QUAL A PIOR MISSÃO, SER RICO OU POBRE? - Daniel Camargo [PALESTRA ESPÍRITA]
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que aprendi [música] toda a beleza de viver doando amor, vibrando. >> Meus irmãos, boa noite. Aqueles que aqui vem pela primeira vez, sejam bem-vindos. E aqueles que nos prestigiam sempre com a sua presença, receba também o nosso abraço fraterno. Pedimos que aqueles que têm celular, que acho são pouquíssimas pessoas que o têm aqui, né, que o mantenha no modo silêncio, desliguem, por favor. Saudamos também aqueles que nos assistem e nos ouvem pela TV, a rádio web comunhão. O livro Espírito da Verdade, Problemas do Mundo. O mundo está repleto de ouro. Ouro no solo, ouro no mar, ouro nos cofres. Mas o ouro não resolve o problema da miséria. O mundo está repleto de espaço. Espaço nos continentes, espaço nas cidades, espaço nos campos. Mas o espaço não resolve o problema da cobiça. O mundo está repleto de cultura. Cultura no ensino, cultura na técnica, cultura na opinião. Mas a cultura da inteligência não resolve o problema do egoísmo. O mundo está repleto de teorias, teorias na ciência, teorias nas escolas filosóficas, teorias nas religiões. Mas as teorias não resolvem o problema do desespero. O mundo está repleto de organizações, organizações administrativas, organizações socioeconômicas, organizações sociais, mas as organizações não resolvem o problema do crime para extinguir a chaga da ignorância que acalenta a miséria, para dissipar a sombra da cobiça que gera a ilusão, para exterminar o monstro do egoísmo que promove a guerra. Para anular o verme do desespero que promove a loucura e para remover o charco do crime que caia o infortúnio. O único remédio eficiente é o evangelho de Jesus no coração humano. Sejamos assim valorosos, estendendo a doutrina espírita que a desentranha na letra, na construção da humanidade nova, irradiando a influência e a inspiração do divino mestre pela emoção e pela ideia, pela diretriz e pela conduta, pela palavra e pelo exemplo. E parafraseando o conceito inovidável de Allan Kardec em torno da caridade, proclamemos aos problemas do mundo. Fora
ela emoção e pela ideia, pela diretriz e pela conduta, pela palavra e pelo exemplo. E parafraseando o conceito inovidável de Allan Kardec em torno da caridade, proclamemos aos problemas do mundo. Fora do Cristo não há solução. Bezerra de Menezes. Nós vamos nesse instante pedir a Deus, o criador universal de todas as coisas, pedir a Jesus, o médico dos médicos, e pedir a esses abnegados amigos espirituais, especialmente os nossos anjos guardiães, ao mentor espiritual desta casa, o Dr. Bezerra de Menezes para que nos abençoe. Abençoe aqueles também que estão na nossa tela mental. Abençoe aqueles que estão nos hospitais, nos asilos, nas prisões e nos orfanatos. E aqueles, Senhor, que estão a vagar pelas ruas, em busca tão somente do pão material, que possamos levares o lenitivo da prece, dizendo: Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade aqui na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje, Senhor. Perdoa as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixes cair em tentação, mas livra de todo mal. E que assim seja. Meus irmãos, nós vamos passar a palavra pro nosso irmão Daniel Camargo, que vai nos brindar hoje com o desafio da riqueza é maior que o desafio da pobreza. Boa noite a todos. É uma enorme satisfação estar aqui mais uma vez ao lado do nosso estimado amigo João, que, aliás, cada vez que eu venho aqui, eu fico pensando com essa voz maravilhosa, ele que deveria estar aqui, eu lá no lugar dele. Mas enfim, os caminhos são outros. Então vamos sem vós mesmo fazer do nosso encontro uma possibilidade de reflexão. Na realidade nós buscamos sempre trazer o tema que nos é indicado de uma forma que seja possível de aplicar no nosso dia a dia, porque de toda forma não adianta nós estudarmos toda a literatura espírita para apenas dialogar com outras pessoas. ou expor os nossos conhecimentos, de nada vai adiantar. A parte final da mensagem do Dr. Bezverde Menezes
não adianta nós estudarmos toda a literatura espírita para apenas dialogar com outras pessoas. ou expor os nossos conhecimentos, de nada vai adiantar. A parte final da mensagem do Dr. Bezverde Menezes nos liga diretamente à mensagem básica da doutrina espírita. Fora da caridade não há salvação. Então, quando a gente pensa nesse tema, os desafios extremados, a riqueza e a pobreza, nós podemos refletir sobre essa mensagem que a doutrina espírita coloca para nós como uma base. Fora da caridade não há salvação. Então, em determinados momentos, em relação a essa recomendação, nós nos colocamos na pobreza porque deixamos de aproveitar as oportunidades que surgem na nossa vida de auxiliar o próximo e nos colocamos numa situação de pobreza espiritual. Por outro lado, sentimos dificuldade de nos enxergar como ricos. Sentimos muitas vezes dificuldade de nos enxergar com a riqueza posta em nossas mãos. Mas quando paramos para refletir que hoje no Brasil 18.000 pessoas até o mês de outubro do mês passado, 18.000 1 pessoas, infelizmente tiraram a própria vida pelo suicídio. Então, nós que estamos aqui numa segunda-feira, quando muitos estão assistindo televisão, em reuniões, em confraternizações de fim de ano, nós estamos numa casa que se dedica aos estudos do evangelho, da mensagem de Jesus. Então, nós estamos adiantados em relação à aqueles que ainda não abraçaram alguma forma que nos traga a possibilidade de evolução espiritual. Isso não significa que sermos cristãos é passaporte para qualquer coisa. Se não é verdade. Aliás, eu lembro de uma citação de um filósofo aqui de Brasília, o Gilberto Amaro. Ele recebeu uma mensagem do André Luiz na casa onde ele é voluntário. E uma das mensagens do André Luiz foi pontual, objetiva e muito direta, dizendo assim: "Nós, os espíritas somos os cristãos qualificados do planeta Terra". Olha que que objetividade, que clareza. E não é qualquer pessoa. André Luiz é um médico brasileiro que viveu no Rio de Janeiro, que depois da sua desencarnação passou
s qualificados do planeta Terra". Olha que que objetividade, que clareza. E não é qualquer pessoa. André Luiz é um médico brasileiro que viveu no Rio de Janeiro, que depois da sua desencarnação passou por sérias dificuldades, mas conseguiu superá-las e se tornou aquilo que se pode chamar, que alguns chamam, aliás, um verdadeiro repórter da vida espiritual, nos trazendo informações valiosas. Tem um médico brasileiro em São Paulo, Dr. Sérgio Oliveira, que estudou todas as obras do André Luiz, é médico, estudou as obras do André Luiz, naturalmente sabendo que ele foi médico aqui na terra. E os estudos que ele desenvolveu na USP, na Universidade de São Paulo, após a sua formação como médico, levou a ele fazer relacionamentos entre os estudos da medicina, portanto, científicos, não religiosos, mas as informações que estão postas nas obras do André Luiz. e revela isso para todo mundo, porque é um além de médico palestrante, viaja por vários países levando a mensagem onde ele busca fazer interrelacionamentos entre a medicina convencional e a espiritualidade. Então, em determinados momentos, nós estamos passando pelo desafio da pobreza. Quando deixamos de aproveitar as oportunidades que são postas na nossa vida para a nossa evolução espiritual, em outros momentos temos dificuldade de reconhecer que nós somos ricos. Somente pelo domários. E tem várias brincadeiras que se faz com isso. Por exemplo, quanto que uma pessoa daria para perder a visão definitivamente? A pessoa diria, a não, todo o dinheiro do mundo eu não trocaria pela minha visão. Então, embora sejam coisas simples, é para nos chamar a atenção que a visão, a audição, a fala, a mobilidade, olha, eu faço os trabalhos na no hospital sala aqui de Brasília, tem duas unidades. Essa unidade aqui do plano, eu encontro lá desde crianças com deformidades até pessoas com bastante idade, já com deformidades, tentando buscar recuperação. Então, quando nós nos sentirmos desfavorecidos, diz um médico amigo meu lá do Sara, convide essa pessoa para ficar 5 minutos
ssoas com bastante idade, já com deformidades, tentando buscar recuperação. Então, quando nós nos sentirmos desfavorecidos, diz um médico amigo meu lá do Sara, convide essa pessoa para ficar 5 minutos na porta aqui do Sara. Ela vai agradecer a Deus por tudo que ela tem na vida dela, que é exatamente o reconhecimento de que nós somos ricos. Então, o objetivo maior quando nós estudamos os problemas da riqueza e da pobreza, é para nos auxiliar a refletir sobre essas questões que estão postas paraa nossa reflexão e que dizem respeito à nossa vida de hoje. Não é a vida do outro, não é a vida do pai, da mãe, da esposa, do marido, dos filhos, não. Em relação à forma como nós compreendemos os desafios da riqueza e da pobreza. Mas de qualquer forma, nós preparamos um um material sobre esse tema. Recolhemos informações no Evangelho Segundo Espiritismo, nas obras que compõem o Novo Testamento e também no livro dos espíritos. Colecionamos várias informações paraa nossa reflexão sobre esse tema. Então, por exemplo, vamos recordar aqui uma passagem de Jesus. O jovem procurou Jesus dizendo assim: "Mestre, homem bom, o que eu faço para entrar no reino dos céus?" E a gente lê e não parar para pensar nas respostas que Jesus nos oferece. Diz assim: "Quem lhe disse que eu sou um homem bom? Deixou o jovem desconcertado?" Jesus disse assim: "Bom somente o criador, somente Deus pai". Aí me diz assim: "Mas o que que eu faço?" Está com João a chave. Olha, eu sigo os mandamentos. O jovem disse: "Mas eu já sigo os mandamentos". Aí o Dr. Gilberto Omaro, que é um filósofo aqui de Brasília, diz assim: "Naquele momento, Jesus fez um escaneamento de todas as encarnações daquele jovem e percebeu que ele, como cada um de nós, está carente do reconhecimento de que nós precisamos nos desvencilhar do apego às coisas materiais." Então Jesus diz assim: "Olha, jovem, venda todos os seus bens, dois pobres e me siga." Quando a gente lê isso, a gente imagina uma situação literal e que não corresponde à ideia de Jesus. Não
eriais." Então Jesus diz assim: "Olha, jovem, venda todos os seus bens, dois pobres e me siga." Quando a gente lê isso, a gente imagina uma situação literal e que não corresponde à ideia de Jesus. Não era esse sentido, naturalmente. Porque de toda forma, se assim fosse, a riqueza não seria apropriada. Então, todos aqueles que recebem o desafio da riqueza estariam sendo condenados. Isso tá fora de de questão. Mas o que Jesus quis nos mostrar com a parábola é que nós devemos procurar, na medida das nossas possibilidades, de nos afastar do apego às coisas materiais, que era exatamente o que acontecia com o jovem, porque ele era muito rico e apegado aos bens materiais que ele possuía. Então, na realidade, Jesus não tava recomendando que ele se desfizesse de todos os bens, que é a interpretação no sentido lateral, mas sim que ele buscasse na medida das condições dele se separar do apego que ele tinha as coisas materiais. Esse era o sentido da mensagem. Então, quando nós lemos uma parábola como essa, nós devemos refletir sobre a questão em relação uma interpretação espiritual e não material, porque não haveria sentido. Então, nós encontramos na questão 814 do livro dos espíritos a seguinte questão: Deus concedeu a uns a riqueza e a outros a miséria? É um questionamento que Allan Kardec fez aos espíritos na na época em que estava estruturando o livro dos espíritos. Porque é que Deus, qual é a razão de Deus ter concedido a uns a riqueza e a outros a pobreza? Ou seja, existe um princípio que norteia essas duas possibilidades extremadas? E a resposta muito clara e objetiva diz assim: "Para que nós, seres humanos, possamos experimentar de modos diferentes, a riqueza e a pobreza". Então, cada um de nós, cada um de nós já vivemos a riqueza ou estamos vivendo a riqueza hoje? Porque acabei de refletir sobre várias questões que nos indicam que nós somos ricos, mas também a pobreza. Qual pobreza, digamos, a pobreza material, a falta de recursos, já vivemos ou nessa encarnação ou encarnações anteriores, mas nessa nós
stões que nos indicam que nós somos ricos, mas também a pobreza. Qual pobreza, digamos, a pobreza material, a falta de recursos, já vivemos ou nessa encarnação ou encarnações anteriores, mas nessa nós podemos estar vivendo a pobreza em relação à recomendação básica da doutrina que nos apoia. Fora da caridade não há salvação. Então, quando nós nos afastamos dessa lógica ou dessa máxima, nós estamos vivendo a pobreza no que diz respeito aos nossos sentimentos. Porque de toda forma nós podemos praticar ações que nos distancem da pobreza espiritual das formas mais variadas. Por exemplo, diz assim: "Professor, olha, eu sei que você faz uma campanha de recolher cestas básicas e entregar para várias organizações, mas olha, professor, minhas finanças não estão equilibradas, então não tenho condições de ajudar. Mas quando as minhas finanças estiverem equilibradas, todos os meses eu vou doar uma cesta básica paraa sua campanha. Não precisa, não há necessidade. Hoje você tem condições de doar 1 kg de alimento, pronto, tá resolvido. Comece por aí. Quando eu dava aula aqui na comunhão, no estudo sistematizado, eu dizia assim: "Olha, nós temos mais de 3.000 alunos estudando doutrina espírita aqui na comunhão espírita de Brasília. Se cada aluno doar 1 kg de alimento, nós reuniremos 3 toneladas de alimentos por mês. 3.000 kg de alimentos por mês, somente com os alunos, porque a comunhão só de voluntários que trabalham nas equipes mediúnicas são mais de 3.000 e todos os grupos, Dr. João é coordenador de um grupo as quintas-feiras e o grupo dele também tem uma meta todos os meses de oferecer uma contribuição. A comunhão espírita de Brasília atende mais de 300 famílias todos os meses. Como que ela faz isso? Porque não são só as assistências. Olha, tem que pagar energia elétrica, tem que manter esses equipamentos, aparelhos de ar condicionado que consome uma energia enorme. Por isso que agora tem aqueles geradores ali, porque quando ligava tudo, todos os equipamentos, simultaneamente caía
er esses equipamentos, aparelhos de ar condicionado que consome uma energia enorme. Por isso que agora tem aqueles geradores ali, porque quando ligava tudo, todos os equipamentos, simultaneamente caía energia. Agora com os geradores não, mas tudo isso tem um custo. De onde vem? De onde que a comunhão recolhe recursos para atender as necessidades? Mais de 1000 pessoas passam pela comunhão todos os dias. A gente, eu não imagina isso. Mais de 1000 pessoas diariamente. Imagine higienização desse ambiente, dos banheiros, água, não é água torneral que tem lá, não. É água mineral que tem um custo e tem um funcionário que alimenta. Imaginem, é o orçamento de uma média empresa. Eu já fui assessor da presidente Eloí há anos atrás e a gente acompanhava as finanças. é o orçamento de uma média empresa. Então, se nós podemos comprar um livro, por exemplo, ao invés de comprar na Amazon, comprar aqui na nossa livraria. Nós estamos ajudando a comunhão. Ah, professor, eu queria ser sócio. Basta se inscrever. Aí faz uma contribuição. Como eu e João, nós somos sócios há muitos anos aqui da comunhão. Mensalmente nós fazemos uma contribuição para manter a casa funcionando. São todas oportunidades que nos distanciam da pobreza espiritual. Doar 1 kg de alimento já nos ajuda. Porque a pobreza, normalmente relacionamos com a pobreza econômica, não? Mas existe uma pobreza muito mais perigosa que é a pobreza espiritual. E nós podemos nos afastar dela doando 1 kg de alimento, uma cesta básica. ganhamos uma roupa, separa do armário uma que esteja em boas condições, dou aqui paraa comunhão. Mas se não temos condição de fazer nada disso, ainda hoje nós temos condições de ganhar o dia, de ganhar o dia. Porque se fora da caridade não há salvação, hoje nós podemos fazer a nossa parte fazendo uma oração em prol daqueles que estão nos hospitais, nos que estão apenados lá na Papuda, por exemplo, os inúmeros moradores em situação de rua, mas não só no Brasil, no mundo todo. Nos Estados Unidos hoje tem 500.000 pessoas
es que estão nos hospitais, nos que estão apenados lá na Papuda, por exemplo, os inúmeros moradores em situação de rua, mas não só no Brasil, no mundo todo. Nos Estados Unidos hoje tem 500.000 pessoas morando na rua. 500.000. Um dos países mais ricos. Dá para imaginar o Brasil, quantas pessoas moram, estão em situação de rua. Eu estive num projeto anos atrás visitando São Paulo, uma organização que se preocupa em resgatar moradores em situação de rua. É uma enormidade o trabalho que é desenvolvido na capital em São Paulo, porque são muitos, muitos moradores em situação de rua. Às vezes a gente vê na televisão uma família lá na estrutural que está em necessidade diz assim: "Ah, professor, eu gostaria de ajudar essa família, mas como que eu vou lá na estrutural? Traga aqui na comunhão." A comunhão tem grupos que trabalham no Varjão, na estrutural, em Santo Antônio Descoberto, em São Sebastião, são chamados caravaneiros que vão visitar essas regiões, recolhem informações e aí a comunhão vai atendendo famílias. A gente não tem dimensão do que significa isso. Outro dia uma senhora me procurou pedindo ajuda. Ela precisava de uma cesta básica. Já faz uns anos procurei a diretora, ela disse assim: "Qual é a cidade?" Disse: "Que cidade de tal?" Disse: "Vamos aqui, vamos ver a relação." Olha, tem 60 famílias esperando o atendimento. Tu queres que eu coloque na frente? Digo, não. Deixa na ordem ainda. Só em uma cidade tinha 60 famílias esperando o atendimento, mas não é sorteio casual. Nós temos um grupo que visita as cidades, recolhe, faz um cadastro das famílias. Um outro grupo vai confirmar se aquelas informações são verídicas e um terceiro grupo vai então iniciar o atendimento com um projeto para que aquela família progrida e deixe de ser assistida pelo projeto social. Então, existe todo um backofice, um trabalho de organização, de planejamento, para que as doações que nós fazemos da comunhão, nos distanciando da pobreza espiritual atinge um objetivo que é efetivo no sentido de minimizar a carência das
rabalho de organização, de planejamento, para que as doações que nós fazemos da comunhão, nos distanciando da pobreza espiritual atinge um objetivo que é efetivo no sentido de minimizar a carência das pessoas que estão em necessidades especiais. Mas vamos voltar à questão do jovem, essa parábola muito conhecida. O que Jesus quis demonstrar, fazia uma aplicação. Jesus quer demonstrar na conversa que teve com um jovem muito rico, fora da caridade não há salvação. A consequência dessas palavras na sua interpretação mais rigorosa seria a abolição da riqueza por prejudicial a a felicidade futura. Ou seja, não se pode interpretar de forma eh literal as informações que estão no evangelho. Que senão vejamos, me permitam aqui uma lembrança. Aos 10 anos de idade, lá na empresa da minha família no interior de São Paulo, eu tinha o hábito desde os 10 anos de ler o Novo Testamento. Do primeiro ao quarto evangelho, terminava, começava a ler o primeiro novamente. certa ocasião, aos 10 anos, lá na empresa da minha família, eu li uma passagem que dizia assim: "Quando você for ofendido numa face, deve deves oferecer a outra face". Aos 10 anos de idade, eu era católico. A interpretação que fiz, porque não era espírita, não conhecia o Evangelho Segundo o Espiritismo, embora já tivesse na minha família pessoas que eram espíritas, mas naquela época eu eu era adepto da religião católica apostólica romana. Eu pensei assim, então quer dizer que lá no colégio, se por uma eventualidade eu levar um tapa no rosto, eu vou ter que virar para levar o tapa na outra face. Era o que eu havia entendido de forma o que literal. Quando a gente lê o Evangelho Segundo Espiritismo, a informação vem logo em seguida. Olha, meu filho, não é isso não. A outra face é a face da compreensão, porque se alguém nos ofende, porque aquela pessoa não está bem. E a outra face significa compreensão de que aquela pessoa não está bem, é o perdão. Então esse exemplo nos mostra claramente que nós não podemos interpretar ao pé da
porque aquela pessoa não está bem. E a outra face significa compreensão de que aquela pessoa não está bem, é o perdão. Então esse exemplo nos mostra claramente que nós não podemos interpretar ao pé da letra. É preciso buscar a interpretação espiritual dos ensinamentos que estão lá no evangelho. É isso que o texto tá querendo nos mostrar. Continuando, então, se interpretado ao pé da letra, a conversa lá com o jovem rico, seria uma uma falta de coerência, porque significaria que a riqueza seria perdição para qualquer ser humano no nosso planeta. É a consequência do estado de inferioridade do mundo terrestre. Porque a riqueza somente, se a riqueza somente malhos houvesse de produzir, Deus não teria posto na terra. Se não é um elemento direto de progresso moral, é sem contestação poderoso elemento como possibilidade de progresso intelectual. Com efeito, homem tem por missão trabalhar pela melhoria material do planeta. Por exemplo, alguns poderiam dizer assim: "Ah, professor, o homem terido à lua é um exemplo de progresso material pro planeta. Mas será que esse dinheiro não seria mais bem aplicado para eliminar a pobreza no mundo? A miséria, a fome?" Às vezes podemos ter esse questionamento, mas a mesma pessoa que faz esse raciocínio se utiliza de um laboratório por recomendação médica, para fazer um exame de imagem. E o aparelho que permite esse exame de imagem, ele é consequência das pesquisas que levaram o homem à lua, ou seja, há desdobramentos do progresso científico na vida de qualquer ser humano. Então, nós precisamos urgentemente pensar de uma forma mais dilatada em relação à coisas que estão postas na nossa realidade, porque senão a gente fica às vezes com umas dúvidas que não tem cabimento. Por exemplo, você po pensar assim: "Ah, mas olha, meu neto de 5 anos morreu de doença. Não, vamos extremar mais. No Nordeste tem um médico brasileiro que fez uma pesquisa em 1950. ele era eh um médico indicado paraa Organização Mundial de Saúde Brasileiro. Ele visitou várias cidades e depois de
os extremar mais. No Nordeste tem um médico brasileiro que fez uma pesquisa em 1950. ele era eh um médico indicado paraa Organização Mundial de Saúde Brasileiro. Ele visitou várias cidades e depois de terminada pesquisa ele concluiu. Desenhei o mapa da fome 50 anos depois, no ano 2000, isso foi em 1950, uma empresa de de jornalismo fez a mesma o mesmo percurso. E o que é que você descobriu? Que o mapa da fome permanecia. 50 anos depois. Mas agora com detalhes. Por exemplo, crianças que nasceram com os olhos perfeitos perderam a visão dos dois olhos. Motivo, desnutrição absoluta. A criança nasceu perfeita, com os olhos, perdeu a visão por desnutrição. Alguém diria assim: "Puxa vida, mas isso é um castigo divino". Olha, minha neta Júlia de 6 anos diria assim: "Ô vovô, não tem lógica tá falando. Não tem lógica, vovô. Deus tem coisas mais importantes para se preocupar do que ficar para botando peso maior nas costas do que um indivíduo pode carregar. Ela só tem 6 anos. Só tem 6 anos. Então, quando a gente imagina situações como essa e gera um certo sentimento de contrariedade, é ignorância. Nossa, professor, o senhor tá sendo muito austero hoje. Não, olha, eu sou ignorante em relação à medicina, porque eu sou administrador. A ignorância não é um xingamento, é o reconhecimento de uma realidade. Eu sou ignorante de medicina, não posso dizer que sou ignorante de administração porque eu sou mestre na área. Ainda é diferente, são coisas distintas. Mas então, algumas situações da nossa realidade hoje demonstro que em muitos momentos nós estamos próximo da pobreza espiritual, em outros momentos deixamos de reconhecer a riqueza material que está posta paraa nossa disposição, pra nossa evolução espiritual. são situações do nosso dia a dia. Por isso, quando nós retornamos ao livro dos espíritos e encontramos a questão 815, o seguinte questionamento: qual das duas provas é mais terrível para o homem? A prova da pobreza ou a prova da riqueza? que é o tema do nosso do nosso encontro de hoje.
os e encontramos a questão 815, o seguinte questionamento: qual das duas provas é mais terrível para o homem? A prova da pobreza ou a prova da riqueza? que é o tema do nosso do nosso encontro de hoje. A resposta clara e objetiva colecionada pelo Allan Kardec está lá na questão 815, tanto uma quanto outra. E aqui nós devemos fazer uma extrapolação pensando na pobreza espiritual, porque senão a gente fica ligado só a pobreza material, que não é esse sentido. Não é esse sentido. Nós devemos refletir sobre um universo mais amplo, um entendimento mais amplo, tanto uma quanto outra. Aí vem a explicação. A miséria provoca queixas contra a providência. Sinal de quê? De ignorância. Sinal de ignorância. Porque Deus não coloca sobre os nossos ombros um peso maior do que a gente pode carregar. E a riqueza incita a todos os excessos. De fato, o indivíduo que nasceu pobre materialmente, economicamente, financeiramente, se por uma contingência do planejamento reencarnatório ele acende a um patamar de amplos recursos financeiros, muitas vezes se esquece da origem e passa a tratar os parceiros da dificuldade como entes apartado do seu relacionamento. Então, muitas vezes a pessoa que está assessorando a presidência de uma organização não sabe nem o nome do rapaz que traz ou da senhora, enfim, do homem, a mulher que traz o café diariamente. Não sabe o nome da pessoa que mantém o ambiente higienizado. Não, eu sou um assessor da presidência, então esses funcionários menores, eu não quero nem saber o nome, nem onde moram, nada disso. Pobreza espiritual. Mas do outro não. Nós precisamos refletir como é que nós estamos comportando nas nossas situações do dia a dia. Nós sabemos o nome da pessoa que higieniza o nosso ambiente de trabalho. Nós dizemos bom dia pra pessoa que cuida da higienização, do ambiente que a gente trabalha. Ou quando a gente chega e já tem pessoas trabalhando, a gente se ocupa em dizer bom dia a todos. São coisas simples que demonstram educação. Educação não é nada demais, é obrigação,
a gente trabalha. Ou quando a gente chega e já tem pessoas trabalhando, a gente se ocupa em dizer bom dia a todos. São coisas simples que demonstram educação. Educação não é nada demais, é obrigação, mas é educação. Simplesmente isso. E às vezes quando nós notamos alguns procedimentos na nossa sociedade, a gente se espanta. É fácil de notar isso. Estão fazendo aqui uma caminhada pela manhã ou à tarde. Quando passar para uma pessoa diga: "Bom dia, boa tarde, boa noite", notem o que vai acontecer. A pessoa está lá na frente, bota: "Será que eu conheço essa pessoa?" Porque as pessoas não estão acostumadas com educação. Você dando bom dia, olha, abrindo porta no ambiente de trabalho, eu já fui condenado. Não podia abrir a porta para uma mulher, só para homens. Olha que coisa inusitada. A educação que meus pais deram, abrir a porta para homem, para mulher, tanto faz num carro. Então aí a obrigação é maior abrir a porta do carro para uma mulher. Educação são coisas simples. A gente pensa assim: "Ah, meu Deus, como é que eu vou amar os os meus inimigos? Como é que eu vou amar as pessoas que não gostam de mim?" A gente se escuda na nessa dificuldade e aí a gente não trata bem as pessoas que nos tratam bem. Exemplo de pobreza espiritual. Nós vamos ficar aqui mais 2000 anos porque não vamos atingir o estágio que Jesus encomendou de ser compreensível em relação às pessoas que não nos tratam bem. O melhor é começar hoje por aquilo que a gente pode fazer. amar as outras pessoas é dizer bom dia, boa tarde, boa noite. Abrir a porta do carro para uma mulher, seja namorada, esposa, mãe, avó ou uma pessoa estranha mesmo, uma colega de trabalho, abrir a porta do carro, uma coisa simples. Quando nos pedem ajuda num semáforo, por exemplo, se você tá em condições, ajude. Ah, mas professor, a pessoa tá toda suja, ele acha que ela vai comprar drog. Não é problema nosso, é problema dela. Ela que vai decidir o que vai fazer, o que ela vai fazer com a nossa doação, é problema dela. Agora, se nós temos
á toda suja, ele acha que ela vai comprar drog. Não é problema nosso, é problema dela. Ela que vai decidir o que vai fazer, o que ela vai fazer com a nossa doação, é problema dela. Agora, se nós temos condições e não ajudamos e a pessoa passar fome, aquele dia todo, a responsabilidade é nossa, porque a oportunidade foi colocada na nossa na nossa nas nossas mãos. E quando a gente abre mão de usar a oportunidade a nosso favor, o problema passa a ser nosso. Hoje, por exemplo, eu pedi para uma pessoa olhar o carro porque não tinha lugar no estacionamento. Disse: "Olha, você pode olhar, vou deixar o carro solto, eu vou aqui e daqui a pouco volto". Cheguei lá, dei um recurso pro senhor que tava ali. O que ele vai fazer com dinheiro? Se ele vai comprar álcool, cigarro, não é problema meu. É problema da decisão dele. Agora eu não posso deixar de ajudar se tem condições, porque ele pode estar ali. Aliás, tinha um colega dele próximo dali almoçando, era 3 horas da tarde. Eu passei diante desse senhor e disse assim: "Bom almoço". Ele: "Ah, muito obrigado, Deus. Vai com Deus". A pessoa tava almoçando às 3 horas da tarde, sabe onde? Numa latinha de margarina. Num potinho de margarina. Era o que ele tava mostando, o outro colega que guarda os carros ali. Então são exemplos simples daquilo que a gente pode fazer hoje para que a gente não seja classificado após a conclusão do nosso estágio aqui na Terra como pobre espiritual. Porque pobre financeiramente a gente já vimos que as duas experiências são difíceis, tanto a pobreza quanto a riqueza. Mas o que nos compete a refletir nesse momento numa casa que se dedica a estudar os ensinamentos de Jesus com maior amplitude é a o problema da da riqueza, quando nós podemos aproveitar as oportunidades de ajudar o próximo, nos aproximando da riqueza espiritual e nos afastando da pobreza espiritual, quando nós deixamos de aproveitar as oportunidades de praticar a o lema: "Fora da caridade não há salvação." Além da história do jovem, nós temos outras passagens que tratam do
da pobreza espiritual, quando nós deixamos de aproveitar as oportunidades de praticar a o lema: "Fora da caridade não há salvação." Além da história do jovem, nós temos outras passagens que tratam do mesmo tema. Essa outra situação descrita no Evangelho, eu já falei várias vezes sobre sobre essa situação, mas chamando atenção para a grandiosidade da figura de Jesus como ser mais perfeito que habitou o nosso planeta e que é o nosso modelo e guia. Mas nesse caso, ao tratar desse tema da riqueza da pobreza como desafios, tem uma situação interessante em relação a Zaqueu. Zaqueu era um cobrador de impostos. Então, contextualizando para a situação da época, o cobrador de impostos não era socialmente uma figura bem vista. Os escritos do Novo Testamento dizem uma pessoa de má vida, uma forma que usava naquela época qualificar um cobrador de impostos. Zaqueu possivelmente, vou repetir a mesma história que sempre digo aqui, possivelmente Zaqueu tinha a minha estatura. Então o que que acontecia? Jesus, como já era muito conhecido, um profeta, imagine, hoje nós conhecemos a figura de Jesus, mas naquela época não. Era um jovem desconhecido, filho de pessoas sem nenhum destaque social, mas que fazia prodígios. Então aquilo foi se espalhando. Zaqueu era um cobrador de impostos, uma figura que não era bem vista socialmente. Então naturalmente ele teria dificuldade. Aquela multidão em volta de Jesus, ninguém ia dar passagem para ele. Ninguém ia dar passagem para Zaqueu. Então ele ficava lá atrás. Eu não conseguia ver porque ele mundo de gente, ele baixinho como eu. Mas ele teve uma ideia dis assim: "Já sei o que vou fazer". Porque ele não queria conversar com Jesus. Ele queria apenas ver o jovem profeta que diziam que fazia coisas maravilhosas. Então ele pensou assim: "Olha, eu sei que Jesus vai passar em determinada região, eu vou subir em cima de uma árvore lá de cima, vou ver ele passar". E assim fez. Quando eles estava passando, parou diante da árvore, ele disse aqui eu desço dessa árvore que eu vouar na
inada região, eu vou subir em cima de uma árvore lá de cima, vou ver ele passar". E assim fez. Quando eles estava passando, parou diante da árvore, ele disse aqui eu desço dessa árvore que eu vouar na sua casa hoje. disseram assim: "Nossa, mas olha, Jesus vai sear na casa de uma pessoa de uma vida, um cobrador de impostos que não era bem visto socialmente, como que dizendo assim: "Não fica bem, mestre se eu sear na casa de uma pessoa como essa aí não, não, não fica bem não. Entretanto, a que opondo-se diante de Jesus lhe disse: "Senhor, dou a metade dos meus bens aos pobres e se reconheço que causei dano a qualquer pessoa, seja no que for, busco indenizá-lo quatro tantos a mais." ao que Jesus lhes disse: "Esta casa recebeu hoje a salvação, porque também este é filho de Abraão." Agora vamos pensar. Zaqueu nunca tinha visto Jesus, só tinha escutado falar de um jovem profeta que andava naquela região. Então, como é que Jesus disse assim: "Iaqueu desça dessa árvore". Como sequel não conhecia Jesus, como é que Jesus chamou ele pelo nome? pra gente observar que a gente lê muitas passagens, não para para refletir sobre as situações. Então vem em nosso auxílio esse filósofo brasileiro, Dr. Gilberto Amaro, que diz assim: "No momento em que Jesus estava diante daquele jovem rico, penso em escaneamento de todas as suas encarnações e descobriu que morava no ânimo daquele jovem um sentimento forte de egoísmo e de prisão aos bens materiais. que pode ocorrer no sentimento de cada um de nós. Então, quando nós praticamos o lema fora da caridade não há salvação. Doando 1 kg de alimento, ouvindo alguém que está com preocupações e que nós os colocamos à disposição apenas para ouvir a pessoa, sem fazer nenhum comentário e também sem olhar o celular. Porque se alguém tá nos contando um problema e a gente pega o aparelho, incentinamente a pessoa já imagina, bom, o que eu tô falando não tem interesse, porque a pessoa tá olhando o celular. Então, se a gente se coloca para ouvir alguém, deixa o celular de lado,
aparelho, incentinamente a pessoa já imagina, bom, o que eu tô falando não tem interesse, porque a pessoa tá olhando o celular. Então, se a gente se coloca para ouvir alguém, deixa o celular de lado, se concentra na pessoa que está falando. Se ganhamos uma roupa, podemos usar, doar uma que esteja em boas condições, tirar do nosso armário, higienizá-la e doar. Se temos condições de pagar um prato de comida para alguém que está passando fome, é uma oportunidade. Mas se tudo isso não tivermos condições, podemos fazer uma oração, como já citei aqui. Então, as possibilidades são múltiplas todos os dias. Nós podemos ganhar o dia todos os dias com a prática do fora da caridade, não há salvação. Para terminar, a parábola do do rico e do Lázaro pobre. O Lázaro pobre, morador em situação de rua, se postava na porta do homem rico, que se vestia muito bem, alimentos de primeira qualidade, e Lázaro se colocava na porta, pedindo aos servos daquele homem rico as sobras da mesa, ao que o rico dizia: "Não, mande esse homem embora que eu não vou dar nada para ele. Joga tudo pelos cachorros. Todos nós vamos desencarnar numa hora. A gente só não quer saber quando, né, João? A gente só não quer saber. Se alguém souber a minha, não precisa falar no que eu não quero saber. Mas todos nós vamos desencarnar uma hora. Muito bem. O rico desencarnou, Lázaro também. O homem rico estava numa situação de penura, porque viveu o egoísmo ao extremo e Lázaro estava num ambiente muito melhor. O homem rico disse assim: "Nossa, Lázaro, me ajude aqui. Me dá pelo menos um pouquinho de água para matar minha sede?" E o responsável pela região onde estava Lázaro disse assim: "O homem rico estava numa região naturalmente inferior: "Olha, os que estão aí não podem passar para cá e os que estão aqui não pode passar para aí". Aí o homem rico disse assim: "Então, por gentileza, vai lá na minha família, falar paraos meus irmãos para eles pararem fazer o que eu fazia, porque senão eles vão sofrer o mesmo que eu tô
r para aí". Aí o homem rico disse assim: "Então, por gentileza, vai lá na minha família, falar paraos meus irmãos para eles pararem fazer o que eu fazia, porque senão eles vão sofrer o mesmo que eu tô sofrendo." Aí a entidade disse assim: "Olha, eles têm todos os conhecimentos lá de Moisés, então se eles não estão colocando em prática, não vai adiantar falar absolutamente nada". Então, às vezes a gente, ah, mas eu não sou rico. Eu não sou rico. Quando pedem ajuda, eu dou. Eu não não deixo de oferecer. Mas será que quando o nosso filho pede a nossa presença, a gente diz assim: "Ah, hoje papai não pode porque eu tô com muito trabalho aqui no meu trabalho e eu não vou poder sair no horário, vou sair mais tarde." Aí no outro dia o filho liga pedindo na nossa presença para brincar com ele, fazer lição de casa e a gente diz assim: "Ah, o papai não vai sair hoje não, porque eu tô com muito trabalho aqui, vou sair mais tarde. Pode fazer lição com a mamãe e pode ir dormir que eu não vou chegar. paraa nossa reflexão, onde é que nós estamos colocando as nossas melhores possibilidades de colocar em prática os talentos que foram colocados à nossa disposição. Porque ter uma família é um privilégio, porque os nossos filhos não são nossos filhos, são filhos de Deus, só estão de passagem para que a gente devolva melhor do que recebemos. Então é nossa responsabilidade orientá-los e trabalhar demais para oferecer só recursos financeiros não é a solução, porque a família deve estar em primeiro lugar, o trabalho em segundo e o trabalho voluntário em terceiro. Quando nós pervertemos essa ordem e trabalhamos demais e secundarizamos a nossa família, não vai dar certo. Eu digo pela minha própria experiência. A minha filha ligava, estava no trabalho, dizia que não podia voltar. Hoje eu quero conversar com a minha filha. Ela disse: "Sim, não." E não tem mais papo, porque não dá para voltar atrás. Era para ter dado assistência a minha filha mais nova quando ela pedia minha presença para brincar com ela e eu
inha filha. Ela disse: "Sim, não." E não tem mais papo, porque não dá para voltar atrás. Era para ter dado assistência a minha filha mais nova quando ela pedia minha presença para brincar com ela e eu ficava trabalhando. Então é preciso aproveitar os talentos postos à nossa disposição, porque senão a gente vai ler a parábola dos talentos assim: "Nossa, mas que coisa estranha. Um recebeu cinco, devolveu mais cinco. Outro recebeu 12, devolveu mais dois do que recebeu um. devolver um porque ficou com medo de perder o recurso. Os talentos estão à nossa disposição, a inteligência, o dom da visão, a audição, a fala, a família, a gente tem que praticar, fazer multiplicar. Mas multiplicar de que forma? Em evolução espiritual. Esse é o nosso desafio na nossa própria vida da nossa família, dos nossos colegas de trabalho, fazer o melhor. Porque se não vejamos, tinha um senhor espírita que ajudava todo mundo no trabalho. Certa ocasião, prendeu o braço numa máquina. Os amigos disseram assim: "Nossa, mas ele é tão bom, tem tanta gente ruim que não morre. H pouco caiu um avião, um corrupto sobreviveu e o nosso colega aqui que ajuda todo mundo, um bom pai, um bom colega de trabalho, um bom cidadão espírita que atende todas as necessidades na primeira hora, quase perde um braço. Ele assimilou aquilo, ficou entristecido, mas era espírita, participante de um grupo mediúnico. No dia da reunião do grupo dele, o mentor espiritual pediu a palavra assim: "Eu quero me dirigir a determinada pessoa, aquele que havia tido sofrido acidente com o braço. Por que que você está triste?" Não respondeu. Vou esclarecer. Em situações anteriores, você era dono de uma grande propriedade e era muito rígido com seus funcionários, com seus servos. Um deles que não cumpriu suas ordens. Você deu um castigo cuja consequência foi ele perder o braço, foi amputado. Depois de desencarnar, você sofreu muito consciencialmente porque porque causou um grande prejuízo para esse seu servidor. E você próprio escolheu encarnações futuras perder um braço para
oi amputado. Depois de desencarnar, você sofreu muito consciencialmente porque porque causou um grande prejuízo para esse seu servidor. E você próprio escolheu encarnações futuras perder um braço para viver a mesma situação daquele seu servo. E o que aconteceu? pelos desdobramentos, a prática do amor, o fora da caridade, não fora da caridade, não, a salvação colocado em prática. A invés de perder o braço que você decidiu no seu planejamento reencarnatório, você perdeu apenas a pontinha do dedo indicador. Aí ele saiu feliz, voltou pro trabalho, os colegas: "Nossa, mas você tem um mês para ficar em casa?" Não, eu estou muito bem, estou muito bem. Vamos trabalhar. Será que isso tá no evangelho? Porque essa é uma história espírita, um dos livros espíritas, tá no Evangelho. Tem uma epístola de Pedro que diz assim: "O amor cobre uma multidão de pecados". O amor cobre uma multidão de pecados. Então, nós podemos escolher a pobreza espiritual ou a riqueza espiritual por meio do livre arbítrio. Como com pequenas coisas do nosso dia a dia, não são com grandes coisas. Se não conseguimos hoje amar os nossos inimigos, vamos tratar bem as pessoas que nos tratam bem. Mas, professor, a doutrina espírita não nos pede isso. Não importa. importa o que nós podemos fazer hoje. Se nós não podemos tratar bem as pessoas que não nos tratam bem, não vamos esperar mais 2.000 anos. Vamos começar hoje tratando bem as pessoas que nos tratam bem, porque dessa forma um dia nós alcançaremos a excelitude de Jesus, compreendendo aqueles que não nos tratam bem. Boa noite a todos, boa semana. Que Jesus nos abençoe. Meus irmãos, a comunhão convida a todos a fazerem o Natal de 300 famílias mais feliz. E aí o que o que do ar? Farofa, batata palha, panetones enlatados, sardinha, milho, ervilha e azeitona, geleias, sucos de fruta e embalagem de longa vida, chocolates, doces em lata, bombons achocolatados e shark embalada a vácuo. Pra de entrega, 30 de novembro. o local aqui no xarifado da comunhão, campanha alta de Souza.
ruta e embalagem de longa vida, chocolates, doces em lata, bombons achocolatados e shark embalada a vácuo. Pra de entrega, 30 de novembro. o local aqui no xarifado da comunhão, campanha alta de Souza. Então fica aí a a pedida, né, passarem no supermercado e lembrar de alguma coisa desse aqui, como diz o nosso irmão, 1 kg já ajuda, né? Tá certo? fazer a nossa prece, aproveitar mentalmente, pedir perdão àqueles que nós ofendemos e também dar o perdão àqueles que nos ofenderam. Deus nosso pai, que sois todo poder e bondade, dai força aquele que passa pela provação, dai luz àquele que procura a verdade. Ponde no coração do homem a compaixão e a caridade. Deus, dai ao viajor a estrela guia, ao aflito a consolação e ao doente o repouso. Pai, dai ao culpado o arrependimento, ao espírito a verdade, a criança o guia, ao órfão o pai. Senhor, que a vossa bondade se estenda sobre tudo que criastes. Piedade, Senhor, para aquele que não vos conhece e esperança para aquele que só. Que a vossa bondade permita aos espíritos consoladores derramarem por toda parte a paz, a esperança e a fé. Deus, um raio, uma faísca do vosso amor pode abraçar a tempo. Deixai-nos beber na fonte desta bondade fecunda e infinita. E todas lágrimas secarão, todas dores acalmar-seam. Um só coração, um só pensamento subirá até vós, como um grito de reconhecimento e de amor. Como Moisés sobre a montanha, nós vos esperamos com os braços abertos. Ó poder, ó bondade, ó beleza, ó perfeição. Queremos de alguma sorte merecer a vossa misericórdia. Deus, dai-nos a força para ajudar o progresso a fim de subirmos até vós. Dai-nos a caridade pura. Dai-nos a fé e a razão. Dai-nos a simplicidade que fará das nossas almas o espelho onde se refletirá a vossa santíssima imagem. Que assim seja. Aqueles que vão fazer uso do passo, por favor, pode aguardar sentados que já serão chamados. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e
e aguardar sentados que já serão chamados. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, [música] mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos [música] sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e [música] amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem [música] nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a [música] caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade [música] e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para
] os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade [música] e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um [música] de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que [música] nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas [música] livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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