Divaldo Franco narra a impressionante história do médico defensor da Eutanásia.

Mansão do Caminho 13/10/2020 (há 5 anos) 56:06 1,080,854 visualizações

Palestra proferida em 13 de agosto de 2020. Para assistir palestras inéditas e históricas do médium espírita Divaldo Franco, assine o www.espiritismoplay.com Para conhecer mais sobre as Obras Sociais Mansão do Caminho que atendem cerca de 5 mil pessoas gratuitamente por dia, acesse: www.mansaodocaminho.com.br Para adquirir livros mediúnicos de Divaldo Franco acesse www.livrarialeal.com.br Instagram: www.instagram.com/mansaodocaminho Facebook: www.facebook.com.br/mansaodocaminho Toda a renda com a venda de livros e assinaturas do EspiritismoPLAY é destinada às Obras Sociais Mansão do Caminho. Para doações: https://mansaodocaminho.com.br/colabore/doacoes/

Transcrição

Senhoras, senhores, queridas irmãs, queridos irmãos, caras amigas e amigos que nos acompanham pela web TV Mansão do Caminho e por outros órgãos virtuais, vamos fazer um voto de muita paz para todos nós. Nesse momento grave que todos vivenciamos, reflexão faz parte do cardápio existencial. Quem não reflexiona diante dos acontecimentos torna-se vítima de imprevisíveis ondas de desespero. Jesus, na sua percepção magnífica, teve ocasião de advertir-nos. Vigiai, examinai as circunstâncias, as ocorrências. E orai, procuremos ver a situação em que nos encontramos, os fatores propiciatórios ao bem, as oportunidades que se nos apresentam coloridas, mas nunca deixemos de praticar o bem, mesmo quando aparentemente não esteja presente e diante de alguém que nos haja ofendido, deixando de lacerado o nosso sentimento. O perdão, logo de início, deve ser a vigilância da nossa alma. Porque toda ferida que não recebe o carinhoso tratamento vai se infectando cada vez mais e como consequência vai infectando outros órgãos até atingir os órgãos centrais da vida. E a raiva na sua múltipla faceta é uma enfermidade. E a enfermidade do descontrole do nosso amor, da predominância do ego rasteiro em nossa vida, que necessita tanto da harmonia condisível com as circunstâncias que temos de enfrentar. O evangelho de Cristo que o Espiritismo redescobriu e comenta numa obra fantástica que ele tem o nome, o Evangelho segundo o Espiritismo, admoesta-nos, chama-nos a atenção, aponta caminhos, corrige equívocos, mas está sempre aberto a esperança, a alegria de viver, mesmo naqueles momentos que parecem terminais de nossa jornada física. E todos nós, por consequência, necessitamos de estar em paz, a paz interior. Esse estado de harmonia, mente, sentimento, ideias, ações orgânicas. Essa tríade que constitui o ser humano, espírito, perespírito e matéria, de tal maneira se encontra entrelaçada, formando a unidade pessoa que se torna indispensável sempre reflexionar em termos dessa trindade organizacional

i o ser humano, espírito, perespírito e matéria, de tal maneira se encontra entrelaçada, formando a unidade pessoa que se torna indispensável sempre reflexionar em termos dessa trindade organizacional que estrutura uma criatura humana. O espírito pensa, é a sede gloriosa do pensamento, é a centeia divina dentro de nós. O perespírito que se lhe conjuga em uma intimidade muito grande, envia essas elucubções às células que são vitalizadas pela sua energia cósmica. E as células, por sua vez, desse ministério sagrado, de multiplicar-se, fazer a separaridade e manter a mesma quantidade no organismo é a nossa atividade de natureza física. Se nos deixamos abrazar pela ardência das paixões físicas, claro que o nosso perespírito fica lesionado e o nosso espírito em si mesmo aturdido. causa, reflexão demorada no que aconteceu e o efeito maléfico, o ódio, o ressentimento, o desejo que o outro experimente a nossa mesma dor, senão uma outra pior, para poder respeitar os outros. E é nisso que nos enganamos. Se alguém nos ofende, não esperemos que uma ofensa lhe restitua o mal que nos fez. A melhor terapia é de considerar o indivíduo numa fase primária da evolução. Então é o passo inicial, porque verdadeiro, temos as mesmas características, mas não os mesmos valores de natureza moral e espiritual. Alguns somos velhas almas, outros almas e experiências dolorosas, mas outros almas e início de experiência. Por esta razão é que nós iremos refletir quanto bem faz o próprio bem. Havia na cidade de Los Angeles, nos Estados Unidos, na Califórnia, um jovem estudante idealista. Ele estava no quinto ano e deveria formar-se em medicina. Naquele momento estava em pauta o estudo da eutanásia, isto é, proporcionar a morte a pacientes incuráveis. E surgiram opiniões as variadas, de forma que alguns países é legal, em outros é um crime capital e noutros há uma certa diferença, o que mostra a variedade de opiniões mesmo nas leis que regem no planeta terrestre. E esse rapaz defendia com tanto ardor a

íses é legal, em outros é um crime capital e noutros há uma certa diferença, o que mostra a variedade de opiniões mesmo nas leis que regem no planeta terrestre. E esse rapaz defendia com tanto ardor a eutanásia, que se fez um tanto antipático pelos seus colegas que lutavam pela vida e diziam-lhe: "Nós somos estudantes de medicina. Nós aqui estamos para salvar e tentar pelo menos dar melhores condições de vida ao desesperado à porta da morte. Nós estamos estudando para encontrar meios de tornar a vida mais apetitosa. E mesmo entre aqueles que se encontrem numa pauta de angústia, abrir portas de esperança e deixar que o sol da paz e ilumine, fazendo que o indivíduo aproveite cada instante da caminhada carnal. Mas ele continuava intolerante. E chega o momento quase da formatura. Nesse dia verão muito alto, uma tempestade tomou conta da cidade de Los Angeles. Essas tempestades de verão que acontecem praticamente em todo o mundo ocidental. A cidade já se vinha recuperando do anterior, quando o desespero tomou conta de toda a comunidade. Os hospitais, a partir do hospital público, estavam superdotados. Casarões desabavam ao peso da chuva o trânsito infernal. Quando o telefone do hospital municipal toca, a atendente exausta, diz: "Eu não posso atender". E a pessoa diz: "Mas tem que me atender. Eu estou com uma paciente aqui às portas, às garras da morte. Desde ontem, ao entardcer, que ela está para realizar a delivance para um parto. Mas esse parto está sendo impossível. Eu sou um auxiliar, não sou uma médica. Aqui no bairro eu venho atendendo já anos a população. E o pior, essa senhora é uma alemã, não tem facilidade para o nosso idioma e é mãe de seis crianças. É um momento desesperador. Mande uma ambulância. Atendente, mas não temos onde votar. As salas cirúrgicas estão todas notadas, pacientes pelos corredores. E então a voz disse: "Eu vou desincubir-me do meu dever. Vou voltar para minha casa. Eu moro aqui em cima. Desde ontem que estou lutando, não aguento mais. Então vou lhe

s, pacientes pelos corredores. E então a voz disse: "Eu vou desincubir-me do meu dever. Vou voltar para minha casa. Eu moro aqui em cima. Desde ontem que estou lutando, não aguento mais. Então vou lhe dar o endereço e deixo por sua conta." E deu o endereço, desligou o telefone. A atendente ficou angustiada, mas que poderia fazer? Na sua mão estava a relação dos médicos, dos paramédicos. Ela encaminha um e outro para tal e qual finalidade. Mas então ela viu na parte final dos paramédicos o nome, o nome que era um tanto estranho. Ela leu e disse: "Bem, é um doutorando. Ele não tem uma experiência, nem concluiu o curso, mas resolveu chamar. chamou para o serviço de som que se ouvia em todo o hospital e ele veio com urgência e quando chegou ele lhe narrou em síntese o problema muito grave e disse: "Será que você não pode ir lá pelo menos para dar um apoio de natureza moral ou talvez para poder assinar o óbito dela ou da criança?" Ele diz: "Mas não tem jeito, o trânsito, nós mandaremos uma ambulância que eu levará e o trará de volta. Tente falar com algum obstetra, pergunte o que deve fazer." Ele disse: "Mas eu não entendo, mas tente." E ele saiu desesperado, tomou a anotação do endereço e foi à sala de preparatória daqueles casos de urgência. pegou uma pasta, colocou alguns remédios que lhe pareceram de emergência, principalmente ante a dor, que cada oda era maior, e encontrou um médico que ele disse qualquer uma coisa sobre convulsões, sobre dilatação da bacia. Ele não entendeu exatamente, mas pegou o carro e logo uma cortava as ruas desertas de árvores caídas, de veículos virados, de escombros de Los Angeles. Depois de quase uma hora, ele se adentou para um bairro periférico. Era um bairro miserável. E ele pôde ver a miséria, a que ponto chegava. Crianças no meio da rua sujas, brincando na água lá longe, os edifícios fantásticos, os grandes edifícios apontando os céus. E aqui a miséria social, torres de petróleo à distância regular. Era a cidade do sonho, da fantasia.

ujas, brincando na água lá longe, os edifícios fantásticos, os grandes edifícios apontando os céus. E aqui a miséria social, torres de petróleo à distância regular. Era a cidade do sonho, da fantasia. Bem ali perto está Hollywood, o sonho do mundo americano, do mundo em geral. E então ele parou no número e percebeu que se tratava de uma casa de três pisos. Pegando a maleta, ele saiu a correr com a sua agilidade juvenil e chegou ao terceiro piso. A porta de um pequeno apartamento estava aberta e ele então viu um quadro patético sobre uma cama muito pobre. Uma mulher desfalecida estava quase no momento da agonia. Depois de alguns segundos, ele escutou um gotejar de alguma coisa que ele pareceu estranho. Aproximou-se, era uma hemorragia. Ele fez de tudo, mas como deter essa hemorragia, fez um exame loco e conseguiu ver o vaso que se havia arrebentado. Tomou providência e a mulher desmaiada. Mas ao lado a senhora que havia telefonado, ela disse: "Pois é, doutor, eu não me importo mesmo que ela morra, estou cansada demais. Ela é muito teimosa. Imagine quando ela apareceu grávida de seu marido e ele reagiu: "Nós já somos oito, passamos fome. Com mais um, nós seremos incapazes de sobreviver. A melhor maneira de levarmos essa gravidez adiante é através do aborto, que custa ainda muito cedo, são 3 meses. E ela disse, mas ele é filho do nosso amor. É meu filho. Eu não tireia coragem de matá-lo. E o marido disse: "Você vai optar pelo seu filho ou por mim trabalhando em casa. Eu quero ver como você vai conseguir alimentos para oito pessoas". incluindo-a. Ela ficou quieta. O marido que esperou-se abandonou a casa. Eis o resultado. Mal alimentada, sem forças, ela não consegue expulsar o filho. Já estive olhando, ele está coroando numa posição muito boa. Com pouco de esforço ela poria esta vida no mundo. Então olhou, esteve apalpando a região e teve a ideia de aplicar-lhe aplicar-lhe uma substância endovinosa que talvez ajudasse com um pouco de energia e o fez. A tarde ia caindo, a chuva parou um pouco. Apareceu

, esteve apalpando a região e teve a ideia de aplicar-lhe aplicar-lhe uma substância endovinosa que talvez ajudasse com um pouco de energia e o fez. A tarde ia caindo, a chuva parou um pouco. Apareceu aquele céu maravilhoso, iluminado por tonalidades vermelhas, rosas, com tons azuis e nuvens bem suaves, parecia um cromo de beleza. E ele então não tinha religião, mas naquele momento ele sentiu Deus na paisagem e aí orou, lembrou-se da infância. Todos nós temos uma infância radiosa, alguns minutos de brilho, outros nem tanto. E Pai Nosso, com alma de joelhos, tu que tudo podes, salva-os. Se tu quiseres, tu podes salvá-los. Eu te suplico. Ainda não havia terminado a súplica quando ele ouviu gemido forte. Era ela se debatendo. Estava havendo alargamento dos ossos da genitália. Ele correu, procurou introduzir uma das mãos para pegar a cabeça da criança, puxá-la e depois de um esforço tremendo do lado de fora, a criança vagiou. A criança sorriu, chorou e ele sentiu alívio. Cortou a placenta, mas não tinha onde botar. Atidou ali mesmo em alguns jornais velhos e ficou olhando para o êxito do seu empreendimento cultural. A criança masculina. Ele tirou uma caderneta do bolso, uma caneta afitamétrica e colocou na tarde do dia nasceu uma criança do sexo masculino que eu atendi em nome da universidade pesando. Então ele pegou a criança e calculou talvez 2,800 g, talvez 3 kg. E então estava jubiloso, tirou a fita métrica e quando ele foi medir da base do crânio, ou melhor, da parte superior do crânio ao calcanhar, ele parou. A criança tinha o pé direito deformado. Era uma deformidade genética. O pé era voltado para trás. Ele ia ter sempre um pé equino, cairia muito até adaptarse. Então ele se revoltou, olhou para aquela criança, a fome que ia receber naquele lar miserável. Escutou os gritos dos irmãos, olhou a mulher semedidesmaiada. A outra senhora havia descido ao seu apartamento. A eutanásia brilhou-lhe na mente. Salva. Tu tens o poder de Deus, salva, aplica-lhe uma injeção e tudo está

os irmãos, olhou a mulher semedidesmaiada. A outra senhora havia descido ao seu apartamento. A eutanásia brilhou-lhe na mente. Salva. Tu tens o poder de Deus, salva, aplica-lhe uma injeção e tudo está resolvido. E alguns segundos tu terás salvo esta criança do bullying, de tantas misérias, talvez do crime, porque ela pode não suportar o apelido que lhe darão de aleiteado de coxo e poderá tornar-se talvez um bandido. Ele abriu a pasta, procurou um produto que parecia entrar em choque do que o ver aplicado antes, preparou a ampula, mas quando ele ia aplicar naquele braço magro, algo gritou dentro dele: "Que tens tu com isto?" Era a consciência. A consciência é a lei de Deus. E a voz interior dizia: "Tu foste chamado para salvar, não para matar. Até verteás a matar. Ele teve um arrepio e disse: "Sabe eu me fui embora." jogou fora o líquido, se corrigiu a pasta e deixou a criança lá com sua mãe. A placa senta no chão, desceu a escadaria, um pouco perturbado, entrou no automóvel na ambulância, voltou para o hospital. Passaram-se os meses, os anos, e ele foi morar no centro dos Estados Unidos. casou-se e começou a fazer pediatria. Abriu um consultório pediátrico. A região era muito necessitada. Era uma região com alguma grandeza econômica, mas com muitos problemas tradicionais, inclusive com os restos da escravidão. Ele então preferiu abrir uma clínica, atender gratuitamente um ou dois dias e nos outros atenderamente remunerado para manter um bom nível de vida. Passa o tempo e ele enriquece. e teve uma filha, uma filha que era o coroamento da sua vida conjugal. Quando a filha estava na época de fazer o curso superior, ele sugeriu a Universidade da Califórnia em Los Angeles. E a Los Angeles resolveu fazer medicina porque já tinha ali toda a clientela, o material, a clínica, poderia dar uma afeição nova, viajou para a Califórnia e após o período ela colou grau. Mas houve algo peculiar. Apaixonou-se por um jovem doutorando e com ele casou-se. E o casal veio morar na cidadezinha.

a dar uma afeição nova, viajou para a Califórnia e após o período ela colou grau. Mas houve algo peculiar. Apaixonou-se por um jovem doutorando e com ele casou-se. E o casal veio morar na cidadezinha. Prosperaram os quatro, seus pais, seu marido e ela, conseguiram amealhar uma pequena fortuna, mas de repente, de repente ela ficou grávida. ficou grávida e teve uma filha. A menina era linda, a cabeleira, um trigal maduro, os olhos azuis, as tradições normandas predominavam no sangue dos seus pais e agora através do marido. Ela estava imensamente feliz. Quando a criança completou 2 anos, ela resolveu fazer o doutorado e o único lugar seria em Los Angeles. Ela se prepara e resolve com o marido morar em Los Angeles. Explica ao pai. Depois que se doutorasse, viria ajudá-lo. Mas os avós são almas muito singulares. A criança tinha os avós, os pais dela, porque do marido era no outro estado no Arcanças. E então o o avô teve no sedento, mas ele teve uma ideia, separar-se da netinha, ele não tinha coragem. Então ele resolveu vender a clínica, a residência do Chuosa também estimulou o gerro a vender a sua e transferiu-se para Los Angeles, uma praia Osmont muito boa. E ali ele construiu dois parassites, duas mansões dignas dos aços de Rod que tem as suas residências naquela maravilhosa cidade. Nascendo agora Nova Esperança, ele estava todo dia com a sua criancinha adorada. Quando a menina completa 5 anos, terminava o jardim de infância. E ele resolveu proporcionar uma festa. Na sua casa tinha um pequeno bosque, jardins adornados com estátuas, pequenos recantos, estátuas, enfim, um lugar encantador. E no dia apasado, um domingo, às 5 da manhã, a netinha que estava dormindo na sua casa, começou a chorar. sentia muitas dores nas articulações. Ele foi atendê-la assustado e percebeu que ela estava com febre. Não era uma febre muito alta, mas era uma febre preocupante, 38º. Ele examinou a percebeu algumas marcas como se fosse inflamação nas articulações mais expressivas. Então resolveu dar-lhe um antifril. Ela

era uma febre muito alta, mas era uma febre preocupante, 38º. Ele examinou a percebeu algumas marcas como se fosse inflamação nas articulações mais expressivas. Então resolveu dar-lhe um antifril. Ela tomou, dormiu às 18 da manhã, quando todos levantaram, ela também estava pálida, um pouco de odieiras, deve ter sido uma infecção gripal. E começou a família a preparar, porque a partir das 14 horas chegavam os convidados, crianças, mães de crianças. Quem mais se diverte em festa de criança são as mães, é claro, tanto comem como botam na bolsa para levar para casa, para fulano, para beltrano. E daí a pouco a casa era uma maravilha. A netinha corria de um lugar pro outro, parecia uma fada. Mais ou menos às 16 horas, ele percebeu que a netinha não estava nos pequenos grupos. Saiu procurando-a, foi ao jardim e lá embaixo de um caramanchão encontrou a menina sentada tremendo como varas verdes, pálida. Ele pegou, ela incendiava de febre. Deveria estar com 40º. Ele levou de imediato para o quarto, mediu a febre, ficou preocupado. Não, não era o queipal. Ele telefonou para um outro amigo também pediatra. O amigo veio, era domingo à noite, acompanhou o sofrimento da menina, as dores e mais ou menos 10 da noite, o amigo disse: "Estou muito preocupado. A doença da sua netinha parece-me uma enfermidade incurável. Há quanto tempo nós estamos pesquisando esse vírus que mata fatalmente? Ele se introduz nas cartilagens, nas articulações, inflama-as, produz muita febre, ataca os pulmões e a criança não dura uma semana. que Deus haja estabelecido o contrário. Deram uma medicação própria, não havia antibiótico e a criança foi piorando cada vez mais. Na manhã seguinte, ele resolveu ir às clínicas Maio em New York, tomou um avião, saiu do oeste para o leste, levando os exames. E quando chegou o próprio Dr. Maio, considerada a clínica melhor do mundo, examinou a criança. Ele disse: "Eu fiz esses exames Dr. Ma disse: "Não, eu prefiro eu mesmo examinar". E disse a criancinha: "Vai doer, você vai sentir

Dr. Maio, considerada a clínica melhor do mundo, examinou a criança. Ele disse: "Eu fiz esses exames Dr. Ma disse: "Não, eu prefiro eu mesmo examinar". E disse a criancinha: "Vai doer, você vai sentir dores, mas você vai montar em jumentinhos, você vai montar em cavalos. Ah, eu tenho um amigo na Califórnia." Ela respirou. Sim. Sua família era da Califórnia. Ele fez um exame, a menina foi retirada e quando ele pegou a todo material onde estava escrita a história daqueles poucos minutos, menos de 48 horas, ele disse: "É um vírus incurável. Nem sabemos o nome do vírus porque não conseguimos isolá-lo. Ele é tão raro que ataca uma criança em 1 milhão de crianças e mata. Então que o senhor leve a criança para casa. Aqui em Nova York vai ser impossível. E ela morrendo, talvez junto à família, mas é minha neta, ela não pode morrer. Eu tenho muito dinheiro, senor, mande-me a outro médico. E Dr. Ma disse, mas o problema é que não tem outro médico. Nós somos aqui a maior autoridade. Mande-me para qualquer médico, considerando que eu não posso cruzar os braços e vê-la morrer. Pelo menos ela morrerá enquanto eu estou tratando de dar-lhe vida. Ele olhou demoradamente e disse: "Eu fui certafeita consultado por um jovem da Alemanha. Ele estava fazendo pesquisas. Ele é microbiologista e estava interessado nesse vírus. Ele é de Hamburgo. E uma viagem de Nova York a Hamburgo naquele tempo, nos anos 30, é uma viagem fatal para ela. Ela não aguentará. Mas doutora, ela vai morrer de qualquer forma. Eu devo tentar. E então ele tentou no dia seguinte, dois dias depois chegava a Hamburgo e estava na clínica de um jovem médico de 30 e poucos anos. contou todo o seu drama e o médico olhou para ele, foi aos arquivos e disse: "Bem, eu tenho um colega nos Estados Unidos que é especialista nesta investigação. Faz 10 anos que ele não tenta outra coisa. somente atender pacientes dessa natureza e tentar descobrir um antídoto, uma vacina para deter doença. Vamos fazer uma pausa e já voltamos. Não saia daí. Já voltamos.

os que ele não tenta outra coisa. somente atender pacientes dessa natureza e tentar descobrir um antídoto, uma vacina para deter doença. Vamos fazer uma pausa e já voltamos. Não saia daí. Já voltamos. A todos aqueles que tiverem a oportunidade de adquirir todos os arquivos guardados durante anos, palestras principalmente do nosso médium e orador Divaldo Pereira Franco. com esse homem universalista que veio trazer como um franco paladino, discípulo de Jesus a mensagem do evangelho para todos os cantos do nosso globo. Adquiram o espiritismoplay.com. O médico de Hamburgo, falou-lhe que esse estudioso era um pouco excêntrico, que era necessário lidar com ele com muito cuidado, deu endereço e disse: "Não posso, de maneira nenhuma ter qualquer expectativa". A esse tempo a menina eram ossos, emagrecera muito. As articulações estavam manchadas, as inflamações eram visíveis. Com todo o carinho, ele e a esposa pegaram a netinha e voltaram a Nova York. De Nova York pegaram um avião particular e demandaram a cidade no centro dos Estados Unidos. Mas quando lá chegaram, ele teve uma decepção muito grande. Era um lugarejo e dominado pelo pela angústia, uma cidade muito quente. A sua netinha morrer naquela situação, mas havia uma ambulância esperando. Era uma ambulância quase que despedaçada. Tudo ali era ruim. Ele não teve alternativa, já que chegou, entrou na ambulância com a esposa e a filhinha e foi para a clínica. A clínica é uma forma de falar. Era um barracão de madeira, madeira semiaudrecida. O teto eram lâminas de ambiento. E ele chegou desesperado, havia tanta criança deformada, com marcas irreversíveis. Ele sentiu desânimo e procurou cobrir os olhos da netinha, desviar atenção e disse a secretária: "O doutor está me esperando com urgência". E deu-lhe o cartão. Ela dis: "Pois não, favor entrar". Ele entrou, o doutor estava sentado lá no seu mirô e ele carregando a netinha, veio o enfermeiro, trouxe uma cama de rodas, ele colocou e o enfermeiro tomou a menina. e levou-a

ois não, favor entrar". Ele entrou, o doutor estava sentado lá no seu mirô e ele carregando a netinha, veio o enfermeiro, trouxe uma cama de rodas, ele colocou e o enfermeiro tomou a menina. e levou-a até o médico. Ele encostou-se à parede, não tinha onde sentarse. A mulher apoiou-se no seu ombro. O médico sorriu para ela. Como é seu nome? Ah, e começou a conversar. Olha, essas dores que você está sentindo vão doer mais, porque eu vou apertar, mas é a última vez que alguém aperta as suas dores. E começou, ela já não era somente nas articulações que lhe doíam, qualquer contacto dos ossos doíam. E ela chorava e o médico animava: "Você gosta de banho de mar?" "Pô, você vai tomar banho de mar. Você gosta de correr na escada?" Agora nessas escadas assim que sobem sozinhas, que des sozinhas estavam lançadas as escadas rolantes e ela se distraiu. Ele examinou tudo e disse: "Meu amigo, é um caso fatal. por favor, leve a criança para mais distante. Ele se aproximou do médico e o médico disse: "Este vírus é o desafio da ciência contemporânea. Toda criança morre no máximo em duas semanas depois do primeiro sintoma. O primeiro sintoma é febre alta, depois dores nos punhos até os pulmões não funcionarem mais. E a dor é terrível. Eu lhe vou dizer o que qualquer médico diria. Aplique a eutanásia. Isutanásia. Ela é minha neta. Quando eu recomendo eutanásia para os outros, não tenho nada com isto. Ela é minha neta, eu sou médico. Eu tenho que a salvar. Não, eu tenho que a salvar, mas é um risco. Eu há poucas semanas consegui um pródromo de vacina, mas nunca pude experimentá-lo em um paciente humano, porque a doença é tão perversa que ninguém escapa. Tenho aplicado em símios, em ratos, em coelhos da Índia, mais paciente e ela pode morrer. Você terá que assinar o documento autorizando-me e dizendo que o caso dela, você como médico também o faz, é incurável e a possibilidade de melhorar é remotíssima. Você autoriza? Ele assinou trêmulo e disse ao doutor, tão jovem que curioso. Você é tão jovem salvando vida, porque

ê como médico também o faz, é incurável e a possibilidade de melhorar é remotíssima. Você autoriza? Ele assinou trêmulo e disse ao doutor, tão jovem que curioso. Você é tão jovem salvando vida, porque se ela morrer, eu não sei o que será de mim, da minha esposa, da minha filha, do meu genro. Doutor, ele disse, fica tranquilo. Chamou a enfermeira, disse, leve-a à piscina de água morna e vamos fazer a idoterapia quente frio. 5 minutos na água morna, três na água fria e vamos alternando até a temperatura que ela está neste momento. Estava com 38. E o médico parou. O visitante tinha agora que esperar. O médico visitado estava escrevendo. De repente a enfermeira chegou e disse: "Doutor, já estamos prontos." E ele disse ao colega: "Agora eu vou aplicar a vacina. Você quer em Deus?" "Sim, creio. Peça a proteção de Deus". Quando o médico empurrou a sua mesa, era uma mesa que tinha rodas. Quando ele empurrou a Ive, o que havia chegado teve uma expressão de espanto porque ele levantou-se e era reng. Ele claudicava da perna direita. Então ele olhou para a perna e notou um sapato especial, uma prótese. Exatamente. Quando ele estava olhando para o pé que mancava, o médico olhou para ele e disse soro. É, todo mundo tem que olhar. É realmente eu sou aqui o Dr. Rengo. É o Dr. Coxo. Ninguém se importa com meu nome. O meu nome é Dr. Ele disse: "Mas foi algum acidente?" Ele disse: "Não, é de nascimento. É tão curiosa a minha vida. Ele vou sintetizar." E então na Rouca ele havia nascido na Califórnia, num bairro muito miserável. era o sétimo filho de uma senhora alemã, cujo marido abandonou quando ela entrou na sétima gestação. E ele foi salvo por um médico extraordinário. O médico da universidade foi chamado e salvou porque não havia jeito de haver dilatação da bacia e ele não saiu. Viveu e uma semana depois a sua mãe foi ao hospital. e conversou com a funcionária do setor social e a funcionária disse: "Nós nunca lhe diremos o nome do médico porque é proibido essas coisas. Nós temos uma

uma semana depois a sua mãe foi ao hospital. e conversou com a funcionária do setor social e a funcionária disse: "Nós nunca lhe diremos o nome do médico porque é proibido essas coisas. Nós temos uma ética. Mas pelo menos eu poderia ir lá sim, pode. Mas ela então foi ao setor onde estavam arquivados os processos e foi atendida por uma jovem muito simpática. E então narrou em síntese, esse médico salvou minha vida e eu queria saber o nome dele para poder botar no meu filho. Somente isto, ninguém nunca vai saber. Então a moça diz: "Mas não é possível. A ética médica não permite. Ela disci, minha senhora, nós temos que guardar segredo. Ela falava muito mal o inglês e disse com muita dificuldade segredo. Segredo na boca de uma mulher. Onde é que você já viu isso? Diga-me. Diga o nome vai embora. Pegue aí o pantuário ali. É tão fácil. Pegue-o. A moça olhou para ela assustada. abriu um gavetão, retirou o pontuário, olhou, chegou e disse assim: "Olha, eu não posso lhe dizer o nome. Eu vou botar o pontuário aqui no balcão e vou beber água lá dentro. O que a senhora fizer, eu não sou responsável." E então saiu, quando voltou, mamãe estava imensamente feliz. E aí botou o meu nome, o meu nome. Eh, então o médico parou e disse: "Que curioso! Então, o senhor está tão emocionado que eu chego a pensar que foi o senhor médico que me atendeu?" Então o médico olhou para a janela aberta. Lembrou-se da eutanásia que ele quase aplicou na criança e sem dizer uma palavra nublou de lágrimas nos olhos. Pai nosso que estais nos céus, perdoa-nos, Senhor, os nossos erros, assim como doutor, eu autorizo o senhor aplicar injeção em minha filha. Era ele, o médico entrou. voltou. A menina não morreu naquela tarde, nem na semana, nem um mês depois, com 40 dias fazendo hidroterapia e tomando a vacina que estava em face experimental. Ao fim de 40 dias, recebeu alta e a cura da vacina que foi aperfeiçoada. através do tempo, eliminou dos anais da medicina esse vírus perverso que ninguém conhecia por causa de um gesto de amor, porque

Ao fim de 40 dias, recebeu alta e a cura da vacina que foi aperfeiçoada. através do tempo, eliminou dos anais da medicina esse vírus perverso que ninguém conhecia por causa de um gesto de amor, porque ele resolveu dar oportunidade àquela criança coxa. O nosso dever não é manter o estado pior, é ter a esperança de que Deus no último instante nos protege. Há uma pequena parábola cômica que um homem ia atravessando uma ponte e quando ele estava perto da saída veio um leopardo. Ele ficou desesperado e correu para onde vinha. E então ele percebeu o leão com grande juba. Meu Deus, ele não tinha para onde correr. Ah, pensou em saltar, aproximou-se da ponte do corrimão e lá embaixo, Jacarés. Ele disse: "Meu Deus, não tem jeito. Veio um helicóptero, atou-lhe uma corda e salvou a sua vida. Então, Joana de Angel Espírito me disse quando eu tive notícia dessa história cômica, meu filho, quando os recursos não são da terra, eles vêm do céu. Nunca esqueça que Deus sempre faz o melhor por nós. Então aquela criança foi salva pelo homem que mais tarde iria salvar a netinha do médico prudente, que a partir daquele momento tornou-se adversário da eutanásia e escreveu esta linda história e o exemplar de líder da EST dos anos 30. Então, não estamos no mundo qual se fôssemos uma barca que vai só sobrar. Lembremo-nos de Jesus no mar da Galileia dormindo enquanto a tempestade açoitava. E os discípulos dizem: "Mas não é possível. Ele está dormindo e nós estamos a ponto de morrermos." E ele conchilava. E Pedro foi: "Senhor, Senhor, salva-nos. A embarcação periclita. Salva-nos, Senhor." Ele levantou-se como um sol nascente e olhem, observem, ouçam. Ele ficou à frente da barca e olhando as águas revoltas, reclamou o vento. É a palavra que está no Evangelho. E proibiu as ondas. de crescerem. E o mar da Galileia retomou a placidez das suas águas. Porque o mar da Galileia está numa profundidade de terra de 200 m abaixo do Mar Mediterrâneo. E isso, na experiência geográfica produz determinada atmosfera e de vez em

omou a placidez das suas águas. Porque o mar da Galileia está numa profundidade de terra de 200 m abaixo do Mar Mediterrâneo. E isso, na experiência geográfica produz determinada atmosfera e de vez em quando é sacudido por tempestades inesperadas. como a Galf lá do Golfo do México, que é responsável, de certo modo, cada ano pelas terríveis furacões e etc, da costa leste norte-americana. Uma questão geográfica e tantos danos, porque Deus sempre vigia. É nesse sentido que nesta hora de problemas não desanimemos, porque há soluções que nós desconhecemos. A vida tem respostas que jamais nos ocorreram. E em nosso peregnar, um longo peregnar, existem questões tão maravilhosas que somente considerando-se a mão simbólica de Deus, é que nós podemos compreender essa lei que Allan Kardec denominou de causa e de efeito. Nós devemos o universo causá-lo. O universo não se fez a si mesmo uma força anterior, reuniu as moléculas resultantes da grande explosão. E nós temos de repente o universo Einstein perguntava: "Será que este é o primeiro universo e único? Não sabemos. Nós temos notícia do nosso universo graças à grande explosão de 14 bilhões de anos. Até hoje o som está chegando aos nossos telescópios fora da terra. Desculpem. E então, através disso, nós podemos medir pelos parâmetros, pela notável maneira de dizer que Deus está conosco. Eu era muito jovem quando o espírito, que aliás escreveu ontem, apareceu-me, ele era jovem e disse que se chamava Marco Prisco. Ele era romano ao tempo de Jesus e foi a Jerusalém com parte de um grupo legionário e conheceu Jesus. Então Marco Prisco um dia me disse: "Você vai ter uma vida longa e de muitas dificuldades, muitos problemas, porque a mediunidade exige severas lições, cuidados, etc. E você, muito jovem, sonhador, eu lhe vou dar um conselho para toda a sua vida. E eu que era inexperiente, comecei a pensar um conselho para toda a vida. Quando eu tiver 50 anos, eu vou pensar diferente de agora que eu tenho 21, quando eu tiver 70, se eu chegar lá. E

a sua vida. E eu que era inexperiente, comecei a pensar um conselho para toda a vida. Quando eu tiver 50 anos, eu vou pensar diferente de agora que eu tenho 21, quando eu tiver 70, se eu chegar lá. E assim fiquei a zombar deste para sempre. E o espírito sorriu e disse: "Se algum dia alguém te ofender com palavras de baixo calão, não reajas, porque ele poderia agredir-te com bofetões." Mas se por acaso alguém te agredir com bofetões, não te desespia usar um punhal e roubar a tua vida. Mas se por acaso alguém algum dia te roubar a vida, agradece, porque tu viverás enquanto ele entra no vale da margura. E nunca me esqueci. Não tive muitas discussões, mas fui rechaçado muitas vezes. Não tomei surras numéricas, mas fui agredido pelo menos três vezes na ordem física e ninguém me ameaçou de morte. Mas mesmo que eu façam hoje, estou caminhando para a vida. Porque morrer é transferir-se de uma onda vibratória para um grupo de ondas que constitui as moradas do Pai. Ainda hoje pela manhã, olhava pela janela enquanto aguardava um espírito amigo que estava psicografando. Ele marcar às 10 horas da manhã e eu estava ali arrumando os papéis, olhando lapiseiro para a psicografia e a janela estava aberta. Então olhava a natureza e me veio um pouco de melancolia. A melancolia era esta. Vivi tantos anos, está tão próxima o momento da desencarnação. O que é que eu deixo? Qual é o meu legado? Não tenho filhos biológicos, não tenho companhias. Deus me colocou numa família pródiga. Eu sou número 13. Hoje eu sou o último. Não tenho sobrinhos, tios, avós, pai, irmão. Só tenho a misericórdia de Deus. No momento da minha grande solidão, Deus encaminhou alguém para ser uma alma que ore pela minha alma. E então aquele momento de melancolia que me fazia lembrar o mundo espiritual desapareceu e eu vi o sol e ainda comecei a raciocinar assim: "Meu Deus, este céu que me arde foi o mesmo que brilhou nas estradas por onde Jesus andava. Esta luz que demora entre 8 e 15 minutos para chegar à Terra desde que sai do seu núcleo, foi o mesmo

assim: "Meu Deus, este céu que me arde foi o mesmo que brilhou nas estradas por onde Jesus andava. Esta luz que demora entre 8 e 15 minutos para chegar à Terra desde que sai do seu núcleo, foi o mesmo que viu Jesus cantar, que viu Francisco de Assis pedir ao irmão Lobo, não faça isto, por favor, seja irmão dos nossos irmãos. Será este sol quando se apagar para mim, que brilhará nos dias do porvir que eu, você, nós estamos preparando neste instante da grande revolução em que a Terra passará a mundo de regeneração. Não se queixe das dores. De repente chega a solução. Aproveite cada minuto. Sorria mais. Junta que você ama, diga mais que ama. Fale do significado dessa pessoa em sua vida. Se você não flui desse prazer na mente, cria a construção de um amor profundo, leal, que ele faça sorrir, porque acima de tudo Deus é amor. Dessa forma, quando aquele jovem viu a criança maisérrima e lhe ia aplicar eutanásia, a consciência disse: "Que tens tu com isso? Deixa-o. Então, vamos deixar o mundo nas mãos daquele que criou o mundo e vamos ajudar Deus tornando o mundo melhor pela nossa transformação moral. Muito obrigado.

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