SEMINÁRIO - MEDIUNIDADE : DESAFIOS E SOLUÇÕES 📱
Lar de Jesus apresenta: SEMINÁRIO - MEDIUNIDADE : DESAFIOS E SOLUÇÕES Com Wellerson Santos
aqui mais próximo, né, pra gente se aconchegar mais, ficar mais fácil de todos participarem. Vamos juntar aqui, fica melhor. Ao invés de ficar todo mundo separado, vamos unir aqui os nossos pensamentos que vai ser bom. Vamos juntar mais aqui o pessoal. Não tem problema ficar no primeiro lugar não, porque eh o povo fica com vergonha. Pode vir, vamos a chegar. Nós vamos dar início à nossa reunião e a Aurora vai abrir aqui o nosso seminário. Boa tarde a todos, queridos irmãos e irmãs aqui presentes. É com imensa alegria e gratidão que nos reunimos hoje para este seminário, momento de aprendizado, reflexão e elevação espiritual. que possamos abrir nossos corações e mentes para as luzes do conhecimento e do amor, permitindo que a mensagem do Cristo e os ensinamentos da doutrina espírita encontre morada em nosso íntimo. Rogamos a espiritualidade maior que nos envolva em vibrações de paz. serenidade e inspiração para que cada palavra que pronunciada seja instrumento de consolo, esclarecimento e esperança. que este encontro seja mais do que um estudo, que seja um passo a mais na nossa jornada de transformação interior e serviço ao próximo. Sejamos todos bem-vindos e que a luz do Mestre Jesus nos acompanhe hoje e sempre. E agradecemos o nosso irmão Willam pela harmonização do nosso ambiente. E em seguida passamos a palavra ao nosso irmão Vander para as considerações gerais. E a prece inicial, né, Vander? >> Bom, vamos agora fechar os nossos olhos. mentalizarmos o divino mestre para que mais uma vez aqui junto de nós possa trazer a cada um de nós a paz, a esperança e principalmente que renove a nossa fé. E Deus, nosso pai criador possa abençoar cada um de nós. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje, Senhor. Perdoa as nossas dívidas, assim como nós devemos perdoar aos nossos devedores. E não nos deixes, Senhor, entregue as tentações, mas
na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje, Senhor. Perdoa as nossas dívidas, assim como nós devemos perdoar aos nossos devedores. E não nos deixes, Senhor, entregue as tentações, mas livra-nos de todo mal. Que assim seja. Bom, vamos dar início à nossa reunião e queria expor aqui só uma questão da condução dos trabalhos para explicar para todos que o Eron é o nosso palestrante e ele vai estar falando conosco aqui durante 1 hora15 e vamos ter um intervalo para nós tomarmos um lanchinho ali para dar uma calibrada na boca paraa gente continuar. E essa segunda etapa nós vamos ter um debate respondendo as perguntas e respostas que a Ivana e a Cíntia irão nos auxiliar neste trabalho. E lembrando que ao final da da nossa reunião, o Wellerson vai estar aqui também eh autografando os livros deles e por muita merecimento, o nosso grande eh companheiro Juliano Fagundes, que também tem alguns livros escritos. E ele para nos trazer uma um uma, como se diz, um mimo aqui. Ele vai sortear oito livros que ele já tem para toda a plateia, tá? Então, esse número que vocês têm, aguardem que no final ele vai fazer esse sorteio aqui e vai eh, como se diz, autografar também os livros dele, tá? A gente agradece muito a participação de todos e todos sejam bem-vindos. Agora a Aurora continua aqui a nossa cerimonial. >> Bom, para ganharmos tempo, né, vamos simplesmente apresentar os nossos convidados, né, a palestra. Em primeiro lugar, nosso palestrante Mor, o Emerson Santos, que é conferencista, médium e escritor espírita, voluntário e divulgador da ONG Fraternidade Sem Fronteiras, que realiza trabalhos humanitários na África e em outros países. tem 40 livros publicados e cuja renda é revertida para instituições de caridade. Por favor, Wellon, se dirija à mesa. A nossa irmã Ivan Raíça é palestrante e trabalhadora espírita. foi a primeira mulher a presidir a FEGO, a Federação Espírita do Estado do Goiás, nos anos de 2013 a 2016 e novamente de 2021 a 2022. atualmente integra o conselho de
estrante e trabalhadora espírita. foi a primeira mulher a presidir a FEGO, a Federação Espírita do Estado do Goiás, nos anos de 2013 a 2016 e novamente de 2021 a 2022. atualmente integra o conselho de administração dessa instituição, participa do conselho editorial da revista espírita Deus conosco, integra o coral vida e luz da irradiação espírita cristã e é vice-presidente da Revivas, que é a rede espírita, escolha viver de prevenção ao suicídio e vice-presidente da Conecta Espiritismo. Por favor, Evânia. Acompanhe. Não, senhora. A senhora vai acompanhar o palestrante para qualquer eventualidade você está aí. [risadas] E temos também a nossa irmã Cíntia Arruda de Castro, coordenadora de mediunidade da Casa Espírita Estudantes do Evangelho e facilitadora de grupos de estudo, trabalhadora do movimento espírita desde 1976 na comunhão espírita de Brasília, tendo-se transferido para Goiânia em 2012, quando ingressou na Casa Espírita Estud estudantes do Evangelho. E meus irmãos, ao término do evento, fazemos faremos o sorteio de 10 livros do nosso irmão Juliano Fagundes. E temos também aqui os livros do nosso palestrante que estão aqui. quem se interessar, ao final se dirija para que seja eh orientado e para que conheçam as obras do nosso irmão, que por sinal são fantásticas, né? Bom, então vamos dar início a nosso evento e a palavra está comerson. Wellerson, pode falar com a gente. Meus queridos amigos, companheiros de Ideal Espírita, prezados internautas que nos acompanham. pelas redes sociais, Oar de Jesus. Boa tarde. Bom, os desencarnados responderam. Boa tarde. >> Muito obrigado. Que as bênçãos de Jesus continuem envolvido os nossos corações em muita paz, em muita harmonia. É uma alegria visitar por primeira vez o lar de Jesus. Espero que seja a primeira de várias outras oportunidades estarmos nessa tarde em reflexões em torno da mediunidade. E antes de nós iniciarmos as nossas considerações a respeito da temática, sempre gostamos de esclarecer que este seminário,
ras oportunidades estarmos nessa tarde em reflexões em torno da mediunidade. E antes de nós iniciarmos as nossas considerações a respeito da temática, sempre gostamos de esclarecer que este seminário, Mediunidade, desafios e soluções é um trabalho que temos realizado por diversas casas espíritas, onde nós somos chamados. Portanto, não é uma encomenda do Vander, nem da Aurora. é um convite a respeito da temática de um trabalho que já estava preparado. Portanto, durante o nosso seminário, nós vamos trazer diversas histórias reais, diversas ponderações a respeito do exercício da mediunidade, que com certeza tocará os nossos corações e qualquer semelhança é mera coincidência. Então, dito isto, nós esperamos que essa tarde possa ser o mais agradável possível na troca das nossas experiências. Conforme foi anunciado, nós faremos essa primeira parte expositiva e depois vamos abrir o espaço para o nosso debate, a nossa roda de conversa em torno do assunto. O benfeitor espiritual Humberto de Campos, também conhecido sob o pseudônimo de irmão X no livro Estante da Vida. Ele tem ocasião de narrar que estava no mundo espiritual quando foi convidado por alguns benfeitores para que ele e Saturnino pudessem vir à Terra auxiliar uma família que estava passando por graves dificuldades. Era uma família constituída de mãe e filha. A filha passava por processos obsessivos e a mãe encontrava-se um tanto quanto desesperada. Dessa forma, irmãos X e Saturnino, ao receberem o convite, foram pesquisar no mundo espiritual acerca da cidade onde elas moravam para saber como poderiam auxiliar. E descobriram na cidade de Médio porte em que elas exidiam, que havia uma casa espírita, a única, com a qual eles podiam contar. buscaram pesquisar nos arquivos espirituais acerca da casa espírita e descobriram que se tratava de uma casa bem pequena, onde haviam poucos trabalhadores, mas em especial havia um médium chamado Alberto Nogueira. era um médium que trabalhava obsessivamente na instituição, buscando realizar o trabalho em favor
m pequena, onde haviam poucos trabalhadores, mas em especial havia um médium chamado Alberto Nogueira. era um médium que trabalhava obsessivamente na instituição, buscando realizar o trabalho em favor dos encarnados e desencarnados. O fato é que naquela pesquisa, irmão X e Saturnino também descobriram que as atividades eram realizadas naquele dia. Era uma quarta-feira, então eles precisavam ser diligentes para o atendimento àquele caso que era muito sério. Ainda no mundo espiritual, nos arquivos à sua frente, chamou atenção de irmão X. Uma carta que estava colocada nos arquivos da Casa Espírita era uma carta endereçada por Alberto Rogueira antes de se reencarnar. Ele no mundo espiritual havia feito uma carta oração endereçada a Deus. E quando irmão X leu, ele foi envolvido pela emoção, porque a carta dizia mais ou menos o seguinte: "Senhor Deus, eu sei o quanto errei e gostaria de pedir nova oportunidade. Gostaria pedir a bênção da reencarnação e queria solicitar que a minha vida pudesse ser marcada. por grandes dores e sofrimentos. Afinal de contas, eu quero depurar os erros que cometi. Gostaria de solicitar para que eu nascesse marcado pela lepra o meu corpo coberto de chagas vivas. Afinal de contas, tive bastante saúde e não soube valorizar. gostaria de solicitar que pudesse nascer numa família muito pobre, sem recursos financeiros, pois quando tive muito dinheiro, também não soube canalizar de forma adequada para o proveito das pessoas que estavam ao meu derredor. gostaria de pedir para que a minha família não me compreendesse, me perseguisse, virasse as costas para mim, a fim de valorizar o afeto daqueles que sempre tive e não soube corresponder. E a carta oração vinha marcada de diversos pedidos feito por Alberto Nogueira. Logo depois do petit oração, vinha a resposta. E a resposta suscinta dizia o seguinte: Deus pede misericórdia e não sacrifício. Tu vais retornar à terra, mas não terás dificuldade com a saúde. Muito antes, pelo contrário, serás muito saudável.
ta. E a resposta suscinta dizia o seguinte: Deus pede misericórdia e não sacrifício. Tu vais retornar à terra, mas não terás dificuldade com a saúde. Muito antes, pelo contrário, serás muito saudável. Não terás problemas financeiros, terás muitos recursos. Não terás uma família incompreensiva. Eles estarão ao seu lado para ajudar naquilo que precisar. O teu único compromisso será com a mediunidade. Aos 30 anos de idade, a sua mediunidade vai ecludir e tu deverás canalizar para o atendimento aos necessitados. Pelo menos 8 horas por semana deverão ser dedicados um trabalho. Você vivenciará a experiência da mediunidade durante 30 anos. dos 30 aos 60 anos de idade, e esse será o seu único compromisso para a sua iluminação interior. Quando irmão X acabou de ler junto com Saturnino aquela oração e a resposta, eles ficaram entusiasmados. Então, logo vieram para a terra para movimentar os recursos. chegaram à casa muito simples, onde vivia a mãe e a filha. A filha transtornada em desequilíbrio, muitas vezes violentava fisicamente a própria mãe. E os benfeitores começaram a envolver aquela senhora em ternura. começaram a apaziguar a influenciação espiritual dos espíritos infelizes. Em determinado momento do dia, a mãe da jovem escutou na sua cabeça aquela voz, aquela voz que sempre escutamos chamada intuição. E ela escutou: "Procure na casa espírita da cidade Alberto Nogueira". É ele quem vai te ajudar. Aquela senhora encheu-se de esperança, programou-se e com muita dificuldade levou a filha à casa espírita, chegando bem mais cedo do horário que a casa abria. Os portões ainda estavam fechados. Ela do lado de fora para a jovem, um tanto quanto aflita. A jovem estava ali influenciada pelos espíritos. Quando chegou o presidente da instituição, ele acolheu a família com muito carinho, chamouas para entrar, assentaram-se à sala, uma pequena saleta para conversar e aquela senhora, debulhada em lágrimas contou a sua história, a da sua filha, dizendo que havia escutado na sua cabeça
o, chamouas para entrar, assentaram-se à sala, uma pequena saleta para conversar e aquela senhora, debulhada em lágrimas contou a sua história, a da sua filha, dizendo que havia escutado na sua cabeça alguém lhe dizer para procurar aquela Casa espírita e Alberto Nogueira. O presidente da instituição abaixou a cabeça e disse: "A nossa casa está de portas abertas para receber a senhora e a sua filha, mas infelizmente Alberto Nogueira não tem vindo mais à nossa instituição. Já há algum tempo ele está afastado. A senhora vê, a nossa casa é bem pequena. Somos poucos trabalhadores. Ele era o único médium sensivo e as nossas reuniões mediúnicas foram suspensas. Se ele estivesse vindo, hoje nós teríamos reunião mediúnica. Como ele não está vindo, estamos tendo apenas o estudo mediúnico com alguns companheiros. Eu lamento muito não poder ajudá-la da forma que era necessário, mas eu convido a senhora para que fique conosco. Nós aplicaremos passes. A senhora pode participar do estudo conosco. Será uma forma da espiritualidade ajudar. Ela começou a chorar em desespero. Irmão X e Saturnino que acompanhavam tudo, eles começaram a se movimentar. Abramos um parêntese. Vejamos que os espíritos não sabem de tudo. Eles fizeram a pesquisa no mundo espiritual, viram o dia da reunião, viram que tinha um médium chamado Alberto Nogueira, mas não sabiam que Alberto Nogueira já não estava indo há algum tempo. Fecha o parêntese. Alberto Nogueira e irmão X se movimentando. Saturnino, irmão X se movimentando para ajudar a senhora e também ajudar Alberto Nogueira, porque seria uma oportunidade para quem sabe ele pudesse retornar. E os benfeitores fizeram uma escolha um pouco inusitada para as nossas casas espíritas, porque irmão X começou a intuir o presidente da instituição para dar o endereço da casa de Alberto Nogueira para que a família pudesse ir até lá. Dizemos que é uma situação inusitada, porque a nossa ficha, a nossa, o nosso endereço, as nossas informações pessoais na casa espírita é de cunho sigiloso.
gueira para que a família pudesse ir até lá. Dizemos que é uma situação inusitada, porque a nossa ficha, a nossa, o nosso endereço, as nossas informações pessoais na casa espírita é de cunho sigiloso. Mas o presidente da instituição entendeu que era uma oportunidade, quem sabe seria um chamamento. Ele anotou no pedaço de papel o endereço pra senhora. Alberto Nogueira morava do outro lado da cidade, na zona nobre. A senhora saiu da casa espírita e foi direto para a casa de Alberto Nogueira. Irmão X é muito detalhista quanto conta suas histórias. Ele diz que eram 20:15 quando na porta da mansão de Alberto Nogueira, aquela senhora chamava insistente, insistentemente. Ela estava chamando ao portão. Ele estava sozinho em casa. A família havia saído, os empregados já tinham ido embora. Ele estava deitado na rede, lendo o jornal, vestido de pijama. Lendo o jornal As notícias da cidade. A senhora insistindo, chamando ao portão. Ele, um tanto quanto revoltado com a situação, foi atender. Abriu a portinhola. Quando viu a senhora desconhecida, ela perguntou: "É aqui que mora Alberto Nogueira?" "É sim, senhora. Eu posso lhe falar? Sou eu, pois não. E abriu o portão. Ela ficou um pouco constrangida. Ele estava de pijama. Então, ela baixou os olhos e, chorando com a filha em movimento ao seu lado, lhe dizia dos seus conflitos, das suas dificuldades, dos problemas obsessivos vivenciados dentro do lar. Alberto Nogueira escutou. Quando ela terminou, ele olhou para ela e disse: "Realmente, durante três longos anos, três longos anos, eu frequentei essa casa espírita que a senhora se refere, mas já há algum tempo me afastei das atividades. A senhora sabe como é. Sou empresário, tenho filhos, uma família para cuidar. Eles dependem de mim. Então eu lamento muito não poder ajudá-la. A senhora faltou ajoelhar-se nos pés dele, mas o Senhor é minha última esperança. Ele segurou a senhora para que ela não se ajoelhasse e disse: "Pare com isso. Eu vou lhe fazer apenas uma pergunta. A senhora conhece alguém que trabalha de
ele, mas o Senhor é minha última esperança. Ele segurou a senhora para que ela não se ajoelhasse e disse: "Pare com isso. Eu vou lhe fazer apenas uma pergunta. A senhora conhece alguém que trabalha de graça?" Ela assustou-se. Não conheço, pois eu conheço o burro. E como eu não sou burro, eu não trabalho de graça para ninguém. A senhora passar muito bem. E fechou o portão à face da senhora. Voltou para a rede, deitou-se e continuou lendo o seu jornal. Irmão X termina a história dizendo: "O homem que havia pedido lepra, o homem que havia pedido miséria, o homem que havia pedido conflitos domésticos, cujo único compromisso era a mediunidade, estava enquadrado em pijama listrado. Muitos de nós estamos com Alberto Nogueira. enquadrados em pijama listrado. Quantos de nós estamos no nosso comodismo? Estamos muitas vezes cada vez mais afastados das atividades da nossa casa espírita, entendendo muitas vezes que o nosso compromisso na casa espírita é apenas com a mediunidade. Quantos médiuns só vem à casa espírita no dia da reunião mediúnica, porque acham que esse é o seu compromisso e não tem uma tarefa, não venha a um estudo, não frequenta uma reunião doutrinária porque não necessitam, estão a serviço dos outros. É preciso nós refletirmos. A mediunidade é oportunidade de trabalho que bate a nossa porta como um convite para o nosso aprendizado e o nosso crescimento espiritual. A benfeitora Maria João de Deus, mãe de Chico Xavier, por meio da mediunidade do próprio filho, ela compara no livro Cartas de uma morta a mediunidade como uma harpa melodiosa, que quando não é tocada, ela enferruja. É preciso estar em movimento. Durante muito tempo, acreditou-se que ser médium era ser privilegiado, era o escolhido por Deus para ser o intermediário do mundo espiritual com o mundo material. No entanto, a doutrina espírita nos ensina que na atual conjuntura em que nós nos encontramos, no atual estágio evolutivo em que nós estamos, a mediunidade para nós é um convite reparador, onde nós estamos trabalhando os recursos
ta nos ensina que na atual conjuntura em que nós nos encontramos, no atual estágio evolutivo em que nós estamos, a mediunidade para nós é um convite reparador, onde nós estamos trabalhando os recursos primeiramente em nosso favor para depois trabalhar em favor daqueles que estão ao nosso der redor. A mediunidade é uma faculdade neutra que não é boa e nem é má. Somos nós, os médiuns, é que vamos dar destino à mediunidade ostensiva que nós possuímos, canalizando de uma forma ou de outra. Para nós espíritas, nós temos o maior tratado acerca deste assunto, que é o livro dos médiuns, o livro basilar trazido por Allan Kardec, que deu dignidade ao exercício da mediunidade, que nos deu diretrizes muito seguras para nós exercermos a faculdade mediúnica com Jesus e com os benfeitores espirituais. de forma a canalizar o bem, a auxiliar a quem quer que seja. Na tarde de hoje, nós vamos trazer algumas considerações em torno das nossas reuniões mediúnicas, do exercício da mediunidade, a fim de podermos analisar interiormente o nosso compromisso, a nossa responsabilidade, a nossa disciplina. Talvez muitas coisas que serão ditas aqui todos nós já sabemos. Mas como pedagogia nos ensina que sempre quando nós escutamos novamente, aprendemos um pouco mais, sempre é bom repetir. Allan Kardec, no livro dos médiuns, ele vai dizer que existem, orientado pelo espírito de verdade, basicamente três tipos de reuniões. reuniões que ele chamou de frívolas, reuniões experimentais e reuniões de estudo. As reuniões frívolvas são aquelas reuniões que não têm comprometimento, que não tem responsabilidade. As reuniões de experimentação eram aquelas realizadas por ele para treinar os médiuns, para testar os médiuns, para comprovar a mediunidade. E as reuniões de estudo seriam aquelas propriamente em que ele recebia as comunicações vindas do mais alto. Logicamente que nós precisamos trazer este conceito para os dias atuais. As reuniões de experimentação seriam hoje as nossas reuniões de educação mediúnica, onde os médiuns
cações vindas do mais alto. Logicamente que nós precisamos trazer este conceito para os dias atuais. As reuniões de experimentação seriam hoje as nossas reuniões de educação mediúnica, onde os médiuns estão despertando, aflorando a mediunidade e ali vão aprender a canalizar esses essas energias. vão aprender a lidar com a comunicação mediúnica, a domar aquela força que chega e muitas vezes temos dificuldades de poder segurar. É na reunião de educação mediúnica que nós aprendemos isso. E as reuniões de estudo seriam hoje as reuniões chamadas de desobsessão, que são as reuniões em que os médiuns, entre aspas, supostamente já estão treinados e que vão exercer a mediunidade de auxílio aos irmãos encarnados e desencarnados. Há muitos médiuns nas reuniões de desobsessão que deveriam voltar para educação mediúnica, porque muitas vezes não colocam em prática aquilo que aprendem, aquilo que estudam. E as reuniões frívolas continuam as reuniões frívolas, aquelas sem responsabilidade, sem compromisso. Por incrível que pareça, em pleno século XX, nós temos muitas casas espíritas que não tem comprometimento com a mediunidade, em que as pessoas se reúnem muitas vezes em torno de uma mesa para exercer a faculdade mediúnica, mas não tem a responsabilidade, não tem a disciplina. Muitas vezes alguns membros nem sabem o que estão fazendo ali. Estão perdidos, estão como que entregues a mercalhões. Nós tivemos uma experiência bastante curiosa em relação a isto. Numa cidade do interior de Minas Gerais, bem próximo de Belo Horizonte, nós sempre realizávamos algumas palestras nessa casa espírita que acontecia aos sábados à tarde. E nós íamos fazer a palestra na casa espírita e muitas vezes no salão tinham cinco pessoas, seis pessoas para poder assistir a palestra. E nós fazíamos tranquilamente o trabalho porque um orador fala para um, fala para 1000, fala para 100, fala para 10. O orador fala: "Se cair no coração de alguém já valeu a pena. que às vezes o auditório está super lotado, mas a mensagem não chega ao coração.
ala para um, fala para 1000, fala para 100, fala para 10. O orador fala: "Se cair no coração de alguém já valeu a pena. que às vezes o auditório está super lotado, mas a mensagem não chega ao coração. O fato é que nós íamos sempre fazer a palestra nessa casa espírita e a presidente dizia assim: "Ah, Wellerson, eu queria tanto que você viesse um dia em nossa reunião mediúnica para poder participar um dia conosco. É muito comum às vezes os médiuns visitarem outras reuniões mediúnicas, porque isso também é aprendizado daquilo que se deve e daquilo que não se deve fazer. E ela nos convidava sempre e nós nunca podíamos por causa da agenda. Neste sábado que nós estávamos fazendo a palestra, ela insistiu um pouco mais, pegamos a agenda e quando fomos olhar, a reunião mediúnica era numa quinta-feira, a data que nós tínhamos, ela arregalou os olhos e disse: "Wellerson, essa é a data do aniversário da nossa casa espírita. Você pode vir?" Disse: "Posso e virei". E nós marcamos o nosso encontro no dia, na quinta-feira, chegamos bem mais cedo, como manda o protocolo das reuniões mediúnicas. Porém, a casa espírita deles é bem pequena, não é como o lar de Jesus, cheias de dependências. Isso é muito bom. Preciso nós valorizarmos a casa que temos. Nessa casa espírita que nós estamos nos referindo, todas as reuniões acontecem no mesmo espaço. A reunião doutrinária, a reunião mediúnica, a evangelização infantil, o atendimento aos assistidos, logicamente que em dias diferentes. Então nós chegamos, era o dia da reunião mediúnica e aí quando nós chegamos, ela estava arrumando o local para a reunião, colocando as cadeiras em círculo e nós cumprimentamos. Perguntei se queria que ajudasse, ela disse que não. Assentamos e entrei em oração, me preparando pro trabalho. Afinal de contas, fui convidado para isso. De olhos fechados, não percebi as pessoas chegando, mas escutava o burburinho as conversas. Daí a pouco sentou uma senhora do meu lado. Ela colocou a mão na minha perna e disse assim: "É a primeira vez que você
echados, não percebi as pessoas chegando, mas escutava o burburinho as conversas. Daí a pouco sentou uma senhora do meu lado. Ela colocou a mão na minha perna e disse assim: "É a primeira vez que você vem aqui?" Eu olhei para ela e disse: "Hoje, quinta-feira, é, já estive aqui aos sábados". Ela disse: "É a minha primeira vez. Dizem que vai vir um médium extraordinário de Belo Horizonte para dar comunicações. Eu disse: "É mesmo? Quem é o Wellerson Santos? Só não desmaiei porque não tive tempo. Eu olhei para ela assustado, falei assim: "Não é possível". Pensei, não me identifiquei, é lógico. Levante-me e fui falar com a presidente da Casa Espírita que quando eu vi o salão tinham 22 pessoas. Cheguei para ela, fiz desesentendido e falei: "Fulana, você podia ter me avisado, hoje é aniversário da casa espírita. você queria era uma palestra, não era reunião mediúnica. Ela regalou os olhos. Não, é a reunião mediúnica. Eu disse, mas tem 22 pessoas. Ela disse: "Vai chegar mais em torno de 35". Eu disse: "Mas 35 pessoas na reunião mediúnica. Ah, que o povo adora fenômeno. E o povo veio pra reunião, pro estudo cinco pessoas, mas pra reunião mediúnica, 35. Meus amigos, que que ia fazer? Embora não tinha como. Fiquei a reunião. Não há mesa que caiba 35 pessoas. Então ela coloca a mesa à frente e faz o círculo em volta da mesa. Todos assentados. Me colocou no lugar de destaque à mesa, outros médiuns. E começou a reunião. Meus amigos, a primeira comunicação veio através de uma médio que estava no meio das pessoas assentadas. Quando o espírito começou a falar, uma que estava do outro lado é fulano. Tem certeza? Tá acompanhando o ciclano, viu? Tenho certeza que é. A outra com olho arregalado de quem é? Creio em Deus, Pai, Deus do céu. E a reunião foi prosseguindo. Em determinado instante da reunião, nós entramos em transe e psicografamos uma mensagem do benfeitor espiritual Frit Shiny. Ao final nós lemos, era uma mensagem falando do compromisso mediúnico. Resultado, nunca mais fomos chamados
ião, nós entramos em transe e psicografamos uma mensagem do benfeitor espiritual Frit Shiny. Ao final nós lemos, era uma mensagem falando do compromisso mediúnico. Resultado, nunca mais fomos chamados para voltar à casa espírita. É o direito que cada um tem. Porque cada um responde pelo trabalho que realiza. E nós contamos essa experiência não é para ridicularizar a quem quer que seja, é apenas para podermos analisar como é que muitas vezes nós nos reunimos sem o compromisso, sem a responsabilidade. Porque não nos enganemos, a mediunidade ela é revestida de uma suposta facilidade, porque os espíritos eles estão por toda parte. Eu asseguro que onde nós nos reunirmos há espíritos. Onde nós nos propormos a fazer uma reunião mediúnica, vai ter comunicações. Se nós fizermos na nossa casa, se nós fizermos um cemitério, se nós formos no bar da esquina para fazer uma reunião mediúnica, vão manifestar espíritos. Na casa espírita é preciso saber qual a qualidade de espíritos que vão se manifestar, mas eles vão se manifestar. E qual é o teor daquela reunião? o compromisso daqueles que estão ali juntos para aquele mistério. A mediunidade é uma sintonia e uma afinidade que nós criamos com o mundo espiritual. Durante muito tempo, nós tivemos dificuldades para entender o que era sintonia e afinidade. E um dia o benfeitor espiritual Fried Shine, que nos acompanha, ele nos explicou de uma forma muito didática e disse assim: "Meu filho, quando nós entramos dentro do carro ou quando na sua casa você liga o rádio, o rádio está tocando certa programação. Pode ser uma música sertaneja, uma música clássica, um rock nacional, pode ser notícia, pode ser diversos estilos musicais. Existem algumas rádios que tocam alguns estilos musicais únicos, uma rádio que só toca sertanejo, uma rádio que só toca música clássica. Se quando nós ligamos o rádio está no sertanejo e nós gostamos de música clássica, o que que nós fazemos? Mudamos de sintonia e sintonizamos com a rádio que toca música clássica.
toca música clássica. Se quando nós ligamos o rádio está no sertanejo e nós gostamos de música clássica, o que que nós fazemos? Mudamos de sintonia e sintonizamos com a rádio que toca música clássica. Mas quando nós entramos no carro e quando nós ligamos em casa a rádio, nós sempre queremos sintonizar nesta rádio, porque é com ela que nós temos afinidade. E aí nós entendemos que a sintonia é assim que acontece. Nós vamos criando sintonias ora com os espíritos menos felizes, ora com os benfeitores espirituais. O ideal que a nossa afinidade se firmasse com os benfeitores, criando campo para auxílio aos espíritos mais necessitados. Allan Kardec também orienta no livro dos médiuns que o nosso grupo mediúnico deve ser um grupo pequeno. Quanto maior o grupo, maior dificuldade. Onde há criaturas humanas, há problemas. Há dificuldades porque cada um de nós somos uma individualidade, mas o nosso grupo mediúnico, nós precisamos criar o elo de afinidades e principalmente de amizade. Na nossa reunião mediúnica em Belo Horizonte, nós temos uma mensagem psicografada que se chama Amizade e companheirismo. O benfeitor Freinhe escreve que no nosso grupo mediúnico não cabe coleguismo. Colegas nós temos no trabalho, colegas nós temos de lazer. Dentro da nossa casa espírita, nós precisamos ter amigos. Amigos com os quais nós podemos contar. Porque imagine, nós já somos tão perseguidos lá fora termos dificuldades dentro da nossa instituição religiosa. Kardec profetizou que os maiores inimigos dos espíritas seriam os próprios espíritas, uns se levantando contra os outros. Então, no nosso grupo mediúnico, nós precisamos ter esse elo de amizade para podermos pontuar, falar aquilo que realmente precisa ser dito. Nossa, mas se eu falar isso para fulano, nunca mais ela volta aqui. O problema é dela, se ela não voltar. Mas precisa ser dito. Há maneiras e maneiras de se dizer. Está lá em o Evangelho Segundo Espiritismo. Teve um problema com seu irmão, chame-o em particular para conversar. O problema persistiu, chama o grupo
cisa ser dito. Há maneiras e maneiras de se dizer. Está lá em o Evangelho Segundo Espiritismo. Teve um problema com seu irmão, chame-o em particular para conversar. O problema persistiu, chama o grupo envolvido. O problema persistiu, chame a igreja para poder decidir. Mas o que que nós fazemos? Cham igreja primeiro e o indivíduo nem sabe. Quando termina a reunião, já dentro do carro, nós ligamos pro nosso melhor amigo. Você viu hoje na reunião fulano não tem jeito mesmo. Toda vez é daquele jeito. Quem é que vai falar com ele? E todos falam às costas e a pessoa envolvida fica sem saber. Então é preciso ter a ombridade para dizer. É por isso que as reuniões mediúnicas é imprescindível ter avaliações. No grupo Sheila, onde nós frequentamos em Belo Horizonte, essa avaliação acontece de três em três meses, onde é suspensa a reunião e durante todo o período da reunião é feita uma análise de todo o intercâmbio mediúnico dos médiuns ensivos, dialogadores e vibracionais. Cada casa tem o seu cronograma de trabalho, mas é muito importante que essa avaliação seja feita, porque existe aquela avaliação de final de reunião, que é muito rápida, pontual, as pessoas são doidas para ir embora para casa, mas a reunião realmente de análise do encontro precisa ser feita e os membros terem a coragem de dizer, porque não dizem nas costas Por que não dizer na hora que precisa? Nas reuniões de avaliação, as pessoas dizem assim: "Nossa, nossa reunião tá maravilhosa, é uma afinidade incrível. E os estudos, nossa, tô adorando os estudos. Não, fulano de tal dialoga muito bem. A mediunidade de ciclana é muito segura. A reunião de avaliação não é para isso. Runião de avaliação é para levantar, é claro, os pontos positivos, mas principalmente para nós encontrarmos o ponto que precisa ser alterado, modificado, melhorado para que o grupo pode possa crescer. Eu tenho certeza que aqui em Goiânia, isso acontece só lá nas Minas Gerais, não existe milindre, mas médium quase não é milindroso. Qualquer coisa
icado, melhorado para que o grupo pode possa crescer. Eu tenho certeza que aqui em Goiânia, isso acontece só lá nas Minas Gerais, não existe milindre, mas médium quase não é milindroso. Qualquer coisa que fala, eu vou sair. Nunca mais eu volto aqui. Vou para outra casa que vai me acolher muito bem. Como se nós fôssemos imprescindíveis, que a nossa ausência vai fazer muita falta. É preciso nós entendermos que somos nós os beneficiados, não são os outros. Se nós sairmos, o problema é nosso, porque o trabalho vai continuar conosco ou sem conosco, com a nossa presença ou sem a nossa presença. Alberto Nogueira saiu da sua reunião. A reunião mediúnica ostensiva não ocorria porque não haviam médiuns ostensivos, mas o trabalho continuou e com certeza de alguma forma a espiritualidade atendia. Qualquer membro da nossa reunião que está em desajuste, em desequilíbrio, desequilibra todo grupo. Porque o nosso grupo mediúnico é como uma corrente, onde os elos estão entrelaçados. Se um elo está quebrado, a dificuldade da reunião está posta. É por isso que cada um de nós, em qualquer posição que nós estejamos, precisamos estar conscientes da nossa tarefa. Qual é o nosso compromisso mediúnico naquele trabalho? É muito curioso porque há muitos médiuns vibracionais que dizem assim: "Eu sou como uma pedra. Não vejo, não ouço, não sinto, não sei o que tô fazendo aqui na reunião mediúnica, está totalmente perdido, porque um médium vibracional é tão ou mais importante que um médium ostensivo, porque o médium vibracional é aquele que sustenta o trabalho. Por isso, a recomendação de que a mesa se assente um médium sensivo, o médium vibracional, um médium sensivo, médium vibracional, porque no momento da comunicação mediúnica, o médio vibracional é que vai vibrar, é que vai dar a sustentação ao médium para a comunicação, já que o dialogador ele está envolvido com a comunicação, precisa ter alguém que auxilie naquele processo. Mas se o médio vibracional do lado está pensando na morte da bezerra, está
ara a comunicação, já que o dialogador ele está envolvido com a comunicação, precisa ter alguém que auxilie naquele processo. Mas se o médio vibracional do lado está pensando na morte da bezerra, está pensando no problema de casa, no problema com chefe, está pensando que espírito que é aquele que está comunicando, de quem que é aquele espírito que está se comunicando, com certeza não trará sustento algum. E quando o médium vibracional dorme, tem até os que ressonam na reunião, mas tem uma desculpa maravilhosa. Estão em desdobramento espiritual. Mentira. Ninguém desdobre espiritualmente na reunião mediúnica, dormindo, ressonando. Desdobramento espiritual na reunião mediúnica acontece muitas vezes, mas se de forma consciente o médium é levado pelos benfeitores ao local, ajuda a trazer o espírito comunicante e relata com riqueza de detalhes. Não é dormir e ficar roncando do lado do outro, porque isso gera desequilíbrio na reunião, traz muitas dificuldades. Wellerson, mas é muito difícil ficar em silêncio. 1 hora, 1 hora:15, porque o védio vibracional fica em silêncio. A nossa mente é como uma capa que pula de galho em galho. Nós não temos poder de concentração. Por exemplo, nós estamos aqui no seminário. Muita gente tá pensando assim: "Que hora que esse orador vai acabar de falar?" Embora sabendo que é 1 hora:15, mas você fica questionando. 1 hora:15 parece que é 3 horas, o tempo não passa por causa da nossa mente. Está aqui, mas tá pensando que vai fazer segunda-feira no serviço. Hoje é sábado, vamos curtir o final de semana, mas a pessoa fica com a mente tribulada. Então, o médio vibracional precisa desenvolver técnicas para manter a vibração, mudar o pensamento, cantar mentalmente melodias espíritas, naturalmente, orar, criar imagens mentais de lugares que gosta, uma praia, um jardim, uma montanha, o céu azul e vai modificando o pensamento. Quando vê que a mente está escapando, volte. Nada do védio vibracional fica prestando atenção no diálogo. E dialogador diz uma coisa e o
ardim, uma montanha, o céu azul e vai modificando o pensamento. Quando vê que a mente está escapando, volte. Nada do védio vibracional fica prestando atenção no diálogo. E dialogador diz uma coisa e o médium vibracional pensa assim: "Eu não falaria isso. Tá indo pro caminho errado. Será que não tá percebendo o que que o espírito tá vivendo? Ao invés de contribuir, tá atrapalhando, dificultando ainda mais. Se o dialogador está com dificuldade no diálogo, vamos vibrar para auxiliar. E quando o espírito é mais remitente, nervoso, faz ameaças e o médio vibracional fica com medo, fica com medo do espírito, cria mais força para ele. É preciso ter o entendimento. Daí a necessidade do estudo. É muito importante nós estudarmos, porque o estudo nos dá condições de vivenciar bem a nossa tarefa, aquilo que nós nos propomos a realizar. Então, o médio vibracional ele tem grande responsabilidade na tarefa. Também os médiuns ostensivos. Nós temos o compromisso primeiro de filtrar a comunicação. Espírito não diz tudo o que quer na nossa reunião. É preciso nós filtrarmos. Logicamente que não é também trazer a nossa impressão somente, é preciso deixar que o espírito extravaze, mas evitar palavras de baixo calão que firam pessoas, trazer a personalidade do espírito, mas comedimento, porque a nossa educação educa o espírito. O espírito chega nervoso querendo se comunicar. E a disciplina na reunião, a maioria das reuniões, não sei aqui no Lar de Jesus, mas a maioria das reuniões mediúnicas, elas não são em comunicações simultâneas, são comunicações individuais. Aqui é simultâneo comunicações individuais. Então o médium está sentindo a presença do espírito, o outro médio está dando a passividade. É preciso esperar. E essa espera já é uma educação, a educação pro espírito, para ele domar o seu ímpeto, para ele saber esperar que tem momento para tudo. Então nós já começamos realizar o trabalho antes mesmo do dialogador. Agora, se o médium mexe para cá, mexe para lá, abre boca, se retorce
seu ímpeto, para ele saber esperar que tem momento para tudo. Então nós já começamos realizar o trabalho antes mesmo do dialogador. Agora, se o médium mexe para cá, mexe para lá, abre boca, se retorce na cadeira para poder mostrar pro outro que já chegou a sua hora, ele está dando mais força pro espírito, trazendo mais conflito pro espírito que o espírito já tem. Então, é preciso nós entendermos a nossa parte nesse processo. E mesmo os médiuns inconscientes, que são aqueles que não se recordam da comunicação depois que deram. Mas quando estão dando a comunicação, eles estão conscientes. Porque imaginem, um médium inconsciente, o espírito faria o que quisesse. Podia até matar alguém, o outro não ia ter responsabilidade. O médium é inconsciente porque não se recorda, mas na hora ele está apto a controlar a comunicação para que o espírito ele possa receber o auxílio necessário. Então o médium ele tem um papel preponderante nesse processo do diálogo, auxiliando o dialogador também com a sua mente. Uma das questões muito presentes no nosso movimento espírita em torno do médium sensivo e principalmente daqueles que estão iniciando o trabalho é a insegurança mediúnica. Até nós que somos médiuns já há mais tempo, às vezes vem aquela dúvida, será que realmente é uma comunicação? Será que não é coisa da minha cabeça? A insegurança mediúnica, ela gera muitas dificuldades porque já vai quebrando a sintonia. Se o médium duvida da sua própria mediunidade, quem é que vai confiar? As pessoas podem e devem duvidar. Nós não, nós precisamos estar firmes e seguros da nossa faculdade mediúnica para nós oferecermos condições. Então, o médio precisa entregar-se pro trabalho. E essa segurança mediúnica, ela se adquire é com o tempo. É quando nós analisamos a própria comunicação. A nossa comunicação foi planejada. Nós viemos à nossa casa pensando, hoje eu vou falar isso, vou falar isso, vou falar aquilo outro. Hoje o espírito que vai manifestar vai falar de fulano, de tal. Se estiver assim, com certeza é
ejada. Nós viemos à nossa casa pensando, hoje eu vou falar isso, vou falar isso, vou falar aquilo outro. Hoje o espírito que vai manifestar vai falar de fulano, de tal. Se estiver assim, com certeza é animismo ou mistificação. Mas se nós estamos na reunião mediúnica, acontece uma comunicação com uma história, com início, meio e fim, como é que isso não pode ser uma realidade? Então, é preciso que nós tenhamos este entendimento para que o nosso exercício mediúnico seja feito com mais segurança. O animismo está presente em todas as comunicações mediúnicas. Não existe comunicação mediúnica sem animismo. Logicamente que alguns médiuns têm mais quantidade, outros em menos, por animismo vem da alma. É a contribuição que o médium traz para a comunicação. Não há como um espírito se apoar do nosso corpo para se comunicar. Os espíritos se ligam mentalmente a nós e transferem as informações. E nós trazemos com as nossas marcas, trazemos com as nossas tintas. É muito natural. Chico Xavier, ele já dizia isso à sua época, o maior médium de todos os tempos, dizia que em muitas comunicações haviam marcas suas naquelas comunicações. Imaginemos nós que estamos na jornada. Então é natural ter a faculdade anímica presente no exercício mediúnico. A mistificação é outra coisa, porque muita gente confunde animismo com mistificação. São duas coisas distintas. Animismo é a contribuição do médium na comunicação junto do espírito. Mistificação é o médium trazendo uma mensagem inexistente ou então um espírito que se passa por outro. E isso nós vamos avaliar através do conteúdo da mensagem, principalmente no que diz respeito à comunicação dos benfeitores espirituais. Porque quando o benfeitor se comunica na nossa reunião mediúnica, a primeira coisa que a gente quer saber é o nome, descobrir quem é. O espírito tá falando e a gente tá pensando quem é que será? Será que é Bezerra? Será que é a Sheila? Será que é quem que está se comunicando? Aí o espírito no final falou o nome, ohó, é fulano de tal que veio da nossa
ndo e a gente tá pensando quem é que será? Será que é Bezerra? Será que é a Sheila? Será que é quem que está se comunicando? Aí o espírito no final falou o nome, ohó, é fulano de tal que veio da nossa reunião. E o que que ele disse? Ninguém sabe que tava tão preocupado com o nome que não percebeu o conteúdo. O conteúdo é o mais importante. Nomes podem ser dados. É preciso que nós analisemos a mensagem, o teor dela. Já dizia João, nem todos os espíritos eles são de Deus. E no nosso trabalho mediúnico, além do médium vibracional, do médium sensivo, nós temos também o dialogador. O dialogador, ele também tem um papel muito importante no processo da nossa reunião, porque ele que vai intermediar, ele que vai conversar com os espíritos que chegam. Durante muito tempo, no nosso movimento espírita, o dialogador foi chamado de doutrinador. E essa palavra já foi modificada já há algum tempo pela Federação Espírita Brasileira, porque doutrinar é uma palavra que nós precisamos evitar, porque nós não doutrinamos a nós mesmos, como é que vamos doutrinar os outros? é um diálogo fraternal com bases no evangelho e também no espiritismo. Não é uma consulta terapêutica do consultório que nós fazemos, mas é uma conversa de auxílio, de acolhimento àquele que chega. É muito importante que nós percebamos isso para que o dialogador não tenha a pretensão de modificar o espírito. Às vezes o espírito se comunica, é um espírito vinculado a alguém há séculos, em 10 minutos o dialogador quer resolver o problema do espírito, quer ter a pretensão de fazer com que ele perdoe, com que ele deixe de seguir aquela pessoa, porque nós temos ainda a ideia de que o espírito que se comunica que é o algóz, é ele o perseguidor, é ele o obcessor. Mas a verdade, quem é o perseguidor é o perseguido, porque o espírito que chega está sofrido, está doente. O ódio é o amor doente. Ele se sente no direito de perseguir, porque ele foi perseguido. E quando nós entendemos isso, o nosso auxílio se torna muito mais direto. A
ue chega está sofrido, está doente. O ódio é o amor doente. Ele se sente no direito de perseguir, porque ele foi perseguido. E quando nós entendemos isso, o nosso auxílio se torna muito mais direto. A reunião mediúnica, ela existe para que se dê o choque anímico para o início do trabalho. Aqui se inicia no mundo espiritual que prossegue. A doutrina espírita surgiu em 1857. Antes disso, não tinha atendimento desobessivo a retirar Jesus, que foi o maior médium que existiu. Será que não existiam atendimentos aos espíritos necessitados? Como é que fazia antes de Kardec? Então é muita pretensão nossa. A reunião mediúnica é para abrir espaço para que espíritos vinculados ao ódio, vinculados ao mal, ignorantes, que às vezes nem sabe que desencarnaram, que se encontram no mundo espiritual envolvidos por situações são diversas, possa ter a oportunidade de perceber a sua realidade. Porque quando dá o choque anímico, quando ele se comunica através do médium, ele fica mais materializado. E agora tem a escuta através do ouvido do médium e ele abre campo para que a espiritualidade possa ajudar. Então o dialogador ele faz apenas esse intermédio para que a espiritualidade possa colher, levar ao mundo espiritual, possa auxiliar. O dialogador precisa ter carinho para com os espíritos. Mas precisa também ter a palavra firme quando for necessário. Não adianta ficar falando: "Meu irmãozinho, seja bem-vindo". Com espírito que já disse que não é seu irmão. É sim. Quer queira, não queira, você é meu irmão. Somos filhos de Deus e vamos ficar debatendo com o espírito. É preciso nós escutarmos. O dialogador escuta depois que fala. Tem dialogador quer falar mais que o espírito. O espírito tá ali para poder falar, para colocar para fora o seu conflito, as suas dificuldades, os seus problemas. E chega um momento em que o espírito está falando que ele começa a repetir. Toda comunicação mediúnica é assim, ele fala, fala, fala, fala, daí a pouco ele começa a repetir porque o seu problema já foi dito. E o dialogador
que o espírito está falando que ele começa a repetir. Toda comunicação mediúnica é assim, ele fala, fala, fala, fala, daí a pouco ele começa a repetir porque o seu problema já foi dito. E o dialogador precisa ter a perspicácia de perceber onde está o problema. ali a chave para o diálogo e então ele entra na conversa. Mas primeiro ele precisa entender que o espírito nem começou a falar, o dialogador já tá falando, nem sabe qual é o problema do espírito, já quer atendê-lo. Como é que atende sem saber qual é o dificuldade, qual é o problema que está vivenciando o espírito. O dialogador também é que controla o tempo, porque o médium ele está em trans. Então o dialogador que controla. Manuel Filomeno de Miranda, através da mediunidade de Valdo Franco, diz que a comunicação mediúnica produtiva, ela gira em torno de 8 a no máximo 12, 15 minutos. Varia de espírito para espírito, porque também não é a quantidade de espíritos que estão sendo atendidos. Às vezes a gente fica naquela ânsia de terminar logo a comunicação, porque tem muitos espíritos para se comunicar. Os benfeitores sabem do da nossa necessidade. A programação não é nossa, é dos benfeitores que já programaram muito antes que nós chegássemos. Então eles já sabem qual será o trabalho, não é a quantidade, a qualidade com que é feito. Então o dialogador ele precisa ficar atento ao tempo para que aquela conversa não se torne improdutiva. Daí a pouco fica rodando, rodando, rodando no mesmo assunto. Então, terminou o atendimento, encaminha o espírito, peça aos benfeitores para levá-lo ao mundo espiritual para o tratamento, para o aprendizado, para um diálogo mais direto, a fim de que possa auxiliar da melhor forma possível. O dialogador precisa ter paciência, sensibilidade, tato para poder conversar com o espírito e precisa também ter energia quando precisar. Não é bom que o dialogador seja médium ostensivo de psicofonia ou de psicografia, porque pode haver interferências. Se o dialogador for vidente ou for audiente, isso auxiliará bastante no
do precisar. Não é bom que o dialogador seja médium ostensivo de psicofonia ou de psicografia, porque pode haver interferências. Se o dialogador for vidente ou for audiente, isso auxiliará bastante no trabalho. Mas como psicofônico, ele deve se abster de fazer o diálogo, porque durante uma comunicação estando o dialogador, não estando bem naquele dia, ele pode abrir espaço para que haja interferências espirituais a fim de atrapalhar aquela atividade. e estando o dialogador mais neutro possível, melhor as movimentações à nossa reunião mediúnica, somente do dialogador que se levanta, aproxima-se do médium sem tocá-lo para poder dialogar com o espírito, quando houver a necessidade do passe dispersivo, que não precisa ser dado em todas as comunicações, somente quando o médium sente necessidade, quando ele retorna consciência objetiva e percebe que não está conseguindo se sustentar, então ele pode sinalizar, pedir um passe. O dialogador ou dirigente da reunião apontará um médium passista para dar o passe dispersivo, discreto, em silêncio, porque se torna um hábito. Às vezes, todas as vezes que o médium sensível da comunicações, quer tomar passe e dispersa toda a energia que foi criada. Porque se tiver um outro espírito que vai se comunicar através daquele médium com com passe dispersivo, ele destrói todos os elos que foram criados da comunicação. Então é só em último caso, quando realmente estiver numa condição insustentável para o médium sensivo, pedirá o passe para a equipe de trabalho. para as nossas reuniões mediúnicas. Há uma orientação infalível que foi dada pelo benfeitor espiritual Emanuel ao médium Chico Xavier. São três palavrinhas que ninguém conhece no nosso movimento espírita, bem básicas e bem fácil de ser vivida. Disciplina, disciplina, disciplina. Essa todo mundo sabe de cor, né? Mas será, será que nós vivenciamos? Nesse dia na beira do açud, Chico Xavier estava com 17 anos de idade. Aquela cruz luminosa se abriu. Todos nós sabemos a história, inclusive contada no filme
r, né? Mas será, será que nós vivenciamos? Nesse dia na beira do açud, Chico Xavier estava com 17 anos de idade. Aquela cruz luminosa se abriu. Todos nós sabemos a história, inclusive contada no filme Emânio aparece, convida Chico a trabalhar e servir na mediunidade. Só se os bons espíritos estiverem comigo, nós estaremos. Mas os três pontos básicos de trabalho que nós já dissemos, mas neste dia Emio traz uma outra orientação pro Chico, pouco comentada no nosso movimento espírita de grande importância. Emânel disse assim pro Chico: "Agora vá e estude Jesus e Kardec, porque se algum dia eu, Emanuel, escrever por suas mãos ou falar por sua boca, qualquer coisa que estiver contra Jesus e Kardec, me deixe de lado para poder ficar com eles." Para um benfeitor dizer isso, tem que ter muita consciência do trabalho que está realizando. Então, é muito importante que nós relembremos isso, que o nosso trabalho mediúnico, sendo espíritas que somos, é baseado em Jesus e Kardec. Qualquer coisa que difira disso pode ter certeza. écrireismos da nossa mente. Há muita gente dizendo, não quero, queremos criar polêmicas, apenas levantando a questão para a nossa análise. Muita gente dizendo que Kardec está ultrapassado. Kardec nunca esteve tão presente no nosso movimento espírita, tão presente na sociedade, tão presente nos assuntos concernentes a aos princípios que nós estudamos, porque ele nos traz bases muito seguras, porque a espiritualidade nos apresenta com a codificação a mensagem divina. E a mensagem divina é imutável. É óbvio que existem coisas trazidas pelos benfeitores espirituais e por Kardec época que se modificaram em algumas questões. Era século XIX, hoje nós somos século XX. Tecnologias modificaram, alguns assuntos precisam ser adequados, mas isso não quer dizer que está ultrapassado. Isso quer dizer que nós precisamos abrir a nossa mente na fé raciocinada para o entendimento dos postulados. trazidos pelos espíritos. Há algumas questões que parecem muito banais no exercício mediúnico, mas que
izer que nós precisamos abrir a nossa mente na fé raciocinada para o entendimento dos postulados. trazidos pelos espíritos. Há algumas questões que parecem muito banais no exercício mediúnico, mas que são importantíssimas. Primeiro ponto, pontualidade. Qualquer trabalho espírita precisa ter pontualidade, porque os espíritos se programam. Hoje nós programamos o nosso seminário de 15 horas às 18. É o momento que os benfeitores estão conosco. 18:05 eles já estão indo embora porque já tem outro compromisso. Eles têm o que fazer. Nós achamos que os espises estão à nossa disposição. Então a reunião mediúnica tem início para começar, tem hora para começar e hora para terminar. É claro que existem alguns imprevistos. Às vezes no momento final da reunião, uma comunicação mais difícil que se alonga por alguns minutos, mas isso não é uma coisa que acontece todas as reuniões, é esporádico, numa necessidade, porque a pontualidade é um ponto fundamental pro nosso trabalho. Frequência. Na reunião mediúnica, nós precisamos ter frequência. Não é o dia que dar para vir. Nós temos o compromisso. Se é na terça-feira à noite, terça-feira à noite nós temos esse compromisso. Não vamos marcar outro, porque o nosso compromisso é com a reunião mediúnica. Como o nosso trabalho é voluntário, a gente acha que não precisa ter esse compromisso. Qualquer coisa é mais importante que o trabalho voluntário. O casamento de fulano, aniversário de belrano, a viagem dos sonhos, etc. Imprevistos acontecem, sem dúvida. Existem compromissos que são inadiáveis e uma vez que outra faltar da reunião é natural. Mas quando a nossa reunião se torna o imprevisto, esse que é o problema, porque a espiritualidade conta conosco e como nós vimos, não são adivinhos. Por isso que é importante os médiuns verbalizarem, avisarem. Hoje eu não vou à reunião. Semana que vem eu vou estar viajando. Tal dia não vou poder comparecer. Por quê? Existe a programação onde a espiritualidade precisa modificar todo o trabalho por causa da nossa falta
o vou à reunião. Semana que vem eu vou estar viajando. Tal dia não vou poder comparecer. Por quê? Existe a programação onde a espiritualidade precisa modificar todo o trabalho por causa da nossa falta indevida, sem o aviso aos dirigentes e coordenadores da atividade. Então, a frequência ela também é ponto fundamental. Algumas questões, algumas pessoas vão achar estranho, mas vou dizer a si mesmo. Pessoa precisa ter bom senso. Pessoa vem paraa reunião mediúnica com decote as mulheres principalmente. Isso é muito ruim, porque às vezes numa comunicação mediúnica, às vezes dobra o corpo um pouco mais, a camiseta pode abrir um pouco e o homem que está dialogando é um ambiente espiritual, sem dúvida. Mas ali também há as influências. Nós precisamos tomar cuidado com isso. A pessoa vem paraa reunião mediúnica e passa um perfume que sente até na próxima esquina. Quantas pessoas têm alergia? Ah, está num ambiente fechado. Então, não é lugar para nós podermos vir dessa forma. Há lugares e lugares para nós estarmos assim. Então, até a nossa vestimenta, ela é muito importante. A nossa ambientação, nosso movimento espírita, nós temos uma característica que nós achamos ser muito positiva, que é do cumprimento, da conversa. É tão gostoso a gente encontra com as pessoas, quer abraçar, quer beijar, quer saber da vida, quer falar, mas existe hora para isso, não é? Dentro da sala da reunião mediúnica, num ambiente com aparelhagem, tudo preparado pro encontro. E nós chegamos com o nosso conversório falando coisas que não tm nada a ver com a reunião mediúnica. Você viu o capítulo da novela hoje, menina? Nossa Senhora, não tá, não tava escrito aquilo. Nossa, e fulano de tal, você já ficou sabendo o que aconteceu com ela? E a conversa vai se dissipando. Às vezes o ambiente da sala mediúnica parece uma feira, todo mundo conversando ao mesmo tempo antes da reunião mediúnica, para depois silenciar e olhar para cima. E muda até a voz, né? Senhor Jesus, mestre. A pessoa começa a mudar a voz para fazer a oração. Então, é
conversando ao mesmo tempo antes da reunião mediúnica, para depois silenciar e olhar para cima. E muda até a voz, né? Senhor Jesus, mestre. A pessoa começa a mudar a voz para fazer a oração. Então, é preciso fazer uma preparação pro trabalho. E o silêncio é muito importante. Vamos conversar, sim, vamos abraçar depois lá fora, fora da sala mediões, porque acabou o trabalho, a espiritualidade está ali, os espíritos estão sendo atendidos na sala. precisa a gente manter o silêncio. Pessoa chega, arrasta a cadeira e quando a pessoa chega atrasada, já tá tendo estudo. Boa noite, gente. Cheguei. Todo mundo já viu que chegou, não precisa avisar. e chega beijando todo mundo. A pessoa tá lá sentada já imersa na na no trabalho mediúnico, a outra chega beijando todo mundo, coxixando, conversando, quebra todo o ambiente, desestrutura o trabalho. A pessoa que tá fazendo o estudo às vezes fica perdida de tanta gente conversando no momento do estudo, que é o momento de preparação para o trabalho. O material necessário para trabalho já estar separado, pronto. Se houver médiuns de psicografia, ter papel e lápis separado, não é buscar na hora abrir gaveta, procurar onde tá o lápis. Ah, tá sem ponta, Deus do céu, e agora? E corre para cá, corre para lá. Tudo isso desarmoniza o ambiente. Quem está de fora e escuta acha que é chatura. Nossa, mas que coisa, que tanta exigência, para que tudo isso? Mas quando nós conseguimos vivenciar essas posturas que não são trazidas por nós, aqui tudo está pautado no nossa doutrina, principalmente no livro Desobcessão, psicografia de Valdo Vieira, pelo Espírito André Luiz, um manual extraordinário para as nossas reuniões mediúnicas. Ali está tudo descrito para que nós possamos realizar e ter uma reunião em harmonia. Wellerson. Então, tô vendo que para ser médium, seja sensivo, vibracional, dialogador, tem que ser perfeito. Será? Será que precisamos ser perfeitos? Para nós fazermos o nosso intervalo, nós iniciamos com nosso querido irmão X e vamos finalizar dessa primeira parte
racional, dialogador, tem que ser perfeito. Será? Será que precisamos ser perfeitos? Para nós fazermos o nosso intervalo, nós iniciamos com nosso querido irmão X e vamos finalizar dessa primeira parte também com ele. Há uma mensagem grafada pelo Benfeitor que também está no livro Instante da Vida. Ele conta que um grupo mediúnico, antes de começar a reunião estavam discutindo médiuns, dialogadores e vibracionais. E a discussão era, será que os médiuns estão em condições de receber mensagens dos benfeitores espirituais? Médiuns com tantos vícios, com tantas imperfeições, será que realmente conseguem dar comunicação destes espíritos elevados? E alguns diziam que não, que de jeito nenhum, que os espíritos escolhem o médium elevado para dar a comunicação. Os outros diziam que sim, que os espíritos relevam os nossos erros e trazem as comunicações. Ah, são pontes apenas. é outro espírito que vem no nome do benfeitor, porque o benfeitor mesmo está bem longe do médium, cheio de imperfeição. Era discussão antes da reunião. Começou a reunião mediúnica, a parte prática e a primeira comunicação que foi trazida foi de irmão Gustavo, que era o benfeitor espiritual daquele trabalho. E ele narrou a seguinte história: "Havia um médico que vivia em São Joaquim da Barra, no interior de São Paulo, em tempos muitoídos, em que não haviam automóveis, ele servia a toda a população, sempre correndo de um lado para outro. Semeio de locomoção, era um cavalo. Era o cavalo que o levava para os atendimentos. Porém, o cavalo do doutor ficou muito doente, de forma que não podia servi-lo. E justamente no dia em que o cavalo estava no pior dos dias, o médico recebeu um chamado que o deixou muito aflito. Era um amigo muito querido que estava nas vascas à morte, em uma cidade vizinha, a quilômetros de distância, não conseguiria ir a pé. precisava ir atendê-lo. Mas como o cavalo estava doente, então ele teve uma genial ideia, procurar quem pudesse emprestá-lo. E ele procurou o coronel Cândido da cidade,
ância, não conseguiria ir a pé. precisava ir atendê-lo. Mas como o cavalo estava doente, então ele teve uma genial ideia, procurar quem pudesse emprestá-lo. E ele procurou o coronel Cândido da cidade, que tinha na sua fazenda cavalos árabes, cavalos muito velozes. E ele perguntou ao coronel se poderia emprestar o seu cavalo. Insistiu, contou o que ele precisava, por precisava. E coronel Cândido, sorrindo, disse: "Ah, doutor, o senhor é muito querido, mas os meus cavalos são caríssimos. Não dá para emprestar, para pegar estrada para salvar a vida de ninguém e não emprestou. Então ele, o médico, resolveu ir ao sitiante João Pedro, que tinha um aras diversos cavalos. Pediu e o citiante também não quis emprestar, porque os cavalos eram para ser utilizados dentro do aras. Mesmo que o médico pagasse, ele não emprestaria para pegar a estrada. Foi a diversos conhecidos. Ninguém queria emprestar o cavalo. O médico tristonho voltava para casa quando ele passou na porta de uma tapera, uma casa muito simples. Do lado de fora estava sentado Tonico Genipapo, que quando viu o médico, doutor, que que foi? E o médico então olhou para ele e disse: "Ah, Tonico, sou tristonho". E contou o porquê. Tunico disse: "Ó, doutor, eu tenho um burro aqui no fundo que é manco, mas não está doente contra o seu cavalo. Se quiser, eu posso emprestar". E então o médico aceitou o burro manco e foi atender, salvando a vida do seu amigo. Na era dos automóveis, na era das espaçonaves a jato, na época dos trem à bala, muitas vezes é necessário o burro manco para trazer as nossas mensagens. Muitos de nós somos burros, mancos, que estamos capengas, mas estamos nos esforçando por fazer o melhor. Antes de nós fazermos agora realmente o nosso intervalo, carinhosamente, a direção da casa nos permitiu falar um pouquinho acerca do nosso trabalho. Quando a Aurora nos apresentou, ela leu o nosso singelo currículo, nós realizamos palestras onde somos chamados, moramos em Belo Horizonte, frequentamos o grupo Sheila e temos 40
ca do nosso trabalho. Quando a Aurora nos apresentou, ela leu o nosso singelo currículo, nós realizamos palestras onde somos chamados, moramos em Belo Horizonte, frequentamos o grupo Sheila e temos 40 livros publicados para crianças, jovens e adultos, cuja renda é revertida para várias instituições de caridade, entre elas o grupo Sheila, a Amivale do Jequonha, que é uma região bastante sofrida das minas Minas Gerais e também a Fraternidade Sem Fronteiras, que é uma ONG que realiza um trabalho humanitário, tanto no Brasil quanto na África. Eu acredito que falar da fraternidade sem fronteiras aqui em Goiânia é redundante. Todos que estão aqui conhecem muito bem essa instituição. Nós sempre tivemos o apoio da Federação Espírita do Estado de Goiás, na época da Ivana, agora com a Márcia, que abre as suas portas para a divulgação do trabalho da instituição. A Ivana vestiu a camisa da Fraternidade Sem Fronteiras, é uma grande colaboradora, divulgadora, já esteve no Mala, viu com seus próprios olhos o trabalho realizado. Nós somos coordenadores das caravanas da educação, tem objetivo de levar em Moçambique a mensagem das virtudes por meio de histórias, de maneira lúdica paraas crianças e pros jovens. Então, aquelas pessoas que desejarem conhecer um pouco mais a instituição, sabem os caminhos, as maneiras de ajudar e os livros eles estão expostos aqui à frente no nosso intervalo. No final nós estaremos à disposição. Nós queremos falar de alguns desses trabalhos. Um deles é o livro A Cura Real, que é um livro que fala das 27 curas de Jesus. Em cada capítulo nós falamos de uma cura diferente e a espiritualidade pediu para que nós pudéssemos desdobrar essas curas, cada capítulo em um novo livro. Então, as curas vão se transformar num estilo miudinho de estudo em um livro diferente. Dessa série, nós já temos sobre a sogra de Pedro, sobre o sur do gago e também sobre Madalena. São as três curas que nós já escrevemos, livros. O recente lançamento é o livro Diálogo com Jesus, que é o livro que
, nós já temos sobre a sogra de Pedro, sobre o sur do gago e também sobre Madalena. São as três curas que nós já escrevemos, livros. O recente lançamento é o livro Diálogo com Jesus, que é o livro que traz 13 capítulos falando a respeito dos personagens que viveram ao lado de Jesus. É um livro que em cada capítulo nós contamos a história desse personagem. Depois a espiritualidade comenta os diálogos e há uma música em homenagem a esse personagem. Amanhã no Aprendizes do Evangelho, a nossa palestra será em torno desse livro. E o mais novo, saindo do forno, que ainda não foi lançado, em primeira mão está aqui em Goiânia, é o livro Pai Francisco, que é um livro que fala a respeito do pobrezinho de Deus. São orações psicografadas e canções em homenagem a Francisco de Assis. São 30 canções com Qode. A pessoa acessa o YouTube e escuta as canções com as imagens referentes a Francisco de Assis. E para as crianças, nas várias opções, nós temos o Vale Encantado da Espinholândia, que fala a respeito do uso indiscriminado do celular nesses dias de tecnologia. Para nós mantermos essa vibração do nosso encontro, nós vamos pedir à nossa técnica, por favor, para colocar um vídeo da fraternidade sem fronteiras e então fazermos o nosso intervalo de 15 minutos, 20 minutos, né? 20 minutos e a gente retorna para as perguntas e respostas para finalizarmos às 18 horas, por favor. Vamos fazer o seguinte, vamos fazer o nosso intervalo. Quando nós retornarmos, a gente coloca o vídeo, combinados? Que aí a gente não atrasa. 4:30 às 15, né? 15 para 10 para 5 a gente retorna. Muito obrigado. >> Qualquer coisa a gente vai trocando também. precisava, né? que ele esqueceu do final. Vamos, vamos passar o vídeo aqui e vamos eh quem quiser perguntar elaborar por escrito e que vai ser trazido aqui paraa mesa, tá? >> Hoje a semente que dorme na terra e que se esconde No escuro que encerra, amanhã [música] nascerá uma flor. Ainda que [música] a esperança da luz seja escassa, a chuva que molha e passa vai trazer
>> Hoje a semente que dorme na terra e que se esconde No escuro que encerra, amanhã [música] nascerá uma flor. Ainda que [música] a esperança da luz seja escassa, a chuva que molha e passa vai trazer numa got amor. Também eu [música] estou à espera da luz. Deixo-me aqui onde [música] a sombra se também eu estou [música] à espera de mim. Algo me diz que a tormenta passará. É preciso perder para depois se ganhar. E mesmo sem ver acreditar. A vida que segue [música] e não espera da gente. Cada passo que tem nos frente, caminhando sem medo de errar. Creio que a noite sempre se tornará dia. E o brilho [música] que o sol irradia ao de sempre me iluminar. Quebro [música] as algemas deste meu lamento. Se renas a cada momento, meu destino na vida é maior. Também eu vou [música] em busca da luz. Saio daqui onde a sombra se. Também eu estou [música] à espera de mim. Algo [música] me diz que a tormenta passará. É preciso perder para depois se ganhar. E mesmo [música] sem ver acreditar. vida que segue e não espera pela gente. Cada passo que dermos em frente, caminhando sem medo de errar. E creio que a noite sempre [música] se tornará dia. E o brilho que o sol dia é há de sempre nos iluminar. Sei que o melhor de mim está para chegar. Sei que o melhor de mim está por [música] chegar. Sei que o melhor de mim está para chegar. >> Então esse é mais um pouquinho da fraternidade sem fronteiras por meio do vídeo. Vamos então retomar os nossos trabalhos. Nessa segunda parte a Ivân e a Cíntia vão participar conosco. Conforme o Vander disse, quem tiver perguntas pode enviar. Nós vamos buscar responder, debater. Queria pedir que a gente pudesse, depois do lanchinho a gente fica agitado, né? Vamos ficar mais centrados porque o trabalho continua e a espiritualidade precisa também do nosso ambiente, né, para que a gente consiga eh trazer as informações de forma correta. Então, vou pedir a colaboração de todos, por favor. Bom, boa tarde. Todos bem? Coisa boa, pessoal. Nós temos então mais ou menos
né, para que a gente consiga eh trazer as informações de forma correta. Então, vou pedir a colaboração de todos, por favor. Bom, boa tarde. Todos bem? Coisa boa, pessoal. Nós temos então mais ou menos uma 50 minutos, né? Muitas perguntas aqui que nós vamos direcionar proon e também paraa Cíntia. Vocês viram que a Aurora queria deixar a gente de castigo aqui, né? E nós nos rebelamos, sentamos lá embaixo, né? Mas agora nós estamos aqui. Eh, eu vou começar passando para o Ison, tá? E aí nós vamos alternando. Boa tarde. Obrigada por aqui estar compartilhando suas experiências e seus estudos. Pergunto: por que bocejo muito, quer seja na palestra pública, nos estudos ou num seminário como esse? Muitas lágrimas. >> O bocejo ele tem várias razões de acontecer. Um deles é o cansaço. O cansaço físico. Ele faz a gente bocejar, inclusive traz o relaxamento dos nossos músculos, do nosso corpo. E existe um mito no nosso movimento espírita que bojo é influenciação espiritual. Pessoa chega, começa a virar a boca, parece que vai virar do avesso, né? E isso é um mito, porque as influenciações espirituais, eu vou pedir pra gente poder manter a harmonia, senão vai ficar difícil pra gente poder responder as perguntas. por favor. O bocejo ele realmente acontece para o relaxamento do nosso corpo. No livro Conduta espírita, escografia Eddo Vieira, pelo espírito André Luiz, Palavras do Benfeitor. Ele diz que bocejo é falta de educação. nós deveríamos evitar ou fazer quando estamos em lugar sozinhos, não em público, principalmente numa palestra, no seminário, bocejar diante do diante do orador, diante do público presente, às vezes denota até a falta de interesse no que está sendo dito. E a gente abre campo também para que as influências espirituais aconteçam, porque a nossa mente é essa porta aberta, essa porta aberta que vai trazendo com que as influências aconteçam e aumente cada vez mais. Bom, a próxima pergunta, Ct, nós vamos pedir para você responder. Boa tarde. Obrigado pelos esclarecimentos.
ssa porta aberta que vai trazendo com que as influências aconteçam e aumente cada vez mais. Bom, a próxima pergunta, Ct, nós vamos pedir para você responder. Boa tarde. Obrigado pelos esclarecimentos. Entendo que chamar o doutrinador de dialogador passa uma ideia mais humana. Mas o termo doutrinador não vem de doutrina espírita? É uma pergunta do Valdemir. >> Oi, Valdemir, cadê você? Levante seu bracinho. Boa tarde. Tudo bem, gente? Obrigada por estar aqui. Vou agradecer, aproveitar. Mas não vem de doutrina espírita, tá? É óbvio que esses termos vão se atualizando para que seja uma coisa mais coerente exatamente com o que ele tá fazendo ali. Doutrinar é você impor um pensamento seu a alguém, né? É como se você quisesse que aquela verdade que você tem passasse paraa outra pessoa. Quando o diálogo ele é mais acolhedor, como esclarecedor também que às vezes as pessoas usam, né? Então você dialogar com alguém é você trocar ideias com aquela pessoa sem impor a ela nenhuma verdade. Porque a o espírito que tá ali para conversar, ele tá em sofrimento, ele tá revoltado, ele tá de alguma forma. E se você quiser doutrinar aquele espírito com com eh teorias, com eh tratados de livro, essa coisa toda, primeiro que ele não vai entender, não vai aceitar e vai se rebelar mais ainda. Então você tem que dialogar com ele, acolhê-lo com respeito para que ele possa eh ser bem atendido, sem a pretensão de querer que ele saia dali convencido do que a gente falou, porque a gente sabe que a gente pode dialogar, mas esse diálogo pode ser muito frio, pode ser só da boca para fora. Então, o mais importante é que a gente tenha o sentimento nas palavras para que aquele diálogo franco realmente alcance a os propósitos que ele tem, tá bom? Obrigada, Ctia. Elerson, por favor, fale mais sobre Jesus ser médium. Já ouvi por várias vezes dizerem que Jesus não era médium. Acho que já li algo na Gênese. >> No livro A Gênese de Allan Kardec, não nos recordamos dos benfeitores dizerem isso. Convencionou-se no nosso movimento
várias vezes dizerem que Jesus não era médium. Acho que já li algo na Gênese. >> No livro A Gênese de Allan Kardec, não nos recordamos dos benfeitores dizerem isso. Convencionou-se no nosso movimento espírita dizer que Jesus é o médium de Deus. Logicamente, sendo o espírito mais puro que esteve aqui na terra, é natural que ele tenha suas potencialidades muito mais desenvolvidas. Jesus, para poder realizar as curas, os fenômenos que fez, ele utilizou dos seus próprios recursos, das vibrações à natureza ao seu derredor para poder produzir aqueles fenômenos. Mas ele foi o intermediário do nosso pai. Foi ele quem trouxe a luz divina, o evangelho de amor, as boas novas de alegria. Médium, a palavra não significa intermediário. Ponte, ele é a ponte entre Deus e o mundo. Ninguém vai ao Pai senão por mim. Então, é nesse sentido que nós dizemos que ele é um médium de Deus. no sentido de trazer essa ponte que nos liga ao criador. >> Wellerson, ainda sobre essa pergunta, o fato de Jesus ter aquela clarividência de enxergar o mundo espiritual, de poder dialogar com os espíritos, poderia também ser entendido como estando ele aqui encarnado, ter sim algum tipo de mediunidade. Sim, a vidência, a Cláud, a Cláudia audiência é uma faculdade anímica que depende dos espíritos, é do próprio médium. Então, Jesus tinha essa capacidade de enxergar além, de profetizar, de falar aquilo que ainda iria suceder. E Kardec nos explica isso muito bem em o livro dos espíritos. quando ele traz uma visão muito didática de que a profecia ou a previsão de alguma coisa, ela se faz como alguém que sobe o alto de uma montanha e vê aqueles que ainda vão subir, aqueles que estão lá embaixo no só pé do monte. Então ele tem uma previsão do que aquelas pessoas que vão subir vão passar, as experiências, as dificuldades pelas quais vão passar, que podem ou não acontecer. É apenas uma previsão. No caso de Jesus, sendo este espírito puro, ele tinha essa visão muito mais ampliada, que fazia com que ele pudesse nos trazer todas aquelas informações com
em ou não acontecer. É apenas uma previsão. No caso de Jesus, sendo este espírito puro, ele tinha essa visão muito mais ampliada, que fazia com que ele pudesse nos trazer todas aquelas informações com mais presteza e de fato ocorreram tudo aquilo que Jesus preveu. Mas podemos dizer que também essas passagens evangélicas citadas pela Ivana, elas representam um pouco dessa vinculação de Jesus com Deus, sendo intermediário do mais alto em favor de todos nós. >> Obrigada, CT. Dizem que toda pessoa tem uma certa mediunidade, mas eu nunca evidenciei algo que me motivasse a acreditar. O que falta? Valério. É, cadê o Valério? Boa tarde, Valério, e todos que estão aqui. É, na questão 159 do livro dos médiuns, Kardec fala que toda aquela pessoa que sente a influência dos espíritos, ela é ela é médium. Tanto que ele diz que todos nós, a maioria de nós, somos mais ou menos médiuns, né? Porque uns sentem mais, outros sentem menos, mas que na acepção do termo mesmo, o médium é aquele ostensivo que tem uma mediunidade identificada como uma psicofonia, uma clarividência, uma uma vidência, uma audiência e por aí afora, né? Psicografia, etc. O que que faz a gente se motivar com isso? Primeiro é é a gente estudar a doutrina espírita para entender o que que a mediunidade pode trazer de positivo paraa nossa vida. A história que o Elson contou aqui no início mostra muito bem que a gente troca um balde de opções de dor por um compromisso, um contrato que a gente faz com assinatura para vir aqui e servir as pessoas e através da mediunidade a gente fazer o bem com muito menos dor. Existe dor mediunidade, existe compromisso, existe renúncia, existe muita exigência do médium, mas com muito menos dor do que aquela que pode ser eh vir através de uma doença, vir através de uma insatisfação familiar, que pode vir através de um problema financeiro muito sério, muito grave, porque isso é eh atinge muito a gente nas nossas necessidades materiais. Afinal, espíritos encarnados têm necessidades materiais, né? Mas se a gente opta ou se
ema financeiro muito sério, muito grave, porque isso é eh atinge muito a gente nas nossas necessidades materiais. Afinal, espíritos encarnados têm necessidades materiais, né? Mas se a gente opta ou se nos é dada a oportunidade de reencarnarmos como médiuns sem as outras dificuldades ou mesmo com algumas delas mais bem vividas e entendidas, porque o estudo e o exercício da mediunidade nos dá essa visão mais esclarecida, nós vamos conseguir dar saltos no nosso processo evolutivo. Então, qual seria a nossa motivação? o nosso próprio crescimento, a caridade que nós fazemos conosco mesmos antes de fazermos aos outros, a vontade de crescer, a vontade de ser feliz realmente quando nós nos lembramos que somos espíritos imortais, que estamos numa passagem aqui na terra, que já estivemos em outras oportunidades e sabendo, né, que essa é uma das nossas encarnações mais importantes. Por quê? Porque a claridade da doutrina espírita nos esclarece acerca de muitos pontos dos nossos compromissos dessa imortalidade, dessa eternidade. Então, eh essa motivação deveria ser o nosso impulso para todas as nossas ações. Qual a motivação? Então, motivarmos-nos no trabalho de construir a nossa felicidade, de construirmos as nossas bases seguras e não com pés de barro, né? Uma vez eu recebi uma orientação que dizia assim: "Olha, eh, abre a sua tenda debaixo da sombra e com estacas firmes para que o vento as intemperes não acarreguem". O que que eu interpretei disso daí? que eu deveria ter muito cuidado em dar prosseguimento aos meus compromissos na minha vida e que armar a minha tenda, ou seja, algo que me protegesse seria cumprir o meu compromisso fielmente, seguir adiante nas tarefas que me fossem trazidas, lembrar que quando alguma coisa chega nas nossas mãos para que a gente possa realizar, é porque a gente tá pronto para fazer. Não vamos ser perfeitos, não. Nós somos os burrinhos, tá? Nós não temos perfeição. Nós estamos atrás dela fazendo o que a gente faz. Então, sermos motivados a trabalhar na mediunidade é
to para fazer. Não vamos ser perfeitos, não. Nós somos os burrinhos, tá? Nós não temos perfeição. Nós estamos atrás dela fazendo o que a gente faz. Então, sermos motivados a trabalhar na mediunidade é saber que quanto mais nós estudarmos, quanto mais nós observarmos e nos aprofundarmos nesses mistérios da vida, vamos dizer assim, nesse autoconhecimento, mais ligação, mais sintonia e mais afinidade com a espiritualidade. E nós vamos descortinar um mundo muito maior do que aquele que os nossos olhos materiais podem nos mostrar, um mundo de possibilidades onde nós vamos poder trocar as nossas tristezas, as nossas angústias e as nossas depressões pela felicidade de saber que a gente tá fazendo bem, que a gente tá fazendo um processo de reparação ou até de expiação, dependendo do tipo de mediunidade que a gente tem, para nos reconciliarmos com esses nossos desafetos ou adversários ou inimigos do passado, pessoas que sofrem hoje por nossas próprias ações, né? Então essa seria a motivação maior se nós conseguirmos abstrair muitas vezes desses sentimentos mais egoístas que nós temos de achar que nós precisamos receber antes de dar. Se toda causa, se se toda ação tem uma reação, a ação de dar, a correspondência dela é a de receber. Então, se a quem mais foi dado, mais será pedido. Esse vai fazer e também vai receber mais. Vai receber mais em socorro espiritual, porque nós estamos abertos para recebê-lo. Não quer dizer que nós não vamos receber se nós não estivermos num processo intenso de sintonia. Eles estão sempre ao nosso redor, sempre procurando nos ajudar. Agora, essa sintonia e essa afinidade que a gente quer para nos motivarmos a servir o nosso próximo tem que partir da gente, do esforço que a gente faz também para abstrairmos a nossa própria figura e nos enxergarmos no meio de uma multidão que precisa dos nossos recursos mediúnicos, né? >> Obrigada, Cíntia. Bom, meus irmãos, como nós temos muitas perguntas, eu vou pedir para ambos serem o mais objetivo possível, né, para que a gente possa
e precisa dos nossos recursos mediúnicos, né? >> Obrigada, Cíntia. Bom, meus irmãos, como nós temos muitas perguntas, eu vou pedir para ambos serem o mais objetivo possível, né, para que a gente possa responder a todas. Você falou que o médium precisa confiar em si mesmo quando recebe toda a história com início, meio e fim. E quando o médium de sustentação vê apenas cenas, cenas avulsas durante a reunião e muitas vezes cenas que não tem ligação com nenhuma manifestação que está acontecendo. Como saber se é real ou se é imaginação? Neste caso, o médium de vibração, ele é um médium vidente, ou então por meio de um desdobramento espiritual, ele está percebendo cenas que vão além daquelas que realmente estão acontecendo na comunicação com algum médium ostensivo. A mediunidade da vidência é uma mediunidade bastante delicada, porque somente quem está vendo é que pode comprovar. Não há como nós estabelecermos um nível de segurança, porque o indivíduo ele está vendo aquela cena e uma outra pessoa que é médio vidente pode não estar vendo. Então é uma análise realmente interior. Por isso, o bom senso do médium que vê, não sair contando tudo o que vê, para que isso não seja às vezes algo até de deboche das pessoas que ficam sorrindo do que está sendo dito por não compreender. O Chico dizia muito isso, que ele deixava de contar e falar muita coisa que ele via, porque as pessoas não iriam acreditar, já diziam que ele era louco contando. Imagine se ele contasse tudo que via. Então, o alvo da imaginação é uma linha também muito tênua que existe na nossa vida, né? Às vezes a gente cria imagens na nossa mente e somos nós, através da nossa educação, do entendimento de nós mesmos, é que faremos análise daquilo que a gente está vendo, percebendo, porque nós estamos num ambiente, meus amigos, que é um ambiente preparado pela espiritualidade, onde tudo que está acontecendo tem uma razão de ser. Nós precisamos confiar nisso, que os benfeitores estão ali trabalhando os recursos em nosso favor.
ue é um ambiente preparado pela espiritualidade, onde tudo que está acontecendo tem uma razão de ser. Nós precisamos confiar nisso, que os benfeitores estão ali trabalhando os recursos em nosso favor. E se nós estamos preparados pro trabalho, fizemos eh toda a preparação necessária com a nossa mente, com a alimentação, estamos ali de coração, com boa vontade, com entendimento, então é preciso nós confiarmos que aquilo que nós estamos vendo tem um propósito, onde nós vamos vibrar. pela cena que nós estamos percebendo, a fim de que a espiritualidade possa auxiliar essa confiança, ela vai sendo adquirida ao longo do tempo numa análise nossa, mesmo interior daquilo que nós estamos percebendo ao derredor. >> Obrigada, Wellon. Cíntia, como distinguir incorporação com animismo? E aí eu eu quero juntar essa outra pergunta que diz assim que a minha maior dúvida durante a passividade é realmente separar o que é meu que é do espírito comunicante. É também perceber eh e também percebo em várias comunicações que assisto a forte influência do psiquismo do médium e eu também me incluo nessa observação. Bom, a pessoa não se identificou, então a resposta vai para todos, né? Eu tava lendo, eu eu estou lendo, terminando de ler novamente aquele livro do Raul Teixeira chamado Desafios da Mediunidade. E hoje mesmo eu li uma questão lá que fala sobre isso, sobre animismo, né? Porque eh você é uma entidade, a outra entidade, você é uma pessoa, uma criatura, a outra criatura quer falar através de você. Então, eh, sempre existe um pouco de animismo em alguma comunicação. No começo, no na educação da mediunidade vai existir maior quantidade, né? O médium tá aprendendo é quase que uma catarse que ele faz com sentimentos que ele tem dele mesmo, até ele aprender a se identificar com os sentimentos da outra entidade. Porém, o único caminho possível para que a gente possa identificar isso eh eh por estudos que eu faço e eu concordo, é o autoconhecimento. Na série psicológica da da Joana de Angeles, nós vamos encontrar muita coisa
caminho possível para que a gente possa identificar isso eh eh por estudos que eu faço e eu concordo, é o autoconhecimento. Na série psicológica da da Joana de Angeles, nós vamos encontrar muita coisa a esse respeito, tá? Eh, se você não fizer uma viagem para dentro de você mesmo, você não vai se conhecer e não vai saber fazer a distinção entre que você tá falando é seu ou do espírito, tá? Então, eh eh animismo é como se você fosse médium de você mesmo. E a mediunidade autêntica é como é você dando oportunidade à aquele espírito de falar, mas você precisa para aos poucos ir diminuindo a quantidade de animismo que tem em toda manifestação, você precisa se conhecer. E esse processo de autoconhecimento é uma das coisas mais importantes que a gente faz na vida. Particularmente eu considero que a mediunidade é um processo de limpeza psíquica, emocional, espiritual, né? a gente vai se limpando à medida que a gente vai praticando a mediunidade de muita de muito sentimento que não é bom, de muita de muita postura que não é adequada, vai mudando alguns valores. Então esse processo de identificar o que é meu, que é da entidade é justamente através do autoconhecimento. Agora a gente tem que confiar também na espiritualidade que tá ali com a gente, no dirigente do grupo. a gente tem que fazer essa avaliação perguntando a ele. Ele vai nos orientando no início até que a gente adquira bastante segurança de saber, olha, isso aí realmente teve mais coisa minha do que do espírito, porque tá coincidindo muito com o que eu tô passando nesse momento. E é assim que a gente vai, desculpem, aprendendo, né, a fazer essa diferenciação e adquirindo mais segurança no processo mediúnico. Obrigada CIA Wellerson, mediunidade é genética. Meu pai é médium. Automaticamente eu vou arredar essa capacidade também. >> Mediunidade é também uma faculdade orgânica, é o que nos explica o espírito André Luiz. Nós não somos da área médica. Vou trazer uma explicação bem bem razoável a respeito, porque é algo que a gente
> Mediunidade é também uma faculdade orgânica, é o que nos explica o espírito André Luiz. Nós não somos da área médica. Vou trazer uma explicação bem bem razoável a respeito, porque é algo que a gente precisa estudar mais. Mas se a mediunidade é uma faculdade orgânica e para ela se apresentar é preciso que o nosso organismo apresente condições físicas para que isso suceda, e o nosso organismo, ele é composto dos das células masculina e feminina, espermatozó e óvulo, seria natural que de alguma forma a nossa família contribuísse, os nossos pais para que que essa predisposição acontecesse. Além disso, nós vamos encontrar no livro Pensamento e Vida um um capítulo chamado associação, onde o espírito emanu pela mediunidade de Chico Xavier nos diz que nós nos associamos aqui na Terra, inclusive no ninho doméstico, através de afinidades, onde um clã nasce todo comprometido numa área. Então, nós temos, por exemplo, família de artistas. A família inteira canta, a família inteira toca, a família inteira pinta, a família inteira escreve, a família inteira é médium. Então, ocorre também essa junção de espíritos com o mesmo compromisso naquela família. Mas não podemos afirmar do meu ponto de conhecimento, se nós tivermos algum médico aqui estudioso da área científica quiser contribuir que seja genético, mas que haj alguma contribuição, sem dúvida. Acreditamos que sim. >> Obrigada, Alice. Cíntia, o dialogador pode encostar no corpo do médium, mesmo que seja de forma carinhosa. O já até falou isso aqui, tá? Mas nós vamos complementar aqui ah sobre a seguinte questão. Eh, é, a gente deve evitar o máximo encostar no corpo do médium, tá? Ã, por quê? Porque o nosso corpo tem eletricidade, o corpo do médium também tem. Ele está ali num processo magnético muito grande. E a nossa energia ao tocar o corpo dele pode inclusive criar desconforto eh de energia no próprio médium. Ele pode ficar desconfortável. a gente pode cortar a comunicação naquele momento. Tanto que no passe também a gente não
r o corpo dele pode inclusive criar desconforto eh de energia no próprio médium. Ele pode ficar desconfortável. a gente pode cortar a comunicação naquele momento. Tanto que no passe também a gente não deve tocar nas pessoas por esse mesmo motivo. Um outro motivo é o respeito à outra pessoa que está ali. A gente não pode ficar segurando a pessoa. Agora, há momentos, por exemplo, um processo de educação da mediunidade que você às vezes precisa conter o médium. Ele tá ainda aprendendo a ao processo da passividade ou de qualquer outra manifestação. Então você vai gentilmente segurar as mãos dele, se ele tiver batendo demais na mesa, você vai pedir o auxílio de méduns passistas para dar um um passe dispersivo nele para que ele vá voltando ao seu controle, para que não haja um desequilíbrio geral dentro da sala. dependendo também da sua intimidade com o médium que tá ali, se for uma esclarecedora e a médium for uma outra mulher, você pode gentilmente, gentilmente e sem sem que aquilo se torne uma coisa corriqueira, tocar na mão daquela pessoa, no braço, dependendo da situação, tá? Mas isso deve ser evitado ao máximo, justamente por causa dessa eletricidade, esse magnetismo que nós trazemos também no nosso corpo físico. Olha, vocês dois fiquem à vontade sempre que quiserem comentar, tá? Wellerson, cadeiras vazias, garrafas de água, livros sobre a mesa. São recomendações que devem ser observados na reunião mediúnica? >> Sem dúvida alguma. No livro Desobsessão há um capítulo falando exclusivamente sobre isso, sobre os objetos na reunião mediúnica. Tudo aquilo que é preciso e necessário deve estar sobre a mesa. Os livros que vão ser utilizados para leitura, para o estudo, estão sobre a mesa. Depois que fizer o estudo, retire, coloca na parte de trás para que a mesa fique vazia. de qualquer objeto para evitar intercorrências. Água nós devemos evitar o máximo porque a pessoa torna uma bengala água, toda hora toma água, daqui a pouco tá com vontade de fazer xixi no meio da reunião
qualquer objeto para evitar intercorrências. Água nós devemos evitar o máximo porque a pessoa torna uma bengala água, toda hora toma água, daqui a pouco tá com vontade de fazer xixi no meio da reunião para poder sair. Então não há necessidade de nós utilizarmos esses subterfúgios. Além do que certa ocasião nós estávamos na nossa reunião mediúnica e as pessoas tinham o hábito. Hoje todo mundo anda com a sua garrafinha de água, né? e todos na sala com as garrafinhas de água e muitas delas sobre a mesa durante a reunião. Quando terminou a reunião na hora da prece, de repente a minha visão psíquica se abriu e eu vi aquelas águas todas impregnadas das energias negativas da reunião. Porque isso é científico. A água ela absorve energia do ambiente que se encontra. Ora, por ali passaram espíritos de todos os vieses, todos com energias negativas. A espiritualidade vai ter o trabalho de ficar isolando a água por causa do nosso hábito de ficar tomando. Então, a água acaba captando essa energia. É bom nós evitarmos o máximo, salvo exceções, né, de coisas mais sérias, mais graves, mas que isso não se torne um hábito. Agora, na mesa, os livros somente os que vão ser usados e depois retirados o papel, se houver psicografia para os médiuns já preparados para que o trabalho ele possa ocorrer com muita harmonia, sem haver muitas movimentações durante a reunião. Eerson, ainda complementando, né, sobre isso, eh, muitos grupos utilizam uma metodologia de iniciar pela prática mediúnica e no segundo momento a realização dos estudos, até mesmo porque muitas vezes no momento dos estudos existe ali algum tipo de debate acerca do entendimento, do tema. Eh, você vê vê se existe realmente assim uma sequência que é a ideal ou cada grupo vai identificar a sua? >> Eu acredito que cada grupo estabelece o que é melhor paraa sua reunião, mas nós vemos desvantagens. Primeiro, porque o estudo ele é uma preparação pro trabalho. E o estudo do trabalho mediúnico é um estudo diferenciado daquele estudo mediúnico
é melhor paraa sua reunião, mas nós vemos desvantagens. Primeiro, porque o estudo ele é uma preparação pro trabalho. E o estudo do trabalho mediúnico é um estudo diferenciado daquele estudo mediúnico que nós fazemos com as pessoas iniciantes que estão em educação mediúnica. Aqui nós estamos falando da reunião mediúnica convencional, da reunião de desobsessão, onde os médiuns já estão treinados. O estudo do evangelho, principalmente, ele é a preparação de todo o nosso trabalho mediúnico. E nessa parte recomenda os benfeitores espirituais, também o espírito André Luiz no livro de obsessão, que seja sem comentários de todos. Haja uma pessoa escolhida para cada reunião para que faça a leitura e faça o comentário. Não é um lugar de debate onde cada um dá a sua opinião. Esse é um estudo participativo que é feito em outro momento. Agora, se o grupo mediúnico se predispõe a estudar a mediunidade, quer fazer um momento de debate, então seria melhor ou que fosse feito em um outro momento ou se for feito depois da reunião mediúnica. Não antes, porque isso vai gerar tumulto antes da reunião. Cada coisa no seu momento, na sua hora, para poder ajudar o trabalho, para que a harmonia seja criada no nosso ambiente mediúnico. Fazer depois a reunião mediúnica também tem a questão do desgaste. Os médiuns já trabalharam durante algum tempo, em torno de 1 hora, 1 hora30. O tempo também da reunião já passou, então se torna mais cansativo fazer o estudo que às vezes nem é produtivo, as pessoas são doidas para ir embora e vão encurtar a sua fala. Às vezes quer participar, não participam porque querem que terminam logo. Então é uma análise mesmo de cada instituição. >> Obrigada. No início do meu desenvolvimento na psicografia, minha escrita era mais lenta, com letra mais fácil de entender e agora tem que ficado mais rápida e muitas vezes tenho tido dificuldade de entender algumas palavras. Alguma explicação para isso? Eh, quanto que algumas acontece algumas vezes que fico preocupada em não
ora tem que ficado mais rápida e muitas vezes tenho tido dificuldade de entender algumas palavras. Alguma explicação para isso? Eh, quanto que algumas acontece algumas vezes que fico preocupada em não conseguir transmitir a mensagem completa e um pouco sentida por isso. Outro detalhe, as cartas têm usado mais folhas. Antes eh eram três a cinco, cinco, seis folhas. Agora são três vezes mais, duas vezes mais. >> Bom, isso aí é uma questão de de desenvolvimento dessa psicografia. Se você escrevia no início uma página, você tava testando os canais, a o espírito que tava escrevendo através de você, tava testando a sua eh mediunidade, se adaptando a você, fazendo um processo de de sintonia. Se você vai escrever mais, aí você já tá conseguindo ter um processo de afinidade e sintonia com esse espírito muito maior. Quanto a à letra ou a rapidez, eh, é uma coisa que você tem que aos poucos ir se educando também e não ficar com medo o tempo inteiro de que você não vai transmitir a mensagem. Você vai ficar pensando que não vai conseguir transmitir a mensagem, você perde a conexão com o espírito que tá falando com você ou que tá tentando transmitir a mensagem. Então, naquele momento, a a sua ligação deve ser só com ele. Ele vai transmitir ali e com certeza depois pela pela leitura e tudo, você vai conseguir identificar assim o que você escreveu. Como você como a gente no início a gente tem mais, como é que eu vou dizer, mais controle ou mais observação sobre o que a gente tá fazendo, a gente escreve a folha desde a primeira linha até a última. Depois o processo se torna mais automático. Então você escreve só na metade da folha, vira, escreve só na metade da folha. Você tá no escuro, não tá vendo? Talvez isso seja até uma forma de você não perder nenhum texto, né? Até pela rapidez com que você tá escrevendo. Mas, eh, evita de ficar com essa conversa. Ai, meu Deus, não vou conseguir transmitir toda a mensagem. Ai, será que é meu? Será que não é? naquela hora você tem que relaxar e
m que você tá escrevendo. Mas, eh, evita de ficar com essa conversa. Ai, meu Deus, não vou conseguir transmitir toda a mensagem. Ai, será que é meu? Será que não é? naquela hora você tem que relaxar e fazer o seu trabalho ali, que é receber a comunicação. Depois você vai avaliar aquela comunicação, se se foi mais anímica, se foi mais espiritual, se você consegue decifrar tudo que tá ali, se a mensagem veio por inteira e tal. Isso é uma questão também de processo educativo da mediunidade. >> Obrigada. Eu tava pensando aqui se eu ia falar ou não. Vou falar trazer uma experiência pessoal dentro disso que nós trabalhamos com a psicografia. Foi logo no início da psicografia. A minha psicografia ela é mecânica, eu perco a consciência e psicografo. E quando comecei nas reuniões de educação mediúnica, no grupo Sheila, há uma tarefa realizada lá que é de orientação espiritual. As pessoas vão a a à reunião, dão o nome, o endereço e a espiritualidade escreve mensagens endereçadas a estes colocações. Então, há um treinamento antes os médiuns começarem esse trabalho. E o treinamento é feito numa reunião fechada em que as mensagens não são distribuídas. O dirigente da reunião traz nomes e endereços que ele conhece, de pessoas que ele conhece para o treinamento dos médiuns, porque aí vai poder avaliar o conteúdo, se tem a ver ou não com a pessoa. Então, e essas mensagens não são entregues, inclusive são rasgadas no final da reunião. É apenas para o treinamento. E o primeiro dia que nós chegamos, médium não é presunçoso, né? Primeiro dia que nós chegamos, a dirigente falou assim: "Para nós começarmos, quantas mensagens você consegue fazer?" Eu disse: "A quantas você me der? A minha mediunidade é mecânica, é bem rápido, não vai ter problema." Ela disse: "Ah, ó". E aí me deu umas seis ou sete mensagens para serem psicografadas. É meia luz a reunião. Reunião começou. E rapidamente eu entrei no transe, psicografei e voltei à consciência objetiva em torno de uns 20, 30 minutos depois já tinha feito todas as mensagens
ografadas. É meia luz a reunião. Reunião começou. E rapidamente eu entrei no transe, psicografei e voltei à consciência objetiva em torno de uns 20, 30 minutos depois já tinha feito todas as mensagens que ela tinha dado e fiquei ali em oração. Os outros médiuns estavam no treinamento. No final ela costuma pegar alguma e outra, ler para que todos possam escutar e depois que ela leva paraa avaliação. Então, como era o meu primeiro dia, a primeira mensagem que ela pegou foi a minha. Na hora que ela pegou, ela disse: "O que é isso?" Eu disse: "Psicografia". Ela disse: "Não." Eu disse: "É as psicografias que você pediu". Ela disse: "Mas ninguém lê". Eram, eram eh palavras ininteligíveis. Ela disse: "Ninguém lê". Eu falei assim: "Ah, mas minha psicografia é assim, porque o espírito escreve desse jeito". Ela disse assim: "Ôon, você vai precisar rever isso. Isso dá, porque essa letra precisa ser sua." O espírito escreve por ser o intermédio, mas as pessoas precisam ler o que está escrito. Ele disse: "Ah, mas precisa traduzir." Se precisar de tradução, quem é que vai fazer? Porque você tá em trans, a reunião precisa prosseguir. São muitas mensagens. Avalia, meus amigos. sair dali decidido que não ia voltar mais. Eu disse: "Não é possível. Minha psicografia sempre foi assim. Agora essa mulher quer mudar." E fui para casa pisando duro. Quando cheguei em casa, antes de dormir, o espírito frit shine me apareceu. Ele disse: "Você acha que sou eu que escrevo com aquele garrancho?" Eu disse: "O senhor utiliza das minhas mãos". Ele disse: "Pois é, mas a letra é sua". Eu disse: "O que que eu vou fazer? Conhece caderno de caligrafia?" Eu disse: "Conheço, usei muito quando estava na escola". Disse: "Pois vamos fazer. Compre e aproveite e copie o livro dos médiuns para estudar um pouco mais." Comecei a fazer caderno de caligrafia para poder ver se melhora um pouco a letra, que não melhorou muito não, né? Hoje eu fiquei muito contente, uma pessoa pediu para mim autografar o livro e ela disse assim: "Nossa, a letra
de caligrafia para poder ver se melhora um pouco a letra, que não melhorou muito não, né? Hoje eu fiquei muito contente, uma pessoa pediu para mim autografar o livro e ela disse assim: "Nossa, a letra é linda". [risadas] Fale assim: "Graças a Deus alguém me elogiou na letra." >> Valeu a caligrafia. Eh, Wellerson, falando da psicografia, o médium sempre precisa psicografar na reunião específica para isso ou ele pode psicografar em casa? >> Essa pergunta é bastante delicada também. A mediunidade de psicografia, ela é educada na casa espírita e existem diversos tipos de psicografia. Existem psicografias de mensagens para o grupo mediúnico, para a casa espírita. Existem eh mensagens mediúnicas psicografadas para parentes, que são as cartas consoladoras, hoje bem mais rara. Existe a psicografia para livros que são pessoas específicas que têm essa mediunidade com compromisso de publicar livros. Para a publicação de um livro é praticamente impossível psicografar dentro da casa espírita numa reunião que dura uma hora, porque demorará muito tempo. Eu já psicografei alguns livros na reunião mediúnica, recebi uma mensagem por dia e foram juntando no ano todo. Demorou mais de um ano para ser psicografado um livro. Então, a psicografia quando feita em casa é quando o médium tem o compromisso para publicação de livros, já esteja treinado para isso, tenha a participação de alguém para poder vibrar, no caso, se o médium for mecânico, se for mediunidade intuitiva, já não tem grande problema. e tomar bastante cuidado, ter compromisso, responsabilidade, porque a mediunidade defia em casa não é assim: hoje eu vou fazer e entra para dentro do quarto e vai fazer. Tem horário marcado, estipulado pela espiritualidade no compromisso que eles vêm para aquela atividade específica. Então, exercer a mediunidade defia em casa somente quando houver a orientação para isso e for para publicação de livro. Se não for, não há necessidade. Podemos e devemos fazer na nossa casa espírita com ambiente propício para
ade defia em casa somente quando houver a orientação para isso e for para publicação de livro. Se não for, não há necessidade. Podemos e devemos fazer na nossa casa espírita com ambiente propício para isso, junto das pessoas à nossa reunião, sustentando para que o trabalho seja realizado. >> Obrigado, Ederson. Cíntia, como ajudar uma irmã que é médium ostensiva, ouve ver, ela não acredita que tem uma missão. Ela é evangélica e achou que se batizando ficaria mais fácil. Lê do engano, só ficou mais ativa ainda as suas visões. Como ajudar ela sendo eu espírita? A mediunidade ela vai surgir em qualquer pessoa. Ela não necessariamente vai surgir numa pessoa só porque ela é espírita. Ela vai surgir onde ela é necessária. De repente, a tarefa dessa sua irmã é exercer algum alguma tarefa, alguma missão, alguma coisa dentro da igreja dela. Agora, se ela não está alcançando o equilíbrio, se ela não tá sendo ajudada dentro da igreja onde ela está, onde ela frequenta, se essa mediunidade tá causando alguma alguma malestar nela, algum desequilíbrio, doença, etc., qualquer coisa, você vai tentar com muita paciência orientá-la sem precisão, não necessariamente trazê-la para doutrina espírita, mas levar conhecimento para ela. Eu trabalhei muitos anos com uma médium que eles eram luteranos. A ela nasceu numa família luterana. era filha única, o pai era um militar de alta patente, a mãe também uma pessoa muito esclarecida e ela tinha uma mediunidade ostensiva desde a infância. E esse pai via aquele sofrimento da filha, levava em médicos, levava em todos os lugares. Todo pastor que chegava lá na igreja, eles faziam orações para ela, tentavam ajudar de qualquer forma, mas a mediunidade dela só foi aumentando, aumentando, e ela eh adoecia. Às vezes até na escola ela tinha problemas. Então esse pai uma vez conversou com uma pessoa, uma pessoa procurou esse pai e falou para ele, explicou que aquilo ali era mediunidade, o que que aquilo acontecia, que não necessariamente ele precisava ir para o
ai uma vez conversou com uma pessoa, uma pessoa procurou esse pai e falou para ele, explicou que aquilo ali era mediunidade, o que que aquilo acontecia, que não necessariamente ele precisava ir para o centro espírito, mas ele precisava conhecer o que que tava acontecendo com a filha dele e orientá-la e aceitar os caminhos que ela escolhesse depois disso. Esse pai muito lucidamente comprou três livros. comprou o livro dos espíritos, o livro dos médiuns e o evangelho e sentou para estudar com a filha cada um desses livros. Cada semana eles estudavam uma parte de um livro. Ele também se esclareceu muito, nunca deixou de ser luterano. A família toda é muito famosa, eles são de origem alemã, moram eh são do Rio Grande do Sul. Ele não deixou a igreja dele, mas ele adquiriu um conhecimento que ninguém vai tirar dele e que ajudou a filha dele a fazer a escolha dela e a equilibrar a mediunidade dela, né? Então, talvez seja esse o caminho, você conversar com a sua irmã, mostrar para ela que você não tá querendo convencê-la de nada, que você não está querendo doutriná-la, você está querendo apenas dialogar com ela, mostrar para ela que ela precisa conhecer o que que tá acontecendo com ela, porque através do processo mediúnico dela, ela pode ajudar muitas pessoas em qualquer lugar que ela estiver, né? para que isso não traga para ela um desequilíbrio, um desgaste de energias natural que a mediunidade eh eh dá pra gente, né, que é um um trabalho mediúnico desgasta muito a gente, cansa, desgasta fisicamente. Então a gente, para que ela entenda pelo menos o que que tá acontecendo com ela, você se você não pode obrigá-la a nada, mas você pode, com muito amor tentar esclarecê-la e ela faz a escolha dela. Não vejo uma outra forma de você ajudar essa sua irmã a não ser também conjugando a isso. aí que você faça as suas orações por ela, que peça que ela encontre o caminho dela, esteja sempre em oração por ela para que ela encontre realmente um ponto de equilíbrio. >> Obrigada, Cia. Eh, existe uma duração
faça as suas orações por ela, que peça que ela encontre o caminho dela, esteja sempre em oração por ela para que ela encontre realmente um ponto de equilíbrio. >> Obrigada, Cia. Eh, existe uma duração padrão paraas reuniões mediúnicas, pra parte prática ou pra parte eh de preparação? Eh, existe algum número de de comunicações que cada médium deve eh conceder em cada reunião? Existe sim. Tanto o espírito Manuel Filomeno de Miranda quanto o espírito André Luiz pela mediunidade Divaldo e Chico nos trazem algumas orientações a esse respeito. As uniões mediúnicas a partir do estudo que introduz a parte prática em torno de 30 minutos. E a parte prática pode ser em torno de 1 hora a 1 hora30. A depender da quantidade de médiuns, é recomendável que os médiuns deem de duas a três comunicações no máximo na reunião. Lógico, isso varia. Se nós temos apenas dois médiuns na reunião, esse número será maior de comunicações, naturalmente. Mas tendo um número de quatro, seis médiuns, no nosso caso, no grupo Sheila, são seis médiuns por reunião, então nós damos no máximo duas comunicações porque é intercalado as comunicações dos médiuns. em torno de 10 a 12 minutos cada uma dessas comunicações. Então, cada reunião é uma. Nós não podemos engessar que às vezes o médium ele vai com aquela mentalidade, ah, só posso dar duas comunicações, só posso dar três comunicações e aí deu duas. Tá sentindo aproximação do outro espírito? Não vai dar porque não se deve, não pode. Cada situação é uma. Nós usamos o bom senso de acordo com o andamento da reunião, que é preciso dar oportunidade também para que os outros médiuns trabalhem. Às vezes o médium ele toma conta da reunião, dá uma comunicação uma atrás da outra, duas, três, impedindo que os demais também possam exercer a sua mediunidade. Então, cada situação é uma, mas essas recomendações geralmente são essas usadas pelas instituições. >> Obrigada. Bom, agora nós vamos passar a última pergunta, tá, para cada um de vocês e vocês já podem aproveitar então
o é uma, mas essas recomendações geralmente são essas usadas pelas instituições. >> Obrigada. Bom, agora nós vamos passar a última pergunta, tá, para cada um de vocês e vocês já podem aproveitar então para fazer também as suas considerações finais, tá bom? O consumo de carne branco ou vermelha é fator que realmente prejudica o médium, mesmo o médium passista, mesmo se o consumo for regrado. A gente conhece, né, a o que diz que não é o que entra pela boca do homem que faz mal, é o que sai porque vem do coração, né? Então, comer carne existe um tabu muito grande. É óbvio que a digestão da carne, ela é muito mais difícil, mais demorada. A carne tem muitas toxinas. Fazer determinadas escolhas na nossa vida que favoreçam mais a nossa saúde é importante. Ninguém vai para um churrasco e depois vai para um grupo mediúnico porque não vai conseguir produzir nada. da espiritualidade não vai nem conseguir chegar perto. Há médiuns inclusive que passam mal por sentir a a a pessoa tá passando mal aos odores daquela digestão, né? Espíritos que não conseguem se aproximar também por causa todas as energias fisiológicas estão voltadas para aquele processo digestivo. Então a pessoa não vai conseguir produzir nada. O que que seria um consumo regrado? seria você comer menos naquele dia, no livro desobsessão tem um capítulo que fala sobre alimentação antes da reunião mediúnica, que a gente deve comer algumas horas antes, deve evitar o uso de café, que são eh excitantes, né? Deve evitar o uso de de refeições pesadas que antes de ir paraa reunião mediúnica, pelo menos 3 horas antes, faça uma refeição mais frugal, né? tem a parte de você mesmo trabalhando e saindo, você também desacelere a sua cabeça. Tudo isso faz parte da nossa preparação para ir para uma reunião mediúnica para que a gente não interfira nos processos. Agora, seria muito bom se a gente conseguisse evitar comer a carne no dia da reunião mediúnica. O processo digestivo da carne dura muito mais de um dia, né? Então a gente eh eh
nterfira nos processos. Agora, seria muito bom se a gente conseguisse evitar comer a carne no dia da reunião mediúnica. O processo digestivo da carne dura muito mais de um dia, né? Então a gente eh eh evitaria chegar ali no grupo ainda com resquícios desse processo digestivo. É o aconselhamento que a gente dá às pessoas. Agora, proibir de comer carne, ninguém vai proibir nada. O espiritismo ele não proíbe ninguém de nada. Ele diz o que que é certo, o que que é errado e a gente que faz as escolhas, né? Se a gente quer servir bem e trabalhar direitinho, a gente vai seguir algumas regras para entrar naqueles três princípios que Emanuel deu pro Chico, né? Disciplina, disciplina, disciplina. Eh, não é um sacrifício tão grande assim a gente deixar de comer a carne de bebida e cigarro. Então, não vou nem falar, né? Eu acho que não precisa, tá? Foi só da carne que falaram aqui. Mas eu quero agradecer muito a o convite que a Aurora nos fez, tá? que o Lar de Jesus nos fez. Agradecer ao Vander também. Foi muito enriquecedor para todos nós, para nós que estamos aqui participando também. Ah, eh, eu tava comentando com a Aurora que o Wellerson não veio aqui fazer nenhum tratado. Ele não falou de nada mirabolante, ele falou exatamente aquilo que a gente precisava ouvir, né, que é eh a condução correta e disciplinada do trabalho mediúnico, né? eh, chamando a gente a responsabilidade. E amanhã eu convido a todos vocês, estou aqui retribuindo o convite para estar conosco lá na nossa casa Estudantes do Evangelho, onde o Wellingon vai fazer a palestra Diálogo com Jesus, né, que também lá nós teremos os livros dele também, ele vai autografar e será um momento bem enriquecedor para todos nós. Às 17, eh, 17:30 começa a alegria cristã e às 18 horas começa a palestra. A nossa casa, ela funciona dentro das instalações da Federação Espírita, tá? Ela sempre existiu lá, só que agora ela tem identidade jurídica, né? Nós temos nome, sobrenome e CNPJ. Tá bom? Já somos, já somos maiores de idade.
na dentro das instalações da Federação Espírita, tá? Ela sempre existiu lá, só que agora ela tem identidade jurídica, né? Nós temos nome, sobrenome e CNPJ. Tá bom? Já somos, já somos maiores de idade. Obrigada, Ctia. Eron, então a última pergunta e as suas considerações finais. Qual a necessidade do médium receber um passe durante o trabalho? Se quando o trabalho já é assistido e dirigido pela espiritualidade, os arquitetos espirituais já prepararam o ambiente. Todas as vezes que nós viemos à casa espírita, principalmente para assistir uma reunião pública, nós já não recebemos o amparo da espiritualidade. Por que que temos que entrar na cabine de passe por receber o passe de um passista que vem à nossa frente impondo as suas mãos? O passe é uma transfusão de energias que combina a energia espiritual e a energia animalizada. Na reunião mediúnica, o passe deve ser utilizado quando o médium está em falta dessa energia animalizada. Às vezes a comunicação foi tão densa que o espírito acabou absorvendo as energias do médium e ele tem dificuldade de retornar à consciência objetiva. Então, a imposição de mãos e ali a transfusão de energias do médium passista é para recompor essas energias que a espiritualidade não possui, porque é uma energia mais sutil, é a energia do médium. E a preparação da espiritualidade está justamente nisso, em utilizar nós que somos encarnados com as nossas energias para poder repor aqueles que são necessitando. Então, a espiritualidade prepara o ambiente, mas também necessita da nossa contribuição. E uma das contribuições é esta de nós estarmos ali prontos para servir, para doar aquilo que temos de melhor. Nós queríamos aproveitar estes instantes finais para poder agradecer, agradecer a todos que estiveram conosco neste encontro, que escolheram estar neste sábado à tarde, onde poderíamos estar em tantos outros lugares, envia a casa espírita para o aprendizado em torno da mediunidade. É redundante falar, mas quando nós falamos, nós que somos expositores,
sábado à tarde, onde poderíamos estar em tantos outros lugares, envia a casa espírita para o aprendizado em torno da mediunidade. É redundante falar, mas quando nós falamos, nós que somos expositores, falamos para nós mesmos, eu também sou médium. Falar sobre mediunidade é falar para mim sobre toda essa proposta que dia a dia nós precisamos aprender, que todos nós erramos, todos nós estamos em aprendizado, somos burros mancos, tentando manter-se de pé para poder servir. E é muito bom nós termos um grupo que busque o aprendizado em torno da faculdade mediúnica, que é com conhecimento que nós bem servimos. Queria agradecer ao Vander e Aurora pelo convite, agradecer a Ivana e a Cíntia por terem dividido a mesa conosco. É muito bom a gente contar com pessoas amigas que multiplicam junto conosco o conhecimento. Sempre temos algo a aprender. Esse seminário não fecha de maneira alguma temática. Assunto da mediunidade é um assunto vasto que tem vários vieses, vários caminhos. Aqui nós trouxemos pequenas portas, ainda muito a ser estudado, muito ser aprendido. Médium não sabe de tudo. Precisamos sempre estudar, buscar o aprendizado. Então, a nossa gratidão e queria também falar que amanhã, além de estarmos lá no Estudantes do Evangelho, as pessoas que são vinculadas ao trabalho da evangelização infantil, amanhã de manhã aqui no Lar de Jesus às 9 horas nós vamos fazer uma palestra falando sobre a evangelização infantil nos tempos atuais. É uma parte expositiva que nós vamos fazer e também vamos abrir o espaço, como fizemos agora para perguntas e respostas. Será uma alegria aqueles que estiverem vinculados à tarefa participarem conosco e aqueles também que desejarem estar conosco. Uma boa noite para todos nós, a nossa gratidão. Muito obrigada. >> Olha, eu garanto para vocês, quem vier vai se surpreender. Eu acho que a vovó não vem, né, amanhã, né? Puxa, que pena. Seria ótimo se a vovó viesse. Depois ele vai contar sobre a vovó. Tá bom? Muito obrigada pela oportunidade de estarmos
r vai se surpreender. Eu acho que a vovó não vem, né, amanhã, né? Puxa, que pena. Seria ótimo se a vovó viesse. Depois ele vai contar sobre a vovó. Tá bom? Muito obrigada pela oportunidade de estarmos aqui. >> Oi. É muito bom. Agradeço a todos aqui a presença e como eu falei, antes da gente encerrar com a nossa prece final, queria lembrar do Juliano que ele vai fazer aqui o nosso sorteio e ele trouxe os livros aqui e ele é também um escritor também, né? e os livros dele, alguns mediúnicos, outros não, mas que ele trouxe aqui com carinho para divulgação. Então, também um um grande trabalhador lá do estudante do Evangelho, figura que também já esteve conosco aqui trabalhando conosco. Então, é muito, muito bom estar com ele aqui. Ele vai sortear agora os livros pra gente encerrar aí. lembrar amanhã que, como ele falou às 9 horas, mas pode chegar 8:30 que nós vamos ter um um cafezinho da manhã para quem chegar mais cedo. Vamos chegar mais cedo para participar conosco aqui, tomar um café da manhã conosco. Boa tarde. >> Boa noite, né? Quase, quase, quase. Bom, trouxemos aqui oito livros, mas na verdade são três livros, eh, que tem a ver com a mediunidade, que trata da mediunidade, uma obra psicografada e duas obras de pesquisa, uma pesquisa profunda sobre a vida de José Arigó, que é esse livro aqui, a biografia de José Arigó. E outra obra que é também uma pesquisa profunda sobre o trabalho realizado com Chico Xavier e Humberto de Campos. E nós já fizemos o prévio sorteio de alguns números. Quem chegou até às 15 horas deve ter recebido aí um número, não é? Então eu vou começar a falar os números. Quem tiver com ele na mão aí pode dar o grito aí que a gente leva o livro até você, tá? Oito livros. Oito livros. Número sete, esse aqui >> número 40, número 61, número 52. Devagar, então vamos mais devagar. 40, ó. Mais uma ganhadora. Mais uma ganhadora. Número 61. Número 52. Número 13. Número seis. Seis. Número 70. Mais uma ganhadora. 39. Número 12. 12 não. 14. Muito bom. 58 29
então vamos mais devagar. 40, ó. Mais uma ganhadora. Mais uma ganhadora. Número 61. Número 52. Número 13. Número seis. Seis. Número 70. Mais uma ganhadora. 39. Número 12. 12 não. 14. Muito bom. 58 29 A. É isso mesmo. Bom, sobraram agora os dois. Agora vão esses dois aqui que eu deixei por último, porque só tem um de cada. Número 22 43. 56 pegou. 51 número 9. Muito bem. Levou o último. Gente, muitíssimo obrigado. Espero que vocês gostem da leitura. Obrigado também ao nosso irmão Wellerson que nos encantou hoje à tarde aí com seus conhecimentos. Muitíssimo obrigado. Mais uma prece para nós, Júlia. Ó, nós vamos encerrar. Queremos mais uma vez agradecer a todos por estarem aqui. Espero que tanto da da parte aqui das pessoas que colaboraram conosco, Wellerson, Ivana, Cíntia e todos vocês que vieram possam ter assimilado alguma coisa e que possa trazer eh grandes conhecimentos para que a gente possa colocar em prática aqui na nossa casa. Abraço a todos, muito obrigado a todos. E o Juliano vai fazer a prece de encerramento pra gente. B. Vamos então nos preparando para esse encerramento. Vamos nos acalmando, fechando os nossos olhos, respirando profundamente todos esses fluídios que os benfeitores amigos prepararam para nós. Nós que viemos aqui todos hoje em busca de conhecimento, em busca de amizades, em busca de paz. em busca de compreensão maior e rogando aos benfeitores amigos que nos auxiliem a fixar os conhecimentos que nós entramos em contato aqui hoje. Vamos então abrindo a nossa mente, os nossos corações para esses conselhos que vem do mais além, nessa conexão maior. Muito obrigado, Senhor Jesus. Muito obrigado, mestre, por esta oportunidade que concedeu a todos nós aqui, Senhor, encarnados, desencarnados, nessa imersão, Senhor, nessa tarde de sábado, onde podemos aprender um pouquinho mais sobre nossas faculdades, Senhor, sobre o nosso papel, não apenas junto ao Espiritismo, Senhor, mas o nosso papel na vida, na nossa própria vida, na vida dos nossos familiares, dos nossos amigos,
mais sobre nossas faculdades, Senhor, sobre o nosso papel, não apenas junto ao Espiritismo, Senhor, mas o nosso papel na vida, na nossa própria vida, na vida dos nossos familiares, dos nossos amigos, Senhor. Muito obrigado por isso e rogamos, Pai, que abençoa a vida de cada um aqui presente, Senhor. Nos auxilia, nos sustenta, Senhor, porque somos pequenas crianças, aprendizes do teu educandário, mestre, ainda engateando-nos conhecimentos espirituais superiores. Senhor, nos sustenta e nos guia, mestre. Transforma a nossa casa, Senhor, numa extensão desta casa espírita. Que o nosso lar possa ser também uma extensão do lar de Jesus, Senhor. Que toda essa paz, toda essa assistência possa ser multiplicada nos nossos lares, Senhor. Se tornem ambiente de paz, de amor, de fraternidade. Mestre, auxilia não apenas a nós, mas também abençoe esses trabalhadores, Senhor, e abençoa essa casa que nos recebe de braços abertos sempre que precisamos, Senhor. E aqueles nossos irmãos que pelo mundo afora, Senhor, olham para os céus na busca por um consolo maior. Senhor, dê a mão a esses nossos irmãos, Senhor, ainda confusos, ainda não conseguiram encontrar o seu caminho na terra, Senhor. E assim como o Senhor nos mostra o caminho certo para a felicidade vindora, Senhor, a todos que buscam essa paz, Senhor, que possam encontrá-lo no teu seio de amor. Muito obrigado. Que assim seja. เฮ
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