Leandro Irigonhê | FILHOS DIFÍCEIS (PALESTRA ESPÍRITA)
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Boa noite, meus queridos irmãos, meus queridos irmãos. É sempre um prazer encontrá-los aqui no auditório de Zerra de Menezes da Comima Espírita. Bem-vindo também aqueles que nos assistem pelo YouTube, os canais da casa. Hoje, nesse horário das 18 horas, nós escolhemos um um tema muito interessante e vai bem ao encontro da nossa vida, se não exatamente da nossa, mas a do parente, a do vizinho. é um tema bem conhecido, um tema muito comentado em nossas conversas, né, em nossas reclamações. Mas como sempre fazemos, a gente vai fazer uma leitura introdutória de harmonização antes da nossa prece inicial. E bom, olha o que diz aqui do livro Gotas de Esperança do Lour Lopes e ele diz assim: "Não tema o envelhecimento Há estreita ligação entre envelhecimento e desânimo. Seu corpo envelhece um pouco. Sempre que você agasalhe o desânimo na alma, definha-se, exaure as forças. A alegria verdadeira purifica a alma e conserva o corpo, dá vigor e ânimo. Favorece a sábia renovação das células, estampa juventude no seu rosto. O estado de sua alma projeta-se no seu corpo. Cuidar daquela é proteger este. Revista de beleza. Transforme-a para melhor. Deli esplendor. A juventude da alma se mantém quando há alegria no coração. Bom, aproveitamos então esse pensamento do Lourival que nos convida a todos a manter a alegria em nosso espírito para que isso possa se refletir em nosso exterior, não com o intuito de um embelezamento, de uma preocupação com aparência, mas com o remédio, com o auxílio que poderemos levar aos nossos semelhantes. Uma pessoa alegre, uma pessoa que mostra boas vibrações através da sua expressão, é sempre um ponto de restauração às outras pessoas que se sentem um pouco cansadas ou chateadas pela vida. E assim, mestre amado, cientes dessa nossa possibilidade de transmitir aos outros um pouco de conforto apenas com a nossa alegria, pedimos a tua autorização para iniciarmos esse momento de estudo dirigido e acompanhado pelos nossos irmãos desencarnados. que que se encontram para nos intuir,
de conforto apenas com a nossa alegria, pedimos a tua autorização para iniciarmos esse momento de estudo dirigido e acompanhado pelos nossos irmãos desencarnados. que que se encontram para nos intuir, para nos ajudar a todos a compreender um pouco mais da sua doutrina de amor e caridade. Que assim seja. Bom, meus queridos, vamos começar falando do tema de hoje. Eh, filhos difíceis. Quem nunca ouviu, né, essa expressão? Ah, o fulano tem um um casal de gêmeos tão bonzinhos, mas tem um filho mais novo ou tem um filho mais velho que não é fácil, não é moleza. A gente ouve muito essas conversas ou coisa parecida quando as nossas crianças estão na escola, a gente vai levá-las, vai buscá-la. Então, aquela conversa de pais aí uns com os outros e a gente ouve muito isso, ou em casa, em família ou com os amigos, quando nós comentamos, né, da vida alheia, porque a gente não tem o que fazer mesmo, então a gente vai falar mal dos outros e a gente costuma falar das crianças dos outros, que muitas vezes são aquelas crianças endiabradas, aquelas crianças tão terríveis. que nem os pais aguentam. Mas existe aí uma particularidade. Existem crianças que os pais não aguentam, mas são só eles, porque elas são normais, são dóceis com as demais pessoas. O problema parece existir só com os pais, não é interessante, né? Ali com os pais, você vê o comportamento, você diz: "Meu Jesus Cristo, que coisa é essa? O que que tá acontecendo?" E fora daquela realidade ali do do convívio com os pais, as crianças são tranquilas, bacanas, né? De de fácil convivência. Não tem nenhum problema. O problema é só com os pais. Aí eu achei aqui no livro Sinal Verde de André Luiz. André Luiz é aquele do nosso lar, aquela série A vida no plano espiritual, no mundo espiritual. Isso é um dos livros dele, Sinal Verde. A mensagem de número sete é intitulada Parentes difíceis. Olha o que ele diz aqui na primeira página. Aceite os parentes difíceis na base da generosidade e da compreensão na certeza de que as leis de
A mensagem de número sete é intitulada Parentes difíceis. Olha o que ele diz aqui na primeira página. Aceite os parentes difíceis na base da generosidade e da compreensão na certeza de que as leis de Deus não nos enlaçam uns com os outros sem causa justa. O parente problema é sempre um teste com que se nos examina a evolução espiritual. Muitas vezes, a criatura complicada que se nos agrega à família traz consigo as marcas de sofrimento ou deficiências que lhes foram impostas por nós mesmos em passadas reencarnações. aqui já diz tudo. Mas então vamos aqui nos socorrer do Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 4. Honrai a vosso pai e a vossa mãe. Quatro, não, desculpem em 14, né? Capítulo 14. Honrai a vosso pai e a vossa mãe. No item nove, quando ele fala da ingratidão dos filhos e os laços de família. Então, como é que a coisa começa, né? Como é que a gente chega nessa situação que o livro agora a pouco comentou, André Luiz, e que a gente vê acontecer na nossa vida, muitas vezes acontece com a gente. É claro que a escala varia, né, gente? Tem situações em que é é preocupante, a gente até recorre aos profissionais da atualidade, profissionais da área de saúde, psicólogos, pediatras, psiquiatras, porque às vezes o o comportamento é muito muito muito forte, né? aquela aquela situação do do do mal-estar, da dificuldade de relacionamento dos pais com com a criança. E os pais não entendem, a gente não compreende o porquê daquilo, o filho tão querido, tão amado e aquela aquela rejeição toda. Ou então às vezes é o contrário. É a criança que até boazinha, mas é o pai ou é a mãe ou são ambos. que olham para menino assim e não, não sei não. Esse esse menino não tá muito com cara que é nosso filho, né? Parece que não sei, não sei de quem que ele é filho, né? Né? Tem nada a ver com a gente, né? A gente nem confessa muitas vezes, mas passa pela cabeça aquele sentimento, né? Meu Deus do céu, que pecado. Mas parece que não gosto tanto do meu filho. Pior, parece que eu tenho uma
com a gente, né? A gente nem confessa muitas vezes, mas passa pela cabeça aquele sentimento, né? Meu Deus do céu, que pecado. Mas parece que não gosto tanto do meu filho. Pior, parece que eu tenho uma certa antipatia. Essa criança tá certo que ela é meu filho, mas ela é meio chatinha. Esse meu filho, ele é meio enjoadinho. Ô coisinha chata, né, do papai e da mamãe. Então, às vezes o problema é de um lado com os filhos, às vezes o problema de outro com os pais. E às vezes é pior, é igual os dois, né? O filho não suporta o pai, o pai não suporta o filho. Isso vem de pequeninho e vai crescendo. Eu acho que ele esqueceu um cabo ali, ó. Ver se ele vai virar aqui. Virou? Não. Bom, como é que tudo começa? Vamos ao passado. O passado a gente prejudica, a gente destrói, a gente aniquila bens. Honra, família de outras pessoas. Não é agora no século XX, não foi agorinha no século XX, não. Lá mais para trás, quando a nossa sociedade ainda era um pouco mais violenta, quando nós nos permitíamos um pouco mais de maus comportamentos, a gente passou por cima de muita gente. Não, eu não fiz isso não. Hum. Especificamente um caso ou outro não, mas todos nós estamos mais ou menos no mesmo nível evolutivo. Dá para inferir que ninguém aqui é santo, né? e a julgar pela andar da carruagem da nossa sociedade, como ela vai caminhando, a gente percebe que temos ainda muitas dificuldades de relacionamento. Depois a gente vai chegar no ponto do por isso. Mas então tudo inicia assim: alguém ou um grupo promove alguma atitude nefasta, nefanda, ruim. a gente destrói, a gente prejudica, a gente causa mal, a gente faz o mal. Faz o mal às vezes é uma coisa pequena, mas às vezes não é. nos relatos de romances espíritas e de espíritos que aparecem nos grupos mediúnicos e de livros de estudos espíritas, é comum a gente ver a reclamação de um espírito. E quando eu falo um espírito, eu estou falando, vamos nos lembrar, é de uma pessoa, não é de um uma entidade, um ser diferente da gente. Estou falando de
comum a gente ver a reclamação de um espírito. E quando eu falo um espírito, eu estou falando, vamos nos lembrar, é de uma pessoa, não é de um uma entidade, um ser diferente da gente. Estou falando de nós. Só que tá sem o corpo de carne, né, das almas como queiram. E essa e essa pessoa chega reclamando, né, descreve o seu quadro, a sua situação, a sua condição. E ele tá chateado porque ele teve a sua terra roubada. Ele foi pressionado a vender a sua fazendinha para o fazendeiro grande do lado. Ele não quis vender. O fazendeiro fez uma oferta para ele. Ele não tava interessado. De repente ele some, toma um tiro, morre e aquela terra vai pra mão do fazendeiro. Qual seria a reação da gente ao despertar do lado de lá e descobrir aquele fazendeiro, vizinho, amigo nosso tinha tomado aquela atitude, que ele foi o mandante da nossa morte. ou quando eram mais violentos, a gente entrava na fazenda do outro, destruí a família, as pessoas, fazíamos coisas inomináveis, tocava fogo em tudo e pronto, a terra é minha. ou aquele amigo que passa a perna no outro no nos negócios, afunda o cara, bota o cara na miséria, ou as as pequenas maldades, aquelas quase sem importância que os espíritos encarnados como homens no passado faziam como ainda fazem hoje em dia, mas as consequências lá atrás eram piores, em que a a gente enganava as mocinhas, depois as largava numa sociedade em que não admitia essa possibilidade de relacionamento. E algumas se matavam, né? Outras adoeciam, outras sofriam aquela aquela aquele afastamento da família porque não eram mais dignas de conviver. Então, de maldade em maldade, a gente vai agarreando o quê? Um monte de gente chateada com a gente e com razão. E esse pessoal tá tá do lado de lá. Às vezes tá aqui, mas aqui não consegue nos enxergar. Mas quem tá do lado de lá no nos acha e aí diz: "Ah, é você, é você". E dependendo dessa pessoa do lado de lá, pode ser que ela, ouvindo os amigos do espaço, resolva mudar de teia. Então, o passado é isso. A gente fez a maldade e
nos acha e aí diz: "Ah, é você, é você". E dependendo dessa pessoa do lado de lá, pode ser que ela, ouvindo os amigos do espaço, resolva mudar de teia. Então, o passado é isso. A gente fez a maldade e aquelas pessoas que ao morrerem, ao tomarem conhecimento da situação, não nos perdoaram. Porque as que nos perdoaram seguiram, foram embora, tudo bem, não é problema pra gente. Mas as que não nos perdoaram, essas são problemas pra gente, porque elas vão, com razão nos perseguir. Mas pode ser que até mesmo essas resolvam, entendam que é melhor agir de uma forma caridosa para que ela se desvincule dessa relação de ódio, para que ela sofra menos, para que ela siga o caminho dela e deixa na mão de Deus a nossa colheita que a gente plantou, a gente vai colher, né? Mas ela não vai, ela vai abrir mão de fazer justiça pelas próprias mãos. E quando ela entra nesse processo, nesse eu chamei de o intervalo agora, então já não é mais o passado, passamos para o quadro o intervalo. O espírito vingativo, aquele que tá com raiva da gente, ele resolve perdoar. Ele resolve perdoar, mas ele não sabe como é que ele faz. Então ele pede ajuda a Deus, ele pede ajuda aos bons espíritos, ele ora muito, ele pede força, ele se prepara, né? Porque ele vai ter que voltar. E qual é a melhor maneira de eu da gente acabar com a raiva ou devolver a alguém aquilo que eu tirei? É colocando ele na minha família e dando para ele, né? Então ele vai nascer na nossa família. Aquele teu inimigo que você fez vai nascer no seio da sua família. Vai ser o seu neto, seu sobrinho, seu filho, seu irmão. E aí, como é que isso vai ficar, né? Longa preparação, o espírito reencarna. E como vai ser esse retorno? O retorno, gente, conviver numa família dessa, se põe no lugar da pessoa que tá chateada. Ela falou: "Não, eu vou perdoar. Eu vou aprender a perdoar. Eu quero mudar esse caminho. Eu eu quero superar esse sentimento. Quero amenizar. Não vou dizer que que eu vou sair morrendo de amores, mas eu quero pelo menos tentar numa encarnação próximo a
erdoar. Eu quero mudar esse caminho. Eu eu quero superar esse sentimento. Quero amenizar. Não vou dizer que que eu vou sair morrendo de amores, mas eu quero pelo menos tentar numa encarnação próximo a essas pessoas olhar o lado bom delas, porque os mentores espirituais me disseram que elas têm um lado bom. Então vamos lá, vamos dar uma chance. Às vezes o cara fez aquilo num momento que ele tava confuso, perturbado, ele ele mudou de ideia também. Vamos lá. E eu reencarno. Mas não é fácil você conviver, né? vai ter que ter muita perseverança, muita força de vontade, porque a simples presença, o convívio com quem você odiou muito é uma prova terrível. Você não lembra, mas instintivamente, inconscientemente vem aquela coisa, aquela rejeição, aquela raiva que você não sabe da onde. Bom, temos que tomar cuidado porque se a gente perder o controle, rapidamente o ódio volta. E aí eu passo a odiar o meu pai, eu passo a odiar a minha mãe, o meu irmão, meu sobrinho, meu filho. E eu não consigo entender a causa, eu acabo me afastando ou não. Às vezes a gente ouve casos aí em que um mata o outro. Existem uns romances que que mostram isso, né? Um espírito a mata B. A próxima encarnação inverte, aí B mata A, aí na outra A mata B, depois B mata A, aí fica nessa coisa, não conseguem se controlar, então vão ter que ter uma um outro expediente para fazer eles melhorarem. Mas acontece a gente vir, querer melhorar, querer conviver, vamos ter que nos esforçar bastante para manter o equilíbrio, porque não é fácil. E como é que vai ser essa infância? Olha, gente, muitas vezes essa infância ela é engraçada, né? Porque você já chega com repulsa, às vezes com rejeição instintivo. Você vê isso das criancinhas que não aceitam os pais ou não aceita a mãe ou não aceita o pai, né? Ou um avô ou um tio, sei lá, ou um irmão na família. E ninguém consegue explicar isso. É uma antipatia gratuita que não tem nenhuma causa aparente nessa encarnação, né? Não, não tem nada aparente. Mas o espírito ele tá
o, sei lá, ou um irmão na família. E ninguém consegue explicar isso. É uma antipatia gratuita que não tem nenhuma causa aparente nessa encarnação, né? Não, não tem nada aparente. Mas o espírito ele tá tentando, porque ele veio fazer o quê? Ele veio para tentar melhorar, tentar perdoar, tentar amar, nem que seja um pouquinho mesmo. Olha só, ele ele tá se colocando, ele tá se predispondo a uma situação difícil para ele, mas ainda assim ele tá tentando. Mas nós não podemos esperar que ele morra de amores por nós, porque quem tá ali é alguém que tá com a dificuldade, uma dificuldade provocada pela gente. Esse aqui é o problema. E qual seria o dever dos pais, né? Como é que os pais devem agir? Bom, o evangelho fala sempre em amor. Então, os pais, os pais têm que amar, os pais têm que cuidar, tem que educar. tem que ajudar no aperfeiçoamento e e no bem-estar dessa criança. Tem que caminhá-la pro caminho do bem, mesmo que ela presente esse comportamento difícil em relação a você, você não vai desistir, você vai estar ali ao lado dele, né? Uma outra frase que ele coloca que eu que acho muito interessante, não reclamar da rejeição, não reclamar da ingratidão. Tem filho ingrato, gente, no mundo? A gente já ouviu alguma história sobre filhos ingratos, né? Quando é criança você ainda controla, mas depois vem a adolescência, vem a vida adulta e você fica velho e você às vezes precisa do suporte, do carinho dos seus filhos e eles somem no mundo e querem mais que você se lixe. Enquanto que o outro vizinho, nossa, tá lá o velhinho que nem era tão bom na sociedade, mas os filhos adoram ele, cuidam dele e tal, né? Aí você fica pensando, meu Deus, onde foi que eu errei, né? O meu é o contrário, me abandonou, não quer saber de mim. Não reclame não, gente. Tá tudo certo. Tá tudo certo. Deus sabe o que faz. É. Aí ele fala assim, ó. Um ou outro já odiou muito ou foi muito ofendido. Um ou outro veio para perdoar. ou para espiar. Então, não é de graça. Essas coisas, esses relacionamentos, eles não
que faz. É. Aí ele fala assim, ó. Um ou outro já odiou muito ou foi muito ofendido. Um ou outro veio para perdoar. ou para espiar. Então, não é de graça. Essas coisas, esses relacionamentos, eles não acontecem de graça. Deus, em sua infinita sabedoria, não erra em suas atitudes. Ninguém recebe um filho difícil à toa. Pode acontecer que aquele espírito seja um filho difícil, mas não é nada em relação aos pais. É o caso daquele espírito que ele é ele é aquela criança, aquele adolescente, né? aquele aquele adulto que ele é rebelde com todo mundo. Ele é uma pessoa difícil no mundo. Muitas vezes os pais são de uma moralbada, são de um amor e um carinho ao próximo, são pessoas éticas, mas o filho pegou um caminho totalmente desvirtuado. Então, como é que se explica isso? Não é um problema com os pais, não. Não é. São pais que já estão num grau evolutivo maior do que o filho e que o filho solicita antes de reencarnar. Eu queria um apoio reencarnatório, eu queria paz que me que me amassem, que cuidassem de mim, que me colocassem no bom caminho. Eu queria uma chance de ter um bom lar, porque aí eu sei que eu vou melhorar. Conversa-se, prepara-se, arranja-se, você nasce, chega aqui, não, não, não dá valor, mas não tem nada a ver com os pais. Aí é próprio daquele espírito, daquela pessoa que está no momento de aprendizado, mas parece que não está aproveitando bem essa lição. Mas voltando aqui ao filho problema, aquela relação pai e filha, que a coisa não vai bem bem paraa frente, como é que a gente vai educar esse filho, né? Simbolicamente ele diz assim: "Abraçai o filho que dá desgostos". Então, em vez da gente repelir, em vez da gente chatear-se, em vez de nós nos xingarmos, né? Xingar a o filho, ah, não quero mais saber desse menino, não aguento mais, esse esse meu filho é um caso perdido e é é um problema atrás do outro. Não, não, não, gente, a gente não pode existir. A gente tem que continuar resignado, com paciência, dando a ele toda a oportunidade para perdoar e amar.
caso perdido e é é um problema atrás do outro. Não, não, não, gente, a gente não pode existir. A gente tem que continuar resignado, com paciência, dando a ele toda a oportunidade para perdoar e amar. E ele só vai começar a perdoar para poder amar quando ele sentir que por mais que ele perneie, que por mais que ele te agrida, que por mais que ele coloque para fora aquela raiva incontida que tá lá, ele só recebe amor de volta. Isso vai amortecendo e o reflexo sobre ele mesmo vai acalmando e com passar dos anos lá na frente isso diminui. E aí o ódio vira só raiva ou vira indiferença, ouvir amor, vai da possibilidade do conjunto. Ele pede que nós tenhamos atenção com as crianças, aos instintos dela, para que nós possamos dar bons conselhos e bons exemplos. né? Não diz o ditado que é de pequeno que se torce o pepino. Então quando você notar que o galho tá entortando, você não coloca aquela estaca, amarra o galho para ele seguir reto. Então vamos vamos observar, né? Já não tem uma boa relação, mas será que é só comigo o problema ou será que é na sociedade também geral? Então, nossa obrigação é dar ele a possibilidade de um caminho correto. Então, nós precisamos caminhar de forma a possibilitar aquele espírito que tá chegando. E não vamos nos esquecer, tá chegando com dificuldade com a gente por alguma coisa que nós fizemos lá atrás, mas ele tá chegando porque ele tá querendo nos perdoar. Ele tá tentando rasgar a promissória que a gente assinou lá atrás. Ele tá tentando aliviar o nosso lado. Então, em vez da gente reclamar a Deus, poxa Deus, que filho que eu tenho, que filho difícil, a gente deveria agradecer. Obrigado, meu Deus, por esse filho difícil. me ajuda a amá-lo, me ajuda a abraçá-lo, a cuidar dele, a dar a ele tudo que eu tirei e mais ainda para que eu possa fazer dele um amigo e não mantê-lo na condição de inimigo. Esse é o pensamento. Nó nós temos que ter esse conhecimento, temos que ter essa ciência do porqu disso tá acontecendo. não é de graça, não chega nada pra gente à
e não mantê-lo na condição de inimigo. Esse é o pensamento. Nó nós temos que ter esse conhecimento, temos que ter essa ciência do porqu disso tá acontecendo. não é de graça, não chega nada pra gente à toa. Então, em vez de reclamarmos, vamos agir. E só tem uma forma no evangelho, só tem uma forma que Jesus no nos deixou para revertermos essa essa situação. É com amor, não tem outra, né? Ele coloca já na sequência, ele diz que todos os males vêm do orgulho e do egoísmo. Se a gente parar para pensar, gente, o egoísmo e o orgulho são como duas duas estacas que nos prendem a essa terra material. Imaginemos por um segundo que nós não temos mais interesse em nada do que temos ou do que possamos vir a ter. Imaginemos que a nossa vontade é só de ajudar, distribuir. Não tô falando para ninguém sair no banco distribou dinheiro e fica duro para ir pra rua mendicar. Não é isso. É na medida do possível viver com o mínimo satisfatório, né, de conforto em sua casa, sem os excessos e começar a descobrir o prazer de ajudar. Isso é, tá baixando o egoísmo. Vamos deixar de de nos importar com as ofensas, com os distratos. Cadê a humildade? Ah, eu sou orgulhoso. Eu sou perfeito. Eu não sou. Ninguém é. Então, por que que eu vou me chatear com o comportamento dos outros ou com que falam de mim ou com que pensam de mim? Se é o ponto de vista, o olhar que não me pertence. Então, no fundo, não tem por me preocupar, é a forma como o outro me vê. Então ele ele ele remonta isso que no final ele fala: "Olha gente, o problema todo, né, que nos atrapalha muito é o orgulho e o egoísmo. Até para reconhecermos que ali está um serzinho, uma criança, um jovem, um adolescente que por si só já não tá numa fase fácil. Essa fase da mudança hormonal é muito complicada. A gente já passou por isso, a gente sabe. Então vamos olhar para lá e dizer: "Puxa vida, será que não fui eu que errei? Eu não sei e não quero saber. Não faz diferença, mas eu vou plantar amor, eu vou investir, porque eu quero no futuro um
e. Então vamos olhar para lá e dizer: "Puxa vida, será que não fui eu que errei? Eu não sei e não quero saber. Não faz diferença, mas eu vou plantar amor, eu vou investir, porque eu quero no futuro um amigo e não um inimigo. Eu quero alguém para eu encontrar depois no plano espiritual, vir me dar um abraço e eu senti que a pessoa me perdoou. Porque isso vai fazer bem para mim. Imagina quando você depois de uma vida de sofrimento, de dificuldades com esse seu filho difícil, você desencarna, chega lá e toma ciência do que você fez. Aí você vai dizer: "Nossa, eu ainda fiz pouco por ele, deveria ter feito mais". Então, não vamos esperar descobrir para nos chatearmos. Vamos fazer já o possível e impossível para que de nossa parte não haja nenhum impedimento, né, a essa reaproximação que visa nos beneficiar. Lembra? Fomos nós que provocamos a situação. E agora o outro que foi o ofendido está de bom grado tentando se aproximar da gente para perdoar e amar. Não vamos nos esquecer. O errado é a gente nesse caso, né, desse exemplo. E bom, ele fala também da convivência, né, como essa convivência. Esses filhos podem ser causa de perturbação. Podem, podem ser causa de muita perturbação, podem, claro que podem, mas como eu tava dizendo, eles são a prova e a tarefa que a gente tem que cumprir. Então, esses filhos são nossas provas, são nossas tarefas. Nós não podemos largar pelo meio do caminho. Não vamos esquecer que nós somos pais. Ah, mas eu não me lembro nem de queria ter sido pai. Pode não se lembrar aqui, mas ouvi uma reunião prévia no plano espiritual e você aceitou recebê-lo. Agora não fique querendo andar para trás, não. Isso é feio, né? E o que que ele sugere então? Que nós acolhemos esses espíritos como irmãos. Irmãos em Cristo. Não somos todos filhos de Deus, não somos todos irmãos no fim das contas, né? E eu até brinco que aqui nós temos os nossos casamentos e e os nossos parentescos. Mas quando a gente desencar, vamos pensar, quando a gente volta para uma colônia, você não tem mais esposa,
ntas, né? E eu até brinco que aqui nós temos os nossos casamentos e e os nossos parentescos. Mas quando a gente desencar, vamos pensar, quando a gente volta para uma colônia, você não tem mais esposa, esposo, filho, pai. Você tem um irmão de caminhada que na última encarnação fez o papel do seu filho, mas que na próxima pode fazer o papel da sua mãe ou o papel do seu irmão ou do seu amigo ou pode não reencarnar com você durante 10 encarnações, não é? Então, não tô dizendo que o que o que o amor, que a consideração, que o respeito se vai. Estou dizendo que os papéis que vivemos na terra, na terra ficam. Lá nós nos vemos como irmãos todos. Então ele pede que nós façamos isso aqui, né? E o futuro, como será esse futuro? Esse futuro, a família vai crescer, a família vai ser mais feliz, porque nós conseguimos, nós conseguimos. transformar todos juntos, nós e ele, conseguimos transformar ódio em perdão e amor. E nesse item nove, a ingratidão dos filhos e os laços de família, ele é extenso. Eu trouxe para vocês uma um um parágrafozinho. Quem quem quem assina é Santo Agostinho, é ele quem disserta sobre isso. E tem uma um pedaço quase no final que ele fala assim, eu gostaria de encerrar essa nossa fala com esse papel para nos dar esperança. Ele diz assim: "As provas rudes, as provas difíceis são quase sempre indício de um final de sofrimento, de um fim de sofrimento e de um aperfeiçoamento do espírito. desde que, né, quando aceitas com o pensamento em Deus. E assim, meus irmãos, eu gostaria de agradecer a vocês a atenção e desejar a todos nós que os nossos parentes difíceis, que os nossos momentos difíceis sejam todos aceitos com muita paciência. com muita caridade, com muito amor, para que todos nós, em qualquer situação que estejamos vivendo, consigamos sempre promover o perdão e o amor. Que a paz do Mestre Jesus continue com todos nós. Vamos à nossa prece de encerramento. Então, e assim, mestre amado, agradecidos pela oportunidade de estudarmos um pouco mais do teu evangelho, das tuas
ue a paz do Mestre Jesus continue com todos nós. Vamos à nossa prece de encerramento. Então, e assim, mestre amado, agradecidos pela oportunidade de estudarmos um pouco mais do teu evangelho, das tuas orientações, encerramos esse momento pedindo que essa tua paz, que essa tua alegria que vai em nosso coração seja por nós, conduzida a todas as pessoas com quem encontrarmos através de um sorriso, através de um olhar. Que assim seja, graças a Deus. E agora acho que vamos chamar vocês para o passe, né? Obrigado. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física. mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos
. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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