VENCE O MAL COM O BEM - Márcia Sirotheau [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 17/08/2025 (há 7 meses) 56:01 1,923 visualizações

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Transcrição

Os trabalhos dos domingos às 18 horas, eles têm um objetivo especial, é que nós possamos reunir os nossos corações numa ação em prol do bem, em prol desses irmãos que num momento de dor, de aflição, resolveram abreviar a sua vida nesse planeta. Mas a nossa doutrina é tão maravilhosa que não condena ninguém à eternidade, ao fogo eterno do castigo. É nesse momento que nós nos reunimos e ao nos unirmos em oração, nós levamos a todos eles um lenitivo de amor, de paz, para que eles possam mais rapidamente se recuperarem desse momento e numa outra oportunidade virem ao nosso planeta para continuarem a sua missão. Também dedicamos aqueles que, ainda mesmo encarnados desenvolvem a ideiação do suicídio, que eles também possam sentir o amor que emana desse auditório e possam também modificar o seu pensamento. Para a nossa leitura de harmonização, escolhemos uma mensagem do livro Para Sentir Deus, eh, de autoria do espírito irmã Sidô, na psicografia de Vanderlei Oliveira. E a mensagem número 15, que tem o título O convite de Deus. E ela inicia citando um trecho de Mateus, capítulo 4, versículo 6. E disse-lhe: "Se tu és o filho de Deus, lança-te aqui abaixo, porque está escrito que aos seus anjos dará ordens a teu respeito e tomar-team nas mãos, para que nunca tropeces em alguma pedra". E a irmã Sidifô analisa e reflete a respeito disso, nos dizendo: "Perante quem nos desrespeitou, libertemo-nos pelo perdão. A vingança é um grilhão que nos adoece. Perante quem nos julgou, resguardemo-nos em nossos valores. A ofensa é um recibo em branco, confirmando as críticas alheias perante quem nos caluniou. Façamos silêncio. A réplica é um agastamento que nada produz em favor do bem. Perante quem nos traiu, examinemos, examinemos nossa consciência. A acusação, em algumas situações, pode ser um sinal de fuga. perante quem nos abandonou, procuremos a oração para entender os motivos pelos quais a vida nos entrega tamanha desconsideração. Um exame sincero e corajoso, apoiado pelo pedido de amparo e pela orientação

te quem nos abandonou, procuremos a oração para entender os motivos pelos quais a vida nos entrega tamanha desconsideração. Um exame sincero e corajoso, apoiado pelo pedido de amparo e pela orientação alheia, será o melhor receituário a seguir nos instantes agudos em que a dor nos encarcera no sentimento de injustiça e lesão. Cada ferida do coração nos dolorosos quadros da agressão emocional constitui medicação amarga na solução de velhos dramas da alma. Observe nessas horas sombrias que Deus não nos abandona, não nos desrespeita, não nos julga, não nos calunia e não nos trai, mantendo-se coerente e de mãos estendidas, convidando-se, convidando cada um de nós a se levantar dos tombos e continuar com ele de mãos dadas. e harmonizados que já estamos. Convido a todos à nossa oração inicial. Pai criador, inteligência suprema, causa primária de todas as coisas, rogamos pela tua misericórdia em favor de nossos irmãos suicidas, que desconhecendo tuas imutáveis leis, abreviaram a permanência nesse mundo. Permita, pai amado, que os espíritos de luz aqui presentes e Maria, mãe de Jesus, possam encaminhar nossas vibrações amorosas a esses irmãos, a fim de que eles, em um momento de lucidez, possam reconhecer o equívoco de sua atitude extremada e obtenham a oportunidade de recomeçar sua jornada em próxima existência, fortalecidos na fé e de não mais fugirem do caminho redentor. que nos conduz ao reino de amor e paz. Rogamos também, Pai amado, tua misericórdia e esclarecimentos a todos os familiares que nesse instante sofrem a perda de um ente querido. Que a fé e a esperança inunda em seu coração. Que assim seja. Meus irmãos, minhas irmãs, hoje temos a imensa satisfação de eh recebermos a nossa irmã Márcia Cirotor, que nos dirigirá a palavra numa mensagem muito presente, muito atual, que é v o mal, vence o mal com o bem, vence o mal com com bem e nos falar a respeito desse tema. Deus te abençoe, minha irmã. Que nós possamos assimilar toda essa esse conhecimento que você nos traz.

que é v o mal, vence o mal com o bem, vence o mal com com bem e nos falar a respeito desse tema. Deus te abençoe, minha irmã. Que nós possamos assimilar toda essa esse conhecimento que você nos traz. >> Meus amigos, boa noite a todos. É uma alegria sempre muito grande estar aqui nesse domingo. Eu tava dizendo pro Rodolfo quanto é especial esse domingo. Pro meu coração é é mais especial. que os outros dias não saibam, mas pro meu é porque é o dia em que nós nos reunimos para cada um de nós receber e transmitir a esperança. E eu não sei se vocês repararam que coisa mais linda esta revoada de pássaro que teve aqui. Durou 3 minutos, o passarinho dois voando, como se eles estivessem nos convidando essa renovação, distribuindo essas bênçãos que nós todos somos merecedores. Desculpa, gente, eu tô com uma tose horrorosa, mas tô com uma pastilha aqui que vai me ajudar com uma água que eu já pedi pra Dr. Bezerra ajudar e fluidificar. Então vamos junto porque faz parte desse tempo de secura, né? Então, meus amigos, a nossa o nosso tema hoje, vence o mal com bem. é um tema inspirado num capítulo do livro, do capítulo 35 do livro Fonte Viva. E ele é tão interessante esse tema, porque é uma mensagem que nos traz o espírito emano, né, no livro Fonte Viva, em que ele nos convida para que pensemos como que o bem se opera. A gente pensa muito no mal. O mal faz parte da nossa do nosso ciclo evolutivo. A gente está rodeado pelo mal e a gente sabe como é que o mal trabalha. A gente se choca, se magoa com mal, mas nós paramos pouquíssimo para pensar como é que o bem opera. Então, é esse o convite que o espírito emano nos faz nessa noite para que nós possamos entender o bem, como que ele vai trabalhar a nosso favor, como que nós vamos diante do mal que nos acontece agir, como que nós vamos agir diante do mal que nós ainda produzimos, porque a gente ainda produz o mal também. Então, que a gente possa ter uma ferramenta para o enfrentamento desse mal. E essa ferramenta é o bem. Então, espírito emano nos lembra

nós ainda produzimos, porque a gente ainda produz o mal também. Então, que a gente possa ter uma ferramenta para o enfrentamento desse mal. E essa ferramenta é o bem. Então, espírito emano nos lembra uma mensagem de Paulo em Romanos 12:21, que Paulo fala para nós assim: "Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal pelo bem". E aí, Emanuel, como sempre nos convida a olhar ao nosso redor e perceber a natureza. Balinha de gengibre para ver se essa tosse deixa a gente conversar, né? A gente reparar na natureza. O que que acontece com a natureza? da natureza é o livro aberto de Deus nos falando dessa vitória do bem sobre o mal, nos falando da renovação, nos falando de uma palavrinha que tá muito na moda, que é a resiliência, não é? Palavrinha da moda hoje em dia, que é justamente a gente diante do mal apresentar o bem. E aí o espírito emano nos fala assim, que a gente observe a natureza. Todos os elementos da natureza em face do mal, eles oferecem o melhor que eles possuem para reajustamento da harmonia e para a vitória do bem. Aí ele vai nos explicando e é interessante que Emmanuel vai nos falar, convidar hoje para que a gente se debruce a observar a natureza. E tão lindo, os passarinhos começaram o nosso trabalho de hoje, chamando atenção para eles com essa revoada lindíssima aqui no salão, espalhando essas bênçãos. Então ele diz que todos os elementos da natureza se reúnem para o reajustamento necessário, para a harmonia, para que haja a vitória do bem. Então, por exemplo, no dizem, quando um temporal daquele terrível, a gente tem, vai ter daqui a pouquinho em Brasília, né? Estamos na segura, mas daqui a pouquinho chega o temporal. Então, quando aquele temporal terrível eh destrói uma área gigante e a gente possa observar esses elementos da natureza se reunindo. Então, começando pelo sol, o sol vem e lança a luz sobre o lamaçal, curando as chagas do chão. Tá tudo ali, aquela lama, né, esparramada, aquela coisa horrorosa. E o sol, como que ele começa a curar aquele solo,

çando pelo sol, o sol vem e lança a luz sobre o lamaçal, curando as chagas do chão. Tá tudo ali, aquela lama, né, esparramada, aquela coisa horrorosa. E o sol, como que ele começa a curar aquele solo, o vento acarcia as árvores e vai secando aquilo ali que tava tudo inundado, molhado, encharcado, enxugando os ramos das das árvores, das plantas, as aves. Ele, ó, gente, eu não combinei com elas, viu? Mas o cântico das aves, olha. Ai, que lindo. É, o cântico das aves substitui o trovão e a planície que recebe aquela enchurrada terrível, ela se renova e vai converter tudo aquilo que desceu, trazido pelas chuvas, aquela aquele tanto de detrito vai ser convertido em quê? Em adubo, em vida. Não é isso? Isso que acontece com a natureza. o arra que suportava aquele peso terrível das tempestades, passar da tempestade, ele se torna leve, aquele ar gostosinho de depois daquela chuva, né? Eu que sou daquela área lá que tem aquelas tempestades tropicais, né? Pará, Belém, chove, aquela chuva que fica tudo preto, aquele céu chega, fica cinza. Aí daqui a pouco aquele aquele aquela atmosfera leve, suave, como se aquele temporal tivesse limpado tudo aquilo que não interessa, tivesse levado para fora. As árvores às vezes ficam destruídas, aquela aquela pronte da árvore destruída, galho quebrado, aquela confusão. Que que a árvore faz? Ela pouco a pouco ela vai se renovando, vai crescendo um galinho, outro galinho, ela vai produzindo novos flor, novas flores, novos frutos e renovando pacientemente. A terra pode até sofrer chuva de granizo, banho de lodo nos fala Emanuel periodicamente, mas nem por isso deixa de engrandecer o bem cada vez mais. Então, esses exemplos todos aos quais o espírito emano nos convida a que nos debrucemos, vem nos falar de duas coisas em comum diante da tempestade, da destruição, serenidade e trabalho. A natureza se asserena e pacientemente faz a sua parte, cumpre a sua missão para restabelecer, para renovar serenidade e trabalho. Essa é a lição que fica para nós também. E aí, meus amigos, vem a

ho. A natureza se asserena e pacientemente faz a sua parte, cumpre a sua missão para restabelecer, para renovar serenidade e trabalho. Essa é a lição que fica para nós também. E aí, meus amigos, vem a pergunta difícil, né? Enquanto a gente estava olhando a natureza, tava tudo lindo. E nós como é que a coisa fica quando se trata de mim? Quando o mal me atinge, quando a tempestade não é lá fora, mas é na minha vida. Quando tudo vira de cabeça para baixo, pode ser por conta de uma enfermidade difícil, a perda de um ente querido, uma desilusão na ráia afetiva, traições que não são só as conjugais, às vezes as traições de amigos também são tão doloridas para nós. A tal da decepção, me decepcionei com fulano, meu Deus, não esperava. arrasou comigo. São as tempestades que parece que nos deixam ali no chão, né, reduzidos a a só desespero. Qual é a nossa atitude na hora que nós somos visitados por essas tempestades? E eu gosto de falar visitados, isso não é eh sem querer, é de propósito, porque visita é alguma coisa, é alguém que chega na nossa casa e vai embora, não é? Assim também o mal que nos visita, assim também as dificuldades, eles nos visitam, eles não vêm para ficar. Mas para nós, desculpa, gente. Para nós no momento daquela dor, parece que aquela dor não vai passar. Parece que não é visita, parece que é hóspede permanente. Mas isso é uma impressão do nosso desespero causado pela intensidade daquele sofrimento. É natural. Daí a importância de nós nos socorrermos de uma leitura, de uma conversa como essa aqui a palestra, mas é uma conversa entre nós, né? Porque tá tudo ditado pela espiritualidade. A gente troca os pensamentos, as os sentimentos, as vibrações e vamos conversando, falando do que nos aflige, do que nos toca, do que nos dói. Como é que a gente faz na nossa hora? Será que nós eh fazemos essa renovação que é preciso? O espírito emano pergunta para nós assim: "Por que conservaremos o fé e o azedume do mal na intimidade do coração?" Que que é esse fé e azedume do mal? São

nós eh fazemos essa renovação que é preciso? O espírito emano pergunta para nós assim: "Por que conservaremos o fé e o azedume do mal na intimidade do coração?" Que que é esse fé e azedume do mal? São as mágoas que a gente conserva. São ais, os sentimentos de vingança, são os ódios, o ressentimento, ou seja, eu senti do eu ressinto, sinto de novo e fico ali naquele sofrimento. Então isso é conservar o fé, o azedume do mal no nosso coração. Por que que a gente faz isso? Qual a razão dessa fixação? Porque é algo que nós fazemos mesmo, acontece, a gente fica às vezes fixado naquela mágoa, naquela, naquela desilusão, naquela perda. É como se nada mais existisse na vida. Por que que nós fazemos isso? Nós somos também seres da natureza. Por que a gente não consegue ter a sabedoria desses passarinhos que revoaram aqui o nosso ambiente, espalhando luz, esperança para nós? Precisamos aprender. Isso é o que nos espera. Esse conhecimento é por nós conquistado. Nós temos ele latente no nosso coração, como uma bússola nos falando o caminho que nós devemos seguir. Todos nós evoluiremos. Mas esse aprendizado precisa ser conquistado por nós. E Em Emanuel fala para nós assim: "Aprendamos a receber a visita da adversidade educando-lhe as energias para proveito da vida. Não é isso que a natureza faz? Recebe aquelas energias todas, reduca aquelas energias e coloca todas essas energias para trabalhar em prol da vida. do reequilíbrio. Então, nós precisamos pegar essas adversidades como ferramentas para trabalhar as energias que nós trazemos. A energia não é o do mal que me atingiu, a energia que eu trago dentro do meu coração de filho de Deus. Filho de Deus destinado à felicidade. São energias adormecidas ainda. Porque a nossa consciência recém agora começa a despertar, como nos lembra com tanto carinho o espírito Joana de Ângeles nos chamando. Acho a coisa mais linda que ela fala pra gente. Crianças espirituais. Olha que coisa linda, gente. Somos crianças aprendendo. Então essas nossas energias estão ainda sendo

ana de Ângeles nos chamando. Acho a coisa mais linda que ela fala pra gente. Crianças espirituais. Olha que coisa linda, gente. Somos crianças aprendendo. Então essas nossas energias estão ainda sendo por nós despertadas. E por isso que a mana nos pede que a gente possa educar essas energias, porque a ignorância é apenas uma grande noite que cederá lugar ao sol da sabedoria. E por isso ele nos orienta que a gente use um tesouro que todos nós temos ocultos no coração, que é o tesouro do nosso amor. A gente tem esse tesouro, que a gente use esse tesouro em todas as direções. Geralmente a gente quer usar assim, né, como se não pode gastar, né? A gente quer usar ali para quem a gente gosta, como se gastasse. Mas o amor tem uma matemática diferente da nossa matemática que a gente aprende aqui na Terra. Porque na hora que a gente eh que a gente doa, a gente não pede, a gente ganha. Então, diminuiu, mas somou, é a matemática do amor. É diferente. Então, que a gente doe em todas as direções, estendamos o bem por toda parte. É a nossa ferramenta para apaziguar o nosso coração. É estender-se bem. Às vezes a gente se sente tão solitário, tão abandonado, né? A vida, sei lá, mudou de jeito. A gente era muito ocupado, de repente as ocupações vão diminuindo e a gente se sente assim, sem objetivo ou sem estímulo, né? acontece com a gente muitas vezes, mas que a gente possa aprender a ir em direção ao outro, a fazer laço. Ah, mas eu tô aqui em Brasília, não tenho ninguém, não tenho família, minha família é de outro lugar, me sinto tão sozinha, vamos fazer laço. Ah, porque pessoas que eu amava tanto partiram, me sinto sozinha. Vamos fazer laço. Nós somos a humanidade de irmãos e a nossa cura está no laço que eu consigo estabelecer com o outro. o laço de amor que eu consigo fazer com o outro. E esse laço de amor, claro que a gente não vai começar assim com aquele amor assim de de Madre Teresa de Calcutá, de irmã Dulce, não é ainda, né? Não sei de vocês, o meu não é não. Mas é aquele

outro. E esse laço de amor, claro que a gente não vai começar assim com aquele amor assim de de Madre Teresa de Calcutá, de irmã Dulce, não é ainda, né? Não sei de vocês, o meu não é não. Mas é aquele amorzinho que a gente começa, a gente dá um sorriso, a gente fala alguma coisa boa para alguém. É esse amor que a gente vai exercitando aos poucos. E Emanuel segue a dizer para nós, olha a fonte. Vamos prestar atenção numa fonte de água. Ela é tomada por lama, o que que ela faz? Ela continua fluindo calmamente. E aquela lama como que vai sendo dissolvida na pureza da água que a fonte oferece de si mesma. Então, Emmanuel diz assim: "A fonte quando tocada de lama jamais se dá por vencida. acolhe os detritos no próprio seio e, continuando a fluir, transforma-os em em bênçãos. No curso de suas águas, que prosseguem correndo com brandura e humildade para benefício de todos. A fonte continua a fluir diante dos detritos que lhe são despejados. Vamos de novo pra gente. E a gente, diante das adversidades, às vezes a gente quer se paralisar. Meu Deus, eu não dou conta de fazer mais nada. Não dou conta de dar um passo. A gente quer às vezes ficar eh de maneira figurada, às vezes até literal, né, escondido num cantinho escuro. Pega o travesseiro, pega o cobertor, se enrola ali, fica naquela toquinha para ver se passa dor. Mas qual que é o exemplo da natureza? É continuar a fluir. É isso que a fonte faz. Então, que a primeira coisa que a gente não se depencido jamais. Porque nós temos um destino luminoso, cada um de nós. Nós somos luzes, como nos disse o mestre Jesus, que a gente brilha a nossa luz. A gente não pode se dar por vencido, a gente pode até se dar por cansado. Aí eu acho que, né, gente, a gente também, né, às vezes a gente fala: "Ai, tô tão cansada, meu Deus do céu, eu preciso de ajuda, eu não tô dando conta, OK?" Mas por vencido não, porque nós estamos em um processo que continuará. Então, acreditar, que que é não se dar por vencido? É acreditar em um propósito maior. Eu não

ajuda, eu não tô dando conta, OK?" Mas por vencido não, porque nós estamos em um processo que continuará. Então, acreditar, que que é não se dar por vencido? É acreditar em um propósito maior. Eu não vim nessa terra aqui para sofrer, não. O sofrimento faz parte, faz. A gente aprende, estuda, faz parte. É um instrumento para minha evolução, mas não é o objetivo da minha existência. Então, acreditar em algo maior, o sofrimento, é um instrumento para o nosso crescimento. A sabedoria de Deus nos dando as oportunidades que a gente precisa para a nossa renovação. Acolher os detritos. O que seria isso para nós? Que detritos que a gente poderia acolher? Que que seria acolher os detritos para nós? teria que a gente possa apresentar diante dos gravames que a vida nos oferece a serenidade, não ceder a revolta. É claro que às vezes a revolta chega e a gente sente aquela revolta. Claro, né, gente? Nós estamos aprendendo mais não ceder a revolta, cultivar essa essa mansuetude daquele que sabe que mãos de luzes velam por nós, que tudo na nossa vida tem um propósito, que é, poderíamos dizer, sem medo de errar, construção da nossa própria felicidade, a construção da nossa paz interior. Então, acolher esses detritos, viver, realizar nossas tarefas, ai tá difícil, eu tô tão desanimada, vai a mesmo realizar as nossas tarefas, transformar os detritos em bênçãos. Quando a gente recebe alguma adversidade, vamos pensar assim numa coisa que acontece muito, né? A pessoa foi eh alvo de alguma desconsideração. Às vezes a gente é alvo de desconsideração. Puxa, fulano me desrespeitou, nem me viu, parece que eu não existo. Que a gente é um detrito, não é? Claro que é uma coisa que veio ruim pra gente, que a gente pega esse detrito e transforma em bênção. Como é que transformar isso em bênção? É o entender que aquilo ali dói. Se dói, eu não vou ter no outro. entender que aquela desconsideração é produto da ignorância. Então, eu vou trabalhar para eliminar a ignorância do outro. Não, porque eu não tenho esse poder, a

i dói. Se dói, eu não vou ter no outro. entender que aquela desconsideração é produto da ignorância. Então, eu vou trabalhar para eliminar a ignorância do outro. Não, porque eu não tenho esse poder, a minha ignorância. Vou trabalhar para transformar aquele detrito em bênção, procurando vencer a minha ignorância, a que eu tenho sobre mim mesmo. Porque muitas vezes a gente se ilude se colocando em um patamar espiritual que não é ainda o nosso. Então, acolher o detrito transformando em bênção, investir no próprio crescimento, na própria iluminação e prosseguir correndo que a fonte faz, né, com brandura, com humildade, para benefício de todos. Aí essa última explicação que Emana nos dá é a grande chave. Nós estamos todos conectados. Não há como eu existir sem impactar o outro. Estamos todos nos impactando o tempo inteiro, positivamente, negativamente. Na hora que eu trago para mim essa consciência, eu consigo ao menos me esforçar para que esse impacto seja positivo. E quando ele for negativo, tava de mal humorada, soltei os cachorros no outro. Já foi, né? Já soltou os cachorros, tá solto. E agora vamos recolher os cachorros, gente. Se soltou, vamos recolher. Vamos pedir desculpa. Vamos tentar ajeitar a situação para benefício de todos. em primeiro lugar, o nosso próprio benefício, falando em transformar o mal em bem, ou melhor dizendo, falando em vencer o mal com o bem, nós nos lembramos de uma história muito bonita que aparece no livro Ação e Reação, ditado pelo espírito André Luiz, ao médium Chico Xavier. E nesse livro, André Luiz e seu companheiro eh de estudos na espiritualidade, o espírito que se chamava Hilário, eles vão estudar em uma determinada colônia espiritual que se chama Mansão da Paz, a lei de causa e efeito. essa lei à qual todos nós estamos sujeitos, essa lei que nos foi ensinada desde muito tempo de uma maneira muito mais simples e que agora a gente começa a aprofundar, mas nós aprendemos há muito tempo que nós somos livres para semear, mas que colhemos o que semeamos. Esse é a lei de

to tempo de uma maneira muito mais simples e que agora a gente começa a aprofundar, mas nós aprendemos há muito tempo que nós somos livres para semear, mas que colhemos o que semeamos. Esse é a lei de causa efeito. Então, André e Hilário na companhia do Instrutor Silas estavam estudando a lei de causa efeito. E tem um capítulo especialmente eh tocante desse livro que se intitula eh débito aliviado, em que eles vão encontrar numa visita a um centro espírita um trabalhador em situação muito difícil em termos materiais. era um trabalhador que se via pelo seu aspecto, que tinha muitas dificuldades financeiras, lutava ali com dificuldade e tinha também algumas dificuldades de saúde. Mas não foi isso que chamou a atenção de André Luiz e de Hilário. O que chamou atenção era a maneira comovente com a qual a qual aquele trabalhador falava do evangelho de Jesus. O que chamou atenção foi a luminosidade que aquele senhor ainda encarnado irradiava a docilidade do seu olhar, a amorosidade das suas palavras. E eles já olham assim, né, já percebe aquele sujeito, percebem o que realmente tem que ser visto, né? Nós com os olhos da matéria só veríamos talvez ali o aspecto físico. Eles vendo com o olho do espírito conseguem ver muito mais. Mas a a humildade, a amorosidade era tanta que era como que catives, frequentadores. E aí eles estão lá nesse centro e se aproxima uma senhorinha desencarnada e fala assim: "Ah, instrutor, pá, vou querer pedir uma ajuda aqui, porque olha só, o nosso o nosso irmão se chamava Correa, como é que é o nome? Adelino Correa. Nosso irmão Adelino, eu queria pedir uma ajuda para ele. A velhinha desencarnada falou: "É porque olha, ele tá com dores terríveis. Essas chagas que ele tem pelo corpo." André Luiz conta que o corpo dele, a cabeça era toda tomada assim por uma irritação da pele com pequenos pontinhos de sangue assim na cabeça, no rosto, na orelha. Em outros lugares era como se abrissem rachaduras pela pele dele. E a senhora fala assim: "Ele tá sofrendo com

irritação da pele com pequenos pontinhos de sangue assim na cabeça, no rosto, na orelha. Em outros lugares era como se abrissem rachaduras pela pele dele. E a senhora fala assim: "Ele tá sofrendo com dor, será que vocês não podem fazer alguma coisa para aliviar?" E se elas fala: "Sim, sim. Ah, claro, claro que sim. Vamos fazer aqui nosso possível. Aí daqui a pouco vem um outro rapaz desencarnado também. Com licença, eh, instrutor, eu queria pedir aqui ajuda de vocês. É pro nosso irmão Abelino Correa de novo. De novo, é porque ele tá com muitas dificuldades financeiras. Veja o Senhor que eu deixei na terra uma mãezinha viúva que cuida dos meus dois irmãos menores e ela tá com muita dificuldade financeira. E eu então intuí o nosso irmão Adelino a que ele fosse lá e ajudasse ele achando que a ideia era dele. Olha como é que é intuição espiritual para o bem, para o mal. Ele achando que a ideia era dele, foi lá, procurou a minha mãezinha e mesmo sem ter recurso, deu a ela o dinheiro que ela precisava para comprar o remédio dos meus irmãos. Então, seria tão bom se pudesse essa situação dele de penúria ser um pouquinho aliviado. Ele tá, né, como a gente diria aqui na terra com a corda no pescoço, né, de tanta dívida, de tanta coisa, que ele pudesse ser aliviado. E aí são vários espíritos. Daí o Hilário fala assim: "Engraçado, a gente podia dizer, fala para And Luiz, a gente podia dizer que todos os trabalhadores da casa são devedores do Adelino, porque todo mundo pedindo por ele, grato, né?" E Silas fala assim: "É verdade. Ele é mesmo detentor de muitos créditos, mas também tem ainda alguns débitos, né? Ele procura, procura pouco a pouco quitar, né? E aí ele, o Silas fala assim, diz assim para no livro, Adelino cultiva a aventura de substancializar a fé e o conhecimento superior, que os mensageiros de Jesus lhe confiam em obras de genuíno amor fraternal. Olha que coisa linda, gente. Quem não quer para ser essa aventura, nós todos podemos ter a felicidade de colocar, de materializar de alguma

ros de Jesus lhe confiam em obras de genuíno amor fraternal. Olha que coisa linda, gente. Quem não quer para ser essa aventura, nós todos podemos ter a felicidade de colocar, de materializar de alguma forma os ensinamentos que a gente recebe aqui em obra de amor fraternal. É uma aventura, é uma alegria quando a gente consegue fazer isso. E aí nós vamos então conseguindo atenuar os nossos débitos. E aí eles acompanham Adelino até a casa dele, né? Material. Bem que tem uma senhorinha lá, é a mãezinha dele. Ai, André Luiz, essa nessa parte eu fiquei meio brava com André Luiz, né? Vou vou desabafar aqui, sabe? Pedro, porque ele fala uma senhora idosa de 60 anos. Eu não gostei. Eu achei que André Luiz tá, como é que fala? Eh, com fobia de idade. Não gostei, mas enfim, né? Ele escreveu assim, eu tenho que dizer. Aquela senhorinha muito idosa, de 60 anos. Tudo bem que a obra é de 50 e pouco, né? Parece. Então, e aí encontra aquela senhorinha e encontra também três caminhas ali de uma mocinha, uma menininha de 9, 10 anos e de outras duas crianças. A menininha era filha dele. Aí Silas, ô Hilário e André Luiz e e pela idade do Adelino, tá aí nos 40, né? Tem essa filhinha. Cadê a esposa? A espiritualidade não comenta nesse momento, mas percebe-se que ela havia abandonado o lar. Depois eles falam: "Olha, ela abandonou o lar quando a menininha tinha três aninhos, ela tá com 9, 10, então ele cuida da filha sozinha e ele tem esses dois menininhos que ele havia adotado também. E interessante que eles descrevem a menininha era uma menininha loura, talvez do mesmo e tipo da do pai, né? E os menininhos eram dois menininhos pretos, haviam sido adotados. Por que que eu tô chamando atenção para esse detalhe? Porque nós vamos ver na outra existência o que que tinha acontecido. Então nós vemos agora nessa existência alguém trabalhando, fazendo frente às suas dificuldades, porque olha, pensa bem, um problema de pele gravíssimo foi este problema que o levou ao centro espírita ainda jovenzinho. E lá ele obteve alguma

lguém trabalhando, fazendo frente às suas dificuldades, porque olha, pensa bem, um problema de pele gravíssimo foi este problema que o levou ao centro espírita ainda jovenzinho. E lá ele obteve alguma melhora, mas obteve muito mais importante que a melhora, a bênção do conhecimento. Com esse conhecimento, ele começou a se autodisciplinar. A nossa tarefa, a mais difícil de todas, a autodisciplina, a gente não quer, né, gente? É difícil. A gente quer que a coisa já venha arrumada, mas é a tarefa que a gente precisa fazer da autodisciplina. Então ele começa a se autodisciplinar e a empregar aquele conhecimento para o seu próprio crescimento, para o trabalho de reconstrução de si mesmo. Então tá aí nesse centro espírita desde bem novinho, né? E aí essa é a situação dele atual. E o espírito Silas então explica o que que havia acontecido em outra existência. Adelino havia sido filho, era filho de uma dessas escravas. A mãezinha que havia sido violentada pelo pai morre no parto. E o pai que se chamava Gaspar era um sujeito muito cruel que estuprava as escravas e muitas das vezes as vendia ainda com os bebezinhos recém-nascidos para não ter que ouvir reclamação, confusão, choro, quechume. Já vendia a escrava e o filho junto. Mas com Adelino, que nessa existência anterior se chamava Martim, foi diferente. Desde o começo, sentiu uma afeição profunda por esse filho que era naquela época se dizia bastardo, né? Então, legitimou esse filho e criou com todo carinho, dando tudo para ele, educação ali na fazenda, eh, amor, os meios materiais de progredir e pai e filho, apesar do pai ser um homem muito cruel, maltratador lá dos escravos, né? Apesar disso, tinha uma relação maravilhosa com esse filho. E passados muitos anos, esse senhor resolve se casar já na meia idade. André Luiz é a meia idade, 40 anos. O homem tava novo, 40 anos. Resolve se casar com uma mocinha de 21. O o Adelino que se chamava Martim tinha 23. E aí traz a moça pra fazenda. E o Adelino começa a se engraçar pela moça e

ade, 40 anos. O homem tava novo, 40 anos. Resolve se casar com uma mocinha de 21. O o Adelino que se chamava Martim tinha 23. E aí traz a moça pra fazenda. E o Adelino começa a se engraçar pela moça e se encantar pela moça. E aquela relação com o pai tão amorosa, tão maravilhosa, começa a ser de ódio, porque ele não suportava que o pai tivesse aquela moça que na verdade era objeto da cobiça dele, né? E aí começa a ter uma relação estremecida e os dois começam a dar um jeito de se encontrarem furtivamente. A coisa vai crescendo por esse lado desse romance, as escondidas, até que os dois ten a infeliz ideia, a infeliz ideia que de vez em quando acomete a cada um de nós de fazer o mal feito. E eles resolvem então se livrar do Gaspar. dão um sedativo para ele com a ajuda de dois capatazes da fazenda, terrivelmente cruéis também, abusadores das escravas também resolvem dar um sonífero para o senhor de 40 anos, Gaspar, e deixá-lo ali inconsciente e colocar fogo ali no quarto, simulando o incêndio. Então, Gaspar morre numa situação de muita aflição em meio àqueles berros de dor, né? Imagina só. morte terrível e desencarna muito revoltado. Olha como é a lei de cause. A partir desse instante, Adelino, que era o Martim dessa existência, achava que ia ser feliz com a amada e que aquele crime ficaria impune. Mas vocês sabem, né? A gente aprende lá no livro dos espíritos onde é que tá a lei de Deus? Na nossa consciência. E nós não podemos não perceber a existência da nossa consciência nos acusando. Ele tentou, tentou de todo jeito, não havou consciência, tentou esquecer, resolveu deixar a fazenda na mão de alguém, foi paraa Europa, mas não conseguia. O espírito do pai também revoltado no no plano espiritual começou a perseguir esse filho que antes era seu grande amigo. E a sintonia mental, vejam como é que funciona a sintonia mental estabelecida entre aquela mente daquele espírito desejoso de vingança, o pai assassinado. E aquele filho que na sua consciência se sabia ser culpado, por mais que tentasse

e funciona a sintonia mental estabelecida entre aquela mente daquele espírito desejoso de vingança, o pai assassinado. E aquele filho que na sua consciência se sabia ser culpado, por mais que tentasse colocar panos quentes na própria culpa, entorpecer a própria consciência, mas no fundo se sabia culpado, o que que acontece? Ligação mental. E aí começa um processo obsessivo seríssimo em que Adelino se vê coberto de chagas, como se o próprio corpo estivesse sempre em chamas. É um processo, André Luiz vai explicar, que é de hipnose. Hipnose induzida pelos espíritos perversos, aproveitando-se da consciência culpada. Um parêntese aqui para todos nós, quando a gente em tantas ocasiões nessa casa, em outras, fala tanto da proposta de que troquemos as nossas culpas, porque nós as temos pela responsabilidade, é justamente por isso, porque como disse irmã, que foi lida a a mensagem, né, também gosto muito da Herman, tem um livro dela que se intitula Os responsáveis são felizes, mas Não somos espíritos perfeitos, temos muitos débitos, mas na hora que nós assumimos a nossa responsabilidade e nos damos o direito à reparação, nós nos colocamos em outro nível. Não era o nível que estava Adelino ainda, porque ele ainda estava naquele arrependimento tardio, aquele remorço, que na verdade não quer consertar nada e que é só apenas esquecer. Então depois ele é hipnotizado então por espíritos perversos e passa 11 anos em sofrimento nas regiões de trevas. Até que ele é socorrido pelos espíritos dessa região eh de socorro que se chama Mansão da Paz. E aí, gente? Será que eu tô hipnotizada para torcer agora? Parei para pensar, não é possível? Meu Deus, vou me desipnotizar, usar a voz para coisas boas, né? Ou às vezes eu tenho que usar mais o ouvido, né? A voz, né? Também anotado. Tá assim, vamos, deixa só acabar aqui. Então, após esse resgate, ele é socorrido e aí começa o caminho, que é o caminho de todos nós, olhar para os nossos erros com coragem de refazê-los. Então ele começa a se dedicar, a

xa só acabar aqui. Então, após esse resgate, ele é socorrido e aí começa o caminho, que é o caminho de todos nós, olhar para os nossos erros com coragem de refazê-los. Então ele começa a se dedicar, a estudar, aceita todos os trabalhos, os mais difíceis, mais duros, ele aceita e aí ele conquista o que nós todos já conquistamos e que os nossos irmãos da espiritualidade que nos ouvem também estão prestes a conquistar o grande presente para todos nós, o mérito do retorno para refazer o que ficou errado. E ele então recebe esse presente. Vejam como é que a situação muda completamente quando a gente olha a vida do ponto de vista mais amplo da imortalidade. Se a gente olhar apenas a matéria, vamos ver ali. O senhor perdeu a esposa, tá lá com tanto de filho para criar, meu Deus do céu, dificuldade financeira, todo doente. Ô meu Deus, um homem tão bom. E Deus, não é justo mesmo? Como é que pode? Olhando do ponto de vista do espírito imortal, a bendita e abençoada oportunidade do recomeço, da autorredenção, para que nós nos recuperemos, voltar à terra para iniciar o seu resgate. Então ele renasce, né? Aí eu já contei a vocês que ele começa então a frequentar esse centro por causa da da pele. Detalhezinho que interessa a todos nós. O espírito Silas fala e a lesão que ele mesmo causou em seu próprio perespírito em razão de sua consciência culpada e da agressão à lei divina consistente na traição e assassinato do próprio pai. deveria causar no corpo físico um impacto muito maior, porque nós sabemos que nós plasmamos o nosso corpo físico de acordo com o nosso nível de consciência. Então, o corpo físico a ser plasmado seria um corpo completamente coberto de chagas, mas ele tendo a boa vontade de se autodisciplinar e de trabalhar, recebe a bênção de que aquelas chagas cubram só parte da cabeça, alguma parte ali do corpo, tem dor, tem sofrimento, sim, natural é consequência do que ele fez, mas que não o impossibilita de trabalhar para redimir o seu próprio débito. Nenhum de nós está impossibilitado de

rte ali do corpo, tem dor, tem sofrimento, sim, natural é consequência do que ele fez, mas que não o impossibilita de trabalhar para redimir o seu próprio débito. Nenhum de nós está impossibilitado de trabalhar. Olha que maravilha, gente, esse auditório aqui cheinho. Todos nós temos a mesma bênção, a mesma graça. Estamos com toda a condição, como a gente diz, com a faca e o queijo na mão para resolver as nossas pendências de existências passadas. Temos tudo e mais um pouco, mais um pouco é o auxílio da espiritualidade. Então, vejam a nossa a nossa bênção. E aí, então aí pergunta assim: "E o pai dele? Você não queria ser curioso?" "Não, mas que que aconteceu lá com com Gaspar que tava lá obsediando, né? Porque Silas conta assim, as ações do Adelino no bem eram assim de tanta intensidade, tanta sinceridade, de tanto compromisso com a própria mudança, que os perseguidores espirituais começaram a ficar acabrunhados, né? Acabrunha. Ah, esse cara aí, né? Nem é mais o mesmo de antes, nem tem graça mais, né? Querer fazer sofrer. Olha aí, fazendo s bem. Para nós também fica a dica, né, gente? É o que a gente deve fazer, nos dedicar a trabalhar pelo nosso próprio bem. E aí as nossas companhias espirituais vão também sendo beneficiadas pelo nosso próprio exemplo. É porque a gente virou santo? Não, de jeito nenhum. É porque estamos nos esforçando para sermos agora melhores do que antes. A gente não vai virar santa da noite pro dia, mas a gente pode se esforçar para ser melhor e a gente pode fazer a nossa partezinha. Então, eh, Silas conta que vários perseguidores foram se afastando, foram até mudando de vida. O que aconteceu com Gaspar? Aí Silas fala assim: "Não, eu vou, não vou contar ainda não. Isso aí a gente aguarde amanhã." E aí chega uma amanhã e eles todos vão visitar novamente Adelindo que está dormindo e é despertado, então, para conversar com eles. Dessa vez vai o o dirigente da da mansão da paz, espírito que se chama Druz. E Druso vai, então desperta Adelino e fala assim: "Chegou a hora". Aí os dois,

despertado, então, para conversar com eles. Dessa vez vai o o dirigente da da mansão da paz, espírito que se chama Druz. E Druso vai, então desperta Adelino e fala assim: "Chegou a hora". Aí os dois, né? André e Lar, opa, que que que vai acontecer? Chegou a hora do resgate, chegou a hora da coroação dos seus esforços. Por quê? Aquele espírito do pai assassinado havia sido recolhido, havia também como filho trabalhado e havia também merecido em seu coração a oportunidade do retorno. Retorna ele como um bebezinho que foi abandonado pela mãe, porque ele não merecia ainda a alegria de ter um coração materno que o acolhesse. Não havia respeitado as mães, as mulheres. Então aquela situação ainda estava em processo de aprendizado. Então ele retorna, é colocado na porta de Adelino. 2 e pouco da manhã aquele bebezinho chorando. Adelina, então que havia sido despertado, não despertado do sono, mas desligado do corpo, do corpo físico, desligado do corpo físico para se encontrar com seus instrutores, já se preparava para receber aquele espírito. Ele já havia recebido os dois adotados que eu falei que eram dois meninos pretos. Por que que eram dois meninos pretos? Porque será? eram aqueles que haviam abusado dos escravos, que haviam maltratado tantas escravas e que também não tiveram a bênção de receber uma família estruturada. Não tava ainda no momento porque eles não haviam valorizado essas famílias. Haviam destruído tantas famílias olhando para os seus semelhantes escravizados como se fossem coisas. Então, estavam também em processo de aprendizado, mas foram recolhidos pelo amor de Adelino, que antes os havia desencaminhado para que pudessem todos juntos trilhar o caminho do bem novamente. Então, vejam, meus amigos, que coisa linda. Eu eu trouxe essa história para nós, porque é justamente a materialização do que o espírito humano veio nos ensinar hoje. Vence o mal com o bem. É o mal que vem de fora. É, mas é o mal que nós trazemos também dentro do nosso próprio coração, que só vai ser vencido

ialização do que o espírito humano veio nos ensinar hoje. Vence o mal com o bem. É o mal que vem de fora. É, mas é o mal que nós trazemos também dentro do nosso próprio coração, que só vai ser vencido pelo bem que nós fomos nos esforçando por praticar, pelas lições que a gente vai aprendendo. Porque não adianta a gente assistir 1000 palestras, fazer 1000 palestras, pior ainda, né? Tomar 500 passes não adianta nada. O que adianta é o que eu faço com esse tesouro que me é depositado? A espiritualidade trabalhando por nós. Nós estamos aqui na nossa conversa, todos nós sendo tratados com tanto carinho, não só fisicamente, mas das nossas dores morais do nosso coração, a nossa falta de esperança sendo tratada. O que que nós vamos fazer com esse tesouro? ou a gente vai fingir que não recebeu nada. Vamos utilizar esse tesouro para vencer o mal que nós ainda trazemos com o bem que nós vamos nos esforçando por praticar. Porque o bem para nós, ele precisa ainda ser aprendido, porque nós viemos um passado de erros. Por isso que Jesus falou para nós que a gente não resistisse ao mal. E voltando ao caso de Adelino, na hora que o bebezinho é colocado lá na porta, a Idruso, que é o dirigente da mansão da paz, fala assim: Adelino, Adelino: "Eis o pai ofendido, que rejeitado pelo coração materno que ainda não mereceu, vem ao encontro do filho regenerado. Adelino, tá aí o teu pai ofendido que não pode receber ainda uma mãezinha, mas ele vem ao teu encontro. Você, filho regenerado, acolhe esse pai que você ofendeu, constrói, vence o mal com o bem. Olha que coisa linda, gente. É o convite para todos nós. Nossos parentes difíceis são aqueles que nós não demos conta no passado, que a gente precisa agora dar conta. Todos nós que já temos o tesouro desse conhecimento, temos a condição de fazer isto. Então, que a gente possa fazer como Jesus ensinou, que a gente não resista ao mal, pra gente ser atropelado pelo mal, nada disso, mas para que a gente apresente o bem. O nosso tempo não é esse tempo de

ntão, que a gente possa fazer como Jesus ensinou, que a gente não resista ao mal, pra gente ser atropelado pelo mal, nada disso, mas para que a gente apresente o bem. O nosso tempo não é esse tempo de agora, 1 2 anos, 3 anos, 10 anos, não é isso. O nosso tempo é eternidade. O nosso objetivo é muito maior do que essa existência. É apaziguar o nosso coração. É apaziguar a nossa consciência. É fazer juiz a bênção que nós temos do renascimento, uma preciosidade. Vamos aproveitar. As condições são difíceis, foram causadas por nós e vem nos ensinar algo. Serão sempre difíceis, não? Vamos conquistar também condições de mais tranquilidade. Mas para isto vamos lembrar da natureza. Tudo na natureza diante do mal do desequilíbrio trabalha para renovação. Então vamos nós também trabalhar pela nossa renovação. Meus amigos, eu agradeço muito a vocês e peço de todo coração desculpa pela falta de condição de falar, mas é que eu realmente eu não queria faltar porque eu gosto muito desse momento, sabe? Então, agradeço muito a vocês o carinho por terem me ouvido. Desejo para todos nós que a gente possa se renovar cada vez mais, que a nossa esperança se renove, que a nossa certeza da proteção divina possa cada vez mais crescer, porque nós não estamos sozinhos. Temos no mínimo o nosso anjo da guarda sentado do nosso lado, segurando a nossa mão. E como eu gosto de brincar, quando fazemos a prece, ele nos abraça. Então, a prece é o momento que a gente recebe o abraço do anjo da guarda. Vamos receber cada vez mais abraços. Jesus nos abençoe a todos nós e um excelente fim de domingo para vocês. Obrigada. Nós é que agradecemos essa carinhosa reflexão que a nossa irmã Márcia Cirotô nos fez, nos lembrando sempre que para vencer o mal, só o bem. Na questão de 160 do livro dos espíritos, é dito que a prática do bem é o único objetivo da nossa vida. Não vamos praticar o bem que estaremos sempre vencendo o mal. E convidamos a todos para a nossa prece final, fechando os nossos olhos físicos e abrindo o nosso coração para o plano

tivo da nossa vida. Não vamos praticar o bem que estaremos sempre vencendo o mal. E convidamos a todos para a nossa prece final, fechando os nossos olhos físicos e abrindo o nosso coração para o plano espiritual, tendo na tela mental a figura do mestre Jesus. Jesus, mestre querido, entregamos em tuas mãos amorosas nossas dúvidas e aflições, pedindo que tenhamos força, fé e esperança para continuarmos nossa jornada nesse mundo. Rogamos que os espíritos protetores dessa casa e os nossos anjos guardiões visitem nossos lares, nosso local de trabalho e a nossa tela mental. levando salutares vibrações de paz e equilíbrio, afastando de nossa vida todo aquele encarnado ou desencarnado que algum mal queira nos causar. Abençoe também, Senhor, essa casa que nos acolhe à comunhão espírita de Brasília, na sua missão de promover o ser humano, facilitando-lhe o acesso ao conhecimento da doutrina espírita, amparando e ofertando-lhe os meus meios para a vivência cristã. Pai amado, abençoe-nos a todos. Graças a Deus e graças a Jesus. E chegou, e chegou o Fernando

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