AMOR E RENÚNCIA - Marcia Sirotheau[PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 12/07/2025 (há 8 meses) 41:25 1,088 visualizações

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Transcrição

Foi nessa casa que aprendi toda beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Meus amigos, muito boa noite a todos. Sejam muito bem-vindos à nossa comunhão espírita de Brasília. Eu sou a Márcia e vou trazer paraa nossa conversa hoje o tema amor e renúncia. Mas antes da gente começar, eu vou ler aqui uma pequena mensagem que se encontra num livro É a relíquia da minha vida. Vou mostrar para vocês o livro. Gente, quem senta longe não consegue ver. Olha o estado do livro, despedaçado, mas ele é de 78. E esse livrinho é muito querido para mim, porque era o livro do Evangelho no Lar, na minha casa, nessa fase, né, de adolescência, criança, que foi que houve com eh ele veio na semana passada, é que não foi atualizado lá a nossa programação, tá? Mas tá no YouTube essa palestra que ele faria hoje, né, que se chama eh Jornada Redentora. Ela tá gravada no YouTube, então dá para recuperar, tá? Pois é. Então vou ler esse livro aqui. Essa mensagem se encontra no livro Eu Sou o Caminho de Senira Pinto e se intitula a superfície do Lago e diz assim: "E o lago era de uma beleza sem par. Suas águas aos raios do sol, ao clarão do luar, brilhavam e ao toque suave da brisa se movimentavam com tanta cadência, obrigando aquele que por lá passasse a parar extasiado ante tanta grandiosidade. Mas a tempestade se avizinha. Um tufão assustador remove tudo por onde passa e das montanhas rolam pedras que num barulhoor caem ao fundo desse lago. Então ficamos decepcionados com a sua transformação. A penetração violenta de corpos estranhos ao açoite do vento. Aquelas águas cristalinas brilhantes, convidando-nos a que nelas nos refletíssemos, transformam-se em um amuntoado de detritos e lama, vindo à tona o que o que se ocultava em seu fundo. Dormitavam essas águas tão maravilhosas sobre um leito de mundice. Mas a sua superfície era tão bela, tão magnífica, que desencanto. Assim como esse lago, são muitas criaturas de aparência tão cativante, belas, cultas, serenas, enfim, levando consigo todos os dotes capazes de atrair

ície era tão bela, tão magnífica, que desencanto. Assim como esse lago, são muitas criaturas de aparência tão cativante, belas, cultas, serenas, enfim, levando consigo todos os dotes capazes de atrair todos os que passarem no seu caminho. Sua fineza, seu requinte convidam a que delas nos acerquemos para desfrutar de sua companhia tão agradável. Mas algo acontece que as desgostam. Mas se algo acontece que as desgostam, uma nuvem mais escura o céu azul. São convidadas pela vida a uma experiência difícil. Então, aquela mesma desilusão que tivemos com a transformação do lago, teremos diante da sua reação. Aquele verniz de educação, aquela bondade, empatia, empatia em sua fisionomia, aquela serenidade se diluem e vemos os desmandos dessas almas ainda superficiais. Mas assim como um lago pode ser dragado e suas águas ficarem limpas e transparentes desde a superfície até o seu leito, assim também essas almas poderão, se o desejarem, dragar para que sua presença não seja apenas se deixarem dragar, para que sua presença não seja apenas agradável e bela por fora, mas que o seu interior seja igualmente límpido. e capaz de mesmo atingido pelas tempestades das circunstâncias da vida, permanecerem serenas. A beleza física, os dotes intelectuais são acessórios agradáveis, mas não indispensáveis. A verdadeira beleza, aquela que não ofenece com o tempo e deixa sempre o suave aroma da sua passagem, é a da alma que se libertou das ilusões do mundo, conservando a serenidade das águas tranquilas de um lago exterior e sobretudo interiormente. Então, meus amigos inspirados por essa mensagem tão linda, né, que convida a gente a trabalhar o nosso interior para que ele reflita também um pouquinho dessa paz, dessa serenidade. Eu convido a todos para que façamos a nossa prece. Quem desejar fechar os olhos e vamos aproveitar essa imagem que nos foi trazida pela pela lição e vamos nos imaginar em um lago tranquilo, sereno, de águas límpidas, brilhosas, transparentes. E vamos nesse lugar então encontrar com

vamos aproveitar essa imagem que nos foi trazida pela pela lição e vamos nos imaginar em um lago tranquilo, sereno, de águas límpidas, brilhosas, transparentes. E vamos nesse lugar então encontrar com o nosso mestre Jesus, dizendo para ele de tudo que nós trazemos no nosso coração, daquilo que nos inquieta, daquilo que nos amedronta, daquilo que tira o nosso sossego, vamos conversar com o mestre e repartir com ele tudo que trazemos dentro de nós e vamos deixar que ele possa nos lembrar. das nossas possibilidades infinitas de diante de cada situação apresentarmos a serenidade, o amor, a compreensão. Mestre querido, nos ajude para que possamos desenvolver esses tesouros que ainda trazemos em forma de semente no nosso coração, mas que temos muita vontade de fazê-los crescer. Abençoa, Senhor, os nossos propósitos de acertar. Abençoa a nossa boa vontade, a nossa vontade de aprender. Abençoa, Senhor, a nossa vontade de sermos mais caridosos, mais pacíficos e nos auxilia, mestre, para que possamos estudar a tua lição com o nosso coração aberto para receber esses esses ensinamentos e que eles possam car fundo para que os utilizemos no decorrer da nossa semana como ferramentas importantes para a construção da nossa felicidade. Amigo querido, pedimos a tua bênção para esse instante e a tua proteção. Graças a Deus. Meus amigos, eu trouxe aqui hoje para a nossa reflexão uma passagem do nosso mestre Jesus que muitas vezes é um pouquinho mal entendida por nós, foi mal entendida ao longo da nossa história na humanidade como seres humanos, né? É aquele aquele momento em que Jesus diz assim para nós, falando sobre a nossa vontade de que a gente pudesse segui-lo, que a gente pudesse caminhar ao lado dele, ele nos faz um convite. E esse convite parece para nós um pouquinho complicado porque ele diz assim lá em Mateus capítulo 19 no versículo 29: "E todo aquele que tiver deixado casa ou irmãos ou irmãs ou pai ou mãe ou mulher ou filhos ou terras por amor de meu nome receberá 100 vezes tanto.

diz assim lá em Mateus capítulo 19 no versículo 29: "E todo aquele que tiver deixado casa ou irmãos ou irmãs ou pai ou mãe ou mulher ou filhos ou terras por amor de meu nome receberá 100 vezes tanto. e her dará a vida eterna. E aí nós pensamos assim, pera aí, então Jesus está dizendo para nós que se a gente quiser ser seu discípulo, se a gente quiser segui-lo, a gente tem que abrir mão de tudo isso. Casa, terra, pai, mãe, filho, mulher, às vezes sogra, a gente até quer abrir mão, né? Dependendo da sogra, a gente quer abrir mão. Não, não pode, né? A sogra é uma segunda mãe pra gente, precisa ser. Mas a gente às vezes tem vontade. Se a família é difícil, opa, essa lição tá para mim. Moleza, consigo largar todo mundo e seguir Jesus. Mas se nós olharmos para a trajetória do Cristo, a gente vai ver uma trajetória sempre de acolhimento. Ele sempre foi atrás de nós. Não importava o nosso estado psíquico, mental, moral. Ele sempre foi atrás de cada um de nós naquela época. nos convidando a caminhar com ele. Ah, mas é um pecador, é um publicano, né? O cobrador de imposto. Tadinho, Mateus foi tão, né, desprezado no início pelos colegas apóstolos e por todos. Ah, mas essa pessoa é pessoa de má vida, é um ladrão. Como é que Jesus anda com esse povo? E Jesus falou para nós que ele não veio para os sãos, mas ele veio para os doentes. Ele veio oferecer o alívio. E essas imperfeições morais que a gente traz, que se manifestam às vezes na nossa maneira de ser, agindo em desacordo com as leis estabelecidas do amor ou mesmo com as leis da nossa sociedade, né? Vamos pensar uma pessoa que tá com problemas em relação à lei. Será que essa pessoa pode querer seguir Jesus? Será que a gente quando eh se enrola no que deveria ser uma atitude de compreensão com o nosso irmão e a gente mete os pés pelas mãos e fala desaforo? Puxa, mas eu segui Jesus desse jeito? Que que Jesus queria falar para nós quando ele disse assim que os doentes, que ele veio para os doentes e que nós poderíamos buscá-lo porque seríamos

la desaforo? Puxa, mas eu segui Jesus desse jeito? Que que Jesus queria falar para nós quando ele disse assim que os doentes, que ele veio para os doentes e que nós poderíamos buscá-lo porque seríamos consolado. Ele quis dizer que ele veio nos apresentar uma revolução em termos da maneira como a gente vê a vida, como via naquele tempo e como vê agora. Por isso que ele fala assim: "Quem desejar me seguir pode renunciar pai, mãe, irmão". Não queria dizer Jesus para nós que a gente tivesse que largar nossa família, porque ele mesmo somente atraiu pessoas para ele. Não renunciou a ninguém, não esqueceu de ninguém, nem do próprio Judas que eu havia traído. Há uma mensagem lindíssima que conta que Jesus na hora da crucificação foi visitado por vários anjos. vários anjos que queriam de alguma forma minorar aquele sofrimento, fazer algo por eles. Mas teve um anjo, o último que se aproximou dele, que ficou aos pés dele e olhou Cristo diretamente nos olhos e percebeu a mensagem silenciosa de Jesus quando ele, tendo sido atendido nas suas necessidades por aqueles companheiros amigos que ali estavam para dar a força que ele precisava naquele momento, encontrou naquele olhar daquele anjo que se colocou aos pés dele uma possibilidade maravilhosa. de ver atendido o anseio que ele trazia no coração, coração apertado. Ele diz para esse anjo assim, o anjo fala mentalmente com ele, Senhor, o que que o Senhor quer que eu faça? E Jesus mentalmente fala assim: "Vai por Judas, socorre a Judas conduído, porque sabia da dor que aquele coração equivocado estava experimentando." Então, este é o nosso mestre Jesus. Agora vocês imaginem se ele não sabe das nossas dores nos nossos momentos de equívoco, ele sabe, mas ainda assim ele vem por nós nos convidando para que a gente caminhe, que a gente não fique ali se martirizando, sentindo pena de nós mesmos ou nos sentindo extremamente culpados. não vem e caminha comigo. Então, quando ele nos fala dessa renúncia a pai, mãe, ele não está nos falando para que nós

e martirizando, sentindo pena de nós mesmos ou nos sentindo extremamente culpados. não vem e caminha comigo. Então, quando ele nos fala dessa renúncia a pai, mãe, ele não está nos falando para que nós abandonemos a nossa família, mas está nos convidando para que a gente possa dar um passo a mais, vendo também naqueles nossos irmãos de caminhada um pouco da nossa mãe, um pouco do nosso pai, do nosso irmão, do nosso filho. E aí, meus amigos, a gente vê como Cristo veio implantando no nosso coração a sementinha dessa proposta maravilhosa que ele nos faz de fraternidade universal. Isso é tão difícil de pensar nos dias de hoje quando a gente liga a televisão, liga o rádio e vê tanta divergência, povo brigando por tudo uns com os outros, né? Os povos na terra e também os povos no WhatsApp, né? ou que ou lugar de guerra que esse WhatsApp nas redes sociais, tanta divergência, tanto para usar a palavra da moda agora cancelamento. O outro não pensa como eu quero, como eu acho que é o certo. O que que eu faço? Eu desqualifico o outro. Ao invés de apenas me ater aquela divergência, a pessoa pode pensar diferente, mas nós temos outras coisas em comum. A pessoa não é só aquele pensamento que tá me incomodando, ela é muito mais do que aquilo. E todos nós somos capazes de atos terríveis e de atos maravilhosos. Mas se nós queremos nos unir para que a obra do Cristo não sofra, como a gente aprende no Evangelho, é preciso que a gente cale as nossas disensões, as nossas críticas e que a gente procure trabalhar em nós essa semente da fraternidade universal. É difícil, dificílimo, não é nada fácil. E nós muitas vezes nas dificuldades da nossa família que o espírito Joana deângeles vai falar para nós que a gente deve ver a nossa família como um laboratório de experiências, onde momentos de alegria, de tristeza, de dor e de consolação vão se alternar para que eles possam ir construindo em nós o sedimento para a nossa paz e para a nossa felicidade. a família, esse laboratório reparador. Então, por isso

isteza, de dor e de consolação vão se alternar para que eles possam ir construindo em nós o sedimento para a nossa paz e para a nossa felicidade. a família, esse laboratório reparador. Então, por isso nós estamos inseridos na família. Por isso, quando Kardec pergunta no livro dos espíritos o que que seria pra humanidade a consequência do afrochamento dos laços de família, e os espíritos respondem de uma maneira muito simples e categórica, o recrudecimento do egoísmo, ou seja, o aumento do egoísmo. Então, a família é esse lugar em que a gente é obrigado a dividir, em que a gente é obrigado a compartilhar, em que a gente pode, olha que maravilha, treinar o perdão. Porque nós viemos em famílias muitas vezes, aliás, sempre, né, que não são compostas de pessoas perfeitas, porque nós também não somos perfeitos e essa perfeição não existe no nosso planeta. Então, a Joana de Angeles vai nos falar que nós viemos na família, não a ideal, não. A família do comercial da margarina que é lindo, né, gente? Até a luz do sol é linda para todo mundo feliz, não é? O cachorro é lindo, né? Escovado, penteado. Dá até para sentir aquele perfuminho quando a gente vê o comercial, aqueles comerciais de margarina, não tem mais, né? Mas a gente lembra deles. Então, não é aquela família perfeita, mas é aquela família ideal para que eu possa desenvolver os aspectos da minha personalidade que estão lá dormindo, que eu preciso desenvolver. Então é aquela situação, eu na minha jornada vou dar um exemplo, vou me botar na no meio que é melhor, né, para eu não ficar envolvendo ninguém no exemplo. Mas eu venho de um passado milenar em que uma das minhas maiores dificuldades é perdoar. Não consigo. Fez isso aqui para mim, eu corto vida. Coloco na minha lista negra, né? Antigamente, como nós viemos evoluindo, se a gente olhar para trás, as nossas ações foram mais primitivas no passado. Então, aquela pessoa que hoje o risco da lista negra, aliás, coloco na na lista negra, né, o risco da minha lista, enfim, aquela pessoa que eu cancelo

as nossas ações foram mais primitivas no passado. Então, aquela pessoa que hoje o risco da lista negra, aliás, coloco na na lista negra, né, o risco da minha lista, enfim, aquela pessoa que eu cancelo socialmente hoje, que não é uma coisa boa fazer de jeito nenhum, mas às vezes no passado, que que eu tava fazendo? acabando com a vida daquela pessoa, matando, assassinando. Então, nós vamos dando pequenos passos para que a gente possa ir desenvolvendo essa nossa capacidade de amar, que ela existe em nós em forma de semente ainda. Por isso, quando Jesus nos fala para renunciar à família, ele não está falando renunciar a gente se afastar do parente. Ele vai dizer, não é que a gente faça isso para faça essa renúncia por amor de meu nome. Ele vai nos dizer no Evangelho de Mateus, capítulo 19, versículo 29. Por amor a meu nome. Renunciar a que por amor ao ao nome de Jesus. renunciar à aquela ilusão que nós temos na família de que o outro vai atender a todas as minhas expectativas no relacionamento com os nossos filhos. A gente queria aquele filho que às vezes, puxa, fizesse tudo, né, para me agradar, para me proteger e de alguma forma me acho devedor em algum aspecto, porque nós mães somos danadas, né, gente? A gente cuida, puxa, cuidei tanto e agora, né, me deixou assim largada. esquecendo que cada um tem os a sua trajetória. É claro que para nós é muito importante a gente trabalhar em nós o reconhecimento, a gratidão por todos aqueles que nos cercam, especialmente pai e mãe, que nos deram a vida. Ah, mas não é o pai que eu queria. A mãe foi terrível para mim, uma mãe que me tratou muito mal. Mas não vamos esquecer que foi essa mãe e esse pai que possibilitaram que eu estivesse aqui nesse corpo de carne para que eu tenha essas experiências. Possibilitaram que eu tivesse a bênção do esquecimento para poder recomeçar. Vocês já imaginaram se a gente viesse sem o corpo de carne, a gente tivesse aqui em espírito na terra? Podia ser, né? Já pensou? a gente vem aqui, não precisa

ção do esquecimento para poder recomeçar. Vocês já imaginaram se a gente viesse sem o corpo de carne, a gente tivesse aqui em espírito na terra? Podia ser, né? Já pensou? a gente vem aqui, não precisa reencarnar, a gente só volta paraos lugares em que a gente vivia e estamos lá eh novamente procurando as experiências que vão ser asalutares para o nosso progresso. Já pensaram a gente encontrar com as pessoas e lembrar tudo que nós fizemos, a vergonha que a gente ia ter, como é que a gente ia refazer os laços que foram estremecidos, que foram rompidos por nós? Se a gente lembrasse de tudo que a gente fez pro outro, a gente ia ter vergonha, a gente ia pelo menos fingir que não viu, né? Passa por ali, vai para outro lugar. E se a gente lembrasse de tudo que o outro fez de ruim, a gente ia tomar satisfação. E se nós estivéssemos então em uma posição de alguma superioridade, no sentido de ter algum controle ou comando sobre o outro, ah, ia ser terrível. O que que ia acontecer? Nós íamos apenas agravar os nossos débitos, mas graças a esse portal chamado pai e mãe, nós conseguimos estar aqui na terra e conseguimos ter a bênção do esquecimento para que a gente pudesse recomeçar. E quando nós falamos em recomeço, é interessante que a gente tenha sempre em mente. Tivemos um grande recomeço quando renascemos, mas temos a cada dia um grande recomeço também que vai ser maior ou menor de acordo com a nossa vontade de fazer mudanças. A cada dia que nós dormimos, somos desligados do corpo físico, vamos lá pro plano espiritual e voltamos e acordamos de novo, a gente está recomeçando. A gente pode fazer tudo diferente novamente. Então, meus amigos, se nós não renunciarmos a o ideal de perfeição que nós temos em relação àqueles com quem a gente convive, que a gente pode até falar da boca para fora, ah, ninguém é perfeito, mas será que quando o outro me ofende eu lembro? Ah, ninguém é perfeito? Não, eu não consigo pensar assim muitas das vezes. E aí aquela mágoa, ela fica como uma ferida exposta,

ah, ninguém é perfeito, mas será que quando o outro me ofende eu lembro? Ah, ninguém é perfeito? Não, eu não consigo pensar assim muitas das vezes. E aí aquela mágoa, ela fica como uma ferida exposta, porque eu acho que o outro deveria ter feito diferente, mas como se ele não tinha condições, nós damos o passo de acordo com a nossa possibilidade. Então vamos ver assim a nossa vida como seres humanos encarnados. A gente é pequenininho, tinha uma criancinha correndo ali ainda agora, né? Como é que é o tamanho do passo da criança? Pequenininho, né? A perna é pequena, então aquele passinho fofo, né? Aquele passinho, coisa mais linda. A gente vai crescendo, a perna fica maior, o passo também aumenta. O passo que nós podemos dar, espiritualmente falando, é o passo do nosso desenvolvimento espiritual, emocional. Então, às vezes eu consigo dar passos maiores, às vezes o passo tá pequenininho porque eu ainda não tenho construído dentro de mim o recurso que eu preciso para dar um passo às vezes de perdão maior, de compreensão maior. Mas o que que é importante para nós? que a gente tenha consciência de que precisamos dar esse passo, renunciando ao nosso ideal de perfeição, que muitas vezes é o ideal de perfeição em relação à gente. Isso é terrível, porque na hora que eu acho que o outro tem que agir sempre correto e que eu não aceito o erro, que que eu tô falando sobre mim? Eu tô falando que eu não aceito os meus erros e tem alguém que não erre. E aí, que que eu faço para conviver com aquele conflito? Eu coloco uma máscara, a máscara da pessoa perfeita. Aí a gente até muda, muda a nossa voz, né? Fala, é mais doce, pessoa boazinha, né? E a gente vai mudando para que a gente não enfrente esse conflito, mas ele existe dentro de nós. Então, precisamos ter a coragem de tirar essa máscara, renunciar por amor, como Jesus falou, a esse ideal de perfeição sobre nós mesmos, para que a gente se debruce sobre os nossos problemas e não queira jogar esses problemas pro outro. Ah, eu tô chateada

renunciar por amor, como Jesus falou, a esse ideal de perfeição sobre nós mesmos, para que a gente se debruce sobre os nossos problemas e não queira jogar esses problemas pro outro. Ah, eu tô chateada porque o outro me tirou do sério. Pode até ser isso mesmo, o outro me tirou do sério, mas eu tô chateada porque eu não tive recursos para enfrentar aquela ação dele. E o conceito de maturidade emocional tem a ver com eu não agir determinada pelo outro. Se é o outro que me determina, é o outro que me tira do sério, me bota no sério, se é o outro que me faz ficar alegre ou triste, o que que eu estou sendo uma pessoa determinada externamente pelo outro? Seja o outro uma pessoa, seja outro um programa de televisão, seja outro uma notícia assustadora que eu li no jornal, tá me determinando externamente, mas eu tenho que desenvolver a minha imaturidade para que eu me determine internamente, para que eu saiba o que que eu dou ou não conta de fazer. Para isso, meus amigos, nós temos uma ferramenta que é maravilhosa, que é a ferramenta do conhecimento, que nos ajuda a perceber que tudo que nos acontece tem uma razão de ser. E nisso a filosofia, eu vou falar filosofia nessa hora espírita é maravilhosa porque ela vem nos apresentar os porquês. Ela vem nos explicar a razão do sofrimento. Não é à toa, não é porque Deus é malvado e punitivo. E o espírito Ramed faz uma observação interessante para nós. Ele vem dizer assim: "A gente só é se sente culpado ao invés de se sentir responsável, que é o mais adequado diante do erro, a responsabilidade de reparação. Mas a gente só fica preso à culpa, aquela culpa que é tóxica, que é destrutiva, porque nós projetamos o que nós trazemos dentro do nosso coração no que nós imaginamos ser Deus. Que que ele quer dizer com isso? Eu sou uma pessoa, pisou no meu calo, pisou, levou, né? Bateu, levou, não é assim que a gente fala? Pisou, piso de volta. Que que eu tô sendo extremamente vingativa e punitiva. Se eu sou assim, assim que eu enxergo a Deus. é apenas uma projeção,

levou, né? Bateu, levou, não é assim que a gente fala? Pisou, piso de volta. Que que eu tô sendo extremamente vingativa e punitiva. Se eu sou assim, assim que eu enxergo a Deus. é apenas uma projeção, porque nós ainda temos, como diz Ramed, uma poluição mental que atrapalha a nossa capacidade de perceber a divindade. Mesmo que Jesus tenha vindo há tanto tempo, 2000 anos, e falado que Deus é pai, falado que Deus é amor, eu andar acho que Deus é castigo. E aí eu fico presa nesse ciclo vicioso. Então, vejam a importância da gente utilizar esse conhecimento que a gente aprende aqui, não só pra gente dizer: "Ah, que interessante, ah, tem sentido, é bonito". não colocar isso em prática na minha vida para que eu possa ir aceitando as minhas dificuldades, trabalhando, renunciando, já que nós estamos falando, né, de amor e renúncia à nossa necessidade de controle do outro, a nossa necessidade doentia de controle é um dos maiores causadores do nosso estado de ansiedade. E a gente vê, a gente basta conversar com um amigo, qualquer pessoa na rua, a gente vê que talvez nós nunca tenhamos estado tão ansiosos como estamos hoje em dia. É o tipo de vida, é o excesso de informação, é a facilidade que a gente consegue as coisas. A gente quer pegar uma comida, a gente abre a geladeira, não tem que plantar aqui ali, esperar crescer. Então a gente vai, vai ali rapidinho na vendinha e compra que é água bebedora em tudo quanto é lugar. Olha só quanta facilidade. E aí essas facilidades que são muito boas, que são benéficas, mas vieram nos colocando em um estado de nós buscarmos preencher esse vazio de outras maneiras. Então a gente fica às vezes pensando em meu Deus, o que que vai ser? O que que vai acontecer? O que que vai ser de mim? e damos espaço para que o pessimismo se instale. Então, precisamos ter em mente. Eu vou pedir para vocês um exercício. Vamos imaginar o nosso planeta visto lá do espaço. Vamos imaginar que a gente tá lá no espaço e a gente olha essa bola linda azul que é o

precisamos ter em mente. Eu vou pedir para vocês um exercício. Vamos imaginar o nosso planeta visto lá do espaço. Vamos imaginar que a gente tá lá no espaço e a gente olha essa bola linda azul que é o nosso planeta, né? Acho tão lindo. A gente olha essa bola linda e a gente vai imaginar ao redor dela várias correntes circulando, algumas correntes luminosas e outras correntes mais escuras. As correntes luminosas são as correntes produzidas pelos pensamentos e sentimentos daqueles nossos companheiros de caminhada que já estão capazes de emitir vibrações amorosas e de confiança. Aqueles que já são capazes de colocar as mãos para o trabalho no bem. Aquelas aquelas energias que estão circulando, que são mais densas, que são mais escuras, tem a ver ainda com o nosso lixo mental. Quando eu digo lixo mental, não é só a maldade em si. A maldade é um terrível lixo mental, mas às vezes é o pessimismo, às vezes é o medo, a falta de confiança. Então o nosso pensamento ele é capturado por essas correntes. É, a gente escolhe aonde que eu quero ficar. Às vezes a gente se vê capturado sem querer por uma corrente de pessimismo. Tudo bem, aconteceu fazer o quê, né? Já estamos lá na corrente, vamos sair dela como? Através das ações construtivas, das conversas edificantes, das leituras edificantes, através da prática do bem. E aí nós vamos entrando nessa outra corrente. E aí aquele sentimento que nós tínhamos de boa vontade da gente querer progredir, de querer melhorar, ele é aumentado, porque nós estamos nessa corrente do amor. A escolha, meus amigos, é nossa. Estamos num momento de transição planetária. Precisamos renunciar a hábitos antigos que nos fizeram muito mal e continuam nos fazendo. A prova de que fizeram muito mal é que nos colocaram em situações de sofrimento. A boa notícia é que o sofrimento nos convida a uma mudança. Então, se nós estamos sofrendo, é porque nós precisamos fazer alguns ajustes. fazer, não tem problema nenhum, faz parte do nosso momento evolutivo. E vamos fazer esse ajuste procurando

a uma mudança. Então, se nós estamos sofrendo, é porque nós precisamos fazer alguns ajustes. fazer, não tem problema nenhum, faz parte do nosso momento evolutivo. E vamos fazer esse ajuste procurando também nós entrarmos nessa corrente de amor que envolve o nosso planeta. Vamos lembrar que nós temos um um governador supremo com poder muito acima de qualquer um de nós, com capacidade de compreensão muito além daquela que nós podemos imaginar, com capacidade de compreender o nosso coração e os nossos conflitos. Vamos conversar com esse nosso mestre. Vamos procurar chamá-lo também de amigo, porque ele é nosso amigo, mas nós somos amigos dele. Que que nós fazemos com os nossos amigos? A gente procura quando tá chateado. A gente conta o que nos aconteceu. A gente olha no olho deles, a gente espera aquele conselho bom. Não é assim com os nossos amigos? Vamos tratar Jesus também como um amigo, porque ele é o nosso amigo maior, que nos ama profundamente e que está nos convidando a caminhar. Meus amigos, vamos fazer a nossa prece, vamos então mentalizar essas correntes de amor, né, de paz, de luz. E vamos nos imaginar também sendo convidados a participar dessas correntes. São muitos os trabalhadores que desejam nosso bem. São muitos os trabalhadores que conseguem ver em nós, apesar das nossas deficiências, a nossa boa vontade e as nossas possibilidades de oferecer também um pouquinho do nosso amor para a transformação que tanto precisamos realizar. Então vamos pedir ao nosso mestre Jesus, querido amigo, aceita o que nós temos no nosso coração, a nossa boa vontade, a nossa perseverança, aceita a nossa amorosidade como óbvulo da viúva. Nós sabemos que ainda é pouco, mas é o já é o melhor que nós podemos fazer. Então, mestre querido, aceita essas vibrações amorosas e permite que elas possam alcançar as pessoas que ainda não tiveram a possibilidade de reconhecer a tua presença luminosa em suas vidas. Ampara, Senhor, acalenta cada coração entristecido. Mostra-lhes os o caminho a seguir e nos

cançar as pessoas que ainda não tiveram a possibilidade de reconhecer a tua presença luminosa em suas vidas. Ampara, Senhor, acalenta cada coração entristecido. Mostra-lhes os o caminho a seguir e nos ajuda, mestre querido, para que nós também possamos ser nos momentos de necessidade dos nossos irmãos. A voz que vem falar do amor, do otimismo, a mão que sabe afagar, que sabe abraçar, o olhar que sabe compreender. Abençoa, mestre querido, os nossos propósitos e fica conosco agora e sempre. Graças a Deus. Então, nós passamos ao passe, né, com a nossa irmã Evans que vai nos conduzir. Uma boa noite a todos. Muito obrigada. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário

ha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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