FILHOS INGRATOS - Clóvis Leite [PALESTRA ESPÍRITA]
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Nessa casa que [música] aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. [música] Senhor, [música] mesmo tão longe de atingir [música] a perfeição, aqui eu entendi qual [música] o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Boa noite, minhas irmãs. Boa noite, meus irmãos. É uma alegria muito grande estarmos aqui reunidos novamente. Queremos também cumprimentar todos aqueles que estão nos assistindo pelas nossas redes sociais e aqueles também que irão assistir depois. Queria trazer a nossa saudação. Hoje nós vamos falar de uma mensagem enviada pelo espírito Jana deângeles, psicografia do nosso querido Divaldo Pereira Franco. é o capítulo 25 dessa mensagem intitulada Filhos Ingrato, que está registrada no livro SOS Família, o trabalho de Joana de Angsia para nos orientar nesse momento muito importante. Meu nome é Cloves Leite, eu sou expositor e sou trabalhador aqui da casa espirta. Mas primeiro nós vamos fazer a nossa prece, né? pra gente fazer essa abertura e conectarmos com os espíritos superiores, com Jesus e para nós sermos amparados no estudo que nós vamos realizar hoje. Sim, Jesus, Senhor de nossas vidas, envolva-nos com as tuas doces vibrações, auxiliando-nos o entendimento e, acima de tudo, mostrando-nos o caminho do bem, para que possamos dar continuidade em nossa evolução moral e espiritual. E que ao fim dos nossos estudos estejamos enriquecidos diante do alimento que nós vamos receber. Assim, mestre Jesus, em teu nome da espiritualidade amiga, responsável por esse trabalho de amor e diante da reflexão que nós vamos fazer hoje, interiorizar esses ensinamentos para que possamos ser pessoas melhores, que sua luz possa nos fornecer e dar sempre essa ligação. E essa bênção conosco, Senhor, hoje e por todo sempre. Que assim seja. Bem, meus irmãos, hoje nós vamos ter que falar muito de amor, nós vamos ter que falar de família, a sua constituição, os vínculos familiares, os
onosco, Senhor, hoje e por todo sempre. Que assim seja. Bem, meus irmãos, hoje nós vamos ter que falar muito de amor, nós vamos ter que falar de família, a sua constituição, os vínculos familiares, os relacionamentos, sem fugir, evidentemente, do tema proposto, né, filhos ingratos, porque a gente não faz essa consideração. Hoje eu sou pai. Em outra existência eu já fui filho, como eu tenho filho agora tem neto. Então a relação nossa é de várias experiências. Vamos trabalhar nesse sentido aí. Então, gente, porque o ramor ela resume efetivamente o sentimento maior que rege o universo, onde a doutrina espírita nos informa que Deus, o soberano criador de tudo e de todos, criados que fomos dentro da expressão do amor divino, olha que coisa linda, oferecendo a todas as criaturas o dom de viver para todo sempre. a possibilidade de sermos mais inteligentes, capazes e aptos a compreensão das leis divinas através desses instrumentos, o caminhar através de nossas experiências rumo à perfeição relativa. Esse é o nosso destino, que é o grande mecanismo da vida que impulsiona os espíritos pela senda do progresso. Entender como se dão esses movimentos referentes ao nosso desenvolvimento e consequentemente o surgimento dos vínculos entre espíritos. Não tem que falar muito sobre vínculos. E aí inclui os filhos em grave, porque nós não fomos criados aos grupos em séries, em padrão, não. Nós somos criados como almas individuais, estranhas, não conhecidas. Mas foi nesse processo de convivência, laços esses que não foram determinados por Deus. É bom deixar claro isso, porque os nossos pais, irmãos, filhos, esposa, maridos e netos não foram espíritos criados consagrados para nós. Ah, Deus criou, fulano, você vai ser consagrado para tal família. Não é assim que funciona. Nós desenvolvemos essa afeição e criamos essas vinculações. São os laços de amor que justificaram o surgimento de nossas famílias. Então, a partir do momento em que nós tivemos uma experiência que conhecemos alguém e esse alguém se tornou simpático
inculações. São os laços de amor que justificaram o surgimento de nossas famílias. Então, a partir do momento em que nós tivemos uma experiência que conhecemos alguém e esse alguém se tornou simpático e consequentemente criou essa simpatia, o sentimento de afeto. Houve o chamamento desse indivíduo para que se ele incorporasse o nosso grupo familiar. Mas o que são famílias? Na verdade, é a reunião fundamental de espírito que possui três tipos de vínculos. O primeiro vínculo é de amor. Vínculos de afetos e as histórias relacionadas com o amor que nós trazemos. Por isso, antes de nós nascermos, nós fazemos essa programação das nossas famílias espirituais, porque sem quem serão nossos filhos, quem serão nossos cônjuges, quem serão nossos pais, quem serão nossos irmãos? Mas a pergunta é: e quem nós amamos? Porque o amor que nós queremos, ele é muito mais profundo e longo. E já existe, ó, gente, há muito tempo. Isso ocorreu antes de constituir nossos vínculos familiares. Então, pai, mãe, e irmãos são espíritos estranhos para nós, a princípio, mas envia de regra. Porque nós temos ricos anteriores, onde possuímos laços de afeto com esses espíritos. É por isso que esses espíritos que constituímos as famílias justificam essa intensidade desse afeto onde a mãe é capaz de entregar sua vida por um filho que se sacrifica por um ente querido. característica tipo da anterioridade dos laços de família que vincula os espíritos dando razão para a intensidade ao afeto que nós devotamos. Mas não é só esse tipo de laço que existe, porque tem um segundo tipo de laço que também acontece em nossas famílias. São os laços dos desafetos, o desamor, laços de ódio, de mágoa, são determinados indivíduos que renascem dentro do nosso lar. Alguém que eu odeio, que nós odiamos, que não gostamos, os desafeta, porque o mal que ele nos fez lá atrás ou que nós fizemos a ele, nós arrastamos para a presença do desafeto dos dias que nós vivemos hoje. O que que ocorreu? Estamos vinculados a essa pessoa a nossa história
o mal que ele nos fez lá atrás ou que nós fizemos a ele, nós arrastamos para a presença do desafeto dos dias que nós vivemos hoje. O que que ocorreu? Estamos vinculados a essa pessoa a nossa história do mesmo tipo do laço de amor que trouxe essas pessoas para compor nossa equipe doméstica. E o ódio faz a mesma coisa. que é ódio, gente, é início de amor. Porque depois que nós desencarnarmos, nós percebemos que foi um grande erro, uma grande toliice não ter perdoado o plano espiritual, porque nós não conseguimos ser felizes. E aí vem as lamentações. Meu Deus, ele deveria ter amado, ter amado. Por que que eu carreguei tanto ódio? E aí é preciso fazer um processo de mudança para perdoar e ser feliz. Um trabalho espiritual de mudança interior para que consigamos vencer esse bloqueio. E depois de novo de muitos anos no mundo espiritual falamos assim: "Eu ainda não consegui perdoar". A literatura espírita fala sobre isso. Eu tenho um ódio danado por ele ter me prejudicado, tipo, tomou minha mulher, tomou meus filhos e eu não consegui perdoar, embora já exista diálogo de poder conversar com ele. Isso é no plano espiritual ou com ela. Perdoamos. E para saber a verdade, nós aceitamos fazer parte da equipe doméstica dele, reencarnar. E falamos assim: "Aquele que foi meu desamor agora será nosso irmão e seremos pobres, teremos que dividir uma a mesma casa, uma família com poucos recursos. Então essa pessoa que nós vamos dividir tudo foi nosso grande inimigo do passado. Laço de poder renascer nessa família porque perdoamos no mundo espiritual. Porque o desamor, gente, pode atravessar de uma existência para outra, várias existências. E podemos estar na posição de desafetos, de pai, de mãe, de filho. Assim, os nossos dramas do desamor do passado pode aparecer hoje nessa nova existência. Não precisa nem fazer estatística, a gente comprova. O próprio casamento tem esse aspecto, o sentimento de amor e mágoa. Não precisa fazer estatística que acontece nos casamentos, porque toda pessoa que se sente mágoa, no fundo, no
ca, a gente comprova. O próprio casamento tem esse aspecto, o sentimento de amor e mágoa. Não precisa fazer estatística que acontece nos casamentos, porque toda pessoa que se sente mágoa, no fundo, no fundo, tem um sentimento positivo pelo outro, porque quem ama não está sendo correspondido. Então, casar com quem a gente tem mágoa é casar com o inimigo, porque já tem uma rejeição, ó, anterior na relação com essa pessoa. Assim, nós temos dois tipos de laço. O de afetos dos meus amores de ontem, dos nossos amores de ontem e os laços dos desafetos que vamos receber em nossa família. tem programação. E assim, gente, aquele que nós não conseguimos perdoar é aquele que nasce na minha família, na nossa família. são o que agora nós chamamos de pai, de mãe, de irmão, de filho. E teremos que exercitar os novos sentimentos para que essas pessoas se reorganize emocionalmente, como diz Joana de Anângeles nesse texto, nessa mensagem, e consigamos reverter esses bloqueios. Então, gente, não reclame de ter o inimigo no grupo familiar, porque pode ocorrer uma circunstância pior. É você renascer na família dele. Porque enquanto você estiver cercado dos seus amores, dos seus afetos, é fácil. O pior é no grupo familiar de renascer na família do outro. Estamos vinculados a um espírito, mas nós somos estranhos para os outros. É uma condição familiar bem mais complexa, o de amor e o de desamor. E o terceiro laço é pela natureza das provas. Eu não conheço aquele espírito. E a gente pergunta, por que que ele renasceu no meu lar? Porque tem vínculo com outro familiar que não é comigo, mas é ele é estranho, mas tem vínculo com o meu irmão, por isso ele está na minha casa. Tipo, nós somos cinco irmãos. Tem um que é inimigo do outro. reencarnar da mesma família. Por isso que eles nasceram juntos. Os outros três todos são afins a um desses dois irmãos. São inimigos que temos no grupo familiar. Está pela natureza das provas envolvida numa família que lhe parece estranha. Essa circunstância também pode
ros três todos são afins a um desses dois irmãos. São inimigos que temos no grupo familiar. Está pela natureza das provas envolvida numa família que lhe parece estranha. Essa circunstância também pode acontecer. Certo dia, uma pessoa que trabalha comigo tá pedindo informação, ah, espírita, sou e ela queria saber sobre reencarnações de questão de reencarnar na mesma família. Falou: "Eu não quero reencarnar nessa mesma família, eu não aguento mais essa família". Pois bem, os laços do desamor vem do ontem, tem que ter reparação, que são construídos agora quando apostamos na família sem termos conhecimentos prévios dos familiares. Nós renascemos naquele grupo, ou seja, a família vai passar por um processo de ter muitos irmãos. A gente só lembrar no geração anterior, aí a as famílias tinha 8, 10, 12 filhos. Vai passar por pobreza, porque você vai nascer nela. E não precisa ter vínculos espirituais. você vai renascer com eles pela natureza da aprovação, do teste que a família vai atravessar. Então, do ponto de vista filosófico, é muito interessante e até simples de entender os laços. É amor, é desamor. O problema, gente, é viver isso de experimentar na prática. Encarnar é encarnar e olhar o grupo familiar e dizer assim: "Meu Deus, não tinha um grupo melhor para eu nascer?" Quem nunca ouviu isso? Tinha que ser nessa família que essas pessoas são difíceis. aquele caso que eu tava contando uma amiga minha, a gente fala assim: "Ó Deus, eu não suporto minha mãe, eu não aguento meu pai, eu tenho repulsa desse meu irmão". Repetindo, não precisa fazer estatística. Eu nasci na família errada, o que que eu faço agora? Ao contrário, eu olho e digo assim: "Por que que eu não consigo abraçar meu filho? Não tem naturalidade na relação com ele ou no reverso da medalha. O filho que olha para o pai desconfiança e diz assim: "Ó, não suporto meu pai. Eu gosto mais da minha mãe. As mães a gente gosta mais mesmo, né? Eu tenho raiva do meu pai. Essa circunstância é muito mais comum do que a gente imagina.
nfiança e diz assim: "Ó, não suporto meu pai. Eu gosto mais da minha mãe. As mães a gente gosta mais mesmo, né? Eu tenho raiva do meu pai. Essa circunstância é muito mais comum do que a gente imagina. Porque os conflitos familiares, os dramas em famílias são muitos comuns, porque às vezes nós queremos até fazer uma família harmônica, mas nó tem um certo bloqueio que nos afeta, como diz o texto. Nós andamos com desconfiança para os nossos entes queridos e isso produz uma série de sofrimentos. 10 necessários em nossas almas. E é por isso que a doutrina espírita vem nos socorrer, no colocar informações do consolo, do esclarecimento para harmonizar as nossas emoções. Portanto, Joana de fala nesse texto, para que a gente entenda o mecanismo dos laços de afetos e poder compreender esses vínculos entre pais e filhos, esse intrincado problema da relação entre aqueles que são ingratos com seus pais e as relações difíceis que se apresentam dentro dos grupos familiares. E a doutrina espírita nos diz textualmente, e não é difícil compreender, porque renascemos no grupo familiar, onde estamos ligado pelos laços de afetos, porque nós já amamos essas pessoas, porque é tão natural, por exemplo, abraçar, beijar, estar perto, não é isso? lembrá dele quando estiver em outro local distante ou dela é natural espontânea por quê? São afetos já consolidados. São amores antigos nas noites dos tempos. E hoje nós estamos novamente experimentando, sentindo uma naturalidade de um amor, os amores do passado. Agora, o que me compete fazer para fortalecer os laços de amor? A resposta é uma só. O que é que eu tenho para dar que eu ame para consolidar o afetto? Esse afeto eu tenho que dar amor, gente. E amor aqui não é paixão, tá? Não pode misturar o entendimento, o conceito. Mas vamos ao que em verdade interessa do tema. Filhos ingratos. Eu tive que falar família pra gente poder entender o tema filhos ingratos. A ingratidão filial é o sentimento dos filhos de não serem capazes de dar amor aos seus pais.
ressa do tema. Filhos ingratos. Eu tive que falar família pra gente poder entender o tema filhos ingratos. A ingratidão filial é o sentimento dos filhos de não serem capazes de dar amor aos seus pais. Isso é doido a gente pensar nisso. Você tem uma vida dedicada aos seus filhos, compreende muitas vezes a lição espírita, sabe dos laços da família e mesmo você entregando amor para eles, você não recebe de volta. Você fez tudo que deveria e nós exclamamos: "Eu sou espírita. Eu sei das leis, das reencarnações. Eu sei que temos amar as pessoas. Eu fiz tudo que pude para amar os meus filhos, mas os meus filhos não me amaram, não me amam. Eles não cuidaram de mim. Eles foram ingratos diversas por diversas circunstâncias. Mas que circunstâncias são essas? circunstância primeira delas é abandono. É uma delas, porque às vezes os filhos abandonam os pais, jogam no asilo, esquece que eles existem. Isso é o primeiro tipo de ingratidão filial. O segundo tipo de ingratidão é eles não abandonam, mas eles maltratam. não joga no asilo, mas em casa são maltratados. Estatística também, se for fazer, temos vários casos, principalmente quando os pais ficam idosos e às vezes com doença, tipo Alzheimer, só doença bonita, né? Alzheimer, parque AVC, ficam eles jogados ali no canto da casa, passando por necessidade de alimentação, questão fisiológica. E às vezes não consegue nem mais falar, falar, não consegue mais expressar e ninguém vai lá perguntar o que que eles precisam. Gente, essa relação de família, pais tem uma missão. Quando são pais tem uma missão e quando envelhece os filhos que tá-los. Quanta falta de afeto, de carinho, porque eles estão ali jogados num estrado duro de madeira à beira do do quarto. Isso também são formas de ingratidão. Então, temos abandono e o maltrato. E tem uma outra circunstância da qual eu não abandono, mas eu dato essas pessoas, meus pais, com grceria, com agressividade. Somos irônicos. Nós somos debochados com uma conduta totalmente diferente daquela que eles nos ensinaram.
da qual eu não abandono, mas eu dato essas pessoas, meus pais, com grceria, com agressividade. Somos irônicos. Nós somos debochados com uma conduta totalmente diferente daquela que eles nos ensinaram. Já vem meu pai perguntar, já vai fazer isso, já vai fazer aquilo. A gente conta uma história 20 vezes e a gente não quer ouvir, né? Só quer só ouvir uma vez, a gente conta 20, nós não tem paciência. E a terceira circunstância é a ingratidão. E a quarta circunstância, na qual nós temos uma forma de viver que envergonha nossos pais. Ixe, já vi meu pai. Ele não precisava nem ter vindo aqui. Por que que ele veio na na minha escola? Quando os pais estão num local e chega um filho, ele se manifesta dizenda, o que que ele veio fazer aqui dessa vez? Isso envergonha. E fazem com eles sintam como alijados da sociedade pela conduta que nós possuímos. Quando analisamos os 10 mandamentos, alguém já estudou os 10 mandamentos? O único mandamento que tem é promessa. Que tem promessa é honrar pai e mãe. Lembram? Não furtar, não matar é impositivo. Mas honrar, pai mão, não é promessa. Honrarás o teu pai e a tua mãe para que se prolongue os seus dias que o Senhor, vosso Deus vos dará. Tá escrito? Observe que o mandamento não manda honrar pai e mãe, porque honrar é o mesmo que amar, gente. Porque muitas vezes nós temos pais difíceis, claro, problemáticos, pais que foram cruéis, que nos abandonaram, que não foram afetivos, foram frios, indiferentes. Indiferente dos erros que os nossos pais possam ter cometidos, isso aqui é importante. Nós temos que honrá-los. Mas o que é honrá-los? Honrar, gente, é não deixar de acontecer quatro coisas. Não envergonhar na vida diante da nossa conduta, não nos abandonar em função da nossa rebeldia. e nossa agressividade, o nosso maltrato em termos de falar da maneira violenta que fazemos no relacionamento. Não deixar num canto quando eles envelhecem em função das doenças, não nos abandonar no asilo, porque é considerar que nós não temos responsabilidade com eles.
violenta que fazemos no relacionamento. Não deixar num canto quando eles envelhecem em função das doenças, não nos abandonar no asilo, porque é considerar que nós não temos responsabilidade com eles. É por isso que Joana de disse, diz no texto, de toda decisão tomada a golpe de machado, nós voltaremos a ela. Tomar uma decisão de ruptura, de vínculos, é remarcar um encontro para o futuro desses mesmos pais. Vai ter que reencarnar. volta para a nossa convivência e talvez eles eles não seja mais afetuoso de como era antes. Assim, minhas irmãs, meus irmãos, essas circunstâncias decorre no fato que as nossas vidas precisam de um processo de ajuste, de exercício, em que a gente vai no curso do tempo exercitando o amor. O que Jesus nos ensinou. E dentro dessa circunstância, é muito comum as pessoas perguntarem: "E que que eu devo fazer? diante do meu filho que é ingrato. Isso aqui é importante. Diante do meu filho que me abandonou no asilo. Ou seja, experimentamos o abandono, o desamor. Se nós consagramos a ficar somente pensando no mal que o outro lhe fez, nós adoecemos também. Porque o mais importante do que aquilo que os outros nos fizeram é o que nós fizemos com conosco mesmo. É o que eu fiz comigo. Então gente, se os meus filhos colocaram colocaram no asilo, a responsabilidade é deles. Eles respondem perante a lei. Gente, não tô falando da da lei dos homens, não. Eu não posso me amargurar com isso. Sabe por quê? Ele está marcado pela pela lei de causa e efeito. A gente confunde também a lei de causa e efeito. Efeito para encontrar as consequências. Ó, se eu odiar o vínculo, com certeza estaremos juntos numa próxima existência. Igual aquela minha amiga, vai reencarnar de novo com a mesma família. Mas se eu não guardo mágoa, olha aqui, se eu não guardo mágoa, eu me desembaraço desse sentimento de dizer amor. Se eu procuro compensações sem ficar remoendo remorços e e ódios pelo abandono deles, eu me liberto e faço uma outra história. Mas como que é isso? sem necessariamente ter que renascer
de dizer amor. Se eu procuro compensações sem ficar remoendo remorços e e ódios pelo abandono deles, eu me liberto e faço uma outra história. Mas como que é isso? sem necessariamente ter que renascer próximo desse espírito, filhos ingratos. E agora é a grande pergunta. E como ele vai se educar com outro? Comigo não. Porque quando a gente perdoa, a gente retira os laços das reencarnações com esses indivíduos. E é por isso, gente, que o perdão é tão importante no processo de convivência. E não é só nessa existência que eu tô falando. Porque quando alguém nos faz um mal, eu odiei esse alguém e digo: "Eu não vou perdoar". Nesse caso, teremos seis consequências se nós não perdoarmos. Seis. A primeira é adoecer fisicamente. A segunda que nós tornamos amargos inimigo e ninguém nos suporta. E a terceira é que além de ficar amargo, insuportáveis, nós passamos a viver só no passado lembrando de tudo que aconteceu. Ou seja, vivemos o presente da vida. Presente a vida. A vida passa, se a gente não faz nada. Lembrando só da mágoa, do outro que ele me fez. E a quarta consequência é a questão da obsessão. Vamos ter obsessores. Ganhamos obsessão por conta da nossa conexão constante do pensamento negativo. Pensamento plasma, gente, cria. E a quinta é renascer com esse indivíduo. A nossa família renasce porque eu odiei ele e ele nasce conosco. E a sexta não é ele renascer aqui, é a gente renascer lá na na casa dele, o que desliga a possibilidade do reencontro e do perdão. Então nós temos um filho que nos machuca e nos abandona no asilo. meu filho que deixou em casa mesa jogada em cima de uma cama de tábua gemendo de fome, de sede, sem receber alimento. Mas eu, se eu desenvolver os pais, desenvolver o ódio por ele, eu me vinculo. Vincula novamente. Então, nós temos que fazer um trabalho para desvincular, para que não necessitemos de ter a obrigação de renascer próximo desse companheiro de jornada. Mas tem que ser um perdão verdadeiro para que a lei diga que você não precisa mais disso. Olha, eu te perdoo,
que não necessitemos de ter a obrigação de renascer próximo desse companheiro de jornada. Mas tem que ser um perdão verdadeiro para que a lei diga que você não precisa mais disso. Olha, eu te perdoo, mas não apareça nunca mais. Isso não vai resolver. Os filhos difíceis, gente, isso aqui é importante também. Os filhos difíceis, nós não podemos desistir deles no meio do caminho, porque nós paramos de crescer. E por consequência nós diminuímos a marcha do progresso dele. Olha a responsabilidade. Portanto, há necessidade de construir famílias mais harmônicas, como diz Jonas de Angeles, construção de lares mais felizes, com mais vínculo de afeto, porque teremos trabalhado nossas emoções e a consequência disso é a permanência. nossa no mundo de regeneração, que agora estamos passando pela essa transição para o mundo de regeneração. Lembramos, nós não podemos esquecer nunca porque na época de Moisés ele ficou assinalado para todos que nós deveríamos honrar nossos pais e nossas mães para que se prolongasse nossos dias na terra prometida, no mundo de regeneração que o Senhor nos dará. Mas nós precisamos ter a necessidade dos esforços para sermos contados. entre os bem-aventurados e oferecermos nossas nossos corações, ainda que feridos, mas pleno de amor, que deveríamos viver pelo amor efetivo das lições, das famílias que nos ofereceram. Estamos quase encerrando, viu, gente? Assim, a gente é desejar boa sorte para todos nessa nossa empreitada. da vida. E que Deus nos abençoe as nossas famílias, abençoe nossos lares e promova em nossos corações a transformação que precisamos fazer. É como diz Joana de Angeles lá no no último parágrafo dessa mensagem para encerrar esta temática, os filhos ingratos. Resgatemos os filhos ingratos pelo sofrimento e o amor diante dos nossos próprios erros até o dia em que estaremos redimidos, que possamos reorganizar o lar que nós aspiramos. Muita paz a todos. Que Deus possa nos orientar e o meu muito obrigado. E agora nós vamos fazer a pré de encerramento.
dia em que estaremos redimidos, que possamos reorganizar o lar que nós aspiramos. Muita paz a todos. Que Deus possa nos orientar e o meu muito obrigado. E agora nós vamos fazer a pré de encerramento. Amado Deus, pai de infinita bondade e misericórdia, agradecemos pois mais esse momento de aprendizado. Agradecemos pela oportunidade de estarmos aqui, pelas bênçãos recebidas em nosso dia a dia, mesmo as que nem percebemos. Jesus, nosso imenso amigo, que a tua luz nos fortaleça para a prática do bem. que possamos ser instrumentos do teu amor, aliviando as dores e as as aflições daqueles que sofre que a tua mensagem de amor e esperança alcance a todos. Agradecemos aos bons espíritos que nos ampararam e auxiliaram nessa palestra. Que as instruções recebidas nos fortaleça para o progresso moral e que possamos em breve sentir a doçura do teu amor em nossos corações e que seja para todo sempre. Que assim seja. Muito obrigado. Sejam bem-vindos à nossa [música] sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como [música] finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os [música] fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais [música] e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa [música] auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia [música] íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com [música] o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos
, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com [música] o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, [música] do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais [música] possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons [música] fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, [música] trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas [música] dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao [música] nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos
[música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao [música] nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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