RENOVEMO-NOS - Márcia Sirotheau [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]
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Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição. Bom dia, meus amigos. Sejam muito bem-vindos ao nosso momento de harmonização da comunhão espírita de Brasília. Nós vamos hoje conversar sobre a nossa renovação. É um tema difícil, não tanto para a nossa compreensão, mas ele é muito difícil da gente colocar em prática. Mas estamos aqui para isso, né? Vamos, eu convido a todos para que nós possamos fazer uma prece pedindo ao nosso mestre Jesus que abençoe a nossa iniciativa. Essa iniciativa que nos reúne nesse momento, buscando receber os ensinamentos do Cristo, buscando colocá-los em prática. nos ajuda, Mestre Jesus, para que possamos nesses instantes refletir sobre as nossas vidas, sobre as nossas possibilidades de mudança e que possamos, Senhor, acima de tudo, perceber a grandeza da tua proteção, a grandeza do teu amor nos envolvendo, acreditando em nós e nos impulsionando a seguir adiante. Assim, querido amigo, pedimos a tua permissão e proteção para o início da nossa atividade de hoje. Graças a Deus. Meus amigos, o nosso estudo de hoje eh se refere ao livro Segue-me, uma mensagem do Espírito Emanuel que se intitula Renovemo-nos. é um convite à nossa renovação. E Emanuel começa essa reflexão nos trazendo uma frase de Paulo numa das cartas dele aos Coríntios. É o capítulo 5 versículo 15, quando Paulo diz assim: "Se alguém está em Cristo, nova criatura é". E essa frase, ela nos remete a uma reflexão. Será que nós que nos dizemos, né, nos entendemos cristãos, nós que entendemos que o que o Cristo falou tem um impacto, compreendemos a beleza da sua mensagem e nos sentimos assim animados para segui-lo. Meu Deus, que coisa linda, que revolução que ele veio trazer. Mas aí Paulo nos adverte, se alguém está em Cristo, ou seja, se nós nos afinizamos com essa mensagem e se ela nos envolve, então nós somos uma nova criatura. Se nós ainda não somos, é porque essa mensagem chegou só na nossa mente, mas não chegou ainda no nosso coração. E essa é a nossa tarefa. Eu acho que ela vai chegando aos
o nós somos uma nova criatura. Se nós ainda não somos, é porque essa mensagem chegou só na nossa mente, mas não chegou ainda no nosso coração. E essa é a nossa tarefa. Eu acho que ela vai chegando aos pouquinhos. Essa nossa renovação não é de um dia pro outro, mas a gente vai aqui, fecha uma coisinha aqui, outra pular, dá um jeitinho às vezes e um mau humor que a gente tem que nos incomoda, incomoda o outro, a gente regula um pouquinho aquele botãozinho e aí a gente vai se renovando aos poucos. E essa mensagem de Jesus vai fazendo sentido, porque o que o Cristo veio nos trazer é um roteiro para a nossa felicidade. Se fosse hoje, né, a gente podia imaginar até no nas nossas mídias sociais, #fica dica, porque é isso, é uma uma orientação, uma dica para que a gente vá traçando o roteiro da nossa felicidade. Aí a gente fala assim: "Puxa, mas eu tento fazer tudo que Jesus mandou e a minha vida não tá nada boa, ao contrário, só se complica." E aí, meus amigos, nós somos obrigados a olhar para um aspectozinho da nossa personalidade que às vezes a gente não presta muita atenção, que é o nosso imediatismo ou a nossa ansiedade. A gente quer, mas quer para ontem, mas nos esquecemos que nós estamos no tempo, no tempo de plantar a nossa mudança íntima. Se ainda nós colhemos frutos complicados, amargos, decepções, é por conta do que a gente plantou lá no passado, mas a gente vai assim se renovando. Então o espírito emano nessa lição, ele nos leva, nos convida para que a gente possa pensar quantas vezes a gente fala em Jesus, a gente veio da Páscoa, né? Então, quantas vezes a gente fala em Jesus? sem buscar a companhia de Jesus. Quantas vezes esse nome bendito tá na nossa boca, mas a companhia do Cristo a gente não tem buscado. E Emanuel vai nos dizer que muitos de nós conseguimos falar assim com maestria, uma beleza sobre as lições do evangelho. Mas sem haver soletrado, ele diz assim para nós, jamais qualquer ensinamento na linguagem da ação. Vejam que uma coisa é a gente entender a teoria e a gente até repetir
a sobre as lições do evangelho. Mas sem haver soletrado, ele diz assim para nós, jamais qualquer ensinamento na linguagem da ação. Vejam que uma coisa é a gente entender a teoria e a gente até repetir e achar que aquilo ali tá correto. Muito bem, é um passo no caminho. Mas a outra coisa é a gente falar do evangelho na linguagem da nossa ação, no nosso dia a dia. aquela ação que para nós não é natural, porque nós estamos ainda arraigados a velhos hábitos lá do passado. ação que para nós custa um esforço, mas é assim que nós vamos nos renovando, trazendo esse evangelho para o nosso dia a dia, para o momento que a gente tá no supermercado, que a gente tá pegando ônibus, abastecendo o carro, discutindo com a família, problema no trabalho, no momento em que a gente tá dando a nossa opinião sobre algum fato, acontecimento do nosso planeta, do nosso país. É nesse momento que nós somos chamados a colocar o evangelho na prática, na ação. Emanuel diz assim: "Muitos de nós falamos do evangelho desafio, sem procurar a inspiração desse evangelho em momento algum. Então eu pergunto para vocês e para mim também, naqueles nossos momentos de dificuldade, naquela hora em que a gente chega ali naquela encruzilhada, deu tudo errado, meu Deus do céu, como eu vim parar nessa situação. Nessa hora mais difícil, a gente deixa que esse evangelho seja uma inspiração para nós? Deixamos que isso aconteça ou não? É a pergunta que Emanuel nos faz, porque quando a gente fala muito, né, e os palestrantes, eu me incluo, são muito assim, eh, experientes nisso, né? Falam, falam, falam, sim, mas e a ação? Falar teoricamente é muito fácil. Jesus só falou coisa linda. Como é que a gente vai rebater alguma daquelas verdades do evangelho? Não é tudo lindo. Mas será que a gente anda falando só para parecer virtuoso? Ou será que a gente bota aquilo na prática lá dentro do nosso coração? Em momentos em que só nós sabemos, em que não tem ninguém para nos nos aplaudir, para anotar o que a gente fez? Não, não tem.
so? Ou será que a gente bota aquilo na prática lá dentro do nosso coração? Em momentos em que só nós sabemos, em que não tem ninguém para nos nos aplaudir, para anotar o que a gente fez? Não, não tem. Temos apenas nós como testemunhas silenciosas do nosso próprio esforço. Então, Emmanuel vai nos nos lembrar que muitos dizem: "Quero Jesus", mas não o aceitam. Nós queremos Jesus racionalmente. Agora nós aceitamos ele na nossa vida. E o que que é aceitar Jesus? Será que é só reconhecer, ah, ele veio. Outro dia uma pessoa muito querida me falou uma coisa que eu fiquei tão triste, falou assim: "Ah, Jesus foi uma uma figura histórica. Sim, também, mas não foi só isso. Ele veio nos propor uma renovação absurda que nós nunca imaginamos. Ele veio nos propor que a gente troque serve de base. Nosso piso sempre foi o orgulho, o primeiro eu, o quero ser servido. E ele veio nos propor uma revolução. Olha, tudo o contrário. Quem quiser o primeiro que seja o primeiro a servir. O orgulho não serve para nada. Tudo que ele veio nos falar nos convida a praticar a humildade, a fraternidade. Como fraternidade? Eu vou ser agora a besta com quem me agride, com quem? Ah, não, isso é também é papel de besta. A gente pensa, não é? Porque nós estamos ainda com esses hábitos muito antigos, arraigados. E ele veio nos propor uma revolução. Olha, tudo que vocês aprenderam, vamos fazer diferente. Eu venho propor outra maneira de existir. Então, aceitar Jesus é a gente tentar colocar em prática no dia a dia essa nova maneira de existir. Não é só aceitar racionalmente, não é apenas crença, dizeremo, mas é comunhão. Não apenas crença, mas comunhão. E o que que é essa comunhão? É uma, quando nós falamos em comunhão, a gente fala em uma comunidade, em uma associação. Estar em comunhão com Cristo é nos associarmos a ele no trabalho que ele veio propor para todos nós. Aí a gente pode falar assim: "Ah, gente, quem sou eu associar a Cristo? Logo eha desse tamanhinho cheia de problema. Eu vou me associar como nós nos associamos fazendo
ele veio propor para todos nós. Aí a gente pode falar assim: "Ah, gente, quem sou eu associar a Cristo? Logo eha desse tamanhinho cheia de problema. Eu vou me associar como nós nos associamos fazendo a parte que nós já conseguimos fazer nessa obra. E a gente lembra, uma obra é uma coisa muito grande. Tem os engenheiros, os arquitetos, os os que fazem as grandes realizações. Tem aquele que leva uma pedrinha. Sejamos esse que leva a pedrinha, se é o que a gente dá conta de fazer. Mas essa pedrinha a gente vai levar com o nosso coração. É o passo que nós somos capazes de dar. Vamos ter a consciência desse passo. E isso é estar em comunhão com Cristo, não apenas acreditar. E ele diz assim para nós: "Se pretendes quebrar as algemas que te prendem a sombra, não basta dizer que você é cristão. Se ou se eh se ornamentar com esse ou com aquele título, né? Ah, eu sou eu sou espírita, eu sou católico. Ah, eu eu comungo todo dia, eu vou à missa, eu tomo paz. Ah, eu sou eh palestrante médium. Não adianta isso. Não tem nenhum valor no sentido de indicar a nossa evolução espiritual. Nós temos as nossas tarefas. Agora da nossa evolução espiritual, quem dá conta é o nosso próprio coração. Em que momentos eu estou me superando, eu estou me renovando? Os títulos, as tarefas, não adianta. A nossa tarefa é um instrumento para o nosso crescimento, mas ela por ser não nos garante nenhum tipo de evolução. Ah, eu evoluí porque eu sou isso. Não, não evoluiu nada. Aliás, se você acha isso, então aí precisa ter mais atenção ainda, porque sinal que o orgulho a e a vaidade ainda estão ditando a sua maneira de pensar. Então ele vai nos dizer que não basta a gente se atribuir um título ou uma virtude exterior, é imprescindível te transformes por dentro, fazendo luz para o cérebro e luz para o coração. É essa transformação que a gente precisa fazer. E o evangelho, meus amigos, é esse guia para a nossa felicidade. E aí, Emanuel fala: "Como é que a gente vai fazer essa renovação?" Para isso, a gente deve eh
transformação que a gente precisa fazer. E o evangelho, meus amigos, é esse guia para a nossa felicidade. E aí, Emanuel fala: "Como é que a gente vai fazer essa renovação?" Para isso, a gente deve eh se a gente quer com o evangelho alcançar a nossa felicidade, a gente deve se lembrar que é preciso que a nossa alma esteja em Jesus para que a gente se renove. com essa impressão maravilhosa que ele causou em todos nós. Alguns de nós despertamos há mais tempo, outros, a maioria de nós agora recentemente começa a despertar para entender o que ele veio falar. Mas essa impressão que ele nos trouxe e que assinalou, que marcou toda a passagem do Cristo pela terra, que foi esse sentimento de amor, isso marcou a passagem do Cristo pela terra. E usar esse amor para o bem. Esse usar o amor para o bem é o quê? a caridade, que é o caminho que o Cristo veio nos propor. Porque o amor, se ele fica guardado em nós, de que adianta na hora que a gente coloca esse amor em movimento é o quê? É a caridade. Então, realmente estou conseguindo aprender um pouquinho a amar. Na hora que eu entendo que a caridade é uma maneira de eu expressar o meu amor, é o amor em movimento, é a caridade. Então assim que Emanu nos fala, a gente colocar esse sentimento que marcou as atitudes do Cristo e usar as nossas mãos para o bem, como ele fez. E aí ele nos diz: "Certamente ainda hoje seremos nova criatura, ajudando a terra pela qualidade da nossa vida e edificando a nós mesmos, em nós mesmos, a maravilha do céu. É o é o vem a nós o vosso reino. É trazer esse reino de Jesus, do Cristo, o reino do Pai para o nosso coração. E nós já entendemos isso, porque nós percebemos quando a gente tá com os pensamentos desalinhados, quando a gente tá com sentimentos assim confusos, onde que nós estamos? Será que nós estamos em um lugar bom? A gente está às vezes no inferno mental, emocional. E ao contrário também é verdadeiro quando a gente consegue apaziguar os sentimentos, os pensamentos. Quando nós conseguimos nos ver como
lugar bom? A gente está às vezes no inferno mental, emocional. E ao contrário também é verdadeiro quando a gente consegue apaziguar os sentimentos, os pensamentos. Quando nós conseguimos nos ver como parte de uma engrenagem, utilizando o trabalho como ferramenta para o nosso crescimento, a gente sente aquela paz, aquela coisa boa, é um pouquinho desse céu que a gente começa a trazer para dentro de nós. Então, meus amigos, é muito importante que a gente tenha isso bem claro para todos nós. E eu lia, agora eu não vou lembrar exatamente aonde, né? Mas não é uma um pensamento meu, eu lia em algum lugar. A a nossa existência, ela é de tal maneira marcada pela solidariedade, que é a impressão do amor na nossa vida, é o, vamos dizer assim, o carimbo do amor, a solidariedade, que se a gente olha pra natureza, a gente vai ver, a gente vê uma árvore linda, ai que árvore linda, mas ela precisa da raiz para se manter. E a raiz, por sua vez, precisa da terra. A terra é muito nutritiva, mas precisa de água. Vejam que essa necessidade do auxílio mútuo, ela está em toda a natureza. Por isso nós não podemos nos isolar nos nossos momentos difíceis, nas provas que a gente atravessa, que são decisivas para nós, nos momentos em que nós nos sentimos injustiçados, solitários, vamos em busca do outro, praticando esse amor que Jesus nos ensinou. E aí nós vamos vendo que essa renovação começa a acontecer, porque o amor é um ciclo. Eu não posso desejar aprender a amar se eu estiver fora desse ciclo, dessa troca contínua de auxílio. essa troca que nos faz às vezes quando a gente tá num momento melhor, a gente poder dizer uma palavra boa pro outro, auxiliar de alguma maneira, daqui a pouco a gente cai, tropeça, aí vem o outro e nos auxilia. Vejam que é um grande ciclo da vida. E assim, isso é colocar o evangelho em prática, é nós nos entendermos como parte dessa dessa grande corrente, essa grande corrente de amor, essa grande corrente de luz. Eu gostaria, meus amigos, só falando de renovação, de contar para vocês muito
, é nós nos entendermos como parte dessa dessa grande corrente, essa grande corrente de amor, essa grande corrente de luz. Eu gostaria, meus amigos, só falando de renovação, de contar para vocês muito brevemente uma uma história que é muito bonita, se encontra no livro Terapias da Paz, se eu não me engano. E essa história conta que um viajante, um mestre, passava com seu discípulo por uma terra, uma estrada, e aí precisavam de um local para se abrigar. Eles estavam indo em direção ao mosteiro sagrado, um lugar de peregrinação, o mestre e o discípulo. Então, viram um lugarzinho que eles podiam se hospedar muito simples. Era um sítiozinho pobre, assim, uma uma penura danada. Mas aí o o dono do sítio, a sua família, os receberam muito bem. Não tinha muita coisa não. Ah, tinha só um leite que é uma vaquinha que eles criavam, dava esse leite. Era o único alimento. Mas eles dividiam com amor, com generosidade, com alegria. E aí é, o discípulo fica muito conduído, mestre, mas eles estão tanta necessidade, que que a gente poderia fazer, talvez para ajudar pessoas tão boas, passando tanta dificuldade e o mestre fala: "Olha, a gente não sabe, vamos orar por eles, né?" Mas cada um tem experiências a serem vividas para o seu progresso. Então nós não sabemos nada sobre isso, mas sabemos que Deus é justo. E aí eles vão embora no dia seguinte, né? Se despedem muito agradecidos. No ano seguinte, o mestre e o seu discípulo voltam para essa mesma peregrinação que eles realizavam todos os anos. E aí se lembram dessa família tão acolhedora que com tanto carinho os havia recebido. Mas eles olham, chegam ali naquela parte da estrada onde tinha um pequeno sítio e que alegria, tá tudo tão diferente. Ah, o sítio tem assim uma cerca pintadinha, tem plantações, alguns animais. Meu Deus, será que é o mesmo local? Mas eles olham de longe, avistam o senhor que era o dono do sítio e acenar alegremente para eles. Que alegria, quanta coisa, o que aconteceu? E aí o dono do sítio diz assim: "Olha,
ue é o mesmo local? Mas eles olham de longe, avistam o senhor que era o dono do sítio e acenar alegremente para eles. Que alegria, quanta coisa, o que aconteceu? E aí o dono do sítio diz assim: "Olha, foi uma grande uma grande desgraça no começo, porque a nossa única vaca, aquela que era responsável pela produção do leite, que a gente vendia e daí tirava o nosso sustento, ela foi pro brejo e ficou realmente atolada e nós não conseguimos tirá-la de lá. Então, a vaquinha morreu e aí nós ficamos sem absolutamente nada. Foram tempos muito difíceis em que o desespero invadiu os nossos corações e a gente começou a cavar, cavar aqui e a procurar desesperado alguma coisa que a gente encontrasse para comer. E nesse desespero encontramos um pequeno olho d'água e cavamos, cavamos, cavamos e encontramos um poço. Cavamos esse poço e daí tiramos água e começamos a plantar alguma coisa e a vender produto da plantação. E aí podemos adquirir os animais e alimentar. Estamos hoje em melhor situação. E essa lição, meus amigos, nos convida para que nós possamos pensar. No caso da história, era uma grande desgraça que foi a vaquinha ter ido pro brego, literalmente, né? E promoveu a nossa a a renovação daquela família, das condições materiais daquela família. Isso em sentido eh figurado. Como nós podemos trazer para nós em que momento que a nossa vaca vai pro brejo, que tudo dá errado? Será que nós também não estamos às vezes atravessando uma situação parecida com daquela família em que a necessidade nos convida a nos reinventar? Precisamos fazer diferente, procurar outras formas de existir e assim nós vamos nos renovando. A desgraça que aparece e que muitas vezes com essa aparência de desgraça traz em si bênção, porque nos mostra que a maneira como nós estamos existindo não é mais adequada às nossas necessidades de evolução. Nosso coração anseia por algo mais. Então vamos aproveitar, meus amigos, os momentos de dificuldade, sim, mas os de alegria também. Os momentos em que os nossos planos dão errado, não foi como eu
ção. Nosso coração anseia por algo mais. Então vamos aproveitar, meus amigos, os momentos de dificuldade, sim, mas os de alegria também. Os momentos em que os nossos planos dão errado, não foi como eu queria. Por que que isso tá acontecendo? Vamos aproveitar todo o material que a nossa vida nos ofertar para a nossa renovação, para que a gente vá cavando o nosso próprio coração em busca desse amor de que o Cristo nos falou, que todos nós somos portadores, porque ele nos falou que todos nós éramos luzes, que a nossa luz pudesse brilhar. Eu agradeço meus amigos esse momento e convido a todos para o passe que será ministrado em seguida. Fiquem com Deus, uma excelente tarde para todos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os
bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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