REFORMA ÍNTIMA - Patrícia Torres [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 10/12/2025 (há 3 meses) 49:36 243 visualizações

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Transcrição

a perfeição. [música] Aqui eu entendi [música] qual o valor dessa missão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti, buscando >> a ti. Obrigado a comunhão [música] espírita de Brasília. >> Senhor Estou aqui para agradecer de [música] coração a paz dentro de [música] mim que encontrei na comunhão. Foi nessa >> Boa tarde meus irmãos, minhas irmãs. Boa tarde aqueles que nos assistem pela TV Comunhão ou que vão nos assistir oportunamente. Sintam-se todos abraçados, recepcionados e acolhidos nessa casa de Jesus. E nessa tarde, para [música] quem está aqui em Brasília, né, essa tarde chuvosa e um pouquinho fria, né, que faz aqui, nos convidando a introspecção, a olharmos um pouquinho para nós. E não é à toa que a nossa proposta dessa tarde é falar de um tema muito recorrente da doutrina, né, que é a tão abençoada reforma íntima. Então, para que nós possamos nos aproximar do tema, para que nós possamos aproveitar esses breves minutos de encontro entre irmãos, a relembrar aqueles singelos momentos em que Jesus se sentava em casa de Pedro lá em Cafarna para conversar sobre as escrituras e dialogar com os discípulos acerca do que significavam aqueles textos. Vamos nos harmonizar, vamos elevar o nosso pensamento ao plano maior, pedindo o amparo da espiritualidade amiga que aqui nos recepciona, para que bem possamos aproveitar esse encontro. Querido mestre Jesus, aqui nos encontramos nesta casa, aqui no plano físico de trabalho em teu nome e buscando, Senhor, relembrar os teus ensinamentos, resgatar os teus testemunhos para que melhor saibamos conduzir a nossa jornada aqui na Terra. Nós te pedimos que nos ajude a bem aproveitarmos esse encontro, que nos ajude a estarmos atentos e vigilantes às reflexões que aqui forem propostas, para que possamos ter ouvidos de ouvir as tuas respostas, respostas às nossas inquietações, às nossas dúvidas, às nossas lamúrias e aos nossos pedidos. Pedimos ainda que possamos oferecer de

ropostas, para que possamos ter ouvidos de ouvir as tuas respostas, respostas às nossas inquietações, às nossas dúvidas, às nossas lamúrias e aos nossos pedidos. Pedimos ainda que possamos oferecer de nós a nossa melhor energia em favor de cada irmão aqui presente, encarnado e desencarnado. E também que possamos oferecer a nossa energia para os trabalhos que ora estão em curso nessa casa e que os nossos olhos humanos não são capazes de alcançar, mas que sabemos que estão a se realizar. em teu nome, em nome do profundo amor que Deus tem por cada um de nós. Assim, nessa corrente no bem e para o bem, nós te pedimos que seja conosco e nos ajude a sermos instrumentos de amor, de paz e de luz. Que assim seja. O nosso tema dessa tarde fala exatamente da reforma íntima, né? E ele tem uma proposta de pensar um pouquinho sobre os segredos dessa tão falada reforma íntima. E nós vamos buscar inspiração, alicerce pros comentários e paraas reflexões que nós trazemos aqui nessa tarde na obra do nosso irmão Aroldo Dutra Dias, expositor espírita, trabalhador na seara do Cristo. Essa obra intitulada Despertar, que fala dos nossos desafios na transição planetária. Então, nessa obra, o Aroldo faz diversas reflexões e aqui no capítulo 4 ele propõe e essa reflexão que vai comentar um pouco sobre esse segredo da reforma íntima. E para aqueles que desejarem, nós temos aqui na casa um irmão que mensalmente fala para nós, nos oferece reflexões também sobre esse tema e está tudo lá no YouTube, que é o nosso irmão Pedro Paulo Zaú, que fala bastante sobre a reforma íntima, nos faz provocações muito interessantes. Então, à medida que nós vamos eh nos aprofundando nessas reflexões, acolhendo essas partilhas, nós vamos fazendo a nossa colxa de retalho, né, com a qual nós vamos nos abrigar. Então nós vamos absorvendo, capturando essas essas partilhas que são feitas para que nós possamos montar o nosso quebra-cabeça e construir a nossa ferramenta em favor dessa reforma íntima em nós mesmos, né? E para que nós possamos falar sobre esse

sas partilhas que são feitas para que nós possamos montar o nosso quebra-cabeça e construir a nossa ferramenta em favor dessa reforma íntima em nós mesmos, né? E para que nós possamos falar sobre esse tema, nós vamos combinar aqui que para que nós possamos falar de reforma íntima, nós sugerimos um ponto de partida. uma premissa, uma pedra sobre a qual nós vamos nos fundamentar, nós vamos nos alicerçar, nós vamos nos nos ligar, nos vincular. E essa premissa fala de que nós não devemos aguardar a perfeição para que a gente possa realizar a reforma íntima. e realizar a reforma íntima num clima de paz, porque nós vamos ter que viver a encarnação inteira na reforma íntima. Que coisa, né? Então, alicerçamos-nos na seguinte: certeza: Não esperemos ser perfeitos para realizar a reforma íntima. Realizemos essa reforma em nós em espírito de paz, porque nós vamos ter que viver essa encarnação inteira no processo dessa reforma. E alguns de nós podem escolher viver essa reforma na confusão, na guerra, na bagunça, na balbúrdia, na rebeldia e vai ser muito mais trabalhoso. Nós podemos pensar e vamos falar disso da metáfora da reforma da casa. Se nós formos fazer uma reforma na nossa casa e todos nós morando naquela casa e formos brigar uns com os outros nesse processo, vai ser um processo muito mais doloroso. Podemos passar por esse processo em paz, com serenidade e equilíbrio. Essa é a premissa que nós oferecemos aqui a partir da proposta do nosso irmão Aroldo Dutra. Feita essa proposta, é importante nós olharmos sempre pros nossos irmãos que falam, que se atrevem a falar sobre essa temática e tantas outras do Evangelho de Jesus, que aqueles que têm esse trabalho, essa tarefa de falar sobre esses temas, estão longe de ter realizado a reforma íntima em si mesmo. estão longe de serem espíritos puros ou espíritos evoluídos. Ao contrário, somos todos companheiros de uma mesma viagem. Estamos todos numa mesma embarcação, fazendo essa viagem pelo planeta Terra. Embarcamos juntos e estamos vivendo cada um os desafios

luídos. Ao contrário, somos todos companheiros de uma mesma viagem. Estamos todos numa mesma embarcação, fazendo essa viagem pelo planeta Terra. Embarcamos juntos e estamos vivendo cada um os desafios necessários. para o seu processo, mas estamos todos juntos. E o que nós fazemos muitas vezes é compartilhar as nossas experiências, compartilhar um pouco de alguns estudos, de algumas reflexões para quem sabe compartilhando, ouvindo-nos, nós possamos aprender um pouco mais e quem sabe compartilhando essa partilha pode possa ser útil para aqueles que assim considerar. Então, é um exercício de caridade olharmos pros nossos irmãos que por vezes estão aqui no púlpito e entender que todos eles são irmãos em processo de transformação, em processo de aprendizagem, no mesmo esforço de se tornar uma criatura melhor. Porque os missionários, que são poucos, esses estão dedicados a alguns outros trabalhos que nos ressaltam aos olhos, que a que aquecem a nossa alma e nos dão força para continuar. Então, que nós possamos compreender que atravessamos juntos todos o mesmo deserto e falamos em deserto na metáfora do próprio Cristo de Deus, naquela sua experiência no deserto, que passa por momentos de reflexão, por momentos de provocação e por momentos de renovar e fortalecer a sua fé. É isso que nós estamos fazendo nesse nosso caminhar aqui em terras áridas. que representam as dificuldades e adversidades que vivemos em favor do nosso crescimento. Pois bem, vamos começar então falando, compartilhando um primeiro segredo para deixar de ser segredo, né? Já que nós falamos que vamos comentar aqui os segredos da reforma íntima. E um primeiro segredo que tá tem a ver com a premissa que nós falamos aqui é que nós embarcados que estamos num grande transatlântico ou num barco, seja lá qual for a embarcação, mas embarcados que estamos, temos que fazer o reparo dessa embarcação em pleno alto mar ou uma outra metáfora, fazermos um reparo num avião em pleno voo. Esse é um dos segredos da reforma

embarcação, mas embarcados que estamos, temos que fazer o reparo dessa embarcação em pleno alto mar ou uma outra metáfora, fazermos um reparo num avião em pleno voo. Esse é um dos segredos da reforma íntima. Afinal de contas, onde é que nós vamos nos tornar criaturas melhores senão na experiência na carne? Os espíritos falam isso para Allan Kardec. O propósito da nossa jornada terrena é o de nós nos aperfeiçoarmos. Se nós formos criados simples e ignorantes, como os espíritos informam a Kardec, onde é que nós vamos nos tornar espíritos perfeitos na perfeição absoluta que nos é possível? Onde é que nós vamos nos tornar espíritos puros, espíritos evoluídos, senão nessa experiência? e em tantas outras, nas experiências que vamos ter, para que nós possamos nessas experiências hoje, neste plano físico, exercitar tudo aquilo que temos estudado, aprendido e refletido no plano espiritual, senão aqui na carne. Então, Deus não espera que nós sejamos perfeitos para fazer algo, porque ele sabe que é no processo do fazer que nós vamos nos transformando. Então, sabe aquela situação que às vezes nós nos colocamos? Não, eu ainda não dou conta de fazer isso. Ainda preciso aprender muito. Aceite o desafio, vá fazer com o seu pouquinho, com o seu cadinho. Lembremos o evangelho de Jesus. Quando Jesus pergunta no alto do monte e os discípulos falam para ele que a multidão tá faminta, que era hora de dispensar todo mundo porque não tinha comida. Jesus pergunta aos discípulos: "O que que vocês têm?" E eles trazem para ele dois pães e cinco peixes. O que são dois pães e cinco peixes para alimentar uma multidão? E Jesus multiplica os dois pães e os cinco peixes, alimenta a multidão e ainda sobram 12 cestos de alimentos. Qual é o símbolo disso? É para dizer para nós que o que Jesus espera de nós, cumprindo a vontade do Pai, é o nosso pouquinho, é o nosso cadinho. Então, não esperemos ser criaturas perfeitas para fazer o a reforma que necessitamos fazer em nós. passamos-la, porque Deus sabe que é nesse processo

de do Pai, é o nosso pouquinho, é o nosso cadinho. Então, não esperemos ser criaturas perfeitas para fazer o a reforma que necessitamos fazer em nós. passamos-la, porque Deus sabe que é nesse processo que nós vamos nos transformando, porque a vida não vai parar para esperar a gente se tornar espírito puro. É na caminhada que nós vamos nos tornando. na caminhada, permitindo que o trabalho, que as experiências nos transformem, é que nós vamos nos modificando, é que nós vamos aprendendo a melhorar as nossas relações uns com os outros. É que nós vamos aprendendo a lapidar os nossos sentimentos. Eu tive uma professora que dizia: "A vida, a vida não para para esperar que nós acertemos o rumo. Ela segue, ela flui e que nós possamos, nós falamos que nós somos, estamos num barco e fazendo o reparo do barco em movimento. É isso. Não é atabalhoadamente, não é na confusão, mas é entendendo que é no movimento. Porque muitas vezes nós estamos agitados e não estamos usufruindo dos benefícios que necessitamos. É no movimentarmo-nos nas experiências de cada dia que nós vamos realizando em nós essa reforma. à medida que nós vamos trabalhando e permitindo que o trabalho haja em nós. Então, para que nós possamos fazer a reforma em movimento, é necessário um sentimento, uma virtude, uma qualidade muito importante, a humildade. E nós vamos falar um pouquinho dela aqui. Mas para que nós possamos continuar a nossa caminhada aprendendo, é importante nós nos lembrarmos que para Deus não importa de onde nós começamos, importa onde nós almejamos chegar. Por isso Jesus nasce numa manjedoura para nos mostrar que não importa o início. Ah, Patrícia, eu já tenho determinada idade. Esse negócio de reforma íntima é pros jovens. Nós somos espíritos imortais. E no nosso seminário sobre envelhecimento, que nós tivemos aqui em outubro, nós podemos refletir que alguns de nós estamos mais próximos de voltar paraa casa espiritual. para em breve retornarmos. Esse é o nosso processo. Então, não importa se é agora, com x anos de vida material

podemos refletir que alguns de nós estamos mais próximos de voltar paraa casa espiritual. para em breve retornarmos. Esse é o nosso processo. Então, não importa se é agora, com x anos de vida material ou não. Importa é onde nós desejamos chegar. é o nosso esforço para chegar nesse projeto que Deus tem para nós, porque nós estamos todos nessa mesma caminhada e todos nós almejamos viver esse processo de reforma em paz. E esse processo que nós vamos vivendo juntos vai nos ajudando inclusive a nos identificarmos uns com os outros. Quantas vezes nós estamos aqui nessa casa, sentados nesse auditório, ouvindo alguns irmãos e nos identificamos com algumas falas, com algumas experiências e aí nós vamos nos apropriando um pouquinho dessas experiências para nós mesmos, para nos ajudar. É nessa troca. Por isso que nós estamos, nós falamos que estamos numa mesma jornada. E o primeiro passo que nós já falamos aqui para não aguardar a perfeição é reconhecermo-nos então sim, imperfeitos, limitados, sim, precisando fazer essa caminhada. E aí eu vou contar uma historinha para vocês que diz respeito a Dr. Bezerra de Menezes. Ele estava dando uma palestra no mundo espiritual, incentivando como muitos irmãos vêm aqui, a fazer o bem, a prática do perdão, a prática da indulgência. E ele falava desses convites que a vida nos faz. Quando ele foi questionado por um ouvinte, Dr. Bezerra, eu não aguento mais esse movimento espírita e os espíritas, mas para falar a verdade eu não aguento mais. É a mim mesmo disse o irmão. Deixa eu explicar o senhor porquê. Porque o ano eu ainda sou invejoso. Eu ainda tenho maldade dentro de mim. Sou ciumento. Sou às vezes nervoso e irritado. Às vezes eu falo mal das pessoas e as prejudico. Portanto, eu não estou preparado para esse trabalho que o Senhor está nos convidando a fazer. Não sei se alguém se identifica com esse irmão, mas eu me identifiquei um pouco. Dr. Bezerra ouviu com toda atenção e respondeu: "Meu filho, eu também. Todas as imperfeições que você está

ndo a fazer. Não sei se alguém se identifica com esse irmão, mas eu me identifiquei um pouco. Dr. Bezerra ouviu com toda atenção e respondeu: "Meu filho, eu também. Todas as imperfeições que você está dizendo que o movimento espírita tem e que você também tem, eu também tenho. O irmão, por sua vez, levou um susto, arregalou os olhos impressionado com aquela revelação. E Dr. bezerra complementou. Mas há uma diferença. Antes eu corria em direção a tudo isso, ao ciúme, a inveja, a maledicência. Eu achava bom ser invejoso, fazer mal para as pessoas, ser grosseiro. Eu corria na direção dessas imperfeições. Hoje a diferença é que eu corro dessas imperfeições. Então, meus irmãos, o que o Dr. Bezerra tá nos ajudando a pensar é que quando nós compreendemos que temos imperfeições, nós já demos um grande passo. Estamos no processo, estamos no caminho da nossa reforma. Reconhecer que temos as nossas limitações, que temos as nossas deficiências, que temos as nossas fragilidades e que já não corremos de ao encontro delas. Estamos no processo de tentar nos afastar delas. Então, já demos sim um passo importante, o suficiente não, mas extremamente importante e necessário. Nós estamos aqui muitas vezes vivendo situações que nos delimitam, que nos impedem de dar asas todos os nossos desejos e aos nossos quereres para não realizarmos as imperfeições que há em nós. Então, é bom nós nos lembrarmos que muitas vezes nós temos vontade de nos comportar de forma como como diz no livro dos espíritos, os espíritos como um cavalo, um corcelomado ou como um jumento, mas nós temos uma carroça que não nos deixa. O que que quer dizer isso, Patrícia? que nós temos um julgo, nós temos um limite que nos impede de fazer as dar asas nossas imperfeições e nos irmos em direção ao precipício moral acerca de nós mesmos. Então, é por meio da disciplina, das experiências da vida que nos disciplinam, que nós vamos aprendendo a viver o processo de reforma íntima. Do que é que nós estamos falando é que reconhecendo as nossas

ão, é por meio da disciplina, das experiências da vida que nos disciplinam, que nós vamos aprendendo a viver o processo de reforma íntima. Do que é que nós estamos falando é que reconhecendo as nossas imperfeições, reconhecendo as nossas limitações e muitas vezes com dificuldades para fazer todo o bem que desejaríamos, nós o fazemos por disciplina. Nós o fazemos por reconhecer que necessitamos fazer. E aí nós estamos cumprindo aquilo que o espírito Emanuel fala, que a disciplina antecede a espontaneidade. Um dia nós seremos espíritos puros. Nós teremos realizado a reforma íntima em nós e nós estaremos fazendo o bem pela simples alegria e satisfação de fazer o bem pelo outro. Até que isso se realize em nós, nós vamos fazendo por reconhecer a necessidade de vigiar os nossos sentimentos, os nossos pensamentos. não é do outro, é o nosso, as nossas atitudes, o nosso agir e fazendo muitas vezes aquilo que nem sempre queremos, mas sabemos que é necessário, que é a nossa obrigação, é o nosso dever moral como espíritos imortais que somos. uma outra, um outro segredo, né, da reforma íntima que nós podemos referenciar. Nós temos as nossas imperfeições, a vida não vai parar para que nós modifiquemos. E tem um outro segredo que é o ato de amar. Lá vem esse sentimento poderoso. E é importante nós nos lembrarmos que apesar das nossas imperfeições, apesar dos equívocos que cometemos, apesar da inveja, do ciúme, da maledicência que ainda há em nós, nós somos e sempre fomos amados. E não há toli, não há estupidez, não há maldade, não há crueldade que faça com que Deus deixe de nos amarmetro sequer. E nós falamos muito isso no grupo da dependência química aqui na nossa casa. Não existe equívoco, não existe bobagem, não existe erro que possamos ter cometido ou que venhamos cometer, que vai fazer com que Deus deixe de nos amar. Então, vamos lembrar. Para quem não conhece, eu quero convidar que leia o capítulo sexto do livro Boa Nova, sobre a fidelidade. E Jesus fala aos discípulos que antes nós fôssemos,

s deixe de nos amar. Então, vamos lembrar. Para quem não conhece, eu quero convidar que leia o capítulo sexto do livro Boa Nova, sobre a fidelidade. E Jesus fala aos discípulos que antes nós fôssemos, Deus já nos amava. Antes que nós fôssemos, Deus já nos amava. E o amor de Deus, ele não se reduz 1 mm sequer diante das nossas imperfeições. Pensemos nós, aqueles aqui que são pais, mães, biológicos ou não. Quem é que ama menos o filho hoje do que amava quando nasceu? Quem ama ama. Não importa o desempenho, não importa o que faz. Quando se ama, se ama. É assim Deus conosco. Então, nesse nosso processo de nos tornarmos criaturas melhores, Deus continua nos amando como sempre nos amou. Mesmo antes que nós fôssemos, mesmo antes de nós sermos criaturas, ele já nos amava e continua nos amando. Então, não percamos o nosso tempo provocando Deus. Não há bobagem, não há besteira que façamos que vai fazer com que ele mude a nosso respeito, porque nós não somos capazes de alterar os atributos de Deus. Deus é amor e vai continuar sendo a despeito dos nossos equívocos. Porque o amor de Deus é fonte que jorra, é fonte que se esparrama independentemente do nosso grau evolutivo, independentemente dos enganos que estejamos cometendo, que esteja em curso. Um outro segredo da reforma íntima é de que nós devemos florescer onde formos plantados. Há muitos anos, há mais de 30 anos, eu recebi de emprestado de uma amiga uma fita cassete. Não sei se vocês conhecem a fita cassete, né? com uma mensagem do nosso irmão Divaldo Pereira Franco e ele falava, o tema da mensagem era essa, florescer onde for plantado. Quantas vezes nós estamos brigando com o criador, com esse que nos ama antes que nós fôssemos? Porque nós não estamos nada satisfeitos onde nos encontramos. Não era essa família que eu queria, não era esse o trabalho que eu queria, não era essa vida que eu queria. E brigamos e por vezes com essa briga adoecemos. nos adoecemos seriamente, psiquicamente, emocionalmente, espiritualmente. E o convite é florescermos onde

e eu queria, não era essa vida que eu queria. E brigamos e por vezes com essa briga adoecemos. nos adoecemos seriamente, psiquicamente, emocionalmente, espiritualmente. E o convite é florescermos onde estivermos, porque onde estamos, onde nós precisamos estar nesta jornada. Já estivemos em outras paragens, em outros campos onde nós precisávamos àela época. Hoje estamos onde necessitamos. com as imperfeições que tiver, com as limitações que tivermos, com as dificuldades que tivermos, que nós possamos cuidar dessa terra e florescer, olhar para onde nos encontramos e ver o que que esse momento, essa situação, essa família, esse trabalho me convida a realizar, que eu possa realizar o meu melhor. O meu melhor. Talvez não tudo que eu possa fazer ainda como espírito imortal, mas nesse momento meu melhor, onde eu estiver, com quem eu estiver, porque nós não estamos reunidos ao acaso. Deus não se distraiu, não piscou, não ficou ali perdido e aconteceu algo na nossa vida, não. Ele tá no comando de tudo. Jesus fala isso também no boa nova pros discípulos e para nós. Quem governa o mundo é Deus. Então, que nós possamos na nossa caminhada de nos tornarmos criaturas melhores, aproveitarmos o momento, o local, a situação em que nos encontramos para dela fazer o melhor que pudermos e tirarmos dela o melhor em favor do nosso crescimento e da nossa transformação. Não esperemos um jardim ideal para florescer. Floresamos onde estivermos, na situação em que nós nos encontrarmos. E não nos esqueçamos que nessa caminhada de nos transformarmos, de nos tornarmos criaturas melhores, existem algumas armadilhas, existem alguns algumas sombras. que nós possamos, nós podemos aqui nomeá-las como o egoísmo, o orgulho e o interesse pessoal. E se nós formos observar, todas elas estão alicerçadas num ego que quer ser dono do mundo. Esse final de semana eu tive uma aula e o nosso professor psiquiatra, ele falava: "O mundo tá cheio de eu eu quero, eu posso, eu penso assim, é do meu jeito, eu eu esse eu que alimenta o egoísmo, o

o. Esse final de semana eu tive uma aula e o nosso professor psiquiatra, ele falava: "O mundo tá cheio de eu eu quero, eu posso, eu penso assim, é do meu jeito, eu eu esse eu que alimenta o egoísmo, o orgulho e o interesse pessoal. Porque no nosso processo de reforma, na nossa caminhada de transformação, nós estamos aprendendo que o interesse é o interesse em favor de todos, é o desinteresse pessoal. Enquanto nós estivermos nessa jornada pensando em atender apenas as nossas próprias necessidades ou querendo que todo mundo seja igual a nós mesmos, nós caímos na armadilha do egocentrismo, estarmos centrados só em nós. Já pensou se nessa tarde aqui, como eu quero que todo mundo pense como eu, como eu quero que todo mundo aja do jeito que eu acho que é certo, como eu quero que todo mundo faça as mesmas escolhas que eu faço. Se todos vocês aqui fossem iguaizinhos a mim, olha para um lado, eu. Olha pro outro lado, eu. Já pensaram nisso? A criação, Deus é o campo da diversidade, porque é nas nossas diferenças que nós crescemos, nas nossas diferenças nós aprendemos, nas nossas diferenças nós nos complementamos, nós vamos nos modificando, aprendendo uns com os outros. Por que que tem que ser tudo do meu jeito? Por que que tem que ser tudo para atender o que eu quero? Porque eu ainda não entendi, eu ainda não aprendi que na nossa jornada nós estamos aqui para sermos uns com os outros, para olhar pro outro e ter a humildade de aprender com as experiências que ele tem e compartilha. para quem sabe compartilhar as minhas e quem sabe ela elas possam ser úteis para alguém, para me encantar com o canto do meu irmão que sabe cantar e eu não sei e aproveitar essa convivência para ouvir uma boa música daquele que canta, daquele que toca. E eu não sei, no entanto, eu sei fazer outras coisas e quem sabe os meus irmãos possam aprender comigo. Então, tenhamos muita vigilância com o nosso agir em função das armadilhas que o nosso ego nos pode levar. Não tem problema nenhum com o ego. O que

s e quem sabe os meus irmãos possam aprender comigo. Então, tenhamos muita vigilância com o nosso agir em função das armadilhas que o nosso ego nos pode levar. Não tem problema nenhum com o ego. O que que é o ego? É a nossa personalidade. Não tem problema nenhum na caminhada. Essa personalidade está aqui para ser evangelizada, para se colocar submisso ao criador. O que que é submisso? É sob a missão. Então, é estar a serviço da missão do criador. Qual é a missão do criador senão que a gente aprenda a se amar? E como é que eu aprendo a amar? reconhecendo a diferença do outro, aprendendo com a diferença do outro, silenciando com essa quando essa diferença não me for possível compreender. Esse é o nosso processo de reforma e o convite é que nós tenhamos cuidado para que o nosso interesse pessoal não nos boicote, para que nós não nos paralisemos diante dessa pedrinha chamada egoísmo, orgulho, olhando pro mundo, querendo que o mundo seja todo do nosso jeito ou do meu jeito, querendo que o mundo reflita tudo o que eu quero, quando não é esse o propósito da nossa jornada. E nós vamos aprender que quando nós vamos começando a nos melhorar, as pessoas, algumas pessoas se afastam de nós. Elas reduzem a dosezinha de afeto que tem para conosco quando elas começam a pensar diferente de nós, quando elas fazem escolhas diferentes de nós. E às vezes nós fazemos isso com as pessoas, né? As pessoas mudam, pensam diferente, a gente reduz a dosezinha de afeto. Mas é maravilhoso melhorarmos, modificarmos, transformarmos e lidarmos com as nossas diferenças, com as nossas diversidades que nós vamos aprendendo com elas. E por fim, nós queremos pensar que nesse processo de reforma, de modificação, de obra interna dentro de nós, o nosso, a nossa caminhada nos faz lembrar que nós somos todos iguais. E o que nos lembra isso? é que nessa passagem pelo deserto, um dia nós vamos deixar esse corpo. Nessa passagem pelo deserto, por vezes nós temos dores e a experiência da morte e a experiência da dor nos relembra que nós somos todos

nessa passagem pelo deserto, um dia nós vamos deixar esse corpo. Nessa passagem pelo deserto, por vezes nós temos dores e a experiência da morte e a experiência da dor nos relembra que nós somos todos iguais. Então, nessas armadilhas do ego, que faz com que nós pensemos que somos muito maior do que somos e o nosso irmão muito menor do que realmente é, lembremo-nos que somos todos iguais. Estamos todos mais uma vez juntos numa mesma viagem. E o propósito não é quem chega primeiro. O propósito é chegarmos juntos. No processo da reforma íntima, nós vamos aprendendo que não vale chegar primeiro se nós não estivermos unidos. Por isso que muitos irmãos do plano superior voltam, dão as suas mensagens, reencarnam para nos ajudar, porque o propósito é de estarmos todos juntos de volta na casa do Pai, renovados, reformados, fazendo a nossa mudança interna em favor do de todo o bem que nós podemos realizar por nós. e por quem caminha conosco. Essas são algumas possibilidades de reflexão e de buscas dessa tão falada reforma íntima e dos segredos que ela guarda. Que nós possamos seguir a nossa jornada fazendo em nós a nossa mudança, as nossas transformações, não esperando o dia de amanhã. O que nós temos é o tempo presente. Então, façamos o que precisamos fazer hoje, do tamanho das nossas possibilidades. Meus irmãos, esse é o nosso convite dessa tarde e que nós possamos pedir ao Criador que nos ajude a termos coragem de aceitar. Jesus, nós te agradecemos por ternos trazido aqui nessa tarde, por nos permitir receber desse banquete preparado pela espiritualidade em favor de cada um de nós. nós possamos multiplicá-lo nas nossas convivências, no nosso lar, no nosso ambiente de trabalho, nos grupos sociais onde estivermos, sempre, Senhor, com o propósito de sermos um pouquinho melhores cada dia, fazendo em nós tudo aquilo que desejamos e que podemos fazer, sendo melhor no convívio com os nossos irmãos de jornada e Ajude-nos a sempre nos lembrar que é Deus quem governa o mundo. E esse governador do mundo nos

tudo aquilo que desejamos e que podemos fazer, sendo melhor no convívio com os nossos irmãos de jornada e Ajude-nos a sempre nos lembrar que é Deus quem governa o mundo. E esse governador do mundo nos ama profundamente e espera por nós. Jesus, querido irmão e mestre, nos ajude a permanecer contigo hoje e sempre. Que assim seja, meus irmãos. Eu vou passar pro nosso irmão aqui que vai conduzir o passe, mas nós lembramos a importância de permanecermos em silêncio, desligarmos os nossos aparelhos celulares, permanecermos conectados com o plano superior para bem receber tudo aquilo que viemos buscar nessa casa. Fiquem em paz e até uma próxima oportunidade. >> Sejam bem-vindos a nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim [música] deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de [música] forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira [música] tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre [música] nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade.

Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos [música] amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada [música] um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos [música] hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas [música] ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando [música] ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso [música] mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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