Quem sou eu na Visao Espirita - Heber Carlos de Oliveira

Grupo Espírita Mensageiros da Luz - GEML 15/07/2025 (há 10 meses) 53:59 170 visualizações

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Transcrição

Umbre cego a beira de uma estrada em volta entrar. Veio Jesus e trouxe a luz o bem. Jesus ao Jesus ele Hoje também em Cristo e nem coração e sangu a Deus. V Jesus trou salvação. Jesusíssima ao Virgas lágrimas. Ele em noite ca sozinha em fial de ti senhor ti senhor rapaz do mundo sorri sofred Senhor me a gente emoite calmo sozinho. Se minha alma ti, senhor. A paz sorriso e ao sofredor e as monte a vida ao ano Jáou aqui lá. Eu vou esperar cantar matil. No. Senhor, vem o só temamento e coração >> desligados lá do mundo exter nesse templo de fé e oração. Procuremos entrar em sintonia com os nossos mensageiros no além. pelas lbas da harmonia tão somente praticar do bemvendo ao mestre uma preceando tampar e proteção por aqueles que laboram. Procurando a regeneração. Procuremos em sintonia. os nossos mensageiros no além pelas ondas do amor e doonia. Tão somente de cado, vem pelas ondas do amor e da harmonia, tão somente praticado bem. Olheos cristalinos azuis da cor do céu. Papai ilumina. Se fosse rosse na terra com sofrer, sorrir com chorar. Óos cristalinos azuis da do céu. sem Pergunta sofrer, um sorrir. Mes apóstolo do receba as nossas preces e coração também te menci apóstolo da luz põe as nossas aos pés de Jesus. Hum. >> Sintonizados com Dr. Bezerra de Menezes, que estamos evocando por meio da música, vamos por intermédio dele glorificar a Deus, louvar o seu nome e agradecer pelas bênçãos que temos recebido, pela bendita oportunidade da vida, da reencarnação, do conhecimento da doutrina espírita, a bênção do grupo espírita mensageiros da luz às nossas vidas. Por este instante de oração, por todos que nos encontramos reunidos. Agradeçamos pela pátria, família, amigos, companheiros da Ideal, trabalho que nos dignifica a vida, saúde às vezes relativa, o dia de hoje e ao lado do louvor e do agradecimento, com muita humildade, continuamos buscando a presença amorável de Dr. Dezerro de Menez, para suplicar a ele que por acrésimo de misericórdia interceda por nós junto ao nosso mestre

e do agradecimento, com muita humildade, continuamos buscando a presença amorável de Dr. Dezerro de Menez, para suplicar a ele que por acrésimo de misericórdia interceda por nós junto ao nosso mestre Jesus, para que ele nos fortaleça na sabedoria, na humildade, na fé, concedendo-nos saúde e paz, nos fazendo espíritos divulgadores da doutrina pela nossa ação, pelo amor que tivermos nos nossos corações. Bçãos. Pedimos para os aflitos da terra, pelas condições climáticas, por toda a violência, para os enfermos, os que não conseguiram atendimento médico, medicamento, para outros que, embora socorridos, passam por grandes agonias, aflições e dores, para os trabalhadores da área da saúde, nós vamos também pedir para o povo brasileiro, que somos todos nós, pedindo a Ismael que nos conceda a esperança, a dignidade da vida através do trabalho, da alimentação, educação, habitação, segurança, saúde dignas, as nossas autoridades que se fortaleçam na sabedoria, na humildade, na compaixão para com a população, o respeito às leis, a responsabilidade administrativa, a importância de darem bons exemplos. Nós vamos pedir também para o movimento espírita que as nossas lideranças se fortalezam na sabedoria, na humildade, no sentimento de união e unificação do movimento, abençoando cada dirigente, trabalhador, frequentador de casa espírita nesse nosso imenso Brasil, as nossas federativas, a Federação Espírita Brasileira, Conselho Espírita Internacional, a Federação Espírita do Estado de Goiás, a sua diretoria executiva, nosso nosso grupo espírita mensageiros da luz com todas as nossas unidades e frentes de trabalho. Nós vamos pedir também para os nossos lares, lares enlutados com pessoas enfermas, cirurgiadas, aguardando para se submeterem às cirurgias. Para aquelas pessoas vitimadas pela depressão, pânico, obsessão, fascinação, drogadição, alcoolismo, vícios morais, encarcerados, desempregados, endividados, qualquer que seja a aflição na nossa casa, nós estamos pedindo misericórdia.

a depressão, pânico, obsessão, fascinação, drogadição, alcoolismo, vícios morais, encarcerados, desempregados, endividados, qualquer que seja a aflição na nossa casa, nós estamos pedindo misericórdia. Também pedimos para as nossas crianças e jovens conceda a todos eles amor à vida, preservando as suas vidas com dignidade através do trabalho, daapá, da educação, da religião, dignas, fazendo desses jovens servidores da sociedade. Nós vamos pedir também para os espíritos aflitos, entristecidos, enfermos, que estiverem nas nossas casas levando desassossego, o sentimento de solidão. Os que aqui vieram, em qualquer lugar que estiver espírito necessitado, sejam todos amparados e esclarecidos e encaminhados às colônias espirituais. Aquilo que viemos buscar possamos receber. Que sejamos todos nós envolvos em muita paz. Você que nos honra com a presença, estamos transmitindo na sede do grupo Espírita Mensage da Luz. Que Deus te abençoe, te envolva também muita paz. Com esses pedidos, agradecimentos, louvor, nós estamos passando a palavra para o nosso irmão Éber, que vai trazer as suas colocações à luz da doutrina espita, ele que está aqui conosco todos os meses, nos auxiliando na divulgação da nossa abençoada doutrina. Seja muito bem-vindo, prezados irmãos e irmãs, compens espírita, que a paz do Senhor Jesus a todos nos envolva nessa noite e que nós possamos aqui hoje hoje termos uma oportunidade abençoada de reflexão sobre algumas questões que dizem respeito a nós enquanto espíritos imortais que somos declarados pelas obras básicas de Kardec, naturalmente livros espíritos, e estarmos aqui conscientemente, deliberadamente eh reunidos, encarnados para refletirmos sobre um tema que nos edifica o espírito, é muito bom e muito importante. E hoje eu resolvi trazer aqui para uma reflexão nesses minutos que nos são reservados cada segunda-feira. O título é Quem sou eu na visão espírita? Parece despretencioso e ao mesmo tempo instigante. Quem sou eu na visão espírita? Primeiro, quem sou eu? Eu sei

tos que nos são reservados cada segunda-feira. O título é Quem sou eu na visão espírita? Parece despretencioso e ao mesmo tempo instigante. Quem sou eu na visão espírita? Primeiro, quem sou eu? Eu sei quem sou eu efetivamente. Não precisa eh eu ter uma reflexão, uma palestra, uma preleção para que eu possa saber quem eu sou. E não apenas quem sou eu, mas numa perspectiva espírita, porque inúmeros filósofos se debruçaram sobre esse tema, sobre essas questões da do ser, da sua existência, né, da finalidade da vida, do verdadeiro sentido da vida. Mas nós vamos trazer aqui, sem às vezes deixar de citar um ou outro filósofo, mas dentro daquela visão que Kardec conseguiu extrair dos espíritos a respeito de quem de fato somos nós, cada um de nós indivíduos que somos perante a vida material, perante a vida espiritual que é a verdadeira vida. Então é a desse ponto de vista do espiritismo que nós vamos aqui tentar ter uma reflexão a respeito. E é claro que eu não vou também ter a pretensão de incutir na consciência de quem quer que seja uma resposta objetiva a respeito de o que cada um é, o que cada um se vê, se enxerga, porque esse é um ato muito pessoal, né? Não tem como, não existe uma fórmula mágica para que cada um se identifique, se encontre, senão trazer algumas e eh balizas que nos são dadas eh pelo espiritismo, principalmente, é claro, né, pelas orientações trazidas por Kardec, porque o espiritismo sem Kardec é tudo, menos espiritismo. E, aliás, a gente tá vivendo numa época difícil, né, de muita, muito questionamento a respeito do movimento espírita distanciado de Kardec. Então, Kardec é a pedra angular, é a base fundamental, não é um dogma, porque o espiritismo é uma é algo que evolui, que cresce, que se desenvolve, mas assim, tem princípios, tem bases, tem premissas que são, digamos assim, imutáveis, como qualquer ciência. As ciências elas têm os seus fundamentos, os seus princípios. Eh, a compreensão vai avançando à medida em que o homem também avança. Eh, a percepção de uma afirmação muda, porque

omo qualquer ciência. As ciências elas têm os seus fundamentos, os seus princípios. Eh, a compreensão vai avançando à medida em que o homem também avança. Eh, a percepção de uma afirmação muda, porque vai muito daquele que observa, do observador. O fenômeno observado depende muito quem observa. Então, os valores que a pessoa tem quando tem um conhecimento, quando adquire um conhecimento, ele vai mudando à medida em que esse conhecimento vai avançando. Então, é claro que o espiritismo não é algo pronto e acabado, mas existem fundamentos. E é sobre esses fundamentos, portanto, que nós vamos tentar refletir nessa noite sobre quem somos nós, né, dentro dessa perspectiva espírita. Bom, primeiramente a gente pode dizer que nós somos espíritos, não espíritas, espíritos. Porque o termo espírita ou espiritista foi um termo que Kardec ele criou. é o que chama-se em linguagem de neologismo. Ele, o neologismo é uma nova palavra que ele criou a partir de uma percepção que ele teve, já que ele estava trazendo uma ciência nova, uma filosofia nova, uma nova forma de perceber a realidade, né, trazida pelos espíritos, ele achou por bem fazer que eh trazer uma palavra para definir quem professasse o espiritismo, quem estudasse o espiritismo, quem se identificasse com o espiritismo. Então, para algo novo, dizia ele, o termos novos. Então, ele usou o termo espírita ou espiritista, exatamente para significar aquele que professou aquela nova percepção do mundo, aquela nova filosofia em contraposição a termos já existentes e existentes até hoje, como espiritualista, né? O espírita necessariamente é espiritualista. A recíproca não é verdadeira, nem todo espiritualista é são coisas diferentes. Então, dentro dessa perspectiva, ele nos trouxe uma nova dimensão que ele revelou através eh do ensino trazido pelos espíritos e dentro de um princípio maior chamado princípio da universalidade do ensinamento dos espíritos. Que que quer dizer isso? para evitar que ele fosse assim levado a erro pela opinião isolada

s espíritos e dentro de um princípio maior chamado princípio da universalidade do ensinamento dos espíritos. Que que quer dizer isso? para evitar que ele fosse assim levado a erro pela opinião isolada de um determinado espírito, ele procurou receber e catalogar. Ele próprio não recebia, não era psicógrafo, né? Mas ele procurou catalogar e e colecionar mensagens que explodiram na França naquele período, eh, diversos pontos da França. E ele trouxe diversas mensagens que sobre determinado assunto e as comparava e as analisava para ver se havia uma identidade de afirmação, de informação. E a isso ele chamou de universalidade do ensino dos espíritos, que é uma forma de dar maior credibilidade para não ser apenas um único avatar, um único mestre, um único guru, porque isso às vezes pode ser perigoso. E aí ele foi colecionando, trazendo essas informações e catalogou inicialmente uma primeira obra, que é exatamente o livro dos espíritos. Então, para o Espiritismo, nós somos espíritos. E Kardec perguntou, né, aos espíritos que ele identificou depois que estudou os fenômenos das mesas girantes, quem seriam, né, qual é o papel e o que é de fato um espírito. Tá na questão 76 do livro dos espíritos. Ele perguntou que definição se pode dar dos espíritos? Uma pergunta que ele fez e a resposta dada foi: "Pode-se dizer que os espíritos são os seres inteligentes da criação? Eles povoam o universo fora do mundo material. Então aqui quando o Kardec fez essa pergunta, ele obteve uma informação a respeito de e o que são os espíritos. Então são os seres inteligentes da criação, disseram os espíritos também. Então aí nós entramos, nós compom esse universo imaterial, extracorporal enquanto desencarnados, porque enquanto encarnados aqui a gente tem um corpo que tá aqui, ó. a gente tá vendo, percebendo a fere pressão, eh, vê frequência, eh verifica como é que tá a saturação, oxigênio no sangue, essa coisa toda. Fazemos inúmeros exames, né, exames de sangue, exames de imagem, tomografia, ressonância, tudo para mensurar

vê frequência, eh verifica como é que tá a saturação, oxigênio no sangue, essa coisa toda. Fazemos inúmeros exames, né, exames de sangue, exames de imagem, tomografia, ressonância, tudo para mensurar parâmetros aplicáveis e toleráveis para o corpo humano. E aí se identifica se a pessoa está saudável, se não está saudável, porque tudo é uma aferição feita em cima do corpo. uma vez fora do corpo, antes de virmos para o corpo e depois que deixamos o corpo, nós voltamos à nossa condição essencial de espíritos, que é essa é definição então que os espíritos deram a Kardec. Então, para o Espiritismo, nós somos espíritos. E como é que nós surgimos como espíritos? Também os espíritos disseram a Kardec que a partir eh de um momento que se perde na noite memorial dos tempos, né, não sabendo ao certo se afirmar quando e como foi, mas apenas de uma linguagem mais simples, até porque é uma questão muito complexa e não poderia assim ser entrado em detalhes e naquela codificação trazida inicialmente usou de uma uma expressão bem simples. A gente foi criado simples e ignorante pela vontade de Deus, pelo amor de Deus e nada além disso. Então, nós somos originários de Deus. E se nós buscarmos a Gênese, lá nós vamos encontrar uma confirmação, né, exatamente dessa afirmação dada pelos espíritos, que diz que nós fomos criados à imagem e semelhança de Deus. E muitas são as interpretações a respeito de como seria essa imagem semelhança. E a que mais se adotou durante muito tempo é a de dar ao homem a mesma forma de Deus e no sentido inverso que Deus também teria a mesma forma do homem. Então aquela ideia que nós herdamos, que ainda ainda existe, tá muito incutida na consciência das pessoas, de um Deus com aspecto humano, com aparência humana. E certamente que o espiritismo não nos dá essa mesma informação para o espiritismo. Essa afirmação bíblica e do início lá da Bíblia não significa que Deus nos criou eh como um escultor. Faz uma autoimagem, uma autoescultura, um autorretrato seu. Então nós não temos, né? Por que não?

Essa afirmação bíblica e do início lá da Bíblia não significa que Deus nos criou eh como um escultor. Faz uma autoimagem, uma autoescultura, um autorretrato seu. Então nós não temos, né? Por que não? Porque isso desafiaria qualquer lógica, qualquer razoabilidade, pela multiplicidade da criação, pelas várias formas de vida que existem na terra, na terra, na água, né, e e no ar, sem contar outros mundos habitados que estão aí das infinitas galáxias, bilhões e bilhões, com as suas bilhões de estrelas, com seus milhares e milhões de sistemas solares. Então, eh, seria muito reducionismo trazermos Deus para a nossa única e limitada aparência humana, sem contar que a própria aparência humana tem diversas doenças aqui mesmo na Terra. Então, certamente que isso tem a ver não com o corpo, mas com o espírito. Então, nós espíritas aceitamos a luz dessa eh informação que nos é dada eh pelas obras básicas, que a nossa semelhança com Deus significa a essência espiritual. Então, Deus é um espírito. Pobreza de linguagem, definição incompleta, não dá para definirmos, né, Deus com palavras. Eu posso dizer assim, quando muito, então Deus é imaterial. A partir do conceito clássico de matéria, certamente que sim, que a matéria é mensurável, é medida, ela é ela tem como ser avaliada sobre vários aspectos. E o espírito, que não tô falando de Deus, nós enquanto desencarnados já não dá para medir assim, queçá Deus. Então eu poderia dizer por exclusão que Deus não é matéria, não essa matéria que conhecemos, mas agora definir com propriedade, com profundidade é tarefa totalmente em glória e impossível. Por quê? Porque nós não temos como pegar um ser finito e explicar para ele o infinito. Não cabe, não tem como. Seria o mesmo que pegar um dedal, chegar diante do oceano e falar: "E vou colocar toda a água do oceano aqui dentro desse dedal". é impossível para as nossas métricas, para as nossas dimensões, para a nossa forma de avaliar o mundo. Então isso é uma coisa para nós assim é bastante perceptível. O infinito não

dentro desse dedal". é impossível para as nossas métricas, para as nossas dimensões, para a nossa forma de avaliar o mundo. Então isso é uma coisa para nós assim é bastante perceptível. O infinito não pode habitar o finito. O né, não tem como ele se revelar de forma clara para o limitado e o finito como nós somos, sobretudo enquanto encarnados. Mas certamente que é dessa essência que nós falamos. Então, nós viemos de Deus e os espíritos também nos deram assim um grande alívio quando falaram para Kardec que o nosso propósito é de crescimento e de aprendizado. O espiritismo trazido por Kardec não é um espiritismo de condenação, de penas eternas, de sofrimento, de fogo, de morte, nada disso. Pelo contrário, é o espiritismo confirma Jesus que fala em libertação pelo conhecimento. Conhecereis a verdade, ela vos libertará. Essa, para mim é uma das frases mais completas de Jesus. Se ficasse só essa frase, você poderia reconstruir tudo demais, porque esse é o princípio do Cristo para o Espiritismo que crê desse Cristo de evolução. A verdade liberta, a verdade transforma. Ora, se a verdade pode nos libertar, parece que a chave para que nós nos conheçamos para saber seem quem sou eu na visão espírita, que seria um desdobramento de quem sou eu na visão de Jesus. Porque o espiritismo, se bem vivido e bem sentido e bem exemplificado, ele tem que reproduzir Jesus, senão ele não cumpre o seu papel cantado de consolador prometido, que refala o que o Cristo falou, que revive as suas verdades. Então, nós temos essa mesma identidade. O Cristo é o Cristo da libertação pelo conhecimento. E o espiritismo é aquela doutrina renovadora, sucessora, continuadora do Cristo, que também tem essa proposta de nós nos tornarmos pessoas melhores através do nosso conhecimento. Porque nós não somos seres que precisamos sofrer. O espírito não tem necessidade da dor, o que não significa dizer que a dor não exista. A gente percebe a dor em todos os cantos da Terra, em nos mais variados níveis, dor sensorial, dor

isamos sofrer. O espírito não tem necessidade da dor, o que não significa dizer que a dor não exista. A gente percebe a dor em todos os cantos da Terra, em nos mais variados níveis, dor sensorial, dor espiritual, dor física, ela existe, mas nós não fomos criados para isso. Então, o Espiritismo nos identifica como um espírito imortal e não eterno. Eterno é Deus, que não tem começo, nem meio, nem fim. Nós somos espíritos imortais, que temos um começo, mas não temos fim, segundo nos é ensinado pela doutrina espírita. Uma vez criados, caminhamos sempre de forma subindo ascensional, sempre, sempre, sempre, ao infinito. A nossa vida é uma vida de evolução. Então, nós espíritos, não o corpo, porque cada vida física é um personagem que interpretamos. Cada vida é um personagem e que não vai voltar a ser vivido mais. Nós deixamos de ser essa personagem, tão logo exalso último suspiro no corpo físico. Desencarnou, abriu o olho lá, é outra pessoa. A gente por algum tempo vai ficar apegado imaginando que é o mesmo, com os mesmos valores, com o mesmo lugar, a mesma família, mesmo esposa, filho, aquele apego. Mas não é assim que funciona. Nós cumprimos uma etapa aqui enquanto encarnados vivendo um personagem, mas nós não somos esse personagem também. Nós não somos o último personagem que vivemos enquanto encarnados que de fato nós somos. Segundo o Espiritismo, nós somos o resultado de tudo que já vivemos até hoje e vamos nos transformar na medida em que o tempo passar. não vai ficar pronto e acabado. Se eu conseguisse agora olhar para dentro de mim, que aliás é essa posta do próprio Jesus, antes de Jesus, nós já encontramos Sócrates dizendo: "Conheça-te a ti mesmo". Essa aí é a lição. Aliás, os espíritos responderam aqui quando o Kardec perguntou também no livro dos espíritos sobre isso, na questão 919. Vamos anotando aí essas questões que eu vou falando, gente. Não obrigatoriamente, mas uma sugestão, tá? Ah, não quero anotar nada, tudo bem, não tem problema nenhum. É uma mera sugestão, porque eu não posso vir aqui e

essas questões que eu vou falando, gente. Não obrigatoriamente, mas uma sugestão, tá? Ah, não quero anotar nada, tudo bem, não tem problema nenhum. É uma mera sugestão, porque eu não posso vir aqui e falar coisas da minha cabeça. Eu não tenho essa autoridade eh perante perante o espiritismo. Aliás, o espiritismo não tem uma uma casta sacerdotal, mas assim, existem fundamentos, né? Existem bases e com baseado nisso, eu não posso falar por mim. Até posso, mas eu eu não posso falar que é espiritismo. Aí é coisa da minha cabeça. Eu posso falar o que eu quiser, inclusive. Só que eu tenho que assim, ó, isso aqui não é o espiritismo, mais é o que eu penso. 919. Kardec perguntou sobre o conhecimento de si mesmo. Qual é o meio prático e mais eficiente para aperfeiçoar-se nesta vida, resistindo à tentação no mal? Uma resposta curta. Um sábio da antiguidade disse e não citou, mas sabemos quem foi. Conhece-te a ti mesmo. Então tá aí resposta dada pelos espíritos. O espiritismo apresenta sogras inclusive como dos precursores da própria visão eh do não do cristianismo como instituição religiosa e tal, mas do Cristo em si, né? um precursor, alguém que trouxe uma ideia nascente, um preparador de terreno para uma outra afirmação de Jesus que tem a ver com isso, essa questão de mudar si antes de querer sair mudando o mundo. Aí primeiro saber quem é você, você não sabe nem quem é você e quer mudar o mundo. Não vai dar certo. Não tem como. Como que alguém que não se conhece quer mudar o mundo? Que é mais complicado de conhecer sobre isso? Jesus falou, né? E já começou dando assim um uma advertência velha. Hipócrita. Antes de ver o ciso no olho do teu próximo, tira a trav dos teus olhos. Então conhece a ti mesmo. Hipócrita. Tira a trava dos teus olhos. Para mim significa a mesma coisa. uma advertência de um filósofo, uma advertência do Cristo para que nós olhemos para dentro de nós. Então, me parece que se nós quisermos, tivermos a pretensão de sabermos quem sou eu, eu primeiramente tenho que olhar para

filósofo, uma advertência do Cristo para que nós olhemos para dentro de nós. Então, me parece que se nós quisermos, tivermos a pretensão de sabermos quem sou eu, eu primeiramente tenho que olhar para dentro de mim. E esse é o momento mais difícil. Pode observar de um modo geral que a maioria das pessoas, a maioria de nós, preferimos ambientes mais animados, assim, mais de barulho, de música, de excitação visual, porque isso nos chama o sentido para o externo. É difícil você meditar no meio do barulho. Há pessoas que conseguem, mas são pessoas que já superaram e muito essa questão do mundo material, da materialidade, da questão sensorial, que essas pessoas já estão em comunhão consigo mesmas e consequentemente com Deus. E independente do ambiente, elas mantém-se ali, ó, tranquilas, serenas. De um modo geral, nós não fazemos isso. A medida em que nós temos excitações externas, a gente se apega com o mundo e não nos não percebemos. Percebemos até o mundo todo ali, mas a nós próprios nós não percebemos. E aí o Cristo falou: "Quando fores orar, orar, entrar para dentro do vosso quarto e e fala que Deus vai te ouvir." Ora, se eu vou entrar para dentro do meu quarto, Deus vai me ouvir. Onde é que Deus está? Ele tá dentro do meu quarto. E quando eu entendi que esse quarto não é meu quarto, que esse meu quarto sou eu, é o meu eu interior, sou eu de verdade. Significa que quando eu olho para dentro de mim, eu enxergo Deus. Esse é o verdadeiro salto quântico da evolução espiritual. É conseguir olhar para dentro de si, esvaziar a mente. É difícil esvaziar a mente, mas é necessário. É um exercício esvaziar. Aí você vai tirando tudo, tudo que é material, tudo, o seu título, a sua posição, o seu emprego, a sua família, a sua crença, tira tudo. Vai sobrar apenas uma coisa, você, eu, nós, cada um de nós. Mas isso incomoda um pouco, porque parece que a gente não gosta muito da nossa companhia ainda. Porque quando a gente olha para dentro de nós de verdade, nós encontramos o nosso

, nós, cada um de nós. Mas isso incomoda um pouco, porque parece que a gente não gosta muito da nossa companhia ainda. Porque quando a gente olha para dentro de nós de verdade, nós encontramos o nosso verdadeiro eu, ele pode nos incomodar. Então, normalmente a gente esconde todo o nosso eu, projeta no outro e normalmente o que mais se incomoda no outro é porque você é exatamente daquele jeito. No outro você vê, em si não vê. Então, parece que enquanto nós não interiorizarmos nossos pensamentos, nós não vamos conseguir crescer e nos libertar espiritualmente. Porque venhamos e convenhamos, nós criamos uma personagem para vivermos no mundo que estamos inseridos. Então, a gente cria uma personagem que tenha assim um comportamento que é feito, de um modo geral, as pessoas fazem isso para serem aceitas onde vivem, para serem admiradas, serem aceitas, serem aplaudidas. Sentir, é uma palavra muito comum hoje, um pertencimento naquele grupo. E talvez se você revela exatamente quem você é, pode não agradar. E a pessoa, como nós vivemos sempre, julgando os outros. Se eu julgo os outros, vão me julgar também. E aí eu prefiro criar esse personagem, mas que de fato não sou eu. E nós passamos a vida toda sem nos conhecer, sem nos ver, sem saber quem somos. E parece que o espiritismo nos incentiva a fazer exatamente o contrário. Parece que Sócrates falou sobre isso. Parece que Jesus falou sobre isso. Um pensador francês, Renê Decart também falou sobre isso. Penso logo existo. Penso, percebo, logo existo. Porque ele partiu de um princípio assim, ele ele queria negar tudo. Aliás, negar as coisas não é uma coisa muito ruim, sabe? negar no sentido não da ignorância, mas no sentido da busca do conhecimento, como o Kardec fez, né, Márcia? Ele negou para encontrar primeiro. Ele negou para depois encontrar porque se tudo que a pessoa falar eu acreditar faz menor sentido. É que eu vou ir crescer acreditando em tudo. Como mãe tudo me falar, ó, é assim, ah, que beleza. Não, não é não. Ô, é festa

encontrar porque se tudo que a pessoa falar eu acreditar faz menor sentido. É que eu vou ir crescer acreditando em tudo. Como mãe tudo me falar, ó, é assim, ah, que beleza. Não, não é não. Ô, é festa de São João. Olha c não é mentira. A gente vive assim no mundo, né? Não para para pensar, para entender, para refletir. Se acredita por quê? Se duvida por quê? Foi o que fez. Acredita em que por quê? Com em base em quê? Então nós também precisamos ter isso na nossa vida. Esse crescimento nosso vem através da dúvida. Então esse pensador Renê Dec, ele começou a duvidar de tudo, questionar tudo, até que ele chegou nele próprio. Será que eu existo? é o nilismo total. Será que eu existo? Mas ele chegou a uma conclusão do efeito da causa. Mas se eu tô questionando a minha existência, eu só posso fazer isso pensando. Daí a conclusão, se eu penso, eu existo. Então isso já nos dá uma tranquilidade, né? Se eu posso questionar, se eu posso indagar, é porque eu existo. Agora, existe em que dimensão? Na dimensão só do personagem é o que a maioria de nós faz. Tanto que quando alguém eh vem conversar conosco e pergunta para nós, né, né? E aí, quem é você? Se uma pergunta assim, aí você vai falar tudo menos quem é você. Você vai falar tudo que te situa nesse mundo, sua idade, onde você mora, se é casado, se é solteiro, se tem filho, se não tem, quando trabalha, quanto ganha. Tudo isso é importante também. Não tem como a gente abstrair. A gente tem que trabalhar com essas duas percepções. Saber quem é o ser encarnado que tá vivendo uma vida material e precisa de recursos materiais para sobreviver aqui. Isso aqui não é para todo mundo pensar assim: "Não, vou ficar só pensando, filosofando para trabalhar." Não tô falando isso aqui, não. Jamais falaria isso. É perceber que além do homem, da mulher, da pessoa que trabalha, que vive, que tem filho, tal, existe um eu. E é esse eu que preesiste a essa vida. E é esse eu que vai pósistir depois da morte desse corpo. E é esse eu que nós temos que acostumar

essoa que trabalha, que vive, que tem filho, tal, existe um eu. E é esse eu que preesiste a essa vida. E é esse eu que vai pósistir depois da morte desse corpo. E é esse eu que nós temos que acostumar no dia a dia a indagar, a perguntar, a descobrir quem ele é, que que ele pensa, como ele reage, trazê-lo para situações, limites e distress para saber como seria uma reação. Ainda que em teoria, quantas vezes pessoas cometem crimes terríveis. Exatamente. Talvez um mês antes, uma semana antes perguntasse: "Você faria isso?" Não. E repudio, quem possa ter praticado. Lamentavelmente, agora tem o quê? 15 dias. Um adolescente de 14 anos, matou o pai, a mãe e o irmãozinho de de 3 anos, jogou dentro de uma cisterna, ainda tentou ocultar o macheiro dos cadáveros jogando algum a substância química, porque tava namorando uma menina, sabe, se lá parece que descobriu uma menina mesa de Campo Grande, Mato Grosso Sul, se eu v engano, num joguinho que ele conheceu pela internet e o jogo falava alguma coisa nesse sentido, eles entraram na vibe do jogo e como os pais não aprovavam, né, o namoro e queria visitar a menina, 14 anos. E ela de certa forma já foi também não é preso, né, que é adolescente, infrator, é apreendido, pode ficar no máximo 3 anos eh preso pela legislação que temos no Brasil. E ele fez isso. E aí eu pergunto, os pais estavam lá tranquilos, dormindo? Quem tá aqui? Uma um menininho de 3 anos e um de 14. Não vai me matar. Matou. Conheça-te a ti mesmo. Aí já conheceu o outro. Será que o pai tem culpa? Será que o pai soube educar? Será que o pai e a mãe souberam ouvir, perceber, ler alguns sinais exteriores na conduta desse filho que de alguma forma tinha latente essa violência no seu íntimo? Um espírito recém-encarnado, 14 anos. Mas nós sabemos o espírito secular, milenar, com tendências, com características, com potencialidades. Bastou um chamamento. Do mesmo jeito que Saulo despertou com a palavra do Cristo para o bem, Saulo, Saulo, porque tinha algo nele pronto para explodir com

as, com características, com potencialidades. Bastou um chamamento. Do mesmo jeito que Saulo despertou com a palavra do Cristo para o bem, Saulo, Saulo, porque tinha algo nele pronto para explodir com aquele chamamento. Muitos de nós temos também, embora sejamos filhos da luz, criados pra luz, mas essa centelha da ignorância, que eu nem vou chamar de mal, para não exaltar o mal, para não dar ibope pro mal, eu vou chamar da ignorância a respeito disso, pode despertar. E aí um crime bárbaro acontece. Certamente que aquele adolescente não conhecia a si mesmo, as suas potencialidades, a possibilidade que ele poderia ter diante de uma simples frustração e não poder e conhecer uma namoradinha, coisa que mera, coisa de adolescente. Esses essas paixões arrebatadoras, muitos apenas protestam, reclamam. É muito ensaiado um crime dessa potencialidade, matar dois adultos. muito grave, porque nós temos que nos conhecer, meus irmãos. Aliás, a nossa jornada aqui nesse corpo é para isso. Uma das propostas do espiritismo é a transformação moral. Tá lá. O espírita deve esforçar-se, transformar-se moralmente, mas me esforçar eu, quem? Eu, espírito, as minhas tendências, sem abrir mão da minha vida material enquanto ela for necessária, mas sempre fazendo um exercício de olhar para dentro de si e procurar todo dia conversar. E aí, como é que você tá falando consigo mesmo? Não é coisa de quem perdeu a razão, não é coisa de quem busca a razão. É o contrário, de conversar consigo, de de avaliar, de quando você tá assim muito encucado com alguém pelo que ela faz, pelo que ela é, por que que te incomoda tanto? Te incomoda tanto o outro ser como ele é? Não será porque você, por não gostar daquilo em si, por represar, você jogou lá no calaboço do seu interior para você não fazer aquilo que a sua máscara social não permite, mas aí cobra do outro. Então Jesus veio para libertar quando ele falou assim: "Saulo, Saulo, por que me persegues?" Naquela hora ele fez um exercício maravilhoso com Saulo. Ele foi lá no

não permite, mas aí cobra do outro. Então Jesus veio para libertar quando ele falou assim: "Saulo, Saulo, por que me persegues?" Naquela hora ele fez um exercício maravilhoso com Saulo. Ele foi lá no fundo, ele foi lá no calaboço lá no que Saulo tinha de pior. Ele foi lá e mexeu. Saulo, por que me persegues, tipo assim, qual é a sua, cara? Aqui ó, o Cristo aqui, ó. Eu não usou essa linguagem, né? Essa gía, não. Se usava na época, poderia usar. Você tá doido? Qual que é a sua? Você tá me perseguindo por quê? Que que eu te fiz? em fração de segundos. Deve ter passado um filme na cabeça dele. Ele recordou de todos os crimes que ele já havia cometido até então para perseguir o Cristo que ele detestava sem saber porquê. Era muito mais crença no que ele acreditava do que detestar o novo que o Cristo estava ali para revelar. Aquela luz que incomodava tão forte que o cegou. Naquele momento eu tenho certeza para comigo. Aqui é o EB que tem certeza para ele que Saulo olhou para dentro de si, se olhou, se enxergou. E aí a gente sabe, né, lendo o livro o que aconteceu. Ele começa, né, ter um ataque até de histeria ali, de ficou totalmente externado. Senhor, quer que eu faça o quê? Já caiu do cavalo. O pessoal ficou doido, sol quente, pirou. É porque ele olhou para dentro dele e viu. Então vê a si mesmo não é fácil também, não. Quando ele viu, ele falou: "Vixe, quanta coisa errada eu tô fazendo, hein? Tá tudo errado. Nem eu sei falar porque eu persigo esse homem. Esse homem é um homem bom, é um homem que faz o bem. Eu tô perseguindo ele. Por que que eu faço isso? A gente faz coisas na nossa vida todo dia. Sabe por que você tá fazendo? São coisas que nos destróem, são coisas que nos aprisionam, são coisas que nos tornam pessoas mesquinhas. A gente faz, faz e faz, fala outras coisas, porque fala é do personagem. O personagem fala o que quiser, mas a gente sente o que a gente é, o que está dentro da nossa própria intimidade mais íntima. Eu me manifesto pelo corpo que rebi um dia e vou devolver um dia.

sonagem. O personagem fala o que quiser, mas a gente sente o que a gente é, o que está dentro da nossa própria intimidade mais íntima. Eu me manifesto pelo corpo que rebi um dia e vou devolver um dia. Desencarnado, eu me manifesto no perespííito que é um corpo intermediário entre esse aqui e eu espírito. De vez em quando você vê espírita fala assim: "Ah, o meu espírito, isso aí não existe. Não existe. Só se for licença poética. Tudo bem, não existe. Quer falar meu corpo? Tudo bem. Quer falar meu perespírito, tudo bem, mas não fala meu espírito não, porque senão ainda tem é quatro. Então porque se tem meu corpo, meu perespírito, meu espírito. E eu sou quem? Eu sou esse tal de meu espírito. Então eu sou. É esse eu que Jesus falou. Vai para dentro do seu quarto, olha para dentro, enxerga a si mesmo, só conhece a ti mesmo. Espírito se conheça. Espírito. É esse espírito criado a imagem e semelhança de Deus. Espírito que não tem forma. que, segundo falaram para Kardec, é o ser inteligente da criação, é, é a obra prima de Deus no aspecto da criação, digamos assim, é o espírito que habita o corpo humano na nossa dimensão, que tem coisa muito melhor por aí, claro, lógico, evolução infinita. E é esse ser indestrutível que não regride, que não volta mais. O que adquire é dele. Ele pode até ter uma experiência ruim, não é? que a pessoa que atingiu um certo nível de evolução nunca mais vai cair, vai cair, vai cometer aquilo, vai cometer. Mas no nível de consciência que ele não fala mais, oxe, eu não sabia. Essa é a grande sacada. Sabe sim. Estudou, leu, aprendeu, interiorizou, sabe. Ah, mas vou fazer o contrário, tudo bem, vai doer mais ainda. Porque quanto mais a gente sabe, mais a gente erra no sentido de não respeitar aquilo que sabe, mais dói. Porque a gente fala: "Poxa, como Saulo, né, aquele momento deu uma acordada, certamente era um espírito já com muita bagagem, falou: "Opa, tô no caminho errado, vou corrigir meu rumo aqui agora" e corrigiu. Então, meus irmãos, falar sobre quem sou

ele momento deu uma acordada, certamente era um espírito já com muita bagagem, falou: "Opa, tô no caminho errado, vou corrigir meu rumo aqui agora" e corrigiu. Então, meus irmãos, falar sobre quem sou eu talvez de muito, muito, muito tempo. Tentei trazer alguns lances da para nós refletirmos. O fato é, eu não sou o personagem dessa vida, não sou. Eu não sou o meu cargo, a minha posição, o meu sexo, homem, mulher, criança, idoso, separado. Não, isso aí tudo são condicionantes da vida atual. O que eu sou só olhando para dentro de mim mesmo é que eu vou encontrar. e um olhar profundo de meditação, de solid, ficar quieto, parar de ter medo de ficar só, ficar quieto de vez em quando, quieto, calado, vai eliminando tudo, vai só pensando, pensando, pensando. Quando não sobrar mais nada de material, aí estaremos nós. Isso não é exercício fácil. Tem meio que para concentrar a gente já tem dificuldade, né? Passou 3 minutos, já começa a agoniar. E aliás, a gente tá precisando fazer muito esse exercício. Pensamento tá acelerado, tá destruindo as crianças, destruindo as as pessoas. Bornou tá aí que é assim do pensamento da serada do trabalho, não descanso. Então o espiritismo é aconchego. Vamos olhar o Espiritismo como aconchego que traz paz, que traz serenidade, que revela um Deus de amor, um Jesus de misericórdia, que revela um caminhar de evolução infinito. E a cada dia estaremos melhores, mais conscientes, mais libertos. Não significa que não tenhamos problemas. Os problemas são do mundo, mas teremos uma atitude diferente para viver com eles. Os encararemos sobre outra ótica, sobre outra perspectiva. E quanto mais nos conhecermos, mais serenos estaremos diante de nós próprios e consequentemente diante do mundo, diante da vida. Que Jesus nos ampare e nos proteja hoje e sempre. Agradecemos muito, Éber, as colocações trazidas à luz da doutrina espírita. Nós estamos convidando os nossos companheiros médios com condições de transmitir o passe para se posicionarem. Você que nos assiste pelas redes sociais

colocações trazidas à luz da doutrina espírita. Nós estamos convidando os nossos companheiros médios com condições de transmitir o passe para se posicionarem. Você que nos assiste pelas redes sociais está recebendo também neste instante o passe. Põe a sua água aí para fluidificar e que Deus te abençoe, te conceda muita paz. Ah. a melhor oração. Tu precisas orar, mas tu deves lembrar que a melhor oração é o amor. >> Caridade é também oração. gentileza, auxílio e perdão >> são as preces sublimes do teu coração. Gentileza, auxílio e perdão. >> Que Jesus nos envolva todos em muita paz. Tem alguma, algum aviso aí, Márcio? Tem.

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