REENCARNAÇÃO: A LEI DA VIDA - Enid Rocha [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 21/07/2025 (há 9 meses) 45:21 412 visualizações

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Transcrição

para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a obrigado a comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi toda a beleza de a todos e todas. Sejam bem-vindos à comunhão espírita de Brasília. Estamos aqui mais uma vez juntos, né, dia 21 de julho. Gente, o ano acabou, passa festa junina, o ano acabou. É mais ou menos assim, né? Mas sejam muito bem-vindos e vamos uma breve leitura e passaremos a palavra para Enidar apresentar o tema. A indulgência é uma virtude muito esquecida. É do livro Deus, desse livrinho Filho de Deus. Todos a necessitamos frequentemente e nos regozijamos quando a utilizam outras pessoas em benefício das nossas defecções, necessidades e erros. O chamamento, né? Sempre esquecendo. Nós estamos sempre nos esquecendo de que é recíproco o amor, o carinho, a fé. É. Porém, façamos a nossa parte, né? De raro em raro, porém, nos recordamos de que devemos exercer em relação ao nosso próximo. Então, mais uma reflexão desse livro Filhos de Deus, de que fala exatamente sobre a reconciliação, sobre a importância de sermos sim beneficento, beneficentes, que diz não é simplesmente oferecer, é oferecer com carinho, com respeito e com compreensão. Então vamos elevar nossos pensamentos, agradecer a espiritualidade por essa oportunidade reencarnatória, lembrar que o Mestre Jesus, esse grande irmão, se encontra sempre ao nosso lado, nos auxiliando nos nossos pensamentos, aliviando os nossos sentimentos.

tualidade por essa oportunidade reencarnatória, lembrar que o Mestre Jesus, esse grande irmão, se encontra sempre ao nosso lado, nos auxiliando nos nossos pensamentos, aliviando os nossos sentimentos. Esse mestre, esse irmão, esse companheiro de jornada, agradecemos. Que assim seja. Graças a Deus. Vamos passar a palavra para Nid, que irá apresentar o tema e também a bibliografia que ela se baseou. Que assim seja. Bom dia a todos e todas. É um prazer muito grande estar aqui com vocês nessa manhã de segunda-feira. E eu queria eh hoje, né, preparei o tema da nossa palestra eh reencarnação à lei da vida. Então é um tema, né, que é um dos temas, na minha opinião, mais fascinantes, né, e consoladores da doutrina espírita. Mas a proposta aqui hoje, nesses minutos que nós temos é não tratá-la como um tema abstrato, mas eh nem como um valor simbólico, mas compreendê-la como ela é, né, a lei da vida, eh como sendo uma expressão da justiça divina, da misericórdia infinita de Deus e da esperança renovada que nos dá sentido para viver. Então, a reencarnação, eh, a bibliografia, né, para falar um pouquinho que eu me baseei, foi esse livrinho, Pensamento e Vida de Emanuel, o Livro dos Espíritos, o Evangelho Segundo Espiritismo, Missionários da Luz, não falta, né, na literatura espírita livros eh que tratam desse tema tão importante, né, porque e a reencarnação é uma das questões mais profundas da nossa existência, né? Então, é quando a gente se pergunta por estamos aqui, né? Qual é o sentido da vida? Para onde vamos depois da morte, né? E sobretudo por tantas diferenças entre as pessoas desde o nascimento? Então, eh, eu fiquei pensando um roteiro para tratar, pra gente conversar sobre esse tema. Primeiro, eu pensei que seria importante, né, antes da gente falar da reencarnação propriamente dita, a gente falar só um pouquinho do objetivo da nossa existência, né? Porque quando a gente entende por nascemos, por estamos aqui, rapidamente a questão da reencarnação começa a fazer sentido, né? Então, a gente começaria

pouquinho do objetivo da nossa existência, né? Porque quando a gente entende por nascemos, por estamos aqui, rapidamente a questão da reencarnação começa a fazer sentido, né? Então, a gente começaria por isso, né? sobre eh os objetivos da nossa existência e como que esse conceito de reencarnação vem no âmbito da doutrina, né, espírita e a questão também da programação das nossas vidas. E depois lembrando que tem uma passagem no Evangelho que Jesus diz, né? O que importa é que nasçamos de novo. Então, eh, a doutrina espírita trata, né, com clareza e consolação e nos ensina que a vida não começa no berço e nem termina no túmulo, que cada espírito é um ser imortal criado por Deus para crescer, aprender, amar e evoluir. E por conta disso passamos por muitas vidas, muitos corpos, muitas experiências. Mas é o que que a gente encontra, né, quando nós procuramos na doutrina espírita, qual o objetivo da nossa existência, né? Quando a gente se pergunta por que nascemos? E aí a gente encontra a questão 132 no livro dos espíritos, que Kardec pergunta aos espíritos superiores: "Qual é o objetivo da encarnação dos espíritos?" E a resposta dada pelos espíritos superiores é que a encarnação tem como objetivo principal levar os espíritos à perfeição e que Deus impõe a encarnação, que pode ser uma expiação ou uma missão, dependendo do estágio evolutivo de cada espírito. Então aqui a gente vê com clareza, né, que o objetivo da nossa existência é caminhar para a perfeição. Nós nascemos eh, como que se diz assim, por e assim, sem, né, como passando por vários estágios, né, da nossa existência. E a cada estágio, a cada etapa, a gente aprende mais um pouco rumo a essa eh a essa perfeição. Mas assim, tem essa informação, né, que a encarnação ela pode ser uma missão ou uma expiação. é um processo de aprendizado e purificação por meio do sofrimento, por meio das dores, onde nós como espíritos, né, encarnados e um corpo, vivenciamos as consequências das nossas ações passadas. Aqui entra uma outra lei que é a lei da

ificação por meio do sofrimento, por meio das dores, onde nós como espíritos, né, encarnados e um corpo, vivenciamos as consequências das nossas ações passadas. Aqui entra uma outra lei que é a lei da causa e do efeito. E a missão é aquela que por sua vez envolve, né, quando eh as pessoas nascem com aquela missão específica de ajudar o próximo, né, e colaborar na obra da criação divina. E é importante a gente ver que há um misto, né, na nossa vida, né, nós temos expiações, mas também nós temos missões, né, no âmbito da nossa família, do nosso próximo, do nosso trabalho. Então, não é ou isso ou aquilo, né? Então, em ambos os casos, quer seja expiação, omissão, a encarnação nos proporciona, né, a oportunidade de desenvolver nossas qualidades morais, intelectuais e vamos progredindo em direção ao Pai, né, de onde saímos e vamos voltar, né, com uma outra bagagem. E aí o sofrimento, mesmo que doloroso, é o instrumento de aprendizado que nos auxilia a superar as nossas imperfeições e se aproximar de Deus. Eh, além disso, também a gente encontra, né, que a encarnação, que a nossa vida terrena aqui também tem essa finalidade de nos colocar em condições de participar da obra da criação, né? tudo que fazemos, os nossos dons, os talentos, né, que nós recebemos, é uma maneira da gente participar ao nosso modo dessa obra de criação. Então, a encarnação, ela é um processo essencial na jornada evolutiva do nosso espírito, que visa então essa purificação, aprendizado, culminando com essa nossa aproximação de Deus. Mas eh aí ainda dentro do livro dos espíritos ainda pra gente ficar, né, nessa nessa questão, por nascemos, né, que que, né, nós íamos fazer aqui, a gente já viu que nossas encarnações, né, nossa descida aqui na terra, nesse corpo, tem o objetivo da gente aprender, né, da gente lidar com a lei da causa e do efeito, eh, angarear o nosso espírito, as virtudes, progredir com a nossa alma pra gente caminhar, né, a perfeição e nos aproximarmos do Pai. E aí tem uma questão interessante no livro

i da causa e do efeito, eh, angarear o nosso espírito, as virtudes, progredir com a nossa alma pra gente caminhar, né, a perfeição e nos aproximarmos do Pai. E aí tem uma questão interessante no livro dos espíritos que diz assim: alma, né? Então nós viemos para isso. Daí Kardec pergunta: "A alma que não atingiu a perfeição durante a vida corpórea, como acaba de depurar-se?" Então ele pergunta assim: se numa determinada vida, né? Aqui, por exemplo, a gente não conseguiu, né, demora milênios para atingir a conquistar todas as virtudes, né, progredir, conseguir a perfeição. Aí ele pergunta como que ela vai continuar se depurando e melhorando? E aí entra então essa resposta das várias vidas, né? Os espíritos então respondem, submetendo-se à prova de uma nova existência. Então, por isso não é numa única vida, né, que a gente atinge a perfeição. Então, existe a reencarnação, né, como dito aqui, submetendo-se à prova de uma nova existência. Aí ainda Kardec pergunta: "Como realiza essa nova existência? Será por sua transformação como espírito? E eles nos respondem: "Depurando-se, o espírito pode adquirir conhecimentos novos e desenvolver as qualidades que ainda lhe falta através de novas encarnações." Outra pergunta: o espírito tem necessidade da encarnação para chegar à perfeição? Respondem: "Sim, e por meio das existências corporais, ele cumpre o seu progresso moral e intelectual. e respondem com uma nova pergunta: "Sem isso, onde estaria a justiça?" Então, aquilo que a gente sempre se pergunta, né, da justiça divina, que se a gente fica apenas numa única vida, como explicar a justiça divina quando a gente olha, né, aos nossos olhos na terra, tantas injustiças, né, que a gente vê nesse mundo, né, parando só por aí de crianças que morrem, né, na tenra idade e outros que vão até 99, 100 anos. onde estaria, né, a justiça divina se a gente não olhasse por esse prisma das várias, né, da pluralidade das existências. Então, eu gosto de trazer a parte da semântica, né, da palavra, que já nos

os. onde estaria, né, a justiça divina se a gente não olhasse por esse prisma das várias, né, da pluralidade das existências. Então, eu gosto de trazer a parte da semântica, né, da palavra, que já nos ensina muito, né? Então, eu fui procurar eh a origem, né, dessa palavra reencarnação e eu encontrei que ela tem uma origem no latim e é formada por três partes. Re, que é um prefixo latino, que significa novo novamente, in, que significa em, e caro carnes, que significa significa carne no sentido do corpo. Então, a simples, o simples desmonte, né, dessa palavra reencarnação em três partes já nos mostra etimologicamente que reencarnação significa entrar novamente na carne ou voltar a ter um corpo físico. Então essa origem ela já expressa, já traz essa ideia central do termo que é a crença de que a alma ou espírito retorna à vida corporal em um novo corpo após a morte do anterior. Então significa que o espírito mortal volta a nascer em um corpo físico para continuar o processo de aprendizado, aperfeiçoamento e evolução. A desistência, então, cada encarnação é uma etapa e que nenhuma vida é por acaso, nenhuma encarnação em vão e nenhuma é definitiva também. E existem várias, né, perguntas que Kardec faz aos espíritos superiores e sempre vão nessa tônica, né? Então, qual o fim objetivo com a reencarnação? E eles respondem, melhoria progressiva da humanidade, né? A reencarnação, então não é um castigo, é uma oportunidade, é uma prova de que Deus não desiste nenhum de nós. E eh aí a gente se pergunta, a reencarnação, esse princípio e a gente quer olhar a reencarnação como uma lei da vida, ela foi criada pela doutrina espírita, né? a gente se pergunta de onde vem, né? E aí o que nós vimos, né, pela história, que o espiritismo, a doutrina espírita não inventou a reencarnação, né? E o próprio Kardec faz questão de destacar, né, que a doutrina espírita não é a criadora da reencarnação. Ele afirma: "Jamais dissemos que a doutrina espírita fosse uma invenção moderna. O espiritismo, diz ele, deve ter existido

ão de destacar, né, que a doutrina espírita não é a criadora da reencarnação. Ele afirma: "Jamais dissemos que a doutrina espírita fosse uma invenção moderna. O espiritismo, diz ele, deve ter existido desde a origem dos tempos, pois decorre da própria natureza. Tá na Gênesis capítulo 11. Então a gente entende que a reencarnação não é, né, uma invenção moderna, né, o próprio espiritismo como doutrina não surgiu do nada século XIX com a com Allan Kardec e ele se apresenta como uma revelação das leis naturais que sempre estiveram presentes, mas que foram depois codificadas e estudadas por Kardec. Então são princípios atemporais, né? Por exemplo, a ideia da comunicação com os espíritos, os princípios morais que deles delivam, como a reencarnação, a lei de causa e efeito, são inerentes à própria natureza do universo da vida, né? Estão sendo, portanto, atemporais. Allan Kardec, né? E ele faz questão de dizer, não inventou nada de novo, mas organizou, sistematizou um conhecimento que já existe desde sempre, revelando que são essas leis naturais que regem, né, o mundo espiritual e as suas relações com o mundo natural. Então, a reencarnação, a gente vai olhar que ela é uma ideia que atravessa séculos, né? que ela está presente em religiões e tradições das mais antigas, por exemplo, na Índia, né, com os Vedas, os eh textos sagrados de mais de 3.000 anos já falam da roda de sansarra, que vocês já devem ter ouvido falar, que é o ciclo, né, de nascimentos e mortes. E também falam do karma, a lei da causa efeito. Eh, no hinduísmo também e no budismo também, a alma retorna em novas existências até atingir a libertação espiritual. No Egito antigo, também no livro dos mortos, já está ali presente a jornada da alma após a morte, o julgamento moral e a esperança de um renascimento purificado. Na China também os ensinamentos de Confúcio, as tradições taoístas também falam da continuidade espiritual baseada nos ciclos da natureza e na transformação da alma. Na Grécia, Pitágoras ensinava a

o. Na China também os ensinamentos de Confúcio, as tradições taoístas também falam da continuidade espiritual baseada nos ciclos da natureza e na transformação da alma. Na Grécia, Pitágoras ensinava a transmigação, transmigração das almas. Platão também falava da que a eh da alma que após a morte escolhe uma nova vida com base nas suas escolhas anteriores. Então, para esses filósofos, o corpo sempre foi algo temporário e a alma era eterna. Então, pra gente olhar que essa verdade sempre existiu na humanidade. Deus, criador de todas as coisas, sempre deu um jeito de fazer chegar a nós essas verdades. E também eu eh é muito interessante a gente saber que no próprio cristianismo primitivo também já havia eco dessas ideias, né? Tem um grande teólogo eh antigo da Alexandria do século II, Origens era seu nome, foi um dos mais importantes teólogos e filósofos cristãos da antiguidade. Ele viveu no século II, naquela época em que o cristianismo ainda era perseguido pelo Império Romano. E ele então já ensinava naquela época, no âmbito do cristianismo, que a alma existia antes de nascer. e que ela evoluía progressivamente em sua aproximação de Deus. Ele não usava o termo reencarnação como usamos hoje, mas ali ele já trazia a ideia que a alma passa por várias existências, né? Então, infelizmente, a vida, né, desse grande teólogo, eh eh depois disso foi considerado uma heresia, né, pela igreja, eh quando Roma então fez toda a consolidação do cristianismo e escolheu o que entraria, né, para fazer uma uma doutrina eh católica romana coerente, né? Então essa ideia foi banida e eh origens, então ele foi depois condenado à morte, porque o que ele trazia foi considerado uma heresia. Então, há passagens, né, na Bíblia que nos permitem essa interpretação reencarnacionista, como em Mateus, quando Jesus se refere a João Batista, que tá em Mateus 11:14, que ele tinha, a gente encontra no Antigo Testamento de que Elias, né, em Malaquias capítulo 4 5 de que Elias, aquele grande profeta iria

quando Jesus se refere a João Batista, que tá em Mateus 11:14, que ele tinha, a gente encontra no Antigo Testamento de que Elias, né, em Malaquias capítulo 4 5 de que Elias, aquele grande profeta iria voltar. Então isso tá no Antigo Testamento. Então naquela época existia quando Jesus estava falando de João Batista, ele diz assim: "E se quereis dar crédito, ele mesmo, Elias, é que havia de vir, né? Então essa essa frase, então Jesus então estava mostrando que João Batista era Elias, que estava prometido lá como profeta no Antigo Testamento que estava ali voltar voltando, né? Então, eh, a gente sempre encontra, né, na Bíblia, então isso já seria uma referência de que naquele contexto já se falava, né, que a alma voltaria. Tem também uma outra passagem bastante interessante que era assim lá em João que diz assim: "E passando Jesus viu um homem cego de nascença e os seus e os seus discípulos lhe perguntaram dizendo quando viu aquele homem cego: "Mestre, quem pecou? Este, esse homem cego ou seus pais para que nascesse cego?" Jesus responde: "Nem ele pecou, nem seus pais, mas foi para que se manifestem nele as obras de Deus". E o que é interessante nessa passagem é que o ponto, né, que chama bastante atenção aqui para nós é que os discípulos perguntam: "Quem pecou? Este ou seus pais?" Então, mesmo tratando de alguém que nasceu cego, isso levanta a questão como ele poderia ter pecado antes de nascer, né? Essa pergunta então pressupõe ou ao menos nos sugere uma ideia da pré-existência da alma ou reencarnação, ou seja, que ele poderia ter cometido um erro em uma existência anterior e e estar sofrendo a consequência agora. Então, ela menciona explicitamente como se existisse uma culpa antes do nascimento, né? Então, mostrando que os discípulos de Jesus achavam plausível a ideia de uma existência anterior da alma. Mas Jesus não valida totalmente essa hipótese, mas também não a reprova, né? Quando ele desloca o sentido do sofrimento para essa dimensão que a gente trata aqui,

a de uma existência anterior da alma. Mas Jesus não valida totalmente essa hipótese, mas também não a reprova, né? Quando ele desloca o sentido do sofrimento para essa dimensão que a gente trata aqui, para essa dimensão espiritual mais ampla, né? Que então aquela vida seria a manifestação do amor e da ação divina. E outra passagem que eu acho que essa traz a mensagem central da nossa manhã, né, que eu até frisei aqui, que é importa-vos nascer de novo, né? E ela então se reporta aquela passagem do capítulo 3 do Evangelho segundo João, onde tem aquele diálogo muito bonito e revelador entre Jesus e Nicodemos, que era um doutor da lei, um homem culto, né, sincero e que queria entender, né, os mistérios do reino de Deus do qual Jesus falava tanto. Então Jesus, para quem assistiu aquela série de Shosen, isso é bem retratado, muito bonito assim, aquele capítulo que tem esse diálogo entre Nicodemos e Jesus. Então, Nicodemos vai ali na calada da noite, né, com medo daquela perseguição, vai até Jesus, né, tinha medo de ser visto, mas movido por aquela inquietação da alma, né, porque ele queria realmente entender. Então ele vai a Jesus e pergunta: "Rabi, sabemos que vieste de Deus como mestre, porque ninguém pode fazer os sinais que fazes se Deus não estiver com ele". Então, ele reconhecia Jesus como filho de Deus. Jesus respondeu então sem rodeios: "Em verdade, em verdade vos digo, ninguém pode ver o reino de Deus se não nascer de novo". Nicodemos, muito confuso, ainda pergunta: "Como pode um homem nascer sendo velho? Pode porventura tornar ao ventre materno e nascer outra vez?" E Jesus aprofunda, em verdade te digo, quem não nascer da água e do espírito não pode entrar no reino de Deus. O que é nascido da carne é carne. O que é nascido do espírito é espírito. Não te admires de eu te haver dito. Importa-vos nascer de novo. Então essa frase que a gente encontra no Evangelho de João, né, reportada a Jesus, importa-vos nascer de novo? Então, como é importante essa nova oportunidade que nós temos da

orta-vos nascer de novo. Então essa frase que a gente encontra no Evangelho de João, né, reportada a Jesus, importa-vos nascer de novo? Então, como é importante essa nova oportunidade que nós temos da pluralidade das vidas, onde a gente pode reparar o nosso passado, reparar os nossos erros, reencontrar desafetos para que possamos agir de forma diferente e assim cada vez mais e burilando o nosso espírito. Então, eu queria que vocês reparassem que Jesus não fala apenas, né, nessa passagem de uma forma simbólica. Ele afirma com muita ênfase: vos, ou seja, é necessário, é essencial ao espírito renascer, reencarnar para alcançar os degraus mais altos da evolução. Então, Lan Kardec comenta esse trecho dizendo que Jesus falava de verdades profundas, mas Nicodemos ainda pensava apenas nas coisas materiais, né? Então, a reencarnação, portanto, não é um castigo, ela é um presente que temos de Deus que nos permite recomeçar, progredir, amadurecer. é a expressão, na minha opinião, mais bela da justiça divina, pois nos dá tantas chances quanto elas forem necessárias. Então, quando nós trazemos dores, né, que nós passamos por momentos difíceis e nós não compreendemos, né, assim, então é quantas vezes olhamos pro mundo, né, e nos perguntamos, né, por é assim, né, por que tanta injustiça? Então a gente encontra essas respostas quando nós entendemos a pluralidade das nossas existências e que cada encarnação é uma etapa do caminho e mais que ninguém é jogado ao acaso. Tudo obedece uma lei justa e misericordiosa. E aí são tantas coisas que a gente prepara quando chega aqui não dá tempo de jeito nenhum. Mas eu queria aqui nesse livro de Emanuel, ele tem um capítulo que trata da família. E aí também é uma coisa que nos inquieta, né? Por que nascemos nessa família, né? Por que nós, né? Por que com essas pessoas? E aí a gente encontra realmente essa explicação quando a gente eh sabe da oportunidade da reencarnação, né, desse presente que temos de nos reencontrar. com pessoas, né, que muitas

com essas pessoas? E aí a gente encontra realmente essa explicação quando a gente eh sabe da oportunidade da reencarnação, né, desse presente que temos de nos reencontrar. com pessoas, né, que muitas vezes viveu sobo, em vidas existências anteriores e que agora nós temos a oportunidade de refazer, de ser diferente, de fazer de outra forma e eh pra gente não ficar tão assim que a gente fala: "poxa, mas tudo de novo". dizer o seguinte, gente, a não ser que seja aquela reencarnação compulsória, né, que, né, aquele espírito ainda tá tão apagado da sua consciência que ele necessita compulsoriamente alguém que planeje para ele a existência, mas na maior parte dos casos, né, nós planejamos a nossa próxima existência, nós planejamos essa vida que nós temos agora, nós planejamos estar com as pessoas que estamos agora. Nós pactuamos isso com os nossos mentores e nos comprometemos, prometemos e aqui nós estamos com essas pessoas. Então, aquelas perguntas que que a gente faz pra gente mesmo quando a gente tá passando muitas vezes por alguma coisa, nossa, mas eu devo estar em lugar errado, que vida é essa? Não, gente, é essa a vida, tá tudo certo. É isso mesmo. Aonde nós estamos, aquela coisa sábia que a gente ouve, não. Você não tá no lugar errado, você tá sempre no lugar certo. A natureza, Deus, que acerta tanto em tudo, né? Se a gente olha, né? Acerta em tudo. Se a gente olhar a natureza, o universo, jamais erraria com a gente, né? Então nós estamos com a vida que a gente precisaria ter, né? Então, eh, aí depois teria mais coisas a dizer que se isso sempre existiu no cristianismo, né? Por que ele foi banido? E aí a história traz eh também informações, né, muito relevantes que inclusive tinha tem a história, vocês já devem ter ouvido, a influência de Teodora na exclusão da reencarnação dos dogmas, né? Então, a reencarnação ela foi banida no Concílio de Constantinopla em 553 de depois de Cristo, sob forte influência do imperador Justiniano I. Então, eh, ele diz, ele ficou sendo assim, a pessoa

, né? Então, a reencarnação ela foi banida no Concílio de Constantinopla em 553 de depois de Cristo, sob forte influência do imperador Justiniano I. Então, eh, ele diz, ele ficou sendo assim, a pessoa seria escomungada se tratasse da pré-existência. Mas tem um episódio na história bastante interessante que fala da influência de Teodora na exclusão da reencarnação dos dogmas cristãos. Conta a história que durante o século VI, no auge do Império Bizantino, reinava em Constantinopla o poderoso imperador Justiniano, conhecido por consolidar as leis romanas e influenciar profundamente a história do cristianismo. E ao lado dele estava uma mulher de nome Teodora, sua esposa, que ela teria sido uma mulher de origem humilde, mas ela foi uma cortesã e existia muita, ela exercia muita influência naquele trono imperial. Então, ela era conselheira desse Justiniano e, segundo muitos relatos, ela que era a força, né, de de Justiniano, desse império naquele momento. E naquela época, como a gente falou, já circulava essa ideia da reencarnação, mas ela tinha tido uma vida pregressa de cortesã. E dizem que ela tava sendo até ameaçada por suas antigas colegas, né, de falar: "Ixe, você foi tudo isso, olha na outra vida, que que vai acontecer com você", né? Então conta a história, um episódio da história que ela então muito chateada com isso, né? não queria na então no momento que Justiniano, seu marido, foi consolidar as leis, né, do novo do cristianismo, ele então eh ficou retirou, né, essa proposta da volta da alma, né, que hoje a gente fala de reencarnação e ficou então em torno das ideias mais rígidas sobre o juízo final, a salvação única, o inferno eterno. E e aí ela então saiu, né, da sua nesse concílio. A ideia da reencarnação então saiu da dessa consolidação. Ela foi banida da teologia oficial cristã, considerada heresia. E ficou então essa ideia da única vida seguida desse julgamento eterno. Enfim, eh a proposta de hoje era a gente pensar, né, essa a reencarnação como uma lei da vida, né? É

ristã, considerada heresia. E ficou então essa ideia da única vida seguida desse julgamento eterno. Enfim, eh a proposta de hoje era a gente pensar, né, essa a reencarnação como uma lei da vida, né? É uma lei, né? E aí o que que volta, né? Quando a gente fala assim, tudo bem, a gente volta em várias existências. Somos nós, essa personalidade? Não. O que volta, gente, é o nosso espírito. Essa personalidade acaba, né? Mas o nosso espírito com aquilo que a gente angareou na vida encarnada que nós tivemos, né? com as virtudes que nós conseguimos trazer paraa nossa alma, com tudo aquilo que fizemos, que fica no nosso perespírito, é isso é que volta. Então, a nossa personalidade ela acaba, mas essa história, por isso que a gente diz, o essencial é invisível aos olhos, porque o que retorna é tudo isso que é que é invisível, que são as nossas virtudes. Então, como diz, né, Emanuel, nosso consolador, a reencarnação é a oportunidade que a infinita bondade de Deus concede à suas criaturas para que se redimam a si mesmas, né? Então, eh, ficando, né, com essa, acho que a gente poderia ficar, né, só com essa síntese, né, reencarnamos para evoluir moralmente, para reparar os erros do passado, para cumprir missões de amor, cuidado e aprendizado e para desenvolver virtudes que ainda não possuímos. Ou seja, a reencarnação é a esperança que renasce de recomeçar, refazer e continuar. E fiquemos com a frase de Jesus para Nicodemos. O que importa é que nasçamos de novo. Muito obrigada. >> Interessante. Nada é por acaso nessa vida, né? Nós temos mania de achar que tudo é por acaso, né? Mas tudo tá no nosso planejamento. Já estamos planejando todo o nosso viver. Então vamos aproveitar esses momentos falando da reencarnação, falando ao coração de cada um e a mente de cada um. Agradecendo sempre pela oportunidade de reencarnar, vamos lembrar da nossa mãe maior. Ave Maria, cheia de graças, o Senhor é convosco. Bendita sois vós entre as mulheres. Bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, mãe de Jesus, rogai por

r, vamos lembrar da nossa mãe maior. Ave Maria, cheia de graças, o Senhor é convosco. Bendita sois vós entre as mulheres. Bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, mãe de Jesus, rogai por todos nós, encarnados e desencarnados, irmãos nessa caminhada, que todos possam compreender que a beleza da vida é o amor, é a oportunidade, é o bem viver. Que assim seja. Graças a Deus, graças ao Mestre. Somente lembrando, nós temos a campanha do agasalho, né, que tá friozinho. Quem tiver uma manta, um casaquinho que não use mais, ou porque engordamos muito, ou porque, ou porque emagrecemos muito, né? Nós temos mania de guardar tudo. Então, quem puder deixa aqui na, pode deixar aqui mesmo na guarita aqui na frente, não precisa se preocupar porque nós temos aqui o Alta de Souza, que é essa casinha aqui do lado. Aí vocês podem ou deixar aqui ou deixar mesmo ali na guarita. Sejam muito bem-vindos à comunhão espírita de Brasília. Muita paz e vocês agora passarão ao passe. Que assim seja. Graças a Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos

misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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