Família, as Dores da Alma e a Justiça Divina: As dores da alma na família e a justiça divina
O quarto ano do projeto de lives da Área da Família do Conselho Federativo Nacional da FEB apresenta “Família, as Dores da Alma e a Justiça Divina” como ponto de partida para reflexões no Movimento Espírita Nacional. No quarto encontro do ano, o programa convida Alessandro Viana Vieira de Paula e Cacá Rezende, em um bate-papo com o subtema “As dores da alma na família e a justiça divina”, ao vivo no dia 7 de dezembro de 2025, às 17h, com transmissão pela FEB Lives. Ao todo, estão programadas...
Boa tarde, família querida. É com muita alegria que estamos iniciando a nossa última live desse ano, organizada pela Comissão Regional Sul do CFN da nossa Federação Espírita Brasileira. Então, acolhemos a todos com muita alegria. As lives desse ano tiveram como tema geral as dores da alma e a justiça divina. Tivemos três lives anteriores, então da Comissão Regional Centro Norte Nordeste e hoje nós vamos trabalhar mais essa temática com as dores da alma na família e a justiça divina com os nossos convidados Alessandro Viana de Paula e Kaká Rezende, ainda com a participação dos nossos coordenadores Eduardo Bertolini e Marco Lente. E convidamos então a Integéria para fazer a nossa prece inicial. >> Boa tarde, Marlise querida. Boa tarde a todos. que neste momento, com os corações, com as mentes entrelaçadas, possamos dirigir nossos pensamentos a Deus, nosso pai, o senhor de nossas vidas, agradecendo pela oportunidade de aqui estarmos reunidos para a realização desta live. Que Deus nos abençoe mais uma vez. Que Jesus envolva a todas as famílias que fazem parte desta grande família universal. Que os nossos convidados queridos sejam abraçados com muito carinho para que as suas falas toquem os corações de todos nós, que ainda trazemos muitas dores na alma, trabalhando na família. E que a justiça divina se faça presente hoje, amanhã e todos os dias, para que possamos juntos com essa força, com essa união, implementar a vivência da caridade, da fraternidade, do amor hoje mesmo aqui no nosso planeta. Muita paz a todos e que mais uma vez sejamos todos muito abençoados. Que assim seja. Neste momento, queridos amigos, convidamos a nossa querida Kaká Rezende, que fará a sua fala. Ela que é evangelizadora, cantora, compositora natural de Ipamerim, Goiás e que foi nesta cidade que iniciou os trabalhos de evangelização através da canção. Integra o quadro de evangelizadores da infância do posto de auxílio espírita em Goiânia, no estado de Goiás, e também do Instituto Ser de Belo Horizonte, em
abalhos de evangelização através da canção. Integra o quadro de evangelizadores da infância do posto de auxílio espírita em Goiânia, no estado de Goiás, e também do Instituto Ser de Belo Horizonte, em Minas Gerais. Em sua temporada atual, Kaká está em Marte Assustes, nos Estados Unidos, e é evangelizadora no Allan Kardec Spiritism Society. Realiza apresentações, evangelhos musicais nas casas espíritas, projetos e oficinas, envolvendo música e evangelização. Cá tem 50 canções que estão disponíveis nas plataformas digitais em se em seu canal no YouTube e em seu site www.kakarresende.com.br. Este último contém letras, cifras e histórias das canções também. Todos convidados a visitar o site. E profissionalmente Kaká é cirurgião dentista. Kaká é casada com Thago e é mãe de Pedro. Seja muito bem-vinda, Kaká querida. Oi, querida. Boa tarde para todo mundo aí que tá assistindo a gente no chat, todo mundo que tá nos bastidores. É uma alegria muito grande estar aqui com vocês trazendo o evangelho de Jesus através da canção, compartilhando esses momentos de reflexão sobre as dores da alma na família. Eu particularmente gosto muito de cantar sobre esse tema. Inclusive tem um álbum que chama Família Encanto, viu Digéria? e muita paixão por todos os conhecimentos que a doutrina nos traz para que possamos juntos prosseguir. Então, vamos começar com música. Bem-vindo é o som desse amor. Bendito é o olhar de quem cuida. Minha família, meu bem maior, o meu cantinho de ser melhor. Bem-vindo é o som desse amor. Bendito é o olhar de quem cuida. Minha família, meu bem maior, o meu cantinho de ser melhor, de lembrar a essência da vida, de buscar quem somos nós. E compor com toda a harmonia a canção, minha família. Espero que vocês tenham escutado o meu estilofone aí, viu, gente? Minha família, por que eu estou aqui? Porque eu nasci nessa família. Compor uma canção com harmonia? Será que é possível compor uma canção família com harmonia? Se nos seios das famílias há tantas dificuldades,
lia, por que eu estou aqui? Porque eu nasci nessa família. Compor uma canção com harmonia? Será que é possível compor uma canção família com harmonia? Se nos seios das famílias há tantas dificuldades, tantas dores, tanta desarmonia. Por que tudo isso? A doutrina espírita nos esclarece. Os espíritos que se encarnam nas mes a mesma família, sobretudo como parentes próximos, são em geral simpáticos ligados por relações de afeição na Terra. Mas pode acontecer também serem completamente estranhos uns aos outros, separados por antipatias de outras eras, com feridas abertas a serem cicatrizadas. A boa nova nos mostra os resultados maravilhosos dos nossos esforços de convivência e reconciliação sob as bases da lei de justiça, amor e caridade. Quando mergulhamos na reencarnação, mergulhamos também na escola do perdão. E o primeiro lugar onde a gente mergulha é no seio da nossa família. [música] Perdoa, releva. Não durma antes que seu coração [música] perceba e sinta toda a paz de quem já faz esforço para enxergar [música] um inimigo um irmão. Perdão, calma. Serena alma, rejuvenece, [música] fortalece a boa vibração. Respira, faz uma oração. Pede a Jesus para aquele irmão [música] que desconhece a lei de ação e reação. Respira, faz uma oração. Nada te acontece em [música] vão. Mostra outra face, a face do perdão. [música] Meus amigos, ensina-nos o evangelho. A caridade mais fácil de todas é a esmola. Porém, existe uma muito mais difícil e [música] consequentemente mais meritória, que é a de perdoar aqueles que Deus colocou no nosso caminho para colocarem a nossa paciência à prova. O [música] sacrifício mais agradável a Deus é ressignificarmos os nossos ressentimentos. Perdão, calma, serena, alma. Sabe o que mais? Emagrece, fortalece [música] a boa vibração. Respira, faz uma oração. Pede a Jesus para aquele irmão que desconhece a lei de ação e reação. Respira, faz uma oração. Nada nos acontece em vão. Mostra outra face, [música] a face do perdão. A face do perdão. [música] A face do perdão.
s para aquele irmão que desconhece a lei de ação e reação. Respira, faz uma oração. Nada nos acontece em vão. Mostra outra face, [música] a face do perdão. A face do perdão. [música] A face do perdão. Perdoa de todas as dores, as mais penosas são as que afetam o coração. Sabemos que a dorpassa pela vida de todos nós, indistintamente nos estágios evolutivos em que nós nos encontramos, mas sabemos também que não há desesperos eternos. Sabemos que Deus é amor, que Deus não pode querer que a sua criatura sofra. para sempre. Deus é amor. Tudo, tudo passa. Alma ferida no coração, [música] perde os olhos pra imensidão. [música] Tem tanta coisa para consertar. >> Começa já alma. Contempla dentro de ti [música] novos rumos reconstruir amor, perdão, [música] luz, redenção. Começa já. Renova a esperança que outrora deixava o brilho [música] no olhar, os sonhos, a infância, aquela certeza. Tudo vai passar. >> Renova a esperança que outrora deixava o brilho no olhar, os sonhos, a infância, [música] aquela certeza. Tudo [música] vai passar, [música] só não passa todo o amor [música] de Deus. Tudo que o Pai mais quer é te ver [música] feliz. Enxuga o pronto. [música] Ouve essa canção. Ouve os anjos a cantar. >> Tudo vai passar, tudo vai passar. Tudo passa. E mas [música] enquanto não passa, a doutrina nos oferece recursos para irmos nos esforçando no meio devo para melhorarmos e vencermos os arrastamentos do mal. Seguindo, [música] por exemplo, as orientações de Santo Agostinho, quando ele diz para nós assim, ó, todo dia antes [música] de dormir faço movimento, ligo o pensamento no meu dia, o que foi que eu fiz? Se foi tudo bem, [música] foi feliz também. Todo dia antes de dormir [música] faço um movimento, ligo o pensamento no meu dia, o que foi que eu fiz, se foi tudo bem, fui feliz também? Será que dediquei minha atenção lá na minha casa? Ouvi direito a minha emoção. Será que eu fiz o [música] bem ou fiz o mal? Lembrei que eu sou espírito imortal. Cuidei da minha mente, corpo e coração
Será que dediquei minha atenção lá na minha casa? Ouvi direito a minha emoção. Será que eu fiz o [música] bem ou fiz o mal? Lembrei que eu sou espírito imortal. Cuidei da minha mente, corpo e coração e coloquei vontade nos meus pés [música] e mãos. E quando eu não sabia o que fazer, chamei [música] Jesus. para me acolher. Todo dia [música] um movimento. Mais e mais [música] eu me conheço e vou descobrindo [música] assim o que Deus gravou [música] em mim. Todo dia um movimento. Mais e mais [música] eu me conheço e vou descobrindo [música] assim Deus em mim. Todo [música] dia antes de dormir foi tudo bem. >> Fui feliz também. Será? Todo dia antes de dormir. Minha emoção, [música] corpo e coração. Todo dia antes [música] de dormir faço um movimento, ligo o pensamento. Descobrindo Deus em mim, eu sou capaz de descobrir Deus no outro. As minhas relações ficam mais saudáveis. O meu olhar para o outro muda, a nossa luz brilha mais. Ensina-nos a nossa doutrina. Todos os sofrimentos, misérias, decepções, dores físicas, perda de seres amados, encontram a consolação em a fé no futuro, em a confiança na justiça de Deus que o Cristo vem ensinar aos homens. Bendita doutrina consoladora que amplia as nossas esperanças para além da impermanência da nossa vida material, que nos possibilita vivenciarmos a saudade na certeza de que nossos amores que partiram daqui permanecem vivos na outra margem. O lado de lá tem sol, também tem lua. Do lado de lá, a vida continua. Nossos amores permanecem sentindo o nosso amor, nossa vibração, nossa dor, nossa oração. A troca de fluidos permanece nos dois planos da vida até que finalmente, num outro tempo, [música] no tempo de Deus, a gente possa se reencontrar. Eu sei, você se foi, eu [música] sei. Outro lugar, em outra dimensão, longe dos meus olhos. Mas sei onde estiver, [música] eu sei. Leva um pedaço do meu coração para [música] sempre com você. Peço aos céus poder suportar [música] a saudade, essa falta que [música] você me faz. Peço a Deus
s. Mas sei onde estiver, [música] eu sei. Leva um pedaço do meu coração para [música] sempre com você. Peço aos céus poder suportar [música] a saudade, essa falta que [música] você me faz. Peço a Deus vele por ti aonde for. Que o seu caminho seja só [música] de amor. Um outro tempo [música] há de chegar. Tempo de novamente te abraçar, [música] poder compartilhar [música] tudo o que aconteceu. Um outro tempo, [música] você e eu. [música] Outro tempo há de chegar. Devo de novamente te abraçar, poder compartilhar tudo o que aconteceu [música] um outro tempo. Você eu. Então, maravilhoso a gente ter a certeza desse outro tempo, né, gente? Tô vendo vocês aqui no chat ver que mamãe tá aí, né, mãezinha? A gente se despediu do meu pai em 2022. E um luto bem intenso na minha vida foi me despedir de papai, mas gosto de pensar de pensar que ele lá do lado de lá já tá preparando uma casinha para quando a gente for, né, mãe? E nossa família se reencontrar de novo para renovar as energias e prosseguir nessa caminhada de espíritos imortais juntos nessas sucessivas vidas que nós sabemos, é assim que acontece. >> Jesus floresceu em um lar, o lar da Sagrada Família. [música] E aquela época Jesus, Maria, José [música] já realizavam o que a doutrina espírita nos orienta como antídoto [música] para todos os males, para os momentos de provação, força, para os momentos de testemunho, proteção, inspiração para fazermos as melhores escolhas em família. [música] Jesus, Maria e José sempre oravam em casa. Então, encontra-se em nossas mãos um recurso valioso. Toda semana no mesmo horário. Prepara tua família, [música] tua casa, teu coração. São mais ou menos 15 minutinhos. Uma água. uma família, [música] um evangelho, convida Jesus para entrar na sua casa, chama ele para ficar. Quando a família ora, [música] Jesus se demora em casa. Nas travessias [música] da vida imortal e do candário muito especial, [música] forte, poderoso e resistente é a família da gente. [música] Cabe quem vem antes e quem vem depois.
sus se demora em casa. Nas travessias [música] da vida imortal e do candário muito especial, [música] forte, poderoso e resistente é a família da gente. [música] Cabe quem vem antes e quem vem depois. Juntos [música] misturamos o feijão com arroz. Juntos aprendendo a conviver em paz e nos conhecendo sempre mais e mais. E da família cuido primeiro para cuidar melhor do mundo inteiro. Mestre Jesus, bem-vindo em meu lar. Com seu evangelho eu chego lá. [música] >> As travessias [música] da vida imortal e do candário muito especial, [música] forte, poderoso e resistente, é a família da gente, [música] cabe todo mundo. A avó, o avô, a sogra, a cunhada, os agregados, a turma que foi chegando, juntos aprendendo [música] a conviver em paz e nos conhecendo sempre mais e mais. e da família. Cuido primeiro para cuidar melhor do mundo inteiro. Mestre Jesus, bem-vindo [música] em meu lar. Com seu evangelho eu chego lá. [música] Com seu evangelho [música] eu chego lá. la Jesus seja bem-vindo em nosso lar. Quando produzires um corpo, a alma que nele encarna vem do espaço para progredir. Ponde todo o vosso amor em aproximar essa alma de Deus o quanto antes. presente Jesus como amigo incondicional de toda a sua existência. Leve seu filho pra evangelização. Toda criança é promessa de fruto bom. Fruto bom. Fruto bom. Eu sou um fruto da minha mamãe. Do papai também. Fruto bom. Um fruto bom. Trago as sementinhas do amor. Tenho em meu coração sementinhas de perdão, sementes de alegria, paciência e compaixão. E por favor, papais, não deixa esquecer não. Fruto bom, fruto bom. Para crescer, preciso de água e luz. Preciso de carinho, exemplo e atenção. Ganhar muitos beijinhos e [música] boa educação. Preciso de vocês e de evangelização. E por favor, papaz, me falem de Tão vendo aí? Pera aí, Jesus. E por [música] favor, papai, me falem de Jesus. [música] Evangelização, [música] memórias e laços afetivos com Jesus. Estreitando o [música] laço com Jesus, estreitamos laços com nossas famílias até [música] que finalmente nos
i, me falem de Jesus. [música] Evangelização, [música] memórias e laços afetivos com Jesus. Estreitando o [música] laço com Jesus, estreitamos laços com nossas famílias até [música] que finalmente nos entendamos com uma grande família universal. Evangelização, dores da alma serenadas. de esperança e de fé. Acho que meu tempo tá acabando, né, gente? Oh my gosh. Mas antes de eu encerrar esse meu primeiro momento pra gente trazer o meu outro parceiro aqui pra gente continuar, eu gostaria de encerrar com uma oração cantada. >> rogando a presença da nossa mãe santíssima, a mãe [música] das mães, a mãe de Jesus, nosso irmão, consequentemente a mãe [música] de todos nós. Que Maria lance o seu manto de luz sobre todas as famílias do mundo inteiro. >> que soube melhor do que ninguém evenenciar com fidelidade, [música] firmeza, constância e fé, dores profundas da alma. Que ela ponha no colo cada [música] mãe que sofre lutada, cada família que sofre com violências, com dores das quais nem conseguimos imaginar. [música] que nessa data simbólica que se aproxima [música] da chegada do nascimento do nosso mestre Jesus, ela possa em especial [música] estar conosco e que ela também sinta a gratidão de todos nós. Quando Gabriel a ela [música] apareceu, quarto iluminou, [música] Maria emudeceu. Ave [música] soberana, em teu ventre a luz. Ave soberana, teu filho Jesus. Grandioso é Deus. [música] Contigo é o Senhor. Ele [música] te escolheu. Mãe do Salvador. [música] Eu sou tão pequena, mas com todo amor serei tua serva. [música] Eis-me aqui, Senhor. Mãe, eu te ofereço [música] a minha gratidão, a fidelidade pura e verdadeira. Ó mãezinha preciosa [música] de Jesus, mãe da humanidade inteira. >> Sempre que anoitece lembro a oração. Fecha os olhos e [música] imagino te encontrar em teu colo, bem pertinho [música] de Jesus. Meu Senhor [música] da vida, quanta alegria, eu [música] também sou filho de Maria, meu Senhor [música] da vida, quanta alegria. Somos [música] todos filhos de Maria.
, bem pertinho [música] de Jesus. Meu Senhor [música] da vida, quanta alegria, eu [música] também sou filho de Maria, meu Senhor [música] da vida, quanta alegria. Somos [música] todos filhos de Maria. >> Ave Maria. Que Jesus nos abençoe, que seja sempre o centro das nossas referências quando o assunto for antídotos, prevenção, força, persistência diante das dores da alma, especialmente no nosso primeiro educandário. nossa família. Ô, querida, muito, muito, muito obrigada. Eh, é um bálsamo, como tantos disseram aqui, ouvi-la e trazer esse essa doutrina cantada para aliviar as dores das nossas almas. Agradecemos, Kaká, esse primeiro momento, pois que daqui a pouquinho você retornará aqui. E agora o seu parceiro, como você falou, vem aqui para a telinha, Alessandro Viana Vieira de Paula. Ele que é dirigente do Centro Espírita Allan Kardec Tapetinga em São Paulo, é palestrante, escritor espírita e que vai falar para nós sobre a justiça divina diante de tantas dores da alma na família. Seja muito bem-vindo, Alessandro. A palavra é sua. >> Muito obrigado, Yudegéria. A Kaká que abrilhantou esse início nosso com a música. Quando participamos de eventos em que a arte espírita através da música se faz presente, eu sempre gosto de registrar trazendo uma fala muito inspirada do nosso nobre codificador Allan Kardec na revista espírita, quando ele tomou conhecimento que um diretor de uma instituição prisional daquela época utilizava-se da música para ajudar na recuperação daqueles que ali cumpriam pena. E Kardec faz uma observação que eu acho muito feliz. Ele diz assim: "É necessário, através da arte, da música, sensibilizar o sentimento, amolecer o coração para que possamos depois falar a alma". Então, a nossa querida Kaká fez isto. Ela sensibilizou os nossos corações, amoleceu no bom sentido os nossos sentimentos, a fim de que pudéssemos neste momento falar um pouco dessa temática tão atual. Agradeço o convite da Comissão Sul, do CFN por trazer uma temática tão atual, tão necessária. Essa temática da
ntimentos, a fim de que pudéssemos neste momento falar um pouco dessa temática tão atual. Agradeço o convite da Comissão Sul, do CFN por trazer uma temática tão atual, tão necessária. Essa temática da família eh nos toca de perto por dois motivos. Primeiro pela nossa área profissional, atuando como magistrado na área da infância e da juventude há 23 anos, temos nos deparados com estas toures da alma na família, especialmente porque muitas pessoas, muitas criaturas humanas ainda não entenderam que o lar, que a família é uma instituição de cunho divino para que a vida se aprimore na terra, para que nós, espíritos imortais, possamos neste educandário especial que é o lar, possamos ali extrair as lições mais valiosas para que possamos adquirir musculatura espiritual, moral, para seguirmos na direção do divino e também nos toca pela nossa atuação nas tarefas espíritas. trabalhando com atendimento fraterno ou atendimento espiritual também há três décadas, não temos dúvida em afirmar que pelo menos 50% metade das pessoas que buscam a casa espírita através do atendimento fraterno, trazendo as suas demandas ali apresentam as dificuldades, os desafios e as dores. de situações que acontecem na intimidade doméstica, na convivência com entre os cônjuges, entre os filhos, irmãos, né, pais, mães, avós, enfim, trazem os desafios os mais variados e querem através das lentes do Espiritismo, entender o porquê daquela situação. E naturalmente que a doutrina espírita tem muito a nos ofertar no que diz respeito às dores da alma, nas situações mais variadas da vida, mas também na situação especial da família, que é a nossa temática central de hoje, tentando fazer esta conexão com os 160 anos que celebramos este ano da obra O céu e o Inferno, a justiça divina. segundo o Espiritismo. E na obra O Céu e Inferno, Kardec trataria dessa questão da justiça divina com ênfase na vida presente, mas em especial com a vida futura, trazendo muitos relatos de espíritos que vivenciaram lutas familiares intensas.
Inferno, Kardec trataria dessa questão da justiça divina com ênfase na vida presente, mas em especial com a vida futura, trazendo muitos relatos de espíritos que vivenciaram lutas familiares intensas. Alguns foram capazes de transformar esta luta, este desafio no seu céu interior, porque ali, apesar das dificuldades naturais, puderam ofertar o melhor que podiam, a fim de que extraíssem as melhores lições para si e, ao mesmo tempo, ofertassem no meio familiar também os melhores exemplos, porque vamos entendendo desde já que no lar somos os professores e aprendizes uns dos outros, porque na Terra em geral somos almas ainda muito deficitárias, com muitas dificuldades, também com potencialidades e com virtudes, de forma que o lar forma este espaço tão especial para que possamos conviver ensinando e ao mesmo tempo aprendendo. Olha como o lar é de fato essa instituição de cunho divino. Então, a obra O céu e Inferno trata dessa temática falando do como deve ser o nosso olhar para este espaço tão especial. Poderíamos aqui citar apenas a título de exemplo, quando nós vamos à segunda parte da obra O céu Inferno, que são os depoimentos dos espíritos que vivenciaram a situações mais diversas em sua última reencarnação, onde Ali Kardec procura demonstrar através desses relatos a continuidade da vida, mas não apenas a continuidade da vida, também demonstrar a justiça divina. Nós vamos encontrar ali em espíritos felizes o depoimento da viúva Fulon, uma alma nobre que construiu o seu céu interior, a sua felicidade interior. E ela fala nas entrelinhas da comunicação que ela enfrentou algumas perplexidades, desafios, vicissitudes na vida entre os seres que lhes eram caro, portanto familiares. E ela, então, estando neste estado de plenitude no mundo espiritual, pôde muito bem enfrentar estas dores da alma na família, tendo o conhecimento espírita, entendia as causas, entendia a ação da justiça divina, porque nós não estamos ali experimentando estas situações, as mais variadas, desde as
as dores da alma na família, tendo o conhecimento espírita, entendia as causas, entendia a ação da justiça divina, porque nós não estamos ali experimentando estas situações, as mais variadas, desde as mais inóspitas até as venturosas. simplesmente por acaso ou simplesmente por um capricho divino, mas porque há leis muito sérias, leis que emanam do Criador para que possamos ali estar de acordo com as nossas necessidades evolutivas. Viva Fulon entendeu isso e soube muito bem se comportar diante das lides da família. Como poderemos citar aqui a título de exemplo o oposto na revista espírita, que é esta obra que Kardec manteve na sua época durante mais de 11 anos. Anotamos aqui a revista espírita de fevereiro de 1860. Ali temos um depoimento de Stel Riquier, que foi mãe e esposa. O próprio espírito diz: "Não cumpri com o meu papel de cônjuge, não cumpri com o meu papel de mãe. Falhei em ambas as situações e agora vivenciava no mundo espiritual o seu estado de inferno interior. A cada um será dado segundo as suas obras", disse Jesus. o sofrimento por não ter bem aproveitado as lições que a dinâmica da família poderia lhe propiciar. Mas é claro, como num dado momento cantou a nossa querida Kaká, as dores são transitórias, sejam aqui na Terra, sejam no mundo espiritual. Stel Rickier estava lidando sua comunicação registrada na revista espírita, agora recebendo depois de um certo tempo o acolhimento do mundo espiritual para se libertar disso. certamente se preparando para uma futura volta à Terra, onde agora mais consciente e fortalecida poderia dar conta dos desafios da família, a fim de que, como as lições lhe propiciariam, tirar lições para o seu progresso espiritual, colaborando e aprendendo conforme falamos. Então, a doutrina espírita traz para nós, através do seu conhecimento, falando de justiça divina e também falando de misericórdia divina. Porque a obra o céu inferno, embora o seu título seja a justiça divina segundo o espiritismo, conforme Kardec propõe, também fala de misericórdia, porque não
a e também falando de misericórdia divina. Porque a obra o céu inferno, embora o seu título seja a justiça divina segundo o espiritismo, conforme Kardec propõe, também fala de misericórdia, porque não nos faltarão socorro espiritual, a fim de que possamos air forças, renovar as nossas esperanças nestas dores e nesses desafios eh da família. Quando nós falamos de justiça divina, a doutrina espírita de forma muito especial trata deste assunto, trata do que nós poderíamos aqui já neste primeiro momento chamar das provas e das expiações. Nós sabemos à luz do próprio evangelho do Cristo que nós espíritos passamos na reencarnação estas situações de prova e de expiação. Também há aqueles que estão em missão, que é um regime de excepcionalidade aqui na terra. A maioria de nós estamos em regime de prova e expiação, aprendendo, colhendo o nosso ontem, conforme nós veremos. Mas eu gostaria, já que nos coube, trabalhar essa questão mais conceitual da doutrina espírita, o que é muito importante, eh nós gostaríamos de trazer o Evangelho de Jesus como inspiração para as nossas as nossas vidas. O nobre espírito Amélia Rodrigues, através da mediunidade do nosso querido Divaldo Franco, poem nos trazer inúmeras lições valiosas. São 11 obras de Amélia Rodriguez e numa delas, trigo de Deus, nós vamos trazer aqui o capítulo terceiro e o capítulo quarto numa síntese para que através das próprias falas do Cristo nós possamos entender esta justiça divina e depois direcioná-la para as demandas eh da família. No capítulo terceiro, Jesus vai trazer um episódio de cura muito conhecido de nós, a chamada cura do cego de nascença, do cego de nascença. E ali há um diálogo muito interessante, porque era um sábado, era um cego de nascença que vivia como mendigo, havia sido escurraçado pela sociedade, porque todos aqueles que portavam doenças, limitações físicas naquela época, no seio do judaísmo, era como se fosse alguém condenado, perseguido pela divindade. ainda não tinham a exata compreensão da
porque todos aqueles que portavam doenças, limitações físicas naquela época, no seio do judaísmo, era como se fosse alguém condenado, perseguido pela divindade. ainda não tinham a exata compreensão da lei de causa e efeito. E este cego de nascença de Isam Amélia Rodriguez, o Evangelho tradicional também faz este registro, né, conforme nós sabemos, né, anotamos aqui no Evangelho de João, capítulo 9, versículo 1 a 41. Ali Jesus então vai curar aquele cego de nascença. Aqui para nós o que interessa não é o ato da cura propriamente dito, mas o após. Como Jesus havia curado num sábado e as leis farisaicas da época proibiam estas ações e muitas outras no sábado, que era um dia sagrato, na verdade o Sinédrio resolve convocar aquela pessoa que foi curada por Jesus para saber os seus pais, o próprio cego agora com a vista restituída. E o cego, excego agora vai confirmar que sim, havia sido curado por Jesus. E ao indagar os familiares, seus pais, eles vão dizer: "Sim, nós confirmamos que o nosso filho nasceu cego." E naturalmente que essa questão para os fariseus olharam mais para este lado punitivo porque Jesus havia curado num dia que era proibido. Mas a família e o ex-sego agora confirmam que Jesus havia curado e são expulsos da sinagoga. E os discípulos depois, como era comum, convivendo com o Cristo, após viverem inúmeras situações que para eles ainda eram situações novas, que traziam lições valiosas, eles vão chegar a Jesus e vão fazer uma pergunta muito interessante. Mestre, naquela situação do cego de nascença que tu curaste, quem pecou? Ele ou os pais? Vejam que pergunta profunda. Primeiro que se os discípulos estavam perguntando da possibilidade de um cego de nascença ter pecado, entre aspas, ter errado, naturalmente que admitiam a reencarnação. E nós sabemos que das tradições judaicas, o guilgu era esta ideia da roda da reencarnação, mas naturalmente que eles não tinham um conhecimento profundo da reencarnação, admitiam-la, mas pouco refletiam sobre ela. Mas Jesus
radições judaicas, o guilgu era esta ideia da roda da reencarnação, mas naturalmente que eles não tinham um conhecimento profundo da reencarnação, admitiam-la, mas pouco refletiam sobre ela. Mas Jesus vai dar uma resposta interessante, que nem ele nem os pais haviam errado, mas que nele se manifestou a vontade de Deus para que o reino de Deus nele se manifestasse. E aí eu chamo a atenção para um comentário que a benfeitora Amélia Rodrigues faz nessa situação aqui. Eu vou ler que é um texto curto, referindo-se ao cego curado. A sua atual reencarnação não era de resgate, antes sim aprimoramento íntimo. Então, vejamos este caso do Evangelho já nos ensinando que aquele cego estava numa situação de prova. Ele não havia errado no passado. Não era um resgate, não era uma expiação, mas era uma situação que o próprio espírito havia pedido a fim de que trouxesse a ele aprimoramento íntimo. Então, a prova significa isso. A prova já nos remete a avaliação. Então, o espírito, antes de reencarnar, olhando para si, conversando com os benfeitores espirituais para fazer o seu planejamento reencarnatório, poderá aferir as provas que deve suportar, a fim de que aquilo sirva de avaliação íntima, de aprimoramento espiritual, que aquela situação difícil, limitante, que pode ser uma doença, como na situação em questão ou pode ser uma outra um outro desafio sirva para ele para avaliar a sua paciência, por exemplo, a sua resignação, a sua fé, a sua persistência no bem, estimulando ele a ampliar, avalia e ao mesmo tempo a prova um convite para a ampliação dessas qualidades borais do espírito. E muitas vezes estas provas se darão na dinâmica do lar. Então, nós sabemos que há este planejamento. Nós pedimos para conviver com determinados espíritos, passar por determinadas eh situações que muitas vezes serão caracterizadoras de prova que estão ali na dinâmica da família e da convivência, servindo de avaliação, de aprimoramento íntimo, sem que sem que tenham vinculação com resgate, com expiação.
ezes serão caracterizadoras de prova que estão ali na dinâmica da família e da convivência, servindo de avaliação, de aprimoramento íntimo, sem que sem que tenham vinculação com resgate, com expiação. Mas é interessante que conforme nós falamos na própria obra Trigo de Deus, no capítulo seguinte, capítulo quarto, num dado momento, o discípulo João chega até Jesus, ele queria entender essa situação das dores da alma, queria entender essa questão dos das dores do mundo. E ele vai perguntar a Jesus, perguntar ao mestre: "Por que há tantas dores no mundo? Porque há tanto sofrimento? Porque sofrem bons e maus? Pergunta João a Jesus. E Jesus vai responder a ele, aproveitando, dizer-lhe a própria pergunta que dias atrás vocês me fizeram sobre o cego de nascença, se foi ele e os pais que pecaram. Jesus vai dizer assim a João, eh, João, o Espírito tem a sua origem no silêncio dos tempos passados e avança através das experiências corporais sucessivas. O nascimento na carne é continuação da vida, assim como a morte é prosseguimento em outro nível de vibração. Quando erra e se compromete, retorna à mesma situação para aprender e reparar expiação. O sofrimento é o educandário que o disciplina e corrige, impulsionando-o para a frente. Então Jesus ali ensinando aos discípulos, conforme já citamos, a cada um será dado as suas obras. Então há situações que são de resgate do nosso ontem. Kardec trataria dessa questão em Evangelho segundo o Espiritismo, no capítulo 5to. Bem-aventurados os aflitos, aliás, em atendimento fraterno, quantas vezes não presenteamos ou quando a pessoa já tem a obra em casa, indicamos este capítulo quinto, para que o indivíduo possa entender a natureza das aflições e possa, mais do que isso, entender qual é o melhor comportamento diante destas situações da vida. E ali no capítulo 5to, Kardec reconhecendo a importância deste assunto, porque quantos de nós não perguntamos por que que eu sofro, por que acontece isto? Por que que a minha família é assim? Por que que eu convivo
ulo 5to, Kardec reconhecendo a importância deste assunto, porque quantos de nós não perguntamos por que que eu sofro, por que acontece isto? Por que que a minha família é assim? Por que que eu convivo com essas pessoas na dinâmica do lar, pessoas difíceis? A gente sempre acha que o outro é difícil. Nunca temos às vezes a sensibilidade de olhar e perceber que em muitas situações somos nós o difícil, o que complica, o que dificulta. Então, quantos não perguntam por neste lar? Por que com estas pessoas? Por que experimentando estas situações? E Kardec vai tratar das causas atuais e das causas anteriores das aflições. Então, ali, conforme citamos o Evangelho de Jesus como sustentação doutrinária paraa nossa fala, também trazemos como fundamento doutrinário esta fala de Kardec. É um tema muito recorrente na doutrina espírita. Na própria obé inferno, uma dos capítulos na segunda parte é expiações terrestres, onde Kardec traria depoimentos dos espíritos que vivenciaram expiações. E do lado de lá dizem às vezes a causa daquela expiação. Agora, do lado de lá compreendem com mais eh, digamos assim, com mais profundidade, porque lembram-se do seu passado, o porque que experimentaram aquela situação. Mas o importante é entender que há esta causa. Kardec dirá nesta desses dois subitens do capítulo 5to, se a causa não está nesta vida, não achamos a causa nesta vida como cego de nascença, né? A causa de uma doença de nascença, a causa estará numa vida anterior. Hoje estamos colhendo aquilo que semeamos ontem, os nossos equívocos, os nossos acertos. as nossas omissões, as nossas ações. Então, muitas vezes, espíritos chegam na demanda da família já desde o nascimento, às vezes desde a gestação, já demonstrando essas causas anteriores, demonstrando problemáticas variadas que poderão se caracterizar ou como expiação resgate do ontem ou como prova aprimoramento pessoal. né? É importante isto. Muitas vezes não temos como distinguir, seja na nas ocorrências comuns da vida, sejam nas ocorrências domésticas. Muitas vezes é
te do ontem ou como prova aprimoramento pessoal. né? É importante isto. Muitas vezes não temos como distinguir, seja na nas ocorrências comuns da vida, sejam nas ocorrências domésticas. Muitas vezes é difícil distinguir isto é prova ou isto é expiação. Mas não é o mais importante. O mais importante é entender o que esta situação está querendo nos ensinar. Há situações que são muito sugestivas de prova. Há situações que são muito sugestivas de expiação, mas há situações que são muito tênues e somente com a recordação do passado, das vidas pregressas, é que nós poderíamos bater o martelo e afirmar, mas não é o mais importante. E se a divindade estabeleceu o esquecimento do passado, é porque é o melhor para o nosso aprendizado. Imaginemos dentro da intimidade doméstica, muitas vezes convivendo com almas difíceis do nosso passado. Porque às vezes o lar tem essas características variadas. Às vezes estamos convivendo no lar com almas que se amam quando ali o relacionamento é muito tranquilo, muito serena, almas que se amam já de muitas existências, facilitando o convívio. De outras vezes, algumas relações domésticas serão pautadas pelo oposto, pela dificuldade, pela geriza, pela antipatia, pelos atritos que tem a ver muitas vezes com o nosso ontem. Almas que se complicaram e agora voltam no mesmo no na mesma intimidade doméstica para o reajuste. Imaginemos sem o esquecimento do passado. Eu olhando para um ente quero, sabendo que foi ele que me traiu no ontem, ele que me matou ontem, ele que me causou prejuízos financeiros enormes ontem em outras vidas. Como conviver? Ficaria muito mais difícil. Então, o esquecimento do passado é uma bênção, mas o conhecimento espírita, quando nós vamos sentindo estas facilidades de convivência ou estas dificuldades de convivência, já é uma sinalização daquilo que pode ter ocorrido no ontem, mas o mais importante é tirarmos dali o que esta situação está me convidando, o que esta prova, esta expiação, esta situação está me convidando a fazer.
lização daquilo que pode ter ocorrido no ontem, mas o mais importante é tirarmos dali o que esta situação está me convidando, o que esta prova, esta expiação, esta situação está me convidando a fazer. Então, dali nós vamos tirar as lições necessárias e fazer o nosso melhor em nome da harmonia, em nome da paz doméstica. Paz não é ausência de discussão, ausência de problema. Num planeta como a Terra, ainda atrasado, embora em transição planetária, ainda o que se caracteriza aqui na Terra, o que predomina é o mundo de provas e expiações. Hoje nós vivemos esta linha tênua, né? Se se combinam fim de um mundo de prova e expiação, início de um mundo de regeneração. É comum em ciclos, ciclos se interpenetram o fim de um e o começo de outro. ainda caracteriza aqui na Terra, nas nossas relações pessoais e familiares, essas questões da prova e da expiação. Então, o conhecimento espírita vai fazendo com que possamos entender estas dores da alma na família, para que não possamos mais nos sentir abandonados, não possamos mais praguejar a divindade, não possamos mais achar que aquilo não tem nenhum sentido, não tem nenhum propósito. Hoje o nosso olhar é diferente e o nosso tempo avança. E eu gostaria de falar quão valiosa é a literatura espírita. Porque nós temos obras extraordinárias com eh características específicas da família. Raul Teixeira nos legou vereda familiar, desafios da vida familiar, minha família, o mundo e eu. Joana de Ângeles através de Divaldo, vida, né? Eh, constelação familiar, SOS família. Então, hoje quando muitos de nós experimentamos as dores da alma na família e buscamos Kardec, buscamos o evangelho Cristo, buscamos essas obras especializadas da doutrina espírita na demanda em família, nós vamos ali entendendo os porquês. Nós vamos entendendo ali o porqu estas situações acontecem conosco na Terra. E vamos entendendo através das orientações dos espíritos qual deve ser o nosso melhor comportamento. E o nosso melhor comportamento em síntese sempre deverá ser fazer o nosso melhor. O amor sempre
ra. E vamos entendendo através das orientações dos espíritos qual deve ser o nosso melhor comportamento. E o nosso melhor comportamento em síntese sempre deverá ser fazer o nosso melhor. O amor sempre será para nós a melhor referência dentro dessas questões domésticas. Lembremos daquela situação agora bem pontual de família Joana de Cusa na obra Boa Nova de Chico. Ela procura Jesus, apresenta-lhe diversas desafios pessoais e familiares. O marido não aceitava o cristianismo. Era uma pessoa fria, difícil, atraía. E ela queria procurar Jesus a fim de que Jesus pudesse avalizar o seu afastamento do lar. Ela dizia: "Eu quero seguir a ti para que eu possa amar a Deus verdadeiramente". E é claro, a lição é muito bonita. Busquemos a obra boa nova. Ela vai enfrentar. Jesus vai dizer a ela: "Não, não abandone o teu lar". Jesus sabia que ela ainda necessitava de das experiências valiosas do lar. Você quer amar a Deus? Volta ao teu lar e ama o teu marido como se fosse o teu filho. Amando-o, estará servindo a Deus. Deixa de ver os defeitos e note nele as virtudes, o esforço. Ela volta a partir desse esclarecimento que o Cristo lhe fez. Ela se nutre desta boa vontade, deste bom ânimo e ali passa a viver e fazer o seu melhor na intimidade doméstica. O marido adoece. O marido vem a falecer, ela enfrenta viuvez, dois, o livro fala de um filho, mas hoje nós sabemos que foram dois filhos, os filhos, o trabalho simples para sustentá-lo. E ao final da vida, lá no martírio eh das arenas romanas da época, do seu lado, um dos filhos que faziam um apelo emocional imenso a ela. Mãe, nega Jesus, não vê que perdemos? E ela diz: "Cala-te, meu filho, saibamos sofrer nessa hora dolorosa, sendo fiel a Deus." E ali ela e o filho acabam desencarnando. Joana de Cusa, que nós sabemos que a Joana de Ângeles, é para nós este modelo a nos inspirar também nas dinâmicas da família, porque ela entendia as lições que a família estava lhe trazendo. As dores da alma no lar estavam lhe trazendo aprimoramento
eles, é para nós este modelo a nos inspirar também nas dinâmicas da família, porque ela entendia as lições que a família estava lhe trazendo. As dores da alma no lar estavam lhe trazendo aprimoramento íntimo. E ela soube que deveria ali, em regime de fidelidade a Deus, agir no bem até o fim. Então, diante das dores da família, hoje, com entendimento da doutrina espírita, que é o cristianismo rediv vivo, que nós também nos sentimos, possamos nos sentir estimulados a levantar ali a bandeira da paz e do amor, procurando fazer o nosso melhor, semeando o bem, não sendo o instrumento da discórdia, o que dificulta. Depois nós vamos aprimorar o assunto certamente na roda de conversa e nas perguntas que virão, porque há muitas situações no lar que se caracterizam como expiações. Enfrentar e conviver, por exemplo, com as provas e as expiações dos nossos filhos, dos nossos parentes, né? É uma questão, é um ângulo muito interessante, porque às vezes nossos filhos trarão as suas demandas provacionais, os nossos parentesarão as suas demandas expiatórias, às vezes junto com as nossas, trarão as suas companhias espirituais do ontem a obsessão. E tudo isso torna a situação doméstica um desafio, mas um convite, para que diante deste entendimento das leis de Deus, da justiça divina e da sua misericórdia, porque socorro não falta a ninguém, os nossos anjos da guarda, os anjos da guarda da família estarão ali nos inspirando, inspirando o núcleo familiar para que possamos agir dentro do melhor e tirando as melhores lições e semeando o melhor, porque nós jamais poderemos passar pela expiação e pela prova que é do outro, que é do filho, que é da esposa, que é do marido, porque estas situações são individuais, embora algumas vezes surjam as questões coletivas também no lar, mas em geral são individuais. O que nós poderemos é dar o nosso apoio, a nossa lucidez, a nossa ação no bem para criar um clima melhor dentro da intimidade doméstica. Portanto, as dores da alma na família, entendendo a justiça divina, é algo um
remos é dar o nosso apoio, a nossa lucidez, a nossa ação no bem para criar um clima melhor dentro da intimidade doméstica. Portanto, as dores da alma na família, entendendo a justiça divina, é algo um capítulo especial e a parte na doutrina no sentido das lições que nos trazem as obras complementares. E nós esperamos continuar sendo útil ainda na nossa roda de conversa e atendendo as pessoas que nos acompanham através do chat, porque o espiritismo tem sido para nós um baú de joias doutrinárias, inclusive nestas questões intrincadas e complexas das demandas familiares. >> Muito obrigada, querido Alessandro. Quantos esclarecimentos, a importância de estarmos aqui nesse momento refletindo acerca dessa justiça divina que está nas nossas vidas e que nós podemos vivenciá-las dia a dia com maior esclarecimento através da doutrina espírita. E eu sei que tem muitos questionamentos. Eh, um assunto que nós poderíamos ficar debatendo aqui, discutindo fraternalmente pela tarde toda, adentrarmos à noite, mas nós temos um tempo. Então eu chamo agora o Eduardo que vai mediar a roda de conversa com os nossos convidados. Eduardo, é com você. >> Olá, olá, Egéria. Olá, Alessandro. Que alegria poder revê-lo mais uma vez, né? Vou trazer aqui também para pro nosso palco a querida Kaká. Oi, Kaká. Mais uma vez, né, estamos aqui reunidos, dessa vez pela telinha, mas eh felizes de termos podido estar presencialmente bem recentemente, né, aqui em Santa Catarina, tanto Kaká como o Alessandro, já parceiros nossos aqui, né, da área da família. muito, muita alegria em poder estar juntos aqui hoje. E que feliz eh ideia ideia essa, né, de juntar Kaká Rezende com Alessandro Viana. Gente, que coisa gostosa, gostosa. Que bacana. Vamos lá. Vamos iniciar então, né, a nossa a nossa roda de conversa. E eu trago aqui, gente, algumas considerações. Nós temos tido notícias como área de família, né, na na área nacional, eh, onde eh temos pesquisado na própria dados do governo, dados da sociedade, né, questões assim
i, gente, algumas considerações. Nós temos tido notícias como área de família, né, na na área nacional, eh, onde eh temos pesquisado na própria dados do governo, dados da sociedade, né, questões assim preocupantes pra gente. A minha a minha colocação agora vou direcionar para Kaká. Kaká, eh, temos notícia, né, de que aproximadamente 17%, né, dos arranjos familiares hoje, eh, dados do censo, né, eh, são de mãe com filhos e, eh, praticamente, vamos dizer assim, abandonadas pelo esposo, pelo parceiro, numa situação, né, eh, preocupante, porque 17%, vamos dizer, né, eh, é, é é um número expressivo e eh isso eh aumentando, vem aumentando. E também eh um dado que preocupa bastante a gente, né? Eh casamentos que duram menos de 12 meses triplicou na última década. Então, eh, me parece que está havendo assim uma certa banalização, né, da do Instituto Família como um todo. Eh, e aí a gente a gente eh sabe da tua experiência na evangelização com os jovens também, né? como que nós podemos ou poderíamos, né, a auxiliar esses jovens que estão se preparando pro casamento, estão ali, né, naquela fase, né, naquela fase quente, vamos dizer assim, né, da da do namoro, enfim, né? Eh, como que nós poderíamos então auxiliar esses jovens para reduzir essas dores terríveis, né, que vem eh se avolumando aí na nossa sociedade? Eita nós. Primeiro lugar, boa tarde, Alessandro. Satisfação estar aqui com você, viu, amigo? Eh, então, a nossa casa espírita, eh, como eu cresci numa casa espírita desde muito bebezinha, sempre foi a casa espírita no meu segundo lar. Eh, então eu sou suspeita para falar porque acho que as possibilidades de construirmos eh juntos uma juventude, uma força espiritual mais engajada nos valores eh da vida verdadeira, começa com vínculo com a casa espírita como um segundo lar. E acredito que esse vínculo, Eduardo, não sei se Alessandro concorda comigo, ele começa desde o instante em que um casal ele está querendo trazer um filho pro seio familiar. Então eu diria que evangelização na préconcepção,
culo, Eduardo, não sei se Alessandro concorda comigo, ele começa desde o instante em que um casal ele está querendo trazer um filho pro seio familiar. Então eu diria que evangelização na préconcepção, evangelização na gestação, evangelizar bebês, crianças, jovens, esse seria o cenário, é o ideal, né? a gente fala o cenário ideal para que nós pudéssemos eh crescer juntos e que as relações fossem menos superficiais, mais verdadeiras, mais baseadas numa troca, onde o respeito, a afinidade, o esforço de estarem juntos fossem sempre maior do que as dificuldades e os motivos que fazem as relações acabarem instantaneamente. Vivemos um momento muito sério, eh, de evacuação das casas espíritas quando o assunto é juventude. E então acho que a gente poderia ficar um pouco mais atento com relação à importância da evangelização em todos os ciclos da vida, tanto aqui quanto no plano espiritual. Eu acho que seria um bom caminho pra gente começar a colaborar com Jesus nesse sentido e que as relações pudessem ser mais fraternas e iniciar e permanecer de maneira mais fraterna. Uma outra coisa que me vem à cabeça é como acolhemos esses jovens e essas famílias que chegam nas nossas casas. Porque o que eu às vezes eh sinto, talvez é um desconforto das pessoas em expor os problemas, em trazer a natureza das dificuldades vivenciadas na intimidade dos casamentos, na intimidade das trocas com os filhos, as os filhos na adolescência. Então assim, o que eu sinto é que a gente pode começar a pensar nesse sentido de fortalecer os laços dentro da casa, o nosso olhar para aqueles que estão chegando, talvez nos prepararmos para fazermos mais encontros de casais, por que não? onde não não seja uma terapia de grupo, mas porque, né, existem as profissões específicas para trabalhar em áreas específicas do comportamento das emoções, mas que a nossa casa também fosse um lugar para que esses casais se sentissem acolhidos e que eles também se preparassem, porque os nossos jovens, eles podem se encontrar na casa espírita
das emoções, mas que a nossa casa também fosse um lugar para que esses casais se sentissem acolhidos e que eles também se preparassem, porque os nossos jovens, eles podem se encontrar na casa espírita e desenvolver relações que vão cinar em novas famílias e que essas famílias também possam ser acolhidas, né, e se sentirem eh pertencentes àquela casa, não só nos momentos das festividades ou das reuniões ou dos tratamentos específicos, mas não. Aquela dificuldade que eu tô vivendo, eu posso ir lá que eu tenho como ser eu como ser acolhido, né? Eu tenho como ser respeitado e visto. Acho que é isso. >> Obrigado, Kaká. Eu gostaria também de eh passar essa pergunta, né, ao Alessandro, que assim, né, já comentou conosco da sua da sua profissão na como homem do direito, né, da da área de justiça. Como é que você tem visto isso, Alessandro, né, essa essa avalanche de problemas, né? Eh, comenta conosco essa experiência sua também nessa nessas dores aí que abalam, né, os casais mais jovens, as famílias como um todo. >> Eh, conforme nós dissemos, né, a nossa experiência de continuamos ainda frente à Vara da Infância e da Juventude aqui de Itaptininga, é uma comarca de aproximadamente 200.000 habitantes, né? E esse é um fenômeno que tem acontecido de maneira bem geral e crescente, tá? Eh, para nós eh, espíritas, isto é reflexo desses tempos de materialismo que vivemos, ausência de espiritualidade e tempos de materialismo. Na obra O Tempo de Deus, Raul Teixeira, Camilo, comenta sobre esse tempo de materialismo. Então, nos assusta cada vez mais e tem a ver com essas uniões que você falou que duram muito pouca. E se nós formos pegar as faixas etárias, Eduardo, faixas etárias cada vez menores, tá? Então, na vara da infância hoje não é incomum aparecer jovens grávidas com 13 anos, 12 anos, 14 anos. O que lá atrás aparecia de vez em quando, agora aparece com uma com uma relativa frequência, porque vivemos este período desse eh não aproveitamento da ambiência familiar, onde deveria se educar,
nos. O que lá atrás aparecia de vez em quando, agora aparece com uma com uma relativa frequência, porque vivemos este período desse eh não aproveitamento da ambiência familiar, onde deveria se educar, fornecer bons valores, dar bons exemplos. Então nós vemos hoje esta busca pelo prazer desenfreado, o jovem querendo iniciar a vida sexual cada vez mais cedo, que gera uma gravidez precoce, que acaba gerando às vezes uma união forçada pela gravidez e que às vezes não dura muito, porque muitas vezes são eh a pessoas que pouco conviveram. O Camilo na obra Minha família Mundial, ele já diz que o casamento já traz essa dificuldade duas almas que se autodesconhecem muitas vezes e que se desconhecem entre si e que muito rápido querem formar família. E ele traz uma fala que vem ao encontro do que você tá falando. Hoje em dia, você ouve muito isso. Vamos tentar, vamos formar uma família. Se não der certo, a gente separa. Então, como você falou, a banalização da separação hoje a porcentagem da separação, se não aumentou das uniões conjugais, é assim, era 55%. Então, teve o grau de esforço. Então, hoje casar e descasar, entre aspas, é como se fosse comprar um produto e devolver o produto com defeito. Comprar um produto e devolver o produto com defeito, fazendo uma comparação bem grosseira, né? Então, vivemos esses tempos na Terra em que realmente a essa perda de referência dos valores familiares eh é um fenômeno assim multicausal, não existe uma causa só, mas é o materialismo que fomenta esse prazer desenfreado, é realmente essa ausência de espiritualidade, os jovens distante dos templos religiosos em geral, não é só da casa espírita, em geral, as gravidezes precoces, famílias que já vêm com essa configuração. Então você pega, por exemplo, o jovem de a jovem de 15 anos que tá grávida e a mãe dela tem 28 anos, 30 anos, e a avó tem, então você pega assim, é quase que fosse uma uma escalada ali próprio dentro da família. Então nós vi, temos vivendo esta demanda e naturalmente que o papel
mãe dela tem 28 anos, 30 anos, e a avó tem, então você pega assim, é quase que fosse uma uma escalada ali próprio dentro da família. Então nós vi, temos vivendo esta demanda e naturalmente que o papel do espiritismo é elucidar, como você bem falou, a importância da família. Mas estamos vivendo. Se um jovem desse, né, se uma pessoa que foi abandonada, essa mãe solo com os filhos ou estes jovens comparecem à casa espírita, como disse a Kaká, se ter esse esse acolhimento e esse esclarecimento, a fim de que eles possam realmente perceber a importância desse espaço. Então, hoje banalizou-se, né, banalizou-se o espaço da família, não se sabe o verdadeiro propósito da família. Há muitos tentando acabar com a instituição família. Há muitos. Então, e naturalmente que aí abre brecha para as influenciações espirituais nessa área, né? Então, eh, é realmente são períodos muito difíceis. Este ápice da transição planetária da Terra. Então, é preciso por ordem, é preciso falar da família, dos valores familiares, é preciso voltar um pouco à aquela moda antiga do namoro, do sem pressa, do conviver noivado, né? casamento. Então, é preciso retomar um pouco, talvez não com essas nomenclaturas, porque os jovens de hoje, mas o que nós não podemos mais são, não podemos mais eh assim olhar e aceitar essas relações superficiais, passageiras, né, que se der certo deu, se não deu a gente separa e depois com sequelas às vezes complexas para aqueles espíritos que estão chegando ali enquanto filhos, vivendo numa dinâmica familiar é como esta. Por isso o evangelho causas atuais das aflições. Muitas dessas situações não são causas anteriores, são causas atuais das escolhas que os indivíduos estão fazendo na atualidade, né? Então é importante deixarmos claro isso para não ficarmos tudo é de vida passada, tudo é de vida passada, não. Muitas dessas situações que você tá relatando são escolhas equivocadas que as pessoas têm feito na atualidade. >> Muito bem, Alessandro, muito bem colocado, né? Nós temos aí, né, a área
passada, não. Muitas dessas situações que você tá relatando são escolhas equivocadas que as pessoas têm feito na atualidade. >> Muito bem, Alessandro, muito bem colocado, né? Nós temos aí, né, a área da família atenta a essas informações, a eh a esses dados. Eh, estamos eh agora com o nosso documento orientador já eh disponível para todos os centros espíritas. Então, aqueles que nos ouvem, nos assistem agora e que ainda não adquiriram, né, o nosso documento orientador da área da família, já está disponível ali na nossa livraria da Federação Espírita Brasileira e nós ali traz, né, as orientações para esses grupos de estudo, de evangelização da família. Alessandro, eu vou continuar contigo, eh, porque dentro das dores, das dores aí que nos afetam bastante e aproveitando mais uma vez a sua experiência, eh, uma coisa que tem nos preocupado bastante também, né, é a questão da violência, a violência em família, né, a violência ela eh eh tem também eh tomado proporções assim assustadoras, né? temos notícias disso diariamente e por mais que a gente tenha recursos oferecidos pelo próprio pela própria justiça, pelo governo, eh pela do sistema policial, mas eh parece que essas essas relações doentias, né, vem eh vem causando assim um um um verdadeiro caos mesmo, né? eh nas famílias, tenho dados aqui recentes de 2023, né, com eh 259.000 casos relatados de de violência doméstica eh eh do do parceiro contra a parceira, né, contra a mulher, né? E isso vem aumentando na ordem de 10% ao ano. Eh, como que você tem visto isso, né? como que eh também nós podemos trazer, né, um trabalho mais estruturado para eh auxiliar também, né, nessas famílias? Eh, de fato, eh, eu ainda até hoje me impressiono quando eu faço plantões ao final de semana na justiça, a quantidade de pedidos de medidas protetivas que nos chegam, né, que é justamente para afastamento do lar do agressor, eh, fixar distanciamentos, não pode se aproximar da pessoa por tantos metros. Então nós vivemos esses tempos de violência que na verdade quando você vê
justamente para afastamento do lar do agressor, eh, fixar distanciamentos, não pode se aproximar da pessoa por tantos metros. Então nós vivemos esses tempos de violência que na verdade quando você vê a violência dentro do lar é porque ali há indivíduos que estão nesta faixa da violência que a forma de resolver as questões é através da agressão física, da agressão psicológica, né, da as agressões emocionais, porque aquele espírito traz dificuldades para resolver as demandas de outra forma, porque a doutrina espírita sempre vai fomentar o quê? O diálogo, né? Vai sempre fomentar as ferramentas pacificadoras dentro do lar. O evangelho no lar, por exemplo, né? São ferramentas pacificadoras para que a gente possa resolver as demandas de outra forma e não da forma da violência. Os números, de fato, são muito assustadores. E por quê? Certa, há poucos dias eu assisti um recorte de uma palestra do Raul Teixeira no YouTube. Você coloca lá perturbações no lar. E uma das perturbações no lar são esses níveis de violência que nós estamos vendo. Nós não nos preocupamos em cuidar de nós e em cuidar do lar. Então, nós abrimos os nossos lares para as companhias espirituais inferiores. Não nos preocupamos com que tipo de assunto lá é tratado. Não nos preocupamos com tipo de pessoas que nós colocamos lá dentro. Nos preocupamos apenas nessas festividades ruidosas, né, eh, que queremos fazer no lar. Então, a partir do momento que nós não temos cuidado espiritual, moral com o nosso lar, né, naturalmente que o nosso lar fica devaado, aberto para espíritos inferiores do nosso passado que hoje nos reencontram, né? E a expiação é uma dessas provas da vida que também se aplica na dinâmica familiar. E aí esses espíritos encontrando um campo psíquico para entrar naquele lar, porque ali não se ora, ali não se fala do bem, ali não há espaço para diálogo, é espaço apenas para discussão, gritos e agressividades. Esses espíritos potencializam essas agressividades, né? E muitas vezes, como você falou, não
ão se fala do bem, ali não há espaço para diálogo, é espaço apenas para discussão, gritos e agressividades. Esses espíritos potencializam essas agressividades, né? E muitas vezes, como você falou, não fica só na dinâmica dos cônjuges, derrapam na família. Eu cuido de três abrigos aqui que são chamados acolhimentos institucionais, né? E muitos desses acolhimentos, o Conselho Tutelar vai e tira uma criança, tira um bebê, às vezes no auge de uma de uma violência, porque os vizinhos acionam, chega lá os o casal tá brigando, discutindo, batendo, quebrando tudo e ali tem uma criança de 1 ano, 2 anos, 3 anos, aí tem que tirar, não tem um familiar para entregar. E às vezes trazem, as crianças trazem no seu corpo e na sua emotividade as marcas dessa violência. Então são períodos, períodos muito difíceis, né? Então, porque nós não estamos cuidando de nós, não estamos cuidando do lar e criamos então brechas para que esses espíritos compliquem ainda mais, porque eles são potencializadores da situação. Não adianta transferir para os espíritos a balbúr do noso solar, porque eles sempre encontram a matriz, a causa em nós. Então, tem faltado essa maior vigilância, essas ferramentas pacificadoras de resolver as demandas no lar. E o espiritismo sempre vai estimular isso. Quando aparecem pessoas assim na casa espírita, nós vamos fomentar o quê? O diálogo, a oração, o evangelho no lar, o estudo para que possam encontrar outras vias que não a da violência para resolver estas querelas domésticas. Mas é um assunto bastante atual e tem muito a ver com a ambiência espiritual que nós permitimos nos nossos lares que acabam potencializando estas discussões, ciúmes. Um grita, o outro grita mais, um bate, o outro revida, criando uma psicosfera bastante complexa. E é um olhar que nós, casa espírita, temos que ter ao acolher essas pessoas que lá comparecem, que muitas vezes não tem sequer noção, não paro nem para pensar na ambiência espiritual que eles estão construindo no cotidiano das suas convivências familiares.
olher essas pessoas que lá comparecem, que muitas vezes não tem sequer noção, não paro nem para pensar na ambiência espiritual que eles estão construindo no cotidiano das suas convivências familiares. >> Muito bem, Alessandro. Eh, aproveitando, né, vou passar agora paraa nossa querida Kaká, aproveitando até essa fala, né, do Alessandro Kaká, olha só, né, dados dados trazidos aí pelas obras da nossa querida Lúcia Moisés, né, crianças e adolescentes com ansiedade, crescendo cada vez mais, né? depressão, crianças e adolescentes com depressão, né? Distúrbio de sono, eh, sedentarismo e assim excesso de uso de telas, né? E inclusive uma notícia assim, né, que nos deixa muito tristes, né, essa incidência da automilação em jovens crescendo cada vez mais, né? E aí, então, aproveito até uma uma pergunta aqui do chat, direciono para ti, amiga. Como que o evangelho no lar pode nos ajudar, né, pode nos eh trazer, né, eh, alento para questões como essas que foram trazidas? Se você quiser responder com uma música, tá valendo também, viu, amiga? Posso responder cantando, mas deixa eu dizer uma coisa. A gente aprende com os espíritos que quando a gente faz um evangelho lar, não é só a nossa casa que não é só na nossa casa que acende um ponto de luz, né? Ele se expande pra rua, ele se expande e cresce essa proteção. Como isso funciona? Acho que a primeira a primeira consequência é trazer a família para est junto ali, aqui e agora, né? assim, todo mundo presente, porque o evangelho no lar ele é um convite para que as famílias desacelerem das suas cada elemento da sua rotina e e juntos ali estejam de coração para conversar com Jesus, para refletir em torno dos ensinamentos que a doutrina nos traz. E a gente tem conhecimento profundo da importância da oração. Jesus já nos ensinava a orar. E quando a gente ora, a gente expande em nós a nossa intuição, a nossa sintonia com o nosso anjo da guarda. Nós sabemos que cada um de nós tem um espírito responsabilizado para nos ajudar nessa caminhada.
ando a gente ora, a gente expande em nós a nossa intuição, a nossa sintonia com o nosso anjo da guarda. Nós sabemos que cada um de nós tem um espírito responsabilizado para nos ajudar nessa caminhada. A gente tem equipes espirituais que cuidam de nós. Basta que a gente abre o espaço para essa sintonia. O evangelho no lar, ele é o espaço paraa sintonia com o plano maior em nosso lar. Então, quando a gente ora em família, a gente realmente vai encontrar forças para suportar os momentos de tribulações. A gente vai conseguir passar por essas tribulações com mais fé, mais certeza em Deus, mais esperança. Vamos ter mais consciência de que a prova vai passar, né? Porque a gente aprende que as dores não são eternas. Deus não nos criou para sofrermos eternamente, né? Aliás, Deus não criou nenhum sofrimento, né? Fomos nós que criamos. A gente, além de acender essa luz, a gente vai ampliando a nossa visão. Muitas vezes a a nossa visão fica embaçada quando a gente se distancia da espiritualidade maior. Então, trazendo a espiritualidade para mais perto, a nossa visão vai ficar mais clara. Às vezes um problema que a gente achava tão difícil de resolver, de repente a gente acha solução. A gente às vezes tá sendo tentada a fazer uma escolha perturbadora e aí volta a voz de Deus que a nossa consciência e diz: "Vai por esse rumo". Não. O mecanismo é simples, é o mecanismo da oração, oração em família, né? né? A gente sabe que o ideal seriam todos estarem juntos, mas se tiver um já com essa disposição, essa luz já vai começar a brilhar. É por aí, meu amigo. [risadas] >> Maravilha, querida. Eh, continuo contigo, Kaká, usando um pouquinho também a tua experiência, né, >> nesse ambiente todo de evangelização, né? E você comentou lá na tua primeira eh resposta, né? Eh, uma coisa que me interessou muito, né, você falou assim: "Olha, eh, para ajudar esse jovem, né, quem sabe a gente comece lá na pré-concepção, né, lá quando a gente tá pensando em formar uma família e nós temos, né, uma proposta na área da família até como
: "Olha, eh, para ajudar esse jovem, né, quem sabe a gente comece lá na pré-concepção, né, lá quando a gente tá pensando em formar uma família e nós temos, né, uma proposta na área da família até como material de estudo, ah, esse esses temas para famílias gestantes, famílias adotantes, né, né, que pretendem ter essa eh eh eh essa família, né, eh crescendo e crescendo sempre de forma feliz. Nem sempre isso acontece, né? Nem sempre isso acontece. Eh, até tava relendo hoje, né, eh, mais cedo a ali na obra do André Luiz, né, eh, se eu não me engano é missionários da Luz, quando ele traz o caso de Sigismundo, né, para aquele para aquela, para aquele lar de Adelino e Raquel, que já combinaram, né, eh, em recebê-lo novamente depois de tantos problemas do passado, né, tantos problemas criados pelo próprio Sigismundo e agora ele tendo a essa oportunidade de renascer nesse lar, né? Me diga um pouquinho dessa sua experiência, né? Do que você poderia nos indicar sobre essa eh oportunidade, né, de estarmos cuidando nessa fase, né, nessa fase da gestação até um pouquinho antes, né, da decisão de se ter uma família. O que que o centro espírita e o que que a doutrina pode nos ajudar? >> Ah, adorei essa pergunta. [risadas] Amigo, o Centro Espírita tem tudo para nos ajudar. Eh, eu já participo há um tempo de um projeto de evangelização na pré-concepção e no ventre, uma iniciativa do Instituto C online. São trabalhos, se alguém tiver interesse, depois, toda quinta-feira, nas noites de quinta-feira nós trabalhamos com gestantes das 7 às 8:30 e com casais tentantes das 8 das 8:30 às 9 às 10 horas. Eh, o que que a gente faz nesses trabalhos? Você acabou de dar o exemplo do de todo aquele planejamento que foi a reencarnação de Sigismundo, né, André Luiz, da riqueza de detalhes de como aquilo acontece. E mesmo com o planejamento e com combinado, a gente vê que não é tão simples, né, naquela própria história, porque os espíritos ali que tinham questões do passado para poder reconciliar também se estranham, né? Não
planejamento e com combinado, a gente vê que não é tão simples, né, naquela própria história, porque os espíritos ali que tinham questões do passado para poder reconciliar também se estranham, né? Não é simples. Imagine um casal que está pretendendo trazer um filho e traz a presença do evangelho de Jesus para antes dessa chegada, independente da via. Porque a gente sabe que o filho gerado ou o filho adotivo é o filho que tá sendo planejado para aquela família. Se eu preparo a o meu coração junto com o meu parceiro, a minha parceira, para que a gente antes dessa chegada os nossos vínculos com Jesus estejam mais apertados, as nossas disposições de sermos instrumentos para que aquele espírito seja conduzido para Deus, porque esse é o nosso compromisso maior. Quando a gente assume ser pai ou ser mãe, a gente vai transformar esse caminho de uma forma muito mais fluida. Então, a pré-concepção é isso, os casais se prepararem, os casais irem aos poucos juntos, curando algumas feridas que possam estar impossibilitando ou dificultando a chegada daquele espírito embasados no evangelho de Jesus à luz da doutrina espírita. Os depoimentos são maravilhosos. a gente vive momentos muito especiais nesses grupos de estudo e trabalho e vivências, né? A gente baseia os nossos trabalhos na pedagogia de Ourípeds, que propõe para nós um aprendizado baseado no pensar, sentir e fazer. E também com as barrigudinhas, a gente acredita que o espírito reencarnante em contato com esta vibração e este preparo dentro daquele lar, ele vai se sentir muito mais seguro, ele vai se sentir muito mais forte. A gente sabe que reencarnar também não é simples. Quantos espíritos temem repetir os mesmos processos, né? Então, eh, evangelização no ventre é a magia assim de eu até me emociono porque é uma delícia eh aumentar o vínculo daquele espírito reencarnante com Jesus e com aquela família que tá recebendo ele. E esses bebês, eles já estão nascendo e estão dando continuidade a ao vínculo deles dentro da casa,
umentar o vínculo daquele espírito reencarnante com Jesus e com aquela família que tá recebendo ele. E esses bebês, eles já estão nascendo e estão dando continuidade a ao vínculo deles dentro da casa, porque eles já saem da barriga e já vão paraa evangelização de bebês, entendeu? Então eles vão crescendo, eles vão virando crianças, esses essas memórias afetivas vão despertando nesses espíritos a memória espiritual com o melhor que eles têm, com o mais divino que a gente tem, né? com as potencialidades que Deus gravou em todos nós. Então, amiga, eu acho que é um caminho eh divino a gente começar a a colocar a mão na massa nesse sentido mesmo, evangelizar o coração desde a préoncepção até a vida espiritual. >> Bacana. é uma é uma usando uma correlação, né, com a medicina, né, é uma medicina preventiva, né, a gente vai atuar preventivamente, né, na na educação, na harmonia do lar, né, porque nós sabemos que estamos eh estamos reencarnando para reajustes, né? Claro que existem, né, situações eh diferentes onde eh espíritos afins, né, se encontram para trabalhos, eh, mas a grande maioria é ainda reajustes, né? >> E se você me permite dizer mais uma coisa, Duard. Claro, amiga. >> Eh, a gente aprende da importância de refletir sobre o espiritismo, que é uma, é um momento extremamente oportuno, refletir sobre as questões envolvendo a vida espiritual, envolvendo a essência, né, da vida mesmo, mas sobretudo uma oportunidade de sentirmos o espiritismo, né? Eh, esses momentos de evangelização, eles eles propiciam o que hoje a gente sente das distâncias que acontece nos lares, onde tá tá todo mundo muito apressado, com excesso de informações, com celular o tempo todo, tá na mesa, tá no trabalho. E o momento da evangelização é o momento do olho no olho, momento do pegar na mão, de sentir, de renovar os votos, sabe? esses votos que tão eh superficiais, é o momento da gente renovar os votos conosco, a nossa com a nossa essência, né? Na hora que a gente descobre isso, a gente é capaz de de enxergar no outro a
sabe? esses votos que tão eh superficiais, é o momento da gente renovar os votos conosco, a nossa com a nossa essência, né? Na hora que a gente descobre isso, a gente é capaz de de enxergar no outro a luz que a gente quer pra gente, né? e a luz que a gente tem vai refletindo isso. Então, é uma, eu acho que é um caminho maravilhoso da gente exercitar esse espiritismo não só bem compreendido, mas especialmente bem sentido. A nossa vivência do da da doutrina no nosso na nossa vida 24 horas por dia, sabe? Gratidão, querida Alessandro, eu vou aproveitar essa fala da Kaká e trazer agora uma pergunta aqui do chat que tem tudo a ver com essa nossa última conversa aqui. Alessandro, considerando que as dificuldades vividas na família podem ser provas, consequências do planejamento reencarnatório, que recursos temos para nos fortalecermos? frente a essas dores. >> Bem, Eduardo, eh eu recomendo aqui para para aqueles que nos acompanham a obra Minha Família, o Mundial do Raul Teixeira, né, que é uma obra assim que eu acho uma das mais completas nessa área. E aqui tem um capítulo chamado Filhos em Espiação. E aqui a gente pode ampliar filhos em provação, parênteses em expiação, a gente amplia. E quando nós buscamos o atendimento fraterno, eh, a maioria das pessoas que nos buscam aflitas e em sofrimento é porque elas não estão cuidando delas próprias para enfrentar esses desafios da família. É aquela proposta espírita, né? Educar-se para melhor educar, evangelizar-se para melhor evangelizar. Então a gente percebe que sim, nós vamos enfrentar na família essas diversas situações e nuances provacionais e expiatórias. E o Camilo fala algo muito interessante aqui. Por mais que nós, pais e mães, amemos os nossos filhos, os nossos parentes, e algumas mães e pais chegam até falar: "Se pudesse, eu sofreria no lugar deles, mas não é para sofrer no lugar deles, porque as provas e as expiações são individuais". A melhor recomendação que nós podemos fazer é: espiritualize-se, invista em você. Eu pergunto para as
gar deles, mas não é para sofrer no lugar deles, porque as provas e as expiações são individuais". A melhor recomendação que nós podemos fazer é: espiritualize-se, invista em você. Eu pergunto para as pessoas no atendimento fraterno, quando elas trazem essas demandas, porque a dor nós vamos experimentar, mas transformar a dor em sofrimento é outra questão. Eu gosto pedagogicamente de diferenciar dor de sofrimento. Por isso vocês foram muito inspirados em colocarem, não os sofrimentos, as dores. As dores nós vamos enfrentar, né? Independentemente da nossa maneira de agir, transformar isso em revolta, em sofrimento, em desalento, em desesperança, é opcional. A dor muitas vezes ela é obrigatória, o nosso ontem, mas transformar em sofrimento é voluntário. Então eu pergunto para as pessoas, como anda sua vida religiosa, sua ida ao templo, a prática no bem, a oração, como é que anda? Normalmente as pessoas estão descuidadas nessa área. Aí elas desorganizadas dentro de si mesma, experimentando estas demandas familiares, desorganizam-se tudo. Então a melhor recomendação é para que a gente possa fazer a nossa a melhor parte, nós possamos investir no bem. Teresa de Brito na obra Vereda Familiar, ela fala: "Viva você o bem, fale do bem, faça o bem". Então nós que estamos às vezes experimentando essas desafios familiares com os parentes, né, nós temos que de fato nos espiritualizar, elevar a nossa faixa de vibração, a fim de que possamos aurir as boas inspirações do alto, como disse a Kaká, às vezes fazer o evangelho no lar sozinhos, né? Às vezes ninguém quer, o lar tá um pandemônio, mas eu quero. Então eu vou lá no meu dormitório. Às vezes as pessoas já me falaram que fazem até no banheiro, às vezes não importa qual ambiente da casa, o importante é criar esse espaço para que você se nutra de coisas boas, a fim de que mais fortalecidos espiritualmente nós possamos lidar melhor com essas questões dos da dessas provas que vão surgindo na família. E é claro, extraindo dali a melhor lição para nós,
s boas, a fim de que mais fortalecidos espiritualmente nós possamos lidar melhor com essas questões dos da dessas provas que vão surgindo na família. E é claro, extraindo dali a melhor lição para nós, porque às vezes o parente, às vezes eu sou parente difícil, não tô enxergando, eu tô dificultando e não tô enxergando. Ou como diz Joana deângeles, às vezes a divindade aproxima de nós pessoas espelhos. O mesmo defeito que eu estou vendo no outro é que o que está em mim e eu não estou enxergando. E aí a divindade através do olar aproximam almas afins nos desafios, nas imperfeições, para que um enxergue no outro a imperfeição que tem ainda não observou. Então a nossa proposta vai ser sempre de fazer o nosso melhor. E como diz Camilo, faça você o melhor que pode em nome da harmonia doméstica. No demais, aguarde os recursos da providência divina, que nunca falharão e nunca faltarão. Fazemos a nossa parte e confiamos que Deus certamente fará parte dele de forma perfeita. >> Muito obrigado, amigo. Agora nós já estamos nos encaminhando aqui pro finalzinho, né? Tem algumas outras perguntas que praticamente foram respondidas aí tanto pelas considerações do Alessandro como da Kaká falando sobre evangelização, a importância da evangelização, evangelho no lar, né? Então eu vou pedir para você, Alessandro fazer as suas considerações finais. Depois eu peço também para Kaká fazer as considerações finais. E Kaká, aqui tem uma uma colocação, né? eh dizendo assim: "Você falou eh você falou pela música da na proteção divina, né? Então, nas suas considerações finais, traga para nós aí, né? Como que a música pode ser uma uma proteção divina. Alessandro, suas considerações finais. >> Eduardo, eu gostaria de de trazer aqui nesse momento um discurso de Allan Kardec em Lyon. 1860, está na revista espírita de outubro de 1860. Num dado momento, quando Kardec falava aos leoneses, eh, num dado momento do seu discurso, ele começa a fazer um inventário moral do Espiritismo. Ele começa a destacar as
espírita de outubro de 1860. Num dado momento, quando Kardec falava aos leoneses, eh, num dado momento do seu discurso, ele começa a fazer um inventário moral do Espiritismo. Ele começa a destacar as coisas positivas e boas que o Espiritismo traz à sociedade, traz ao indivíduo, etc. E num dado momento me chamou atenção porque ele diz assim: "Eu espiritismo levou paz às famílias". É a fala de Kardec lá no discurso. E aí nós poderíamos destacar isso, que a gente possa aproveitar melhor essa paz que o Espiritismo traz para a família. E paz aqui não é ausência de problema. Aqui na Terra nós não teremos um lar sem nenhum desafio, nenhum problema. Só a alma, todo mundo em missão num único reduto doméstico não vai acontecer. Normalmente a uma emissão, ela vem ali num ambiente hostil para ser a missão. Então nós vamos enfrentar as provas e as expiações. O que Kardec quis dizer com isso? Que o conhecimento da doutrina espírita e a vivência da doutrina espírita vai fazer com que nós possamos entender essas ocorrências domésticas e pessoais e possamos fazer o melhor que está ao nosso alcance. Ainda porque não é essa a proposta, não consigamos resolver os problemas de todos no lar e não vamos conseguir. Por isso, Camilo propõe: "Sejamos semeadores." Nós semeamos, lançamos sementes, especialmente através do exemplo, para que possamos voltar com a consciência em paz ao mundo espiritual de que fizemos o melhor naquele contexto doméstico. Nem o Cristo prometeu mudar o outro naquele momento, porque mudar o outro depende do livre arbítrio e das escolhas que ele fará. Então eu fico com esta fala de Kardec nesse discurso para que a gente possa extrair do espiritismo isto que ele tem de bom, de positivo e de saudável, para que possamos levar paz às nossas famílias, procurando nós, em que pese as dificuldades do ambiente fazer o nosso melhor, semear o bem, falar do bem, falar do Cristo, fazer o bem, ainda que todos ali com exceção nossa faça eh cego e surdo para aquilo que nós estamos propondo, mas pelo menos
ambiente fazer o nosso melhor, semear o bem, falar do bem, falar do Cristo, fazer o bem, ainda que todos ali com exceção nossa faça eh cego e surdo para aquilo que nós estamos propondo, mas pelo menos estamos cumprindo com o nosso compromisso que assumimos no mundo espiritual, a fim de que tenhamos paz na consciência. Meditemos esta fala de Kardec é muito sucinta, mas ela é muito positiva. O Espiritismo tem levado paz às famílias. Quantas lutas, quantas dores, quantos atritos e o espiritismo ali bem aproveitado dentro do ambiente doméstico. Quantas situações ele não recuperou, quantas separações ele não evitou, quantas relações ele não equilibrou, né? É nesse sentido que nós temos que olhar a doutrina espírita como esta grande potencialidade para que nós possamos o lar usar dentro da nossa intimidade doméstica. Então era esta fala de Kardec que nós gostaríamos de deixar aqueles que nos acompanharam enaltecendo a doutrina espírita por esse viés. Gratidão, amigo, né? Essa fala realmente nos toca bastante, né? Aí traz a certeza, né, de que a doutrina espírita, com todos os seus recursos, né, ela é uma doutrina realmente que vai trazer paz para as famílias, harmonia e a evangelização das famílias é a nossa bandeira, né? E vamos continuar trabalhando forte nisso. Amiga Kaká, suas considerações finais, por favor, querida. Eh, em primeiro lugar, eu gostaria de agradecer por esses momentos de partilha aqui juntos e aproveitando a fala do Alessandro, quando ele diz da importância da gente prestar atenção na ambiência espiritual que a gente cria nos nossos lares, eh, eu entro com o valor da arte nesse sentido, especialmente da música. A música tem um poder de manipulação de fluidos em nós e trocas sagradas e celestiais, se a gente fizer bom uso dela. Então, que a gente possa escutar, assistir, ouvir, ler, tudo que for despertar em nós, o melhor que tem dentro de nós. Vamos prestar atenção nas nossas conversas, nas nossas escolhas. A gente tem o poder de escolher o que entra na nossa casa. da
uvir, ler, tudo que for despertar em nós, o melhor que tem dentro de nós. Vamos prestar atenção nas nossas conversas, nas nossas escolhas. A gente tem o poder de escolher o que entra na nossa casa. da nossa casa é um santuário. Então, nós podemos escolher cuidar dessa casa todos os dias as mínimas coisas, começando do recurso da oração, continuando na vigilância para melhorarmos as nossas más inclinações na convivência diária com os nossos primeiro, porque lá fora o mundo é reflexo do que a gente tá vivendo na nossa intimidade. E trazer canções. Tem tanta canção que põe a gente para cima, gente, que põe a gente feliz, que põe a gente mais perto da providência divina. Então, que a gente possa usar o recurso da escolha para fazer essas escolhas menos perturbadoras. E puxando um pouquinho pro lado das canções espíritas, se vocês gostaram das canções que eu cantei aqui, lá no Spotify, no YouTube, tá muito melhor porque tá gravado em estúdio, com produtor, com música profissional. E não é só Kaká Rezende que tá produzindo. O Brasil inteiro, aliás, o mundo inteiro tá produzindo canções, canções de qualidade para trazer pro nosso carro, para trazer para dentro da nossa casa. Vamos cantar em família, vamos cantar no culto no lar, vamos prestar atenção nos talentos que os nossos filhos têm. Tá chegando uma turma aí, gente, que tá com talento assim aflorado. É só a gente ter olho de ver. É isso. Muita música pros corações de todo mundo. Que as canções, que as nossas reflexões tenham chegado no lar de cada um como um abraço, um abraço forte de Jesus, que nos utiliza como instrumento para levar a mensagem e que juntos a gente possa cada vez mais poder fortalecer os laços em família, porque é só a partir desses laços fortalecidos que a gente vai se entender enquanto família universal. Obrigado, amiga. Tem tanto assunto, né, que a gente ainda poderia tá trazendo aqui, né, que que tem relação com a questão dessas dores. Nós poderíamos estar falando da longevidade, da velice, da dificuldade hoje, né, que nós estamos
to, né, que a gente ainda poderia tá trazendo aqui, né, que que tem relação com a questão dessas dores. Nós poderíamos estar falando da longevidade, da velice, da dificuldade hoje, né, que nós estamos vendo nas famílias em cuidar dos seus idosos, do próprio suicídio que tem se tornado, né, um problema tão sério, tão grave. inclusive em jovens, mas vai ficar para uma próxima oportunidade de nós explorarmos mais esses temas, né, importantes também. E fica aqui também a dica, né, paraa área da família em seus trabalhos aqui nos centros espíritas não esquecer desses temas tão importantes. Gente, muito obrigado, Kaká, muito obrigado, Alessandro, né, pela tarde maravilhosa que tivemos hoje aqui com muita reflexão e conhecimento. Chamo de volta aqui a amigaéria, né, para encaminhar aqui pro nosso encerramento. >> Ai, quanta coisa boa, não é, Eduardo? Kaká, Alessandra, como você falou, Eduardo, poderíamos ficar aqui adentrar à noite, à madrugada e não cessaríamos o tema, mas eh chegada a hora e antes de trazermos o amigo Marco Leite para encerrar a nossa a nossa live com a prece também trazendo da sua palavra, nós gostaríamos de trazer aqui a equipe que faz parte da comissão regional Sul, pois que esse trabalho só é possível com essa reunião, com essa união, com a harmonia que é feita pelo por esse tempero maravilhoso das várias federativas que fazem a comissão engrenar, né, fazem essa engrenagem para com a comissão realize suas atividades abençoadas. Então, nós queremos chamar aqui representantes, nós todas as as federativas são formadas por comissões, mas como nós temos aqui um limite para trazer a tela, nós vamos chamar aqui algumas das eh as coordenadoras ou as representantes para que nós possamos apresentá-la a vocês e ao público aqui presente que é possível então juntos fazermos um trabalho com Jesus. Peço a você, Eduardo, que traga então a nossa querida amiga Cleusa Paranhos, que é a vicecoordenadora da US a União das Sociedades Espíritos Espíritas do Estado de São Paulo.
os um trabalho com Jesus. Peço a você, Eduardo, que traga então a nossa querida amiga Cleusa Paranhos, que é a vicecoordenadora da US a União das Sociedades Espíritos Espíritas do Estado de São Paulo. Temos aqui conosco também a Karina Ocânia, >> Karina que está aqui conosco, Karina que é a coordenadora na área da família no Rio de Janeiro, né, do conselho do do CERGE, conselho espírita do Rio de Janeiro. Nossa querida Nailka de Santa Catarina, a Fand representando a fã de Santa Catarina. Temos aqui conosco a nossa querida Marlise, que é coordenadora da área da família da Federação Espírita do Rio Grande do Sul e a coordenadora regional desta comissão. Temos também a Magda, coordenadora da Federação Espírita do Mato Grosso do Sul e esta que vos fala da Federação Espírita do Paraná e coordenadora adjunta desta comissão. É com uma imensa alegria que aqui estamos reunidos mais uma vez para encerrarmos tão poeticamente, com tantos esclarecimentos, os nossos trabalhos de 2025 e que possamos, não é, Marlise, eh continuar juntos nas atividades. Carl deê um oi para todos nós aqui que é a nossa coordenadora da Comissão Regional Sul. Então, nossa gratidão a toda essa equipe maravilhosa aí das federativas, em especial ao apoio do Eduardo, do Marco Leite, nossos coordenadores nacionais e muito, muito, muita gratidão a Kaká e ao Alessandro que nos trouxeram cada um do seu jeito, nos trouxeram essas reflexões sobre as dores da alma com tantas orientações. Olha, ficamos com rico material de estudo aí para aprofundamento e lembrando que o Eduardo também nos falou, já temos um documento orientador da nossa área para nortear a evangelização das famílias nos centros espíritas com um passo a passo muito legal e temos um trabalho belíssimo pela frente, tão necessário e importante pra humanidade. Sejamos todos evangelizadores nas nossas famílias, né? faz com o evangelho no lar e evangelizando todas as idades, todos os ciclos nesses, né, nessa condição de espírito imortal aí ao longo das nossas
Sejamos todos evangelizadores nas nossas famílias, né? faz com o evangelho no lar e evangelizando todas as idades, todos os ciclos nesses, né, nessa condição de espírito imortal aí ao longo das nossas encarnações. Então é isso. >> Obrigada, Marlise. Também deixamos aqui o nosso abraço carinhoso a esses coordenadores que tanto eh em tantos momentos e em todos os momentos estão sempre amparando, apoiando, colaborando para que nós possamos realizar as nossas atividades nas nossas federativas, nas nossas URIS ou como chamamos, né, nas nossas regionais, nos nossos estados, nas nossas casas espírit espíritas, mas sobretudo para que nós possamos levar para dentro dos nossos lares esse conteúdo riquíssimo para que juntos possamos viver uma jornada de amor. Eduardo Bertolini, Marco Leite, a nossa imensa gratidão por todo o apoio ao longo desse ano e de todos os anos. E que esses laços que todos enxergam nas telinhas, esses laços eles possam de fato ser estreitados dia a dia pelo afeto que nos que nos un que nos reuniu aqui, mas sobretudo pelo amor que nos trou até este momento. Deixo agora a palavra para o Marco Leite fazer a sua fala e também encerrar a nossa live com a sua prece. >> OK. Meu abraço a todos vocês e já até pedi aqui para Kaká, se possível, preparar o violão para fazer a nossa prece final como a música Cristo. Estou aqui, mas colocaria nesse momento que estamos fechando as nossas atividades em 2025 nas comemorações do nosso livro O Céu e Inferno. Esse ano, o Céu e Inferno, no dia de agosto de 1865, quando ele foi inaugurado, completamos então 160 anos. E a nossa área da família terminou desenvolvendo na proposta do céu e inferno todas as lives nacionais. E fechamos esse com a questão das dores. Como o Alessandro bem nos falou, dores todos nós teremos, não tem como evitar, porque a dor faz parte do crescimento. E dessa maneira a gente fecha esse momento com o que Kardec nos trouxe da proposta de que a gente está aqui para evoluir. E no processo de evolução, as dores farão
rque a dor faz parte do crescimento. E dessa maneira a gente fecha esse momento com o que Kardec nos trouxe da proposta de que a gente está aqui para evoluir. E no processo de evolução, as dores farão parte da nossa alma, farão parte da nossa desse nosso momento aqui na terra. Então, meus amigos, compreendamos a justiça divina, compreendamos que as dores estarão conosco nesse nosso cotidiano, eh, lapidando esse nosso ser no nosso dia a dia, né? Então, um abraço a todos vocês que participaram desse momento nosso e ao longo do ano das áreas da família, o trabalho que a gente tanto profissionalmente como o caso do nosso querido Alessandro, né, desenvolvendo atividades, muito, muitos outros nas casas espíritas e outros que não são espíritas desenvolvem esse trabalho, porque a família é o lugar, é onde a gente está aqui para para poder crescer E a razão da nossa existência aqui nesse música da Kaká, encerrando esse nosso momento. Cristo, estou aqui e será a nossa prece final. Kaká. Ok, amigo. [música] Naquela tarde azul eu pude te sentir [música] no monte Galileu. Teu chamado eu compreendi. [música] Então meu coração de esperanças palpitou e uma alegria [música] imensa me invadiu, me levantou. Cristo, estou aqui tão pequenino a te seguir. Tomo a minha luz. E sou fermento do evangelho [música] de Jesus. Cristo, estamos aqui tão pequeninos a [música] te seguir. Tomamos nossa luz, somos fermentos. do Evangelho [música] de Jesus. >> Que assim seja. >> Seja. >> Gratidão a todos. Até a próxima. Obrigado, pessoal. Somos impulsionados e motivados por um bem maior. Por meio [música] da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa. E independente da distância, nossos meios acessam lugares [música] que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação [música] é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de [música] dor e
que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação [música] é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de [música] dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 [música] conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, [música] programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do [música] nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para [música] continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma [música] vez contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos [música] de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. [música] E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha FEB TV. [música] Estamos juntos com você através da FEB TV. >> Acesse doi.v.com.br BR e faça sua doação. เฮ
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Família sob a Perspectiva Espiritual - Com Marina Horbilon
INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE · Marina Horbilon