O OBJETIVO DO ESPIRITISMO - Márcia Sirotheau [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 13/11/2025 (há 4 meses) 42:30 808 visualizações

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Transcrição

de coração a paz [música] dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi [música] nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, [música] doando amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, [música] mesmo tão longe de [música] atingir a perfeição, aqui eu [música] entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti. Boa tarde, amigos. Que a doce paz de Jesus esteja com todos nós. Vamos começando esse nosso momento das 18 horas com uma breve leitura que tá nesse livro Levantar e Seguir, que é do José Carlos Delucas. E ele começa falando com a fala de Chico Xavier que diz assim: "Espiritualizar-se não significa ser miserável, nem tampouco deixar de desfrutar de maneira racional os bens materiais que o homem com a sua inteligência e o seu trabalho criou". Espiritualizar-se é conduzir a vida no caminho do bem, do amor ao próximo e da caridade material e espiritual. É fazer esforço constante para corrigir seus defeitos e domar seus maus instintos. Enfim, é crescer, é fazer crescer o reino de Deus dentro de nós. Aí o Deluca veio falando três parágrafinho. Espiritualizar-se é transcender a matéria. A vida não se esgota entre as os estreitos limites do nascimento e da morte. O sentido da vida não encontraremos na mera conquista dos bens e valores que a própria experiência da matéria haverá de um dia fazer desaparecer. Espiritualizar-se é alimentar a nossa alma de sentimentos que nem a morte será capaz de os consumir. É a juntar os tesouros do céu como como propõe Jesus. Espiritualizar-se é conduzir a vida no caminho do bem, o qual não se percorre apenas quando deixamos de fazer o mal. Não basta afastar-se do mal, é preciso fazer o bem. Nossa melhor herança será o bem que formos capazes de fazer. É isso que nos fará fará eternos no coração das pessoas. Espiritualizar-se é viver no mundo sem ser do mundo. É fugir a brutalidade. É ter consciência de que nossos atos repercutem e sempre retornam a nós

so que nos fará fará eternos no coração das pessoas. Espiritualizar-se é viver no mundo sem ser do mundo. É fugir a brutalidade. É ter consciência de que nossos atos repercutem e sempre retornam a nós mesmos. É saber que somos parte de um todo e que estamos ligado a ligados a tudo e a todos. é viver sem o peso dos apego e tudo aquilo que é transitório. Espiritualizar-se é deixar o amor crescer em nós e isso é divino. Então, com essa com essa mensagem, nós começamos esse nosso momento em agradecimento ao Pai, a Jesus, a nosso guia protetor, todas as oportunidades que eles têm nos dado de nós crescermos, de nós sermos melhores. Agradecer porque hoje nós podemos estar aqui tranquilos, serenos, sentados assistindo. Vamos assistir uma reflexão, vamos nos tornarmos melhores, né? Trazer Jesus mais para dentro do nosso coração e depois nos banquetearmos com o passe, né, com a boa energia, esse alimento que nos faz acalmar e serenar os nossos ânimos. E assim nós começamos dizendo: "Graças damos por tudo que temos, por tudo que nos acontece e por aqui estarmos. Graças a Deus. Bom, amigos, hoje nós temos a Márcia Cirotô, né, nossa amiga querida, eh, de um de um horário das quartas-feiras, né, e ela vai falar para nós, ainda estamos no livro do Vinícius, Vinícius, que é nosso amigo, né, ela vai falar para nós o objetivo do espiritismo. Então, a palavra está com ela. Meus amigos, boa tarde a todos. É sempre uma alegria estar aqui com vocês nesse horário, até porque nesse horário eu consigo ler sem óculos 6 horas um pouquinho mais tarde. É o limite. Então é uma alegria. Brincadeira, gente. Se precisar tá aqui, né? Com gratidão. Mas nós temos hoje essa reflexão que nos é proposta pelo nosso irmão Vinícius, nosso amigo, como a Rute falou, que já vira amigo, a gente estuda tanto, né? E fica tão próximo dessas lições que nos ajudam. Então, a gente já pode ter essa ousadia de dizer amigo. E ele vem nos propor uma reflexão sobre o objetivo do espiritismo. Mas não é uma reflexão em que a gente vá

róximo dessas lições que nos ajudam. Então, a gente já pode ter essa ousadia de dizer amigo. E ele vem nos propor uma reflexão sobre o objetivo do espiritismo. Mas não é uma reflexão em que a gente vá pensar sobre o espiritismo como religião, o que que ele quer, o que ele pretende, é a melhor, será? Será que é é coisa de gente evoluir, o espiritismo? Outras não são? Não é nada disso que ele nos propõe. Ele nos propõe para que a gente pegue esse momentozinho e possa avaliar diante das nossas provas, das nossas aflições, o que eu aprendo na casa que eu frequento, seja ela espírita ou católica, não importa, onde eu vou me abastecer de força, de conhecimento, de bênção, onde eu vou me conectar com o mais alto. nos meus momentos de dificuldade, eu consigo acessar esse recurso? E é outra coisa, quando eu consigo acessar esse recurso, que bom, tudo que eu aprendo me conforta, me ajuda, que ótimo. Segundo ponto, será que eu consigo estar à altura da responsabilidade daquele que já conhecendo pode utilizar esse conhecimento para ajudar o outro? Será que eu fico com esse tesouro só para mim ou será que eu sou capaz de compartilhar? Interessante a mensagem que foi lida aqui no começo, né, de espiritualizar. Eu achei bacana porque não fala em espiritizar, não é pra gente virar espírita, nós somos, né, a maioria aqui e quem não for, não tem problema nenhum. Mas a questão nunca foi essa. A questão é o desenvolvimento dos nossos talentos, da nossa amorosidade. Colocar isso em prática, nós assumirmos o papel de filhos de Deus, fazendo a nossa parte na criação. Então esse é o nosso objetivo. E nosso irmão Vinícius vem nos falar nessa lição que se intitulou Objetivo do Espiritismo. Ele vem dizer primeiro do evangelho de Jesus, que é pelo evangelho que a gente vai falar de espiritismo. O evangelho é então a base para o espiritismo, como é a base para muitas outras religiões. Então, a igreja espírita é antes de tudo uma igreja cristã. A nossa base é o ensinamento do Cristo, tentando resgatar

lho é então a base para o espiritismo, como é a base para muitas outras religiões. Então, a igreja espírita é antes de tudo uma igreja cristã. A nossa base é o ensinamento do Cristo, tentando resgatar como fez a Igreja Católica em vários momentos, como fizeram também os protestantes em vários momentos, a gente sempre tenta voltar lá na origem, porque nós vamos em qualquer tipo de pensamento, a gente vai colocando um pouquinho às vezes do que tá no mundo, do que é nosso e aqueles ensinamentos vão ficando deturpados. Então, o objetivo do espiritismo é a gente resgatar esse cristianismo primitivo, esse cristianismo que vai falar da de uma simplicidade, de uma pureza, que vai trazer essa verdade que nos alimenta. Então, tal como estabeleceu Jesus, tal como os apóstolos entenderam, depois isso foi ficando deturpado, aí a gente volta de novo. Pera aí, tira tudo, tira toda a pompa, a circunstância, tira a solenidade, o que que fica de essência mesmo? Não é o amor ao próximo, não é amor a nós mesmos. E é isso que a gente procura resgatar. Então, meus amigos, eh ele vai nos lembrar que Jesus Cristo é o fundamento de várias edificações. Então, com base no que o Cristo falou, várias religiões surgiram. Umas permanecem até agora e vão se renovando, outras foram esquecidas. Então, o fundamento era o mesmo. Mas como é que essa esse sistema de crença foi erguido? E aí, Vinícius vai nos falar, olha, em cima desse fundamento, que é o que o Cristo vem ensinar, foram feitas obras, umas obras de prata, outras obras de ouro, outras de pedras preciosas, para nos falar da multiplicidade de visões que nós podemos ter a partir dessa base cristã, outras de madeira, outras de palha, outras de feno. Mas essas obras elas vão ser provadas no fogo e aí umas vão permanecer e a outra serão desfeitas. E que que é esse fogo que o Vinícius nos fala? São as dificuldades que nós temos. Então a gente tem uma determinada crença. Diante das dificuldades, aquela crença me socorre, ela me ajuda para que eu me

que que é esse fogo que o Vinícius nos fala? São as dificuldades que nós temos. Então a gente tem uma determinada crença. Diante das dificuldades, aquela crença me socorre, ela me ajuda para que eu me levante, para que eu entenda o sentido da minha existência? Então, se ela tem esse efeito, essas crianças permanecem porque a base é sólida e a obra foi sólida também. Agora, outras que são erguidas sobre essas mesmas bases, algumas não permanecem porque elas foram se deturpando. Então, esse fogo que pode representar dificuldade, as provas, o próprio passar do tempo também é um fator de para que a gente possa medir aquele conhecimento, ele era sólido ou ele era só um modismo de uma determinada época. E aí, Vinícius fala para nós que a época de prova chegou, que são os nossos dias. A interessante que ele escreveu esse livro em 1936, mas tá atual ainda, né? Chegou para nós também, continua chegando. São esses dias que a gente tem atravessado que vem nos colocar à prova. E eu tenho pensado, tenho visto como que a gente tem se deixado às vezes capturar por corrente de energia que envolvem o nosso planeta, de negatividade, de pessimismo, de divisão, de eu contra o outro. Como a gente tem se deixado capturar por isso e como isso tem nos feito mal. Mas existem outras correntes em circulação também nesse mesmo nosso planeta. correntes, eu tô falando espirituais, energéticas, nos convidando também a que a gente se deixe levar. São as correntes da amorosidade, da fraternidade, da solidariedade. E aí nós podemos sempre escolher a nossa sintonia. Então, a tarefa do cristianismo nos juiz Vinícius é restaurar o cristianismo, levantando uma obra imperecível. E aí, meus amigos, ele não fala tanto de reerguer uma religião que seja, vamos dizer assim, perfeita ou magnífica, né? Restaurar o cristianismo levantando uma obra. Que obra é essa? Será que é um centro espírita maravilhoso? Não que não possam existir vários, né? Perfeito nenhum é porque é feito pela gente, né? E nós somos todos doentes em

mo levantando uma obra. Que obra é essa? Será que é um centro espírita maravilhoso? Não que não possam existir vários, né? Perfeito nenhum é porque é feito pela gente, né? E nós somos todos doentes em tratamento, nos ajudando. Mas essa obra que a gente precisa restaurar é dentro de nós. É o cristianismo que precisa ser edificado dentro de nós ainda. E o espiritismo vem nos ajudar com isso. Por quê? Porque ele nos traz a novidade dessa fé raciocinada. Ele nos dá a possibilidade de podermos questionar, ah, porque é assim, não é um dogma, não pode. Ninguém pode perguntar, é porque é, você tem que ter fé. E o Espiritismo traz para nós a fé raciocinada, que é aquela, a fé, a fé inabalável que nos diz Kardec, que é aquela que pode em qualquer momento encarar a razão de frente ali no olho, face a face a face, e ela não desmorona. Então é a fé que ela vem basada em explicação e por isso a doutrina espírita nos traz explicação sobre a nossa relação com o mundo espiritual. E nós ainda vivemos como se a gente fosse aqui nós e os espíritos, né? Sei lá onde que a gente acha que eles estão, mas nós estamos todos misturados. A diferença é só de densidade da matéria. E isso a física vai explicar com os anos. Cada vez melhores explicações vão chegar, já começam a chegar para nós com a física quântica, né? E todas esses esses avanços da ciência. Então, essas relações entre o mundo material e espiritual, as reflexões sobre o sentido da vida, eles vão como que dando para nós um norte para que diante dos meus problemas, na hora que a coisa pega, que fica difícil, eu consiga dar um passo, não sei nem se para trás, mas como se eu desse um passo distanciando um pouco do meu problema para que eu veja de uma perspectiva mais ampla. que que eu vim fazer aqui na Terra? Qual o objetivo do sofrimento? O que que quando as coisas não são como eu quero, o que que eu tenho que aprender com isso? E eu fico imaginando, já pensou se tudo fosse do jeitinho que a gente quer, gente, toda hora. Ah, eu quero assim, pronto, é assim, agora eu

são como eu quero, o que que eu tenho que aprender com isso? E eu fico imaginando, já pensou se tudo fosse do jeitinho que a gente quer, gente, toda hora. Ah, eu quero assim, pronto, é assim, agora eu quero assado, tá bem? Vai ser assado. A gente ia ficar no mínimo tão mimado e tão insuportável. Evolução, ixe, ia demorar, olha, milênios e milênios para acontecer. Então essas contrariedades elas vêm nos desafiar para que a gente cresça, para que apresente o nosso melhor. E Vinícius fala para nós, então, que o fundamento dessa edificação, do espiritismo ou dessa igreja que a gente constrói dentro de nós, essa base imutável, há séculos foi lançada sobre essa rocha inamovível, contra a qual não prevalecem absolutamente nada de inferior ou de negativo ou de de paixões primitivas ou do materialismo. Que que ele tá nos falando? Que base é essa? é a base do amor. Essa base, ela vai se solidificando e não tem negatividade e não tem materialismo e não tem vício que possa abalar essa base. Ela é a nossa base que faz com que a gente possa aí sim a partir dela, trabalhar os próprios vícios, trabalhar as próprias paixões, trabalhar o tanto que a gente tá mais ou menos materializado, né? Nosso objetivo é aqui na matéria irmos nos espiritualizando. Então, como foi lido na mensagem eh que foi trazida pela Rute, parece que ela combinou, combinou, né, com a espiritualidade. Sempre a gente que não sabe desses combinados, mas tá tudo combinado. Essa espiritualização é a nossa o nosso empenho na prática do bem, o nosso empenho em desenvolver as nossas virtudes, em domar as nossas mais inclinações, o nosso vício. E aí a gente vai se espiritualizando. É da noite pro dia? Claro que não. A natureza não dá salto. E uma das principais lições que a gente aprende com a natureza é a paciência. Se a gente for olhar o nosso processo de evolução, isso quem fala para nós é RAMD. No livro Prazeres da Alma, a gente demorou bilhões e bilhões de anos para sair daquela situação de organismo unicelular para consciência,

o nosso processo de evolução, isso quem fala para nós é RAMD. No livro Prazeres da Alma, a gente demorou bilhões e bilhões de anos para sair daquela situação de organismo unicelular para consciência, consciência em forma de natureza que somos nós. Imagina quanto tempo a gente demorou. E esse processo foi sendo feito como? de maneira paciente, constante. Assim também a nossa evolução espiritual precisa da nossa vontade, da nossa paciência, do nosso empenho. Então, meus amigos, eh Ramed não, Vinícius vai nos dizer que esses, todas essas crenças assim dogmáticas, aquelas que não deixam a gente pensar, elas acabam com o tempo sendo suplantadas, porque nós vamos nos desenvolvendo, vamos raciocinando e tudo que nos religa ao criador há de ter por base também o raciocínio, o sentimento. Essas duas asas nas quais a gente vai se equilibrando, como diz Emmanuelo, o sentimento e a racionalidade para que a gente possa alçar os nossos voos. E ele nos diz que a nossa sociedade ela se debate no verdadeiro caos. Aí ele fala assim: "Após a terrível guerra mundial". Ele tá falando da primeira ainda, porque o livro foi foi escrito em 36, né? Então ele tá falando da primeira. se debate num caos e ele nos fala algo que nós temos tido muita notícia nos livros que falam da transição planetária do Manuel Filomeno de Miranda e vários outros que vão nos falar desse momento que a Terra vive. Ele nos fala que as hordas bárbaras dos vândalos e dos unos estão em atividade. Aqueles bárbaros lá da antiguidade, aquelas guerras horrorosas, brutais, estão em atividade. Muitos desses espíritos não evoluíram ainda e vem pra Terra. E a gente olha e fala: "Meu Deus do céu, que bagunça, que que virou isso?" Mas nós estamos aqui, meus amigos, a trabalho. A gente não está a passeio. Então, se todo mundo tivesse um crachá, ia ser assim: Maria de Souza, há trabalho na terra. A passiva, a gente não está, não é de férias. Então, viemos para dentro da nossa pequena possibilidade, porque a gente já tem algum entendimentozinho e já tem uma

Maria de Souza, há trabalho na terra. A passiva, a gente não está, não é de férias. Então, viemos para dentro da nossa pequena possibilidade, porque a gente já tem algum entendimentozinho e já tem uma alguma vontade também de se superar para que a gente dê a nossa colaboração, para que a gente possa dar nossa colaboração para essa transformação que vai se operar em nós e no nosso próprio mundo. Então ele diz que essas hordas de bárbaros estão em atividade, pois outra coisa não são essa dissolução de costumes, essa corrupção de caracteres, essa selvageria, essa imprudência que buscam só os prazeres e ostentam os vícios. A gente ainda tá nessa situação, né? Quase, quase um século depois que Vinícius escreveu, a gente ainda tá na mesma situação. Claro que com melhoras, porque a gente vai se escandalizando. Então, esse mal que aparece, ele tem um sentido para nós. Não é que Deus fechou os olhos e deixou tudo aí solto e a coisa tá sem controle. De jeito nenhum. Esse mal vem nos despertar para que nós possamos sair da indiferença, como foi lido na mensagem de de abertura. Não basta a gente falar assim: "Nossa, eu sou uma pessoa tão boa", né? A gente fala assim: "Eu sou do bem". É bonito, né? Ser do bem. Mas não é mais isso. Não basta que a gente não faça o mal. A gente precisa ir em direção ao outro para estender a nossa mão. E não é, não quer dizer que a gente tenha que largar tudo. Agora eu vou virar o quê? Eu vou virar uma missionária, não é isso? A gente faz isso no supermercado, no posto de gasolina, levando o filho pro colégio. A gente faz isso em todo lugar, o nosso olhar amoroso em direção ao outro. E esse é o nosso trabalho. Então, meus amigos, é a prova de fogo a que nós somos submetidos e temos esse instrumento que é essa fé inabalável de que nos fala o evangelho. Nós somos chamados à construção dessa fé. No capítulo 19 do Evangelho, tem um item que se chama a fé que transporta montanhas. E nesse item nós aprendemos que não é a fé que nos deve que nos deve procurar.

omos chamados à construção dessa fé. No capítulo 19 do Evangelho, tem um item que se chama a fé que transporta montanhas. E nesse item nós aprendemos que não é a fé que nos deve que nos deve procurar. Então, às vezes a gente fala assim: "Ah, eu queria ter a fé que o fulano tem, mas eu não tenho. Ah, eu queria tanto que eu essa fé chegasse, mas essa fé não vai procurar a gente, é a gente que tem que ir atrás dela, a gente que tem que trabalhar por ela." E o evangelho nos diz que se a gente fizer esse trabalho com sinceridade, a gente vai encontrar essa fé. Mas pera aí, qual é a minha dificuldade para que essa fé vá crescendo em mim? Bom, se a gente quer fazer alguma coisa, né, a gente tem que ter primeiro objetivo, OK? Como é que eu vou fazer? Tá bom, quero desconstruir a nossa fé. Como que eu vou fazer? Ah, a prática do bem foi, a gente aprendeu tanta coisa nessa lição do início, a prática do bem, a oração, a o nosso esforço para domar as mais inclinações, tá bom? Então, já temos até instrumento. E quais são os problemas que a gente vai enfrentar para construir a fé? E o evangelho vai nos falar a indiferença que é grave. E nós vamos ver lá na lição eh que o espírito Lázaro vai nos trazer. E aí já é em outro capítulo, né? Eh, no capítulo 9, que fala: "Bem-aventurados os mansos e pacíficos, tem uma lição sobre obediência e resignação em que o espírito Lázaro vai nos falar: "Olha, o a grande qualidade da dessa geração aí de vocês, que é a nossa ainda, é o avanço intelectual. Isso é mesmo, né?" Lá no século retrasado ele disse isso e ainda é, a gente avançou muito mais. E o nosso grande vício, a indiferença moral. Então, a indiferença é ainda um obstáculo para que a gente vá construindo essa fé dentro de nós. E voltando lá à lição da fé que transporta montanhas, a gente vai ver por que que a gente não tem ainda essa fé. E nós aprendemos a indiferença, o medo de ser forçada a mudar de hábito, porque às vezes a gente quer ficar daquele jeito. Ah, mas esse jeito não é o ideal, mas eu gosto.

gente não tem ainda essa fé. E nós aprendemos a indiferença, o medo de ser forçada a mudar de hábito, porque às vezes a gente quer ficar daquele jeito. Ah, mas esse jeito não é o ideal, mas eu gosto. Eu não quero ainda fazer o sacrifício da mudança. E o orgulho, porque às vezes a gente se recusa a reconhecer um poder superior. Se eu tô aqui, tá tudo como eu quero. Ah, que lindo Deus. poder superior. Na hora que eu sou contrariada, eu já começo a achar, olha, ele se enganou, não é possível. E a gente já começa a bater de frente com esse poder superior, por é o nosso orgulho que ainda é grande e precisa ser trabalhado, ser trabalhado por nós. Então, meus amigos, voltando aqui a nossa lição, a gente foi lá no evangelho e voltou, né? Mas essa lição que o espírito Vinícius nos traz, ele vai nos falar também do egoísmo. Esse egoísmo que nos atrapalha ainda tanto também, cada um por si. A gente não liga pro outro, né? a gente vê uma tragédia, só um número só, tá tão longe de mim e aí eu vou atrás das minhas coisas, da Esse egoísmo ainda precisa ser enfrentado por nós para que a gente vá se espiritualizando. Então Vinícius fala assim para nós: "É tempo, portanto, de pensarmos seriamente no desempenho do mister que o céu confia aos adeptos do Espiritismo. E eu vou pedir licença pro espírito Vinícius di muito assim com muita muita humildade eu vou me arriscar aqui a falar por só do espiritismo de todos os cristãos não é por que que a gente tem que ficar só no nosso eh a tarefa é de todos nós que queremos ver o mundo melhor. Ah, mas eu sou budista. Parabéns. Também dá. tem instrumento. Por quê? A mensagem do Cristo, a essência está também em outras religiões, mesmo que elas não se digam cristãs, como por exemplo, o budismo, que não é uma religião de base cristã, mas que fala do amor e da compaixão que o Cristo veio pregar. Então, não é o rótulo, é o conteúdo. Esse conteúdo é o que nos interessa. Então, é tempo da gente pensar seriamente na nossa missão como adepto dessa ou daquela escola

paixão que o Cristo veio pregar. Então, não é o rótulo, é o conteúdo. Esse conteúdo é o que nos interessa. Então, é tempo da gente pensar seriamente na nossa missão como adepto dessa ou daquela escola religiosa, que o nosso coração se afeiçoe mais. Levantar sobre os escombros dos templos desfeitos pelo fogo da prova, o templo vivo da fé. Essa é a nossa tarefa. Vamos pensar sobre essa tarefa. Levantar sobre os escombros dos templos desfeitos pelo fogo da prova. Ou seja, aquilo ali que não resistiu à prova, que esmoreceu, que desfaleceu. Vamos reerguer. É nossa tarefa. O templo vivo da fé. Essa fé que consola, que regenera, que purifica e que salva. Então, meus amigos, a gente tá naquela fase do nosso planeta em que todos nós somos os trabalhadores. Ah, mas eu vou só na na comunhão, eu vou só vou assistir palestra, não faço nenhum trabalho, não tô ass no momento, não quero. Engano seu, todos nós estamos aqui trabalhando. Ou vocês acham que as nossas energias de esperança, de bondade, amorosas, não são aproveitadas pelos nossos amigos da espiritualidade em prol dos trabalhos de cura, de regeneração, de reerguer as pessoas. Quantos trabalhos acontecem aqui nessa casa, em outros lugares, nesse sentido, de socorrer aquele que tá no erro e que às vezes olha para si mesmo e fala assim: "Eu não, não mereço, não sei outro tipo de vida, eu não mereço, para mim não deu." Que a esperança tá lá no no fundo do poço, né? é de reerguer e estas nossas vibrações fazem parte para o nosso trabalho. Então, nos momentos de prece, vamos imaginar o nosso coração como se fosse uma flor se expandindo e vamos emitir a nossa amorosidade, a melhor que tivermos. É o amor do Cristo, não é? ainda não é, mas é o nosso melhor amor. Isso que é esperado de todos nós. Então, meus amigos, é a nossa missão, é espalhar a palavra de consolação, de fraternidade, de esperança, de paz. Aí a gente um momentinho, uma pausa, a gente olha assim paraa nossa vida, os últimos acontecimentos da última semana e cada

, é espalhar a palavra de consolação, de fraternidade, de esperança, de paz. Aí a gente um momentinho, uma pausa, a gente olha assim paraa nossa vida, os últimos acontecimentos da última semana e cada um de nós vai fazer um exercício. Eu espalhei essas palavras: consolação, fraternidade, esperança e paz. Dá para eu espalhar um pouquinho mais? Eu consigo melhorar essa minha? Então é a nossa tarefa e que a gente se arme de decisão e de coragem. Nós sempre podemos decidir o que fazer, como diz o psiquiatra Vctor Frankel, né, que é o fundador da logoterapia. Nós somos reféns das circunstâncias. Às vezes eu tô, a circunstância não vai mudar, é uma circunstância física, social, política, não importa. Ele teve preso em campos de concentração por muitos anos, né, e saiu de lá e fundou a logoterapia. E ele vai nos dizer que nós temos a essência da liberdade, porque apesar da gente ser prisioneiro de algumas circunstâncias que a gente não consegue mudar, algumas não conseguem mesmo, né? A gente pode escolher como reagir diante dos acontecimentos, a gente pode escolher. Então essa esse nosso senso de responsabilidade e essa nossa liberdade são o sentido da nossa existência. Eu consigo controlar essa parte, qual é a reação que eu vou apresentar? Então, armácia de decisão e de coragem, porque nós somos os obreiros do Senhor. Somos aqueles que estão aí para se regenerarem. Então, meus amigos, para que a gente possa encerrar aí, agora eu vou precisar do óculos, que é o evangelho, eu não consigo ler sem. Então, na mensagem que fala dos obreiros do Senhor, né, capítulo 20, o espírito da verdade nos traz, eu queria só ler esse trecho aqui como um incentivo para todos nós. Felizes serão os que houverem dito aos seus irmãos: "Trabalhemos juntos e unamos os nossos esforços. a fim de que o Senhor na sua vinda encontre a sua obra acabada. Porque a esses o Senhor dirá: "Vinde a mim, vós que sois os bons servidores, vós que soubestes calar os vossos melindres e as vossas discórdias para que a obra não sofresse. Nós somos

ua obra acabada. Porque a esses o Senhor dirá: "Vinde a mim, vós que sois os bons servidores, vós que soubestes calar os vossos melindres e as vossas discórdias para que a obra não sofresse. Nós somos esses servidores." Qual é a obra? A regeneração de nós mesmos, a regeneração do nosso planeta. Nos atrapalha os nossos milindres. A gente tá numa atividade, aí de repente um olhou para mim de cara feia, porque aquele outro não é aquilo que eu achava que ele era. E a gente começa a ficar um com o outro de confusão ali, de choque, calar os milindres para que a obra não sofra. Então vamos olhar mais adiante o que é esperado de nós e vamos aproveitar essas discensões, esses embates para que a gente trabalhe o nosso orgulho. Olha só a chance que a gente tem. Tem toda hora de sensão e confusão e conflito. Então a gente vai trabalhando o nosso orgulho para que essa obra não sofra a nossa obra de regeneração. A maior tarefa que todos nós temos. tarefa muito abençoada, porque é uma tarefa que nos foi dada pelo nosso mestre e amigo Jesus. Meus amigos, obrigada por esse momento. Então, nós já encerramos aqui desejando boa tarde a todos, né, e pedindo que Deus nos abençoe nessa tarefa. Ela não é fácil, mas nós temos equipe de assessoria que a espiritualidade amiga nos incentivando, nos ajudando e nos protegendo. Obrigada. Agradecemos imensamente a Márcia, né, pela explanação da do tema. Às vezes a gente pega um tema, né, Márcia do Vinícius, que fica bem sem saber por onde que a gente começa, mas sempre é um tema bom, sempre é um tema que nos enriquece muito e nos alegra o coração. Então vamos terminando esse nosso momento, fazendo nossa Ave Maria, né, que já tá aí já já quase à noite, mas ainda estamos no caí da da tardezinha paraa noite. É a hora que a gente entra em contato com essa mãe santíssima, essa mulher que foi um marco, né, de toda a nossa vida, toda a história da vida de todo mundo. Então vamos lembrar dela, lembrar de muitas mães que estão aí às vezes sofrendo pelos filhos, né, que

ma, essa mulher que foi um marco, né, de toda a nossa vida, toda a história da vida de todo mundo. Então vamos lembrar dela, lembrar de muitas mães que estão aí às vezes sofrendo pelos filhos, né, que estão aí adoecidos, que estão precisando de uma oração de alguém e que esse alguém pode ser nós, né? Nessa prece, nós vamos deixar essa boa vibração aí solta para que a espiritualidade possa levar para aquelas mães que estão em aflição com seus filhos. Pode ser pequeno, pode ser grande, pode ser filho de 50 anos, não importa, é filho, né? Então, vamos fazer nossa Ave Maria, cada um se recolha no íntimo, no seu íntimo, lá no cantinho daquela da nossa beleza interna e dizer: Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois entre as mulheres, bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, mãe de Jesus, rogai por nós pecadores, agora e na hora do nosso desencarne. Que assim seja. Graças a Deus. Amigos, nós desejamos uma boa noite para vocês que estão aqui no salão, para vocês que estão nos ouvindo pelos meios de comunicação. Agora nós vamos entregar vocês para o nosso amigo Antônio, que ele vai conduzir vocês para outro tratamento. Começou aqui, agora vai terminar com recebimento do passe. Uma boa noite, Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor [música] sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou [música] até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a

emos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de [música] amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio [música] do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar [música] os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. [música] Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. [música] Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que [música] nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação,

i-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que [música] nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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