AFEIÇÕES E SIMPATIAS - Daniel Camargo [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 20/01/2026 (há 2 meses) 1:06:16 545 visualizações

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Transcrição

Toda a beleza [música] de viver, doando amor, vibrando [música] luz, buscando a ti. Senhor, mesmo [música] tão longe de atingir a perfeição, aqui [música] eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Meus irmãos, boa noite. Aqueles que aqui vem pela primeira vez, sejam bem-vindos. E aqueles que nos prestigiam sempre com a sua presença, receba também nosso abraço fraterno. Saudamos também aqueles que nos assistem e nos ouvem pela TV Rádio Web Comunhão. O livro Levanta-te e Anda. Cada um é o que é. Levar a vida muito a sério, desejoso de que todos caminhem pelo ritmo de seus próprios passos, não admitindo que outros viajantes façam de sua caminhada aquilo que desejam, é perder-se num labirinto de inquietações e torturas. Ao contrário, levar a vida a séria é justamente viver em harmonia com todos, aceitando cada um como é e conservando o bom humor em todas as situações. Isso é levar a vida a sério. Porque interpretá-la em seu verdadeiro sentido? Ninguém pode fazer um molde para si e desejar que todos se vistam por ele, pois os corpos físicos são diferentes, assim como as mensalidades e o grau, as mentalidades e o grau espiritual de cada um. Vivamos nós o melhor que pudermos no molde que traçamos, nos aprimorando todos os dias, dando sempre um toque de beleza e graça em nossa indumentária interior. E assim estaremos servindo de modelo para outros que, embora sendo diferentes, tem como nós o desejo de se aprimorar, ainda que alguns não se tenha percebido disso. cada um cumprir o seu dever amorosamente, não interceptando o caminho do outro, não ditando normas de conduta, nem se exasperando, porque não corresponde os demais à suas expectativas, aos seus pontos de vista. Certamente seremos sempre bem recebidos com atenção e carinho no local em que penetrarmos, pois não desejamos obrigar ninguém a aceitar o nosso prato favorito. Com

ectativas, aos seus pontos de vista. Certamente seremos sempre bem recebidos com atenção e carinho no local em que penetrarmos, pois não desejamos obrigar ninguém a aceitar o nosso prato favorito. Com paciência, faremos mais pela humanidade do que com intolerância e a intransigência. As normas de conduta variam muito de acordo com o nível educacional, mental e espiritual. Sejam nossos amigos, filhos, parentes próximos, não temos o direito de atuparos e o modo de ser. E se formos bons psicólogos e soubermos aproveitar as oportunidades que surgem, faremos como o escultor que com o simples toque dos dedos aprimora, embeleza a sua estátua. No entanto, não lhe tira nunca a forma original. Cada um trouxe uma mensagem. Deixa que essa mensagem chegue ao seu destino sem interferência. Cada um deve lutar para conquistar a posição a que faz just. A imposição e a e austeridade afrocham o caráter, tirando-lhe sua característica própria. S, pois consciente, não perturbes a caminhada dos teus irmãos, impondo-lhes que caminhem pelo ritmo de tuas passadas. Não leves a vida a sério assim nesse sentido. Leve-na a sério, interpretando-a e vivendo-a tal qual ela é. Assim colaborarás mais eficiente na obra universal. Nós aproveitamos um instante para pedir a Deus, pedir a Jesus e pedir a esses abnegados amigos espirituais, especialmente os nossos anjos guardiães, ao mentor espiritual desta casa, o Dr. Adolfo Bezer de Menezes, para que nos abençoe. Abençoe também, Senhor, aqueles que estão na nossa tela mental. aqueles que estão a vagar pelas ruas, tão somente em busca do pão material, que possamos levares o lenitivo da prece, dizendo: Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade aqui na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje, Senhor. Perdoa as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixes cair em tentação, mas livra de todo mal. E que assim seja. Meus irmãos, nó vamos passar a palavra

, Senhor. Perdoa as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixes cair em tentação, mas livra de todo mal. E que assim seja. Meus irmãos, nó vamos passar a palavra do nosso irmão Daniel Camargo, que vai nos brindar hoje com afeições e simpatias. Boa noite a todos. Quando nós preparamos esse tema, ficamos imaginando o que nos motivaria dentro daquilo que a doutrina espírita nos oferece para o bom entendimento, das relações que se estabelecem muitas vezes que não são limitadas ao nosso ambiente familiar, uma vez que nós dedicamos de forma mais genérica da nossa vida no convívio com nossos colegas de trabalho. E é natural que tanto dentro do nosso relacionamento em família quanto no relacionamento de trabalho, nós venhamos a construir relações de afeições, de simpatias, mas também relações que são contrárias a esses dois sentimentos. Mas então o que é que a doutrina espírita nos oferece em relação a esses temas? Uma vez que a doutrina só tem sentido na medida em que nós podemos aplicá-la em nossa vida? Traduzindo em outros termos, não adianta que nós saibamos de corcelado dos livros da doutrina espírita que nos oferecem condição de compreendê-la. por exemplo, o domínio dos conceitos das obras básicas, as obras de grande valor que nos instruem em relação a muitos momentos da nossa vida, em relação, por exemplo, a as nossas relações no que diz respeito à nossa evolução espiritual, que nos traz André Luiz em suas obras de uma forma belíssima no sentido sentido de que nos traz experiências mais múltiplas em relação a vários ambientes em que ele visita e nos traz o resultado das experiências que ele teve. as obras do Emanuel, os romances de Emanu época de Jesus, viver aquele contexto onde Jesus nos apresentou as as primeiras diretrizes para que nós encontrássemos o caminho da felicidade. Nesse final de semana, nós tivemos aqui na Comunão Espírita de Brasília a visita de um jovem palestrante que nos impressiona significativamente. E ele nos deu vários exemplos

o caminho da felicidade. Nesse final de semana, nós tivemos aqui na Comunão Espírita de Brasília a visita de um jovem palestrante que nos impressiona significativamente. E ele nos deu vários exemplos e eu, pensando nos exemplos que ele deu, me lembrei do encontro que teríamos hoje. O dirigente deste encontro, nosso irmão João Abadi, nós temos uma relação de afeição e simpatia. que é uma relação natural, ela não se construiu eh por outro motivo, a não ser pela nossa afinidade, como a gente vai ver no texto de hoje, pelas vibrações do pensamento, simplesmente por isso. Não temos relações comerciais, eu sou consultor, ele é um profissional de outra área, eu sou professor, ele é ele poderia estar aqui no meu lugar com essa voz maravilhosa que ele tem. Então, esse exemplo que se construiu entre os atores que estão aqui hoje é um exemplo de relação que se estabeleceu por afeição e simpatia. E como é que isso se deu? pelas ondas do nosso pensamento. A vibração do pensamento do João em sintonia com as vibrações do meu pensamento construiu essa afição. Mas de toda forma, como eu estava dizendo no início, eu busquei na literatura espírita algum sentido para que ao estudar afeições e simpatias, nós pudéssemos trazer alguns elementos para o nosso relacionamento no dia a dia, como disse, no trabalho, na nossa família e assim por diante. Então, nós podemos começar nosso encontro de hoje com uma das questões mais simples e básicas. Qual é o significado dessas palavras? Então, nada melhor do que buscar os dicionaristas, aquelas pessoas que se ocuparam de trazer para nosso conhecimento o significado das palavras. Então, começando com afeição, significa uma ligação afetiva. Afeição significa uma ligação afetiva, sentimento amoroso em relação a uma outra pessoa. Exemplo, a verdadeira aflição, afeição e prova nas horas difíceis. É por isso que eu ouvindo a palestra de um amigo aqui de Brasília, ele citando alguns exemplos. Então ele disse assim: "Olha, às vezes a gente assim: "Nossa, eu gosto tanto de uma

nas horas difíceis. É por isso que eu ouvindo a palestra de um amigo aqui de Brasília, ele citando alguns exemplos. Então ele disse assim: "Olha, às vezes a gente assim: "Nossa, eu gosto tanto de uma pessoa". Exemplo de afetividade aí chega o conhecimento daquela pessoa. Olha, essa pessoa está internada no hospital, tá com problema de saúde, vamos visitá-la? Qual foi o início? Olha, aquela pessoa recebe da minha parte uma grande afeição, mas para visitá-la no hospital, ah, não, estou cheio de compromissos, tal. Então, essa não é uma verdadeira afeição, não é um sentimento afetuoso, porque no momento em que se precisa, a verdadeira afeição se prova nas horas difíceis. Então, a verdadeira afeição é quando a pessoa é visitada no hospital quando está adoecida. Essa é a verdadeira demonstração do sentimento real de afeição. E a simpatia às vezes é assim: "Nossa, a pessoa tão simpática, sorridente, alegre, você tá bem, é uma pessoa que se dá bem com todas as outras pessoas. Simpatia significa impressão agradável. Então, se nós estamos diante de uma pessoa que tem um bom relacionamento, está sempre sorrindo, está sempre de bom humor, naturalmente nos traz uma impressão agradável. Ao contrário daquelas pessoas assim: "Ah, meu Deus do céu, hoje tá chovendo hoje pela manhã eu saí para caminhar. No momento que ia começar a caminhada, começou a chover. Eu tive que ficar esperando passar chuva. Enquanto esperava, chegou uma pessoa que trabalha no meu condomínio, conversando com outra que também trabalha no condomínio. Ah, mas quando eu tava no meio do caminho, a chuva me pegou, olha, tô toda molhada, tal. Ou seja, não gostou da chuva. Não gostou da chuva. E a outra pessoa dizendo antes estava dizendo: "Nossa, que maravilha, que chuva maravilhosa e tal". Então, esses sentimentos em relação à mesma situação, sentimentos antagonistas. uma pessoa achando uma maravilha a chuva de hoje pela manhã e a outra incomodada porque molhou possivelmente os pés, assim por diante. Então, pensando nesse exemplo,

ituação, sentimentos antagonistas. uma pessoa achando uma maravilha a chuva de hoje pela manhã e a outra incomodada porque molhou possivelmente os pés, assim por diante. Então, pensando nesse exemplo, aquela aquela pessoa que diz assim: "Nossa, que maravilha". talvez tenha causado uma impressão positiva. E aquela pessoa que fou a reclamar da chuva e tal, tal, talvez não tenha, vamos dizer assim, estimulado uma impressão tão positiva assim. Mas é a mesma situação. A chuva é a mesma para as duas pessoas. E nós temos o quê? A doutrina nos explica que nós temos um tal de livre arbítrio, que é o nosso poder de decisão. Lá da na administração, na nas disciplinas que eu ministro, tem um tal de tradeo que é exatamente exatamente o poder de decisão na administração, que são as escolhas que precisam ser feitas. Por isso que nós ensinamos ao aluno que quando ele terminar o curso e tiver um problema, abrir o caderno de anotações, vai ter uma página em branco, porque a administração não tem solução. A pessoa tem que construir a solução diante do problema. E nós estamos diante da mesma possibilidade de tomar as decisões diante do contexto que você nos apresenta. Então, podemos ter uma impressão positiva da chuva em relação aos vários benefícios que ela traz. Podemos manifestar, falar da nossa impressão negativa, porque a chuva nos molhou o calçado, por exemplo. Mas a escolha está posta para nós. Nós aqui vamos ter que decidir como é que a gente vai agir diante dessas situações, sabendo que as simpatias podem ser construídas ao longo das decisões que nós vamos tomando ao longo do tempo. Então, simpatia significa isso, uma impressão agradável. A primeira pessoa demonstrou simpatia em relação à chuva, foi uma impressão agradável em relação ao tempo de chuva logo pela manhã. Em outros termos, uma disposição favorável que se experimenta em relação a alguém que pouco se conhece. É como disse que diando aquela pessoa que está sempre sorrindo de bom humor, a gente nem conhece, mas já tem uma relação de

sição favorável que se experimenta em relação a alguém que pouco se conhece. É como disse que diando aquela pessoa que está sempre sorrindo de bom humor, a gente nem conhece, mas já tem uma relação de simpatia com relação a essa pessoa. Então, nós pesquisamos naturalmente o evangelho, mas pesquisamos também o livro dos espíritos. E aí nós destacamos quatro pontos fundamentais em relação a esse tema para que a doutrina espírita nos oriente em relação às nossas relações no trabalho, dentro de casa, com os nossos vizinhos e também na casa espírita. Então, os conceitos de aflição e simpatia podem ser analisados à luz da doutrina espírita. Destacando-se como esses sentimentos são influenciados pelo estágio evoluído evolutivo dos indivíduos e pela predominância do interesse próprio. Então, esse primeiro ponto que nós estamos destacando sobre afeição e simpatia à luz da doutrina espírita, o texto já nos indica que há uma relação objetiva e direta em relação ao nosso estágio evolutivo. Então, se nós pensarmos na base da doutrina espírita, que são os ensinamentos que Jesus nos deixou, porque a doutrina espírita, assim como a minha doutrina de formação primeira, que é a doutrina católica, apostólica, romana, ambas têm a mesma base. Ambas são doutrinas cristãs, tanto a doutrina espírita quanto a doutrina católica, apostólica, romana. Ambas t a mesma base, ensinamentos de Jesus, embora hajam de extinções bastante conhecidas e estabelecidas. Muito bem. No primeiro discurso público de Jesus, há 2000 25 anos, ele nos apresentou um roteiro que, segundo o filósofo brasileiro, Dr. Humberto Roden, é o melhor de todos os tratados de ética que permitem ao homem encontrar o caminho da felicidade. Mas se passaram 2025 anos e nós estamos aqui no planeta Terra, muitas vezes desconhecendo todas as bem-aventuranças, que não é a completude do que Jesus nos deixou como herança no sermão da montanha, não é a complete. As bem-aventuranças são uma parte significativa do discurso de Jesus, mas não é tudo.

aventuranças, que não é a completude do que Jesus nos deixou como herança no sermão da montanha, não é a complete. As bem-aventuranças são uma parte significativa do discurso de Jesus, mas não é tudo. tem muito mais coisa envolvida. Dr. Hberto Roden, brasileiro mineiro, destacou numa obra que ele escreveu especificamente sobre o sermão da montanha, dizendo que esse é o maior tratado de ética que conduz o homem à felicidade. E aí nós paramos para pensar o seguinte, uma das recomendações de Jesus que diz respeito à afeições e simpatias ou de outra forma as dificuldades de superarmos as antipatias, Jesus disse assim que nós devíamos nos reconciliarmos com os nossos inimigos enquanto estamos a caminho, porque as inimizades permanecem definitivamente. E nenhum de nós, ao concluirmos esse estágio encarnatório, teremos grandes mudanças. Nós seremos exatamente como nós somos hoje. Não haverá uma mudança num passe de mágicas, porque nós desencarnamos, teremos os mesmos pensamentos, as mesmas facilidades, as mesmas dificuldades. Basta que observemos, por exemplo, quando lemos o livro Nosso Lar, a primeira obra do André Luiz, esse médico brasileiro que viveu no Rio de Janeiro, depois de ter sido um médico de destaque aqui no Brasil, uma família de importância, ao contrário da família de Jesus, que não tinha importância social nenhuma, dentro do conceito humano, naturalmente no conceito espiritual. Maria e José tinham um papel ímpar para o desenvolvimento da nossa sociedade. Mas quando André Luiz desencarnou, ele se viu numa situação delicadíssima, porque disseram a ele que ele era suicida. Mas espera um pouco, como assim? Sim, nós somos a mesma pessoa. Não é porque nós perdemos o corpo físico e vamos gerar anjos. Não seremos a mesma pessoa com uma diferença. Há um reconhecimento da nossa verdadeira face sem as máscaras. E André Luiz se descobriu como um médico da terra que no plano espiritual não serve nem de faxineiro de hospital. Essa é pura realidade. Ele não conseguiu trabalho.

sa verdadeira face sem as máscaras. E André Luiz se descobriu como um médico da terra que no plano espiritual não serve nem de faxineiro de hospital. Essa é pura realidade. Ele não conseguiu trabalho. Queria trabalhar com o médico na espiritualidade. Não, não é assim que funciona. Lá na terra basta um um papel, um diploma para você se apresentar como médico. Basta isso. Mas aqui é diferente. Para ser médico aqui os requisitos são outros. Então eu creio que nós podemos nos basear na simplicidade daquilo que a doutrina espírita nos oferece. Por exemplo, Jesus há 2025 anos disse assim: "Nós devemos nos reconciliar com os nossos inimigos enquanto estamos a caminho." Não é um exemplo de de simpatia e afeição, é um exemplo contrário. Mas o que não, qual é o texto de hoje? Trata sobre afeições e simpatias. Então, o que nos remete que passados 2025 anos ainda não temos condições de colocar em prática tudo aquilo que Jesus nos deixou, mas nós podemos colocar em prática aquilo que está à nossa disposição. Então, nós não temos relações e afeições e simpatias dentro de casa. No trabalho, o que que a gente pode fazer? alimentar essas relações. Vamos tomar um exemplo. Recebemos o boletim do colégio. Tá dizendo que nosso filho ou nossa filha tem que melhorar numa tal disciplina. Ao invés de nós observarmos a diferença entre a arrumação do quarto do filho da filha e arrumação do nosso próprio quarto, nós somos direto para o recado da escola. Quando na realidade nós vivimos os pautar pelo exemplo de Jesus, porque ele não criticou ninguém. Vamos a um exemplo. Quando apresentaram a ele uma senhora que foi surpreendida em adultério, já havia um problema básico de injustiça ali. Há que se reconhecer, porque a lei da época dizia que devia ser julgado homem e mulher, duas pessoas. Mas a sociedade daquela época, tanto quanto a nossa, apresenta apenas a mulher para ser julgada. E Jesus julgou a mulher? Jesus não julgou a mulher, apenas fez um questionamento para aqueles que estavam julgando. Quem não tiver nenhum pecado,

o a nossa, apresenta apenas a mulher para ser julgada. E Jesus julgou a mulher? Jesus não julgou a mulher, apenas fez um questionamento para aqueles que estavam julgando. Quem não tiver nenhum pecado, atire a primeira pedra. Isso não é uma piada, isso não é uma brincadeira, porque alguns brincam com essa história, né? fazem brincadeira, mas não é o caso. O que é que aconteceu? Os evangelistas dizem o seguinte: "Foram saindo de fininho, todos foram embora. Jesus perguntou: "Ah, ninguém te condenou?" Eu disse: "Não, mas Jesus não disse assim: "Então vá para casa". Não, não foi isso que ele disse. Vá e não peques mais. Vá e não peques mais. Não foi um julgamento, uma recomendação. Então, se nós não estamos preparados para amar os nossos inimigos, vamos praticar o crescimento das relações que estabelecam afeições e simpatias. Tratar bem as pessoas que nos tratam bem. Ah, professor, mas esa aí, não é isso que a doutrina nos pede? Não, a doutrina nos pede que nós ofereçamos a outra face. Sim, eu me lembro muito bem, aos 10 anos, eu li no Evangelho que dizia assim: "Quando fores ofere ofendido numa face, deves oferecer a outra face. aos 10 anos de idade, lendo o Evangelho no Novo Testamento, sendo naquela época seguidor da doutrina católica apostólica romana, eu não tive outro entendimento. Eu não segue lá no colégio, quando alguém me der um tapa, tenho que virar o rosto para levar um outro tapa. É o que eu havia entendido. Quando a gente toma o Evangelho Segundo Espiritismo, a explicação vem logo em seguida. que diz assim: "Ô, meu filho, presta atenção. Jesus não falava sobre as questões materiais, não. A outra face não é o seu rosto, não. A outra face é a compreensão. Porque se uma pessoa está de bem com ela mesmo, vai nos tratar com educação, com cortesia, não vai nos maltratar. Então, a outra face não é a face física, não, é a face da compreensão. Então, o mesmo evangelho nos recomenda que nós busquemos compreender as pessoas que não nos tratam bem e muitas vezes não conseguimos. Por quê? Porque

ão é a face física, não, é a face da compreensão. Então, o mesmo evangelho nos recomenda que nós busquemos compreender as pessoas que não nos tratam bem e muitas vezes não conseguimos. Por quê? Porque passados 2025 anos, nós estamos aqui num planeta de provas e expiações. É o que o texto diz, são influências do nosso estágio evolutivo. Então, o que que a gente pode fazer a nosso benefício hoje em relação a afeições e simpatias dentro da doutrina espírita? Tratar bem as pessoas que nos tratam bem. Simples assim, não há dúvida. Tratar bem as pessoas que nos tratam bem. De que forma? sistematicamente. Sistematicamente significa todos os dias. E dessa forma, com o passar do tempo, nós estamos aprendendo a tratar bem uma pessoa que não nos trata lá tão bem assim. E vamos progredindo, tratando bem as pessoas que nos tratam bem e tratando mais ou menos aquelas pessoas que não são assim tão apreciadas, mas é um processo evolutivo. A nossa evolução se faz dessa forma, devagarinho. Por isso é que nós estamos aqui, passados 2025 anos do primeiro sermão de Jesus, que é o sermão da montanha. Nós ainda estamos aqui por conta da misericórdia divina. E vejam, eu não estou dizendo vocês estão aqui, eu estou dizendo nós estamos aqui. Nós estamos aqui porque quem fala aqui, como João e outros que estarão aqui, não estão longe do progresso espiritual. Nós todos estamos progredindo, é uma escada, nós vamos subindo. Quanto mais nós deixamos para trás as antipatias, mais fácil nós vamos progredir. Mas por enquanto vamos praticar e alimentar as afeições e as simpatias. A ausência de afeição e simpatia é uma das causas das relações negativas. Mas quem de nós é que quer uma relação negativa? Nenhum de nós quer uma relação negativa dentro de casa, no trabalho, na rua, no trabalho voluntário. Nenhum de nós deseja uma relação negativa. No entanto, no entanto, a ausência de afeição e simpatia é uma das principais causas das relações negativas. Então, o que que a gente deve fazer? Se há uma possibilidade de uma relação

lação negativa. No entanto, no entanto, a ausência de afeição e simpatia é uma das principais causas das relações negativas. Então, o que que a gente deve fazer? Se há uma possibilidade de uma relação de pouca afeição e pouca simpatia, vamos nos afastar. Mas isso até os consultores nos dizem: "Olha, tem um consultor lá de São Paulo, mais especificamente de Sorocaba, ele diz assim: "Olha, se tem alguém lá na tua empresa que todo dia só fala de coisa negativa, tudo tá errado, tudo vai mal, olha, se afaste desse verdadeiro corvo, esse é o termo que ele usa. Se afaste desse verdadeiro corpo." E ele diz mais, olha, se você trabalha numa coisa que você não gosta, procure, aprenda a gostar daquilo que você faz ou vai fazer outra coisa. é uma relação de simpatia em relação à aquilo que nós fazemos nas relações profissionais, porque de toda forma, se isso não acontecer, teremos relações negativas com o trabalho, por exemplo, ou aprendemos a ter relações de afetividade em relação às atividades que estão postas sobre nossa responsabilidade, ou então nós vamos construir relações negativas, inclusive com o trabalho. Terceiro ponto, as simpatias e as antipatias se manifestam entre encarnados e desencarnados. Por quê? Porque nós não viramos anjos porque a gente morre, porque desencarnamos. Não, seremos as mesmas pessoas. Então, se existem relações de simpatias e antipatias entre encarnados, naturalmente haverá entre os encarnados, porque nós, todos nós somos espíritos. Qual é a diferença entre nós e o mentor espiritual, por exemplo, a evolução dele é muito maior e ele está sem o corpo físico, portanto um espírito desencarnado. Mas todos nós somos espíritos. Então, essas relações de afeição epatia ou de antipatias, elas acontecem tanto entre nós que estamos em vestimenta carnal quanto entre os encarnados. É até natural que a gente compreenda isso. Devemos ressaltar o papel do magnetismo e das afinidades espirituais nas conexões humanas espirituais. É o exemplo que eu dei entre a minha pessoa

ncarnados. É até natural que a gente compreenda isso. Devemos ressaltar o papel do magnetismo e das afinidades espirituais nas conexões humanas espirituais. É o exemplo que eu dei entre a minha pessoa e o nosso coordenador de hoje, João Abadi. É uma relação de simpatia que que se estabelece pelo magnetismo do pensamento. Porque nós não temos relações profissionais, por exemplo, nós não temos relações familiares, mas temos uma relação de simpatia. Tanto que quando eu chego aqui, a primeira coisa que eu digo a ele, o que é? É um privilégio estar aqui contigo e é uma efetividade. A mim é um privilégio estar aqui com João. É um exemplo de uma relação de grande afeição e grande simpatia que se constrói como? pela afinidade do nosso pensamento. Então, se nós nos alimentamos da doutrina espírita, tanto para nossas reflexões quanto para nossas atividades no dia a dia, vamos a uma questão da doutrina espírita. É possível que duas pessoas que se conheceram e se estimaram em uma encarnação venham a se encontrar em outra existência corporal e também venham a se reconhecerem. Aí nós eh recapitulamos a misericórdia divina. Por quê? Visto desse prisma, a gente pode pensar assim, é natural que sim, espera um pouquinho. E as relações de antipatia de encarnações anteriores, se elas forem reveladas nessa atual encarnação, vai ser difícil que uma mãe conviva com um filho, que o marido conviva com uma mulher, que se estabeleceram relações de antipatia em situações anteriores. Então, o esquecimento das relações anteriores é uma misericórdia divina para que nós possamos reconstruir as relações sob novas bases. Então, a resposta objetiva e clara é: esse reconhecimento não é possível. Porém, podem sentir-se ambas pessoas atraídas uma para a outra. E frequentemente não é diferente a causa de íntimas ligações que se baseiam em sincera afeição. Uma pessoa se aproxima de outra devido à circunstâncias aparentemente sem qualquer motivo, mas que na realidade essas circunstâncias resultam da atração de dois espíritos

e baseiam em sincera afeição. Uma pessoa se aproxima de outra devido à circunstâncias aparentemente sem qualquer motivo, mas que na realidade essas circunstâncias resultam da atração de dois espíritos que se buscam reciprocamente no meio da multidão. Se não vejamos bilhões de pessoas no planeta Terra e a gente se casa com uma só. Um homem escolhe uma mulher, uma mulher escolhe um homem. Dentre tanta gente que tá por aí, como isso? Alguns acham que é casualidade, mas na realidade essas circunstâncias resultam da atração de dois espíritos. Vamos a um exemplo para ficar mais claro. Há bons anos atrás houve um acidente no Rio de Janeiro. Hoje em dia já não se vê mais, mas na minha infância lá no interior de São Paulo, se instalavam de tempos em tempos um um uma estrutura de diversão que se chama circo. E o circo tinha uma lona que era colocada para estabelecer ali a relação do palco das da arquibancada e assim por diante, onde se faziam as apresentações. Certa ocasião, no Rio de Janeiro, um homem contrariado com determinada situação que aconteceu naquele ambiente de relacionamento profissional no circo, botou fogo na lona durante um espetáculo. E naquele mesmo dia, um jovem havia combinado com o seu pai de ir àquele espetáculo naquele dia, naquele horário. Mas naquele dia o pai se atrasou. Quando o pai chegou em casa, não dava mais tempo de ir pro espetáculo. À distância, viram aquele fogarel enorme. Souberam depois que era um incêndio no círculo. Será que essas pessoas deixaram de estar lá por casualidade? Vamos a outro exemplo. Bem mais recente, na capital do estado de São Paulo, houve um acidente com avião. Soube-se que uma pessoa que estava para embarcar nesse avião naquela época tinha, eu como viajo há muitos e muitos anos, eu, por exemplo, já viajei de TransBrasil, ninguém mais sabe que hoje existe uma companhia que se chama Transbrasil. Eu viajei de Rio Sul. Quem que conhece o Rio Sul? Era uma subsidiária da VAR, que também não existe mais. Muito bem. Naquela época tinha uns cartões,

oje existe uma companhia que se chama Transbrasil. Eu viajei de Rio Sul. Quem que conhece o Rio Sul? Era uma subsidiária da VAR, que também não existe mais. Muito bem. Naquela época tinha uns cartões, cartão de embarque, mas não é como esse hoje que a gente bota no celular. É um cartão impresso. A pessoa com o cartão em mãos recebeu uma ligação e não embarcou. E aquele avião se acidentou em São Paulo, morreram todos. Aquela pessoa não morreu. Como é que a doutrina espírita explica esses fatos sem que se caminhe para a compreensão da coincidência? É preciso estudar um pouquinho mais a questão do magnetismo, mas de forma rasa e simplificada é um magnetismo que atrai as pessoas para aquele evento. Então, todas as pessoas que morreram em acidentes de avião em São Paulo foram atraídas magneticamente, tanto que uma das pessoas não foi, não fez voo porque magneticamente não era para ser atraído para aquele povo. O acidente do circo que pegou o fogo também. Aquele jovem não foi atraído magnetiva de forma magnética para o encontro, motivado pelo atraso do pai, mas não há coincidência. E as pessoas que morreram naquele circo que pegou fogo, eram situações de muito tempo atrás que deveria ocorrer daquela forma e a atração magnética. Então vamos um exemplo mais simples, mais objetivo, mais claro. Um senhor mineiro espírita, quando havia qualquer chamamento, era ele o primeiro a se voluntario. Muito bem. No trabalho, ele trabalhava numa confecção. Isso é um caso real. trabalhava numa confecção lá na minha residência no interior de São Paulo, a poucos metros da casa de meus pais, tinha uma empresa, uma indústria como essa de tercelagem. Era um barulho assustador e as máquinas muito perigosas. Muito bem. Esse mineiro trabalhava numa numa numa empresa, uma indústria de selagem. Quando terminava o trabalho dele, ele sempre procurava ajudar os colegas. Quando alguém estava entristecido, no horário do almoço, ele ia conversar com aquela pessoa. Olha, você tá sempre alegre, tal, o que que aconteceu hoje?

o dele, ele sempre procurava ajudar os colegas. Quando alguém estava entristecido, no horário do almoço, ele ia conversar com aquela pessoa. Olha, você tá sempre alegre, tal, o que que aconteceu hoje? Se colocava com atenção para ouvir aquela pessoa. Muito bem. Certo dia, teve um acidente com aquela pessoa que comprometeu a saúde de todo o braço. O dono da empresa socorreu, levou pro hospital. Os médicos fizeram um bom trabalho, não perdeu o braço, mas perdeu a pontinha do dedo indicador. Os colegas de trabalho começaram a comentar: "Nossa, fulano de tal é tão prestativo? Há poucos dias caiu um avião aqui pequenininho, muita gente morreu, sai de lá um político envolvido em corrupção. Não aconteceu absolutamente nada com esse político corrupto. E o nosso colega aqui ajuda todo mundo, uma alma boa, tal, acontece um acidente como esse. Isso é uma injustiça divina. Aquele coment aqueles comentários chegaram aos ouvidos do homem e ele então começou a ficar entristecido com aquilo. Realmente eu procuro ajudar todo mundo. Como é que acontece isso comigo? Naqueles dias, ele foi convidado a participar, mesmo com acidente de uma reunião mediúnica, mas não aberta ao público. Aquelas reuniões, como ocorre aqui na comunhão espírita de Brasília, fechada só com o grupo que participa daquelas reuniões. Naquela noite, o mentor espiritual do grupo disse assim: "Olha, eu quero me manifestar hoje no final dos trabalhos". Terminados trabalhos, o mentor espiritual disse assim: "Eu quero me dirigir a fulano de tal". Ele se ajeitou na cadeira dizendo assim: "Nossa, mas o mentor do grupo quer falar comigo". Disse: "Olha, Deus tem um grande amor por você." E a gente fica imaginando, né? Amor por mim, eu quase perdi meu braço. Como é que é esse amor? Aí o mentor disse assim: "Calma, eu vou lhe explicar. Numa encarnação anterior, você era dono de uma grande fazenda e um dos seus servidores descumpriu uma de suas ordens. E o castigo que você estabeleceu para ele foi tão rigoroso que ele perdeu um

icar. Numa encarnação anterior, você era dono de uma grande fazenda e um dos seus servidores descumpriu uma de suas ordens. E o castigo que você estabeleceu para ele foi tão rigoroso que ele perdeu um dos braços. Quando você morreu, desencarnou, isso gerou um grande problema mental para você. Você se arrependeu do que havia feito, mas aquilo foi tão marcante que nessa atual encarnação você combinou com seu mentor espiritual que você queria perder um braço para experimentar o mesmo que você impôs ao teu servidor para que nunca mais você adotasse posturas semelhantes. Mas como você nessa atual encarnação sempre se demonstrou apto às práticas do amor, foi lhe concedido o privilégio de não perder o braço, apenas a pontinha de um dos dedos, como resultado das boas ações que você teve na atual encarnação. Ou seja, você já aprendeu a praticar o amor. E aí a gente rememora uma das epístolas de Pedro. Aliás, a gente conhece sempre as epístolas de Paulo, aos Coríntios, aos Romanos, né? Mas Pedro também tem uma epístola e numa das epístolas de Paulo a gente encontra essa informação que diz assim: "O amor encobre uma multidão de pecados". Então esse cidadão espírita teve, ao invés de perder o braço, apenas a pontinha do dedo. E aí no outro dia ele tava de volta do trabalho, falava: "Nossa, mas você tinha um mês de licença, o que que você tá fazendo aqui?" "Não, eu tô muito bem, já vou trabalhar". Voltou logo pro trabalho e todo feliz porque reconheceu. Assim somos nós também. Muitas das situações que nós iríamos passar, não estamos passando. Por quê? por conta dos nossos trabalhos voluntários e assistência é uma família que está precisando. É quando o João faz a chamada aqui para que a gente traga alimentos para compor as cestas básicas, nós estamos prontamente atendendo. Todas essas ações somadas ao longo do tempo vão trazendo benefícios para nós. Assim como alimentamos relações de afeições e simpatia, nós estamos angareando créditos para nós. Por isso que é uma oportunidade

ssas ações somadas ao longo do tempo vão trazendo benefícios para nós. Assim como alimentamos relações de afeições e simpatia, nós estamos angareando créditos para nós. Por isso que é uma oportunidade visitar os nossos amigos que estão nos hospitais, mais especificamente para os casos mais próximos da gente, visitar os avós idosos. Ah, professor, não tem condição. Não aguento mais. Toda vez que eu vou visitar, meu avô repete as mesmas histórias. Já tô cansado de ouvir e eu não estou cansado de repetir a mesma história aqui. Quando a gente era pequenininho, os pais levavam a gente pros para dormir nos avós, não é? E eles liam uma história pra gente dormir. Quando terminava a história, os avós cansados, querendo dormir. O que é que a gente falava? conta de novo. E eles cansado, com sono, tinham que contar a história de novo. Agora é a nossa vez de ouvir novamente as histórias do nossas voz. É a hora, gente, acabou a pandemia. Acabou a pandemia. Por que não visitar os nossos amigos? Por que não fazer uma ligação? saber como os amigos estão. Acabou a pandemia. Estabelecimento de relações, de afeições e simpatia sempre nos trarão bons resultados. Próximo questionamento. Não seria mais agradável se essas pessoas, quais pessoas? aquelas que tiveram uma boa relação em situações anteriores e que poderiam em encarnações futuras se reconhecer, mas também, como eu destaquei, tem as relações de antipatia, por isso o esquecimento. Nem sempre a recordação, aqui vem a explicação que eu acabei de dizer. A recordação das existências passadas poderia trazer inconvenientes maiores do que se pode imaginar. Os exemplos são múltiplos nos romances espíritas. Os casos se sucedem tanto de relações anteriores quanto da própria existência, da própria encarnação atual, os conflitos, os problemas que se estabelecem. Então, de forma objetiva e clara, o esquecimento é uma misericórdia. Porque muitas vezes no nosso relacionamento atual, nós estamos tendo a oportunidade de refazer relacionamentos que não foram

lecem. Então, de forma objetiva e clara, o esquecimento é uma misericórdia. Porque muitas vezes no nosso relacionamento atual, nós estamos tendo a oportunidade de refazer relacionamentos que não foram produtivos. É por isso que se diz: "Nossa, mas numa família sempre tem um uma negra, né, de no ditado popular?" As explicações estão aí. é uma oportunidade de reconstruir relacionamentos que não foram tão produtivos no passado. Questão 388 do livro do Espírito. Os encontros que se costumam ocorrer entre algumas pessoas e que normalmente atribui-se ao acaso não serão efeito de uma certa relação de simpatia. Explicação. Entre os encarnados há ligações que ainda não são conhecidas. Ainda bom. Ainda bem. Ainda bem. Imagine que nós vamos saber que o nosso pai, o nosso pai foi alguém que nos prejudicou no passado. Como é que fica essa relação? Tão vendo a oportunidade do esquecimento? Entre os encarnados há ligações que ainda não são conhecidas. Mas de toda forma o magnetismo é a essência dessa situação que somente o homem encarnado terá melhor compreensão mais tarde. Porque quando a gente tiver a oportunidade de concluir o estágio atual, nós teremos a oportunidade de conversar com o nosso mentor espiritual, inclusive saber de coisas que, por exemplo, eu quase desencarnei num acidente quando tinha, sei lá, 10 anos de idade. Eu trago marcas desse acidente até hoje. O cirurgião disse ao meu irmão João Batista que me levou ao hospital que por uma questão de milímetros eu teria perdido a vida porque haveria a interrupção de uma de uma de um vaso importantíssimo. Eu iria a óbito ali mesmo. Não precisaria nem não daria tempo nem de chegar do hospital. Mas só foi uma questão de milímetro disso cirurgião. Milímetros. Será que não foi um livramento, como dizem os nossos irmãos evangélicos. Em outra oportunidade, me perim esse exemplo pessoal, mas é porque é preferível dar o exemplo nosso do que de outra pessoa. Eu estava indo pra universidade numa motocicleta e estava adentrando a pista um trator

portunidade, me perim esse exemplo pessoal, mas é porque é preferível dar o exemplo nosso do que de outra pessoa. Eu estava indo pra universidade numa motocicleta e estava adentrando a pista um trator vindo de uma fazenda próxima da universidade onde eu estudava. universidade tinha fazendas na na divisa ali da faculdade com as propriedades ali eram fazendas. Então, o indivíduo saiu da fazenda, entrou na pista e eu vindo com a motocicleta, buzinei e busquei o lado esquerdo da pista. Ele entrou do lado direito. Quando eu buzinei, ele fez o movimento de continuar na via no lado direito. E eu fui me afastando do lado esquerdo. Imaginei eu que ele tinha ouvido a buzina e tinha me dado espaço para passar. Não, ele não ouviu a buzina da moto, ele simplesmente fez o movimento à direita para dar espaço para uma carreta que estava conectado ao trator. Então ele fez esse movimento, em seguida fechou a pista com o trator, o engate e a carroça e a e a a o o aquela partezinha ali de trás tinha um trator, o engate e a a carroceria. Então isso tudo em movimento, a moto em alta velocidade, o trator fechando a pista, fechou completamente. E naquela hora eu pensei: "Ah, a morte é isso, é assim que a gente morre, não tem saída". E aí o meu mentor espiritual falou no meu ouvido: "Salte, mas espera um pouco, tá tudo em movimento. Se eu soltar, vou me esborrachar no trator que está passando. Eu passei entre o trator e a carreta no meio, no engate, tudo em movimento. A moto em alta velocidade, o trator e a carreta em movimento. Eu passei no meio, caí do outro lado e o trator foi embora. como dizem os evangélicos, segundo livramento. Naquela época eu já havia começado um trabalho voluntário, atendendo moradores e situação de rua lá no interior de São Paulo em Campinas, onde eu estudava na Unicamp, junto com Valdíos Conigro. Começamos um trabalho de assistência aos moradores em situação de rua. E esse trabalho continua até hoje. Hoje mesmo entreguei vários produtos de cesta básica, que é uma reunião de voluntários

onigro. Começamos um trabalho de assistência aos moradores em situação de rua. E esse trabalho continua até hoje. Hoje mesmo entreguei vários produtos de cesta básica, que é uma reunião de voluntários que a gente se reúne para montar cestas básicas. Então, quando rememoro essas duas situações, eu só posso entender o seguinte: eu deveria encerrar essa encarnação num desses dois momentos. Um por questões de milímetros não aconteceu e o outro porque eu ouvi minha espírito toca disse: "Salta, eu saltei da moto, passei no engate entre o trator e a carreta no meio, a moto bateu no no pneu do carro, caiu ali do lado. O o meu mecânico que havia feito uma personalização da moto, o Carlos, levei a moto pro conserto lá, ele falou: "Eu compro sua moto". Ele já havia personalizado, até o capacete era igual. a as cores da motocicleta. Então ele ficou com tudo. Nunca mais andei de moto. Vejo as motocicletas, acho muito bonita. Nunca mais andei de motocicleta. Bastou eu renascer naquele dia lá, nunca mais andar. Eu ando muito bem de ônibus, de metrô, a pé, acho ótimo. Também não ando mais de bicicleta. Já andei hoje. Nem de bicicleta ando mais. Nem moto, nem bicicleta, nada. Entre os encarnados há ligações que ainda não são conhecidas, mas o magnetismo é a essência da situação que somente o homem encarnado terá compreensão mais tarde. Então, como estava dizendo, quando a gente desencarnar, a gente vai saber de uma série de coisas que nós não estamos sabendo por conta do da misericórdia divina, que é o esquecimento. Então, para concluir o nosso encontro de hoje, o que que nos fica a comuna, prestar atenção nas relações que se estabelecem por meio das afições e simpatias e alimentá-las sistematicamente, alimentar as relações de simpatia e afeição sistematicamente. Dessa forma, mais para frente, esperamos que nós possamos colocar em prática aquilo que Jesus nos recomendou. nos reconciliarmos com os nossos inimigos enquanto estamos a caminho e compreender as pessoas que nos ofendem,

ra frente, esperamos que nós possamos colocar em prática aquilo que Jesus nos recomendou. nos reconciliarmos com os nossos inimigos enquanto estamos a caminho e compreender as pessoas que nos ofendem, porque elas não estão bem. Se estivessem bem, nos tratariam com educação, com cortesia e assim por diante. Então, no momento em que vamos acompanhar a oração de encerramento dos jovens que está ali ao nosso lado, João Abadi, nós temos uma oportunidade de trazer a nossa tela mental aquelas pessoas que não puderam nos acompanhar nesta casa. abençoada que nos acolhe a todos a comunhão espírita de Brasília, desejando que essas pessoas também recebam as boas energias que nós estamos recebendo nesse momento, nossos familiares, nossos colegas de trabalho, eventualmente nossos conhecidos que estão internados nos hospitais para que eles também recebam as boas energias que nós estamos recebendo neste momento aqui na comunhão espírita de Brasília e que possamos retornar em segurança para os nossos lares. Jesus abençoe a todos. A casa mantém várias famílias com cesta básica, roupas. E então aqueles que vão dar uma mexida no guarda-roupa, né, que às vezes tem uma roupa lá que amanhã eu vou usar, né, eh, tentando diminuir às vezes o corpo aumentar, né? Então, tirem aquela roupa ou aquele calçado e traga aqui paraa Alta de Souza que nós daremos um bom proveito. Podem estar certos disso. Fazer a nossa prece. Vamos aproveitar a ideia do nosso irmão e dar o perdão àqueles que nos ofenderam e pedir perdão também aqueles a quem ofendemos. Nós vamos dizer: Deus nosso pai, que sois todo poder e bondade, dai força àquele que passa pela provação, dai luz àele que procura a verdade, pondem a compaixão e a caridade. Deus, dai ao viajor a estrela guia, ao aflita consolação e ao doente o repouso. Pai, dai ao culpado o arrependimento, ao espírito a verdade, a criança o guia, ao órfão o pai. Senhor, que a vossa bondade se estenda sobre tudo que criaste. Piedade, Senhor, para aquele que não vos conhece e esperança para

rrependimento, ao espírito a verdade, a criança o guia, ao órfão o pai. Senhor, que a vossa bondade se estenda sobre tudo que criaste. Piedade, Senhor, para aquele que não vos conhece e esperança para aquele que sofre. Que a vossa bondade permita aos espíritos consoladores derramarem por toda parte a paz, a esperança e a fé. Deus, um raio, uma faísca do vosso amor pode abrasar a terra. Deixai-nos beber na fonte desta bondade fecunda e infinita, e todas lágrimas secarão, todas dores acalmar-seão. Um só coração, um só pensamento subirá até vós como um grito de reconhecimento e de amor. Como Moisés sobre a montanha, nós vos esperamos com os braços abertos. Ó poder, ó bondade, ó beleza, ó perfeição. Queremos de alguma sorte merecer a vossa misericórdia. Deus, dai-nos a força para ajudar o progresso, a fim de subirmos até vós. Dai-nos a caridade pura. Dai-nos a fé e a razão. Dai-nos a simplicidade que fará das nossas almas o espelho onde se refletirá a vossa santíssima imagem. Que assim seja. Aqueles que vão fazer uso do passo podem aguardar sentado que já já serão chamados. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como [música] finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo [música] melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira [música] tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o [música] nosso mestre

, respirando de maneira [música] tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o [música] nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa [música] casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu [música] Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males [música] do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. [música] Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a [música] cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e [música] que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, [música] levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade [música] e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos [música] a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos [música] do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos,

oa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos [música] do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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