípulos, mas estamos no mundo. E precisamos, com reconhecendo com isso, que precisamos viver também de acordo com o que o mundo nos exige, com as necessidades também que o mundo nos impõe satisfazer. Então, precisamos alimentar o nosso corpo, precisamos reter aquilo que é necessário para que a nossa matéria consiga tramitar bem, mas não podemos esquecer do nosso espírito, sobretudo. em outro momento, ele multiplica os pães, vendo que aquelas pessoas que ali estavam, aquela multidão permaneceu com ele durante todo o dia e que
mas não podemos esquecer do nosso espírito, sobretudo. em outro momento, ele multiplica os pães, vendo que aquelas pessoas que ali estavam, aquela multidão permaneceu com ele durante todo o dia e que naturalmente, embora embcidos com os seus ensinamentos, eles estariam famintos, desgastados, exaustos, o mestre pede aos seus discípulos que reúnam tudo o que eles conseguirem encontrar, pois preocupa-se com a necessidade de alimentar aquele povo. E quando eles reúnem apenas dois, dois peixes e cinco pães, ele faz o milagre da multiplicação dos pães e faz com que sobre, com que tenha abundância de recursos materiais ali, reconhecendo também a necessidade de que o nosso corpo seja satisfeito para que a nossa, o nosso espírito também esteja satisfeito. Neste mesmo momento está um dos belíssimos momentos do Evangelho que inspira o livro do qual vou retirar a lição de hoje. Jesus, depois de saciar a fome do povo, depois de que todos estavam saciados e sobravam 12 cestos, ele conclama a que eles se preocupem para além do sustento do corpo, mas que busquem também o pão da alma, o pão da vida. E aí aquelas pessoas saciadas vão se retirando e indo paraas suas casas. Já era o final do dia, afinal de contas. Restam apenas os discípulos. E aí Jesus pergunta a Pedro: "Vocês também irão?" Ao que Pedro responde: "Para onde iríamos, mestre, se só tu tens as palavras de vida eterna?" Então, hoje a nossa lição é do livro Palavras de Vida Eterna. Pois além de nos preocupar justamente e de forma necessária com a alimentação do nosso corpo nesse horário, eh precisamos também nos alimentar com as palavras de vida eterna e com o alimento do espírito. Mas antes de fazer isso, eu convido todos ao maior alimento do espírito, que é a prece, a elevarmos o nosso pensamento a Deus. agradecer por esse dia, agradecer por tudo que recebemos, pela nossa encarnação, pela oportunidade de estarmos aqui, de termos merecido renascer, de viver aqui como encarnados, reescrever a nossa história naquilo que
se dia, agradecer por tudo que recebemos, pela nossa encarnação, pela oportunidade de estarmos aqui, de termos merecido renascer, de viver aqui como encarnados, reescrever a nossa história naquilo que podemos, refazer os nossos laços, reconstruir, transformar os nós em laços. colocar à nossa disposição para trabalhar, fazer aquilo que é necessário para que possamos progredir em nosso caminho rumo à morada divina, rumo à nossa felicidade, a nossa perfeição, a nossa comunhão com Deus. Agradecemos pelo mundo em que habitamos, que apesar dos problemas, apesar das dificuldades, é o jardim do universo. É um belo mundo cheio de plantas, cheio de flores, cheio de animais, cheio de vida com as quais nós somos chamados aqui a coexistir. que nós saibamos valorizar toda essa vida, todos esses presentes que recebemos em todos os dias, desde a luz do sol que nos acorda, a chuva que renova a vida e tudo mais, o cantar dos pássaros, as árvores verdejantes, as flores que perfumam e colorem o nosso dia, os pássaros que cantam, tudo o que é um presente para nós e que às vezes nós nem sequer percebemos também as pessoas que fazem parte da nossa vida, aqueles que vieram conosco para nos auxiliar, os nossos entes queridos, nossos familiares, nossos amigos, aqueles que escolhemos para estar ao nosso lado, também aqueles que ainda nos desafiam, que nos causam preocupações, desafetos e rancores, sentimentos que ainda nos afastam do melhor de nós. Certamente são oportunidades de reajuste e de melhoria de nós mesmos e das pessoas envolvidas, que possamos caminhar também no sentido de amadurecer essas relações, melhorando aquilo que já está bom e procurando refazer aquilo que ainda precisa de cuidado. Também agradecemos aos nossos mentores, em especial a Bezerra de Menezes, o mentor dessa casa, o nosso querido médico que cuida de nós, que trata das doenças, das moléstias do nosso corpo, do nosso espírito, que nos dá os remédios que precisamos, que nos dá os unguentos que aliviam as nossas dores, que tratam as nossas
e cuida de nós, que trata das doenças, das moléstias do nosso corpo, do nosso espírito, que nos dá os remédios que precisamos, que nos dá os unguentos que aliviam as nossas dores, que tratam as nossas feridas e as vitaminas que nos dão força e coragem diante dos desafios da vida. que possamos contar sempre com ele e contar sempre com Jesus, que é o nosso caminho, nossa verdade, nossa vida e que nos conduz até o Pai. Que saibamos conhecer e nos aprimorar no que Cristo nos ensinou, aproximando-nos cada vez mais dele, para que assim possamos nos aproximar cada vez mais de Deus. Que assim seja. E hoje o nosso tema do livro Palavras de Vida Eterna, capítulo 176, é no dia da incerteza. E esse dia da incerteza chega para todos nós, não é mesmo? Nós somos criados para ter certezas, para ter planos, para ter projetos, para viver aquilo que nos é disponibilizado. Quando eu cresci, já havia todo um caminho a ser trilhado. A gente começava cedinho, com 3 anos, eu já tava matriculada na escola, na natação, em outros projetos para que eu fosse me aprimorando. Comecei, aprendi a ler, fui aprendendo no que a gente chamava de primeiro grau. Hoje é ensino fundamental, sempre na expectativa de boas notas, sempre buscando melhor. A gente vai aprendendo cada vez mais. Termina o ensino fundamental, passa pro ensino médio, termina o ensino médio, vai fazer o vestibular, escolhe uma carreira, escolhe um curso, vai buscando tudo isso. Depois que termina o curso, procura emprego, procura um concurso, procura trabalho. Também já vamos procurando resolver a nossa vida afetiva, namorar, noivar, casar, ter filhos. Queremos comprar um apartamento, queremos ter o nosso dinheiro, a nossa estabilidade financeira, a nossa família. Queremos um trabalho, um apartamento, um carro, depois um apartamento maior, um carro melhor, um bairro mais nobre, mas temos um emprego, mas queremos uma promoção no emprego. Temos um concurso, mas queremos um concurso melhor. Depois queremos viajar, queremos fazer e pensamos na vida como
or, um bairro mais nobre, mas temos um emprego, mas queremos uma promoção no emprego. Temos um concurso, mas queremos um concurso melhor. Depois queremos viajar, queremos fazer e pensamos na vida como uma estrada ascendente, uma estrada que naturalmente vai se preenchendo a partir do nosso esforço, a partir do nosso trabalho e a partir daquilo que nós somos capazes de fazer. Então, desde criancinha já nos é passado esse roteiro, que é o roteiro de uma vida estável, de uma vida feliz, segura e que vai nos trazer garantia de sucesso. E será que é mesmo? Será que nós conseguirmos viver esse roteiro ascendente, cumprir a risca esse roteiro nos traz a realização que tanto queremos, que tanto precisamos, que tanto buscamos? Na época em que eu era criança, em que eu fui me estabelecendo como adolescente, como profissional, principalmente na época do meu pai também, eu já fui peguei um processo de transição, a segurança era um valor absoluto, se buscava isso pessoal e socialmente. Então, a pessoa estudava sempre na mesma escola e até o final naquela escola procurava, né, ter iniciar uma carreira. Quando começava assim, terminava o ensino médio, eh, já se buscava um trabalho e uma carreira que já fosse consolidada. E já se sabia que a carreira que se escolhesse naquele momento, o emprego que se escolhesse, o concurso que se passasse, a empresa que se escolhesse para trabalhar era pra vida toda. Então a pessoa entrava num concurso e era aquela vitória, com pouca idade, já se passava num concurso ou já se começava a trabalhar numa empresa e ia ser o emprego pro resto da vida. dali a pessoa só sairia paraa aposentadoria. A pessoa procurava namorar, casar, né, fazer aquele processo de conhecer. E quando se casava também já era pra vida toda. Não tinha dúvidas quanto a isso. A gente conhecia um rapaz, o rapaz conhecia uma moça, namorava, noivava e o casamento era até que a morte o separe. Não havia dúvidas com relação a isso. Então, quando você escolhia alguém, você já tinha para além do amor reconhecido e
conhecia uma moça, namorava, noivava e o casamento era até que a morte o separe. Não havia dúvidas com relação a isso. Então, quando você escolhia alguém, você já tinha para além do amor reconhecido e do companheirismo, você já tinha uma solução pra sua vida. Você já tinha o seu destino, a sua segurança e tudo que precisava. Procurava um bairro, um lugar bom para comprar uma casa. E aquela casa também você podia investir nela, reformar, fazer o jardim, fazer tudo com a sua cara, do seu jeito, porque também seria a casa que veria os seus anos passarem, que veria os filhos crescerem, que conheceria os seus netos e quem sabe até os bisnetos e certamente o leito de onde a gente se despediria do mundo. E a gente já tinha esse destino e essa segurança fixados um pouco limitante, talvez, pra nossa mentalidade de hoje, mas pra mentalidade dos nossos pais, pra mentalidade das pessoas que viviam, era uma segurança plena, era a certeza de que tudo caminharia bem pro resto da vida. Hoje em dia tudo é tão diferente, né? O mundo é tão permeado de incertezas e hoje eu posso estar namorando e casando com o homem da minha vida, aquele que eu escolhi, aquele que é o meu príncipe encantado, que eu acho que é a pessoa que me completa e que com quem eu quero realizar os meus projetos. Daqui a um tempo eu posso ter me desiludido. A pessoa pode ter buscado outro caminho, pode ter escolhido outra pessoa, pode ter outros projetos e eu estarei me despedindo, rompendo um relacionamento, fazendo um divórcio, despedindo-me, preocupando-me com questões financeiras e familiares, com quem ficarão os filhos, como viverão os meus filhos. Hoje eu posso est conseguindo o emprego dos meus sonhos na empresa que eu escolhi, no concurso que eu queria, mas amanhã a empresa pode estar passando por uma reestruturação, aquele cargo que em que eu trabalho pode não estar valendo mais. Amanhã eu posso passar por um problema de saúde e eles acharem que eu sou uma pessoa dispensável. Amanhã o trabalho que eu faço pode simplesmente deixar de existir
rabalho pode não estar valendo mais. Amanhã eu posso passar por um problema de saúde e eles acharem que eu sou uma pessoa dispensável. Amanhã o trabalho que eu faço pode simplesmente deixar de existir diante das novas tecnologias e novos eh conhecimentos que existem. E estou eu aí tendo que repensar e refazer toda a minha carreira. Hoje eu posso estar reunida com minha família, feliz num grande almoço, num churrasco como aqueles que a gente faz, em que a gente se encontra com todo mundo, em que a gente celebra a presença de cada um, em que a gente eh vive a alegria de estar juntos. E daqui a um tempo eu posso estar me despedindo de alguém que parte pro outro lado da vida, que escolhe não estar mais conosco, que faz uma escolha diferente e deixa de permanecer naquele ambiente familiar por razões diferentes que vão de acordo com os interesses daquela pessoa. E como lidar com isso? Como lidar com tanta inseguranças, com tantas perdas? Como lidar com ansiedade de saber que hoje nada é certo, nada é garantido, que nada hoje significa que nós teremos a segurança que um dia já tivemos, talvez de forma ilusória, mas a sensação de segurança que nós tínhamos, que uma vitória hoje é sempre uma vitória parcial, que pode se encontrar com encruzilhada ali na beira do caminho em que haverá caminho diferentes pra gente fazer, que duas pessoas de repente podem escolher caminhos diferentes e mesmo com dor, mesmo com perdas, elas terão que seguir cada um ao seu rumo. Então, as nossas certezas se transformam em incertezas diante da dor, diante da perda, diante da dúvida, diante do não saber o que fazer, diante da pura insegurança de jamais sabermos que estamos bem, que estamos seguros diante dessas necessidades do mundo, que o nosso roteiro definido e seguro hoje é apenas uma possibilidade e é algo que pode sofrer e certamente sofrerá mudanças ao longo do caminho. E é disso que Emanuel fala nessa mensagem. Ele diz que para qualquer um de nós chega o momento de grandes hesitações. Além das
é algo que pode sofrer e certamente sofrerá mudanças ao longo do caminho. E é disso que Emanuel fala nessa mensagem. Ele diz que para qualquer um de nós chega o momento de grandes hesitações. Além das grandes hesitações, de grandes perdas, de grandes despedidas, de grandes dúvidas, de realmente situações que que nos colocam em cheque ali. Eu me lembro de um livro maravilhoso de Haroldo Dutra Dias que se chama A bússola e o leme. Nesse livro ele fala da necessidade de nós termos princípios, de nós termos planos, de nós nos descobrirmos, de nós termos um roteiro paraa nossa vida, de nós nos conhecermos e realmente percebermos o que é importante para nós. Mas ele diz que, apesar de termos um roteiro, de termos uma direção que nós sabemos que queremos seguir, nós devemos ser flexíveis com relação aos meios, ou seja, saber que o nosso plano não é garantido, não é engessado e não está fixado diante de uma prédeterminação. Na doutrina espírita, nós sabemos que não somos. Nós temos um roteiro encarnatório. Nós viemos aqui com trabalhos, com projetos, com tarefas, com missões, mas que essas tarefas não são um plano engessado. Nós não somos meros atores simplesmente vivenciando um papel. Pelo contrário, a cada momento nós estamos trabalhando, estamos fazendo novas escolhas, estamos tendo novas vivências, estamos conhecendo situações novas, pessoas novas, aprendizados novos, vivências novas. Não deixamos de ser quem nós somos. Isso está impresso em nós. Tudo que nós já aprendemos, tudo o que nós vivemos e aquilo que nos interessamos, mas nós somos pessoas que se transformam e nós vivemos também para nos transformar. Essa nossa encarnação é uma oportunidade de transformação, uma oportunidade de nós deixarmos para trás algumas coisas e adquirirmos outras coisas diferentes. Então, essa é a importância de nós conhecermos o nosso ideal, de nós conhecermos quem nós somos, conhecermos o nosso objetivo, conhecermos o nosso guia, mas não sermos inflexíveis em relação àquilo que que virá. Na década de 90, quando eu tava
mos o nosso ideal, de nós conhecermos quem nós somos, conhecermos o nosso objetivo, conhecermos o nosso guia, mas não sermos inflexíveis em relação àquilo que que virá. Na década de 90, quando eu tava ainda começando a estudar, tinha um livro, um livrinho que ficou muito famoso no mundo empresarial, que se chamava eh Quem mexeu no meu queijo. Esse livro era muito interessante. Ele colocava eh quatro personagens, duas pessoas e dois ratinhos, colocando o ratinho como o lado instintivo no sentido mais positivo, né? a gente sempre coloca o instinto como algo negativo, mas nesse caso ele colocava o instinto como algo extremamente positivo. E ele dizia que aqueles quatro personagens se valiam de uma mesma reserva de queijo e eles, aquela reserva realmente era muito grande. Parecia enorme, parecia infinita aquela reserva de queijo. E os seres humanos achavam que colheriam queijo naquela reserva para sempre, que todo o trabalho que eles teriam na vida seria o de ir até lá, pegar o queijo, se alimentar e voltar no dia seguinte para pegar mais. Mas os ratinhos com o instinto, o faro que eles tinham, perceberam que aquela reserva de queijo estava se acabando. Eles farejavam, usavam os sentidos, usavam a inteligência e percebiam que a cada dia estava diminuindo aquela reserva de queijo. Então eles começaram a se preparar, continuavam utilizando aquela reserva que eles gostavam, que era boa, que era prática para ele, mas começaram a visitar outros lugares, a olhar além, a procurar em outras em outros espaços para que eles pudessem já se precaver e buscar outras reservas. De tanto procurar, acabaram encontrando uma reserva maior ainda e começaram a ir até lá. a conhecer, a provar, a saber como era. E chegou um momento em que realmente aquele queijo foi acabando, foi ficando muito escasso, até que se acabou completamente. Quando ele se acabou, aqueles ratinhos simplesmente se transferiram para aquela outra reserva de queijo, que era um pouquinho mais longe, mas de qualidade ainda melhor. E
que se acabou completamente. Quando ele se acabou, aqueles ratinhos simplesmente se transferiram para aquela outra reserva de queijo, que era um pouquinho mais longe, mas de qualidade ainda melhor. E começaram imediatamente eles que já estavam preparados a buscar o queijo lá. Já os seres humanos não conseguiram compreender isso. Em primeiro lugar, eles não perceberam que o queijo estava acabando e pegavam do mesmo jeito, com a mesma vontade, às vezes até com a mesma ganância. O queijo foi acabando, acabando sem que eles percebessem. Até que chegou um dia que não tinha mais queijo. Eles se surpreenderam, ficaram absolutamente estupefatos com aquela falta de queijo e sem saber o que fazer. Durante vários dias. Mesmo não tendo nada lá, eles continuavam indo porque eles achavam, não entendiam o processo, que aquela era uma reserva finita. Talvez eles achassem que o queijo brotava do chão e eles iam achando que no dia seguinte teria queijo e nada e nada e nada. O tempo foi passando, eles foram ficando famintos até que chegou um dia que não suportavam mais e eles precisaram ir em busca. tentaram de uma forma errática, iam para um lugar, iam por outro, estavam fracos, não sabiam o que fazer, choravam, se desesperavam, conseguiram achar uma reserva pequenininha que os alimentou durante um tempo, mas que também acabou e era uma reserva que nem era de tão boa qualidade, mas era o suficiente. E demoraram, sofreram, choraram, até que finalmente eles conseguiram chegar na mesma reserva dos outros ratinhos. mas com muito mais sofrimento, com muito mais dor, com muito mais dificuldade. E aí eles começaram a se alimentar daquela reserva e viveram novamente sem compreender ainda. O livro diz que sem compreender que mais uma vez aquela reserva era finita e que acabaria. E na nossa vida, muitas vezes nós somos assim. Nós não nos preocupamos, nós recebemos e não achamos que precisamos aguçar o nosso faro, compreender o que é que existe ali, compreender o que é aquela reserva, de onde ela vem, como ela vai, de que forma
não nos preocupamos, nós recebemos e não achamos que precisamos aguçar o nosso faro, compreender o que é que existe ali, compreender o que é aquela reserva, de onde ela vem, como ela vai, de que forma nós recebemos aquilo que é nosso. Nós simplesmente usufruímos daquilo que nós achamos que cai do céu e que é um presente para nós. Não temos esse faro aguçado, não temos essa preocupação de buscar aquilo que que nos possa nos nos suprir nas nossas necessidades e mais do que nas nossas necessidades, naquilo que nós buscamos efetivamente como espíritos. E aí eu vou falar uma coisa que eu sempre falo, eu falo nas aulas que eu falo no eu falo todos os dias para mim mesma e falo para as pessoas que eu encontro. Uma coisa que nós jamais podemos esquecer em momento nenhum da nossa vida é que nós somos espíritos. Nós não somos pessoas que têm um espírito, não somos seres carnais que t um espírito. Nós somos um espírito que temporariamente está vivendo aqui nessa terra e passando, como Jesus falou lá naquele discurso que está, como ele falou aos seus discípulos naquele momento após a última ceia, que está em João a partir do capítulo 13, que nós não somos do mundo, mas nós estamos do mundo. Precisamos cuidar de nossa vida, precisamos cuidar de nossas necessidades, viver aqui de nosso conforto, por que não dizer. Joana de Angeles tem um livro, né, O homem Integral, um capítulo que eu gosto muito, que chama O Homem na busca do êxito, dizendo que todos nós buscamos sucesso, todos nós buscamos uma vida melhor, buscamos alegria, buscamos felicidade, buscamos progresso, porque nós estamos submetidos à lei do progresso. Mas o que nós devemos pensar é onde buscamos nossa felicidade, onde buscamos o nosso sucesso, onde buscamos a nossa realização, onde buscamos a nossa alegria. Jesus nos diz no sermão da montanha, no capítulo 6, versículo 33, uma das frases mais famosas de todo o evangelho. Buscai primeiro o reino de Deus e a sua justiça, e tudo o mais vos será acrescentado. E aí ele fala de fé.
ão da montanha, no capítulo 6, versículo 33, uma das frases mais famosas de todo o evangelho. Buscai primeiro o reino de Deus e a sua justiça, e tudo o mais vos será acrescentado. E aí ele fala de fé. E fé tem duas raízes. Fé confiança. E a gente confia a confiança de que nós teremos supridas as nossas necessidades. Mas fé também tem a raiz da fidelidade, ou seja, de nos mantermos fiéis. Porque no dia da incerteza, nós somos visitados pela ansiedade, pelo medo, pela dor. E como nós reagiremos a isso? O medo é uma das principais causas do egoísmo e mesmo da violência. Eu conto a história, né? Quem é mais jovem há mais tempo, como dizia um amigo meu, talvez tenha assistido um filme clássico e muito bom, que se chama o vento levou e conhecida uma personagem que se chama Scarlet Ohara. Scarlet Ohara num determinado momento da vida dela passou fome, teve a dor de sentir fome e no meio daquela dor, ela jurou a si mesma. É uma das frases mais famosas, né? Uma das cenas mais famosas de todo o cinema mundial é Scarlet Ohara no meio da terra de Tara, de mãos abertas, de mãos fechadas, assim, o punho e aquele céu imenso, né? E ela dizendo: "Eu nunca mais passarei fome novamente". E o que ela seria capaz de fazer para não passar fome novamente? qualquer coisa ela seria capaz. E foi no filme, né, desculpem o spoiler, mas o filme é de 1939, vai fazer 100 anos, né? Ela foi capaz de enganar, de trair, de fazer coisas inimagináveis apenas para não passar fome, pelo medo de passar fome. O medo a tornou egoísta, o egoísmo a tornou violenta. Violenta emocionalmente, em determinados momentos, violenta até fisicamente. E nós vivemos com medo. Vivemos na incerteza. A incerteza atrai o medo. É uma das faces dele. Então, a fidelidade e a fé são o oposto do medo. Eles vêm da confiança de que aconteça o que acontecer. Nós seremos atendidos, nós seremos assistidos, nós temos Deus conosco, nós temos Jesus conosco. E se hoje nós passamos por dificuldades, se hoje nós passamos por perdas, se hoje
nteça o que acontecer. Nós seremos atendidos, nós seremos assistidos, nós temos Deus conosco, nós temos Jesus conosco. E se hoje nós passamos por dificuldades, se hoje nós passamos por perdas, se hoje nós nos despedimos daqueles que amamos, seja por circunstâncias da vida, seja por escolha, seja nossa, seja da outra pessoa, nós precisamos saber que nós não estamos sozinhos nisso. nós não estamos desassistidos e que se a gente mantiver a nossa fidelidade, a nossa fidelidade as leis divinas e a tudo aquilo que elas representam na nossa vida, nós seremos atendidos, nós seremos recompensados, talvez não da forma como nós esperamos, talvez não com aquele caminho que nós havíamos traçado, não com o roteiro que eu tinha definido. Por isso o Papa Francisco tem uma frase que eu acho lindíssima também que ele disse, né? Deixe que Deus te surpreenda, porque naquele momento em que a gente tá na nossa maior perda, na nossa dor, na nossa dificuldade, na maior tragédia da nossa vida, é que um novo caminho se abre, é que uma nova estrada se mostra para nós. Quando o caminho que eu tinha traçado está impedido, quando um abismo se fez na minha vida, é que existe um caminho. Eu me lembro de um filme também, um outro filme mais recente da época da minha eh adolescência, que era da série do Indiana Jones, né, o terceiro filme da primeira trilogia, que para mim é o melhor de todos. Tem um momento em que ele justamente é testado na fé. Ele tem que pegar o cálice sagrado. E ele resistia muito a isso. Mas para que ele fosse lá e ele era o único que era capaz, os vilões do filme dão um tiro no pai dele para que ele seja obrigado a ir lá, porque aquele cálice tinha propriedades que curariam o pai dele, fariam ele viver. Então ele não tinha escolha, ele tinha que ir de qualquer maneira. E ele passa por algumas provas e a última das provas é a da fé. Ele sabia que o cálice estava do outro lado de um abismo, mas ele não sabia como chegar lá. Tinha um abismo imenso que não adiantava saltar, não
ssa por algumas provas e a última das provas é a da fé. Ele sabia que o cálice estava do outro lado de um abismo, mas ele não sabia como chegar lá. Tinha um abismo imenso que não adiantava saltar, não adiantava descer, porque não dava nem para ver o fundo, não tinha meios de ele fazer. Aí ele diz, a prova é da fé, né? Então ele simplesmente coloca o pé e se lança. E quando ele se lança, ele percebe que tinha ali um caminho, só que ele não tinha conseguido ver de onde ele estava. Ele joga grãos, joga terra e ele percebe que havia um caminho que já estava pronto e que bastava ele atravessar. Então, na nossa vida, às vezes, o caminho já está ali, a gente não consegue ver, mas é preciso que a gente confie, que a gente dê o primeiro passo. Muitas vezes o caminho precisa ser feito. A jornada do herói fala sobre isso. O primeiro ponto da jornada do herói é aceitar o convite. E a partir do momento em que o herói aceita o convite, tudo mais vai surgindo. Quando ele aceita, ele não tá pronto. Ele não tem ainda os recursos, ele não tem o mentor que é dado, ele não tem os desafios. Tudo isso vai sendo dado para ele no caminho. As armas vão aparecendo na medida em que as lutas vão sendo travadas. Aquele que o ensina vai sendo encontrado no caminho. Só basta que a gente dê os passos. Martin Luther King diz que para subir uma escada, a gente não precisa ver a escada toda, basta que a gente veja o próximo degrau e a gente sobe aquele degrau e vendo esse degrau a gente vê o próximo e do degrau a gente vê o próximo e vendo o próximo e quando a gente menos espera a gente já subiu o a escada toda, né? Tem uma outra passagem que diz, né? uma outra frase que diz que Deus não nos dá árvores, não nos dá frutos, ele nos dá sementes e cabe a nós começar regar e fazer essas sementes crescerem, cuidar delas, porque aí cuidadas, regadas e alimentadas, elas serão os frutos do amanhã. E outra frase diz, né, que a gente pode até saber, contar, abrir um fruto e saber quantas sementes tem dentro de um fruto, mas
orque aí cuidadas, regadas e alimentadas, elas serão os frutos do amanhã. E outra frase diz, né, que a gente pode até saber, contar, abrir um fruto e saber quantas sementes tem dentro de um fruto, mas ninguém nunca saberá quantos frutos tem dentro de uma semente, porque isso depende de nós, depende de como nós trataremos essa semente, do que nós faremos com ela, do como nós alimentaremos e como cuidaremos dela. Talvez aquela semente não dê nenhum fruto. Talvez ela dê milhares. Talvez ela dê muitas outras árvores. Talvez aquela semente seja o início de um grande pomar. E depende de quê? Depende de nós e de muitas outras coisas ao redor, mas depende sobretudo de nós. Se nós não começarmos, certamente nada acontecerá. E por fim, eu quero contar uma história que Jesus falou, né? Na verdade, ele não falou, ele fez, que é a história do amigo dele, de um grande amigo dele, de Lázaro, a ressurreição de Lázaro. Ele, Lázaro, era amigo de infância de Jesus, assim como Marta e Maria, eram três irmãos muito queridos de Jesus. E ele tava na sua peregrinação e foi avisado. Mandaram um mensageiro para avisar, né? Marta e Maria mandaram mensageiro dizendo que Lázaro estava para morrer e que eles queriam muito que Jesus fosse até lá, porque eles sabiam que Jesus tinha o poder de curá-lo, que ele tinha o poder de reverter esse processo. E Jesus disse: "Ainda não é a hora". Chorou porque ele sabia o significado disso, mas disse que ainda não era a hora. continuou com o caminho dele, continuou com a história dele. E aí depois de poucos dias ele recebeu um aviso de que Lázaro havia morrido. E aí ele chorou novamente e disse: "Agora eu vou até lá". foi, deixou o que ele estava fazendo, foi até Lázaro. No caminho, ele encontrou as irmãs que disseram: "Mestre, se você tivesse estado conosco, Lázaro não teria morrido." E ele chorou novamente e disse: "Você sabe disso, né?" né? E ela disse: "Sim, eu tenho confiança nisso." E ele foi até lá, foi até o túmulo, pediu para ser levado até o túmulo e
ro não teria morrido." E ele chorou novamente e disse: "Você sabe disso, né?" né? E ela disse: "Sim, eu tenho confiança nisso." E ele foi até lá, foi até o túmulo, pediu para ser levado até o túmulo e chegando lá pediu que abrissem o túmulo. E abrindo o túmulo, ele deu a ordem para que Lázaro saísse e viesse. E Lázaro, contra todas as expectativas daqueles que estavam ali, saiu com as ataduras e tudo andando e reviveu a vida. Para mim, isso traz uma lição que é para além de vida e morte. é sobre a morte em vida e sobre as mudanças que são necessárias, né? Muitas vezes há coisas que podem ser consertadas, que podem ser curadas temporariamente, mas às vezes a gente precisa morrer para renascer. Às vezes algo em que a gente está precisa acabar, precisa terminar e nascer de novo. Às vezes aquele caminho em que nós estamos não é mais o nosso caminho, não é mais o nosso lugar, não é mais a nossa vida e nós precisamos simplesmente recomeçar. Devemos confiar em Deus, mesmo no dia da noite mais escura, mesmo no dia da maior incerteza, mesmo no dia da maior dor e também no dia da maior vitória. Às vezes aquele caminho que se fecha é para abrir um novo caminho. Às vezes aquela morte em vida é para que a gente possa renascer e reinventar-se, começando de novo a viver em outro rumo, em outro caminho. Confiemos em Deus, pois ele confia em nós. Saibamos dar os próximos passos. Saibamos reinventar a nossa vida, saibamos confiar. Saibamos ter confiança e fidelidade. Buscar primeiro o reino de Deus, confiantes de que seguirmos o caminho do Cristo vai nos trazer felicidade. Temos dificuldades financeiras. Não procuremos o caminho fácil. Não procuremos a desonestidade. Não procuremos a violência. Não procuremos aquilo que reluz, mas não é ouro. Temos uma perda. Não procuremos o medo, o egoísmo, a violência. Temos um alguém nos fez algo de ruim. Não procuremos a vingança. A justiça é prerrogativa de Deus. Devemos deixar a Deus a administração da justiça. Procuremos seguir o nosso caminho com
a violência. Temos um alguém nos fez algo de ruim. Não procuremos a vingança. A justiça é prerrogativa de Deus. Devemos deixar a Deus a administração da justiça. Procuremos seguir o nosso caminho com fé, com confiança e com fidelidade, no dia da incerteza que estejamos com Deus em nossos corações e seremos atendidos. Jamais estaremos sozinhos. Por isso, eu agradeço a Deus por tudo o que recebemos no dia das alegrias, no dia das dores, nos dias das vitórias, no dia das perdas, no dia da vida e no dia da aparente morte. Pedimos que ele jamais nos abandone e ele com certeza nos abandona, não nos abandona. E que nós sejamos capazes de reconhecer a sua presença, de enxergá-lo mesmo na luz mais escura, com a certeza de que se não o vemos, é porque ele nos carrega no colo e nos tem em suas mãos. Que Jesus esteja conosco hoje e sempre e sobretudo que nós estejamos com ele. Que assim seja. Graças a Deus. Muito obrigada a todos e que tenhamos uma excelente vida nos dias das alegrias e também nos dias das incertezas. Muito obrigada. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental [música] e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante [música] o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou [música] até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas [música] e com os
serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre [música] nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada [música] no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a [música] cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão [música] nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa [música] as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música]
amos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos [música] que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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