ROMPENDO AS CORRENTES DA VIDA - Bárbara Britto [EXPLORANDO O ESPIRITISMO]
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buscando a ti. Obrigado. [música] Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor, estou aqui [música] para agradecer de [música] coração a paz [música] dentro [canto] de mim que encontrei [música] na [canto] comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando [canto] luz, buscando a ti. >> Boa noite a todos. Sejam todos bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília, Auditório Bezerra de Menezes, a todos aqui presencialmente e a todos que nos ouvem pelos nossos canais. Não deixam de se inscrever, compartilhar e seguir a nossa página. para conseguir comentar lá no no chat, é só se inscrever gratuitamente que consegue deixar o seus comentários, seus pedidos de vibrações. Estamos aqui hoje com a nossa irmã Bárbara Brito, que nos traz as reflexões de rompendo as correntes da vida. Vamos fazer uma breve leitura de harmonização a nossa prece e passar a palavra para nossa irmã. Nós estamos utilizando desse livro Recado de Anacletos, psicografado pela médium Hilda Alonso e ditados pelo o espírito Anacleto. É um livro que ele é confeccionado pela editora da comunhão espírita de Brasília. São mensagens rápidas que possamos ler no dia a dia e trabalharmos um pouco os nossos pensamentos. E a mensagem que nós escolhemos hoje aqui é: contratempos servem para testar a fé. começa com a com a passagem que está no Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 19, item dois, que diz: "A fé robusta dá a perseverança, a energia e os recursos que fazem e vençam os obstáculos". Está lá no Evangelho segundo espiritismo no capítulo 19 que fala das da fé transporta a montanha. E Anacleto nos faz o seguinte comentário: Na hora do sofrimento e da dor é que se dá prova da verdadeira fé. Quando a fé é raciocinada, ela não se deixa vencer pelo sofrimento. Aproveitai, pois, a hora da angústia, dos contratempos, da doença, da dor e fim, para verificar se o vosso fervor não é vacilante. Se acreditais realmente que Deus existe, está ao vosso lado, em tudo o que vos cerca, pronto a favorecer-vos
os contratempos, da doença, da dor e fim, para verificar se o vosso fervor não é vacilante. Se acreditais realmente que Deus existe, está ao vosso lado, em tudo o que vos cerca, pronto a favorecer-vos todo tipo de ajuda. revés são situações comuns obrigatórias na vida terrena, mas se a fé vos ilumina o entendimento, passareis por ele seguros e decididos, porque tereis a proteção total da emana dos planos superiores. redobrará as vossas forças e os vossos redobrará as vossas forças e vos fará sentir acima das maiores alturas das vossas dificuldades. Nós estaremos convosco. Escutai as vossas vozes. As nossas vozes. Bem lá no fundo da vossa consciência, estaremos vos intuição necessária para a atitude acertada, o alívio para o cansaço da jornada dura e o consolo para os vossos corações desalentado. E Anacleto finaliza dizendo: "Prosegui, pois com bons trabalhador, como bons trabalhadores, que a qualquer hora que tenham sido chamados, dão sempre o melhor de si, sem esperar remuneração, pelo prazer do serviço e o amor do trabalho. Deus vos acrescente as forças revigorantes. Tem um vídeo da nossa querida Bárbara Brito lá no canal dela, que inclusive ela tava falando hoje, dando aí dicas, né, de quando chegamos à sexta-feira, nos dá aquela tristeza de olhar e falar que não temos, não tivemos os reconhecimentos das pessoas. E ela tá falando ali do trabalho físico, do trabalho material, mas é muito legal, é uma autorreflexão que traz para nós do nosso trabalho do dia a dia, em que ela fala que busquemos dentro de nós a própria gratidão, a satisfação do dever cumprido. Parabéns, eu gostei muito do vídeo, viu, Bárbara? Eu sou o promotor dela aqui, gente. Vamos fazer a nossa prece nessa harmonia, né? esse ambiente, nos colocando de olhos fechados, convido a todos que se sentirem confortáveis, senão permaneçam de olhos abertos, porque quando fechamos os nossos olhos, abrimos o olho da alma. E a todos que estão nos nossos canais pelo YouTube, que não estejam dirigindo, é claro,
confortáveis, senão permaneçam de olhos abertos, porque quando fechamos os nossos olhos, abrimos o olho da alma. E a todos que estão nos nossos canais pelo YouTube, que não estejam dirigindo, é claro, convido para fechar esses olhos. dizendo: "Pai amado, mestre Rabi da Galileia, Jesus de Nazaré, nossa mãe santíssima do coração Maria de Nazaré, aos espíritos aqui presente, trabalhadores desta hora, que coordenam esse trabalho, aos irmãos desencarnados aqui sentados assistindo essa palestra. Agradecemos pelo bom ânimo de estar aqui, por compartilhar este momento com vocês, receber essa energia que refaz os nossos pensamentos. que possamos estar abertos para a palavra da nossa irmã Bárbara Brito, que com suas reflexões, a luz do Evangelho e da doutrina espírita nos vai nos vai nos trazer os ensinamentos de Jesus. Ó Deus, causa primária de todas as coisas, inteligência suprema, que possamos colocar aqui na prática a sua herança, porque somos teus filhos. Assim, mestre, pedimos permissão para dar início a mais uma palestra pública da comunhão espírita de Brasília neste sábado às 19 horas, dando graças a Deus e graças a Jesus. Minha irmã, uma boa palestra, que os espíritos lhe espirem. Eu peço, convido a todos que verifiquemos os nossos aparelhos celulares para que permaneçam no silencioso ou no modo avião, se pudessem colocar, para que não tenhamos interrupção na fala da nossa irmã e na nossa concentração. Uma boa palestra a todos. >> Boa noite a todos. Lembrando que estamos aqui hoje para trazer um dos temas que a gente trabalha no programa que fica no canal da comunhão no YouTube que se chama Explorando o Espiritismo, onde toda quarta-feira às 18:45 nós divulgamos um vídeo com um tema e esses vídeos são vídeos curtos de 20 minutinhos mais ou menos, que vem apresentar aquilo que a gente aprende, né, com a doutrina espírita. numa tentativa de uma linguagem de fácil aprendizado e tentando trazer o um entendimento pro nosso cotidiano. O tema que nós vamos falar hoje é, tá, é trabalhado nos
ende, né, com a doutrina espírita. numa tentativa de uma linguagem de fácil aprendizado e tentando trazer o um entendimento pro nosso cotidiano. O tema que nós vamos falar hoje é, tá, é trabalhado nos episódios do 107 a 110 que estão lá, porque quando você pesquisa explorando o espiritismo no canal da comunhão, ele aparece o podcast inteiro, né, com todas as quem nunca assistiu fica convidado aí a maratonar. E mas aqui logicamente como nós estamos fazendo uma palestra presencial, a gente sempre trabalha a o tema de uma outra maneira, né? Pois bem, então nós vamos falar aqui hoje sobre abrirmos mão das das amarras da vida, das dependências que impedem o nosso desenvolvimento. Então eu peço para que a gente comece tentando apaziguar, né, o próprio corpo através da respiração, tentando ficar numa posição confortável, soltar o corpo, porque nós estamos aqui sempre sintonizados com o que nós estávamos vivendo ou fazendo que gerou na gente emoções e sentimentos ou com o que nós estamos planejando fazer, né? né? Então, a nossa mente tá sempre eh ou no passado ou no futuro, quando nós estamos sempre sendo convidados a viver o agora, o presente. Precisamos lembrar que nesse exato momento estamos sob a condução divina, estamos protegidos por Deus, estamos sendo conduzidos por Deus e isso por si só basta, já que ele que nos criou para que nós cumpramos com a sua vontade, que é nos integrarmos a lei de amor. Pois bem, quando a gente vem ao mundo na fase primitiva e começa a desenvolver a capacidade de compreender a matéria e a manipular a matéria, nós vamos descobrindo quanta coisa legal que esse mundo nos oferece, quantas experiências interessantes a matéria nos oferece. E isso vai nos motivando cada vez a estudar mais a matéria, a usufruir mais da matéria para vivenciarmos experiências, né? Então, nós viemos de uma fase primitiva. Hoje o planeta Terra não é mais um planeta primitivo, mas já foi. E hoje ele já tá mais avançado, porque nós que habitamos essa escola, essa morada do pai, fomos progredindo,
os de uma fase primitiva. Hoje o planeta Terra não é mais um planeta primitivo, mas já foi. E hoje ele já tá mais avançado, porque nós que habitamos essa escola, essa morada do pai, fomos progredindo, né? E aí a gente vai progredindo e promovendo o progresso do planeta. E com isso a gente começou a desejar, né, desejar viver coisas e viver experiências. Poxa, que legal que esse mundo oferece tantas possibilidades e eu gostaria daquilo. Que legal aquele estilo de vida, que legal essa experiência, que bacana esse lugar, essa coisa. Então, a gente começou a planejar, né, a fazer planos, a a querer construir, ter, viver, né? Então, quando nós éramos primitivos, nós vivíamos do agora, a gente vivia das circunstâncias, a gente só lutava pela sobrevivência, não tinha planejamentos. Mas depois que a gente foi aprendendo essa grande possibilidade de experiências que a gente pode viver na matéria, a gente começou a querer selecionar, planejar, escolher. É como a nossa ida um shopping, né? Às vezes a gente tá ali vivendo a nossa vida tranquilamente com as coisas que a gente tem. Aí basta uma ida no shopping que a gente vê na vitrine alguns objetos, algumas coisas que a gente fala que interessante, umas roupas, uns acessórios. umas tecnologias e a gente diz assim: "Gente, que interessante esse negócio. Ai, eu gostaria de ter." Não é assim? Aí a gente cria uma necessidade que não existia. Até então a gente não queria, não fazia questão, mas a partir de agora que eu vi, ah, agora eu desejo isso. E aí eu volto para casa começando a planejar como é que eu vou adquirir aquilo, né? Quando a gente já tem condição de adquirir, a gente já adquiri ele na hora mesmo. Aí às vezes a gente tem que planejar, se organizar para conseguir ter aquilo. Só que a vida no plano físico não é uma ida ao shopping. O plano físico, embora nos apresente muitas eh vitrines com estilos diferentes de vida, com modelos diferentes, instrumentos diferentes, embora o mundo nos apresente essa diversidade de opções de interação
no físico, embora nos apresente muitas eh vitrines com estilos diferentes de vida, com modelos diferentes, instrumentos diferentes, embora o mundo nos apresente essa diversidade de opções de interação com a matéria, toda essa diversidade somente representa a experiência que cada um tá tendo. a oportunidade de ter. Então, nós não encarnamos para andarmos pelo mundo analisando as vidas e dizendo: "Ah, eu queria ter essa vida aqui. Hum, eu queria, eu queria ser assim". Isso já começa a nos limitar a experiência na vida física. Porque eu começo a criar uma circunferência que me separa do que eu quero, do que eu não quero viver. E qual o problema disso? É que quando eu encarno, eu não lembro do meu planejamento encarnatório. Eu não lembro o que foi que eu me comprometia a viver. Então, me embasando nas experiências alheias, eu quero decidir agora o que eu quero viver. Mas eu já fiz compromissos. O problema não é ter atrações pelos estilos de vida ou ter desejos. O problema é quando eu coloco isso como uma meta e um planejamento e cria uma circunferência entre o que eu quero e o que eu não quero. Por que que isso é um problema? Porque eu eu começo a colocar o meu bem-estar, a minha felicidade condicionada a satisfação do que está dentro dessa circunferência. Então, se eu planejei que eu quero isso, eu somente serei feliz se eu tiver isso. E aí tudo que se apresenta na minha vida, que tá fora dessa circunferência, me revolta. É como se jogassem algo pela janela do meu carro. Ó, toma aí um biscoito, pá. Aí eu perguno esse biscoito, é um jogo. Aí eu me revolto. Aí jogo um negócio pela janela da minha casa. Não, mas eu não quero isso. Aí eu e aí eu começo a viver um duelo com a minha própria vida, porque eu começo a não aceitar a providência divina. E isso é destrutível. Por que é destrutivo? Porque Deus é a inteligência suprema que nos conduz no nosso desenvolvimento. Então, ele vai deixar a gente escolher aquilo que a gente já tem maturidade moral para escolher, sem nos pôr em
estrutivo? Porque Deus é a inteligência suprema que nos conduz no nosso desenvolvimento. Então, ele vai deixar a gente escolher aquilo que a gente já tem maturidade moral para escolher, sem nos pôr em prejuízo. Mas aquilo que a gente ainda não tá pronto para escolher, nós iremos viver através da providência divina. No estudo sistematizado da doutrina espírita, a gente tem uma aula que fala só da providência divina para compreendermos essa inteligência suprema e a justiça de Deus, que como um pai responsável que é, quando decide, não tem como a gente se esquivar. Eu posso reclamar, eu posso sofrer, eu posso me revoltar. Mas quando ele decide, eu vou ter que vivenciar essa experiência. Isso não significa que eu não devo ter desejos, que eu não devo me atrair por essas diversidades. Claro que eu preciso ter, aliás, faz parte da minha natureza. Nós estamos sempre buscando algo porque fomos criados para construir, para servir, para agir. Então, como inteligência que somos, estamos sempre sendo provocados a ter interesses, vontades, desejos. E são esses desejos que fazem a gente acordar de manhã e enfrentar quaisquer desafios ou dificuldades, porque a gente quer muito alcançar o resultado. Então, veja bem, não tem problema desejar. O problema está em transformar esse desejo numa imposição da sua própria vida em que você condiciona a sua felicidade à realização dele. Porque uma coisa que a vida já nos provou é sobre a impermanência de tudo e de todos, mesmo que seja a morte a nos distanciar. Embora a vida seja eterna, não seremos irmãos, pai e mãe, parceiros afetivos eternamente. Eu tive muitas outras mães antes de ter a mãe que eu tenho nessa vida física e ainda terei muitas outras. Seu filho e sua filha que te chama de pai, que te chama de mãe, em vidas passadas estava chamando outros espíritos assim e na próxima chamará outros de novo. Então, se você acha que a exclusividade na vida desse espírito, hum, é um engano. Por isso, a importância de compreendermos a impermanência na nossa
spíritos assim e na próxima chamará outros de novo. Então, se você acha que a exclusividade na vida desse espírito, hum, é um engano. Por isso, a importância de compreendermos a impermanência na nossa vida. Porque nós fomos criados para ter uma relação de vida com a gente mesmo, onde ao estarmos integrados com a lei de amor como Jesus, o nosso desejo sempre vai estar pautado em amar, em agir com a benevolência, em distribuir luz nas nossas ações. Mas quando a gente encarna, nós encarnamos em grupo. Não tem como eu encarnar isoladamente. Eu lembro quando eu tava grávida, sofrendo muito fisicamente, muito. Eu sofri muito a minha gravidez com o organismo. Eu dizia: "Pai, realmente eu acho que a história da cegonha é mais interessante. Manda o espírito logo. Pronto, gente, que processo doloroso essa intercessão, desenvolvimento desse embrião, né? Os processos de transformação, de reconstrução, sempre exigem alguma coisa da gente. Por isso, na encarnação, a gente vem em grupo numa dependência de praticamente uma simbiose com o organismo da mãe numa dependência da tutoria de adultos que possam cuidar da gente pela nossa sobrevivência. Se eu não tiver quem cuide de mim, eu não sobrevivo em vida física. Então, Deus criou realmente um mecanismo de virmos ao mundo em grupo, numa relação de dependência, onde, embora eu seja um espírito já antigo, eu venho vestindo um corpo limitado. Eu não consigo imprimir ainda o os meus conceitos, as minhas escolhas, as minhas vontades. Estou presa num corpo que não me dá condições ainda de andar, de falar, de agir. Até para eu sair de um lugar para ir pro outro, alguém tem que me carregar. Eu tenho que ser transportada. Eu precisam vir me higienizar. Olha o nível de dependência que a gente vem ao encarnar. Por quê? Porque nesse momento em que eu estou limitada e não consigo pôr em ação a minha inteligência, eu sou obrigada a observar. E ao observar os costumes e o dia a dia, os comportamentos daqueles que convivem comigo, eu começo a absorver
estou limitada e não consigo pôr em ação a minha inteligência, eu sou obrigada a observar. E ao observar os costumes e o dia a dia, os comportamentos daqueles que convivem comigo, eu começo a absorver influências que vão se somar a bagagem que eu já trago. Então eu não chego aqui com a bagagem e já começo a fazer escolhas e tomar decisões e viver as consequências. Eu chego com a minha bagagem trancada, eu não posso usar. Eu só posso absorver novos conteúdos. Então vem a nossa família, eh, a nossa família que decide a roupa que a gente vai usar, os lugares que a gente vai frequentar, a linguagem, a linguística que está sendo utilizada, as gírias que vai fazer parte do cotidiano, o estilo de vida. Se eh o o a uma família nos impõe festas, outra família nos impõe o silêncio, outra família nos impõe a religião, a família escolhe a nossa religião, a família escolhe o nosso time, a família escolhe o nosso nome. Nós somos totalmente dependentes dessa família, mas à medida que nós vamos eh entrando na juventude, estamos sendo chamados pela vida a ir pro mundo juntando o que eu absorvi de influência com a minha bagagem. Então, já começo a abrir minha bagagem, pego tudo que eu ganhei. É igual uma viagem quando a gente vai visitar a família em outra cidade no Natal, né? A gente vai com uma bagagem, com as nossas roupas. Aí tem a celebração do Natal, aí a gente ganha presentes da família, na hora de ir embora não cabe mais as coisas naquela mala, né? A gente precisa de uma mala maior. É exatamente isso. A gente vem com uma bagagem, aí vem as influências na infância e aí eu tenho que juntar tudo isso e na juventude eu vou pra vida experimentar agora. Agora, considerando tudo que eu somei, deixa eu experimentar a vida. Aí eu começo a tomar decisões, viver as consequências e aprender com elas. Essa é a proposta da vida. Não sou eu que tô inventando. Foi Deus que criou o processo, né, da gente passar por um corpo físico que nos põe em independência e depois nos liberta. Então, quando entra a fase adulta,
osta da vida. Não sou eu que tô inventando. Foi Deus que criou o processo, né, da gente passar por um corpo físico que nos põe em independência e depois nos liberta. Então, quando entra a fase adulta, depois de eu ter experimentado tanta coisa, Joana de Angeles diz, né, que na juventude é quando a gente cria os nossos painéis conceituais. Eu tiro as minhas conclusões. Então eu concluo que o caminho é esse, esse não é um caminho que eu quero. Isso me faz bem, isso não faz, isso faz bem a outro, isso não faz. Pronto, tô com os meus painéis conceituais, aí eu entro na fase adulta. Aí agora é a hora da transformação. A a proposta de reforma íntima na nossa encarnação se intensifica, tem destaque na vida adulta, na fase adulta. Aí na fase adulta eu começo então a tomar minhas decisões e viver as consequências das minhas escolhas e aprender com essas consequências. O que se espera que a juventude comece a desconstruir as dependências para que eu, na liberdade que conquisto, passe a tomar as minhas decisões. Infelizmente, muitos de nós estão indo pra fase adulta, ainda dependes da sua família. Então, olha que interessante, eu vou pro mundo e como eu quero ser aceita, como eu quero me manter em grupo, eu começo a fazer escolhas considerando a influência daqueles que eu quero agradar. Então, mesmo adulto, eu continuo fazendo escolhas para agradar a opinião da minha mãe e do meu pai. Eu tenho medo dele não concordar com o caminho que eu tô escolhendo. Eu tenho medo de desagradar o amigo que eu tanto gosto da companhia, porque se eu desagradar ele, pode ser que ele se distancie. Eu tenho medo de me posicionar num relacionamento afetivo porque eu não quero perder o outro e ficar sozinho por uma cultura que eu criei e nós acabamos criando enquanto sociedade de sempre termos que estar com alguém, com o grupo. Isso é que paralisa ou torna muito mais lenta a nossa evolução. Quando Deus me envia na encarnação, é para que eu utilize do livre arbítrio para escolher agora. Agora eu não
r com alguém, com o grupo. Isso é que paralisa ou torna muito mais lenta a nossa evolução. Quando Deus me envia na encarnação, é para que eu utilize do livre arbítrio para escolher agora. Agora eu não consigo com livre arbítrio escolher amanhã, nem o ontem. Eu só consigo escolher agora como que eu vou agir, interessada no amanhã. Ah, eu desejo isso, então eu quero, eu quero ter manga em casa. Tô tô fazendo um, eu tenho um desejo de futuro. Eu quero ter manga. Bom, para eu ter manga um dia, eu vou ter que plantar manga hoje. Então, hoje, agora eu posso escolher plantar manga, se vai dar certo, se não vai. ia vivendo, né, as consequências e o dia a dia. Deus quer que eu use livre arbítrio agora para construir as consequências que eu desejo. Quando eu escolho como eu vou agir agora, o efeito me ensina. Então, é natural que eu mude os meus desejos no meio do caminho. É natural que eu mude decisão no meio do caminho. E aí a sua mãe diz: "Que decepção! Você sempre foi assim, assim, assim, agora está assim. Eu mudei, eu vim para mudar. Se eu chegar aos meus 60 anos, como eu era com 20, eu desperdicei 40 anos de encarnação. O que nós precisamos é lembrar de quem verdadeiramente somos e quem eu sou. Eu não sou a namorada de tal pessoa. Eu não sou a filha de tal pessoa. Eu não sou a mãe de tal pessoa. Eu sou um espírito criado na simplicidade e na ignorância, que está vivenciando múltiplas encarnações. em cada encarnação múltiplas experiências através de relacionamentos com múltiplos espíritos, porque preciso alcançar a perfeição. E quando eu alcançar a perfeição, estarei integrada à lei de amor e cumprirei com o objetivo de ter sido criada por Deus. passarei a agir em amor eternamente. Por isso Deus nos enviou Jesus para dizer: "Ó, eu sou eu sou o caminho, eu sou a verdade, eu sou a vida. O seu futuro vai ser ter essa mesma grandeza moral que eu tenho." Você foi criado para isso, só que você tá no processo. Então, o que que Jesus falou? se concentra no seu aperfeiçoamento. Foi isso que Jesus
futuro vai ser ter essa mesma grandeza moral que eu tenho." Você foi criado para isso, só que você tá no processo. Então, o que que Jesus falou? se concentra no seu aperfeiçoamento. Foi isso que Jesus disse. Jesus não disse: "Durma e acorde ao lado das mesmas pessoas". Jesus não disse: "Não se separe das pessoas". Jesus não disse: "Mantenha sempre essas pessoas ao lado de vocês". Pelo contrário, ele exemplificou o suportar do abandono, da negação e da crítica alheia, com contínuos atos de amor, quando ele não agradava aqueles que fazia parte do cotidiano dele, um dos apóstolos, ele não ficava com medo. de perder a companhia. Ele sabia que a escolha do apóstolo em ficar ou sair era um direito dele, em usufruir do livre arbítrio e escolher o que ele quer. Mas Jesus fazia a sua escolha e ele dizia: "O que eu quero é amar. Mas mestre, você tem que fazer assim, assim, assim. Não, eu escolho não fazer o que você acha que eu tenho que fazer, porque o que você acha que eu tenho que fazer é compatível com a sua ignorância. Mas eu tenho um conhecimento que me dá segurança na escolha que eu vou tomar. Mas estão tacando pedra. Isso é sobre eles que estão com medo, estão revoltados. Porque eu trouxe a verdade. Ele foi fiel ao seu desejo natural de amar. E esteve ao lado dele quem queria estar. E mesmo quando ninguém quis estar, quando negaram Jesus, ele continuou fazendo a escolha em fidelidade ao conhecimento que ele tinha. Como fazer isso na nossa no nosso modelo de vida, na nossa realidade, ainda mais sendo ainda ignorantes como somos, né? né? Nós não temos a grandeza moral de Jesus porque ainda não nos integramos totalmente com a lei de amor. Estamos aqui tentando entender o que que é a lei de amor. Estamos tentando aprender, estamos tentando amar, né? Então, ora a gente não vai saber o que fazer, ora a gente vai se equivocar achando que tá certo. Isso tudo faz parte. Então, como trazer essa mentalidade pra realidade que a gente tem hoje? Primeiro é lembrando que você não foi criado agora.
zer, ora a gente vai se equivocar achando que tá certo. Isso tudo faz parte. Então, como trazer essa mentalidade pra realidade que a gente tem hoje? Primeiro é lembrando que você não foi criado agora. né? Porque o planeta Terra não é mais um planeta de um planeta primitivo. Então, se nós estamos aqui, nós não somos mais primitivos. Isso significa que todos nós já temos um acúmulo de muitas encarnações. A gente tem uma bagagem, nossa, mas eu sou imperfeito, eu tenho muito a aprender, eu tô muito distante da perfeição. Sim, estamos. Por isso, nós estamos no mundo de provas e expiações. Mas eu não devo olhar só pro que me falta crescer. Eu não posso ignorar os instrumentos que já estão na minha bagagem, que eu adquiri com muito esforço, vencendo diversos desafios nas encarnações anteriores. Isso significa que você tem inteligência adquirida, que você tem já virtudes despertadas em você. Você não é só o erro, a ignorância, você também é uma inteligência já aproveitada em alguns setores da vida. Então, você precisa começar a questionar o que da minha atitude, da minha opinião, é meu e o que é influência. Nós estamos sempre buscando manuais, estamos buscando direcionamentos. Me diga que que eu tenho que fazer. Por quê? Porque se eu errar fica mais fácil, né? Não, disseram que era prosseguir esse caminho, mas aí eu tô atrofeando a minha própria inteligência. Eu não quero raciocinar não. Você pode escutar as opiniões, mas opinião é opinião. Se eu conver, se eu sento com o meu amigo Wagner, abro meu coração, Wagner, tá acontecendo isso, isso e aquilo. Tudo que o Wagner me sugerir é compatível com a bagagem dele, com os valores dele, com o que ele acha certo, com que ele acha errado. É uma opinião que para ele tem muito valor porque é coerente com a estrada dele, mas eu tenho que receber, olhar pra minha bagagem, juntar, refletir, ver se faz sentido, abstrair o que eu não acho que é válido e assimilar o que eu acho que é válido. Porque quem é responsável pela minha vida sou eu.
eceber, olhar pra minha bagagem, juntar, refletir, ver se faz sentido, abstrair o que eu não acho que é válido e assimilar o que eu acho que é válido. Porque quem é responsável pela minha vida sou eu. É muito egocentrismo achar que eu sou responsável por mim e pelos outros, já que somos inteligências criadas sob as mesmas condições para o mesmo destino. Então, você é responsável por você, eu sou responsável por mim. Mas nós vivemos em sociedade porque a troca das nossas bagagens, tá aqui, ó, eu e o Wagner estamos dialogando, trocando nossas bagagens. Aí ele fala: "Olha, Bárbara, mas eu penso assim". Aí eu pego minha bagagem e falo: "Mas, Wagner, você já considerou esse ponto de vista?" Ele é verdade. Considerando esse ponto de vista e esse, talvez seja melhor assim. Ah, é verdade. Porque é assim que a gente exercita a inteligência que somos. Mas se eu vou na rede social e pergunto o que eu devo fazer, eu estou atrofeando minha inteligência. E é o que mais tem. Jesus nos falou quando veio, cegos guiando cegos. Estamos nós ignorantes nas redes sociais dizendo: "Ser mulher é isso, ser homem é isso, ser mãe é isso, ser filho é isso." Ora, por que Jesus não fez isso? Porque nós não temos que agir como peças de indústria. Somos inteligência individualizada. Respeite a sua história. Você foi criado muito antes. Você vivenciou diversas experiências, onde você teve um corpo feminino, onde você teve um corpo masculino, onde você teve cores de peles diferentes, o funcionamento diferente do organismo. Você foi mãe, pai, filho, avó. Você trabalhou, você mandou e você vai desperdiçar tudo que você aprendeu até aqui, buscando o manual, como eu devo agir. O manual tá no evangelho, porque o manual é moral, não é o padrão. Vamos todos agir assim. Vamos comer isso de café da manhã, porque é bom. Não vamos comer isso. Vamos para tal lugar. Não vamos para tal lugar. Pare de andar com pessoas assim. Não coloque dentro da sua casa pessoas assim. Nós não somos mais primitivos. Nós já raciocinamos mais. Nós temos
isso. Vamos para tal lugar. Não vamos para tal lugar. Pare de andar com pessoas assim. Não coloque dentro da sua casa pessoas assim. Nós não somos mais primitivos. Nós já raciocinamos mais. Nós temos vivência. Então vamos tomar nossas decisões. Poxa, mas refletindo aqui na minha bagagem, a vontade que eu tô de tomar a decisão vai chocar. Lembre de Jesus. Você acha que é o correto a ser feito? Você deseja viver o resultado dessa escolha? Então faça a escolha. A fé em Deus, meus irmãos, não tá relacionada em acreditar na existência dele. A fé em Deus está relacionada em confiar na sua bondade e na sua injustiça. Quando eu começo a viver no mundo com medo dos meus planos não darem certo, eu começo a tentar controlar o que não está sob o meu controle, porque não sou eu o Deus. Quando eu começo a seguir condicionada em agradar, eu vivo com medo, porque eu estou sempre atenta a como alguém vai reagir e se vai me abandonar. E aí, ao invés de eu dar os passos compatíveis com a maturidade que eu tô pronta para adquirir, eu escolho sempre viver mais do mesmo. Eu repito as mesmas escolhas, os mesmos comportamentos, os mesmos lugares, as mesmas pessoas, porque eu tenho medo. Como eu tenho medo, eu quero prever o que pode acontecer para eu evitar. Como eu quero prever, eu começo a antecipar tudo que pode acontecer. Eu começo a olhar paraas pessoas que estão ao meu redor e tentar adivinhar o que elas estão pensando, o que elas estão sentindo. E eu começo a criar fantasias sobre as possibilidades e o meu corpo não suporta carregar. Isso porque nós não fomos feitos para ser Deus. Nós fomos feitos para viver em coerência com o que somos. O resto é com Deus. E é por isso que estamos vivenciando um processo depressivo, porque eu condicionei a minha felicidade, a satisfação desses planejamentos que mais atendem a sociedade do que verdadeiramente a minha necessidade de evolução. E quando eu não consigo, a vida perde o sentido e eu perco a motivação. E o pai fala: "Minha filha, levanta, tem
os que mais atendem a sociedade do que verdadeiramente a minha necessidade de evolução. E quando eu não consigo, a vida perde o sentido e eu perco a motivação. E o pai fala: "Minha filha, levanta, tem tanto caminho que eu quero te mostrar hoje. Não me interessa, pai. Hoje eu quero ficar aqui. Se eu não posso viver o que eu criei nas minhas fantasias, a vida não presta." E Deus vai tentando mandar estímulos para ver se a gente muda a forma de ver, para ver se a gente se motiva de uma outra forma, se a gente sente um desconforto e ao procurar recursos de cura e de solução, a gente expande o olhar para outros caminhos. Mas eu estou escolhendo condicionar meu bem-estar a uma fantasia que eu criei. E aí quando pessoas saem da minha vida, eu também desanimo, porque eu quero o aplauso, eu quero o reconhecimento, eu quero o bando, o grupo, a dependência dessas relações. Eu não quero ser negada, eu não quero ser criticada. Mas quem te disse que o sucesso da vida está em não ser criticado? Se Jesus veio demonstrar que a porta é estreita, justamente porque num mundo de provas e expiações, quando você escolhe o bem, você não é aplaudido. de regeneração já vai acontecer quando quando os espíritos são questionados no livro dos espíritos sobre a diferença do mundo de provas e expiações pro mundo de regeneração, né, que é o que a gente tá transitando, eles explicam que o de provas expiações, o mal tem uma sobreposição, o mal tem poder e no mundo de regeneração, o mal se constrange porque nós Nós já temos consciência do que é o mal, que o mal faz mal. Então a gente não aceita o mal. Aí a gente expõe o mal como algo que necessita de cura e de solução. Por isso Jesus disse, a felicidade não é desse mundo. Nesse sentido da felicidade vocês estão buscando os aplausos, o reconhecimento, não vai acontecer aqui, porque aqui é um monte de provas e expiações. O mal é que é aplaudido. Então, se você condicionar o seu bem-estar e a sua felicidade, a aceitação das pessoas, ao reconhecimento das pessoas, a aprovação
orque aqui é um monte de provas e expiações. O mal é que é aplaudido. Então, se você condicionar o seu bem-estar e a sua felicidade, a aceitação das pessoas, ao reconhecimento das pessoas, a aprovação e as aos aplausos, você vai viver em bando, você vai viver em grupo, você vai estar sempre acompanhado, mas ignorante, estacionado e consequentemente infeliz. Porque se você para no mesmo conhecimento que você tem, você vai continuar cometendo os mesmos equívocos e vivendo os mesmos efeitos. Então você fica numa rotatória de dor. Ah, mas eu já aprendi a lidar com essa dor. Pois bem, a gente tem a eternidade, tá tudo certo. Por isso que Deus deixa a gente escolher. Você quer, quer sofrer a mesma dor de novo, vai. Só que cada vez aquela dor dói mais, né? Aí chega uma hora que dói tanto que você não suporta mais. Aí você se dispõe a sair e procurar outros caminhos. Então, nós precisamos resgatar o tempo inteiro. Quem somos? Eu estou vivenciando a experiência de ser mãe porque a maternidade me provoca a o desenvolvimento da inteligência que eu vim adquirir. Mas ser mãe não me define na próxima encarnação eu não vou ser mãe de novo. E aí, ah, então eu não sirvo, eh, eu não tenho valor na vida. Deus me criou e eu não tenho valor porque eu não sou mãe. Um dia eu já fui, outro dia eu não vou ser. Um dia eu vou ser mulher, outro dia eu vou ser homem. Um dia eu vou ter conflito com meu corpo, outro dia eu não vou ter. Um dia eu vou decidir mudar meu corpo, outro dia eu não vou decidir. Cada encarnação eu vou vivenciar experiências, sentimentos, emoções e decisões diferentes. Então desapeguemos da forma, foquemos na experiência. O que eu estou sentindo é que me ensina. Não é a roupa que eu tô usando que me ensina. Ah, mas a roupa que eu uso comunica algo para alguém. E ao comunicar algo para alguém, essa pessoa reage. Quando ela reage, o que você sente? É isso que te ensina. É só isso que eu tô explicando. A matéria é instrumento. Nós espíritas não condenamos a matéria. Pelo contrário,
ra alguém, essa pessoa reage. Quando ela reage, o que você sente? É isso que te ensina. É só isso que eu tô explicando. A matéria é instrumento. Nós espíritas não condenamos a matéria. Pelo contrário, nós estudamos o significado da matéria na nossa vida para que a gente utilize da matéria com responsabilidade e bom proveito. Então, a depender da experiência que eu vou vivenciar, eu vou num num casamento em que a festa é chique e aí pedem que a roupa que a gente use seja uma roupa mais formal, mais social, ok? Então eu vou me vestir conforme a experiência. Mas o que eu tô vivendo no casamento não tem a ver com a roupa, tem a ver com a experiência. Então, quando eu tô no casamento, eu tenho que pensar: "Olha, isso que eu tô sentindo. Por que que eu tô sentindo isso? Por que que eu gosto dessa pessoa? Por que que eu não gosto dessa pessoa? Ah, por que que eu me sinto bem com essa música e essa música não? Nós estamos vivendo várias experiências para conhecermos o que nós precisamos desenvolver e o que nós já temos desenvolvido para nos sentirmos seguros igual Jesus sentiu ao tomar a decisão. Porque aquilo que eu olho pra minha bagagem e eu tô com aquilo bem resolvido, eu não tenho dúvida, eu vou agir em coerência, quer você concorde ou não. Mas aquilo que eu ainda não tenho seguro, hum, aí eu vou te tubar, aí eu vou refletir, vou buscar um diálogo com amigos que possuem maturidade, que possuem sintonia comigo, para que a gente troque a nossa bagagem, para que eu reflita. Somos espíritos criados para amar. E o espírito quando chega no nível de evolução de amar, ele quer tanto servir que ele não busca ser servido. Por isso que naturalmente as relações de dependências afetivas vão se desconstruindo e perdendo sentido, porque o amor se torna universal. Eu não amo mais um e menos outro. Então, quando Deus nos envia através da encarnação um processo de gestação e de nascimento dessa criatura que nos obriga essa atuação em grupo, mesmo que haja o divórcio dos pais, eles precisam se unir em desenvolvimento
os envia através da encarnação um processo de gestação e de nascimento dessa criatura que nos obriga essa atuação em grupo, mesmo que haja o divórcio dos pais, eles precisam se unir em desenvolvimento daquela criatura. Deus criou esse processo para que nós exercitemos o amor com ess com aqueles que precisam estar ao nosso redor. Porque se nós já viéssemos livres sem precisar dessa relação, aí gente que a gente não ia querer menos ninguém ao nosso lado, não, porque dá trabalho, né? Conviver com o outro, com as diferenças do outro, com os valores do outro, dá muito trabalho. Mas quando dizem que aquele espírito é minha filha, hum, aí eu gostando ou não, feliz ou não, eu vou me dedicar à aquele espírito. Já o outro, como não é minha filha, aí a gente já enche mais a boca para dizer ele que se vire, né? Mas os nossos filhos, os nossos pais, os familiares, os amigos que a gente desenvolveu um vínculo afetivo, a gente se dedica mais. Deus na sua perfeição, utiliza assim das nossas uniões para exercitarmos o amor. O problema está quando essa união vira uma dependência, porque quando você depende, a partir de agora, você vira um fanto do outro, porque você sempre quer fazer o que agrada o outro. Então você vira um objeto de desejo do outro. Só, só, só. Eu sou o objeto de desejo dos meus amigos. Eu faço para agradar eles porque eu não quero perder meus amigos. Eu sou o bejet de desejo da minha família. Eu faço para agradar minha família porque eu não quero perder minha família e o meu parceiro ou a minha parceira afetiva. Entendem? Aí a gente se abandona. A gente abandona a nossa programação evolutiva. Jesus seguiu o caminho dele. Maria, com a sua grandeza espiritual decidiu, ela escolheu amar e honrar com o compromisso dela. Mas se Maria tivesse dito a Jesus: "Jesus, se você fizer o que você quer fazer, eu não serei mais sua mãe". Ele teria dito: "Segue em paz. Eu te perdoo. Deus perdoe. Ela não sabe o que está fazendo, entende? Então, meus irmãos, vamos respirar. Os nossos planejamentos são meios que
u não serei mais sua mãe". Ele teria dito: "Segue em paz. Eu te perdoo. Deus perdoe. Ela não sabe o que está fazendo, entende? Então, meus irmãos, vamos respirar. Os nossos planejamentos são meios que Deus nos provoca para continuarmos indo paraa frente. Vamos desejar, vamos planejar, vamos construir aquilo que a gente quer, mas sabendo que tudo pode acontecer, inclusive nada. Pode ser que eu conquiste, pode ser que não, pode ser que ao conquistar as coisas não sejam como eu imaginei. E não importa. O que importa é que ao desejar eu agi. Ao desejar eu me levantei. Eu imprimi no mundo a minha vontade, as minhas decisões e eu criei efeitos. E os efeitos estão me ensinando e eu estou crescendo e eu estou mudando. Ah, Bárbara, mas fulano se afastou, tá tudo bem. Ele está seguindo o caminho dele e é o meu. Olha, tá chegando outra pessoa. E me despedir de um lugar. Olha, tá chegando outro lugar. Quando a gente aprende a se relacionar com a vida, conhecendo o que está vindo, o que está indo e tentando entender o que esse ir e vir nos provoca e nos ensina, a gente vai aprendendo a lidar. E aí, ao aprender a lidar, eu despertei nova virtude, eu despertei as novas inteligências que eu me comprometi. Obrigada, Pai. O senhor sabe o que faz. Então, coragem para viver o [limpando a garganta] agora. Respira, tá tudo bem. Mesmo que haja uma frustração, mesmo que haja uma doença, mesmo que hajam dores que são legítimas e reais, a gente sente mesmo. Tudo isso é a experiência que vem mexer na minha bagagem. Aí, opa, isso aqui não faz sentido não. Aí eu abro mão. Não, mas que bobagem. Eu dava atenção a isso, eu dava importância a isso. Hum. Não quero não. Eu quero isso daqui, ó, que eu aprendi agora que tem valor. E é assim que a gente vai crescendo, se fortalecendo e entendendo que fomos criados para sermos inteligência em ação. Então, coragem em aceitar as suas verdades. Valorize quem você é. Você é o resultado das suas histórias conduzidas pela inteligência suprema. Respeite a sua história.
para sermos inteligência em ação. Então, coragem em aceitar as suas verdades. Valorize quem você é. Você é o resultado das suas histórias conduzidas pela inteligência suprema. Respeite a sua história. A opinião do outro somente expressa quem ele é. Já você levanta-te e anda para que você se integre finalmente a lei de amor. Foi para isso que Deus te criou. Tenham todos uma boa noite e até o próximo encontro, se Deus quiser. Bom, né, nesse tema de hoje, rompendo as correntes da vida, eu acho que a gente poderia colocar como conhece a ti mesmo, né? É o momento da gente se conhecer, buscar o conhece a ti mesmo. Quero aqui, primeiramente, antes dos recados, agradecer a Elizabete, ao Manuel, ao Lucas, a Luluca, a Ana Dias, a Geovana, a todos que com muito carinho aqui deixou os seus comentários e as suas vibrações. Não esqueça de ativar as suas notificações, seguir a nossa página, de se inscrever e aproveitar os vários programas que nós temos lá, que a comunhão disponibiliza. Programas de 5 a 10 minutos, a 20. Temos o programa da Bárbara Explorando Espiritismo, uma playlist imensa, episódios diários que temos eu, a, o Mário, a Flaviana e a Cláudia Priva, que em 5 minutos lemos um pedaço de um livro, de um capítulo lá e fazemos as considerações, aquele momento que estamos ali trocando de roupa e estamos ouvindo alguma palavra, né, comunhão no lar, amanhã às 8 horas, então que possamos aproveitar estes momentos para buscar esses melhores pensamentos e e tudo isso, né? Nesse Jesus que não nos cobra perfeição, nos cobra que nos pede que viemos ao mundo para fazermos a nossa bagagem, enchermos a nossa mala, né? que possamos vir para casa com esse pensamento. E temos aqui também a a comunhão disponibiliza o atendimento fraterno. Que possamos aproveitar este momento. Se estamos nos sentindo mal espiritualmente, estamos com a a nesse ambiente que trabalhamos tanto a saúde mental, né? é o atendimento fraterno de segunda a segunda. No painel lá na entrada temos o nosso horário, os nossos horários aqui de
mente, estamos com a a nesse ambiente que trabalhamos tanto a saúde mental, né? é o atendimento fraterno de segunda a segunda. No painel lá na entrada temos o nosso horário, os nossos horários aqui de atendimento. Você não precisa agendar, pode chegar na hora, aguarda ser atendido. Ali tem uma conversa fraterna ali com atendente, pessoas que vão te ouvir e vão te trazer alguma luz do evangelho de Jesus. E aí você é encaminhado para um tratamento espiritual. Buscamos tantas vezes tratamento pro corpo. Por que não buscar tratamento para o espírito com essa saúde mental? buscar as palestras da AM, que tem os psicólogos, psiquiatras espíritos, Associação Médica Espírita que sempre estão aqui nos trazendo. Busquemos esse equilíbrio para que o corpo e a mente esteja sempre sintonizado com o evangelho de Jesus e possamos levar as nossas tarefas com o julgo leve que ele fala. Vamos fazer a nossa prece, agradecer a Deus, nos conectar com o criador, melhorar as nossas posições no na poltrona, no sofá, aonde estivermos, aqueles que nos escutam pelos canais e aqui no banco, trabalharmos a nossa respiração, esquecer um pouco lá fora, as atribuições do dia a dia, buscar aqui esse esse ambiente maravilhoso, harmonizado pelos nossos irmãos espirituais que estão com mãos estendidas sobre nós, passando sobre a nossa cabeça, acalmando o nosso coração, dizendo: "Pai amado, inteligência suprema, causa primária de todas as coisas, nosso rabi da Galileia, Jesus de Nazaré, a nossa mãe de coração, Santíssima Maria de Nazaré, essa família que nos acolheu como filhos nessa humanidade imensa, vamos pensar na paz ao nosso planeta, a esse ano de tantas atribulações, ano político, que o meu ponto de vista possa não ser a destruição daquela amizade, daquele irmão, aquele colega de trabalho. saibamos respeitar as opiniões e buscar sempre o melhor debate, buscar sempre a amizade e o amor fraterno, pois é isso que Jesus nos pediu, respeitou todas as opiniões políticas e religiosas e acolheu e consolou a todos.
s opiniões e buscar sempre o melhor debate, buscar sempre a amizade e o amor fraterno, pois é isso que Jesus nos pediu, respeitou todas as opiniões políticas e religiosas e acolheu e consolou a todos. que possamos ser colocar em prática seu testemunho em nosso ambiente de trabalho, nosso ambiente familiar, na casa espírita, na rua onde estivermos, possamos ser o testemunho vivo de Jesus. Ó mestre, obrigado pelo bom ânimo e damos por encerrado mais este trabalho de hoje. Que possamos nos preparar para o passe. Peço que permaneçam sentados aqueles que vão tomar. aqueles que não vão tomar possam se levantar em silêncio para não tirar a concentração do nosso irmão e mantendo os celulares no modo silencioso. Que a paz do Cristo esteja em vossos corações. Possamos voltar para as nossas atividades, pouco melhor do que chegamos. O nosso irmão ali já vai chamar para o passe. Um bom domingo e uma boa semana a todos depois dessa palestra. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos [música] pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com [música] o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa [música] casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e
ia. Entrando em sintonia com [música] o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa [música] casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo [música] físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, [música] do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais [música] possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os [música] nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos [música] chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu [música] reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos
vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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