Reencarnação em família: lições de amor e evolução compartilhadas
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Som pessoal, boa tarde. Sejam todos muito bem-vindos. Obrigado pela presença de vocês. Eh, é, acho que firmou. Contamos com vocês aqui na parte da alegria cristã, tá bem? A gente fazer um um domingo bem bem especial. >> Deus está aqui. [música] Aleluia. Tão certo como a que eu [música] respiro. Aleluia. Tão certo como a manhã que se levanta, tão certo [música] como eu te falo e tu podes me ouvir. Jesus está aqui. [música] Aleluia. Tão certo como a que eu [música] respiro. Aleluia. Tão certo [música] como a manhã que se levanta. Tão certo como eu te falo e tu podes me ouvir. >> O amor, o amor [música] está aqui a como ar que [música] eu respiro. Aleluia. Tão certo como a manhã que se levanta. tão [música] certo como eu te falo e tu podes me ouvir. A melhor oração é o amor. A melhor oração [música] é o amor. Tu precisas [música] orar, mas tu deves lembrar que a melhor coração é [música] o amor. Caridade [música] também em oração. E perdão. São as preces sublimes do teu coração. [música] Gentileza, auxílio e perdão. A melhor oração [música] é o amor. A [música] melhor oração é o amor. Precisas [música] orar, mas tu deves lembrar [música] que a melhor coração amor. >> Caridade, >> caridade é também oração. Gentileza, auxílio e perdão. >> São as preces, São as preces sublimes do teu coração. [música] gentileza, auxílio e [música] perdão. A Kaká pediu uma aqui para poder animar vocês. Como [música] que eu quero subir o mais alto que eu puder, só para te ver e olhar para ti e chamar [música] sua atenção e chamar sua atenção para mim. Eu preciso de ti, Senhor. [música] >> Eu preciso de ti, ó Pai. >> Sou pequeno [música] demais. Me dá a tua paz. Largo tudo para te [música] seguir. Entra [música] na minha casa, entra na minha vida, mexe com minha estrutura para [música] todas as feridas. Me ensina a ter [música] santidade. Quero amar somente a ti, porque o Senhor é meu bem maior. Faz um milagre em mim. Como que eu [música] quero subir o mais alto [música] que eu puder, só para te ver
Me ensina a ter [música] santidade. Quero amar somente a ti, porque o Senhor é meu bem maior. Faz um milagre em mim. Como que eu [música] quero subir o mais alto [música] que eu puder, só para te ver e olhar [música] para ti e chamar sua atenção para mim. Eu preciso de ti, Senhor. >> Eu preciso de ti, voltar. [música] >> Sou pequeno, >> sou pequeno demais. Me dá [música] tua paz. Largo tudo para te seguir. Entra na minha casa, [música] >> entra na minha vida, mexe com minha estrutura, [música] sara todas as feridas, me [música] ensina a ter santidade. Quero amar somente a ti, porque o Senhor é [música] meu bem maior. Faz um milagre em mim. Faz [música] um milagre em mim. Coração e pensamento [música] para falar com Deus. Para falar com Deus tem que [música] rezar. Para falar com Deus tem que [música] rezar. Fecha os olhos. >> Feche [música] os olhos com carinho. Imagine o céu. E Jesus dizer: "Eu amo [música] você". E Jesus dizer: "Eu [música] amo você". >> Coração e pensamento [música] para falar com Deus. Para falar com Deus [música] tem que rezar. Para falar com Deus tem que rezar. Feche os olhos [música] contra mim. Imagine o céu e Jesus viver. Eu amo [música] você e Jesus viver. Eu amo você. Feche [música] os olhos com carinho. Imagine o céu e Jesus dizer: "Eu amo [música] você". E Jesus dizer: >> "Eu amo [música] você". E Jesus dizer: >> "Eu amo [música] você e Jesus". dizer: "Eu [música] amo você. Uma palavra tão linda, [música] já quase esquecida. me fez recordar [música] contendo sete letrinhas e toda juntinha [música] se lê cativar. >> Cativar é amar, é também [música] carregar o pouquinho da [música] dor que alguém tem que levar. Cativou, [música] >> cativou, >> disse alguém, >> disse alguém, laços fortes [música] criou. Responsável és pelo [música] que cativou no deserto tão só [música] entre homens de vou tentar >> vou tentar [música] >> cativar >> cativar viver perto [música] de alguém Vou tentar, >> vou tentar >> cativar, [música] >> cativar viver perto
no deserto tão só [música] entre homens de vou tentar >> vou tentar [música] >> cativar >> cativar viver perto [música] de alguém Vou tentar, >> vou tentar >> cativar, [música] >> cativar viver perto de alguém. [música] >> Pai, eu quero te amar, [música] tocar o teu coração e me derramar [música] aos teus pés. >> Mais perto eu quero estar, Senhor, e te adorar com tudo que sou [música] e te render. Glória, [música] aleluia, aleluia, aleluia. >> Aleluia. Aleluia. Quando lutas vierem [música] me derroubar, firmado em ti [música] eu estarei, pois tu és meu refúgio, ó Deus. E não importa E não importa onde estiver, no vale ou no [música] monte adorarei. A ti eu canto. Glória, [música] aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. [música] Aleluia. Senhor, eu preciso do teu olhar, ouvir as batidas do [música] teu coração, me esconder em teus braços, [música] ó Pai, >> toda a minha alma deseja junto [música] com os anjos. Cantarei. Tu és santo, exaltado. [música] Aleluia. Aleluia. [música] Aleluia. Aleluia. Aleluia. >> Um sentimento me ronda. Não sei dizer [música] tudo novo para mim. Meu coração se renova. Sinto [música] a esperança invadir o meu ser. Quero ser manso, ser limpo, ser justo e pobre de espírito seu. Tua palavra me assuma, me conta do reino que espera por mim. Eu [música] te ofereço o meu pranto as dores da alma que quer eu ouvi tua [música] voz. Teu falar me encantou. que seguir [música] caminhar e saber [música] para onde vou. Eis-me aqui me sera palavra me sunda. Me conta do reino que espera por mim. Eu te ofereço [música] o meu pranto, as dores da alma que quer [música] eu ouvi tua voz deu falar me encantou, quis [música] seguir caminhar e saber por onde vou. Eis-me [música] aqui, minha dor ser. >> Lindo, lindo, lindo és. Glória, glória eu te dou, Jesus. Jesus. Lindo, lindo, lindo és. [música] Glória, glória, eu te dou, [música] Jesus. Jesus, só quero, [música] só quero ver você. Só quero, só quero ver você. >> Só quero só para ver você. >> Vamos [música] juntos. Só quero, só
o és. [música] Glória, glória, eu te dou, [música] Jesus. Jesus, só quero, [música] só quero ver você. Só quero, só quero ver você. >> Só quero só para ver você. >> Vamos [música] juntos. Só quero, só quero ver você. [música] Só quero, só quero ver você. Só quero, só quero [música] ver você. O que é [música] que os anjos vêm? que os fazem se prostrar. [música] O que é que os anjos vem que os fazem cantar santo? [música] Mais uma vez, o que é que os anjos [música] vêm que os fazem se prostrar? O que é que os [música] anjos vem que os fazem cantar o santo? >> Quando eu te vejo, eu [música] percebo algo diferente em mim. Quando eu te contemplo, eu me torno cada vez mais semelhante [música] a ti. Quando eu te vejo, eu [música] percebo algo diferente [música] em mim. >> Quando eu te contemplo, [música] eu me torno cada vez mais semelhante [música] a ti, Jesus. Vamos fazer lindo bem forte. [música] Lindo, lindo, lindo és. Glória, glória eu te dou, Jesus. Jesus, mais uma vez. Lindo, lindo, lindo és. Glória, glória eu te dou. Jesus, [música] Jesus. Só quero, só quero, só quero ver você. Só quero, só quero ver você. Só quero, só quero ver você. >> Pra gente encerrar. Só quero só quero ver você. Só quero, só quero [música] ver você. Só quero, só quero [música] ver você. Jesus, Jesus. [música] Boa noite a todos. >> Que a paz e o amor do Cristo estej no coração de todos nós aqui presentes, encarnados e desencarnados. Quero agradecer a Kaká mais o Betinho por essa maravilhosa alegria cristã, né? Nos enche de alegria, de boas energias, né? agradecer também aos nossos irmãos internautas que estão nos acompanhando através do do YouTube, né, e do nosso site. E eu queria também fazer uma observação aqui, desculpar ao pessoal que nos assiste pela internet que a gente tá tendo um probleminha, o nosso som tá um pouco abafado, então a gente junto com a reforma a gente vai resolver esse problema. A gente só pede um pouco de paciência e compreensão aos nossos amigos internautas. Eh, nós temos
o nosso som tá um pouco abafado, então a gente junto com a reforma a gente vai resolver esse problema. A gente só pede um pouco de paciência e compreensão aos nossos amigos internautas. Eh, nós temos a peça teatral Bezerra de Menezes, o apóstolo do amor, que vai ser feito lá no colégio Emmanuel, Federação Espírita do Estado de Goiás, promove dia 29 de novembro a Noite Cultural. Congressar Espetáculo Teatral Bezerra de Menezes, o apóstolo do amor. O show musical vai ser de Maurício Keller, Fernando Sabino e Grupo Ser. O evento é em benefício do Congresso Espírita Estadual, contribuindo para manter o valor de inscrição mais acessível e inclusivo. O ingresso vai ser R$ 50, como eu disse anteriormente, vai ser lá no teatro do Colégio Emanuel, lá no setor sul, a data e horário, dia 29 de novembro às 19:30. Onde comprar, na livraria da FEGO ou pelo Simpla, que é pela internet, né? compra online. Vamos prestigiar o espetáculo para que a gente consiga arrecadar recursos para nos beneficiar aí no Congresso, né? Ajudar aí nas despesas, porque não é fácil o Congresso. Mas vamos lá. A gente tá com o texto de hoje, a leitura de harmonização de hoje é uma mensagem de Emanuel, do livro Justiça Divina. Desculpa, gente, faltou o sorteio. Vamos lá. A gente vai sortear uma obra básica, tá? E mais um livro. Os números estão aí do lado direito das cadeiras. O livro é do outro lado da letra, né? Já sorteou? Já tão sorteado entre os números 361 e 206. Levanta a mão quem tiver na cadeira, por favor. 361 e 206. Podem ficar aí que o pessoal vai levar o livro, tá? Para vocês o presente. Ninguém manda ver outro aí, Paul, por favor. 343 e 185. Alguém, mais alguém aqui? Levanta a mão, por favor, a outra pessoa. Ah, já entregou. A gente agradece aí e parabéns pelos que foram sorteados, viu? Faça bom proveito material. Eu não vou fazer igual o Felipe para pedir a sabatina, não, que eu sou mais tranquilo, né? O Felipe é mais exigente, né? Mas vocês podem ficar à vontade. Mas vamos lá, agora sim paraa
oveito material. Eu não vou fazer igual o Felipe para pedir a sabatina, não, que eu sou mais tranquilo, né? O Felipe é mais exigente, né? Mas vocês podem ficar à vontade. Mas vamos lá, agora sim paraa leitura de harmonização. A leitura de hoje é do livro Justiça [música] Divina, psicografia de Chico Xavier com Emanuel, intitulado de Quitação. É da reunião pública do dia [música] 6/03/19, primeira parte, capítulo 7, parágrafo 9, quitação. Todas as contas a resgatar pedem relação [música] direta entre os credores e devedores. É por isso que te veis frequentemente na terra diante daqueles a quem deves algo. No laru nas linhas que o margeiam, é fácil reconhecê-los quando entregas desinteresse e dedicação, recolhendo [música] aspereza e indiferença. muitas vezes trazem nomes [música] queridos no recinto doméstico e assemelham-se a impassíveis verdugos, apressando-te o coração nas grades do sofrimento. Em muitos lances da estrada são amigos a quem te dás, sem reserva e que te arrastam [música] a dificuldades de longo curso. Em várias ocasiões são pessoas das quais enxugastes [música] as lágrimas, situando-as na intimidade da própria vida, e que de inesperado, [música] te agridem a confiança com as pedras do desapreço. Noutras circunstâncias, são companheiros [música] de experiência que, de súbito se transformaram em adversários gratuitos de teu caminho, hostilizando-te [música] em toda parte. Entretanto, se defrontado por semelhantes problemas, é indispensável [música] que te municí de amor e paciência, tolerância e serenidade [música] para desfazeres a trama da incompreensão. Guarda a consciência no dever lealmente cumprido e aja com o que houver. Releva os golpes [música] com que te firam, ofertando-lhes o melhor sentimento, a melhor ideia, a melhor palavra e a melhor atitude. Água cristalina, pingando gota a gota converte o vaso de vinagre em vaso de água pura. E se depois [música] de todos os seus gestos de fraternidade e benevolência ainda te perseguem ou te injuriam,
e. Água cristalina, pingando gota a gota converte o vaso de vinagre em vaso de água pura. E se depois [música] de todos os seus gestos de fraternidade e benevolência ainda te perseguem ou te injuriam, abençoa-os em prece e [música] continua adiante fiel a ti mesmo, na certeza de que humildade na hora da crise é nota de quitação. Então vamos fechar os nossos olhos, acalmar o nosso coração, sentar de uma forma confortável e trazer para bem pertinho [música] de nós a figura do nosso mestre Jesus, abrindo os braços de antemãs, nos acolhendo e nos amparando. Amado mestre Jesus, aqui estamos nós em busca do teu evangelho, em busca do aprendizado, em busca do entendimento e principalmente, mestre Jesus, da humildade e da paciência, porque como nos disse o texto, é nossos lares que temos os maiores desafios, é dentro dos nossos parentes de conseguenidade. que temos aqueles do nosso pretérito que nos prejudicaram ou que a gente os prejudicou, mas que estamos juntos para quitarmos esses débitos. Interceda, mestre Jesus, ao nosso Pai Celestial, que tenhas misericórdia de todos nós que estamos dentro desse ciclo familiar, que possamos juntos aproveitar esta oportunidade com [música] amor, muito amor, muito carinho e compreensão. que amemos, mas que este amor seja o amor que o Cristo nos ensinou. Amor desapegado, o amor que dá liberdade, que dá confiança, o amor que cura. [música] Que nossa mãe santíssima ampare todas as famílias, todas as mães, todos os avós, os pais, enfim, todos aqueles que tanto necessitam do seu amor, na certeza deste amparo, de toda a espiritualidade aqui da casa, na certeza do amparo dos mentores aqui da casa, dos médicos espirituais aqui presentes, Quero fazer a oração que o nosso mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como nos céus. O pão nosso de cada dia nos dai hoje e sempre, Senhor. Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem
, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como nos céus. O pão nosso de cada dia nos dai hoje e sempre, Senhor. Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos de todo o mal. Porque vós é o poder, o reino e a glória para hoje e sempre. E que assim seja. [música] E agora eu quero chamar para estar com a gente a nossa palestrante Cíntia Arruda de Castro que tá lá para nós o tema reencarnação em família, lições de amor e evolução compartilhadas. A CIA palestrante, facilitadora dos cursos da nossa casa, estudante do evangelho e também faz parte da diretoria da nossa casa espírita. Seja bem-vindo, Cínto. Obrigado. >> Boa noite a todos. >> Fazia um tempinho que eu não aparecia por aqui. Tava com saudade. Boa noite aos nossos amigos internautas também, que eu espero que estejam conseguindo nos ouvir bem. Põe um fone de ouvido que eu acho que o som fica melhor, porque aqui eu acho que o som tá tá bom, né? Tá alto? Tá bom, tá todo mundo escutando direitinho. Nós vamos falar de um tema muito delicado hoje e que às vezes a gente não para muito para pensar e para lembrar. E assim, para ilustrar o nosso tema, eu resumi, mas bem resumidinho mesmo, para que vocês tenham a curiosidade de ler depois a história desse livro que tá aqui na frente, ó. Páas em redenção, psicografia de Divaldo Franco, uma história contada por Vittor Hugo e que foi lançado em 1973 na sua primeira edição. Ou essa aqui é a edição mais nova, mas a história é a mesma. E nós vamos eh ver como que esses laços familiares, como que a reencarnação nos liga através das eras, através dos tempos. E vamos compreender que nada é por acaso nas nossas vidas e que ninguém tá junto por capricho do nosso pai divino. Ele não tá fazendo um joguinho conosco, muito pelo contrário, ele está nos dando grandes oportunidades de crescimento. Muito bem, nós vamos começar então em 1745, amanhecendo o dia lá na Toscana, das janelas do castelo do conde, dos
onosco, muito pelo contrário, ele está nos dando grandes oportunidades de crescimento. Muito bem, nós vamos começar então em 1745, amanhecendo o dia lá na Toscana, das janelas do castelo do conde, dos duques, desculpe, dava para ver todo o vale com suas árvores frondosas, com suas florestas e os vinhedos que eles cultivavam ali, que era seu meio de sobrevivência, não é? E uma tragédia havia se abalado sobre aquela casa há três anos atrás. A duquesa, duquesa Ângela, ela havia falecido de impaludismo, que nós sabemos que é malária, que era uma doença que estava assolando toda aquela região naquela época. E ela era uma pessoa muito boa, uma beleza peregrina, uma criatura que fazia só o bem, que distribuía eh eh benefícios paraas comunidades ali, que nós sabemos nessa época aí os donos dos castelos, eles distribuiam as terras à meia, né? e quem produzisse bastante recebia uma parte nos lucros e ele se valia do maior valor que estava ali. Ainda permanecia esse sistema de nessa época aqui, esse sistema de consórcio das terras e a duquesa quando veio para o casamento trouxe com ela um sobrinho órfão. os pais haviam morrido. Ele era filho de uma sua irmã de nome Girólamo. E Girólamo era um menino que desde cedo demonstrou que ele não era uma pessoa assim muito de caráter, ele era uma pessoa de caráter fraco, muito dado a aventuras, né? Uma pessoa que gostava de tirar vantagem em todas as situações e talvez até pela condição dele de estar ali, ele achava que era de por favor, né, da família. Eh, ele gostava estar sempre eh eh fazendo alguma coisa que que lhe desse alguma vantagem, mas ela se casou, trouxe o sobrinho, que ela cuidava com todo zelo, todo carinho, teve três filhos, uma menina e depois dois meninos. E depois que ela teve os seus filhos, ela conversando com o Duque, com quem ela tinha uma afinidade muito grande, resolveram adotar Girólo. E o Duque então perfilhou o sobrinho e eles passaram a ser os pais adotivos daquele rapaz. Eles tinham educação esmerada, haviam
om quem ela tinha uma afinidade muito grande, resolveram adotar Girólo. E o Duque então perfilhou o sobrinho e eles passaram a ser os pais adotivos daquele rapaz. Eles tinham educação esmerada, haviam preceptores que vinham à herdade para dar aulas para os pequenos, mas principalmente para ele, que já era maiorzinho e que estava se formando para representar justamente a linhagem daquela família, né? Uma família importante que vivia ali naquela época. Só que a duquesa faleceu. Faleceu e o Conde ficou muito arrasado. Desculpa, eu tô trocando os títulos dele, mas daqui a pouco ele vai ficar bravo comigo. Era um duque, né? O Duque ficou muito triste com essa situação, porque ele era profundamente apaixonado pela pela sua esposa. mandou. Ele não tinha muita simpatia pelo filho adotivo, havia perfilhado o rapaz porque a duquesa havia insistido muito e e como ele fazia tudo que ela queria, porque ela era muito boa, ele então continuou fazendo os benefícios pro rapaz, mandou paraa Siena, porque essa propriedade era nos arredores de Siena e ele ficou ali fazendo seus estudos e aí sozinho, solto na vida, né, ele começou a aprontar muita coisa, né, E o o pai adotivo, tio, ele não tinha muita simpatia por esse rapaz, mas com a morte da esposa, ele se entregou completamente à tristeza e a depressão. Ele não reagia mais, adoeceu, ficou ali por muito tempo entregue à sua tristeza. Eh, havia uma ama que cuidava dos seus filhos desde a época da duquesa. A duquesa cuidava pessoalmente dos seus filhos, mas tinha essa ama de ajudante. Então, quando ela morreu, ele ele entregou o cuidado de seus filhos a essa ama Lúcia, que largou tudo que fazia e era muito dedicada a essas crianças. Muito bem. No final de eh 1745, o duque não resistiu às doenças que o acometiam e morreu. Muitas pessoas compareceram ao seu velório, foi enterrado com pompa e circunstância e quando ele adoeceu, antes dele morrer, o seu sobrinho, um rapaz muito bonito, afinal ele era da família da duquesa. Duquesa era uma
mpareceram ao seu velório, foi enterrado com pompa e circunstância e quando ele adoeceu, antes dele morrer, o seu sobrinho, um rapaz muito bonito, afinal ele era da família da duquesa. Duquesa era uma mulher muito bonita, era uma família de pessoas bonitas que chamava atenção, tinha um porte alto, mas ele tinha um olhar muito arrogante, né? Ele começou a se reaproximar da família, veio de Siena paraa Herdade e ali ficou medindo as vantagens que podia tirar daquela situação. Então, quando o seu pai adotivo ou tio faleceu, que o inventário foi aberto, o testamento foi aberto, ele se surpreendeu e ficou muito revoltado. Por quê? Porque o tio deixou todo o patrimônio dele sobre a administração da Lúcia, que era a ama das crianças, porque confiava muito nela. Estelo, as propriedades, tinha um gerente que ajudaria, mas ela seria responsável e ele receberia uma pequena propriedade para morar e teria uma farta mesada. Ele receberia um bom rendimento todo mês, mas aquilo para ele não era o suficiente. Ele queria todo o patrimônio do duque. Ele queria se assenhorear de tudo. E aí, consorciado com uma serva da mansão do palácio que se apaixonara por ele, ele tramou e matou as três crianças e a e a ama. Mas ele inventou uma história lá. Eu não vou dar muito spoiler não para vocês lerem o livro. Por isso que eu tô dizendo que eu resumi ele bem resumidinho. Ele inventou uma história lá e acobertado pelo bispo de Siena, né, a quem ele dava muito dinheiro. Inclusive comprou o título de Conde nesse com esse bispo. A história acabou, ficou arquivada, ninguém falou nada e ele tomou conta de tudo. Ele era agora o novo proprietário. Faltava uma coisa, ele precisava se casar para começar uma nova linhagem. E para não despertar desconfianças, ele manteve o sobrenome de Bit e queria acrescentar o seu querubini para iniciar uma nova linhagem. Ele mandou assunto pra Florença, falou para ela, olha, para ninguém desconfiar, deixa as coisas acalmarem por aqui, você vai para lá, quando tudo se acalmar aqui, eu vou lá
iniciar uma nova linhagem. Ele mandou assunto pra Florença, falou para ela, olha, para ninguém desconfiar, deixa as coisas acalmarem por aqui, você vai para lá, quando tudo se acalmar aqui, eu vou lá te buscar, você vai casar comigo. A gente inventa uma história, porque foi essa a promessa que ele fez para ela, para que ela pudesse ajudá-lo nesse nesse trabalho que ele queria fazer de eliminar os herdeiros, né? Muito bem. Ela foi pra Florença e depois que ele resolveu tudo ali, que ele conheceu uma moça da nobreza de Florença, que era filha de Condes, que era uma menina muito bonita, muito bem eh educada, falava vários idiomas e que era ideal no no pensamento dele para ser a nova condessa daquelas herdades todas. E seria uma moça que pod muito nova, que poderia ter uma prol ali bem grande e com isso daí perpetuar o nome dele e ele ficar famoso, influente. Mas para que tudo pudesse acontecer do jeito que ele havia planejado, ele precisava eliminar a sunta. Já não bastavam os três crimes, ele precisava cometer mais um. Então ele foi paraa Florença as escondidas, convidou a assunta para um passeio, para um piquenique. Ela foi toda feliz, achando que ele já ia combinar com ela o casamento. E quando ele achou que estava tudo bem, tudo a só, ele matou assunta também a facadas. Só que ele não esperava que o cavalariço do castelo da sua noiva estivesse ali, não perseguindo, mas por acaso ele tava ali passeando, escondido entre as folhagens e viu aquele rapaz que ele não identificou de pronto e viu tudo acontecer. Ele tinha uma testemunha ocular do fato, mas aquele rapaz que também era muito ambicioso, ele era cavalarço, já havia ganha ganho alguns prêmios em festas locais e exaltado o nome da família da da noiva do do girólomo. Então ele ele queria tirar vantagem daquilo. E aí o que que ele fez? Ficou calado. Em alguma oportunidade ele poderia se valer daquela situação. Muito bem. Girólamo voltou para Florença com seus sogros, fizeram um casamento, um casamento maravilhoso, uma moça muito
ez? Ficou calado. Em alguma oportunidade ele poderia se valer daquela situação. Muito bem. Girólamo voltou para Florença com seus sogros, fizeram um casamento, um casamento maravilhoso, uma moça muito bonita, né? Se casaram e ela não conseguia engravidar, não conseguia engravidar. E também os problemas mentais de Girólamo foram se acentuando. Por quê? Porque do plano espiritual, agora desencarnados de forma tão violenta, o Duque e Assunta se reuniram para perseguir Girólamo e levaram à loucura, porque quando ele desencarnasse, eles queriam aprisioná-lo e continuar perseguindo no plano espiritual. Então ele tinha acessos horríveis, as pessoas tinham medo. Aí de repente ele ficava calmo, ficava tudo bem. Por quê? Porque a duquesa Ângela, que era a responsável por todo aquele grupo familiar, interferia, fazia preces, retirava, tentava. Ela tinha muita ascendência sobre o duque que era que tinha sido seu marido, e ela conseguia amenizar um pouco. Só que o tempo foi passando e aquelas dificuldades foram aumentando. O Carlo reconheceu após o casamento, quem era aquele rapaz, né? E achou que estava no momento de tirar vantagem. Carlo Cavalariso que havia eh presenciado o crime. E o que que ele fez? Ele foi até aade, pediu uma audiência com ele e ao entrar ele só rateiramente foi dizendo até confessar para que havia visto o crime e que ele queria ser muito bem pago pelo silêncio. ele já que já não estava muito equilibrado, o Conde Girólomo, né, que já não estava muito equilibrado, começou a a ter um surto eh psicótico, também ensuflado pelos seus perseguidores, obsessores. Pegou uma bolsa de dinheiro, deu para ele, pediu que ele sumisse dali, senão ele seria o próximo a morrer. E começou a gritar, puxar os cabelos, bater a cabeça nas paredes. Carlo ficou com medo, saiu correndo para que ninguém o visse ali e induzido por Assunta e pelo duque desencarnados, ele foi para um outro cômodo e se enforcou. Então, termina aqui nessa fase da nossa história em 22 de dezembro de 1753,
para que ninguém o visse ali e induzido por Assunta e pelo duque desencarnados, ele foi para um outro cômodo e se enforcou. Então, termina aqui nessa fase da nossa história em 22 de dezembro de 1753, essa história trágica e triste desse grupo familiar. Passaram-se 100 anos, 100 anos de muito sofrimento, pouco mais de 100 anos de muito sofrimento na espiritualidade, onde ele foi muito perseguido, ser viciado. Ele já estava enlouquecendo na espiritualidade também, quando por interferência da duquesa, que ela conseguiu autoridar, autorização para socorrer os seus familiares, ele eh eles são levados, saindo de lá de Florença, eles são trazidos para as terras brasileiras para um novo recomeço. Por quê? para sair daqueles sítios, porque nós estamos começando em 1745, mas essa família, esse grupo familiar já vem de longa data se envolvendo, voltando juntos. Então, para sair daqueles sítios onde as lembranças poderiam altercar novamente o grupo, eles vêm para as terras brasileiras e deixam os vinhedos da Toscana trocando pelos canaviais do Vale do Paraíba. Isso em 1865, né? Dessa vez nós vamos encontrar a Beatriz, esposa de Girólamo na pele de Maria Amélia Albuquerque, uma moça da alta sociedade paulistana, muito prendada, que havia estudado muito também, muito bonita, que se consorciou com o coronel Frederico, que era o Carlo Cavalarço na época lá da Toscana. E ele herdou esse título de coronel Frederico. Por quê? Porque os seus pais haviam morrido, eram muito ricos. Ele era filho único, herdou todo o patrimônio, as propriedades, era senhor de engenho, era cafeíultor, tinha muitos escravos na sua propriedade. Era um homem também muito bonito, mas muito rude, muito iraível no na na no tratamento com as pessoas. Ele se dava muito bem com a Maria Amélia, só não concordava com as ideias abolicionistas dela. Pois bem, ele queria também, ele não precisava de mais patrimônio, mas ela veio com dote muito alto também e ele queria também com ela formar uma próle grande, porque ficou só ele da
licionistas dela. Pois bem, ele queria também, ele não precisava de mais patrimônio, mas ela veio com dote muito alto também e ele queria também com ela formar uma próle grande, porque ficou só ele da família. Então, como é que o nome dele ia se perpetuar? Só se ele tivesse uma grande família. Mas a Maria Nelli era uma pessoa de uma saúde frágil e ela só conseguiu levar a termo uma gravidez e que pra felicidade do coronel Frederico, né, o que já era uma grande vantagem, era um menino. Então, nasceu Antônio Cândido, filho dessa família de senhores de engenho, caficultores da alta sociedade paulistana, que tinham as suas propriedades, que viajavam pra Europa, que tinham muito recurso, mas só tinham um filho. Então, nasceu Antônio Cândido. Quem era Antônio Cândido? girólomo, que por força das condições de vida dele, da vida anterior que ele teve, nasceu asmático, com problemas de garganta. Ele tinha muitas infecções de garganta, muitas crises respiratórias, né? E com muito medo. Ele tinha muitos pesadelos, né? Ele sonhava com perseguições, com pessoas correndo atrás dele, com furnas, com grutas, lugares escuros e gritava à noite, chamava pela mãe. E isso deixava o coronel furioso, porque ele queria um homem forte, valente, para seguir adiante com a linhagem dele, mas a providência divina tinha mandado aquele homem fraco e mirrado para ser o seu filho. São essas as palavras que estão no livro, né? E na mesma época em que ele nasceu, um casal de colonos espanhóis que morava e trabalhava na fazenda, teve também um bebê. Eles eram da mesma idade, o Bernardo e o Antônio Cândido. E quem era o Bernardo? O Duque Geovani. Só que Bernardo era muito diferente do Antônio Cândido. Ele era um menino forte, valente. Ele não se rendia nada, não tinha medo de nada, né? era o companheiro de brincadeiras e foguetos de girólomo. Os dois agora, né? Se ele corresse muito, ele já ficava sem ar. Ele tinha crises de garganta. Quando ele tinha as a os sonhos à noite, ele se perturbava muito e aí vinha a crise respiratória e ele
mo. Os dois agora, né? Se ele corresse muito, ele já ficava sem ar. Ele tinha crises de garganta. Quando ele tinha as a os sonhos à noite, ele se perturbava muito e aí vinha a crise respiratória e ele era um menino doente. Bernardo, então, pelo seu porte conquistou o coronel Frederico. E o coronel Frederico olhava para ele e pensava: "Eu queria que esse aí fosse o meu filho e não aquele serzinho lá que Deus mandou para eu cuidar". Mas ele não podia fazer nada. Então ele trouxe para perto de si esse rapaz, esse menino, e deu a ele toda a formação que ele gostaria de ter dado ao seu filho. Era o companheiro inseparável do coronel, estavam juntos em todos os lugares. A conselho médico, eles tiveram que mandar Antônio Cândido pra Europa para estudar, porque o clima do Brasil era muito adverso para ele. Então ele foi estudar lá e por força das circunstâncias acabaram os amigos da infância acabaram se separando. Nesse íer, enquanto ele tá lá estudando, os anos passaram e fazenda com escravos e maltratados, como nós sabemos que os escravos, a maioria das fazendas fazia isso com eles. Eles sempre fugiam e o feitou e todo mundo ia atrás se procurar. Nessa época que nós estamos falando aqui, o houve uma fuga de quatro escravos que eram os melhores escravos da fazenda. Homens fortes que trabalhavam de sol a sol, hum, regateavam serviço, mas já estavam cansados daquilo ali. Como na região havia muitos quilombos, já estava um movimento abolicionista muito forte. Alguns fazendeiros eram abolicionistas, então eles fugiam para se esconder nesses locais. E o coronel ficou furioso. Como os meus melhores escravos fogem e ninguém vê. E aí botou todo mundo procurando. E quem foi que ele chamou para ajudar a procurar? Bernardo. Subiram num cavalo e foram atrás desses escravos. Até que conseguiram prender esses escravos e mandaram de volta pra fazenda para serem castigados. E no caminho eles tomaram uma outra direção. O cavalo se assustou com uma cobra e saiu em disparada com o coronel em cima desse cavalo.
escravos e mandaram de volta pra fazenda para serem castigados. E no caminho eles tomaram uma outra direção. O cavalo se assustou com uma cobra e saiu em disparada com o coronel em cima desse cavalo. Ele tentou pular do cavalo, mas ficou preso no estribo e esse cavalo saiu arrastando o coronel mato aa resultado, morre o coronel Frederico, o antigo Carlo lá da Toscana. E Bernardo volta chorando aos prantos paraa fazenda, porque era como se o pai dele houvesse morrido. E ele não se não não se conforma e fica imaginando que seria dele agora sem a proteção do seu padrinho, né, do do coronel Frederico. Com o sucesso que aconteceu, né, que o passamento do pai de Antônio Cândido, ele é chamado às pressas pro Brasil, volta para lá para tomar posse do seu patrimônio, administração das fazendas e eh Bernardo já começa a ficar enciumado dele, né? Por quê? Porque o Antônio Cândido era um menino fraco, era um rapaz, um homem já, né? fraco, raquítico, medroso, tinha um olhar assustado por conta das do processo obsessivo em que ele vivia, mas era quem ia mandar ali. Ele tinha, o Bernardo era muito forte, valente, conquistava todas as pessoas, tinha aquele olhar autodeterminado, mas era muito complexado pela condição social dele. E ele também não queria receber as ordens daquele rapaz. Antônio Cândido eh, vinha da Europa sabendo que ele não conseguiria levar a bom termo administração da fazenda. Então, quando ele chegou, conversou com a mãe e tomou o pé da situação, ele começou a se aproximar de Bernardo, queria reconquistar a amizade daquele seu companheiro da infância por e começou então o planejamento que a duquesa havia feito antes do reencarne deles começou a dar certo, porque ela queria exatamente isso, que eles se tornassem amigos novamente e que eh de futuro o Antônio Cândido fosse passando para eles pela sua debilidade física, mais incumbências, mais responsabilidades, mais ganho financeiro para que ele e os pais tivessem uma condição despreocupada no futuro. Se ele não passasse tudo, né?
ra eles pela sua debilidade física, mais incumbências, mais responsabilidades, mais ganho financeiro para que ele e os pais tivessem uma condição despreocupada no futuro. Se ele não passasse tudo, né? Não ia passar tudo, mas pelo menos ele estaria devolvendo uma parte daquilo que ele tirou da família do do duque. Muito bem. O Antônio Cândido, como esteve na Europa e a doutrina espírita já estava começando a a alcançar os meios sociais, ele teve algum conhecimento disso, ele teve algum contato, não aprendeu muita coisa, ele gostava muito de ler, ainda não tinha recebido os livros que ele pediu aos seus amigos para mandar de França. E então ele, mas ele já tinha algum conceito, então o esforço que ele estava fazendo pr para se aproximar e ele não sabia, mas inconscientemente era para se reconciliar com Bernardo, era muito grande, mas as animosidades de Bernardo em relação a ele eram maiores e ele não conseguia ainda intimamente e é são aquelas situações que a gente não sabe explicar, né, mas que a reencarnação explica. ele não conseguia se aproximar muito dele. E acontece que num momento lá ele chamou Bernardo para conversar e passou para ver se ele conquistava de vez o rapaz, passou para ele toda a responsabilidade pela capatasia da fazenda, que era a gerência geral de todos os negócios. Então ele ia passar a cuidar de tudo, a fazer todas as tarefas, ele ia ter um ganho maior e até participação nos lucros das vendas, do café, da cana, dos animais, de tudo ali. Ele era o responsável por até pelos escravos, compra e venda tudo ele era responsável. Bernardo ficou muito assustado com aquela oferta, desconfiado, mas aceitou e o coração dele deu uma amolecida. Mas a gente sabe que é nesses momentos que a gente se prepara para os testes maiores da vida. Então, um novo teste estava a caminho, porque chega entre eles Ana Maria, que era assunta lá da Toscana, uma menina de 16 anos, muito bonita, eh, idade de se casar, muito ambiciosa e ela estava sendo cortejada por um primo de Antônio
inho, porque chega entre eles Ana Maria, que era assunta lá da Toscana, uma menina de 16 anos, muito bonita, eh, idade de se casar, muito ambiciosa e ela estava sendo cortejada por um primo de Antônio Cândido. E as famílias se reuniram na passagem do ano na fazenda de Antônio Cândido. reuniram-se por conta do passamento do pai dele. Todos queriam estar juntos. Então eles estavam passando juntos aquelas festas. E quando Antônio Cândido bateu os olhos nela, se perdeu de amores. Mas ele era muito tímido, então ele olhava para ela e abaixava os olhos. Só que ela era muito esperta e percebeu a o interesse de Antônio Cândido por ela e deu um jeitinho de que Marcondes, que era o primo dele que a cortejava, voltasse para São Paulo. E aí acabou com as esperanças das duas famílias de fazerem o casamento dos dois. Mais esperta ainda, ela se aproximou daquela que ela gostaria que fosse a sua futura sogra, a Maria Amélia, mãe de Antônio Cândido. e foi conquistando a confiança dela até abrir o coração e dizer que ela se interessava por ele, mas via que ele era muito tímido e que ela não gostava do Marcones, que não queria se casar com ele e que se houvesse algum interesse do Antônio Cândido por ela, que ela tinha certeza que convenceria o pai dela a pedir a mão dela em casamento, a a a permitir que ela se casasse com Antônio Cândido, porque ela era filha única e o pai fazia tudo que ela queria. A Maria Amélia ficou meio desconcertada com a sinceridade dela, mas achou bom, né? porque ela foi direta e falou a verdade e achou que tudo aquilo ali era só um arroubo juvenil, mas foi até o seu filho, conversou com ele e ele abriu o coração que realmente estava interessado por ela. As famílias se conversaram, se resolveram e os dois ficaram noivos paraa felicidade geral da nação, menos de Bernardo. Porque desde que ela havia chegado na fazenda, Bernardo se encantou por ela também. E quem se ceroniava os passeios que eles faziam pela fazenda era Bernardo. E ela percebeu que Bernardo também
nardo. Porque desde que ela havia chegado na fazenda, Bernardo se encantou por ela também. E quem se ceroniava os passeios que eles faziam pela fazenda era Bernardo. E ela percebeu que Bernardo também gostava dela e era muito inconsequente. Sedutora ficava espicaçando os sentimentos do rapaz, mesmo sabendo intimamente que não daria oportunidade a ele, porque ele era pobre, ele era um simples funcionário da fazenda. Só que isso aí gerou muitos conflitos, porque Bernardo ficou completamente transtornado e essa incontinência emocional dele fez com que ele se tornasse duro, agressivo, até cruel com os trabalhadores e os escravos na fazenda. Até que chegou aos ouvidos de Antônio Cândido e ele chamou o Bernardo para uma conversa e que não foi uma conversa nada fácil, foi uma conversa difícil, as animosidades ali recrudeceram bastante, mas eles continuaram. Ele falou assim: "Olha, eu sou eu que mando aqui. Se você quiser continuar a fazer isso, vai ter que ser assim, você tem que aceitar". E Bernardo calou a sua boca por causa dos seus pais, porque ele não podia mais tirar dos seus pais aquilo que eles já estavam vivendo. Então ele ficou quieto com seu sentimento, mas jurou a si mesmo passional que era, que Ana Maria não seria de mais ninguém, só dele. E aí o que que acontece nessas nesses dias de festa? Houve uma chuva muito forte, muito forte. O rio Paraíba do Sul transbordou, inundou a área da fazenda, principalmente as áreas ribeirinha. E depois que a chuva passou, Antônio Cândido pegou um cavalo, chamou o Bernardo, porque ele era o gerente geral da fazenda, para que eles pudessem avaliar os prejuízos que estavam acontecendo ali. E o canavial tinha sido todo destruído, ia ser ter que ser plantado de novo. Então eles pararam num momento lá para conversar. Só que antes de que Antônio Cândido começasse a conversa, Bernardo pegou o braço dele e se confessou para ele que gostava da Ana Maria, que era para ele terminar aquele noivado, que ninguém ia ficar com Ana Maria, que ele ela seria só dele e de
e a conversa, Bernardo pegou o braço dele e se confessou para ele que gostava da Ana Maria, que era para ele terminar aquele noivado, que ninguém ia ficar com Ana Maria, que ele ela seria só dele e de mais ninguém. Antônio Cândido quis reagir, mas ele era franzino e não conseguiu. Então o que que aconteceu? Bernardo pegou ele pelos braços e jogou dentro do rio e se jogou atrás dele. Outra tragédia, outra situação difícil. Isso era 25 de janeiro de 1870. Mais uma oportunidade perdida, mais compromissos desfeitos e dívidas contraídas pela impulsividade, pela falta de paciência, por aqueles que não conseguiam se resolver intimamente, né? E aí o que que aconteceu? De perseguidor ele passou a perseguido. Ele que perseguia o Girólamo, o Duque agora Bernardo que perseguia Girólamo agora Antônio Cândido, passou a ser perseguido violentamente com um ódio mortal. Toda aquela fraqueza de Antônio Cândido explodiu num numa numa raiva, num ódio que ele vinha contendo dentro do seu peito até ele não mais suportar. e com muito mais requinte de crueldade na espiritualidade, ele passou a perseguir o duque. E 60 anos se passaram desse embrolho todo. A duquesa tentava fazer alguma coisa, mas ele sequer, o desequilíbrio era tão grande que eles nem a ouviam. Ela estava sempre procurando se aproximar, fazia suas orações, tentando inspirá-los em ideias boas, mas ela não conseguia. até que procurando as instâncias superiores, né, os espíritos responsáveis pelos planejamentos reencarnatório, eles disseram a ela que tinha que dar um basta naquilo. Se eles reencarnassem de novo numo recomeço, eles incidiriam nos mesmos erros. Essa história já vinha se desenrolando há muito tempo. Então, o que que era preciso? uma intervenção mais intensa, uma encarnação compulsória para que eles, pela dependência um do outro, da necessidade do sofrimento na carne, aprendessem pelo menos a conviver com mais harmonia, para que num próximo momento que não fosse compulsório, ou seja, que eles pudessem escolher como
m do outro, da necessidade do sofrimento na carne, aprendessem pelo menos a conviver com mais harmonia, para que num próximo momento que não fosse compulsório, ou seja, que eles pudessem escolher como viver, eles tivessem condições de levar a bom termo os compromissos assumidos. E aí o que que acontece? Eles saem do Vale do Paraíba, dos Canaviais, e nós vamos encontrar essa história recomeçando em 1937 no Rio de Janeiro. Nessa época, a doutrina espírita já estava muito espalhada no na no Brasil, principalmente, apesar de muito perseguido, ainda já já pelas autoridades religiosas, mas ainda eh eh ela conseguia se espalhar entre as pessoas, né? o conhecimento dela era muito grande entre as pessoas. E nós vamos então, mais especificamente aqui em 1937, nos encontrar no dia 30 de novembro de 1937, uma terça-feira à noite, num centro espírita pequenininho no Meier, no Rio de Janeiro. Um um centro pequeno, muito simples, sem grandes eh eh luxos. Era uma mesa grande que existia, como era antigamente, né? uma mesa grande no centro da sala, cadeiras para assistência ou para aquelas pessoas que estavam em tratamento, onde se faziam as reuniões de intercâmbio mediúnico e as palestras e as as os encontros de estudo. E o grupo estava muito harmonizado, todos concentrados e prece. O dirigente da reunião fez uma leitura do de uma página do Evangelho e começou a explaná-la com muita lucidez, com muita emoção. E no momento em que ele começou a explanar, um grupo de espíritos se aproximou da mesa, espíritos iluminados. E junto com esses espíritos, eh, dois espíritos em profundo sofrimento, foram trazidos por mãos caridosas de tarefeiros da espiritualidade para serem atendidos naquele grupo. Um tomou uma médium na cabeceira da mesa, o outro tomou a outra médium na cabeceira da mesa. Só que eles estavam tão desequilibrados, tão violentos, que eles não conseguiam falar, usar os o a a os a mediunidade daquelas moças que eram muito equilibradas, mas não conseguiam. Então, o dirigente da reunião pediu passes,
esequilibrados, tão violentos, que eles não conseguiam falar, usar os o a a os a mediunidade daquelas moças que eram muito equilibradas, mas não conseguiam. Então, o dirigente da reunião pediu passes, pediu preces, concentrações e quando eles foram adquirindo mais consciência e mais tranquilidade, começaram a emprecar um contra o outro. Ia a xingar, e a falar, um falava, outro falava. Eu não te perdoo, nem eu. É pra eternidade. E aí de repente uma entidade belíssima, iluminadíssima, toma outro médium e diz: "Ninguém espera que vos perdoeis um ao outro, por enquanto desejamos vos perdoeis a vós mesmos". Aquela voz com autoridade moral tão grande, mas também tão terna e cariciosa, era da duquesa Ângela. que ao falar abriu as consciências daqueles dois espíritos e eles se recordaram de muita coisa e começaram a chorar. Silenciaram as brigas e começaram a chorar. Muitas as recordações que vieram à tona. Em seguida, a duquesa passou a palavra para Lúcia, a ama de seus filhos, que havia vindo para o trabalho junto com ela. E aí Lúcia começa a descrever pros trabalhadores que estão ali o que que eles estavam começando a fazer ali naquele ano de 1937. era o recolhimento daqueles espíritos para um recomeço que eles precisavam fazer e que tudo precisava começar ali e que eles viriam numa encarnação compulsória, sofrendo o eh teriam corpos difíceis de serem cuidados. Eles estariam com deficiências motoras, um nasceria cego, o outro nasceria surdo mudo. Por quê? Porque um seria dependente do outro, um precisaria ajudar o outro naquelas necessidades que eles tinham, né? mas que como Deus não desampara ninguém, havia sido permitido que ela renascesse para ser mãe deles e cuidar deles com todo amor e carinho. Olha ali novamente, 20 anos depois, todos reencarnados, o grupo está todo reunido novamente. 20 anos depois, então, um dos rapazes mais novos que estavam naquela reunião mediúnica, já com os seus 40 anos, já havia se formado, era um advogado reconhecido, mas era um homem bom. Ele
o novamente. 20 anos depois, então, um dos rapazes mais novos que estavam naquela reunião mediúnica, já com os seus 40 anos, já havia se formado, era um advogado reconhecido, mas era um homem bom. Ele continuava nas lides espíritas, ele estava saindo da reunião mediúnica, não morava mais no Meier, né? Ele morava em Laranjeiras, agora com a mulher e os filhos, já havia melhorado a vida. E ele tava saindo da reunião mediúnica para casa e desabou um temporal. Nós vamos ver que o acaso não existe, né? Desabou um temporal, um temporal muito forte que reteve todo mundo onde estava. Quando a mãeou um pouquinho, ele tentou ligar o carro e não conseguiu. O motor não pegava porque tava molhado. E aí ele resolveu botar o palitó na cabeça e saiu andando porque o abrigo dos bondes era ali perto. Então ele foi lá para para esse abrigo dos bondes para esperar chegar uma condução para levá-lo para casa. E quando ele chegou lá, ele divisou uma multidão e um canto. E ele não sabia o que era aquilo. Então ele saiu do abrigo dos bondes e foi se aproximando desse grupo que tava ali e se deparou com uma cena desoladora. Uma mulher esquálida, sentada no chão com dois bebês gêmeos no seu colo, deficientes físicos, um surdo, mudo e o outro cego. E ela cantava, porque ela cantava maravilhosamente bem e as pessoas passavam a qualidade, passava ali, a qualidade descompromissada, né, gente? Jogava as moedinhas ali e era com aquilo que ela fazia a manutenção dos seus filhos. Ela precisou esmolar, precisou mendigar para poder manter seus filhos. Por quê? Porque a sua avó, dona Catarina, não aceitava os bisnetos. a sua mãe anunciada, que era assunta de de lá da Toscana e depois a Ana Maria lá do Vale do Paraíba, ela ela fugiu de casa, ela não se conformava com a situação de miséria em que ela vivia e foi ter aventuras que ia arrumar um marido rico e sumiu de casa. E quando ela era criança, deixou a filha criança aos cuidados da avó. Lúcia cresceu, que era a mãe das crianças, que era aquele espírito que se manifestou lá no grupo e
um marido rico e sumiu de casa. E quando ela era criança, deixou a filha criança aos cuidados da avó. Lúcia cresceu, que era a mãe das crianças, que era aquele espírito que se manifestou lá no grupo e e foi e sofreu um abuso do seu companheiro, que é o Laércio, que era o bispo de Siena, que ainda estava muito desequilibrado também, era bebia muito, entregue à drogas e ela sofreu um abuso dele e ficou grávida. E a avó queria que ela abortasse a o filho. Não sabiam que eram gêmeos, mas ela não aceitou e prometeu pra avó que ela se responsabilizaria pelo sustento das crianças, já que eles viviam em extrema pobreza que não levaria aquela dificuldade pra avó. E quando nasceram duas crianças deficientes físicas, com toda aquela deficiência tão grande, a avó queria de toda forma que ela se livrasse das crianças. Lá na favela onde elas moravam tinha um circo com o cigano, o Guauber, que quis a todo custo comprar essas crianças, mas a Lúcia não deixou. Quem era o Gber? Era o Carlo, Coronel Frederico, lá do Vale do Paraíba, né? o grande amigo do Bernardo, que queria que o Bernardo fosse filho dele. Mas aí essas duas crianças, que eram Bernardo e Antônio Când vou Girólomo e o Duque Giovani estavam agora sob os cuidados de Lúcia numa reencarnação compulsória, passando dificuldades de toda sorte, inclusive carência financeira, material, e ela precisava mendigar para sustentar esses filhos. E olha só a dedicação desse espírito, desse grupo familiar. para manter a sustentação dessas crianças e manter o compromisso de que elas se recuperassem, se reabilitassem diante da sua consciência naquela experiência. Tá aí todo o grupo reunido. Só que que aconteceu? O Dr. Oscar se condoeu muito daquela situação, se ajoelhou depois que as pessoas foram embora e começou a conversar com a Lúcia e ela foi contando da vida dela, como ninguém lhe dava atenção, só jogava as moedinhas. Ela se surpreendeu com o carinho e o acolhimento dele e não teve, teve toda a confiança do mundo para contar para ele
foi contando da vida dela, como ninguém lhe dava atenção, só jogava as moedinhas. Ela se surpreendeu com o carinho e o acolhimento dele e não teve, teve toda a confiança do mundo para contar para ele tudo que era a vida dela. E ele prometeu que ajudaria na manutenção das crianças, dela mesmo, que ela não estava bem de saúde. E deu um dinheiro para ela, volta para casa porque tá chovendo, você não pode ficar aqui, tem um dos seus filhos que tá com febre, você também está. Eu também tenho que voltar para casa, que a minha família tá preocupada, né? Então você vai pra sua casa, me diz direitinho como é que eu chego na sua ela explicou, e eu vou voltar lá para te ajudar. Aí ele voltou para casa e os compromissos familiares de emprego, essa coisa toda, foram deixando o tempo passar. E três dias depois é que ele se obrigou a ir lá ver o que que tava acontecendo, porque ele ia no dia seguinte, não foi, passou mais um dia, no terceiro dia ele falou: "Não, hoje eu tenho que ir". Fez uma cesta bem grande, um farnel, como eles chamavam antigamente, né? Uma cesta básica, e foi visitar aquela família. E quando ele chegou lá, aqueles meninos que ficam sempre ali informando, né, a troco de uma moedinha, levaram até a casa da dona Catarina. Ele bateu na porta, dona Catarina atendeu, ele se identificou, falou assim: "Você chegou tarde, meu filho. No dia seguinte a chuva, a minha Lúcia morreu. Ela estava tuberculosa e não resistiu uma crise de hemoptise. E os e as crianças que eu não ia dar conta de cuidar, eu entreguei para uma instituição para cuidar. Só que ele não aceitou aquela explicação. Óbvio que a Lúcia havia desencarnado, se ele ficou sabendo, mas das crianças ele não aceitou aquela explicação. insistiu, insistiu, ameaçou até chamar a polícia, até que a dona Catarina, que estava se sentindo culpada pelo que fez com as crianças, prorrompeu em choro e confessou a ele o que havia feito, que havia entregue as crianças ao Walber a troco de um bom pagamento e que ele já havia saído da comunidade, que
pelo que fez com as crianças, prorrompeu em choro e confessou a ele o que havia feito, que havia entregue as crianças ao Walber a troco de um bom pagamento e que ele já havia saído da comunidade, que ela não sabia para onde ele tinha ido. E aí os dois ficaram silenciosos, um olhando pra cara do outro, ficaram entristecidos, chorando, mas de repente ele falou assim: "Não, vamos aqui, Deus pode tudo, vamos fazer uma oração". Ele tirou o evangelho do bolso, inspirado pela duquesa Ângela, que estava ali junto com eles, tirou o evangelho do bolso, fez um culto no lar com ela e pediu a Deus que aquilo que fosse possível fazer, que eles os inspirassem, os orientassem. Tudo bem? Ajudou a dona Catarina, o tempo se passou. Gua ficou de cidade com aquelas crianças, mas curiosamente, principalmente com Luís José, que era o Bernardo, ele tinha um carinho imenso. Ele colocava a criança no colo e se emocionava. O seu coração batia diferente. E porque tinha que cuidar de um, ele cuidava do outro também. E assim ele não permitia que ninguém além dele abusasse daquelas crianças. O que seria abusar daquelas crianças? Expô-las a comiseração pública, né? Toda aquela tristeza que ele para ganhar dinheiro, ele fazia a exposição das deficiências daquelas crianças, que era muito comum antigamente fazer, né, lá na no começo do século passado. Então, eh o que que aconteceu? As duas crianças não ficaram desamparadas. As duas crianças não ficaram sozinhas e 11 anos se passaram até que eles adoeceram por força mesmo das dificuldades que eles tinham. Um morreu num dia, o outro morreu no outro. foram embora para a pátria espiritual, acolhidos pela duquesa Ângela e por Lúcia, que já estava na espiritualidade também, encerrando aquela etapa tão difícil da vida deles, mas que havia ensinado muito. E aí a gente para para pensar como são os caminhos da espiritualidade, da providência divina, como eles agem nas nossas vidas. No livro SOS Família, Joana deângeles nos fala que o Espiritismo apresenta para nós a família
ra pensar como são os caminhos da espiritualidade, da providência divina, como eles agem nas nossas vidas. No livro SOS Família, Joana deângeles nos fala que o Espiritismo apresenta para nós a família como um instituto abençoado em que as criaturas humanas se reencontram com um programa de provas e expiações com vista ao futuro. Nenhum de nós aqui tá isento disso, seja como expiação, seja como uma prova. Cada um de nós aqui tem o seu núcleo particular. Nós vimos a mensagem que foi lida aqui no início, foi proposital aquela mensagem que nos falava de quitação, das dificuldades que a gente encontra no trato com as pessoas, principalmente dentro do nosso próprio lar. Ela continua dizendo que dentro da doutrina espírita, graças à visão reencarnacionista, nós temos um entendimento maior que nos motiva a nos esforçar pelo nosso progresso moral. Através de quê? da renúncia, da boa vontade, da ajuda mútua, do perdão, da tolerância e muito mais coisas para que a gente possa alcançar um grau de consciência mais desperta, entendendo profundamente qual a nossa a a o nosso papel na vida aqui na Terra. É um papel de vários palcos. Cada palco é uma família, cada palco é uma história. Cada lar tem o seu compromisso maior. E por isso, abençoada reencarnação que nos coloca juntos novamente para que nós possamos, por força do amor, nos reencontrarmos com a nossa consciência e com aqueles a quem muito ferimos ou que foram muito feridos por nós. Joana deângeles continua dizendo que a família em razão disso é o grupo de espíritos normalmente necessitados, desajustados, em compromisso inadiável para a reparação graças à contingência reencarnatória. Quem nos explicaria isso melhor do que a reencarnação? A justiça divina, através da reencarnação ganha novas nuances, ganha novo valor. Assim, famílias espirituais frequentemente se reúnem na Terra em domicílios físicos, que são os palcos, né? domicílios físicos diferentes para as realizações nobilitantes com que sempre se virão abraços os construtores
pirituais frequentemente se reúnem na Terra em domicílios físicos, que são os palcos, né? domicílios físicos diferentes para as realizações nobilitantes com que sempre se virão abraços os construtores do mundo. Joana de Angeles ainda continua que a grande batalha que se trava no íntimo ou no immo do próprio ser ainda se debita ao egoísmo, que gera os grandes problemas e até tragédias de consequências imprevisíveis. Olha aí essa história contando pra gente. Vocês sabem que os espíritos nos trazem essas histórias tiradas de vivências reais com os nomes trocados, óbvio, né? Para que a gente possa ver que as coisas acontecem. E hoje em dia a gente se depara com histórias que a gente estudava um romance espírita pra gente ver que a realidade não difere daquilo que a gente lê, mas olhar para nós mesmos, pras nossas vidas, pras lutas que nós enfrentamos. E é esse egoísmo enraizado ainda dentro de nós que nos impede de sermos mais tolerantes, de renunciarmos ao nosso orgulho, a nossa vaidade, ao nosso querer sempre mais, a sermos melhores ou privilegiados em relação aos nossos irmãos. Olha lá na questão 775 do livro dos espíritos. Qual seria para a sociedade o resultado do relaxamento dos laços de família? uma recrudescência do egoísmo. E hoje, graças a Deus, as famílias se ampliaram de uma forma. Qualquer gênero de família hoje traz para nós a oportunidade do reencontro, da reparação, da expiação, da reconciliação conosco, com a nossa consciência, para que nós possamos extirpar esse egoísmo do nosso coração. do evangelho. Existe uma mensagem lá no item nove emocionante que nos diz: "Ó espíritas, compreendei agora o grande papel da humanidade? Compreendei que quando produzis um corpo, a alma que nele encarna vem do espaço para progredir. Enteirai-vos dos vossos deveres e ponde todo o vosso amor em aproximar de Deus essa alma. Tal a missão que vos está confiada e cuja recompensa recebereis se fielmente a cumprides. Daqui a pouco ele vai me expulsar daqui, mas eu vou terminar, tá? [risadas]
or em aproximar de Deus essa alma. Tal a missão que vos está confiada e cuja recompensa recebereis se fielmente a cumprides. Daqui a pouco ele vai me expulsar daqui, mas eu vou terminar, tá? [risadas] E aí para terminar, tá vendo? não vai precisar me expulsar. Para terminar, emocionadamente, no último capítulo deste livro, a duquesa, que amava demais aquele grupo familiar e que queria que tudo de bom e de melhor acontecesse com ele, teve que se render a essa evidência. Foi-me necessário compreender a elevada expressão do amor para submeter-me às imposições evolutivas dos seres queridos, investindo todo o patrimônio de paciência e fé para seguir ao lado deles na condição de amiga e irmã de todas as horas. Ou seja, ela precisou aceitar que aquele grupo teria que sofrer aquelas injunções que para nós que estamos encarnados parece que não acaba nunca, mas que a vida material é um sopro diante da nossa imortalidade. Então, abracemos os nossos compromissos com alegria, porque foi confiada a nós a tarefa de cuidarmos mais de nós mesmos e assim daqueles que estão ao nosso redor. E lembrando o trecho final da mensagem de harmonização que foi lida aqui, guarda a consciência do dever totalmente cumprido e haja o que houver. Releva os golpes com que te firam, ofertando-lhes o melhor sentimento, a melhor ideia, a melhor palavra e a melhor atitude. A água cristalina, pingando gota a gota, converte o vaso de vinagre em vaso de água pura. E se depois de todos os seus gestos de fraternidade e benevolência ainda te persigam ou te injuriem, abençoa-os em prece e continua diante fiel a ti mesmo, na certeza de que a humildade na hora da crise é nota de quitação. É isso aqui que a duquesa falou. Então, que nós tenhamos a nossa consciência desperta para esses compromissos tão graves, mas também repletos de amor, das oportunidades que a providência divina nos dá para nos reconciliarmos ou nos perdoarmos antes a nós mesmos, para que nós conseguimos perdoar-nos uns aos outros nessa caminhada que nós vamos fazendo ao longo
nidades que a providência divina nos dá para nos reconciliarmos ou nos perdoarmos antes a nós mesmos, para que nós conseguimos perdoar-nos uns aos outros nessa caminhada que nós vamos fazendo ao longo das nossas vidas. Que Deus nos abençoe. Obrigada. Expressamos a nossa querida irmã Cte os nossos agradecimentos pela abdante palestra que nos traz grandes reflexões, né? abençoadas sejam as nossas famílias, né? Queremos convidar os nossos irmãos trabalhadores pro momento do passe, né? Sigamos com os nossos pensamentos elevados, a fim de que possamos receber do nosso Pai Celestial, através do seus mensageiros, a espiritualidade maior, as bênçãos e as energias luminosas e curativas tão necessárias ao nosso refazimento psíquico e espiritual. e que possamos, ao sair daqui, levar conosco essa paz interior, ao qual aqui alcancemos, alcançamos cultivando em nossos corações o amor, o perdão, a paciência e a serenidade para a resolução de nossos problemas e provações. Que a esperança e a fé em dias melhores permaneçam sempre latentes em nossos corações. Que assim seja. Senhor, [música] fazerme instrumentos de vossa paz. Onde o Herode [música] que eu leve o amor, onde houver [música] ofensa que eu leve o perdão. Quando houver [música] discúdia que eu leve a união. [música] Verdade que eu leve a fé. Onde houver [música] eu que eu leve a verdade onde houver desespero [música] que eu leve a esperança quando houver a tristeza que eu [música] leve alegria. O ver [música] que eu levari. >> Ó mestre, fazei que eu procure mais consolar [música] que ser consolado. que [música] ser compreendido amar que ser [música] amado, pois é dano [música] que se recebe, é perdo que se é perdoado. [música] E é o reino que se [música] vive para a vida [música] eterna. Ó mestre, fazei [música] que eu procure mais consolar que ser consolado. Aprender [música] que ser compreendido >> amar que ser amado, pois é dando que se recebe, é perdoando que se é perdoando e é morrendo que >> vive para vida eterna.
ure mais consolar que ser consolado. Aprender [música] que ser compreendido >> amar que ser amado, pois é dando que se recebe, é perdoando que se é perdoando e é morrendo que >> vive para vida eterna. Sentando confortavelmente, respirando bem fundo. Vamos visualizar [música] o nosso divino amigo Jesus com seus braços estendidos, com seu olhar compreensivo que nos [música] conhece tão bem, que sabe da nossa [música] história, que nos deu essa oportunidade Senhor Deus, obrigada por essa grande oportunidade de estarmos aqui. Obrigada pela nossa família, por todos que nos [música] receberam, que cuidaram de nós, que estão do nosso lado, por todos que se aproximaram, pelos que vieram depois que chegamos, nossos filhos. Obrigada, Senhor, pela oportunidade de aprender a amar pela oportunidade de transformar laços de desconfiança em laços de amor, por nos oportunizar quitarmos os débitos com a nossa própria consciência. Obrigada, Senhor, por cada dia e por cada oportunidade. Obrigado por tuas leis sábias, amorosas, misericordiosas [música] e justas, que nos permite quitar os débitos através do amor. Nos sintamos agora, Senhor, [música] como peixes no oceano de amor, que é o Senhor nos dando a oportunidade de recomeçar, de nos reabilitar. Obrigada por essa doutrina maravilhosa que nos esclarece, que nos conforta, que nos consola e que nos mostra que sempre é tempo de recomeçar, que sempre é tempo de trilharmos o caminho do bem, de alinharmos [música] as nossas feridas. que de olharmos pro teu amor. Abençoe, Senhor, todas as famílias aqui representadas, encarnados e desencarnados. Que o amor, imbatível amor nos e que aqui todos como irmãos nos temos à mãos e nos ajudemos. a superar cada desafio com a certeza da vitória, do amor. Fica conosco, Senhor. Que essa paz [música] que sentimos agora possa chegar até os nossos lares, os nossos entes queridos. E que o amor nos uma hoje e sempre. Que assim seja. >> Quando todos [música] os meus medos já Não cabem mais em mim. [música]
sentimos agora possa chegar até os nossos lares, os nossos entes queridos. E que o amor nos uma hoje e sempre. Que assim seja. >> Quando todos [música] os meus medos já Não cabem mais em mim. [música] Quando o céu está de bronze, parece que [música] é o fim. Quando o vento está revolto e o mar não [música] quer se acalmar, quando as horas do relógio [música] se demoram a passar, Ah.
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