Retransmissão - ESPIRITED - O Pequeno aprendiz da Arte, com Edmundo Cezar
Na Feees - Federação Espírita do Espírito Santo, TERÇA é dia de EspiriTED! 😍 Dessa vez teremos a retransmissão simultânea pela Fergs numa parceria inédita para divulgar o livro: O Pequeno aprendiz da Arte, escrito por Edmundo Cezar, da Fergs Editora. Não perca!! Estaremos ao vivo pelo canal da FergsTV no Youtube às 20h! Link aqui e ou na bio: www.youtube.com/FERGSTV Te esperamos lá! 😉 #feees #fergstv #fergseditora #fergs #espiritismo #doutrinaespirita #palestraespirita #espirited #aleidoamor
Tormenta e Evangelização de juventude esteve na coordenação da área de arte Espírita da Federação do Espírito Espírita do Estado da Bahia uma das pioneiras nessa iniciativa e na presidência da Associação Brasileira de artistas espíritas por duas gestões então diretamente de Portugal nós companheiro Edmundo César tá aí Tamires bacana boa noite boa noite bacana Deus bacana tá aqui junto com vocês nós agradecemos aí a disponibilidade que ainda que o fuso horário seja diferente mas se se Manteve aí à disposição para nos ajudar nessa tarefa que é entender o processo de criação desse livro sua experiência na área de artes fica à vontade para compartilhar conosco Lembrando que o espiritismo aquele companheiro que tá aí de casa nos assistindo pode mandar sua pergunta para Edmundo você aqui se interessa pela área de artes onde é que a sua pergunta de todos nós Edmundo o tempo é seu meu irmão que bacana ótima noite a todos nós que possa ser esse momento especial esse nosso encontro aqui enfrentando as distâncias com a tecnologia eu vou começar esse nosso encontro lembrando de uma coisa nós estamos chegando ao mês de dezembro estamos finalizando novembro e em dezembro de 1994 um grupo de pesquisadores eles descobriram uma pequena festa de que poderia ser a entrada de uma de uma caverna e realmente pela saída de ar Ali pela percepção conseguiram vislumbrar entrar nesta pequena entrada achando que talvez fosse uma pequena Gruta e te fizeram uma das maiores descobertas do nosso tempo as cavernas de xavan em homenagem a ge Marie chavan ou um desses pesquisadores o chefe dessa expedição eles descobriram que aquela era a entrada de uma área em aproximada de 2 Km de área de cavernas é um conjunto e dentro dessa Caverna foram catalogados aproximadamente 435 pinturas rupestres pinturas que foram pesquisadas posteriormente e datadas de aproximadamente 30 a 35 mil anos atrás E essas pinturas haviam sido preservadas das intempéries do tempo porque provavelmente ouviu alguns desmoronamentos de terra na
sadas posteriormente e datadas de aproximadamente 30 a 35 mil anos atrás E essas pinturas haviam sido preservadas das intempéries do tempo porque provavelmente ouviu alguns desmoronamentos de terra na entrada da caverna o que impediu que a Neve os ventos né alteração de temperatura da área externa interferir sem de forma excessiva no que estava lá dentro pinturas feitas não no mesmo período mas com diferenças de milênios com aproximadamente 14 espécies de animais registradas nas pinturas animais extintos A grande maioria através dessas pinturas pinturas de mãos né comarcas de mãos de pés não aleatórias com uma ordem com uma busca de um efeito pinturas sobrepostas né como se tivessem sido com o tempo foram desgastando e ali Elas foram retocadas outras pinturas outros registros desenhos utilizando os materiais de carvão né de plantas que se tinha época desses homens de 35 mil anos atrás algumas eles não compreenderam de imediato que mostrava um animal com oito patas como se fosse um mamute mas com oito patas Como assim não há registro de um animal como mamífero desse porte com oito patas puderam perceber posteriormente que aquela imagem representava o animal em movimento então ele tinha as patas em movimento então a pintura registrava essa abstração nessa verdade na verdade né a observação do movimento e nas paredes em diferentes lugares da caverna uma área grande né quase dois quilômetros quadrados área que se espalha dentro da montanha essas pinturas foram colocadas de forma escolhidas de forma distinta dentro de uma pequena fonte de água onde a água pingava ali então elas foram dispostas melhores dizendo para produzir em um efeito em quem em contemplava essas pinturas tem uma curiosidade por exemplo os pesquisadores que já haviam descoberto as ossadas do de um tipo de Leão deste período de 30 mil anos atrás eles não tinham certeza se os leões tinham Juba daquele período se os leões tinham Juba se os leões de hoje que tem juba se eram se vinham desta desta mesma espécies
deste período de 30 mil anos atrás eles não tinham certeza se os leões tinham Juba daquele período se os leões tinham Juba se os leões de hoje que tem juba se eram se vinham desta desta mesma espécies porque a juba feita de pelo e não haviam conseguido registro de uma moçada que ficasse com os pelos da Juba ficava apenas o osso que resistir ao tempo com tudo na caverna foi-se constatou-se pela primeira vez no desenho aquele mesmo leão sem juba então era uma informação que a pintura adicionava a ciência de hoje né da observação que faziam dos restos mortais né das gestas Mortais da alçada desses animais curiosamente né a gente de a princípio tem uma relação com as pinturas rupestres como sendo feito assim registros que os homens pré-históricos fizeram nos lugares onde dormiam né onde habitavam resolveram pintar aquilo que observavam como é como isso é encontrado em algumas cavernas se encontra os rabiscos os desenhos e também a ferramentas né ferramentas feitas de pedra objetos que eram de uso cotidiano então fica evidente que ali havia um grupo de pessoas né que conviviam ali restos de fogueira pedras dispostas na posição de como se ali tivessem colocado madeira para fogueira resto de carvão então ali havia uma interação social e também o registro na parede nesta Caverna curiosamente não há nenhum objeto não foi encontrado nenhum objeto de uso cotidiano nem nenhuma disposição em que se deduzisse se comprovasse de que ali eles habitavam aquele espaço então se não habitavam aquele espaço porque tinham aquele espaço com 400 tantas pinturas né porque aquele espaço e bom primeiro o primeiro movimento deles foi de contente né de constatar daquela descoberta e aí começa o processo metodológicos científico de proteger de fotografar de estudar de analisar datar os períodos com a tecnologia que se tem né e de compreendendo junto assim um grupo de pesquisadores de compreendendo aquelas relações que existem ali algumas pinturas eles conseguiram observar que dentro da caverna não há luz
gia que se tem né e de compreendendo junto assim um grupo de pesquisadores de compreendendo aquelas relações que existem ali algumas pinturas eles conseguiram observar que dentro da caverna não há luz então para você Observar se teria que usar a época tochas na contemporaneidade lanternas mas ao reproduzir a iluminação com tochas a chama da Tocha né ela não é estável como é a luz a fonte da luz da lanterna a fonte de uma vela ou de uma tocha ou de alguma coisa que você acende né a chama ela se movimenta e se percebeu que fazendo um movimento com a tocha na sequência de alguma determinadas pinturas aquilo produzia um movimento das pinturas como se fossem Quadros como se fosse em momentos diferentes algo como hoje o cinema realiza né Essa Grande descoberta a grande conclusão foi uma das primeiras descobertas que fizeram que bem na entrada da caverna a um crânio de urso sim encontrar um resto de animais naquela caverna provavelmente então em alguns desses períodos antes da desmoronamento da entrada aquela caverna esteve exposta e alguns animais ali se esconderam ou hibernaram né protegeram da frio que era muito elevado nesse período geológico e ali devem ter morrido e os restos dos animais ali ficaram se decompondo né se decompondo mas havia um crânio a cabeça de um urso posso colocar sobre uma rocha então ele foi por alguém né com o motivo inteligente digamos assim colocados sobre a rocha voltada para entrada da caverna Então quando você entrava naquele complexo você dava de cara com aquele crânio do urso sobre uma pedra e colocada em torno do urso encontraram pequenos pedaços de carvão então ali havia um pequenas Chamas produzir uma imagem como se vigiasse que entrava ou se como protegesse enfim sabemos o sentido né mas com certeza isso foi movimentada com um motivo inteligente racional uma escolha realizada e se constatou que o grande barato dessa Caverna é que não era um local de onde eles moravam era um local de contemplação era um local Possivelmente de iniciação
ligente racional uma escolha realizada e se constatou que o grande barato dessa Caverna é que não era um local de onde eles moravam era um local de contemplação era um local Possivelmente de iniciação onde se tinha um efeito mágico da ausência da Luz só a luz da chama o som que se produzia se você produzisse sons daquele ambiente fechado e aquelas imagens dos animais das mãos paredes todas com mãos se você tiver aí e quiser nesse momento aí né já não fez né pela curiosidade pesquisar as cavernas de chavan as imagens vão constatar as imagens que foram descobertas então este espaço era um espaço de contemplação sempre que eu conto essa história o que eu leio sobre a caverna eu lembro de Emmanuel quando disse que a arte é um a contemplação a expressão da intimidade humana né contemplação que te aproxima de Deus porque contemplar é mais do que observar olhar é mais que isso você pode olhar o pôr do sol você pode observar os pôr do sol o sol está descendo ali tem uma montanha ou tem um oceano enfim contemplar é você está entrar num momento de reflexão interna né de alteração da sua vibração que aquilo que você contempla significa para você Algo mais algo transcendente e o Emanuel vai colocar que a arte Esta possibilidade da sua contemplação te levar a Deus então 30 mil anos atrás nós espíritos Em outro momento da nossa evolução espiritual que já traziamos como diz o Livro dos Espíritos né Já temos a germe Divino em nós naquele momento provavelmente dentro daquela caverna talvez aquele jovem passando da fase adolescente juvenil para a fase de ser homem na sua comunidade Talvez os idosos talvez a própria toda a comunidade ali em algum momento entrassem aquela caverna contemplasse aquelas pinturas que são registros do mundo visível que eles conheciam Talvez as mobilizasse as fibras mais íntimas da Alma daqueles espíritos que os aproximavam a Deus que não tinham né não classificavam como uma religião algo assim mas a arte funcionava ali como algo mais de mobilização da sua energia
ais íntimas da Alma daqueles espíritos que os aproximavam a Deus que não tinham né não classificavam como uma religião algo assim mas a arte funcionava ali como algo mais de mobilização da sua energia Emanuel coloca necessidades da gente crescer no espiritualmente crescer na razão e no sentimento minha arte Esta possibilidade de lidar com sentimento escrever o livro pequeno aprendiz da arte é oferecer um pouco do que tenho da minha experiência da minha reflexão do pouco do que construir de que vou construindo né nesse meu exercício íntimo de contemplar contemplar a vida de perceber se artista te oferecer essa reflexão até mesmo quem não é artista ou quem se acha não sendo artista né porque é como dizer que você não é médium todos somos todos temos a nossa manifestação de expressão mediúnica alguns mais ostensivos materializam isso de formas de forma muito clara mas todos temos a nossa relação com o belo que é ser artista ser médium melhor será artista como ser médium né todos os termos essa relação com Belo alguns materializam isso né pintam interpretam né constroem obras artísticas como os médiuns realizam a psicografia o paralelo fazendo aqui é um pequeno aprendiz da arte é a expressão de um pequeno aprendiz de ter consciência de que fiz algum caminho conquistei algo na minha expressão artística mais ainda é muito pequeno e muito Modesto diante da grandiosidade do que é ser artista diante da grandiosidade se relacionar com um belo Leão Dani vai trazer para gente de que a beleza o que há de mais belo que não tem hoje né que tem toda a beleza Essa é a minha contribuição para para aqueles que lerem estão ali nessas 1550 e poucas páginas de pequeno aprendiz da arte Uma pequena história uma história construída refletida sobre assim quem está lendo não é artista não conhece as menus mas vai gostar de ler essa história desta forma personagem simples uma linguagem muito simples e que expressa bastante da minha da minha vivência da minha realidade das minhas memórias né Eu já finaliza que esse
tar de ler essa história desta forma personagem simples uma linguagem muito simples e que expressa bastante da minha da minha vivência da minha realidade das minhas memórias né Eu já finaliza que esse primeiro momento Inicial dizendo da Alegria de poder não só escrever como descobrir que isso faz ser lido né vai ser contemplado por alguém e vai ter vai ser adicionado ao ler pela pessoa que lê também as suas memórias as suas reflexões como qualquer obra de arte que o artista faz né onde ele mergulha na sua emoção na sua inevitavelmente expressa a sua vivência cultural a sua vivência política sua convivência sociológica a comunidade em que está inserido traz também as suas dificuldades de seus traumas as suas dores as suas sombras porque somos assim né espíritos encarnados no mundo de provas expiações com sombras e com luzes que iluminam as sombras e as transformam expressamos isso em todos os momentos né e Vamos aos poucos e permanentemente sempre buscando iluminar essas sombras né assim é o artista que pinta que dança que canta que coloca a sua emoção às vezes coloca o seu sonho aquilo que não é ainda mas o desejo do que quer ser que constrói a obra de arte e a apresenta o público e o cada espectador cada fluidor cada leitor cada indivíduo em contato com aquela expressão artística adiciona a sua interpretação a sua experiência a ausência dela as suas memórias Principalmente as suas vivências também a sua a verdade cultural e social e reinterpreta aquela obra né às vezes diminui minimiza isso com o entendi não entendi mas sempre Expressa o seu incômodo ou a sua felicidade é isso se transforma essa essa manifestação em adjetivos das suas emoções que a sua forma de contribuir naquela leitura da obra de arte e o artista Deixa de ser o dono da razão daquilo que fez porque oferece aquilo ao mundo o pequeno aprendiz da arte o título acho que fala um pouco da minha visão de mim mesmo né de como me coloco de como me vejo nesse exercício mas deixa ela a realidade sem interpretada
e aquilo ao mundo o pequeno aprendiz da arte o título acho que fala um pouco da minha visão de mim mesmo né de como me coloco de como me vejo nesse exercício mas deixa ela a realidade sem interpretada por cada um curiosíssimo em descobrir como é que cada um viu cada coisa que tá ali de escrita enfim essa é a minha contribuição Inicial feliz da vida de tá aqui com vocês do outro lado do oceano mas aqui pertinho conversando muito bom essa é a grande facilidade né que a tecnologia nos traz mas nós é que ficamos agradecidos você compartilhar conosco aí essa aventura do Gilberto aí né e para quem não sabe o pequeno aprendizado nós tivemos uma falha da internet tá me ouvindo sim sim sim acho que nós tivemos aí uma pequena fase da internet então nossos Parabéns aí os nossos companheiros da fegs né pela diagramação diferenciada remetendo realmente a obra a condição do artista né e para aqueles que não sabem o pequeno aprendiz da arte é o nosso livro do mês agora que nós comemoramos em novembro mês da arte e ele né vê aí nos brindar nos coroar e para aqueles que ainda não fazem parte do clube do livro é a forma da gente estar não só divulgando a doutrina espírita mas também recebendo apreço bem mais subsidiado aí uma obra e também ajudando na sustentabilidade da casa Espírita vou mostrar aqui a vinheta para vocês do livro para que vocês possam conhecer melhor esse projeto e renovar o nosso Brasil O que é o clube do livro Fes é um projeto que envolve você sua casa Espírita minha Federação Espírita do espírito santo todos os meses você receberá um livro espírita de excelente qualidade editorial e coerência doutrinária os objetivos do clube do livro feição divulgar a doutrina espírita e formar novos leitores tornar a leitura um hábito e fortalecer os laços de família possibilitar a aquisição do livro espírita um preço acessível e contribuir financeiramente com a casa Espírita são três categorias a sua escolha contemplando toda a família adulto r$ 30 mensal infantil r$ 25 mensal e juvenil 25 reais bimestral
um preço acessível e contribuir financeiramente com a casa Espírita são três categorias a sua escolha contemplando toda a família adulto r$ 30 mensal infantil r$ 25 mensal e juvenil 25 reais bimestral além de receber um livro edificante para nutrir alma sua mensalidade vai contribuir para sustentabilidade do movimento Espírita capixaba saiba mais em www.ps.org.br ou procure sua casa espírita torne-se um associado e faça parte deste movimento livro espírita luz de hoje amanhã e sempre e esse é o nosso Clube do livro você ajude sua carteira né todo mês uma obra que nos fala ao coração como essa obra do Edmundo César que traz aí né as experiências e também estão aqui conosco para compartilhar suas experiências os nossos o nosso público a Rejane postou uma pergunta aqui Edmundo sobre o que que te inspirou a escrever essa obra Ah sim é bom tem a inspiração e tem a provocação aquela provocação que faz as coisas se movimentarem né não é que ela provocação que aquela confusão Então vamos começar pela provocação para dar mais curiosidades sobre a inspiração que a provocação partiu da própria Félix né da presidência da Fé Elizabeth Barbieri a época cinco anos atrás ou mais ou menos um pouco menos e ela pega tinha um material reunido por uma por uma trabalhadora sobre tinha feito algumas algumas recortes de obras espíritas que falam sobre arte e ela achava que aquilo podia se transformar a direção da fergies naquilo que podia se transformar num livro e então convidou a abrarte as Associação Brasileira dos Artistas espíritas é para achava acreditava que abraste era a instituição capaz de mais capaz mas se estabelecer uma parceria para construir uma literatura sobre o assunto eu estava na presidência da Abra a arte Neste período e não abrarte nós eu fui responsabilizado dessa tarefa né de fazer essa essa esse livro porque eu tinha feito lançado um livro alguns anos atrás também o círculo de estudos Artes espiritismo então eles acreditavam que eu já estava na pegada de escritor que é uma grande novidade
sse livro porque eu tinha feito lançado um livro alguns anos atrás também o círculo de estudos Artes espiritismo então eles acreditavam que eu já estava na pegada de escritor que é uma grande novidade para mim e não sabiam da dificuldade que é isso para mim e a fusão foi que essa provocação foi muito bem recebida mas não conseguimos dar conta dela pelo momento que viríamos pessoal de movimento Espírita e tudo das tarefas que se tinha e eu sempre pegava para fazer e ao pegar para fazer e rascunhar e construir um capítulo não ficava satisfeito achava que tava técnico demais excessivamente aquilo não seria de agrado de quem de quem não fosse artista mesmo dos artista que ele Talvez tivesse informações que não eram tão úteis então eu ficava num dilema e não conseguíamos encontrar um caminho muito muito concreto para ele que fosse a gente ficasse satisfeito né e ao desistir desse processo no sentido de que não conseguiu fazer isso dessa forma aí veio a recordação de algo que aí muito antigo coisa de 20 anos atrás havia começado a escrever uma pequena história nesse esforço de de partilhar aquilo que eu estava aprendendo eu sou da minha eu sou do subúrbio do Rio de Janeiro a minha infância Ali no bairro de Santa Cruz do Rio de Janeiro com muita dificuldade de acesso a informação e a própria teatro aí assistir uma peça de teatro era uma hora e quinze de trem até a central do Brasil mais 25 minutos de ônibus até Copacabana para assistir um espetáculos de teatro depois voltar todo esse percurso enfim e eu fazia teatro amador desde os 16 anos de idade e em 93 eu tive oportunidade de fazer Meu Primeiro Curso teatro profissional havia feito os cursos do grupo de teatro que eu participava com sinal o elenco teatral amante da arte é o grupo de teatro amador mais antigo do Brasil ainda em Atividade e ao fazer meu primeiro curso de teatro e ali abriu as portas de uma série de contatos com profissionais de teatro que eu aprendi muito e fazia o teatro na casa Espírita Nossa tanta coisa que eu
idade e ao fazer meu primeiro curso de teatro e ali abriu as portas de uma série de contatos com profissionais de teatro que eu aprendi muito e fazia o teatro na casa Espírita Nossa tanta coisa que eu tô descobrindo eu queria partilhar isso com as pessoas para que aqueles que viessem aqueles como eu né jovem de mocidade com vontade de fazer não tivesse a dificuldade que eu tinha de encontrar conteúdo sobre o assunto né especialmente sobre teatro e aí comecei a rascunhar uma história isso foi ficando não é uma habilidade que eu tinha muitas excitada a escrita foi ficando para trás Então essas coisas se casaram E aí quando eu abandono a minha constato a minha incapacidade de fazer aquilo que estava construindo com a provocação da fergies olha mas talvez eu consiga a partir daquela pequena história que eu havia criado juntar esses conteúdos Aí entrou iniciou-se um fluxo de produção da história do roteiro foi bem interessante eu consegui tá custando daquilo que escrevia fui me desviando na proposta Inicial mas não perdendo o link com Arte não ainda deixei de escrever sobre teatro para escrever sobre a arte apesar da desculpa ser um estudante teatro que é o Gilberto que o personagem principal que você aceitou que vai conduzindo a história e foi falando sobre arte espírita sem querer entregar muito como é o livro para não dar spoiler em excesso para não frustrar não deixar na curiosidade sem frustrar aqueles que ainda vão lê-lo E aí aí conseguimos algo que nos deu a desconfiança talvez pudesse ser interessante e apresentando Então essa devolutiva para férias olha conseguimos não conseguimos fazer aquilo que era iniciar Mas conseguimos fazer algo Talvez seja interessante E aí a editora teve essa essa coragem de lançar o pequeno aprendiz da arte foi esse caminho assim longo as minhas histórias você deixava ficar falando uma hora e meia falando sozinho é esse mesmo e você que tinha receio de que o livro agradasse nós temos aí um elogio ele nem o sigley ele fala que adorou
as minhas histórias você deixava ficar falando uma hora e meia falando sozinho é esse mesmo e você que tinha receio de que o livro agradasse nós temos aí um elogio ele nem o sigley ele fala que adorou e muito as expectativas Que bacana agora Imagine imagina a cabeça de quem de quem tá aí assistindo essa conversa curioso com o livro dizer o livro tem um capítulo chamado baleia espiritual esse livro nas férias não deve ser Que bom que foi o capítulo que ele chamou atenção dele né com o título diferente o capítulo mas muito interessante essa parte do livro Sem falar demais mas traz uma coisa muito interessante que é o nosso quanta gente está mergulhada no fluido Vital né E essa matéria que envolve a gente em todas as dimensões da vida quantos seus pensamentos a sua irradiação radiação mental produz né pode produzir no outro É como diz André Luiz né um espetáculo de teatro Uma contemplação de um quadro uma palestra um conselho né pode produzir no outro uma irradiação da sua vibração e levar a mente do outro a desconectar-se de pensamento ruins né renovar as esperanças de renovar a vontade de viver é parte do que fala esse capítulo do livro né E falar umas coisas assim para dar mais curiosidade nas pessoas né o livro tem alguns personagens que são descritos rapidamente deixa muito margem a você completar esses personagens com a sua imaginação com as suas referências e você vai descobrindo a cada capítulo coisas novas sobre eles né e nos Capítulos finais você tem algumas surpresas que você acha que tá entendendo algumas coisas lá no começo olha mas então é isso então são outras coisas não sei se já chegou nesse momento era isso eu achei tão são coisas muito simples né nada demais mas tão divertidas que me deu muito prazer quando consegui escrever Ah que legal esse efeito nas pessoas tomara que dê certo e está dando certo já e a gente vê que a arte né tem um papel tão coadjuvante né na ação de divulgação do espiritismo né e a gente muitas vezes acha né que esse papel da arte não é importante na casa
e está dando certo já e a gente vê que a arte né tem um papel tão coadjuvante né na ação de divulgação do espiritismo né e a gente muitas vezes acha né que esse papel da arte não é importante na casa Espírita e não valoriza tanto como a forma Alternativa de divulgação do espiritismo como forma também de elevação do ser uma forma né de tranquilizar momentos Dolorosos que cada um de nós passa e aí por que que você acha que a arte ainda não tem esse papel digamos assim preponderante e é tão coadjuvante que o movimento espírita então eu acho que são o movimento Espírita reflete um pouco o nosso momento cultural né o momento social do da comunidade no caso do Brasil né e movimento Espírita de 1940 1960 ele era pujante de arte era muito comum muito comum e sarau né mas não diz artísticas Eu por exemplo a primeira casa Espírita que eu que eu participei o Centro Espírita luz e caridade lá em Santa Cruz tem um Palco ele já foi construído na Fundação da instituição pode ser construiu a instituição já se construiu um palco e muitos centros antigos Tem tem essa tem essa estrutura né porque porque a arte fazia parte do cotidiano das pessoas então a diversão livros de poesia né então os recitais de poesia meu povo Machado vai fazer o movimento todo ele com jovens utilizando a arte né como mobilizadora divulgadora E aí vem um momento posterior cultural do país em que até um pouco da expressão política e a arte foi associada a determinado tipo de postura de comportamento influencia afastando da casa Espírita o próprio a própria Juventude né ser jovem começou a ser uma expressão de um tipo de comportamento talvez não conversa na casa espírita É Nós entramos ali nos anos 80 com muita dificuldade da movimento Espírita de grupos de jovens de evangelização de crianças né é uma transformação cultural que também se acompanha o movimento artístico apesar das resistências heroicas né nos grupos de arte no Brasil de 35 de 40 anos de existência as resistências heroicas de algumas instituições mas de um todo de maneira
ompanha o movimento artístico apesar das resistências heroicas né nos grupos de arte no Brasil de 35 de 40 anos de existência as resistências heroicas de algumas instituições mas de um todo de maneira geral expressão um pouco do momento político e social do país e com isso a arte foi afastada mas acho que não tem movimento que seja racional de expressão no momento mesmo com a retomada e com essa mudança melhor dizendo com essa mudança que também se expressava né o pensamento de que a arte é quase julgante ele é um pensamento que ele tá de alguma reflexão até mesmo mais doutrinário porque a arte é uma necessidade do espírito o espírito não evolui nem se relacionar com Belo de forma diferente isso estudar através da manifestação artística então a arte não é coadjuvante mesmo e vendi os grandes né as possibilidades de como a força da arte como divulgação o espetáculo de teatro além da vida e aqueles que são 70 muito Carone fazia parte da lei do testemunicistas Chico Xavier Edvaldo Franco que é o espetáculo que rodava o Brasil inteiro lotando este teatro com cenas mostrando os espíritos internados encarnados relações de obsessão tiveram vontade de fazer parte do elenco dessa peça com a montagem de atores na Bahia em 1998 aí eu menino fazendo parte desse momento ímpar para mim daqueles que participaram citar uma peça de teatro olha como é diferente hoje em dia a grupos de teatro que permanecem com espetáculos anunciados espetáculos falando sobre a vida jejuana profundamente doutrinários é corretoramente se circulam pelas cidades e faça em torneios nos Estados né e os cinemas a gente não pode ter certeza da grande força de divulgação dos filmes alguns anos atrás que uma sequência uma atrás da outra nem vê mais por aí mas eu ano que vem mas 2023 mas alguns filmes né a arte como instrumento de divulgação tem uma força muito grande ela não é só isso até e essa questão né a nossa arte tem uma força de Reeducação para o ser muito grande o que é a nossa casa Espírita se não na oficina de
nto de divulgação tem uma força muito grande ela não é só isso até e essa questão né a nossa arte tem uma força de Reeducação para o ser muito grande o que é a nossa casa Espírita se não na oficina de Reeducação do Espírito a gente passou também no nosso movimento Espírita momento dessa da transformação desse movimento de de noite para a questão doutrinária a questão do estudo né importantíssima começamos uma dinâmica de ter um grande número de seminários né os congressos isso é muito importante mas não uma coisa não tá dissociada da outra Precisamos também uma força que é do movimento de arte e não é porque o artista precisa de palco para se apresentar não é abrir os artistas representados é também mas é de fazer arte a oportunidade de você quando você vai para o palco e você faz parte de um grupo dentro da casa Espírita melhor dentro da casa espírita com a força espiritual daquela doutrina espírita traz para gente né da do corpo do comprometimento com com a ideia da força dessa vibração da casa Espírita traz você tem um resultado saudável no indivíduo que faz muito intenso e esse momento de estar no palco ele pode ser uma armadilha para vaidade sim pode como fazer palestra também uma armadilha para vaidade pode ser como ser médium também outra armadilha porque ele armadilha tá em si não tá questão tá em você mesmo nas suas fragilidade que precisam ser refletidas né mas com o apoio coletivo que é do mínimo de humildade para ouvir para ponderar para avaliar você consegue perceber quando você tá caindo essas armadilhas ou não mas esse instante que você vai para o palco é um instante que a sua adrenalina não se altera sua vibração per espiritual se altera você traz memórias muito importantes Às vezes as suas fragilidades a sua timidez a sua insegurança que resultado desta vida de processos que viveu na sua educação na sua infância outras coisas são resultados de memórias que você traz de outras vidas e não as conhecem bem né porque tem um véu dos esquecimento Mas elas refletem em você e você está ali em
educação na sua infância outras coisas são resultados de memórias que você traz de outras vidas e não as conhecem bem né porque tem um véu dos esquecimento Mas elas refletem em você e você está ali em cena só quem teve cenas sabe o que é isso mesmo para falar para recitar aquele poema no dia das mães que você vai ler tremendo nervoso esse nervosismo é vibração em você e você realizar expor-se colocar-se em evidência é fortalecedor é saudável é vibrante para você espírito encarnado né isso pode ser elemento de transformação de suas memórias é mecanismo da mediunidade o André Luiz Diz que esse instante de de vibração de alta frequência né onde e a ondas fazendas são muito curtas produz luz interior isso pode ser capaz de transformar questões muito antigas da sua vida que depois daquela apresentação também você não tem nem essa consciência depois daquela pequena apresentação para Como se você tivesse se livrado de algumas coisas e conquistado uma força mais que nunca mais vai voltar para o palco não vai ser artista profissional ela diz mas na sua vida Aquilo Mudou alguma coisa sua casa Espírita precisa ter esse espaço a casa está associada ao conhecimento que você tem no ége ao estupro da mediunidade que você faz a oportunidade de expressar seus sentimentos né é um atividade de arte na casa Espírita não é coadjuvante mesmo ela é potência Mas aí eu posso até ser suspeito de falar né mas é o que a gente vai aprendendo a ler venda de Carvalho André Luiz Kardec na sua visão sobre a arte enfim você tem que fazer um sinal assim que é parar de falar nas perguntas O tema é seu o tempo é seu também para os 10 minutos estou falando nós estamos aqui para te ouvir mesmo e essa época que você disse né que a arte ocupavam digamos assim um lugar mais de destaque né no movimento Espírita recentemente nós tivemos a Federação Espírita brasileira a FEB criando aí a área aí né estratégica de arte que é um movimento muito positivo né para esse retorno da arte essa condição de colocar essa essa forma de divulgação da
Federação Espírita brasileira a FEB criando aí a área aí né estratégica de arte que é um movimento muito positivo né para esse retorno da arte essa condição de colocar essa essa forma de divulgação da doutrina espírita também ao centro de novo né no centro aí do movimento Espírita que que você acha que esse movimento ô meu Deus não sei se você sabe mas a provocação Inicial foi da Federação do Espírito Santo é nós tivemos aqui já um experiência o Fabiano né Fabiana provocação Inicial foi de lá eu estava nesta reunião dessa estava nesta reunião com Fabiano né como é que pode porque o Espírito Santo tem uma história também de pioneira né assim como a Bahia que foi um dos primeiros também umas federativas federativas até a área de arte muito antes disso e essa a meu viver a criação da área de artes né no Conselho federativo Nacional todo este movimento que já vem pulsante há muito tempo né E que bom que você teve essa coragem de construir uma área Federativa que algo simples não estamos falando de algo se constrói hoje destrói amanhã não foi resultado de muita discussão de muita conversa e do inevitável engajamento esta mais federativas a época isso foi para o terceiro ano aqui em Portugal há quatro anos e meio para cinco anos foi o momento em que isso que abrarte realizou a Semana Nacional de arte Espírita eu a época na presidência pude participar é muito próximo da FEB que sempre apoiou a abraha financeira do espaço para nos ouvir e a nossa estimativa cinco anos atrás é de que existiam 10 mil trabalhadores da área de artes no Brasil 10 mil pessoas Esse é um número aproximada a partir dos eventos que nós fazíamos e das pessoas que não participavam os nossos eventos que nós sabíamos que eles existiam e que a gente não conseguia chegar porque é uma especializada não tenha a capilaridade de um movimento federativo imagina o que são 10 mil pessoas que são dedicadas à atividade de arte que vão para sua casa ensaiar no coral né no seu grupo de dança no grupo de teatro vamos
capilaridade de um movimento federativo imagina o que são 10 mil pessoas que são dedicadas à atividade de arte que vão para sua casa ensaiar no coral né no seu grupo de dança no grupo de teatro vamos fazer poesia toda semana vão lá ensaiar estudar se reunir isso é um grupo muito grande Eu recordo do Marco Lima que atualmente coordena a área de arte da FEB a época ela estava na presidência da Federação do rio da Paraíba Paraíba na reunião de dizer parece que surge um novo uma nova categoria do Trabalhador do movimento Espírita que é o trabalhador da arte né o artista aquele que se dedica a atividade artística como aquele que se dedica a atividade mediúnica ok também participa da atividade doutrinária da casa assim como artista também participa da atividade doutrinária as coisas precisam caminhar juntas mas a criação da área de artes foi recebida por nós que estamos nisso a 20 a 30 a 40 anos alguns né com muita alegria porque acreditavam que Já devia existia só com um pouco atrasado mas não é a nossa vontade da nossa ansiedade e tudo precisa ser maturado Mas também ninguém consegue deter uma ideia cujo o tempo chegou né e a ideia da arte chegou com a Fabiana levanta essa essa vamos conversar a respeito disso você vai descobrir que naquele momento de todos os estados brasileiros a metade já tinha uma área de artes já tinha já fazia uma atividade chamavam de assessoria outros chamavam de coordenação Brasília tem uma diretoria né como como diretoria mediúnica melhor não sei se não é diretoria penso que sim diretoria mediúnica diretoria social diretoria tão treinar e diretoria artística então é um é um uma coluna de ações né muito intenso Isso é uma defesa de uma ideia Confederação constrói isso é a defesa de uma ideia a arte tem uma importância a Federação do Espírito Santo nós sempre estávamos no Espírito Santo como Aquela Federação que construiu o grupo de música o grupo de teatro permanente ele permanentemente tá realizando atividades nos eventos se ampliando né e isso
ós sempre estávamos no Espírito Santo como Aquela Federação que construiu o grupo de música o grupo de teatro permanente ele permanentemente tá realizando atividades nos eventos se ampliando né e isso a defesa da ideia de que a arte não é só entretenimento não é só divulgação e não e também não é só o crescimento pessoal é tudo isto junto Que nós estamos falando da evolução do espírito né Eu penso que a área de arte da FEB tem uma um desafio muito grande muito grande porque o país o Brasil é um país muito diverso muito amplo né Muito peculiar com suas questões né e mas tem agora tem está apropriada né de uma instrumentalização do movimento que é uma força muito grande porque para aquele para aquele mais desavisado Talvez né o movimento espiritual organizado de muita conversa de muita reflexão coletiva então quando se decide criar uma área de artes não é porque Fulano quis não foi o Fabiano que fez não foi o presidente da federação que fez foi ideias que foram lançadas que foram conversadas por todos por todo o movimento Espírita Então as ideias fica um ano dois anos sendo conversada articulada né então quando se decide isso tem uma força muito grande eu imagino que tudo isso Adelson seja uma preparação urgente até até por isso as coisas acontecem às vezes mais rápido do que a gente imagina uma preparação urgente para todo um movimento de espíritos que já chegou na martírio não Memórias de um suicida A Ivone Pereira fala ali de um momento que tem uma conversa não é memórias suicida devassando invisível na conversa com Chopin e agora tô em dúvida se achou o pão Mozart e ele diz que fará parte ele vai fazer parte de uma reencarnação no Brasil junto com um movimento de espíritos artistas capitaneados ao termo que ele usa coordenadas por Victor Hugo e esses artistas o reencarnar no Brasil e ele um deles e parte esse movimento dentro do movimento espírita para contribuir na evolução das ideias da arte e ele diz assim mas isso só vai acontecer lá no novo milênios 950 né então o Novo Milênio chegou
eles e parte esse movimento dentro do movimento espírita para contribuir na evolução das ideias da arte e ele diz assim mas isso só vai acontecer lá no novo milênios 950 né então o Novo Milênio chegou esses espíritos estão aí eles tem seis anos de idade 10 anos de idade pode ser seu neto pode ser o homem da Evangelho da sua evangelização e eles precisam encontrar estruturas que não é mais o trabalho do que o Edmundo fez que uma Cica mago né fez que o grupo bem caminhou enfrentamento de gravar um CD acabou isso e porque ele já vem com outras resoluções eles vêm com outras necessidades de crescimento espiritual mas precisam do movimento Espírita precisa da nossa força a nossa da nossa experiência não castradora que tem aquela experiência que é astradora dizer assim olha você não sabe eu já sei porque eu já fiz é assim sabe nada a gente sabe as nossas coisas muito mal a gente pode dizer eu vivi isso mas se você quiser fazer outra coisa se você quiser viver isso também e quebrar a cara que nem eu vai você a sua escolha Mas eles já vem numa outra velocidade numa outra né aquela coisa do quem é que não tem o filho adolescente que diz pai você acha que vai ensinar ele já passou já tá lá na frente né muito bem do que você tá falando qualquer coisa né E às vezes acha que sabe mas não sabe a gente se a gente que sabe a gente tem experiência porque tal Tem coisas que não tem a maturidade mas a maturidade vem com o tempo né mas a forma de pensar é disso né a estrutura de pensamento que a gente tem já passou já trabalha né como se fossem os nossos computadores antigos Eles já são os computadores mais modernos com três processadores né com São realizadores não são como nós que a gente fica sentado no banco assistindo aquela palestra mesmo que esteja um pouco chata mas você releva você pensa outra coisa você valoriza você já toma uma vontade de querer fazer de ter opinião de contestar a gente vê abrir as picadas na mata né eles já estão com as sementes para plantar e a área de artes a meu ver já tá
a você valoriza você já toma uma vontade de querer fazer de ter opinião de contestar a gente vê abrir as picadas na mata né eles já estão com as sementes para plantar e a área de artes a meu ver já tá abrindo as carreirinhas para espantar plantarem as sementes preparando a terra boa para que eles venham semear e frutificar em 100 mil é só para mim é só alegria não sei se eu sou romântico demais nisso da forma que tô vendo mas olha isso aí não tem não tem não tem não tem a casa nessa história né e não tem alguém que quis aparecer e que isso é fato é momento é necessidade e é agora o tempo chegou tempo chegou muito bom Edmundo E por falar em tempo terminou o nosso tempo Edmundo muito da próxima nós vamos ter que fazer duas horas mesmo é bom que você não gastamos duas horas porque senão você ia dar muito spoiler do seu livro e aí as pessoas não iam comprar a camisa vai colocar aqui para vocês tá no nosso chat mas esse livro está disponível também na loja virtual da Federação Espírita que a loja desdobra a um preço promocional aí de lançamento aqueles que quiserem que não fazem parte do grupo do livro pode comprar esse livro aí e aprender um pouco aí com esse mundo para a gente ver a condição que a arte merece nas nossas casas Edmundo gratidão por você tá participando aqui o seu tempo sabemos que é quase meia-noite aí em Portugal mas pronto daqui a pouco é amanhã mas muito obrigado mesmo pelo seu tempo pela disponibilidade aí e esperamos a próxima obra tá eu não falei isso Vamos divulgar essa aí Vamos divulgar acho que tem outras pessoas tem outros pensadores Para escrever coisas mais elaboradas enfim mas gratidão muito bom falar com você obrigado aí sua sua prontidão e nos atender fique com Deus meu irmão falou obrigado será a arte apenas entretenimento um produto comercial ou terá um certo poder de transformar os indivíduos e um Estreito laço com a espiritualidade no livro O Pequeno Aprendiz da arte de Edmundo César da fergies editora são partilhados os questionamentos íntimos
um certo poder de transformar os indivíduos e um Estreito laço com a espiritualidade no livro O Pequeno Aprendiz da arte de Edmundo César da fergies editora são partilhados os questionamentos íntimos dos jovens Gilberto a respeito da arte em uma história leve prazerosa o leitor passeia por diversos aspectos que a arte nos oferece sua necessidade na evolução do espírito a troca de energias entre plateia e artistas dos maiores aos mais modestos palcos onde se faça um número artístico Gilberto e seus amigos interagem diante de abordagens empolgantes sobre a arte e sua relação com a reencarnação o mundo espiritual e a contemplação da Beleza uma narrativa agradável de ler e de final inesperado o pequeno aprendiz da arte de mundo César você encontra em www.livraria espírita.org.br
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