#reprise T6:E1 • Transtornos Mentais • Introdução

Mansão do Caminho 02/07/2025 (há 8 meses) 54:04 2,995 visualizações 496 curtidas

Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis Temporada 06 – Transtornos Mentais Episódio 01 – Introdução Neste episódio que marca o início da sexta temporada da série Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis, somos convidados a refletir sobre os transtornos mentais à luz do Espiritismo, compreendendo suas raízes profundas na alma imortal, segundo a psicologia proposta por Joanna de Ângelis, pela psicografia de Divaldo Franco. 📘 Referências bibliográficas: • O Ser Consciente, cap. 2 • Autodescobrimento: Uma Busca Interior, caps. 2, 5 e 6 • Vida: Desafios e Soluções, caps. 4, 7 e 11 • O Despertar do Espírito, cap. 2 • Encontro com a Paz e a Saúde, cap. 6 • Psicologia da Gratidão, cap. 7 🎙️ Apresentação: Cristiane Beira 📌 Inscreva-se no canal da TV Mansão do Caminho e ative o sininho 🔔 para não perder os novos episódios! #PsicologiaEspírita #JoannadeAngelis #DivaldoFranco #TranstornosMentais #Autoconhecimento #SaúdeMental #Evangelho #Espiritismo #TVMansãoDoCaminho #EspiritismoPLAY #SériePsicológica #CristianeBeira

Transcrição

Olá, sejam bem-vindos a mais uma temporada de psicologia espírita com Joana de Angeles. Para esse período de estudo, de reflexão, nós escolhemos como tema central, como temática para os próximos encontros, transtornos mentais. É bastante comum nos nossos tempos atuais que as pessoas venham nos perguntar a respeito desses temas eh que pra gente parecem novos e da forma como nós estamos olhando para eles de forma científica, são realmente novos. São temas que têm sido mais profundamente estudados há pouco, há poucas décadas. São eles, por exemplo, os temas como ansiedade, depressão, autismo, pânico e tantos outros transtornos mentais que têm nos chamado a atenção. Temos a sensação de que atualmente a vida está nos convidando a entender mais desses assuntos, o que quer dizer entender mais da própria mente, da própria psique, do próprio espírito. talvez no momento histórico evolutivo, espiritualmente falando, seja a época de compreendermos um pouco mais o funcionamento do espírito, dessa inteligência da mente. E talvez uma das formas de mergulharmos nisso seja pela pelo adoentamento, pelo pela doença que nos cha. Impressionante. Mas é verdade. Muitas vezes a gente por livre espontânea vontade não se ocuparia de certos temas. Aí vem a vida e nos nos chaqualha trazendo o quê? uma perturbação, um obstáculo, uma dor, um sofrimento, um transtorno. E aí ela quase que nos obriga a parar para olhar paraa questão. Então, o nosso convite é que a gente não olhe pelo ponto de vista negativo, como se no processo evolutivo alguma coisa deu errado, porque não é possível que hoje tenhamos tantos transtornos. Primeiro, será que antes não tínhamos? Mas a gente não estava habituado a olhar com esse olhar profundo que a ciência, a psicologia, a psiquiatria, a medicina tem nos oferecido. Será que antigamente nós não colocávamos tudo num único saco, chamávamos de um único rótulo, não sabíamos o que fazer com aquilo e entregávamos pra vida? Será que hoje não temos condição porque estamos mais

ue antigamente nós não colocávamos tudo num único saco, chamávamos de um único rótulo, não sabíamos o que fazer com aquilo e entregávamos pra vida? Será que hoje não temos condição porque estamos mais evoluídos de olharmos com mais detalhes para essa temática? Seria, não seria um progresso. Certamente é um progresso, porque agora podemos olhar prestando mais atenção, entendendo melhor, lidando melhor. Estamos vencendo preconceitos, estamos entendendo que ser humano é ser humano e cada um vem com suas próprias características. Então, acho que o primeiro convite para que a gente não olhe para esses estudos como se tivéssemos estudando aquilo que deu errado. Não é que deu errado, é vamos conhecer um pouco mais da psique humana, olhando para questões que não são confortáveis, que são desafiadoras, mas que certamente são também as os maiores convites pro crescimento, pro melhor entendimento, paraa ampliação da consciência. Então vamos olhar com gratidão. Obrigada, Deus, porque o Senhor, ao nos fornecer a possibilidade de conhecermos transtornos, seja na pele, seja convivendo com alguém querido que a gente precisa lidar, que traga alguma, algum transtorno mental, seja olhando pra sociedade, percebendo o quanto que esses transtornos estão aparecendo com mais frequência e mais expressividade, obrigada a Deus, porque o Senhor nos permite aprender a respeito do funcionamento da psique. Compreendendo como funcionamos ao olhar para cada um desses transtornos, o Senhor nos possibilita reequilíbrio, porque certamente em alguns, em muitos casos, a expressão do transtorno nada mais é do que desequilíbrio do espírito em vidas passadas. Também podemos nos melhorar enquanto humanidade, porque respeitaremos mais uns aos outros, porque transtorno ai quem não tem engradações diferenciadas, mas quem de nós não lida com uma ou outra questão? Então, parece que talvez seja momento da gente falar: "Chega de rótulo" no sentido negativo. A gente vai procurar compreender as diferenças e saber o que que cada pessoa

lida com uma ou outra questão? Então, parece que talvez seja momento da gente falar: "Chega de rótulo" no sentido negativo. A gente vai procurar compreender as diferenças e saber o que que cada pessoa tem, o que é o que significa ter o que a gente tem pra gente se conhecer, pra gente se respeitar, pra gente aprender pelo transtorno, pra gente se curar graças ao transtorno. curar não o transtorno, mas curar o espírito que está desequilibrado e mostra isso expressando algum transtorno. Então, o segundo ponto, o primeiro ponto é vamos olhar com olhar positivo. Significa que estamos crescendo, que Deus já nos oferece possibilidade de compreender coisas que antes deveriam ser expressadas, a gente nem sabia, colocava todo mundo no mesmo saco, não sabia o que fazer com aquilo. Então, hoje estamos mais especialistas. Hoje sabemos mais. Hoje qualquer pessoa pode compreender um pouco do que se trata. Sabemos como lidar melhor. Então vamos olhar com lado positivo. Temos mais condição de cuidar do ser humano especificamente, independente do que ele traga pra vida. Um segundo ponto pra gente iniciar essa temporada sobre transtornos mentais. E também eu trago esse tema que para mim é um grande desafio porque muitas pessoas têm perguntado a respeito, então eu me desafiei. São temas que para mim não são confortáveis, até porque eu não tenho formação profissional que eu deveria ter. Desculpa aí por esse joinha, mas agora temos essas possibilidades. Eu vou aprender depois a desligá-las. E eu não tenho então a formação que eu talvez precisasse ter para estar aqui. Por isso que eu gostaria de deixar claro um segundo ponto. Então, eu não tenho formação de psicologia, apesar de ser estudiosa de Joana de Angeles e da própria psicologia analítica eunguiana. estudo, eh, faço cursos, mas não tenho a formação em psicologia e nem em psiquiatria. Então, para eu eh eh superar esse desafio que eu estou pondo para mim, ao propor fazer um estudo sobre temáticas bastante atuais, desafiadoras, complexas,

formação em psicologia e nem em psiquiatria. Então, para eu eh eh superar esse desafio que eu estou pondo para mim, ao propor fazer um estudo sobre temáticas bastante atuais, desafiadoras, complexas, eu me propus a estudar com alguns amparos. O meu principal amparo é que eu vou debater as aulas, os estudos anteriormente com minha filha que é psiquiatra. Então eu precisava trazer esse agradecimento pessoal à Dra. Mariana Beira que pacientemente tem me ajudado a entender um pouquinho sobre o transtorno. Mas um terceiro ponto é que nós não vamos usar os nossos 50 minutos. É pouco tempo cada encontro que a gente tem. nós não vamos usar para compreender o transtorno, até porque eu não tenho formação por para isso. E não é o objetivo da do estudo da série psicológica. Objetivo da série psicológica é estudar os livros de Joana. Então nós vamos mergulhar na mente, nos pensamentos da benfeitora. Nós traremos minimamente a explicação do transtorno para contextualizar a reflexão que faremos. Mas o olhar a lente, os óculos que nós colocaremos aqui são óculos do espiritismo e são óculos da série psicológica. É, é sobre isso que nós falaremos. Tentaremos olhar para o transtorno pelo viés da psicologia espírita. e pelo viés do espiritismo. Se houver interesse em se aprofundar no transtorno, compreendendo neurologicamente, psiquiatricamente, fisiologicamente como ele funciona, tenho certeza que não faltará material na internet, médicos falando, cursos, livros, consultas, que a gente pode até ir até um profissional e fazer uma consulta específica. Então, nosso objetivo não é analisar o transtorno pelo viés médico. Nós traremos uma uma breve e superficial explicação para depois compreendermos pela parte que nos cabe, que é olhar espiritual, onde tudo culmina. Então eu precisava fazer essa introdução, essa justificativa para poder dizer que não dá para a pra gente esperar aqui solução, receita, diagnóstico, tratamento. Não é isso objetivo. Isso daí a gente vai encontrar lá na ciência,

a introdução, essa justificativa para poder dizer que não dá para a pra gente esperar aqui solução, receita, diagnóstico, tratamento. Não é isso objetivo. Isso daí a gente vai encontrar lá na ciência, nos consultórios médicos e em profissionais. Aqui nós vamos tentar trazer um pouquinho do que Joana de Angeles e o próprio Espiritismo poderia dizer a respeito dos transtornos. Espero de alguma forma colaborar com essas expectativas, ansiedades, dúvidas e questões que têm sido trazidas e que eu admito, preciso ser humilde para poder trazer esse desafio, porque vai ser um desafio para mim, inclusive. Espero dar conta, espero ser útil, porque em última análise é só isso que eu queria. Eu queria ser útil, ser um instrumento aqui dos benfeitores espirituais da vida, para que a gente pudesse usar bem nosso tempo juntos e estudarmos juntos. Mais do que nunca, eu vou estudar com vocês e aprenderemos juntos, que é sempre o que eu quis e que eu gosto de fazer, estudar com vocês. Bom, existe uma frase que é de Calil Gibran, né, esse profeta, esse pensador. E ele diz assim: "E disse o divino: "Ame a seu inimigo eu obedeci e amei a mim mesmo." Olha que frase linda. É uma interpretação que Gibran oferece daquilo que Jesus nos ensinou. Amai os vossos inimigos. O apóstolo Paulo também nos deixa uma referência em 1 Coríntios 15:33. E ele diz assim: "Não vos enganeis, as más companhias corrompem os bons costumes." E a minha pergunta lincando com o pensamento de Gibran Calil, Gibran, é: quem seriam as más companhias que corrompem os bons costumes? Será que o elemento de fora é capaz de corromper o que está dentro? O elemento de fora nada mais faz do que despertar aquilo que estava dentro para se manifestar. Porque se o elemento de fora, que pode ser uma má companhia em forma de pessoa, de convite, de tentação, de cultura, de maus valores, se esses elementos do entorno, se aquilo que faz parte do meio ambiente corrompesse a alma humana, Jesus teria saído daqui muito pior do que chegou.

convite, de tentação, de cultura, de maus valores, se esses elementos do entorno, se aquilo que faz parte do meio ambiente corrompesse a alma humana, Jesus teria saído daqui muito pior do que chegou. Porque imagina por onde Jesus passou, com quem ele conviveu. Imagina as coisas que ele ouviu, viu, sentiu. Imagina o tanto de tentação que ele sofreu. Imagina o quanto não provocaram, não torturaram os maus exemplos. E Jesus não saiu daqui pior, porque de fora não corrompe se dentro não houver ressonância ao convite que está fora. Por isso que a gente diz, o ditado popular fala, a ocasião faz o ladrão e hoje já se corrigiu o ditado popular. A ocasião descobre, manifesta, expõe o ladrão. O ladrão já era intimamente a ocasião fora simplesmente deu ligação, fez ressonou no espírito e o espírito manifestou que ele já carrega carregava. Então, pra gente conversar sobre transtornos, é interessante que cada estudo que nós viermos a fazer, nós vamos chegar num único lugar e esse lugar é dentro de nós mesmos. Ai, por que que eu tenho ansiedade? Eu vou em última instância chegar em mim, no espírito. Ai, por que que eu tenho pânico e eu sofro com isso? Eu vou voltar para mim mesmo. Por que que eu nasci desse jeito? Eu trago esse transtorno do déficit de atenção, da hiperatividade, do autismo. Eu vou chegar no espírito. Então, o espiritismo, gente do céu, agora esse aqui foi bem, vocês me perdoem, eu prometo que no próximo a gente vai combinar. Eu fiz algumas atualizações aqui. Ah, esse ficou curioso. E pra gente não perder também, nós vamos continuar, mas eu juro, por próxima vez eu vou descobrir onde que tem esses efeitos e eu vou dar um jeito neles. Mas me desculpe, momento de descontração, né? Divaldo não costuma fazer os momentos de risoterapia nas palestras. Então eu permito que vocês possam rir comigo aqui, porque ficou um pouco esquisito esse monte de estrela saindo, fogos de artifício. Mas retomando que me desconcertou, eh, a gente sempre parte do espiritual. Por isso que é interessante a gente

o aqui, porque ficou um pouco esquisito esse monte de estrela saindo, fogos de artifício. Mas retomando que me desconcertou, eh, a gente sempre parte do espiritual. Por isso que é interessante a gente olhar para os transtornos pelo ponto de vista eh espiritual, porque é de onde tudo brota, é de onde é o nascedouro de todos os fenômenos. Tudo o que a gente manifesta aqui tem como origem o mais profundo âmago do nosso ser. Então, quando nós falarmos sobre qualquer problema da nossa vida, não só os transtornos, não vai ter outro jeito. E a gente vai perceber porque de todos os estudos Joana de Angeles sempre volta pro autoconhecimento, pra reforma íntima, pro autodescobrimento, porque é onde eu vou, em última instância, poder trabalhar o espírito para diluir esses transtornos, para equilibrar os transtornos e gerar novamente a saúde. A ciência da Terra vai nos oferecer instrumentos, mecanismos, ferramentas pra gente poder lidar com os efeitos, para nos permitir mais funcionalidade, para sofrermos menos com os transtornos que carregamos e podermos ter uma vida melhor. A ciência da Terra tem muitas ferramentas pro autismo e e e tanto e recursos farmacológicos, que algumas vezes são essenciais, quanto terapias de comport comportamentais que nos ajudam a aprender a viver melhor sendo quem a gente é. Mas quando nós falamos de origem, nós nós chegamos no espírito. Então aqui nós falaremos muito sobre essa parte espiritual. Bom, não tem outro jeito, então, senão mergulharmos em nossos porões, em nossos sótans para olhar que desequilíbrios que carregamos dentro que se manifestam fora na forma de transtornos. Eu já selecionei alguns trechos de Joana de Angeles que dão uma pincelada a respeito do que a gente vai encontrar nos próximos encontros para falar sobre os diversos transtornos mentais. Nós vamos começar o estudo de hoje desse primeiro eh episódio com o livro O Ser Consciente. O Ser Consciente no capítulo dois. E Joana diz: "Sendo a criatura humana constituída pela energia que o espírito

vamos começar o estudo de hoje desse primeiro eh episódio com o livro O Ser Consciente. O Ser Consciente no capítulo dois. E Joana diz: "Sendo a criatura humana constituída pela energia que o espírito envia a todos os departamentos materiais e equipamentos nervosos, qualquer qualquer distonia que a perturbe abre campo para a irrupção de doenças, a manifestação de distúrbios que levam aos vários desconcertos patológicos conhecidos como enfermidades. Então, o que que Joana está dizendo? Que a criatura humana é constituída pela energia que o espírito envia para os departamentos. Se tiver algum departamento meu com alguma disfunção, perturbação, desequilíbrio, transtorno, enfermidade, significa que o espírito enviou uma energia desequilibrada e desequilibrou a máquina. A máquina mostra o que o espírito carrega. É a manifestação na na nossa carne da de quem somos em espírito. Que é o que eu disse, Joana sempre vai nos trazer. A origem de todos os males está nesse inimigo que precisa ser conquistado, que são as minhas próprias mazelas, atavismos, paixões, desequilíbrios. sempre a gente vai voltar nesse mesmo assunto. Sempre a gente vai convidar pro autodescobrimento, pro olhar para si. E ela continua: "Em face da variedade de renascimentos, as reencarnações, nem sempre consegue diluir as lembranças que permanecem em forma de tendências, aptidões, desejos, necessidades. digeridas as frustrações, eis que rompes mais graves ao ressurgirem na sucessão das ocorrências comportamentais em forma de distúrbios psicológicos de variada catalogação. Então, a gente não digere algumas coisas do passado, elas voltam com a gente, a gente reencarna essas energias condensadas que Yung chamou, descreveu na teoria dos complexos, lembra? A gente falou muito disso na nas temporadas anteriores. O complexo são esses registros que estão arquivados no inconsciente. São registros carregados de emoção que têm contam histórias passadas de experiências bastante perturbadoras, emocionalmente falando, e que eles

ão esses registros que estão arquivados no inconsciente. São registros carregados de emoção que têm contam histórias passadas de experiências bastante perturbadoras, emocionalmente falando, e que eles continuam vivos e dependendo do que a gente viver hoje, ele se ele ele faz ressonância a esse complexo, ele se manifesta. Então, é como se eu revivesse, eu remorasse, eu vivo novamente, no momento presente, eu vivo aquilo que eu vivi no passado. É uma sensação de dejavu, mas não é um dejavu só conscientemente uma lembrança. Vem emoção junto. Então eu tô vivendo uma coisa que quem tá do lado fala: "Nossa, Cris, calma, nem tá acontecendo tanta coisa". Pois é, só que eu estou vivendo o que está acontecendo junto com o que já aconteceu muito pior no passado e eu estou revivendo aquilo. Então eu tenho acessos emocionais muito mais muito maiores do que eu deveria. Significa que minhas emoções de hoje estão misturadas com as emoções de lembranças, de registros passados. Então é isso que Joana está dizendo, não digerimos aquilo e isso volta, em algum momento se manifesta na forma disfunção, distonia, transtorno, distúrbio, síndrome, seja o que for. Então a gente manifesta transtornos mentais, é um nome que que engloba tudo. Então a doutora Mariana Beira me explicou a respeito disso, que em última instância na psiquiatria se chama tudo de transtorno, transtorno alimentar. transtorno de pânico, transtorno de ansiedade, obsessivo, compulsivo, de de espectro autismo, transtorno é o nome geralzão, transtorno mental, porque tudo brota da mente. É ela que está descontroladamente projetando, expressando as variadas catalogações, como disse Joana de Angângeles, em nossa vida. Agora nós vamos para o autodescobrimento, uma busca interior. Autodescobrimento, uma busca interior. Capítulo dois, Joana diz assim, que é mais ou menos a mesma coisa pra gente ver que Joana em todos os livros dela, ela sempre traz esse cerne que é esse olhar para o espírito. É no espírito, parte do espírito, procura o espírito, que é o

mais ou menos a mesma coisa pra gente ver que Joana em todos os livros dela, ela sempre traz esse cerne que é esse olhar para o espírito. É no espírito, parte do espírito, procura o espírito, que é o autoconhecimento. Então ela diz: "Na raiz, portanto, de qualquer enfermidade encontra-se a distonia do espírito, que deixa de irradiar vibrações harmônicas, rítmicas, para descarregá-las com baixo teor interrupções que decorrem da incapacidade geradora da fonte de onde procedem. Então, é como se o eh maestro da nossa grande sinfonia, do nosso da nossa grande orquestra é o espírito. E o espírito é quem deve manejar, é quem deve orquestrar de forma harmônica, equilibrada, rítmica. Se o espírito consegue viver dessa forma fluida, ele expressa saúde, ele expressa alegria de viver, ele expressa bem-estar, ele expressa harmonia. Se esse espírito está preso numa coisa, esquecido de outra, com medo disso daqui. Então, quando o espírito tem esses desequilíbrios, é como se ele perdesse a mão, perdesse o manejo na orquestração. Aí ele esquece de falar pro pra arpa entrar na hora certa. Ele pede pro eh sopro eh fazer mais som do que deveria. E aí a gente escuta com esse som de que a tem alguma coisa desafinada, fora do ritmo. Então o espírito é esse maestro da orquestra da nossa vida. E para esta orquestra funcionar de uma forma gostosa de ouvir, prazerosa, harmônica, é preciso que ele consiga olhar para todos os os seus lados, que ele consiga se organizar em espírito e matéria, que ele preste atenção no mundo de dentro, tanto quanto no mundo de fora, que ele se preocupe com o seu equipamento mental, com o seu equipamento físico, com seu equipamento emocional, psicológico. A gente precisa ter uma visão do todo. Se o maestro só olha para um lado dos seus músicos e esquece desse, não vai sair boa música. Se ele quer prestar atenção em mais coisas do que ele consegue, ele também vai se perder. Então, a gente precisa buscar a harmonia de tentar organizar o todo. Essa visão do todo é que vai nos

música. Se ele quer prestar atenção em mais coisas do que ele consegue, ele também vai se perder. Então, a gente precisa buscar a harmonia de tentar organizar o todo. Essa visão do todo é que vai nos dar essa possibilidade de vivermos de forma mais equilibrada. Voltamos, não, ainda dentro do autodescobrimento, uma busca interior. Agora nós vamos lá no capítulo C e ela vai falar um pouquinho da questão moral. O que seria a questão moral? O que que a questão moral tem a ver com transtorno? Vamos pensar. a gente chama de moral dentro do âmbito eh espírita, nós vamos falar de moral como sendo a regra do bem proceder, ou seja, o alinhamento com as leis divinas. Segundo os espíritos, isso é o bem. Isso é fazer o bem. O bem é quando nós estamos sintonizados com as com as leis divinas, ou seja, nós estamos agindo eh conforme fomos criados para agir. Estamos em acordo com Deus. Quando Jesus fala: "Eu e o Pai somos um", significa que o o que Jesus falava era alinhado com Deus. O que Jesus sentia, fazia, pensava. Jesus vivia dentro das leis divinas. Nada fora fazia parte da vida de Jesus. Então nós vamos chamar, nós vamos entender a moral pelo viés espiritista como o bem sendo essa integração com as leis divinas. E que que faz parte das leis divinas? As virtudes fazem parte das leis divinas. o amor, a paciência, fraternidade, solidariedade, compreensão, o amor em última instância. Toda vez que a gente estiver distante, em distonia, separado das leis divinas, tivermos fora das leis divinas, não estaremos dentro da moralidade, da boa moral, ou estaremos sendo amorais, sem nenhuma moral, por exemplo, os primitivos, que não tinham nem capacidade de compreender se isso é da lei divina ou não, ou no nosso no nosso caso, imorais. Imoral é o antiético, é aquele que está contra a moral, contra o bem proceder. Então, Joana vai mostrar pra gente que isso tem relação. E tem relação, porque quando eu pratico algo imoral, em algum lugar de mim vai aparecer uma culpa. A culpa é interna e ela vai me

bem proceder. Então, Joana vai mostrar pra gente que isso tem relação. E tem relação, porque quando eu pratico algo imoral, em algum lugar de mim vai aparecer uma culpa. A culpa é interna e ela vai me desequilibrar. É como se o maestro, imagina o maestro culpado por alguma coisa que ele acabou de fazer e aí ele esquece de organizar bem a sua sinfonia e aí ele se perde porque a culpa tá prendendo ele. Ele fica encarcerado, ele fica escravizado pela culpa e aí ele se perde. A culpa Joana de Angeles diz que é um dos piores algozes da própria alma. Por isso que ela substitui e fala pra gente, ao invés de se sentir culpado, que a gente se sinta responsabilizado. Porque se eu me sinto responsabilizada, eu vou lá cuidar do que eu preciso cuidar. Enquanto que se eu me sinto culpado, eu fico parada querendo sofrer. Aí eu faço autoboicote. Então, quando eu falo de moral, eu estou falando internamente eu não estou alinhada as leis divinas. Internamente eu não tô bem. Internamente eu tô com culpa. Eu não tô seguindo o que meu espírito pede. Eu estou envolvido com paixões, com vícios e eu não fico bem. Se eu não tô bem em espírito, o que que acontece com o meu corpo? Ele se manifesta de forma desequilibrada. Transtorno, disfunção, distonia. A gente manifesta o desequilíbrio na vida. Então, no autodescobrimento, uma busca interior, capítulo 5, Joana diz: "Essas manifestações que defluem das heranças perturbadoras formam o quadro dos transtornos psicológicos e outros que maceram o ser e o levam a estados de angústia, inquietação, desordem mental, na raiz, portanto, de qualquer transtorno neurótico. um conflito moral. Eu só cheguei no transtorno hoje porque um dia eu saí fora das leis divinas. Toda vez que eu saio fora das leis divinas, eu gero um transtorno. Toda vez que eu saio fora das leis divinas, eu eu me desequilíbrio. Eu gero algum tipo de disfunção, de transtorno, de equívoco, de enfermidade. Agora, qual? Não sei. Vai ser um transtorno mental? Pode ser. que nem esses que a gente está estudando. Pode

desequilíbrio. Eu gero algum tipo de disfunção, de transtorno, de equívoco, de enfermidade. Agora, qual? Não sei. Vai ser um transtorno mental? Pode ser. que nem esses que a gente está estudando. Pode ser um transtorno físico, uma deficiência física, pode ser. vai depender do tipo de imoralidade que eu pratiquei na vida anterior, nas em algum passado meu de vidas anteriores. Então, o que eu fiz lá, saindo das leis divinas, gerou uma perturbação interna que se manifestará no corpo para expurgar, para nos redimir, para dentro do Espiritismo espiar. Aí a gente vem aqui e transfere para o corpo, vive com essa perturbação, reequilibra a perturbação e volta a ter equilíbrio para poder voltar a viver depois que a gente se livrou do desequilíbrio que a gente gerou num passado. E mais um trechinho desse capítulo 5 do autodescobrimento. O grande desafio no processo da seleção de valores constitui a identificação de quais comportamentos éticos e morais são os recomendáveis. Aqui ela já traz pra gente uma profilaxia paraas próximas vidas e até para essa vida ainda. Como que eu faço para evitar transtornos mentais? Bem proceder. Alinhamento com as leis divinas. cuida do seu comportamento, da sua mente, da sua fala. Quanto mais a gente vigiar para estarmos sintonizados com as leis divinas, mais equilíbrio, mais a nossa orquestra vai ser harmônica, melhor vai ser a nossa fluidez nas na vida, nas etapas futuras. Então, cuidando da nossa moralidade, a gente gera paz, saúde, harmonia futura e paciência. Se no passado a gente não soube fazer, hoje a gente lida com os transtornos, os as questões que nos apresentam para nos reorganizarmos. H, ainda nesse livro, eh, eh, a gente vai perceber ao longo desse estudo, já aproveitando para fazer esse parênteses, que para cada temporada, dependendo do eixo central que a gente escolhe, nós recorremos mais a um livro ou dois livros dentro da série psicológica inteira. O autodescobrimento é um dos livros dessa. Na quinta temporada, o livro que acho que foi o que eu mais

gente escolhe, nós recorremos mais a um livro ou dois livros dentro da série psicológica inteira. O autodescobrimento é um dos livros dessa. Na quinta temporada, o livro que acho que foi o que eu mais trouxe foi o volume dois, o homem integral. Talvez para esse estudo dos transtornos mentais, o autodescobrimento. E tem mais um que depois a gente vai descobrindo juntos. Não tô me lembrando porque eu já preparei um geralzão do do estudo, mas o autodescobrimento é um que vai voltar sempre. Então veja, eu trouxe aqui o capítulo dois, o capítulo cinco e agora eu vou trazer o capítulo seis do autodescobrimento, em que Joana vai falar um pouquinho sobre o ambiente, a a participação da própria eh hereditariedade, né? Então, ela diz na gênese profunda dos transtornos de comportamento da criatura humana, forçoso é reconhecer a ação poderosa da hereditariedade, destacando-se como causa endógena de dentro de gravidade. Além dela, anotamos as que se derivam do quimismo cerebral em desconserto, hormônios, né, a parte química do cérebro, ao lado de outros fatores que se apresentam, como sequelas de enfermidades infecciosas, distúrbios psicossociais, a a própria participação do ambiente, socioeconômicos, do interrelacionamento pessoal e de traumatismos cranianos, dentre outros. Ou seja, Joana está dizendo que há vários fatores. O transtorno mental, ele é multifatorial, ou seja, é a combinação de um monte de coisas. Então, tem um tanto de herança genética, tem. Pode ter a participação de influência do ambiente porque faltou algum tipo de alimento adequado por uma deficiência sociofinanceira, socioeconômica. Pode ser um estímulo que que ficou faltando, porque na cultura era muita repressão de alguma coisa. Então é um conjunto de fatores que influenciam. Por isso que é difícil da gente lidar, porque não basta você pôr lá um remedinho e pronto, acabou. Geralmente a gente precisa cuidar da rede inteira, precisa mexer em tudo, precisa melhorar a alimentação, precisa ir atrás de estímulos físicos, porque eles estão

pôr lá um remedinho e pronto, acabou. Geralmente a gente precisa cuidar da rede inteira, precisa mexer em tudo, precisa melhorar a alimentação, precisa ir atrás de estímulos físicos, porque eles estão relacionados com a parte neuronal, neurológica, precisa ir atrás de exercícios adequados, precisa de um ambiente mais eh eh harmonizado em termos de paz, equilíbrio, ambiente agradável. É um conjunto de coisas que a gente precisa cuidar. Mas é importante que o espiritismo nos oferece isso. Não dá para dizer ai coitadinha de mim, dessa criança, seja de quem for. Teve um azar e pegou uma carga genética da família que tinha síndrome ou transtorno, seja lá o que for. Foi criado num ambiente horrível, com muita violência. Olha que judiação. Não tinha muita condição econômica para poder eh compensar algumas questões. Ai, teve azar. A gente sabe que não. E esse ponto é que o espiritismo nos acolhe muito, porque a gente sabe como ele diz, não existe injustiçado. Ninguém é injustiçado. Puxa vida, porque justo eu fui cair nessa loteria horrível. Não, não caí em lugar nenhum. Eu vim andando com as minhas com as minhas condições espirituais. Eu vim criando o meu presente com base nas minhas vivências passadas. A reencarnação nos ensina que não estamos aqui porque alguém nos pôs, nem Deus, nem o acaso, nem a sorte, nem o azar. Estamos no exato lugar que é fruto das nossas escolhas passadas. Então, se por acaso que não tem nada de acaso, eu nasci numa família que tem mais tendência a uma um transtorno do que a outra família, é porque em minhas vidas passadas os meus comportamentos e escolhas me geraram esse ambiente onde hoje estou inserida. Então, é importante a gente aprender para poder arrumar o que for possível. O que for possível para arrumar no ambiente, vamos fazer. Então, é importante saber as os fatores ambientais, mas não para justificar quem tem a culpa. A responsabilidade é do espírito que se encontra envolvido no transtorno, mas a gente tenta aprender sobre o ambiente para poder melhorar a

atores ambientais, mas não para justificar quem tem a culpa. A responsabilidade é do espírito que se encontra envolvido no transtorno, mas a gente tenta aprender sobre o ambiente para poder melhorar a condição e poder eh eh se equilibrar mais rápido. Vamos agora pra vida, desafios e soluções. Talvez este seja também um outro eh livro bastante interessante. Eu trouxe três trechos. O primeiro, vida, desafios e soluções, capítulo 4, que ela também continua falando um pouquinho dessa questão da herança, genética, do ambiente. Então, Joana diz: "Nas diferentes psicopatologias, há predominância das sensações e grande descontrole das emoções, o que traduz o transtorno da mente. Ou seja, se a emoção, a sensação, a emoção, aquilo que eu sinto é fruto da mente, então os transtornos mentais vão estar relacionados com muita emoção. Podemos encontrar, deixa eu terminar, o que traduz o transtorno da mente refletindo-se no comportamento. Podemos encontrar raízes desse estado na estrutura do lar desajustado, de pais imediatistas ambiciosos e incapazes de amar. que transmitiram aos filhos a ideia de que todo aquele que possui, que tem dinheiro, que tem bens, vale, enquanto que os que outros só servem para servir aos primeiros. Ou seja, de novo, lógico que a gente precisa, se a gente puder melhorar a o ambiente onde a criança nasce, se a gente puder ensinar mais aos pais do que realmente importa na educação, na no desenvolvimento infantil, se a gente puder cuidar do ambiente onde essa criança frequenta para ele não receber estímulos que ele não está psiquicamente preparado para entender, se a gente puder cuidar da saúde do corpo físico, do ambiente, da sociedade, dos estímulos. Ótimo. Ótimo. O que a gente não pode é justificar que ele tem problema por causa disso. Ele pode até ter sido influenciado negativamente pelo ambiente, mas esse espírito é que se pôs nessa condição pelas suas vidas anteriores. Agora, uma vez que ele tá nessa condição, também não é pra gente cruzar o braço e falar:

enciado negativamente pelo ambiente, mas esse espírito é que se pôs nessa condição pelas suas vidas anteriores. Agora, uma vez que ele tá nessa condição, também não é pra gente cruzar o braço e falar: "Ah, meu filho, quem mandou nas vidas passadas você ficar fazendo isso ou aquilo agora? aguente aí não, porque daí entra a nossa fraternidade, solidariedade, de amenizar todas as causas possíveis que a gente pode. O espírito vai precisar lidar com o que tá dentro dele. Vamos supor que seja meu filho. O meu filho tem uma síndrome dessas, um transtorno desses que a gente está conversando. Ah, é o espírito dele, agora ele que aguenta. Não, aquilo que eu puder fazer, eu vou fazer. Tem alguma coisa que eu posso fazer em termos de alimentação, eu vou estudar para tentar ajudar. Tem alguma coisa que eu posso fazer sobre estímulo sensorial, físico, fisioterapêutico, fonodiológico? Que que eu posso fazer? Eu vou atrás e tentar fazer. Tem alguma coisa que eu possa amenizar em termos de ambiente, dependendo do transtorno, uma música calma, cores mais agradáveis, diminuir o ruído sonoro? Eu vou cuidar, eu vou cuidar de fazer. O que eu puder fazer, eu preciso fazer. E e isso é é lei da solidariedade, da fraternidade, do amor. Agora, aquilo que é dele, ele vai precisar ele mesmo lidar com nossa ajuda. Então, é importante a gente entender, nunca é uma única coisa, é sempre um conjunto de fatores. A gente atua até onde a gente pode melhor forma possível. Isso é nosso compromisso. E um outro tanto a gente entende que é só o tempo que vai ajudar esse espírito a se reequilibrar. Então, enquanto ele se reequilibra, às vezes vai levar uma vida inteira. Às vezes eu venho com transtorno que eu vou embora daqui com ele. Eu vou precisar de uma família que tenha paciência para me acompanhar ao longo de uma vida para aprender com este transtorno. Aí sim, quando eu sair daqui, o espírito sai livre. Quando ele voltar, ele vem novinho em folha, como se fosse. Mas importante é vamos liquidar logo esse problema, porque tem

nder com este transtorno. Aí sim, quando eu sair daqui, o espírito sai livre. Quando ele voltar, ele vem novinho em folha, como se fosse. Mas importante é vamos liquidar logo esse problema, porque tem problemas que às vezes não vai ser liquidado. Mas o importante é vamos aproveitar a experiência para crescer, para aprender. E todo mundo cresce. Cresce quem passa, cresce quem acompanha, cresce quem estende a mão, cresce quem olha. A gente cresce olhando as as problemáticas uns dos outros, né? No capítulo 7, ela também fala desse inconsciente, onde estão as raízes de todos os nossos, as nossas questões, os conteúdos que precisam ser renovados, que precisam ser expressados nessa vida pra gente reequilibrar o nosso eh nossa balança, né, entre o bem e o mal aí internamente, aquilo que eu tenho feito que funciona, aquilo que eu tenho me atrapalhado e que eu preciso refazer. fazer. Então, Joana diz no capítulo 7: vida, desafios e soluções. Nesse extraordinário oceano, que é o inconsciente, ainda segundo as nobres psicanalistas, ainda segundo os nobres psicanalistas referidos, formidandas forças estão trabalhando no inconsciente. Forças estão trabalhando. Ora em favor, ora contra o ser. Nesse sentido de que eu carrego automatismos que não são bons e eles vão se expressar na minha vida e muitas vezes vão me atrapalhar, que necessita decifrar todos esses enigmas de modo a conseguir sua realização interior tanto quanto exterior. Nele se encontram em depósito os mitos, as fantasias, as lendas, as superstições de todos os povos do passado e do presente. E no seu mais profundo âmago nascem ou dormem as personalidades paralelas, nossas vidas anteriores, nossas outras, nossos outros eus, aqueles que eu já fui antes, que se incorporam à existência atual, gerando conflitos e transtornos neuróticos. Então, mais uma forma de dizer que muitas vezes eu hoje estou agindo não como a Cris, mas como a outra da vida passada agia. E tá tudo misturado no meu inconsciente, todos os meus eus estão lá

óticos. Então, mais uma forma de dizer que muitas vezes eu hoje estou agindo não como a Cris, mas como a outra da vida passada agia. E tá tudo misturado no meu inconsciente, todos os meus eus estão lá e eles vivem, né? Tem uma série que se vocês se interessarem por esses eus que vivem em nós, tem uma série que chama No Brasil foi traduzida como entre estranhos e é está em alguma plataforma que eu não vou lembrar, mas vocês podem procurar que é bem interessante como curiosidade. Ainda nesse livro Vida, Desafios e Soluções, no capítulo 11, eh, Joana diz: "Convidadas às conquistas exteriores, multiplicam-se os estados perturbadores na era da área da emoção." Que que ela tá dizendo? Lembra que eu falei que o entorno participa? Então, ela tá nos mostrando cuidado. Presta atenção onde você vai, porque dependendo de quem você é, o ambiente que você frequenta vai te fazer muito mal. De repente você não tá pronta ainda para ele, evita um pouco, se fortalece, se poupe, aprenda a escolher os ambientes que você frequenta nesse sentido de fluido, de estímulo, porque às vezes a gente tá dificultando a própria vida. Se eu tenho uma certa tendência que é difícil de eu controlar e eu vou num lugar que todo mundo pratica, eu vou me arrastar. Então eu me preservo enquanto eu não tenho força interior para me disciplinar, eu procuro evitar aquilo que me vai arrastar. Então ela diz que se multiplicam os estados perturbadores na área de emoção. Estados fóbicos, complexos de inferioridade e de superioridade, narcisismo, egolatria, ressentimentos, inquietação quanto ao futuro, carência afetiva, transtornos neuróticos, psicóticos de variada gama, que não sabem como administrar em razão da falta de hábito de adentrar-se interiormente, a fim de saber exatamente o que precisa na atual existência. Então, cuidado, porque às vezes a gente está se perturbando nesses mundos de fora alucinados. Dedica mais tempo para ficar sozinho com você, se analisando, se conhecendo, se investigando, tentando se entender, inclusive.

ue às vezes a gente está se perturbando nesses mundos de fora alucinados. Dedica mais tempo para ficar sozinho com você, se analisando, se conhecendo, se investigando, tentando se entender, inclusive. Eh, dando uma aceleradinha aqui no livro O Despertar do Espírito, capítulo dois, também fala sobre a ah esse esse ponto é interessante porque fala sobre a influência espiritual, porque a gente também tem que pensar nisso, a participação dos espíritos nos nossos dramas que se aproveitam das nossas fragilidades e dos nossos transtornos e das emoções desequilibradas que acabam sendo porta de entrada à fixação dessa mente sobre nossa mente. Eles conseguem sintonizar conosco e conseguem nos influenciar muitas vezes, senão todas, pelas portas da emoção em desalinho. Então, Joana diz: "Ao mesmo tempo, personalidades espirituais que transitam no mundo fora da matéria interferem no comportamento humano, submetendo não poucas vezes o eu individual a transtornos de natureza obsessiva, não detectados pela psicologia acadêmica convencional, que os estuda sobre aspectos psicopatológicos mais específicos. Então, Joana tá lembrando o seguinte. Vamos lembrar quando a gente falar de transtornos da questão espiritual. A ciência não vai levar isso em consideração porque ela ainda não estuda reencarnação, vida espiritual. Então, ela sempre vai tentar explicar pelo ser. Mas muitas vezes o que essa pessoa está manifestando é influência espiritual, é uma obsessão. Ea joinha de novo. Não tem nada de joinha com a obsessão, né? Então, eh, é importante a gente pensar de trazer essa questão também pelo lado espiritual, passe, oração, eh frequência na casa espírita para ter o atendimento espiritual, eh evangelho no lar, olhar a moralidade para e as emoções desequilibradas, que é onde os espíritos obsessões que querem nos prejudicar eh se ligam. Então, a gente também precisa cuidar do espírito ou antes de mais nada cuidar do espírito. É isso que ela chama atenção. Não é só uma questão de matéria, de

sões que querem nos prejudicar eh se ligam. Então, a gente também precisa cuidar do espírito ou antes de mais nada cuidar do espírito. É isso que ela chama atenção. Não é só uma questão de matéria, de mente física. tem a mente espiritual participando no livro Encontro com a Paz e a Saúde, capítulo 6, ela faz como se fosse um resumo aqui. Então eu vou ler ele porque faz uma boa recapitulação. E Joana diz: "Maniias e suspeitas, insegurança e complexos de inferioridade, como de superioridade, narcisismo, timidez, tormento sexual, estão centrados em comportamentos anteriores do espírito, que não soube conduzir-se com a necessidade de dignidade. foi um maestro que não foi muito eficiente, causou desarmonia nos na sua orquestra, né, defraudando os códigos da vida, indo contra as leis divinas, mesmo que sem o conhecimento das demais pessoas. Então, eu fiz um monte de coisa errada, ninguém descobriu, mas o espírito sabe, minha consciência sabe. Somos, portanto, da opinião de que as problemáticas dessa, como de outra natureza, derivam-se dos processos reencarnatórios malsucedidos. reaparecendo como oportunidades de liberação dos erros e identificação com a vida e o equilíbrio. Estamos aqui para nos reharmonizar, expressando pelo transtorno aquilo que precisa sair, que precisa eh espiar para reequilibrar o aparelho psíquico. Saúde mental, tanto quanto física, é resultado da harmonia que deve vigir entre self e ego, mente e corpo, espírito e matéria, estabelecendo-se uma real identificação da finalidade existencial, o que que a gente veio fazer aqui? E o cumprimento dos deveres de iluminação e de paz interior. Busca pela reforma íntima, pela autoiluminação, pelo autoconhecimento. É o melhor caminho que a gente pode adotar na vida. na terra. O problema é que a gente chega aqui, se encanta com as coisas daqui e fica gastando a maior parte do tempo correndo atrás de coisas da terra e esquece de crescer espiritualmente enquanto a gente está envolvido com as coisas da terra. Porque não é uma questão de falar:

e fica gastando a maior parte do tempo correndo atrás de coisas da terra e esquece de crescer espiritualmente enquanto a gente está envolvido com as coisas da terra. Porque não é uma questão de falar: "Então, não vou fazer mais nada, não vou nem trabalhar". Não. É uma questão de que cada coisa que você faz ao longo do dia, nem que seja fazer compra no supermercado, a gente usar a oportunidade para crescer espiritualmente. Como que eu me sinto no supermercado? O que que me dá vontade? Eu fico com raiva? Eu presto atenção nos outros? Que que eu sinto quando eu não posso comprar uma coisa? Eu vejo alguém que pode comprar? Aproveita para crescer enquanto você tá fazendo compra. É nesse sentido que é o propósito de vida, é o crescimento. Não é ser isolar da vida material, mas é crescer em espírito enquanto se vive na matéria. E para a gente finalizar hoje, eu termino com Psicologia da Gratidão, capítulo 7. E Joana diz: "Visitado pelos transtornos emocionais de qualquer etiologia, ansiedade, anorexia, bulimia, distimia, medo, solidão, depressão, dentre outros, o indivíduo debate-se em aflições íntimas, sem a capacidade mental lúcida para discernir a melhor maneira de conduzir-se. A queixa e a reclamação constitui-lhe bengalas psicológicas em que busca apoio para a manutenção do estado mórbido, inconscientemente reagindo às possibilidades de refazimento e recuperação. Não há outro caminho. Não adianta reclamar, se sentir coitado, sentar e chorar, esperar o Salvador vim, tentar descobrir que médico que é o melhor de todos, que vai me curar. Não é por aí. O único caminho é realmente se conhecer, se compreender e se reformar, se iluminar. Então, a gente vai continuar estudando a doutrina espírita, aprendendo com Joana de Angeles, para descobrir como que a gente faz o maior estudo de todos, que é o estudo do si mesmo. Que a gente possa fazer esses próximos passos juntos, que a gente possa aprender sobre os transtornos juntos, que os nossos próximos encontros possam ser úteis,

o de todos, que é o estudo do si mesmo. Que a gente possa fazer esses próximos passos juntos, que a gente possa aprender sobre os transtornos juntos, que os nossos próximos encontros possam ser úteis, possam agregar, possam ajudar a gente a ampliar a nossa consciência. E eu conto com a compreensão de vocês para as fragilidades pessoais para esse estudo em específico. Mas vai ser um prazer estar com vocês. Obrigada. Até mais.

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