COMO SEGUIR NA ESCURIDÃO - Bárbara Britto [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 12/09/2025 (há 6 meses) 46:56 3,028 visualizações

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Transcrição

Senhor Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver doando amor, vibrando luz. >> Muito bom dia a todos que estão aqui no salão Bezerra de Menezes, aqueles também que nos acompanham pela internet. Saúdo a Amanda, a Rosana, a Cristina, a Ana e todos os outros que vão aqui deixar mensagem de bom dia. Sintam-se todos abraçados. Sejam todos bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília. Estamos aqui com a nossa irmã Bárbara que vai trazer o tema como seguir na escuridão. A gente não tem muito eh autonomia para mexer recurso, né? Eu até pensei em apagar umas luzes, né? Porque aí fal assim: "E aí, Bárbara, como é que a gente segue nessa escuridão aqui?" Mas fica a o trocadilho, né, de forma verbal. Eh, vou pegar aqui um trecho do livro Sinal Verde, de autoria de André Luiz, que foi recebido pelo médico Chico Xavier. Eles colocam aqui um subtítulo chamado Um guia de trânsito moral para caminhar com segurança pelas estradas da vida. Capítulo 40. Correspondência. Cultive brevidade e precisão em seu noticiário sem cair na secura. Uma carta é um retrato espiritual de quem a escreve. Cuidaremos de escrita bem traçada, porquanto não nos será lícito transformar os amigos em decifradores de hieroglifos. Hieroglifos. Não escrever cartas em momentos de crise ou de excitação. Sempre que possível, as nossas notícias devem ser mensageiras de paz e otimismo, esperança e alegria. Escreva construindo. Uma carta que saia de seu punho é você conversando. Qualquer assunto pode ser tratado com altura e benevolência. Quando você não possa grafar boas referências em relação a determinada pessoa, vale mais silenciar quanto a ela. Somos responsáveis pelas imagens que criamos na mente dos outros, não apenas através do que falarmos, mas igualmente através de tudo aquilo que escrevermos. Então, André Luiz falando, né, sobre o que que a gente escreve, né, muito se fala pra gente tomar cuidado com o que a gente fala. Aqui ele coloca pra gente

ente através de tudo aquilo que escrevermos. Então, André Luiz falando, né, sobre o que que a gente escreve, né, muito se fala pra gente tomar cuidado com o que a gente fala. Aqui ele coloca pra gente ter cuidado com o que a gente escreve. Aqui ele usa referência à carta, né? Acho que poucos de nós ainda usamos cartas, agora muito mais no celular, mas dá para fazer a correspondência, né, de pensarmos no WhatsApp, que é o mais corriqueiro de todos nós, né? Aí ele coloca assim ali, uma mensagem no WhatsApp vai ser um retrato espiritual de quem a escreve, né? Ó, uma carta que saia de seu punho é você conversando. Então, uma mensagem que a gente mande no WhatsApp é a gente conversando. E o mais importante aqui no final, ele fala que a gente é responsável pelas imagens que a é criada na mente dos outros, seja a gente falando ou escrevendo. Então ele traz a o convite da gente refletir nessa nossa responsabilidade do que que a gente tá escrevendo no dia a dia. Obrigado, né, André Luiz, por essa mensagem. Obrigado a Deus também, nosso pai, por mais um dia que se apresenta diante de nós. Obrigado Jesus, governador deste planeta, que ampara a cada um de nós. Agradecemos também toda a espiritualidade que aqui se faz presente e nos acompanha orientando, nos ajudando a nos orientar pelos pensamentos. Que a gente possa renovar nossas energias reunidos aqui na palestra para aplicarmos em nossas vidas. Ampare nossa irmã Bárbara para que em seus pensamentos ela seja intuída para que tenhamos uma boa palestra e uma boa reflexão. Que assim seja. Bom dia. Vamos então refletir sobre como seguir na escuridão. Considerando aqui a escuridão eh um cenário, né, em que estamos vivendo sem entender o que tá acontecendo, né? Por isso a escuridão, né? Porque na escuridão, na ausência da luz, a gente não enxerga, né? Então, a gente não consegue perceber onde a gente tá, o que tá na nossa frente, o que tá atrás da gente. E aí, como a gente não enxerga, a gente não tem controle da situação, a gente

não enxerga, né? Então, a gente não consegue perceber onde a gente tá, o que tá na nossa frente, o que tá atrás da gente. E aí, como a gente não enxerga, a gente não tem controle da situação, a gente sente medo, né, do que pode acontecer, o que que pode aparecer. A gente sente desconforto, porque como a gente não sabe onde tá, a gente também não sabe o que fazer, né? Quando a gente tá com a luz, a gente já sabe onde tá. Então, para onde andar ou não andar, se vai sentar, se vai ficar em pé. Quando a gente não sabe, a gente não sabe o que fazer, né? Então, como seguir? Como seguir em frente se eu não entendo nada do que tá acontecendo, não sei onde isso vai dar e muito menos sei como eu devo lidar com isso. A a essa essa esse sentimento, essa interpretação da escuridão na nossa vida é muito a representação de um momento em que estamos lidando com a nossa própria ignorância, né? Porque se eu não tô entendendo nada, eu não estou entendendo porque eu não sei. Jesus no meu lugar teria uma outra capacidade de compreensão e de lidar com a situação, porque o conhecimento dele já é amplo, né, na integração com a lei de amor que ele veio nos exemplificar aqui na Terra. Então, o domínio que ele tem de conhecimento já faz ele ter maior lucidez sobre as coisas que estão acontecendo, o propósito, né, a toda a trajetória de Jesus. Os companheiros sentiam insegurança com o que estavam acontecendo. Os companheiros ao lado de Jesus enxergavam uma certa escuridão em algumas caminhadas e Jesus sempre trazia a tranquilidade de que tá tudo certo, né? Ele ele sabia o que tava acontecendo e o propósito de tudo aquilo que tava acontecendo. Então, quando nós estamos nos sentindo num momento de solidão, é porque nós de solidão não, de escuridão, é porque nós estamos lidando com a nossa ignorância, né? E aí, eh, vem também esse sentimento de estar só, né? Quer dizer, eu não sei onde eu tô, eu não sei o que que tá acontecendo, eu não sei como que eu devo agir. Então, eu me sinto frágil, eu me sinto vulnerável e

em também esse sentimento de estar só, né? Quer dizer, eu não sei onde eu tô, eu não sei o que que tá acontecendo, eu não sei como que eu devo agir. Então, eu me sinto frágil, eu me sinto vulnerável e não tem ninguém aqui para me trazer essa confiança, essa segurança, para me ajudar a resolver, para me ajudar a direcionar o caminho de solução. Então, além de eu lidar com o medo, eu tenho o sentimento do abandono. E a depender das minhas fragilidades morais, eu tenho sentimento de solidão. que nós trazemos mesmo na vida adulta, na fase adulta, a nossa prática infantil que a gente desenvolve na infância, que nos momentos de fragilidade tem papai, tem mamãe, tem os adultos responsáveis para assumir aquela gestão naquele momento, né, para gerir aquela crise pra gente, aquele problema que nós estamos lidando. Mas na vida adulta não tem, né? A gente não tem, logicamente tô generalizando, né? Existem casos ainda de pessoas que ainda na vida adulta possuem, né, essa tutoria e aí vem da necessidade delas e da oportunidade que a encarnação dá para que elas tenham as suas necessidades atendidas a cada um de nós. Eh, vem a experiência que que nos é necessária, mas a proposta da vida adulta é que nos tornemos autorresponsáveis. O que significa que quando tivermos uma crise ou problemas, nós poderemos sim contar com a ajuda das pessoas, mas elas não serão os superheróis que mamãe e papai foram, que nos ajudaram no hospital, nos ajudaram com a saúde, com a fome, com o desconforto, com a dor. Agora a gente vai ter que agenciar isso, a gente vai ter que administrar essas ocorrências. E aí é natural que a gente se sinta só e que a gente não saiba o que fazer, já que estamos lidando com uma situação que confronta a minha própria ignorância. Quer dizer, está difícil porque eu não sei, eu não sei o que isso significa e como lidar com isso. E aí eu então chamo aqui a uma passagem do Evangelho Segundo o Espiritismo, que tá no capítulo 28. que é o capítulo onde tem a coletânia de preces espíritas, né? E só lembrando que

omo lidar com isso. E aí eu então chamo aqui a uma passagem do Evangelho Segundo o Espiritismo, que tá no capítulo 28. que é o capítulo onde tem a coletânia de preces espíritas, né? E só lembrando que essa coletânia tem o propósito de nos ensinar a raciocinar quando buscarmos a Deus e nos ensinar a pedir, a dialogar com Deus. Essas preces não vem substituir o nosso diálogo franco e particular com Deus, tá certo? Ou seja, não temos essa passagem do evangelho para que a gente fique lendo as preces, ao invés de fazermos a nossa prece na nossa mente, de dentro para fora, elas vêm nos ensinar como dialogar, né? E aí, eh, nesse aprendizado do diálogo com Deus, nesse capítulo, tem uma uma proposta de prece para as aflições da vida. OK? Então, esse capítulo tem vários títulos que direcionam temas, possíveis temas que possamos querer tratar com Deus no nosso diálogo, né, com a divindade. E aí tá aqui nas aflições da vida. E antes da prece, eh, sempre há uma explicação, né, um contexto, um ensinamento sobre a reflexão que precisamos ter nesse tema. E aí eu trago aqui eh a seguinte elucidação. Podemos pedir a Deus favores terrestres. Por que que diz favores terrestres? Porque estamos encarnados na Terra. Então, as nossas necessidades, nossos desejos, nossas expectativas estão voltadas à experiência no mundo, né? A experiência material, a experiência física. Então, por isso tá aqui, né? Podemos pedir a Deus favores terrestres e ele pode no los conceder, ou seja, e Deus pode nos dar aquilo que pedimos quando tem uma finalidade útil e séria. Então, aqui a gente já tá resgatando o objetivo da encarnação na Terra, que é crescer, é amadurecer. Então, Deus vai conceder aquilo que será fiel ao meu amadurecimento como um pai, né, justo e bom. Mas como julgamos a utilidade das coisas pelo nosso ponto de vista e nossa visão é limitada ao presente? Ou seja, eu não tenho consciência do passado, do meu passado, e eu não tenho conhecimento dos possíveis caminhos que eu posso seguir no meu futuro.

ponto de vista e nossa visão é limitada ao presente? Ou seja, eu não tenho consciência do passado, do meu passado, e eu não tenho conhecimento dos possíveis caminhos que eu posso seguir no meu futuro. Eu só, eu só tenho conhecimento do agora, do que eu enxergo, do que eu percebo, das memórias que eu adquiri nessa vida, nesse momento. E olhe lá, né? Porque ainda nessa vida, tanta tanta coisa que a gente vive que a gente não lembra, imagina então das vidas anteriores, né? E aí a explicação continua, né? A nossa visão é limitada ao presente. Nem sempre vemos o lado mal daquilo que desejamos. Então, vamos desejar o que pode nos fazer mal. E aí, o que que tá dizendo? Eu posso pedir a Deus o atendimento dos meus desejos, mas eu tenho que ter consciência de que meu conhecimento é limitado e me ponha em risco, porque eu posso desejar o que vai me fazer mal. Então, Deus pode atender meu pedido, sim, mas ele sempre vai fazer, desde que haja uma finalidade útil e séria, como diz aqui. E só Deus tem condição de ter esse nível de responsabilidade e de justiça com a gente, porque só ele é perfeito. Por isso que a decisão tem que ser do Pai mesmo, né? Aí continua aqui, Deus que vê melhor do que nós e não quer senão o nosso bem, pode pois nos recusar como um pai recusa a seu filho, o que poderia prejudicar. Se o que pedimos não nos é concedido nisso, não devemos conceber nenhum desencorajamento. Olha que interessante. Não é porque o meu desejo não tá sendo atendido que eu devo sentir medo do que está por vir. Porque se Deus me disse não por ser fiel ao que vai me fazer bem, não há motivo para eu temer. O medo que eu sinto é porque eu associo a vida como um lugar que eu devo sentir constante prazer. Então, eu sinto medo no momento que Deus me dá o não, eu sinto medo de não usufruir desse prazer. Eu sinto medo da decisão do pai não me conceder o prazer. E como eu estou num momento de desconforto, eu sinto medo desse desconforto perpetuar, porque dói. E pelo meu próprio instinto de

esse prazer. Eu sinto medo da decisão do pai não me conceder o prazer. E como eu estou num momento de desconforto, eu sinto medo desse desconforto perpetuar, porque dói. E pelo meu próprio instinto de conservação, eu não quero ficar na dor, eu quero o bem-estar, eu quero o alívio. E aí então continua. É preciso pensar o contrário do desencorajamento, que a privação do que desejamos nos é imposta como prova ou expiação e que a nossa recompensa será proporcional à resignação com a qual a tivermos suportado. Ou seja, o sacrifício de suportar aos desconfortos da prova e da expiação nos trará a recompensa. Que recompensa é essa? É a maturidade adquirida. Eh, é o alívio da ignorância, né? Porque o conhecimento vai ser adquirido. Quando eu tô na escuridão e eu não sei o que tá acontecendo e para onde eu tenho que ir, como eu devo agir, eu começo a estudar um monte de possibilidades. E se eu fizer isso? E se eu fizer aquilo? Ah, mas ah, aí aqui me causa medo, aqui me causa desconforto, aqui eu não concordo, eu tive uma ideia, mas fere meus valores. E o que Deus está fazendo? Por que que Deus me mantém nessa escuridão? porque ele quer que eu revisite mesmo os meus valores, porque há conceitos na minha bagagem que estão equivocados. Então, ele não quer que eu mantenha a mesma opinião, ele não quer que eu mantenha o mesmo comportamento. Mas quando a gente tá na escuridão, a gente tem medo desse despreendimento. Então, na verdade, a gente se esforça muito para continuar com o mesmo comportamento, dizendo que isso é fé em Deus, quando na verdade Deus está pedindo para que a gente se permita experimentar formas diferentes, pensar de forma diferente, porque o desconforto vem como provas e expiações. Ou seja, o objetivo do desconforto é a prova e a expiação. Mas o que que é a prova e expiação? Aí eu trago aqui pro capítulo 5 do Evangelho Segundo o Espiritismo, que o título é: "Bem-aventurados os aflitos". E aí ele explica, ele fala aqui da das da prova e da expiação numa numa trajetória extensa que eu não a gente

pítulo 5 do Evangelho Segundo o Espiritismo, que o título é: "Bem-aventurados os aflitos". E aí ele explica, ele fala aqui da das da prova e da expiação numa numa trajetória extensa que eu não a gente não tem tempo de ler, mas eu vou destacar algumas partes. Os males dessa natureza é dentro do subtítulo causas atuais das aflições, tá? Assim, ó. Os males dessa natureza formam seguramente um notável, contingente. Quando ele fala da da natureza, é a natureza nossa das aflições, tá bom? Da das eh dos nossos desconfortos e tudo mais. Então, eh os males dessa natureza formam seguramente um notável contingente nas vicissitudes da vida. O homem os evitará quando trabalhar pro seu aprimoramento moral, tanto quanto para o seu aprimoramento intelectual. Então, o que que ele tá dizendo? Se eu vivo a aflição, essa aflição é prova e expiação, como a gente acabou de ver ali no outro capítulo. Se é prova a expiação, Deus está me propondo vencer as minhas vicissitudes. E o que são essas vicissitudes? padrões comportamentais. Eu repito o mesmo comportamento. Mas por que que eu repito o mesmo comportamento? Porque o meu comportamento é coerente com meus princípios, com meus valores, com a minha maneira de interpretar a vida. Então, é ilógico eu viver um desconforto e querer continuar sendo fiel ao mesmo comportamento, porque o desconforto vem me provocar uma mudança. Se eu estivesse madura já nessa mudança, nesse comportamento, eu não precisaria viver uma prova e expiação nesse contexto da vida, como não estou vivendo. Nós não estamos vivendo provas e expiações em todos os setores da vida, porque há setores que você já amadureceu. Há setores que eu já amadureci. E ao amadurecer esses setores, nós nos libertamos da necessidade da prova e da expiação. E aí a gente consegue seguir com segurança, com tranquilidade, com domínio da situação. Então, se vocês forem avaliar, sim, vocês carregam dores, nós carregamos dores, nós carregamos dúvidas, nós carregamos desconfortos, sim, mas também

urança, com tranquilidade, com domínio da situação. Então, se vocês forem avaliar, sim, vocês carregam dores, nós carregamos dores, nós carregamos dúvidas, nós carregamos desconfortos, sim, mas também carregamos certezas e tranquilidades. Hoje nós temos tranquilidade em situações que há 10 anos não tínhamos, que há 10 anos atrás perdíamos o sono, perdíamos a alegria, nos sentíamos na escuridão. E hoje, frente a essas situações, a gente já sabe lidar. O coração nem acelera mais, a gente domina. Essa é a recompensa, porque às vezes a gente vai eh nós que somos disseminadores, né, da doutrina espírita, somos muito procurados naturalmente nos momentos de dores, aflições ou dúvidas daqueles que eh que acompanham o nosso trabalho, né? E aí às vezes a gente vai trazer um consolo, né, uma palavra e dizer, aproveita o momento para aprender, né, para para mudar ou tenta exercitar algo. Você vai sair disso com mais sabedoria, mais inteligência. E a pessoa às vezes diz assim: "Não, mas eu não quero isso. Não é isso que eu quero." É, é muita dor para eu ficar mais, ah, que legal, eh, adquirir experiência. Não é isso. Eu tô sofrendo, né? E, e é totalmente compreensivo essa essa revolta nesse lugar, né? Porque a gente a gente fica só num conceito. Ah, você vai amadurecer. Mas vamos raciocinar sobre a prática do amadurecimento. Como é gostoso você ter domínio para lidar com determinadas situações. Como é gostoso hoje a gente não se perturbar como já nos perturbamos em outros momentos a ponto de acharmos que íamos sucumbir. E hoje, no mesmo cenário, no mesmo Pantanal, na mesma situação, eu lido bem. Isso significa liberdade. O que está acontecendo não me titubeia. O que está acontecendo não me desequilibra. Tá tudo bem. Não estou acumulando mais ódios nesse lugar de experiência. Não estou acumulando rancor. Eu nesse lugar eu consigo já compreender, acolher, perdoar. que livre isso, porque isso me traz paz. Então, se você não está interessado no amadurecimento, eu sugiro que você reveja onde você está

or. Eu nesse lugar eu consigo já compreender, acolher, perdoar. que livre isso, porque isso me traz paz. Então, se você não está interessado no amadurecimento, eu sugiro que você reveja onde você está botando a importância da vida, o sentido da vida. Porque o sentido da vida física não é o prazer. O sentido da vida física é a libertação, é o amadurecimento. Eu preciso sentir prazer em me libertar, em me tornar mais sábio, mais seguro, mais livre, mais amoroso e benevolente. Porque o a única coisa que me causa dor e os espíritos explicam no tanto no livro dos espíritos como no Evangelho é orgulho e o egoísmo. Mas o que que é orgulho ou egoísmo? É a consequência da minha ignorância. Simples assim. Então, se eu venço a ignorância, eu conquisto mais paz, mais tranquilidade, mais confiança e habilidade de lidar com o que a vida me proporciona. Aí, continuando ainda explorando as provas e expiações, eh, no subtítulo Causas anteriores das aflições, tem uma passagem que diz: "Entretanto, em virtude do axioma, do que todo efeito tem uma causa, essas misérias que nós passamos no mundo são efeitos que devem ter uma causa. E desde que se admita um Deus justo, essa causa deve ser justo. Então, está escuro, é justo e é bom, porque é uma experiência que Deus me proporciona crescimento, revisão dos meus valores, dos meus princípios, dos meus conceitos, para que eu comece a mudar o entendimento do que é certo e do que é errado, me desapegar de crenças que eu tô trazendo de vidas passadas. ou de uma influência familiar ou de uma influência cultural e estou equivocada. Aí ainda continuando, diz assim, ó: entretanto, não seria preciso crer que todo sofrimento suportado neste mundo seja necessariamente o indício de uma falta determinada. Olha que interessante, eles estão dizendo o seguinte: "Nem toda a dor que você vive é consequência de algo que você causou". Então, opa, eu não preciso ficar aqui me julgando e me reduzindo no sentido de, ah, eu devo ter feito algo. A gente fala muito, né? Joguei muita pedra na cruz,

é consequência de algo que você causou". Então, opa, eu não preciso ficar aqui me julgando e me reduzindo no sentido de, ah, eu devo ter feito algo. A gente fala muito, né? Joguei muita pedra na cruz, né? Grudei chiclete na cruz, né? Quer dizer, a a há um equívoco no estudo superficial da doutrina espírita de acharem que a doutrina nos ensina que tudo que eu estou vivendo de dor é porque eu causei dor. Não, não. A dor é o desconforto da ignorância de lidar com a situação. Porque Jesus no mesmo lugar não sentiria dor. Por quê? Porque ele não tem ignorança. Ele sabe lidar. Ele domina, ele tem habilidade. É isso que dá segurança para Jesus. Por isso que para ele não havia escuridão. Ele sempre estava lúcido por causa do conhecimento adquirido. Para que eu adquira conhecimento, eu vou precisar vivenciar cenários, contextos e situações diferentes. Nós temos a nossa inteligência provada, exercitada, eh provocada, como na escola, quando vem um tema diferente. Eu sinto desconforto em ter que exercitar um tema diferente, mas não é efeito de de algo que eu causei a alguém, é efeito da causa da minha ignorância. A minha ignorância é que provoca a necessidade de eu viver um novo aprendizado, entende? Tá? Tá dando para acompanhar essa lógica? Se eu não tiver ignorância na matemática, ninguém vai precisar me ensinar, porque eu já sei. Mas se eu tenho ignorância na matemática, alguém vai precisar me ensinar, senão eu não vou saber fazer conta. Então, tem experiências que a gente vive que não é porque a gente causou algo a alguém, é porque a gente precisa despertar a nova inteligência, mexer nos nossos conceitos, nos nossos valores e revisar as nossas interpretações para mudar de conduta, sair dessa vicissitude, vencer essa vicissitude. Então, já vamos começar a se maltratar menos, gente. Não, não vamos ficar nos chicoteando, nos martirizando. Nossa, eu devo ter sido muito ruim. Eu tô Não, eu estou crescendo diante da prova. Eu estou crescendo. Só para trazer um alinhamento de conceito,

ão, não vamos ficar nos chicoteando, nos martirizando. Nossa, eu devo ter sido muito ruim. Eu tô Não, eu estou crescendo diante da prova. Eu estou crescendo. Só para trazer um alinhamento de conceito, tá? Prova é toda a experiência que vem me provocar uma nova inteligência. Então, eu sou colocada em situações para ter a inteligência testada. E aí, Bárbara? Vamos lá, vamos ver como você se comporta, minha filha, né? Deus falando comigo. Aí quando eu tenho um comportamento, eu gero um efeito e esse efeito me ensina. Aí eu vou nesse ciclo. Isso é o que nós chamamos de prova. A expiação é reparação, né? Eh, eu insisto tanto, eu em, eu sempre uso, por exemplo, o bater como solução. Eu sempre bato, porque eu aprendi a bater como solução. É mais rápido, é mais aí eu sempre bato, sempre bato. Aí no meu desenvolvimento moral, quando eu tomo consciência de que isso causa prejuízo, mas eu não consigo, eu não tô transformada, eu não sei fazer diferente, aí Deus me coloca na situação de apanhar, porque no lugar de apanhar, eu vou desenvolver na minha mente outras soluções, porque buscando a justiça, eu vou começar a pensar, poxa, podia ser diferente, não precisava me bater assim, podia agir assim, podia ser agir assim. Por isso que a nossa capacidade de ter empatia está relacionado à idade moral, porque só quando eu compreendo experiências é que eu tenho condição de entender o que você tá passando. Então, a expiação é efeito de algo que eu causei que me gerou uma vicissitude. Eu preciso ressignificar isso em mim. Então eu inverto a posição para que eu aprenda sobre isso, viu? Não é castigo. Basta que eu aprenda, que eu não, eu saio da experiência, eu não preciso mais. Se houver uma transformação real, moral, a experiência acaba. Eu me liberto. Podem perceber na história de vocês, há situações que do nada vocês conseguiram se libertar e há situações que até hoje se repetem porque houveram aprendizados concluídos e houveram ainda as necessidades de aprendizado. E aí, para concluir,

situações que do nada vocês conseguiram se libertar e há situações que até hoje se repetem porque houveram aprendizados concluídos e houveram ainda as necessidades de aprendizado. E aí, para concluir, eu trago aqui na parte de motivos de resignação que diz assim: "Bem-aventurados os aflitos, porque serão consolados". Por quê? Porque a aflição é a prova expiação que vem me colocar num lugar de desconforto para que eu reveja meus valores, meus conceitos, minhas interpretações, exercite uma nova atitude e me liberte. Então, como seguir na escuridão tentando solucionar, tentando conquistar o bem-estar e a paz, mesmo diante da tormenta, das dúvidas, dos medos, tentando exercitar outros comportamentos, outras formas, buscando conhecimento, novas as ideias para mexer na minha bagagem de conceitos, de crenças e de valores e me permitindo aceitar que eu estava equivocado, me permitindo aceitar que eu errei, que eu estou errando, que eu sou ignorante. Aí eu abro os olhos pros sinais da vida. Pessoas, palavras e experiências que estão surgindo estão vindo como um recurso divino para me trazer uma nova ideia. Mas enquanto eu tô aqui na escuridão, lutando para permanecer quem sou, do jeito que sou e da forma que sou, eu não vou conseguir iluminar esse espaço. Porque a única luz que ilumina a escuridão é o aprendizado. eis o objetivo de estarmos aqui, aprender. Então, saibamos suportar o desconforto com a humildade de reconhecer que há algo aqui que precisa ser transformado e eu ainda não entendi. Aí eu passo a colaborar buscando ideias novas, tentando outro comportamento, revisando meus conceitos, mudando de opinião e tentando adquirir uma nova conduta, mesmo que assumir uma nova conduta signifique que eu tenho Tenho que lidar com outras dores, porque assumir uma nova conduta significa andar numa estrada que eu ainda não domino, já que eu nunca andei por lá, porque eu estava nas minhas vicissitudes em estradas que eu já conheço. Mas quando eu aceito mudar, eu aceito mudar o caminho e ir para um

strada que eu ainda não domino, já que eu nunca andei por lá, porque eu estava nas minhas vicissitudes em estradas que eu já conheço. Mas quando eu aceito mudar, eu aceito mudar o caminho e ir para um caminho que eu desconheço. É desconfortável, vai ser doloroso. Eu vou ter que lidar com algo que eu tô com medo. Eu não sei como vai ser. Mas você só adquire uma nova bagagem se você abrir mão da bagagem antiga que já está rasgada, furada e não lhe serve mais. Então, reza, busca novas ideias e tenta se tornar uma pessoa diferente. É assim que você vai iluminar este ambiente de escuridão. E cada vez as coisas vão ficar mais claras, mais lúcidas. Eis a recompensa, porque somente o conhecimento é que vai me libertar da necessidade de provas e expiações. E aí quando eu adquiri essa maturidade, eu me liberto dessas necessidades de experiência, eu me aproximo da regeneração, me distancio desse eh da necessidade, né, de um mundo tão tão bruto ainda de provas e expiações e me beneficio me direcionando para novos aprendizados que vão ser mais no equilíbrio, mais no colaborativismo, no consolo, no amor. Então vamos em frente com fé, entendendo que Deus é o pai que ama, que é justo e que é bom. Se está escuro agora, vamos buscar iluminar como autorresponsáveis que somos através das nossas escolhas e mudança de conduta. Se não está escuro agora, aproveita para continuar aprendendo com o que você consegue enxergar. E tenha certeza que já já essa luz vai dar uma apagadinha de novo, porque o objetivo de estarmos aqui é realmente mudar. Tenham todos um bom dia, um bom fim de semana. Encerro aproveitando para informar que aqueles que acompanham as palestras que eu costumo dar no terceiro sábado do mês aqui na casa do Explorando o Espiritismo, a palestra presencial, eh, não vai acontecer esse mês no terceiro sábado, vai acontecer amanhã, OK? Às 17 horas. Acho que às 17 horas agora eu fiquei na dúvida, mas eu acho que manteve às 17 horas, tá certo? Bom dia a todos, gente. Muito obrigada.

se mês no terceiro sábado, vai acontecer amanhã, OK? Às 17 horas. Acho que às 17 horas agora eu fiquei na dúvida, mas eu acho que manteve às 17 horas, tá certo? Bom dia a todos, gente. Muito obrigada. Bem, muito obrigado também a Bárbara, né? O tempo voou, né? A gente nem percebe. Ótimas reflexões. Eh, diversas mensagens aqui no no chat. Joaci, Rosana, Neid, até me perdi aqui, mas para quem tá eh nos acompanhando pela internet, fica o convite para curtir a a palestra, compartilhar. Quem não for inscrito, se inscrever, ativar o sininho, né, para receber novas notificações. Eu vou até deixar o meu joinha que tinha faltado meu joinha aqui. Então, obrigado também todos que estão aqui presentes no Salomez de Menezes. a gente se conecta, né, em energia nessa reflexão, né, com relação de como a gente deve seguir, né, na escuridão. Agradecendo a Deus, nosso pai, a Jesus, nosso mestre, nosso amigo, irmão, a toda a espiritualidade que nos acompanha, em especial aquele espírito que nos acompanha antes de a gente aqui chegar, que eles possam nos ajudar a seguir na escuridão. a perceber o que a vida tem apresentado para mim como forma de reflexão, como forma de reajuste de rota, de realinhamento de valores, de todos os conceitos que foram trabalhados aqui na palestra, que tem o único intuito de nos aprimorar enquanto espíritos imortais que somos. Que possamos sair dessa palestra mais fortalecidos, saímos melhores do que que chegarmos e possamos nos manter nesse momento de reflexão íntima, se preparando para o momento do passe que começará a seguir. Que tenhamos todos um ótimo final de semana e que Jesus nos acompanhe. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no

os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino,

da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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