Sandra Della Pola – A dor e os caminhos para a regeneração
28ª Conferência Estadual Espírita, realizada nos dias 13, 14 e 15 de Março de 2026 no Teatro Positivo, Curitiba-PR A conferencista Sandra Della Pola aborda o papel da dor no processo evolutivo do Espírito, refletindo sobre como as experiências difíceis podem transformar-se em oportunidades de aprendizado, renovação e regeneração moral. A Doutrina Espírita apresenta a dor não como punição, mas como instrumento educativo no caminho da evolução. Seja membro deste canal e ajude a Mansão do Caminho: https://www.youtube.com/channel/UCwrG... Para assistir palestras inéditas e históricas do médium espírita Divaldo Franco, assine o http://www.espiritismoplay.com
Bom dia a todos. Estejamos em paz. É uma honra, é uma alegria poder estar de volta nesse espaço de reflexões, de troca de vibrações harmônicas, de esperança e de paz, aonde tantos corações amigos se reencontram e novas amizades iniciam-se ou retomam-se, dependendo da situação que da perspectiva que nós analisarmos. De fato, como já disse o nosso Alessandro, a obra que estamos homenageando é de uma importância ímpar. E o autor, o nosso Leon Deni, foi o grande colaborador de Kardec nas palavras do orador que me precedeu, com essa conexão muito bem posta, muito bem organizada com o texto kardequiano. Há um momento, há momentos em que nós observamos Kardec, claro que uma outra maneira de redigir, claro que com aquela beleza que eu diria mais do que filosofia que ele de fato traz, ele traz poesia. O texto de Deni é uma poesia, ao mesmo tempo que nos leva e nos atira numa reflexão profunda, se nos permitirmos, evidentemente, ela nos encanta o coração. Alguns momentos chega a uma emoção tão grande que as lágrimas se projetam. E isso só é feito por um espírito muito especial que consegue uma erudição com ele, eh, embora autodidata, atingiu e consegue essa competência de chegar ao coração. E em relação ao trabalho do codificador, possibilitou-nos estes momentos reflexivos que nos podem levar a partir de um estudo de profundidade, nos podem levar a construções muito perenes e muito significativas neste momento que estamos passando de transição, onde dois mundos praticamente se chocam aqui. aquele que está deixando de existir e aquele que está iniciando a sua existência. Então são dois mundos com dois com duas comunidades diferentes. Aqueles que já se empenharam e se comprometeram com a construção de um mundo melhor. Nós os temos e muito hoje na Terra, neste exato momento que enfrentamos mais um distúrbio de violência planetário praticamente, porque algumas guerras, embora mais localizadas em determinados setores, hoje pela globalização, acabam atingindo o planeta de uma forma direta,
mais um distúrbio de violência planetário praticamente, porque algumas guerras, embora mais localizadas em determinados setores, hoje pela globalização, acabam atingindo o planeta de uma forma direta, senão pela violência física propriamente dita, pelos pelas consequências das tomadas de decisões desses líderes planetários. E efetivamente nós vamos ver nestas regiões criaturas entregando a sua própria existência, colocando-a em risco para auxiliar os seus irmãos e irmãos que eles sequer conhecem. Então, são os voluntários do bem na área do serviço da saúde, na área do serviço do direito, na área dos serviços da engenharia, da comunicação e assim por diante, tentando minimizar ou melhorar as condições daqueles que padecem não uma injustiça, mas de fato uma atrocidade eh em circunstâncias que não podem evadir-se. Estão lá os peregrinos da paz e do amor, estendendo as suas melhores condições. Nós temos pessoas já comprometidas com o bem de uma forma ampla na proteção da natureza e também nos trazendo reflexões importantes na área científica. apontando consequências que serão irreversíveis se nós não tomarmos decisões no aqui e no agora. E estes indivíduos estão também se entregando a esta luta, a esta divulgação, a esses chamamentos aos seus irmãos em humanidade, esquecendo-se às vezes de si próprios, empenham-se nesta verdadeira batalha regeneradora das nossas mentes e dos nossos corações. Então sim, nós temos uma quantidade de amor e de bem na Terra, talvez nunca antes visto. No entanto, nós também temos aqueles atrasados, aqueles que mantém posturas e pensamentos quase primitivos de poder, de ganância, porque as guerras às vezes não são nada mais do que um jogo de ganças. aonde a criatura humana se torna objeto. E se não são as guerras lá de fora nas trocas das armas físicas, são aquelas guerras interiores no seio das famílias que se desagregam, aonde as pessoas se descomprometem dos laços de afetivos substancialmente com a criança, que foi fruto daquela união e que hoje é
são aquelas guerras interiores no seio das famílias que se desagregam, aonde as pessoas se descomprometem dos laços de afetivos substancialmente com a criança, que foi fruto daquela união e que hoje é tratada como massa de manobra. Então, nós temos sim pensamentos muito retó retrógrados que o Alessandro Alessandro tratou com tanta profundidade, nos chamando atenção para que também nós outros que estamos hoje militando no movimento espírita, procuremos ver em nós essas sombras para erradicá-las o mais rapidamente possível e não fazer deste mais um movimento na Terra. e mostrar que a doutrina espírita, cujo poder é revolucionário ao espírito humano, nada significou na nossa existência. Quando Kardec pergunta o que que o Espiritismo pode fazer para o progresso, os espíritos respondem que levantando o véu da ignorância, podem destruir o materialismo. Veja bem, se o materialismo é o grande problema, o grande inimigo, o espiritismo tem a potencialidade, a tese espírita, ela é tão potente, ela é tão impactante a alma humana que ela tem o poder de destruir o materialismo enquanto tese, porque o Seus fundamentos combatem o materialismo ponto a ponto, mas eu diria fundamentalmente enquanto impacto que produz a nós outros que lidamos com o espiritismo, que somos lidadores com a doutrina espírita, impactando nossas almas para que nós quebremos o materialismo dentro de nós. que a mim particularmente choca, senão tanto o materialismo lá de fora, que é desastroso, evidentemente, e que está atrasando o planeta de uma forma muito atroz. Nós poderíamos estar muito lá na frente, porque as nossas descobertas em termos de intelectualidade, de inteligência racional, são muito apreciáveis e eles poderiam gerar um mundo de mais conforto, de mais justiça, de mais saúde em todos os níveis. Portanto, uma humanidade que já estivesse numa situação pouco, pelo menos mais melhorada e usufruindo de bens que fossem mais respeitados e distribuídos, a fim de que as dificuldades humanas pudessem ser superados
humanidade que já estivesse numa situação pouco, pelo menos mais melhorada e usufruindo de bens que fossem mais respeitados e distribuídos, a fim de que as dificuldades humanas pudessem ser superados o mais rapidamente e de uma forma concreta, que chegasse lá na pessoa aquilo que a teoria dos nossos dias da contemporaneidade já trouxe de apreciável em termos de bem comum, em termos de justiça e assim por diante, mas não chega na ponta, no destinatário, porque se perde nas gavetas da vida e nos bolsos de quem se apropria daquilo que não não é seu. Então, estas posições arbitrárias, antigas, violentas e assim por diante permeiam ainda o nosso mundo. E porque são muito efusivas e não vêm uma maneira ética para conquistar, não estão preocupadas com o respeito ao outro, sequer a si próprios. vão conseguindo coisas e tirando coisas, fazendo ainda este mundo com tantas dificuldades e com tanta dor. Efetivamente, esses dois mundos se chocam nesta neste transitar de uma realidade que deve deixar de existir para uma que é o nosso desejo de construir. e o espiritismo, como nenhuma outra filosofia antes na Terra, tem a potencialidade de fazer isso na tese e na prática dos nossos corações. No entanto, nós nos fechamos, mesmo nós espíritas. E talvez sejamos neste momento em que nos aceitamos nesta posição, as criaturas mais infelizes que transitam. Porque se o materialista faz o mal, ele faz o mal por convicção. É da sua essência acreditar que a vida termina no túmulo e se ele não conseguir no aqui, no agora, ele não conseguirá mais. Então, os fins justificam os meios e por isso ele passa por cima dos seus irmãos. Mas nós, que justificativa temos? A ignorância. Não, essa não nos é facultada não. E no entanto, muitas vezes na nossa prática da vida espírita, não refletimos a tese que dizemos amar. E isso não necessariamente é feito porque somos más pessoas, mas é feito porque somos pessoas que ignoram a beleza do Espiritismo. E ignoram aí sim por deliberação própria, não porque não tem espaço para refletir.
cessariamente é feito porque somos más pessoas, mas é feito porque somos pessoas que ignoram a beleza do Espiritismo. E ignoram aí sim por deliberação própria, não porque não tem espaço para refletir. Ignoram porque não querem refletir. Então, sim, é de homenagear, como fez o nosso companheiro que antecedeu, momentos como este. É de muita felicidade podermos estar juntos em praticamente três dias e não fazer outra coisa. Claro que tirando os intervalos, que também é necessário repor a tranquilidade pro corpo físico e alguma alimentação, os descansos noturnos, mas praticamente quase três dias, refletindo sobre um tema espírita, notadamente espírita. E por isso eu aproveito este momento para parabenizar mais uma vez a Federação Espírita do Paraná pela coragem da escolha, porque às vezes os nossos líderes espíritas escolhem para agradar e vivem para agradar, absolutamente despreocupados com o educar. >> E educar não é fazer pelo outro que o outro tem que fazer, porque isso educador nenhum tem poder, mas é oferecer ao outro o espaço para que, se o outro quiser, a possibilidade da educação ali se faça. E isso nós temos aqui e agora. Portanto, é uma honra estar com os amigos neste momento em que cada um depõe pela sua presença e pela sua atenção que está disposto e disponível para uma reflexão de profundidade. Na manhã de hoje, nós ficamos, escolhemos o tema e propomos a a reflexão em torno da dor, a dor e os caminhos para regeneração, motivados na obra em homenagem, o problema do ser, do destino e da dor. Já vamos explicar essa conexão, mas o nosso tema, ele está na terceira parte da obra. A obra tem uma primeira parte chamada o ser, uma segunda parte chamada o destino e uma terceira parte chamada as potências da alma. Neste neste núcleo está no capítulo 26 a dor. Leondeni vai trazer uma possibilidade e um convite de análise desta força que é a dor muito particular. reconhece naturalmente a dor reparação. Quando ele pergunta por a dor, é uma das perguntas iniciais do capítulo.
zer uma possibilidade e um convite de análise desta força que é a dor muito particular. reconhece naturalmente a dor reparação. Quando ele pergunta por a dor, é uma das perguntas iniciais do capítulo. conhece, evidentemente, o seu aspecto reparador, que nós já vamos tecer algumas considerações, mas apresenta uma chamada de análise, de introspecção, de percepção da dor como uma possibilidade evolutiva, regenerador. é uma outra maneira de vê-lo. Claro que ele tem a a a rapidez de dizer: "Isso só é possível se o indivíduo compreendê-la". Porque se não compreendê-la, ela fica sendo um castigo, ela fica sendo uma punição, ela fica sendo uma coisa horrível que, como chamou atenção Alessandro, a gente tem que aguentar porque quem sabe daqui a pouco morra e termine tudo. fosse ilusão, porque primeiro não vai morrer e segundo se não tratou bem dela por aqui, não vai sequer extingui-la no ali. Então ele vai nesta obra tratar deste assunto num capítulo específico e convido os amigos a uma leitura de profundidade porque nós vamos trazer apenas umas poucas citações para a nossa reflexão. E na contracapa do livro, a editora nos explica relativamente a essa ter essa questão da dor. E ela diz assim: "A obra O problema do ser, do destino e da dor", inicialmente foi publicada e traduzida, conforme consta no original francês, como problema do ser e do destino. Mais tarde foi autorizada uma condensação da obra, um livreto com o título Ser, destino e dor. que foi acrescentado e dador, porque o livro inicialmente era o problema do ser e do destino. E foi acrescentado o dador, em função deste livreto, ao título da obra completa: Mudanças permitidas pelo autor. Todas as primeiras edições, como as atuais, estão corretas. Então, nosso objetivo básico é demonstrar e refletir sobre as finalidades das vicissitudes e as consequências da compreensão e suas possibilidades regeneradoras. E neste sentido, nós vamos começar por Jesus. Vamos fazer uma viagem um pouco também pelo evangelho, muito especialmente pelo
des e as consequências da compreensão e suas possibilidades regeneradoras. E neste sentido, nós vamos começar por Jesus. Vamos fazer uma viagem um pouco também pelo evangelho, muito especialmente pelo Evangelho Segundo o Espiritismo, porque Kardec vai tratar da dor no capítulo 5, que é o mais extenso dos capítulos da obra, e parte de uma bem-aventurança. segunda bem-aventurança, na listagem das bem-aventuranças, aonde Jesus no sermão da montanha afirma que são bem-aventurados os que choram porque serão consolados. Bem-aventurados aflitos, porque o reino de Deus lhes pertence. Vamos pensar um pouquinho. A propósito, antes, uma curiosidade que sempre me chamou atenção é que é a única bem-aventurança que Jesus faz o contraponto das consequências do não ser um bem-aventurado. Porque é óbvio, ele não precisaria ter dito que se é bem-aventurado os que choram. Bem entendido depois o que que é esse chorar e como é esse chorar, porque serão consolados. Evidentemente que os que rimem dos outros, passando por cima, desprezando, desconsiderando, ganhando as coisas sem merecer, usurpando, violentando, então eles estão debochando da justiça humana porque ela não consegue pegá-los. Eles se esvaem. E não é culpa da justiça humana, não é uma crítica à justiça humana, porque nós temos melhorado significativamente na Terra os nossos mecanismos de aplicação das leis que cada vez mais se aperfeiçoam, melhoram, buscam a proteção dos hipossuficientes, dos desvalidos e apresentam mecanismos para igualar os na busca pela justiça. Então, não é uma crítica, mas é uma realidade, porque nós sempre acabamos dando um jeito e quanto mais nós temos condições de dar jeitos no aqui e no agora na terra, mais fácil fica para que nós nos possamos evadir. Meu irmão, eu foi oficial de justiça por muitos anos, aposentou-se e uma das coisas que mais o o chocavam era quando ele ia cumprir as sentenças que garantiam direitos aos autores ou aos réus, enfim. Chegava lá, não tinha mais patrimônio porque já tinha sido transferido, transferido,
que mais o o chocavam era quando ele ia cumprir as sentenças que garantiam direitos aos autores ou aos réus, enfim. Chegava lá, não tinha mais patrimônio porque já tinha sido transferido, transferido, transferido, transferido e ficávamos com uma bela sentença para pendurar na parede. Isso é problema. a ser operacionalizado, evidentemente, pelo pela justiça humana, mas isso é muito mais da nossa sagacidade, das nossas fragilidades, das nossas sombras, que dificilmente ela conseguirá resolver rapidamente em virtude de todas as possibilidades de fuga que nós temos da lei dos homens no aqui e no agora. Mas, no entanto, não temos a competência de nos evadirmos da lei divina. Ela nos busca com uma competência absurda e nos promove com misericórdia, sim, mas com muito rigor as consequências das nossas escolhas e das nossas atitudes. Então, esta bem-aventurança, ela traz este contraponto. As demais não. Ele vai dizer: "Bem-aventurados os pobres de espírito, mas não vai dizer o que que vai ser feito da com aqueles que não serão classificados como pobres de espíritos". Não tá escrito no texto. Bem-aventurados os simples, bem-aventurados misericordiosos, bem-aventurados os pacíficos. Tudo isso nos diz o que que estes que estão adequados à lei divina vão receber. a consequência da escolha da atitude pautada na lei. Mas não diz o texto o que que vai acontecer com aqueles que ainda não querem pautar suas vidas conforme a lei divina e, portanto, não serão bem-aventurados. Allan Kardec tem a oportunidade de dizer no capítulo dois do Evangelho Segundo o Espiritismo que a vida futura é um dos eixos da tese de Jesus, porque as os ensinamentos de Jesus estão sempre no virer. A as bemaventuranças é um exemplo clássico disso, mas com relação aos aflitos, ele fez questão de pontuar as consequências daqueles que tentarem se evadir da postura e da atitude que respeita a lei e, por isso se aflige com as dificuldades que traz o respeito à lei, porque essa é a aflição que será consolada. A aflição que será consolada não é a
evadir da postura e da atitude que respeita a lei e, por isso se aflige com as dificuldades que traz o respeito à lei, porque essa é a aflição que será consolada. A aflição que será consolada não é a aflição da inveja, porque os invejosos são muito aflitos, especialmente quando eles não conseguem obter êxito na sua proposta. Os ciumentos são muito aflitos, estão sempre no frenesi, mas não necessariamente eles vão encontrar consolo dali a pouco. Não é a estes que as bem-aventurança, a bemaventurança se refere. dirá uma mensagem o Evangelho Segundo Espiritismo. Ela de Fenelon, tormentos voluntários, ela se refere à aqueles que eventualmente ou efetivamente chorem pela tentativa de fazer o bem dentro de si próprios, o bom combate, ou pelas consequências das escolhas infelizes que fizerem no fizeram no passado. e que neste momento estão procurando ressarcir e regenerar-se, sublimando as suas características íntimas e procurando pautar a vida o melhor que ele seja possível. É deste sofrimento que a bem-aventurança está falando. O sofrimento na fala de Deni, aquele que promove como um ser melhor e, portanto, um sofrimento da regeneração e um sofrimento da reparação. Porque pra gente regenerar dói. muito particularmente espíritos que ainda estamos mais próximos das da da do domínio das sensações do que propriamente do domínio dos sentimentos. Então, tudo isso gera uma dor interna. Ser bom para quem ainda não conseguiu as virtudes por excelência é dolorido, porque tudo nele às vezes chama para a produção do equívoco. A menor situação externa viciosa lhe chama atenção, enquanto que uma situação de virtudes virtuosa lhe dá sono. Ele não está ainda adaptado a um plano vibratório diferenciado. Então, é muito dolorido abrir mão do prazer a qualquer preço pelo prazer, pelo dever cumprido. Eu tenho um amigo que já mais de uma vez me disse que, não obstante hoje, ele procure pautar a vida numa situação mais adequada e empregue muito dos seus dias no serviço voluntário. Não consigo ainda sentir no mesmo nível
já mais de uma vez me disse que, não obstante hoje, ele procure pautar a vida numa situação mais adequada e empregue muito dos seus dias no serviço voluntário. Não consigo ainda sentir no mesmo nível o prazer como eu sentia no desvio. E isso é muito natural. Por quê? Porque ainda não aprendeu. Nós temos aprendizagens que estão consolidadas e as novas aprendizagens são doloridas. Podemos partir de um exemplo muito simples. Quem está habituado à aquelas cadeiras confortáveis ou pseudo confortáveis que estraga toda a coluna, sente numa que é ortopédica, vai doer do fio do cabelo ao dedo do pé porque não está habituado. Aqueles de nós que nos decidimos por uma vida saudável, agora vou pra academia, quando chegar tá morto. Eu faço pilates agora duas vezes por semana, depois de um longo tempo afastada, por razão nenhuma, só aquelas desculpas do não ter tempo. Eu chego para casa, chego em casa e pergunto: "E aí, como tu tá com dor?" É a única coisa que eu sei dizer. Porque dói, mas faz bem, faz. Então tem que continuar. Ah, eu não vou porque dói. Pois então continua. Continua com o da dificuldade, continua com a dor, porque você não quer a dor regeneração. Então, não há que enganar dizendo que efetivamente uma mudança de comportamento não vai ser um tanto difícil. E essa dificuldade vai gerar uma quantidade de dor. A questão é, vale a pena? Porque se eu vou morrer no túmulo não vale. Você atira e espera a morte. Agora, se eu não vou morrer no túmulo, tudo se transforma. A perspectiva analítica se transforma completamente. E como diz Emanuel, quando ele tá na obra há 2000 anos e encontra Jesus e Jesus lhe faz aquele convite inicial, ele vai dizer depois, porque ele abriu mão do convite naquele momento, por um minuto de prazer, prazer equivocado, evidentemente, séculos de dor. Então nós temos que tomar uma decisão. O que que vale a pena? E neste sentido vem a tese espírita nos mostrando a continuidade da vida e a tal da vida futura como balizador para essa tomada de decisão, para que eu
os que tomar uma decisão. O que que vale a pena? E neste sentido vem a tese espírita nos mostrando a continuidade da vida e a tal da vida futura como balizador para essa tomada de decisão, para que eu viva o melhor possível agora. Porque muito bem mostra também uma mensagem neste capítulo 5 de Evangelho Segundo Espiritismo, que sim, a felicidade por excelência é ali quando eu receber, usando uma expressão simplista, eu receber a paga pelo trabalho, mas não significa que eu não possa ganhar pequenos adiantamentos por aqui, que é a felicidade relativa que a Terra possibilita. E não há felicidade maior na terra, apesar de todas as situações adversas que ela ainda apresenta do que a paz de consciência. Quando eu iniciava nessa caminhada, um querido amigo que nós homenageamos ontem me disse: "Não há felicidade maior, minha filha, do que poder olhar as pessoas nos olhos sem ter que abaixá-los primeiro." E agora já um pouquinho mais adiantada na caminhada, não velha. Claro, não gostei muito das datas da minha apresentação porque se alguém é bom de matemática eu tô ralada. Mas enfim, pouquinho mais adiantada na caminhada, a vida comprovou que é exatamente assim. Então, bem-aventurados aflitos, porque serão consolados. Bem-aventurados, bem-aventurados os que choram, porque serão consolados. Bem-aventurados aflitos. Porque o reino de céus pertence, será belamente trabalhado por Kardec neste capítulo 5 de o Evangelho Segundo o Espiritismo, que precisa ser constantemente revisitado num estudo para que nós possamos ir apreendendo e incorporando em nosso patrimônio íntimo os excessos chamados que ali contém. Num primeiro momento, o codificador vai nos explicar exatamente a justiça das aflições. E vai dizer que se o primeiro eixo da tese, a vida futura, pode infundir paciência, não explica estas anomalias. que circundam os nossos tempos, os nossos momentos, a nossa vida. Como entender que seja justo perante Deus, perante a vida, que uma pessoa sofra sem ter contribuído aparentemente para
stas anomalias. que circundam os nossos tempos, os nossos momentos, a nossa vida. Como entender que seja justo perante Deus, perante a vida, que uma pessoa sofra sem ter contribuído aparentemente para aquele sofrimento. Então ele vai dar a a vai citar exemplos como uma criança que já nasce e nascituro desde aqueles primeiros momentos, com doenças que são terminais, etc, etc. Como entender isso? A vida futura pode infundir paciência, mas não explica anomalia. E então ele diz, foi chegada a hora, pelo espiritismo, de ser explicado este significado de tornar justa a aflição, que é a lei de causa e efeito. Segundo eixo da tese de Jesus. Este eixo explica que é reencarnação. Então, por isso muitas vezes que o espiritualismo ele vai ficar frágil, porque não necessariamente ele contempla o princípio da reencarnação, que é o que efetivamente explica a dor, mostrando que há uma causa próxima ou anterior, que Kardec vai estudar na sequência do item três, justiça das aflições. Há uma causa próxima ou remota, atual ou anterior, em que nós demos causa aquela dor que agora se tornará reparadora para que a justiça se cumpra e não haja perante a lei de Deus o que nós vamos ver muitas vezes perante a lei dos homens, perante a justiça dos homens. as evasões, as fugas, os subterfúgios. Exatamente porque existe a vida futura, ela é uma realidade. É possível contemplar o segundo eixo e a justiça divina então se implanta com muita facilidade, porque o mecanismo é autorregulado e nós vamos colher exatamente aquilo que plantamos com atenuantes e agravantes, evidentemente, com a misericórdia não deixando de estar presente. E não há maior misericórdia do que poder reencarnar. A misericórdia de Deus se mostra na reencarnação. Porque se por acaso eu me enganei, seja de má fé, seja de boa fé, seja porque eu quis, seja porque eu não sabia, eu tenho direito de refazer. Nenhum de nós que é pai e mãe é é um tutor aqui na terra deixa de dar uma nova chance ao filho que inflige uma regra que se equivoca. Por mais grave
a porque eu não sabia, eu tenho direito de refazer. Nenhum de nós que é pai e mãe é é um tutor aqui na terra deixa de dar uma nova chance ao filho que inflige uma regra que se equivoca. Por mais grave que seja o equívoco, nós adaptamos a consequência reparadora do filho e possibilitamos que ele a faça a reparação. Então, Deus do céu, que é soberanamente bom e justo, faria por menos? Claro que não. Então, a regeneração é onde se evidencia a misericórdia divina. Não é a misericórdia não é um fato que elimina a causa, como a nossa fantasia poderia querer. Ah, Deus é soberanamente bom, então ele vai tirar a causa para que eu não tenha que enfrentar consequências. Não, ele não seria bom nesse setor. Se nós observarmos com a profundidade, Deus não seria nada bom. Porque se ele me tirar reparação porque eliminou a causa, eu não vou crescer nunca. Como diz Leon Denin nesse livro, se eu não me regenerar frente a mim mesma, eu não vou crescer, eu vou estacionar, eu não sofro consequências, mas eu também não evoluo. E a lei que Deus, nosso pai, criou é a lei de progresso. A evolução é uma lei e para isso eu preciso me promover frente a mim mesma. E eu só me promovo frente a mim mesma quando eu reparo. Daí porque Kardec vai dizer lá no capítulo 6 da primeira parte do céu inferno, no código, no item código penal que está no capítulo das penas futuras, segundo o espiritismo, ele vai dizer que é arrependimento, expiação e reparação. Aqui está a evolução, aqui está a promoção do espírito. Então, a reparação é uma fase importante. O arrependimento mostra nossa maturidade espiritual. Nós estamos, aquele que se arrepende verdadeiramente está maduro ou perdão, está num processo de amadurecimento significativo. Porque para alguém se arrepender, ele tem que identificar seu próximo como um igual a ele. E, portanto, se ele não quer para si, ele não vai fazer o outro. Eu faço ao outro porque eu enxergo menor do que eu. No meu egocentrismo eu sou maior do que ele. Consequentemente eu posso fazer
a ele. E, portanto, se ele não quer para si, ele não vai fazer o outro. Eu faço ao outro porque eu enxergo menor do que eu. No meu egocentrismo eu sou maior do que ele. Consequentemente eu posso fazer para ele. Eu não posso receber para mim, mas eu posso fazer para ele e fica tudo bem comigo. Mas quando eu amadureço suficiente, eu saio deste egocentro e enxergo o outro como um indivíduo, um cidadão credor de direitos, os mesmos que eu acredito a mim. Eu luto para não fazer a ele o que eu não gostaria de receber e até posso ir um pouco mais. Eu luto para fazer a ele tudo aquilo que eu gostaria de receber. Então, neste mecanismo promotor da vida que nos eleva constantemente e nos oferece um grande campo de aprendizagem, que são os planetas de expiação e provas, o grande berço regenerador, que é o enfrentamento das consequências das nossas escolhas, minoradas, evidentemente, pelas atenuantes ou agravadas pelos elementos que não tinham justificativa. Mas eu vou encontrando uma minoração se eu caio em mim e volto paraa casa do pai com uma parábola. quando ele se deu conta, o filho pródigo, de que ele estava numa situação inferior em condições de vida, do que o trabalhador da casa do pai dele, ele estava comendo com os porcos enquanto o trabalhador tinha comido a mesa. Ele faz o regresso, ele cai em si e faz o regresso, que é exatamente isso que a vida nos promove. Então, uma vez arrependidos, inicia o processo de ajuste com todas as possibilidades de atenuação. E mais do que isso, com a eventual minoração das consequências, se eu caí em mim, me arrependi e estou fazendo o caminho de volta paraa casa do pai. Então, nós vamos ver indivíduos que, pela aplicação linear da lei teriam que enfrentar um grau 100 de consequências e porque passam a agir no bem consigo e com o próximo, aquilo decai significativo para patamenos, patamares inferiores. E é o que caracteriza a doutrina cristã em relação a doutrinas outras. principalmente orientais, no que tange ao karma. A palavra nós podemos usar, desde que
tivo para patamenos, patamares inferiores. E é o que caracteriza a doutrina cristã em relação a doutrinas outras. principalmente orientais, no que tange ao karma. A palavra nós podemos usar, desde que nós saibamos que ela tem um significado um pouquinho diferente para nós espíritas, porque a diferença da aplicação linear da lei tem a misericórdia que se insere, caso haja por parte do agente agora reparador, uma atitude diferenciada, uma escolha diferente de vida e uma promoção diferenciada de ações. Então, o capítulo vai possibilitar tudo isso e vai nos dizer num primeiro momento que depois que trata das causas atuais das aflições, das anteriores, do esquecimento do passado, dos motivos de resignação, eh, do suicídio, da loucura, entre as instruções dos espíritos. E aí nós vamos ao primeiro ponto que nos interessa. Todos os aflitos são consolados porque todos sofrem na terra. A gente já falou um pouquinho sobre isso e é Lacorder quem vai falar. E ele vai dizer numa linda mensagem, bem e mal sofrer, que sofrem, poucos sofrem bem, poucos compreendem o sentido e a causa da dor e, por isso permanecem aflitos e não conseguem entrar na vibração do consolo. Segue ainda o texto e Leon Deni, aliás, só fazendo um paralelo, Leon Deni tem a oportunidade de dizer no texto do livro que estamos trabalhando, afirma que a ação do sofrimento pode ser bem fazeja para os que compreendem e que somente podem compreendê-lo. os que lhe sentiram os poderosos efeitos. É a reviver aquilo que já tá posto no próprio evangelho, na própria tese espírita. Então, se eu não entendo a causa ou se eu não entendo o sentido da dor aqui, considerando a dor, então, evolução, não tem como atingir o patamar do consolo. O ponto segundo que nós também tratamos e é fênelon quem traz no capítulo 5 diz com estes tormentos desnecessários que nós aplicamos à vida, que são absolutamente desnecessários e que o homem não necessariamente, o ser humano não necessariamente precisaria passar, mas que ele irresponsavelmente os busca.
cessários que nós aplicamos à vida, que são absolutamente desnecessários e que o homem não necessariamente, o ser humano não necessariamente precisaria passar, mas que ele irresponsavelmente os busca. não são necessários no sentido da lei de causa efeito, não estavam previstos na lei de causa efeito, mas a nossa maneira tabalhoada de ser vai buscar esses tormentos, como eu referi a questão do ciúme e da inveja. E finalmente o ponto central, porque eu tô vendo que ela se aproximando mais pro final e eu não vou entrar no ponto central. Por da dor, das vicissitudes, dos sofrimentos. Nós temos a questão da dor reparação, que é esta que pontuamos, de poder nos promover e aprender coisas diferentes, reparando, porque esse é o sentido da reparação. A reparação não é uma punição, não é um castigo, mas é uma possibilidade de fazer uma nova aprendizagem. Porque se eu tirei, como é que eu posso reparar dando para aprender a dar? Eu vou ter uma carga de sofrimento da dor evolução e uma carga de sofrimento da dor reparação, mas eu vou me tornar uma pessoa diferente. Então a dor reparação, ela é promotora do indivíduo perante ele mesmo. Nossas escolhas infelizes precisam ser reparadas e a reparação permite fundamentalmente construção de novas aprendizagens para o indivíduo que promove. Então eu reparo porque eu devolvo ao outro que eu inconsequentemente dele tirei para usar assim uma expressão didática. Então essa é a primeiro aspecto da expressão reparação. É uma questão de equilíbrio para que a vida se mantenha em harmonia, mas tem um sentido muito particular para o indivíduo que promove a reparação, que vai doer, como eu referi, porque todas as novas aprendizagens acabam doendo, mas ele se torna uma pessoa mais de mais qualidade, uma pessoa mais solidária, uma pessoa pessoa mais beneficente, uma pessoa mais lúcida, ele se promove. Então, essas duas dores elas interagem, a dor reparação com a dor evolução. E Leon Deni que vai fundamentalmente nesse texto, porque nesse texto ele
eneficente, uma pessoa mais lúcida, ele se promove. Então, essas duas dores elas interagem, a dor reparação com a dor evolução. E Leon Deni que vai fundamentalmente nesse texto, porque nesse texto ele fundamentalmente traz a questão da dor evolução. Ele apresenta e nos traz motivos de reflexão muito valiosas para que nós tenhamos um novo olhar sobre a dor. Ele vai dizer que a dor é partilhada na terra. Aliás, como o espírito diz também no capítulo 5 do Evangelho, quer jam sobre a palha, quer mor em palácios, a dor por todos é sofrida. Ele é um Deni, então vai dizer que todos partilham dessa questão, mas o diferencial é quantos efetivamente entendem este sentido desta dor que promove um novo ser. Não é o sofrer pelo sofrer, a vicissitude pela vicissitude, mas a vicissitude como promotora, potencial geradora de uma pessoa de melhor qualidade. É uma nova visão do processo. E por isso o verdadeiro espírita, ele não necessariamente louva a vicissitude. Numa visão derrotista, pessimista, autodestrutiva. Vocês gostam de sofrer, comoos dizem aqueles que se antagonizam a tese, não é o gostar no sentido pejorativo da palavra, não é um gostar porque a gente procura. Não é um gostar no na visão derrotista, adaptadora somente, mas sim de alguma forma eu gosto no sentido que eu sei o que que ela pode fazer por mim. Eu não gosto dela porque dói. Eu gosto dela porque eu sei o que ela pode fazer por mim. E é esta a visão do texto. Eu me dou conta, eu caio em mim para as imensas possibilidades da reparação e da regeneração. E um ato de experiência desafiadora pode trazer um indivíduo, pode nascer uma pessoa completamente diferente para melhor numa experiência em que ele pode estar numa perspectiva reparando, mas fundamentalmente ele pode estar, se assim decidir, evoluindo. E por isso é possível que eu concorde com aquele que debocha de mim, dizendo: "Vocês gostam de sofrer?" Eu posso responder a ele? Sim, de alguma maneira, sim. Não na maneira como você está entendendo, mas na maneira em que ela me promove
com aquele que debocha de mim, dizendo: "Vocês gostam de sofrer?" Eu posso responder a ele? Sim, de alguma maneira, sim. Não na maneira como você está entendendo, mas na maneira em que ela me promove como um ser diferenciado. Não vou buscá-la. E Deus me ajude que desta feita não esteja buscando. Mas se ela me oportuniza um momento de regeneração, ela é bem-vinda. Então, Leon Deni vai dizer, o sofrimento, nessa perspectiva da dor e evolução, o sofrimento é o instrumento da educação e do progresso. O sofrimento é o instrumento da educação e do progresso. Eu me educo fazendo novas aprendizagens. e recompondo a situação que ontem decepcionei-me e decepcionei e progrido se reparar bem. Toda vez que nós fazemos qualquer ato de reparação ao nosso equívoco do passado próximo ou remoto, automaticamente nós estamos fazendo um ato de promoção pessoal. Nós estamos progredindo. Segue ele. Um estimulante para cada ser. sem o qual ficaria Então, caso nas nossas fantasias infantis a gente pensasse que misericórdia divina se expressa em retirar aquilo que eu chamo de sofrimento e estou vendo numa visão negativa, eu estaria automaticamente me sentenciando ao retardamento, à estagnação, porque não iria ia desenvolver nenhuma aprendizagem nova. Eu não ia me tornar nem mais caridoso, nem mais sensível, nem mais atencioso, nem mais amoroso. Não desenvolveria minha competência de compaixão, de empatia, de misericórdia, porque tudo isso é consequência de experiências em que promovemos este bem que está dentro de nós e precisa ser desenvolvido. Segue o texto: "A dor física e moral forma a nossa experiência. partilha de todos deve ser considerado como necessidade de ordem geral como agente de desenvolvimento condições do progresso. Essa é uma visão absolutamente revolucionária, mas é uma visão que nos traz a nossa doutrina. é um agente de desenvolvimento de condições do progresso. Então, neste sentido, ela é bemja, ela é bem dita, porque ela promove, ela pelo menos pode promover, porque claro,
nos traz a nossa doutrina. é um agente de desenvolvimento de condições do progresso. Então, neste sentido, ela é bemja, ela é bem dita, porque ela promove, ela pelo menos pode promover, porque claro, não necessariamente promove, porque eu posso ficar frustrada, eu posso ficar revoltada e aí eu já passo para um escanteio em relação a tudo isso, mas ela pode promover as condições do nosso processo. E ele vai trazer agora uma fala que simboliza efetivamente aquele aspecto poético que eu referia, aonde ele diz assim: "A todos que me perguntam para que serve a dor?" Respondo para polir a pedra, esculpir o mármore, fundir o vidro, martelar o ferro, serve para edificar e hornar o templo magnífico, cheio de raios, de vibrações, de hinos. de perfumes, onde se combinam todas as artes para exprimirem o divino. Preparem a apoteose do pensamento consciente. Celebrem a libertação do espírito. é um poema e é exatamente isso que ela possibilita, de uma pedra bruta tornarmos espíritos que caminham para a sua relativa perfeição, a plenitude das nossas potências, as potências da alma são desenvolvidas nos convites das vicissitudes para que nós possamos ser essa pessoa melhor que nascemos para ser. E neste sentido, para caminhar pro encerramento, eu vou trazer uma mensagem que eu tenho quase decorada, mas eu não tenho a capacidade de memorização assim tão expressiva como o nosso Alberto mostrou ontem, principalmente na finalização da sua abertura, da sua bela abertura a essa conferência. E não é uma mensagem que está no capítulo 5, não, mas uma mensagem que está no capítulo 9 de um espírito amigo intitulado paciência e vai dizer assim: "A dor é uma bênção que Deus envia aos seus eleitos. Não vos aflijais, pois, quando sofrerdes. Antes bendizei de Deus onipotente, que pela dor neste mundo vos marcou para a glória nos céus. Sede pacientes. A paciência também é uma caridade. E deveis praticar a lei de caridade ensinada pelo Cristo enviado de Deus. A caridade que consiste na esmola da pobres é a mais fácil de todas. Outras
Sede pacientes. A paciência também é uma caridade. E deveis praticar a lei de caridade ensinada pelo Cristo enviado de Deus. A caridade que consiste na esmola da pobres é a mais fácil de todas. Outras há, porém, muito mais penosa e consequentemente muito mais meritória, a de perdoarmos aos que Deus colocou em nosso caminho para serem instrumentos do nosso sofrer e para nos pôrem à prova a paciência. A vida é difícil, bem o sei. Compõe-se de mil nadas, que são outras tantas picadas de alfinete, mas que acabam por ferir. Se, porém, atentarmos nos deveres que nos são impostos, nas consolações e compensações, por outro lado, recebemos, haveremos de reconhecer que são as bênçãos muito mais numerosas do que as dores. O fardo parece menos pesado quando se olha para o alto do que quando se curva para a terra fronte. Coragem, amigos. Tendes no Cristo vosso modelo. Mais sofreu ele do que qualquer de vós, e nada tinha de que se penciar, ao passo que vós tendes de espiar vosso passado e de vos fortalecer para o futuro. Sede, pois pacientes, sede cristãos. Essa palavra resume tudo. Um espírito amigo, 1862. E com isso nós encerramos o nosso convite de reflexões sobre essa nova perspectiva de análise desta força punjante que nos toma às vezes a vida num convite absolutamente regenerador e nos abre caminhos para a regeneração efetiva e a descoberta dessa pessoa especialíssima que nós somos. Muitíssimo obrigado a todos pela paciência. pelo carinho. Fiquemos em paz. >> Agradecemos Yeah.
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