QUESTÕES DO COTIDIANO - Márcia Sirotheau [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]
GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER Você está em busca de harmonia, equilíbrio e paz interior? Então não pode deixar de conhecer o Grupo de Harmonização Chico Xavier, um projeto incrível da Comunhão Espírita de Brasília! Com o objetivo de harmonizar aqueles que estão em tratamento espiritual e todos que buscam equilíbrio, o Grupo trabalha com temáticas inspiradoras tiradas de mensagens enviadas por espíritos amigos. Em seguida, é realizado o passe virtual, um momento de muita energia positiva e cura espiritual. As edições do Grupo de Harmonização Chico Xavier vão ao ar diariamente, ao vivo, no Canal da Comunhão no Youtube, às 12h00. É a oportunidade perfeita para você se conectar com a espiritualidade e encontrar a paz que tanto busca. Não deixe de participar do Grupo de Harmonização Chico Xavier e transformar a sua vida com a energia positiva e as mensagens inspiradoras que são compartilhadas. Inscreva-se agora mesmo no canal da Comunhão Espírita e não perca nenhuma edição! #GrupoDeHarmonizacaoChicoXavier #ComunhaoEspirita #TVComunhao 👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais e a aplicação de sanções pelo YouTube. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!
E eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Bom dia, meus amigos. Sejam muito bem-vindos ao nosso momento de harmonização da comunhão espírita de Brasília. Eu sou a Márcia. E vou ter a alegria de conversar com vocês sobre uma lição que nos é trazida pelo espírito Emanuel no livro Seguime. Ela se intitula questões do cotidiano. E é interessante porque é como se o espírito emânel, apesar de ter estado na terra tantos anos atrás, né? E é como se ele conseguisse perceber, tivesse a sensibilidade para perceber quais são os nossos maiores desafios. com que nós nos deparamos, o que que nos tira do nosso ponto de equilíbrio e como nós podemos fazer para escolher melhor as decisões que tomamos para que a gente volte ao nosso ponto de equilíbrio. Então, é sobre isso que Emanuel vem nos falar nessa lição que se intitula questões do cotidiano. E ele inicia citando um trechinho da oração que Jesus nos ensinou, Pai Nosso. Ele cita aquele trechinho que diz assim: "E não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal". E é interessante porque em um primeiro momento, se nós formos pensar sobre essa frasezinha do Pai Nosso de maneira assim apressada, a gente vai achar que está tudo nas mãos de Deus. Então, Deus não me deixa cair em tentação. Deus me livra do mal. sempre Deus ou os nossos protetores estão agindo para nos ajudar. Mas existe uma questão um pouquinho mais profunda, porque nós temos responsabilidade sobre tudo que nos acontece. Quando nós vamos lá no Evangelho, no capítulo 5to, saber é o capítulo bem-aventurados os aflitos. Quando nós vamos nos itens quatro e seguintes, de quatro a cinco, nós vamos estudar as causas atuais das aflições e em seguida as causas anteriores das aflições. Por quê? Kardec vai nos explicar que se tudo tem uma razão de ser, se nós estamos vivenciando algo, é porque existe uma causa para aquela experiência. Então, se ela não está no nosso presente, ela está no passado. E aí, por isso, ele nos convida para que nós lancemos um olhar
tamos vivenciando algo, é porque existe uma causa para aquela experiência. Então, se ela não está no nosso presente, ela está no passado. E aí, por isso, ele nos convida para que nós lancemos um olhar mais cuidadoso sobre, podemos dizer assim, o que que nós temos plantado, porque nós colhemos o que plantamos, já nos ensinou Cristo. Então, o que que nós temos plantado? E o que que eu posso fazer para, tendo um olhar mais atento sobre esse meu plantil, como é que eu posso fazer algumas alterações para construir a minha paz de espírito, o meu equilíbrio e, por que não dizer, a minha felicidade, a minha alegria? E Emanu então vem nos falar sobre escolhas. Iniciando, vejam que interessante, com esse trecho do Pai Nosso, em que nós somos levados a achar que tudo depende do que Deus vai me dar, mas ele começa a nos convidar a refletir sobre a nossa parte, o que que nós oferecemos, o que que nós investimos buscando aquilo que é necessário paraa nossa felicidade. Então ele começa, meus amigos, a nos falar das nossas escolhas diárias. Viver é escolher. Nós estamos aqui nesse momento juntos, né, virtualmente, porque nós escolhemos estar aqui, mesmo que não seja que alguém vai ver depois, né, não é exatamente meio-dia da quinta-feira, mas nós escolhemos estar nesse momento em que dedicamos a nossa atenção para refletirmos juntos sobre o que nos acontece, para estudarmos as lições do Cristo, que nos traz o espírito emânel nesse esse livro segue-me. Então, nós escolhemos e quando nós escolhemos, bom, a gente às vezes escolhe muito bem, parabéns, acertamos. E às vezes a gente escolhe muito mal. E de um jeito ou de outro, sejam as escolhas boas ou ruins, elas nos trazem consequências. Quando as consequências não são agradáveis para nós, a gente fica assim com aquela pulga atrás da orelha. Meu Deus do céu, não gostei. Como é que eu vou fazer para que seja diferente? Para que eu experimente coisas diferentes, sensações diferentes? E aí nós começamos naturalmente levados pelo processo de
Meu Deus do céu, não gostei. Como é que eu vou fazer para que seja diferente? Para que eu experimente coisas diferentes, sensações diferentes? E aí nós começamos naturalmente levados pelo processo de evolução a refletir sobre as nossas escolhas. Começamos a caminhar de um momento de infância espiritual em que nós achamos que tudo nos é devido, que a o que eu vivencio de bom ou de mal depende talvez da graça ou não de Deus, dele ter olhado com mais carinho para mim ou não. como se nós tivéssemos diferença pro nosso pai. Nesse momento em que nós começamos a amadurecer, nós somos chamados a refletir sobre a nossa participação. O que que eu tenho escolhido? E Emanuel, para facilitar para nós, vem nos falar sobre uma série de situações que nós vivemos no nosso cotidiano. Então, ele vem nos falar, vem nos convidar a refletir sobre aqueles momentos em que a gente é desconsiderado por alguém. Quem nunca passou por isso? Poxa, o fulano agiu com muita desconsideração. Ele não pensou em mim. Ele não eh não se preocupou com os meus sentimentos ou com as minhas necessidades. Quem de nós já não passou por esses momentos em que nos sentimos desconsiderados? E aí para esses momentos, Emanuel nos convida a fazer esse exercício. Se formos injustamente desconsiderados por alguém, não será mais razoável deixar a esse alguém com a revisão do gesto irrefletido? Ou seja, não será melhor eu deixar que o outro vá pensar sobre o que ele fez e pense e avalie e desperte naquele momento ou depois? Enfim, não será melhor que eu deixe que o outro se responsabilize pelas suas próprias atitudes? ao invés de formularmos exigências nas quais viremos, talvez novamente a perder a própria tranquilidade. Então, vejam bem que ele nos coloca diante de uma espécie de bifurcação, escolhas diferentes que nos levam a resultados diferentes. Então, se alguém age de uma maneira a me desconsiderar, eu tenho duas possibilidades a fazer. Eu posso deixar que o outro pense sobre o que ele fez e ache que está certo ou tá errado, peça
diferentes. Então, se alguém age de uma maneira a me desconsiderar, eu tenho duas possibilidades a fazer. Eu posso deixar que o outro pense sobre o que ele fez e ache que está certo ou tá errado, peça desculpas ou não, é do outro. Ou eu posso me prender nesse lugar de pessoa que sofreu a desconsideração e ficar formulando exigências que não vão ser atendidas e que só vão servir para tirar minha paz de espírito. Por exemplo, puxa, ele não devia ter feito isso. Não é possível que a pessoa não viu que eu tô precisando ou que eu tô passando por isso ou por aquilo? Não é possível que ele não viu que eu já fiz isso ou aquilo ou aquilo outro por ele. Exigências que nos levam apenas a perder a nossa paz de espírito. Porque uma coisa é certa, meus amigos, o outro vai agir da maneira que ele achar mais conveniente, de acordo com os padrões de consciência dele e não de acordo com os meus padrões de consciência, mas diante daquela desconsideração que eu sofri, eu posso escolher, eu vou deixar ele arcar com as próprias consequências dos seus atos ou eu vou ficar me debatendo, exigindo que ele mude, que ele seja assim o assado quando não está no meu poder fazer nada disso. E quando eu escolho ficar me debatendo nessas exigências, o que que é certo acontecer? Eu vou perder minha paz, porque eu estou me deixando envolver por uma única ideia. Eu estou eu estou deixando que as minhas energias sejam drenadas porque eu tô remoendo aquela falta de consideração que eu sofri. Então, ele veio nos convidar a pensarmos antes de nós agirmos dessa ou daquela maneira. Um outro exemplo que Emanuel nos traz é quando nós somos ofendidos por alguém. Ele nos pergunta assim: "Se somos ofendidos, por que não nos colocamos por suposição, no lugar daquele que nos fere ofende? Que tal se eu me parar um pouquinho e me colocar no lugar dele que tá me ferindo?" para que eu possa pensar, que eu possa enumerar as vantagens que eu tenho. Puxa, eu tive condição de ter uma educação às vezes mais equilibrada, às vezes o outro não
no lugar dele que tá me ferindo?" para que eu possa pensar, que eu possa enumerar as vantagens que eu tenho. Puxa, eu tive condição de ter uma educação às vezes mais equilibrada, às vezes o outro não teve. Eu tive condição de naquele dia, por exemplo, estar gozando de uma saúde sem nenhuma dor. Sei lá se o outro tá experimentando alguma dor que tá deixando com que ele fique mais irritado. E a gente sabe disso. Às vezes é uma coisa boba, um resfriado, uma dor de cabeça. Ah, meu Deus, a gente já perde a paciência, já fica irritado, a gente não sabe as condições do outro. Por isso, a Mano nos faz esse esse convite. Que tal se a gente se colocar no lugar dele? e pensar primeiro nas vantagens que a gente tem e observar com silencioso respeito os prejuízos que lhe que lhe dilapidaram a existência. A gente observar as agruras pelo pelas quais os outros o outro passou, as dificuldades que ele teve, as oportunidades que ele não teve, que muitas vezes nós tivemos. Então, que a gente pare e observe um pouquinho, se coloque no lugar do outro. Eu acho tão engraçado, eh, porque algumas pessoas reclamam muito do trânsito, né? E interessante a gente ver a nossa reação. Então, meu pai reclamava muito, né? Brigava no trânsito, reclamava de um, de outro. E uma vez a minha irmã me deu uma grande lição. Ela falou, até que eu não reclamava não, mas era em relação ao nosso pai, né? Uma vez ela falou assim, levou uma fechada de alguém, ela falou: "Meu Deus do céu, sabe lá se o outro não tá com uma dor de barriga?" Gente, uma dor de barriga faz você esquecer as leis de trânsito, não faz? Então, sabe lá o que que o outro tá vivendo. Eu conto isso de uma maneira assim mais leve, engraçada, né? Até mesmo muito simples para dizer, para nos lembrar que nós não sabemos o que tá na cabeça do outro, quais os sentimentos que estão impulsionando aqui. Ele está reagindo, porque muitas vezes o outro só reage a nós e nos ofende, nos magoa. Às vezes não tá nem reagindo a nós, mas a algo que ele viveu, algum gatilho que
tos que estão impulsionando aqui. Ele está reagindo, porque muitas vezes o outro só reage a nós e nos ofende, nos magoa. Às vezes não tá nem reagindo a nós, mas a algo que ele viveu, algum gatilho que foi acionado. Isso são questões complexas que a gente não consegue e elucidar assim rapidamente, né, e nem às vezes demoradamente, porque são questões complexas do psiquismo do outro, da vivência dele. E mano nos fala: "Então, vamos tentar a gente se colocar um pouquinho no lugar do outro, vê o que que ele tem eh deficiência, de prejuízo, vê o que que você tem. Olha para o que você já conquistou, o que você já caminhou e faça a sua escolha. escolher amargurar aquela ofensa, escolher trazer aquilo para nós como se fosse um presente que a gente recebe e nos deixarmos corroer por essa ofensa, nos indignarmos, gastarmos a nossa preciosa energia vital que poderia ser direcionada para tanta coisa boa que nos trouxesse felicidade e prazer. Não. Às vezes eu vou lá e direciono para ficar magoada com o outro, para ficar remoendo aquela ofensa, para ficar pensando em como é que eu vou dar o troco. Olha o desperdício de energia, um desperdício que vai nos atingir. Momentos de incompreensão, são momentos difíceis, porque todos nós queremos que o outro nos compreenda, mas como nós somos falíveis, nós somos imperfeitos, é claro que o outro muitas vezes não vai nos compreender. Assim como é claro que nós muitas vezes também não compreendemos o outro. São conflitos que fazem parte do nosso momento evolutivo. No nosso momento nós ainda não nos compreendemos. Então, como é que nós vamos agir quando nós fomos incompreendidos pelo outro? Será que não é mais aconselhável? Nos pergunta Emanuel, empregar aquele tempo trabalhando na execução dos deveres que nós abraçamos? Porque todos nós temos os nossos deveres e os nossos objetivos. O outro não me entendeu, não me compreendeu, fiquei magoada. Será que não é mais útil eu pegar aquele tempo e aquela energia e continuar fazendo os deveres aos quais eu me
veres e os nossos objetivos. O outro não me entendeu, não me compreendeu, fiquei magoada. Será que não é mais útil eu pegar aquele tempo e aquela energia e continuar fazendo os deveres aos quais eu me propus? Ao invés de fazer barulho para discerrar prematuramente a visão dos outros, às vezes com agravo dos nossos problemas. Então, quais são as escolhas que Emanuel nos coloca? De um lado, eu diante daquele daquela incompreensão, eu me centrar na realização dos meus objetivos, os meus deveres, ou eu fazer um barulho danado, ir atrás do outro, brigar, falar, provocar, tentar discerrar, dizer, mano, a visão do outro. Ah, ele tem que entender o que eu tô sentindo. Ele vai ter que ver. A gente quer às vezes enfiar, quase que goela abaixo do outro a nossa visão do mundo. Será que não é melhor a gente se concentrar nos nossos objetivos, nos nossos deveres, do que querer impor ao outro a nossa visão? Muitas vezes agravando os nossos problemas? Porque toda vez que nós não respeitamos o outro, a gente tá gravando os nossos problemas. No mínimo, estamos perturbando a nossa paz, no mínimo, sem contar outras coisas que podem acontecer também na hora que a gente se empenha a querer impor ao outro a nossa maneira de ser, a nossa maneira de ver e de compreender o mundo. O outro não me compreendeu. Paciência é o que ele poôde fazer utilizando as ferramentas que ele tem na sua própria mente, no seu próprio coração. Ele não compreendeu. Vamos seguir em frente. Eu não vou fazer com que ele me compreenda. Posso sim tentar ser mais clara, mas não de maneira violenta, de maneira exasperada, roubando a minha própria paz. Isso que em Emanuel nos aconselha. Quando nós somos criticados, nenhum de nós gosta de receber críticas, mas de novo, nós precisamos lembrar, nós não somos perfeitos, então nós vamos errar. O erro faz parte da nossa jornada evolutiva. O erro faz parte nesse momento da nossa do nosso modo de existir, porque nós não sabemos ainda tudo. Nós não conseguimos solucionar os nossos maiores conflitos
ro faz parte da nossa jornada evolutiva. O erro faz parte nesse momento da nossa do nosso modo de existir, porque nós não sabemos ainda tudo. Nós não conseguimos solucionar os nossos maiores conflitos internos e a gente vai errando. E o erro, nesse nosso nível evolutivo, ele faz parte do nosso processo de aprendizagem. Quando nós erramos, nós recolhemos material para o nosso crescimento, para a nossa aprendizagem. Então, quando nós erramos, o outro às vezes nos critica e aí a gente não gosta porque vai abalar algo que a gente tem guardado como se fosse uma coisa muito preciosa, mas que não é. Uma coisa que nos atrapalha, que é o nosso orgulho, é o nosso ego gritando: "Me reconheçam". entendam que eu sou maravilhoso, eh, sem defeito, né? Esse ego que nos aprisiona nessas ilusões e tanto mal nos causam. Então, se nós somos criticados em relação aos erros nos quais a gente tem incorrido, por que não nos resignarmos à próprias deficiências? Ou seja, por que que a gente não vai aceitar que a gente ainda erra, que a gente tem deficiência, a gente tem defeito? Por que que a gente não pode aceitar isso? Eu eu errei porque eu tenho defeito. Bom, isso não quer dizer que eu não vá me mobilizar para melhorar, mas eu preciso reconhecer. Bom, por enquanto eu ainda tenho esse problema. Então, quando o outro me critica, eu preciso reconhecer o meu erro. É uma escolha. ou a escolha que a que nos complica, a escolha que nos faz sofrer, é quando, em razão dessa crítica, nós vai nos dizer, Emanuel, nos preocupamos em rebater o outro, em dizer que nós estamos certos, entramos numa disputa de poder. Então ele nos diz assim: "Se criticados em razão dos erros nos quais ainda nos debatemos, por que não nos resignamos às próprias deficiências, retomando o caminho reto? Ou seja, nós erramos, vamos acertar. A gente saiu do caminho, vamos voltar pro caminho correto. Tem reações e provocações que somente dificultariam a nossa caminhada paraa frente. Então, nós podemos errar, reconhecer o erro e
os acertar. A gente saiu do caminho, vamos voltar pro caminho correto. Tem reações e provocações que somente dificultariam a nossa caminhada paraa frente. Então, nós podemos errar, reconhecer o erro e tentar acertar novamente. Ou nós podemos ficar presos nessa armadilha de ficar reagindo à crítica do outro, de ficar provocando o outro para que a gente possa de alguma maneira fazer as pazes com o nosso orgulho ferido. Vejam como nós gastamos a nossa energia com bobagem, com escolhas que não nos favorecem, escolhas que nos levam a experimentar sofrimentos, tristezas, solidão, muitas vezes. E quando nós estamos assim em um momento em que somos eh visitados pelas provações, pelas doenças, a gente sabe que aqui na Terra nós estamos num mundo de provas, expiações. E essas experiências difíceis, elas fazem parte também do nosso aprendizado, elas fazem parte do nosso roteiro evolutivo. Então, se a gente é surpreendido por uma provação dessas qualquer ou uma doença qualquer, por pergunta Emanuel, nós vamos nos insurgir, nos revoltar contra as circunstâncias. Nós sabemos que essas circunstâncias são temporárias, temporariamente menos felizes nos demando. E essas circunstâncias elas estão muitas vezes atreladas a nós em razão de nossas ações lá do passado. Aquela história da lei de causa e efeito. Às vezes a gente plantou confusão, a gente vai colher aquela confusão para quê? Para colocar de novo no lugar. para acertar novamente. Então, a gente pode, em vez da gente cultivar revolta contra essas circunstâncias que são passageiras, que foram causadas por nós mesmos através de nossas condutas anteriores, que tal se a gente aproveitar essa oportunidade para nos elevarmos, não deixar passar a oportunidade da dificuldade, da provação, da enfermidade, vamos extrair o que aquela vivência tem de bom pra gente. Vamos aproveitar para crescer espiritualmente. E para isso, meus amigos, a gente precisa ter muito claro o nosso papel aqui na terra. Nós não viemos aqui a passeio, não viemos aqui
m de bom pra gente. Vamos aproveitar para crescer espiritualmente. E para isso, meus amigos, a gente precisa ter muito claro o nosso papel aqui na terra. Nós não viemos aqui a passeio, não viemos aqui como se fosse um grande parque de diversões. Agora vou ver que brinquedo eu vou. Vamos aqui, vamos ali com mais diversão. Não é que a diversão não seja boa e não faça parte da nossa existência. ela faz também, mas ela não é o objetivo principal. Nosso objetivo principal é que nós possamos crescer interiormente. Nós viemos aqui para crescer, para acertar onde em outras oportunidades, em outras existências, nós já falhamos, nós já erramos, mas temos a oportunidade de refazer os nossos caminhos. Então nós viemos aqui para isso e por isso precisamos aproveitar toda a oportunidade pro nosso crescimento. Felicidade, vamos aproveitar para crescer. Tristeza, vamos também. Provação, dificuldade, contrariedade, doença, vamos crescer. Podemos crescer na alegria e na tristeza. Podemos crescer, como diz o padre, para as pessoas que se casam, né, na saúde, na doença, podemos crescer. O que que nos faz crescer interiormente? A nossa vontade, a nossa energia direcionada para que possamos nos avaliar e não ficar só inventando desculpa para dizer que a gente sempre tem razão, que nós somos vítima do mundo, que o outro é sempre o errado, eu que tô certa, enjuçada, e aí eu vou abrindo espaço pra revolta na minha vida, pra estagnação de uma energia. que podia estar me beneficiando, aquilo ali fica parado naquela reclamação, naquele aquele ciclo vicioso, naquela revolta. Então, meus amigos, são escolhas e Emanuel nos fala assim: em qualquer lances difíceis do cotidiano, qualquer problema que a gente tenha no nosso dia a dia, vamos adotar serenidade e tolerância. A serenidade e a tolerância são as duas forças básicas da paciência. Olha que bonito que ele nos diz. Então, nós queremos ser pacientes. E como é que a gente pode desenvolver a paciência? Primeira coisa, serenidade. Se diante de uma situação complicada eu me desespero,
Olha que bonito que ele nos diz. Então, nós queremos ser pacientes. E como é que a gente pode desenvolver a paciência? Primeira coisa, serenidade. Se diante de uma situação complicada eu me desespero, gente, eu não sei vocês, mas na hora do nervoso, capaz que eu esqueço até meu próprio nome. Quanto mais poder raciocinar com clareza sobre alguma situação, então a serenidade, como as pessoas dizem hoje em dia, né, para respira, né, antes de tomar alguma decisão, respira. Essa serenidade vai fazer com que nós possamos ter acesso aos nossos recursos interiores. A gente tem um arsenal de recursos para lidar com as situações de provação que a vida nos oferece. Mas se eu me desespero, ixe, a serenidade vai embora. Eu não consigo mais nem pensar direito. Então, a serenidade a gente precisa cultivar. Calma. essas dificuldades vão passar. O que que eu posso fazer diante do que eu estou vivenciando? Essa é a serenidade. A tolerância que é a outra a outra força da paciência. O que que é tolerar alguma coisa? Eu saber que tem algumas situações que eu preciso atravessar com, como diz Joana de Angeles, resignação ativa está na minha vida. Eu vou viver aquilo ali, mas procurando empregar todos os meus recursos para melhorar a minha situação, para deixar aquele sofrimento de lado, para reconquistar o equilíbrio, tolerância. Eu sei que aquilo ali vai passar e eu vou empregando as minhas forças, construindo um caminho de saída, contando com a assistência dos bons espíritos. E aí a prece é importantíssima. A nossa sintonia, ela é ela é construída através da prece, sim. Através das boas ações, sim, também dos bons pensamentos, sim, das batalhas que a gente tem para vencer as nossas dificuldades internas. Sim, também as tentações das quais nos falou Cristo no Pai Nosso. Nós vamos vencendo dessa maneira. E aí nós vamos procurando, quando nós dizemos assim: "Não nos deixeis cair em tentação, vamos procurando acertar". A tentação é o quê? É o erro, é o equívoco, é aquele comportamento que eu já sei que eu tenho
vamos procurando, quando nós dizemos assim: "Não nos deixeis cair em tentação, vamos procurando acertar". A tentação é o quê? É o erro, é o equívoco, é aquele comportamento que eu já sei que eu tenho uma tendência aí para ele, mas ele me faz mal. Então eu preciso empregar as minhas forças para escolher diferente. E assim eu vou evitando os males que podem ser contornados se eu fizer escolhas melhores. Vejam que lindo que a mana vem nos falar, chamando para nós a responsabilidade em relação às nossas escolhas. E ele vai nos dizer, então, que se nós adotarmos a serenidade e a tolerância, essas duas forças básicas da paciência, nós vamos caminhando. A fé é muito importante. A fé raciocinada é muito importante para que a gente não caia na cegueira do fanatismo. Então, não tudo Deus vai prover e tem que ser assim. Isso é o fanatismo. Então, a fé raciocinada é um elemento importante, mas a gente precisa da paciência, meditação e autoanálise, a fim de que não venhamos a tombar nos desvarios da inquietação. Interessante ele falar inquietação, né? Nesse momento em que nós experimentamos como como humanidade, essa epidemia de ansiedade, de depressão, é a inquietação. Emanuel vem nos propor o remédio, a paciência. Precisamos ter uma visão mais ampla da nossa realidade espiritual e assim ter essa paciência de atravessar as provações que precisamos atravessar, fazendo o nosso melhor para construirmos momentos de paz e de felicidade. A meditação a serenar o coração e a autoanálise que nós tão pouco fazemos é um instrumento importante para o nosso crescimento, para a nossa felicidade. E assim, meus amigos, com esses três elementos, a paciência, a meditação, a autoanálise, nós vamos evitando esse precipício que às vezes nos acompanha a nossa existência, que é a inquietação. E a gente não cai na inquietação, não tomba nesse precipício. E se nós tombarmos, vamos novamente a serenar o nosso coração e construir o nosso caminho de volta ao equilíbrio. Meus amigos, eu agradeço a vocês esses momentos de
etação, não tomba nesse precipício. E se nós tombarmos, vamos novamente a serenar o nosso coração e construir o nosso caminho de volta ao equilíbrio. Meus amigos, eu agradeço a vocês esses momentos de reflexão, de interação, de amizade e convido a todos para o passe virtual. Tenham todos uma boa tarde. Fiquem com Deus. finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e
e cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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