RECONECTAR CONSIGO MESMO - Gínia Lúcia [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 10/11/2025 (há 5 meses) 44:40 857 visualizações

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Transcrição

buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Bom dia a todos e todas. Sejam muito bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília. Já estamos no dia 10, né, 10 de novembro de 2025. Vamos então para uma breve leitura, harmonizando o nosso viver, a nossa experiência reencarnatória, esse momento que aqui nos encontramos. dizer: "Obrigado, Senhor, por mais um dia, por mais uma esperança em cada coração". E assim, agradecendo sempre, vamos dar uma lida no livro Senhor e Mestre. É um livro, o tema é o tema 42 do livro Senhor e Mestre, inevitável. Emerges a pouco e pouco do passado sombrio. Debaixa-te contra o visgo das paixões que te prendem. Atravessas o estreito desfiladeiro em que há muito vagueias, transposições, transpões obstáculos quase invisíveis, quebras uma a uma as correntes que te agrilhoam as imperfeições. Buscas incessante a saída de milenar labirinto. Por quê? Por quê? é que o teu definitivo encontro com a luz de que procedes se faz inevitável. A luz, a energia, o vento, o sol, o luar, que nós todos possamos, mentalizando essa espiritualidade maravilhosa, agradecer sempre, passar a palavra pra Gínia, que irá apresentar o tema e também a bibliografia. Tudo bem? Bom dia a todos encarnados e os desencarnados com alegria em nossos corações. ou se não estivermos num dia de alegria, se for um dia de angústias, de sofrimentos ou de dúvidas, que possamos nos conectar com essa espiritualidade que nos acolhe amorosamente, que nos agasalha com tanto amor, que possamos fazer esforços para sentir esses irmãos, façamos nossa parte, nos esforçarmos a elevar o pensamento ao mais alto. trabalhar sensibilidade para sentir esses irmãos trabalhando em nós nessa manhã gloriosa, nessa manhã de luz. O nosso tema é reconectar consigo mesmo, reconectarmos. E se a gente precisa se reconectar conosco, com a nossa verdadeira essência, é porque ainda vivemos desconectados da real e da verdadeira realidade do que somos. E quanto sofrimento tem causado, quantos irmãos têm vivido em sofrimentos

conosco, com a nossa verdadeira essência, é porque ainda vivemos desconectados da real e da verdadeira realidade do que somos. E quanto sofrimento tem causado, quantos irmãos têm vivido em sofrimentos constantes, em escuridão, em tempestades, em noites escuras da alma, porque não entenderam, não tá compreendendo a vida, tá vivendo um caminho que não é o seu, uma jornada que não é a sua, estão em compromissos que é do outro ainda ou não é o seu compromisso aqui. na terra. Quantos irmãos estão fora da realidade porque se desconectaram de quem verdadeiramente são ou de quem verdadeiramente é. Quantas vezes a gente não sabe o que fazer porque falta-nos esse momento de conexão, de reconectar, de entender para saber fazer escolhas conscientes e amorosas e felizes. Quantos irmãos têm saído do corpo, né? ou seja, saída que da vida pelo suicídio ou quantos estão em crises existenciais, em momentos eh de profunda depressão, porque foram se desconectando de si mesmos, foram se autoabandonando e perderam esse fio, essa ligação. E aí somente agora em outras reencarnações para poder voltar e a partir daquele momento reconstruir quanto trabalho, quanta dor, quanto sofrimento poderia ser evitado. Às vezes a gente pergunta, tinha que ser assim? Os espíritos até desencarnados nas reuniões mediúnicas às vezes chegam já se perguntando: "Etinha que ser assim?" E a espiritualidade responde: "Não, sempre há outros caminhos, novas oportunidades, portas abertas, pessoas certas, né? Novas janelas, novos rumos. Mas é preciso saber quem tu és, saber o que veio fazer aqui, ver além da matéria, sentir além do tato material aqui, da parte do toque material. E eu trouxe aqui a benfeitora para nos ajudar nessa manhã, porque sozinhos não vamos muito longe, né? Sozinhos a gente não sai do lugar. E a benfeitora, ela busca nos chamar a atenção, buscando ou levando-nos à reflexão que quais são as dificuldades que têm nos impedido de crescer e ser feliz. Quais são as dificuldades, meu irmão, minha irmã? Aqueles que estão à

os chamar a atenção, buscando ou levando-nos à reflexão que quais são as dificuldades que têm nos impedido de crescer e ser feliz. Quais são as dificuldades, meu irmão, minha irmã? Aqueles que estão à distância ou os que estão aqui conosco, encarnados, desencarnados, quais são as dificuldades que temos enfrentados, que tem nos impedido de crescer espiritualmente, de sermos felizes dentro do que o mundo, ou melhor, do que Deus tem nos ofertado aqui no planeta Terra. Essa busca de si mesmo, a gente se perde princípio quando a gente não entende que nós somos mais que um corpo, quando a gente não parou para refletir sobre essa questão, traz muito sofrimento. Quando a gente acredita que somos um simples corpo que tem vida durante x anos e depois tudo morre, tudo se acaba. Esse já é um dos princípios do sofrimento. Achar que somos o o corpo, a persona, o nome, que somos simplesmente só isso. Olha o que a benfeitora começa a falar. A conquista de si mesmo proporciona alegria. Alegria e libertação. A libertação dos sofrimentos e dos sentimentos subalternos, conflitivos. Quando a gente tá buscando essa conquista do que não é externo e do que é interno, do que é espiritual, a gente já começa a colher os frutos da alegria e de se sentir livre. Porque a opinião do outro, a vida do outro, a forma de ver do outro, as questões materiais já não são os obstáculos de nossa vida. A gente não se sente preso às coisas e às pessoas, ou que a gente pensa que tem ou o que a gente não tem. Então ela já começa falando que conquistar essa reconexão consigo mesmo, você buscar busca de si mesmo, do eu, como os espíritos coloca com eu, com e maiúsculo ou si, com si maiúsculo, com s maiúsculo, que é do espírito imortal, que não é do eu da persona, isso é libertador. A gente tem tem buscado muitas conquistas que são valiosas, mas muitas vezes essas conquistas não tem não estão tendo valor porque a gente tá esquecendo da principal. E ela continua sempre vem acompanhada da individualidade, quando

conquistas que são valiosas, mas muitas vezes essas conquistas não tem não estão tendo valor porque a gente tá esquecendo da principal. E ela continua sempre vem acompanhada da individualidade, quando se tem coragem de expressar um sentimento de valor, sem agressões, sem temor de desagradar, quando se assume a consciência do si de quem se é, e se sabe exatamente o que se deseja, bem assim, como consegui-lo. Quando a gente tá em busca de algo que é externo, a gente muitas vezes passa por cima de situações ou de questões íntimas nossas que não queríamos. nessa busca de si mesmo, nesse momento de reconexão com que nós somos, do que a benfeitora tá falando aqui, que quando a gente tá em busca do que nós somos verdadeiramente, a gente se expressa um valor acima do que o outro pensa, do que o outro nos faz, do que o outro fala, porque a gente assuma a consciência do que nós somos espíritos imortais. Então o outro ele pode falar coisas que possa ser agressivas. Ele pode falar algo que venha a me desagradar, mas isso os meus ouvidos nem captam, porque eu estou conectada com que verdadeiramente eu sou. Isso tem, principalmente nos jovens, muitos têm se perdido, porque uma hora segue o que um fala, outra hora segue o que outro fala, segue as tendências de mercado, tendências de moda, tendências disso, tendências daquilo. Chega um momento que a pessoa fala assim: "Eu não sei mais o que eu gosto, e o que eu sou". E quando é jovem, ainda tem mais tempo para poder cuidar disso. E quando já estamos numa idade madura, que não sabemos quem somos e o que gostamos e para onde estamos indo. Minuto de silêncio, né? Então, a mentora vem nos trazer aqui que esse momento da gente se expressar com coragem, sem agressão, o valor do que somos. É muito importante a gente pensar sobre isso, já que o dia é hoje. Vamos pensar sobre isso hoje. Quais são as dificuldades? Quais são os impenílios, os obstáculos que têm me impedido de crescer e ser feliz? Às vezes a gente vai dar nomes para isso, de pessoas, de coisas, e ela vai

obre isso hoje. Quais são as dificuldades? Quais são os impenílios, os obstáculos que têm me impedido de crescer e ser feliz? Às vezes a gente vai dar nomes para isso, de pessoas, de coisas, e ela vai dizer que somos nós. Isso mesmo, somos nós. Vamos mais adiante para poder aliviar aqui. Na conquista de si mesmo, surge um magnetismo que se exterioriza, produzindo empatia e proporcionando sensação de completude, resultado de amadurecimento psicológico e do controle das emoções que fluem que fluem em harmonia. O que que ela tá dizendo? que nessa busca de reconectar comigo mesmo, de buscar me autoconhecer dessa busca de entender quem sou além de um corpo, muito mais que um corpo, vai vir uma energia, um magnetismo que sai de nós, que flui de nós, que isso vai atrair pessoas que estão naquela mesma faixa vibratória. Isso vai nos fortalecer, porque tem tem fases da nossa vida que a maré só traz [música] pessimismo e pessoas pessimistas. E a gente fala assim: "Que fase difícil é essa? Que fase preparada é essa da minha vida?" Mas a gente não para para pensar o que que eu estou exteriorizando que eu estou atraindo tantas pessoas que pensam dessa mesma forma, que vivem dessa forma? Que maré é essa, né? a gente coloca culpa sempre no externo. Então ela tá dizendo, quando a gente busca esse essa [música] autoconexão, esse momento de conexão consigo mesmo, da busca do eu superior, dessa parte espiritual, do espírito imortal que somos, e buscar esse magnetismo no outro, a vida vai proporcionar essa sensação que eu me completo com pessoas que estão vivendo aquele mesmo sentido de vida. E se a gente duvida disso, tá na hora da gente testar o que os espíritos colocam aqui, o que Jesus também trouxe em seu evangelho. Como é que funciona isso? Eu acordar de manhã e falar assim: "Hoje eu quero ser diferente, ou melhor, hoje eu quero ser essência do que realmente verdadeiramente eu sou. Uma essência espiritual. Eu buscar primeiro me conectar com a realidade espiritual, porque aqui só é um uma realidade

te, ou melhor, hoje eu quero ser essência do que realmente verdadeiramente eu sou. Uma essência espiritual. Eu buscar primeiro me conectar com a realidade espiritual, porque aqui só é um uma realidade espelhada no mundo dos espíritos. Porque hoje eu vou acordar e vou sair pro mundo já exteriorizando o que tá em dificuldade em mim. Por que não me conectar com os espíritos amigos, buscar através de uma prece, de um pensamento elevado, pedir proteção espiritual, pedir que a espiritualidade amiga me intua, me inspire as melhor as melhores soluções, os melhores caminhos, que me reconecte comigo mesma, com a verdadeira essência do que eu sou, que coloque as pessoas no meu caminho para que eu cresça e não entre em conflitos. Então ela vai dizendo que esse momento de conexão de magnetismo que vai atraindo e produzindo empatia por onde eu passe e com que o a eu me amadureça esse momento psicológico das emoções, eu vou me sentindo confiante em harmonia, vou me sentindo poderoso. Nós somos poderosos em Deus de magnetismo, de fluidos. Só que a gente não sabe usar isso para o bem. Nós temos o poder da vontade. Quando a gente coloca sentimento nesse querer, Jesus disse que brilhe vossas vossa luz. A gente faz brilhar nossa luz. Só que essa mesma vontade quando é colocada paraas questões negativas, é o poder é o mesmo, só que é um poder destrutivo. É pra gente entender o poder dos fluidos quando a gente coloca sentimento e o querer pela vontade, a gente faz brilhar a nossa luz. Mas se você pensa que você é só esse corpo ou o seu nome, a sua função, o que você está temporariamente passando aqui, esse querer, essa vontade não vai ter esse poder aqui do magnetismo que a benfeitora amiga tá falando. Você não vai sentir essa paz, não vai sentir a empatia, não vai ter essa sensação de completude e aí o amadurecimento psicológico vai errado. Você perde o controle das emoções. Tudo que o outro fala você aceita. É tão bonito quando a gente se autodescobre, quando a gente sabe quem nós somos, que o outro pode falar o que

cológico vai errado. Você perde o controle das emoções. Tudo que o outro fala você aceita. É tão bonito quando a gente se autodescobre, quando a gente sabe quem nós somos, que o outro pode falar o que for. Aí a gente responde igual Jesus. Tu dizes, tu dizes este não sou eu. Esta pessoa que você tá falando não sou eu. Porque quando a gente não tá nesse momento aqui de completude, de amadurecimento psicológico, o que o outro fala a gente assume. Fala: "Eu sou isso mesmo, sou pior." E as crises, né? crises psicológicas, de ansiedade, crise depressiva, você vai perdendo verdadeiramente de quem você é e o outro vai dizendo o que você é e você vai aceitando. Quando você tá conectado com essa energia, com esse magnetismo, você lê o evangelho, as palavras de Jesus e fala: "Eu sou isso aqui mesmo, Senhor. Eu sou um filho de Deus. Olha como você muda a sua conexão. Eu sou um aprendiz da vida. Sim, igual tá aqui Jesus falando. A minha luz brilha sim. Eu faço brilhar minha luz porque eu sou filho de Deus. Olha como é diferente você amanhecer dessa forma, você construir uma vida com esse pensamento do que você pensar que você é o que o outro diz. Ele nem sabe das suas dores, né? a sua presença. A partir do momento que você começa esse momento de magnetismo, de completude, de amadurecimento psicológico, de se autoconhecer que você é um espírito imortal, a benfeitura traz que a sua presença causa prazer nas demais pessoas. Se você ainda não sentiu o que é isso, precisa conhecer, precisa chegar a sentir esse momento que a gente chega em algum lugar e as pessoas sorrem, querem te abraçar. Você é bem-vindo mesmo em silêncio. É a energia que você traz contagia, contamina a todos. Porque é tão ruim você chegar num lugar e sentir que não é bem-vindo. A sua presença causa prazer nas demais pessoas. Enquanto o indivíduo não realizado, não amado, não identificado, porque ele, a identificação dele é do que o outro diz e não dele próprio. Quando você não é a eh não realizado, não identificado, você proporciona,

ndivíduo não realizado, não amado, não identificado, porque ele, a identificação dele é do que o outro diz e não dele próprio. Quando você não é a eh não realizado, não identificado, você proporciona, provoca no outro estranhas sensações de mal-estar, de desagrado. O quanto é agradável estar ao lado de alguém alegre, jovial, feliz, planificado. Dá-se o oposto quando se convive com alguém pessimista. Queixoso, inseguro. E quem permitiu essa insegurança, esse momento se despertar, se não nós mesmos, meus irmãos. O outro só provoca em nós o que já tem em nós. O outro só provoca o desequilíbrio em nós quando já estamos em desequilíbrio. O outro só provoca dor em nós quando a gente já está mergulhado em dor. Por isso, quando os espíritos trazem e trazem a partir da mensagem de Jesus que nós somos deuses e que devemos brilhar a nossa luz, eles vão pedir que nos identifiquemos com a nossa origem. A nossa origem é espiritual. A nossa origem é do Pai, do Criador, que somos feitos do mesmo material fluídico das estrelas, do universo, da natureza. Se isso a gente nunca parou para pensar até hoje, dependendo da da idade, da faixa etária de vida que estamos, chegou o momento. Dizer assim: "Eu sou muito mais do que esse corpo, do que o meu nome, do que a função que eu exerço aqui dentro e fora do meu lar, no meu local de trabalho. A vida é muito mais do que os meus olhos da carne consegue ver. Se eu ainda não parei para refletir sobre isso, eu tô vivendo esse momento aqui que a mentora fala. É um momento de insegurança, é um momento de não conexão, é um momento de tristeza. Sim, porque a todo momento eu vou estar vivendo de uma forma. Se tá quente, eu vou tá vivendo naquele momento. Se tá frio, eu tô frio. Se tá morno, eu tô morno. Se eu tô com um grupo de pessoas, eu tô vivendo igual aquele grupo. Se eu já estou em outro grupo, eu já tô vivendo de outra forma. Quem aguenta? Qual o psicológico vai aguentar você viver dessa forma? Ela continua. Cada ser se irradia. O que é internamente.

le grupo. Se eu já estou em outro grupo, eu já tô vivendo de outra forma. Quem aguenta? Qual o psicológico vai aguentar você viver dessa forma? Ela continua. Cada ser se irradia. O que é internamente. Cada ser se irradia com o que tem internamente, com o que é internamente, com que produz internamente. Que que a gente tá produzindo, né, hoje? Mesmo que muito bem apresentado, ele pode produzir-se mal-estar. Quantas vezes a gente vê alguém, né, por fora tão belo, mas por dentro ali parece aquele momento da fruta, né, que por fora está perfeita, mas por dentro tem aquele bichinho, aquela minhoquinha lá, aquela lagarta que está roendo, corroendo tudo, né? Mesmo que muito bem apresentado, ele produz mal-estar. O quando o despido de atavios e exterioridades é suscetível de provocar agradáveis sensações. A busca de si mesmo nada tem a ver com o sucesso exterior. Nada tem a ver com o exterior. A busca de si mesmo é algo que pode ser adquirido. A busca de si mesmo pode ser adquirido, não de forma superficial. Olha só, às vezes para não ter esse mergulho, a gente vai no primeiro degrau e já tá bom. Começa a se autoconhecer, a se mergulhar, desce um degrau, fala: "Já tá bom, tenho medo do que eu vou encontrar". Mas se a gente não for até o final, como a gente vai se autodescobrir? Como a gente vai chegar nesse momento do que os mentores coloca de autodescobrimento, de fazer brilhar a luz, de sentir-se livre, liberto do que o mundo nos colocou ou colocou em nossas costas, né? Tirar essa mochila cheia de pedras que não é nossa e ser e realmente, né, voar, ser livre, ser liberto dos preconceitos, das crenças que não são nossas. que o outro diz que é certo e a gente colocou. Como se autodescobrir? Como saber o que a mentora tá colocando aqui, se é verdade, se não colocarmos em prática. Então, ela continua. Às vezes adquirimos algo que é superficial e não nos acompanha do que é o interno. Quando se busca o sucesso, o preço a pagar é muito alto, particularmente pelo que se tem de asfixiar em sentimentos

. Às vezes adquirimos algo que é superficial e não nos acompanha do que é o interno. Quando se busca o sucesso, o preço a pagar é muito alto, particularmente pelo que se tem de asfixiar em sentimentos internos, a a fim com a finalidade de alcançar a meta exterior. Quantas vezes a gente tá buscando uma meta que é só externa e a gente tá morrendo por dentro, mas tem que alcançar essa meta para o mundo ver que nós crescemos, que nós vencemos. Mas por dentro a gente tá vivendo um momento de angústias, momento que, como ela coloca aqui, de asfixia. A gente tá precisando respirar via a margem, via a superfície e respirar, mas a gente tá ali mergulhado nesse momento de alcançar algo que às vezes é um sonho, um desejo de alguém, de um parente, de um pai, de uma mãe, de algum familiar, mas não é nosso. Quantas pessoas chegam a um momento de maturidade, que deveria ser de maturidade dos 50 anos e fala: "Eu não realizei nada para mim. Até hoje eu não realizei nada para mim. Só realizo coisas para os outros. Mas do que eu deveria estar realizando, não consigo me conectar com quem eu sou. Eu nem sei quem eu sou. Isso é triste. Isso sim é tristeza. Você chega a um determinado ponto da vida e realiza os desejos dos outros, materiais, psicológicos, sonhos externos. E dentro de você, você não sabe o que é isso que a benfeitora tá falando. Ainda é tempo. Porque se você não se vê como esse corpo, como algo, um avatar a persona, ainda é tempo. Mesmo que você tenha 100 anos completos hoje, ainda é tempo. Porque a gente não tá falando de nada aqui da Terra. A gente tá falando além da terra, que pode começar aqui na Terra, mas vai muito além do que a gente tá vendo aqui e tocando, né? Aconquista da identidade é uma vitória da vida imperecível. É começar aqui, mas não tem data para acabar. É começar hoje a se ver dessa forma. é se olhar no espelho e saber que você não é este corpo que está magro ou acima do peso, que tem 20 ou 100 anos, se tem profissão ou não, se tá aposentado ou não, se tem famí família,

ver dessa forma. é se olhar no espelho e saber que você não é este corpo que está magro ou acima do peso, que tem 20 ou 100 anos, se tem profissão ou não, se tá aposentado ou não, se tem famí família, se formou uma família ou não, se passou por dores profundas ou decepções, Mas você se vê como o filho de Deus, ele procurando acertar e nunca vai ser tarde. Cada qual deve buscar-se por meio das reflexões tranquilas, né? Se mutilando, é refletindo quem verdadeiramente você é, se analisando. Chega um momento que você senta e se analisa, né? Realmente hoje eu fui agressivo com fulano. Por que que eu fui agressivo? Essa agressividade já estava em mim desde quando? Hoje eu deixei o outro me fazer de bobo. Por que que eu deixei o outro me fazer de bobo hoje? E não é tendo raiva se autoconhecendo. Se preciso, escreva. Hoje eu deixei que meus filhos me fizessem de boba. Por quê? para me sentir amada, me sentir aceita na família que eu formei, que eu estou formando para eles verem que eu os amo. Hoje o meu cônjuge falou isso comigo, eu chorei. Por que que eu chorei? Eu aceitei o que ele falou comigo, isso hoje eu vou me fortalecer para eu conversar com ele. Por que que você me falou aquilo? Eu não sou isso não. Isso dá um poder. Não é poder de briga, não. É poder de você conectar com quem você é, de você olhar nos olhos da pessoa e falar assim: "Eu não sou isso". Tu dizes, igual Jesus falou pro Pilatos, para Pôcio Pilatos, tu dizes. É um autorpeito. Às vezes a gente grita pro mundo nos respeitar. Isso não ressoa dentro de nós como verdade, porque a gente não se autorrespeita. Tem pessoas que nem fala nada pra gente, só olha. E a gente, o olhar daquela pessoa no nos a gente se sente despido pelo olhar do outro. O olhar do outro nos constrange porque aquela pessoa tem um autoreseito pelo que ela é. E aqui o autor respeito pelo que a gente é, né, pela nossa forma física ou pelas nossas funções aqui, mas pelo que a gente é verdadeiramente, espírito imortal, filho de Deus, um aprendiz da

que ela é. E aqui o autor respeito pelo que a gente é, né, pela nossa forma física ou pelas nossas funções aqui, mas pelo que a gente é verdadeiramente, espírito imortal, filho de Deus, um aprendiz da vida, um viajor que já viajamos em diversas vidas, em diversos corpos, em diversos lugares. Somos viajores do tempo, já tivemos muitas vidas. Como é bom você lembrar disso todos os dias. que essa é só uma passagem. Cada qual deve buscar por meio de reflexões tranquilas, não é se punindo, tranquilas, interiorização consciente de do que se é, perguntando-se quem é, quem sou, quais são os objetivos que se encontram à frente e como eu quero alcançá-los. investindo alguns momentos diários em exercícios de pacificação e manutenção de pensamentos edificantes, sejam quais forem as as circunstâncias. É um momento de autoencontro. A gente precisa desse momento. Fica lá escondidinho no seu quarto, aonde for, se tranque dentro do carro e pega esses momentos com você. Interiorizar consciente de quem você é. É, por que você saiu do eixo naquele momento? Por que que você saiu de si? Por que que você deixou que a fala do outro te perturbasse? Se precisar, vai escrevendo, vai relacionando aquilo, ó, consciente, se perguntando quais são os objetivos que eu tenho à frente também, que eu quero alcançar ainda nessa vida. Ah, G, eu tenho 110 anos, vou alcançar o quê? Uai, a vida continua. tá se vendo como um corpo de novo. Toda vez que você se vê como o corpo, como essa pessoa que você está, com a idade que você está, com a função que você está, com o cargo que você exerce, tira isso de você. Se veja como espírito imortal, como filho de Deus, que aí você não vê barreiras, não vê limite. Aí a mentora pede, exercite isso de uma forma pacífica. começou a ficar com raiva, rasgou o papel, respira, volta tudo de novo, deixa para amanhã. E ela vai dizendo aqui, ó, sempre vendo à frente, faça isso, um momento diário, um exercício de pacificação consigo mesmo. E você vai mantendo ali pensamentos edificantes.

de novo, deixa para amanhã. E ela vai dizendo aqui, ó, sempre vendo à frente, faça isso, um momento diário, um exercício de pacificação consigo mesmo. E você vai mantendo ali pensamentos edificantes. Vem um pensamento negativo, faz igual a nuvem, né? Deixa que esse pensamento passa, volta a fazer o exercício de novo. O pensamento negativo voltou, volta pro exercício. Daqui a pouco esse pensamento faz igual a nuvem, vem e passa. Um passarinho, como dizia Chico, daqui a pouco você tá tendo o controle da sua vida. A sua vida tá na mão de quem? Se for na de Deus, tudo bem. A nossa vida deve estar em nossas mãos, na mão do criador. Mas se a sua vida esver na mão de outra pessoa e você tá em plena atividade mental consciente, retoma a sua vida pra sua mão. Se você tá consciente, se você tá entendendo o que eu tô falando aqui nessa palestra, você tá consciente. O autoencontro dá-se pelo labor planificador, saudável e cheio de amonia. Lembrar pra gente chegar aqui no momento final, né? O inimigo, o maior inimigo que nós temos não habita fora de nós. Somos nós mesmos. O maior inimigo que você tem não habita fora de você. está dentro de mim e de você. E é preciso fazer as pazes com esse inimigo pelo um ato de amor. E o ato maior ato de amor que a gente tem conosco mesmo é o autocuidado. Nos cuidando além dos corpos. Porque às vezes a gente cuida tão bem do nosso corpo e do nosso mental e do espiritual zero. Uma pessoa que não reflete é uma pessoa pobre espiritualmente, psicologicamente. Se você não reflete sobre sua vida, sobre os rumos da sua vida, sobre quem você é, você é pobre psicologicamente e espiritualmente. É pobre de alma, pobre de sentimentos, né? A pobreza que Jesus nos trouxe pra gente ter pobre de espírito, não é pobreza de sentimentos, pobreza psicológica. A partir de hoje, seja rico de reflexões para você se sentir rico e fortalecido psicologicamente, espiritualmente. Então, à medida que a gente passa a confiar nesse amor que nos move, que é o amor do Pai para conosco,

seja rico de reflexões para você se sentir rico e fortalecido psicologicamente, espiritualmente. Então, à medida que a gente passa a confiar nesse amor que nos move, que é o amor do Pai para conosco, o amor do Cristo, o amor do Criador, o amor do universo para conosco, a minha vida começa a entrar em movimento e eu sinto que o universo está em mim. Eu sinto que a minha luz brilha e brilha muito. Não importa a sua idade, o seu tamanho, a faixa etária que você está e o momento que você tá passando, você entender isso, essas reflexões que é da Joana de Ângeles, a benfeitora espiritual do livro Amor imbatível, amor, do capítulo 11. Só peguei um trechinho para poder a gente treinar aqui. Muita paz, meus irmãos. A palestra fica gravada. Volte nela quantas vezes forem necessárias para poder entender, para poder seguir. Boas reflexões. Fiquemos em paz. >> Agradecer a Gínia pela reflexão. Lembrar que é bom lembrar sempre, né, que não estamos sozinhos nessa caminhada, que temos muito que fazer juntos. Então vamos agradecer e levar os pensamentos ao mais alto. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino e seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje, Senhor. Perdoai as nossas ofensas, assim como nós tentamos perdoar aqueles que nos têm ofendido. Não nos deixe cair em novas e difíceis tentações. Livra-nos, Senhor, de todo mal, o mal das vaidades excessivas, daquelas mágoas do passado, das dores da alma. Que assim seja. Graças a Deus, graças ao mestre. Então, convidamos a todos pro passe. Lembrando que se vocês desejarem, nós temos o atendimento fraterno já a partir de 8:30 da manhã, todos os dias lá em cima. Quem tiver interesse, seja bem-vindo. E nós estamos fazendo a campanha do Natal. Eu tô bem fanha, né? Mas tudo bem. A campanha do Natal é quando nós atendemos a 300 famílias e levamos então não não só o a cesta básica, mas também alguma coisa, algum quitutinho, tipo um panetone, algo para poder incrementar essa cesta

campanha do Natal é quando nós atendemos a 300 famílias e levamos então não não só o a cesta básica, mas também alguma coisa, algum quitutinho, tipo um panetone, algo para poder incrementar essa cesta base oferecendo a eles algo diferente, né? um pouquinho diferente. Então, quem puder, nós temos ali, eles está a eles vão colocar de novo que eles tiraram o painel para fazer pintar aquela parede, mas vai ser colocada de novo. E aí eles botam a lista de tudo que nós gostaríamos, se for possível, que fosse incluído na cesta básica de Natal desses dessa dessas famílias, né? São 300. e vão em paz até que o coração da gente apertado de amor possa transmitir a cada um como foi colocada essa conexão maravilhosa com a vida maior. Vão em paz. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental [música] e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, [música] guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária

sários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos [música] finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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