PROGRAMA FRATA ESPERO - ESPERANÇA FRATERNA - 22/02/2026

FEBtv Brasil 23/02/2026 1:46:19

O programa FRATA ESPERO – ESPERANÇA FRATERNA, é transmitido todo 4° domingo do mês pelo Sistema Deus Conosco de Comunicação Espírita. FRATA ESPERO – ESPERANÇA FRATERNA, Evangelho, Espiritismo e Esperanto em um só lugar, trazendo esperança, esclarecimento e consolação aos corações, de uma forma simples e descontraída. O Programa é dividido nos seguintes quadros: Um Pouco de História, onde Affonso Soares e Elaine Kapp nos contam a história do Esperanto no Brasil e no Mundo; Esperanto Primeiro...

Transcrição

Sistema Deus conosco de comunicação espírita. Aqui você navega em Ondas de Luz. Caros ouvintes, internautas e canais parceiros, dentro de instantes iniciaremos a nossa transmissão. Sistema Deus conosco de comunicação espírita. Aqui você navega em Ondas de Luz. Seja bem-vindo ao Frata Espero, esperança fraterna. Evangelho, Espiritismo e Esperanto em um só programa que leva a esperança até você. tra l'amondo porta per frughilo e facilamento un fluo agrado sanori fantabiliro. La monte eterna militant di promessa Santa Armonio su santa al signo dellestero con le spazza battalan rapide fresca la della forestar muro divid lain per la santa su lingua fondamento comprenante un paliao e farò 100% un grand Isabella delovaro por eterna Bom dia, queridos amigos. >> Mais uma vez nos encontramos aí no quarto domingo do mês, esse mês de fevereiro, para o nosso programa Frata Espero. Um dia muito especial. Porque hoje a gente entra no quinto ano de programa. Olha que alegria, né? >> Bção. Graças ao trabalho de vocês que foram os pioneiros que começaram, né? Geraldo que teve a ideia, Eline, o Belmiro, o apoio, né, da rádio Deus conosco, você Afonso Givanildo, depois eu entrei, agreguei, agora Odía entra também. Então, uma alegria comemorar, agradecendo a vocês que nos assistem, porque é graças a esse apoio que a gente continua fazendo o nosso programa. Então é muito, muita satisfação a todos nós e com certeza vocês que nos ouvem também o nosso bom dia aos seus lares. Receba nosso carinho, nosso abraço, que as bênçãos de Jesus chegam a todos vocês, a todos nós. E vamos lá começar mais um programa, né, Afonso? Vamos com o nosso bom dia, >> com o coração cheio de alegria, cinco aninhos. Um ótimo dia para vocês todos. Salutanild iso tá fechado o microfone, querida. Bona Mateno, comecei já no silêncio, mas que nós possamos ter todos um ótimo, excelente dia, renovados por essa, por esse convívio tão bom, tão gostoso, que vocês já estão há 5 anos, né, a maioria, e eu há 7 meses. E a gente começa bem, já começou ouvindo

os ter todos um ótimo, excelente dia, renovados por essa, por esse convívio tão bom, tão gostoso, que vocês já estão há 5 anos, né, a maioria, e eu há 7 meses. E a gente começa bem, já começou ouvindo o hino de Zamenhof, que já nos toca o coração, já desperta essa emoção gostosa, né? Começamos já, como se diz, com o pé direito mesmo, com energia >> entrando no esperantuio. >> Esse hino me derruba. >> Isso. Ele toca o coração da gente mesmo, todas as vezes. Não importa quantas vezes a gente ouve. Tornando a humanidade inteira reunida e cantando isso. Imagina, >> vai rivalizar com aquela ódia a fraternidade do Beetov lá na nona sinfonia. Vamos ver quem vai vencer. É muita >> Isso mesmo. E Afonso, a gente te convida hoje então a fazer a nossa prece inicial do programa. Vamos fazer com o prazer. Jesus, divino mestre, médico divino das nossas almas. Mais uma vez, Senhor, a vossa bondade permite que aqui nos reunamos para um prosseguimento de uma semeadura inspirada pelo vosso evangelho, semeadura de fraternidade, congraçamento, de paz entre homens, paz entre os povos, através dessa ferramenta poderosa que é a língua internacional, esperando e o seu movimento que também nasceram. do vosso coração e se concretizaram entre nós, graças ao empenho, aos sacrifícios deste grande missionário da Concórdia, que é o vosso discípulo Ludovico Lazaro Osamenhof. Nós vos agradecemos, Senhor, essa oportunidade de servir, conscientes de que servindo, nós estamos servindo primeiramente a nós mesmos, pelas necessidades que se avolumam em nosso ser através das encarnações sucessivas, quando não andávamos em sintonia, Senhor, com a lei de Deus, que é o vosso evangelho. Ajudai-nos, então, senhor, a aproveitar agora esta oportunidade por meio desse programa Frata Espero, esperança fraterna, tão ricamente eh adornado por sentimentos diversos, mas com aquele núcleo comum do amor fraterno, né, da do desejo de união entre todos nós, acima de todas e quaisquer diferenças. que existem na humanidade inteira.

eh adornado por sentimentos diversos, mas com aquele núcleo comum do amor fraterno, né, da do desejo de união entre todos nós, acima de todas e quaisquer diferenças. que existem na humanidade inteira. Obrigado, Senhor. Que a vossa luz nos acompanhe em todo o desenvolvimento do nosso programa de hoje. >> Obrigada, Afonso, por nos auxiliar e elevar os nossos pensamentos. E agora convidamos Odília Afonso para começar o nosso programa com ION da Ristorio, aprendendo um pouquinho mais da história do esperanto. Esperanto um pouco de história. >> Sim, senhor. Aqui estamos novamente, né? >> Que bom, Odília. De novo juntos. >> De novo juntos, né? >> Associados, né? Para semear o bem. Isso. Iniciando a nossa atividade de hoje com as nossas os nossos perguntas e respostas, né, um pouco de história. Então, Afonso, nós iniciamos esse dia de hoje perguntando a você o que você nos reservou para a nossa rubrica da historio. Bona matenon, cara. Odí, bona matenon de novo. Bom dia de novo, querida Odília. Prazer enorme trabalhar com você. Bem, eu diria na nossa edição de setembro do ano passado, dia 25, nós demos início a um tema que pretende evocar um período muito rico, muito significativo da evolução do esperado lá nos tempos pioneiros, né? Ele, esse tempo, se essa, essas atividades elas se situam no espaço de tempo que se estende do ano de 1905 até 1912. É nesse período, Odilha, que eh ocorrem ocorreram, né, os congressos universais de Esperanto, presididos por seu criador, por seu iniciador, o Dr. Ludovico Lazar Osenhof. essa festa anual, que os os congressos são uma festa anual dos adeptos do Esperanto, ela acontece até hoje, mas os esses oito primeiros congressos de 1905 a 1912, eles têm a peculiaridade, né, de haverem sido conduzidos sob a orientação direta e presencial do próprio Zamenhof. Então, nessa, em setembro, nós havíamos destacado que uma fonte por excelência para se colher um material substancioso sobre essa fase histórica do movimento esperantista é uma obra, uma obra

amenhof. Então, nessa, em setembro, nós havíamos destacado que uma fonte por excelência para se colher um material substancioso sobre essa fase histórica do movimento esperantista é uma obra, uma obra ímparse no nosso movimento literário esperantista que se intitula Zamenhof, autoro de Esperanto. Menrof, autor de esperado. E foi graças à iniciativa da nossa querida companheira de trabalhos, a Adri, que nós ficamos sabendo que o livro ele está disponível na Amazon, em Esperanto e também em inglês, porque a autora desse livro, a escritora e poetisa e esperantista Margor Bolton, já está desencarnado, era uma representante muito destacada da moderna literatura inglesa, tinha grande prestígio, né, nos ciclos literários ingleses. O primeiro Congresso universal de Esperanta, como nós sabemos, nós vimos isso, eh, que ocorreu em 1905 na cidade francesa de Bulõ Sirmer, ele evidenciou a Zamerhof e aos demais congressistas, entre muitas outras realidades felizes, o o fato de que o Esperanto funcionou como uma língua plena, confirmou a sua facilidade E pelo ideal que nele está entranhado, posto por Zamenhof, soprado por Zamenhof como a sua alma, esse ideal como fator de congraçamento de indivíduos e povos, como ponte para a aproximação de culturas sobre um terreno neutro, entre tantas outras peculiaridades que caracterizam as coletividades que formam a nossa humanidade. E dentre as inúmeras decisões desse primeiro congresso universal do Espirante, vigentes até hoje no movimento esperantista, avulta, por iniciativa do próprio Dr. Zamenhof, a chamada declaração sobre o esperanto, que teve como principal objetivo preservar e proteger o idioma em seu e o seu movimento contra quaisquer tentativas de rompimento da sua continuidade. Outras resoluções desse evento também se perpetuaram no nosso movimento. Por exemplo, o hino que acabamos de ouvir, essa bela música, belíssimo poema de Zamenhof, lá espero, perpetuou-se também o culto ao estandarte verde que pertence à alma do esperanta, a ideologia dele, né? Aí vê a

o hino que acabamos de ouvir, essa bela música, belíssimo poema de Zamenhof, lá espero, perpetuou-se também o culto ao estandarte verde que pertence à alma do esperanta, a ideologia dele, né? Aí vê a fidelidade a essa ideia interna do esperanto, representada pelo Estandarte Verde, que é a congraçamento. Os homens e mulheres e povos têm que se unir na condição de membros da grande família humana, né? Habitantes de um planeta único em que a nossa morada, né? E o esperanto então traz esse condão de aproximar todos nós sobre um terreno neutro. E finalmente aquela divisa que permanecerá sempre, né, justiça e fraternidade entre os povos. Trabalhando com doutrina espírita, nós vemos uma afinidade enorme entre essas duas grandes divisas, a do esperanto, justiça e fraternidade entre os povos, e a do espiritismo, trabalho, solidariedade, tolerância. Muito importante isso. Bom, no ano seguinte, em 1906, ocorreu o segundo Congresso universal na cidade Suíça de Genebra. A excelente organização do segundo congresso em Genebra se deveu a dois jovens, dois jovens suíços. Um era Edmon Privá e o outro Héctor Hodler. Privá 18 anos de idade e com 17 anos. Bem jovens, né? Mas ambos se destacaram com intenso brilho nesse movimento nascente do esperantismo mundial. Privá se tornou fecundo escritor e poeta depois. e que morreu muito jovem, entre outras realizações, ele simplesmente fundou a Associação Universal de Esperanto. Hoje continua a associação presente no movimento, coordenando, dirigindo, assistindo a toda a movimentação do Esperanto no mundo. Então, esses dois jovens foram muito importantes e eles surgiram justamente lá no segundo congresso de Esperanto, em Genebra, na Suíça em 1906. Esse segundo congresso, ele foi cenário para manifestações bastante enérgicas de Zamenhof, contra algumas tendências que na vasta visão dele, né, de Zamenhof, tendências que muito enfraqueceriam o ideal superior do idioma, justamente a sua ideologia, a justiça e fraternidade entre os povos. Então, houve reações

cias que na vasta visão dele, né, de Zamenhof, tendências que muito enfraqueceriam o ideal superior do idioma, justamente a sua ideologia, a justiça e fraternidade entre os povos. Então, houve reações e a interpretação por parte de alguns adeptos de um item daquela declaração sobre o esperanta firmada no primeiro congresso, ela motivou então, como dissemos, uma enérgica reação de Zamenhof, como evidencia o texto que aqui vamos destacar do seu discurso de abertura lá em Genebra. Então, vamos tomar liberdade de ler a fala de Zamenhof na abertura do segundo congresso universal de esperanto. Perdão. Ele disse pela declaração unanimemente aceita no Congresso em Bulon, todos ficamos sabendo o que é o esperantismo em sua feição prática. Também ficamos sabendo que esperantista é toda pessoa que usa o esperanto, não importando os objetivos para os quais ela utiliza a língua. Esperantista, portanto, não é somente aquela pessoa que sonha em unir a humanidade pelo esperado. E também é também aquele que usa o idioma exclusivamente para seus objetivos práticos. Bem como também aquela pessoa que visa ganhar dinheiro com o esperanto ou aquele que o usa para se divertir. E mesmo finalmente isso afirmou o Zamenhof, aquele que o usa até mesmo para objetivos ignóbeis e odiosos. Então essa essa declaração é muito interessante, muito importante, justamente para preservar a continuidade da língua. E continua se nós, os que lutamos em favor do esperano, demos ao mundo o pleno direito de ver no esperan apenas o seu lado prático, de usá-lo apenas para seu proveito, isso não dá a ninguém o direito de exigir que vejamos no perante apenas o seu lado prático. Ultimamente, porém, surgiram entre os esperantistas vozes a afirmar que o esperanto é tão somente uma língua, que evitem associar o esperantismo a qualquer outra ideia, pois do contrário vão pensar que todos apoiamos tal ideia e desse modo vamos desagradar aqueles que não aceitam essa ideia. E examen off. Então, nesse momento ele como que como a gente diz hoje, né, ele

is do contrário vão pensar que todos apoiamos tal ideia e desse modo vamos desagradar aqueles que não aceitam essa ideia. E examen off. Então, nesse momento ele como que como a gente diz hoje, né, ele sobe o tom do seu discurso. Ele então afirma categoricamente, ó, que palavras. Temendo que possamos desagradar a essas pessoas que só querem usar o esperanto para objetivos práticos, devemos então todos nós arrancar do coração a parte do esperantismo mais importante, mais sagrada, aquela que é o principal objetivo da causa esperantista, a estrela que sempre guiou todos os que têm lutado em favor do esperanto, ó, não, não e nunca, com enérgico protesto. repelimos tal exigência. Se nós, os primeiros batalhadores pelo Esperanto, formos obrigados a evitar toda e qualquer ideia em nossas atividades, então com indignação vamos rasgar e queimar tudo o que escrevemos pelo Esperante. Com imensa dor, vamos anular os trabalhos e sacrifícios feitos em toda a nossa existência. Lançaremos fora para bem longe a estrela verde que trazemos em nosso peito e gritaremos com repulsa, com tal esperanto, que deve servir exclusivamente a objetivos comerciais de utilidade prática. Não queremos ter nada em comum. Even na continuidade da sua locução aos congressistas em Genebra, ele então alude mais explicitamente ao caráter idealista da causa do esperanto que nós conhecemos, né, essa ideal de união, fraternidade. Para isso ele foi criado. O segundo congresso, eh, o Dilha, ele, como aliás tem ocorrido com todos os congressos até hoje, ele deixou esperanças muito promissoras para o bom desenvolvimento do idioma, do seu ideal, do seu movimento. Esse ideal é que a alma, sem esse ideal, o esperança não vingaria. E quem afirmou isso também, eu eh quando li fiquei emocionado, foi essa figura ímpar da literatura, da ciência, da linguística já desencarnou, que se chamou Humberto Eco. Ele gostou do Esperanto justamente por essa ideia que o Esperanto carrega em si de união, de fraternidade. algo bastante eh original,

iência, da linguística já desencarnou, que se chamou Humberto Eco. Ele gostou do Esperanto justamente por essa ideia que o Esperanto carrega em si de união, de fraternidade. algo bastante eh original, podemos dizer, não é? que as demais línguas, todas elas representam o seu, os seus falantes, os seus povos, as suas nações. Em geral, elas têm como ideologia justamente proteger o eh particularmente os que a falam ou a um povo que a mantém, mas quase nada se vê ou nada se vê no sentido de congraçamento, paz, fraternidade. Só o esperanto apresentou isso. E o Humberto Eco, uma uma alma sensível, um intelectual poderoso, reconheceu isso. Se sem falar também no no aspecto linguístico, né? Ele é uma era uma autoridade e compreendeu o valor do esperanço. E logo após o segundo congresso, obviamente, deu-se início aos trabalhos de organização do terceiro congresso universal de esperança, que ocorreria em 1907 na cidade inglesa de Cambridge. É o que pretendemos tratar na nossa próxima, nosso próximo encontro aqui com os nossos amigos e amigas que nos ouvem e nos >> Que maravilha, que maravilha essa esse início de polêmica, né? Uma coisa assim um tanto quanto desagradável no no segundo congresso para que as coisas se clareassem mais, né? Perfeito. Tudo acontece no tempo certo e sob o amparo do alto. Não tenhamos dúvida disso. Então, na próxima, no nosso próximo estudo, vamos ao >> terceiro congresso. >> Afonso, agora o que que você nos traz que você possa ter colhido da obra A língua que veio do céu no nosso programa de hoje? Olha, antes só fazer um pequeno acréscimo aí ao seu comentário. Ótimo, né? >> Realmente toda ideia que traz progresso, que tende a melhorar o estado intelectual, moral da humanidade, ela usando aqui a nossa linguagem de povo, ela entra no mundo já apanhando. É o primeiro, a primeira recepção, né? As boas-vindas são isso, incompreensão, perseguição, olha o cristianismo, olha o esperanta também, não é? Como você falou, logo logo surgem aqueles que começam a eh polemizar, né? Bem, com

cepção, né? As boas-vindas são isso, incompreensão, perseguição, olha o cristianismo, olha o esperanta também, não é? Como você falou, logo logo surgem aqueles que começam a eh polemizar, né? Bem, com relação à à língua que veio do céu hoje, querido Día, nós não vamos focalizar esse excelente conteúdo da obra de compilação feita pelo nosso amigo esperantista Romarano, né, que compilou mensagens de espíritos sobre o Esperanto e reuniu-as todas na obra A Língua que veio do céu, que é publicada pela FEB, está disponível, né, garantida a sua redição sempre que necessário. Nós queremos relembrar hoje, Odília, uma personalidade invulgar do nosso movimento brasileiro. É a personalidade eh única em vulgar especial do saudoso esperantista, escritor, poeta, poliglota Sila Chaves. E queremos apresentar a aos tele aoscultant a mensagem mediúnica, é a única que conhecemos até agora. Mensagem mediúnica que ele que já desencarnou, ele ditou a médium Valéria Matos. Conheço a Valéria, filha do também saudoso e muito operoso samideano Robinson Mart-presidente da Associação Editora Espírita Francisco Valdadeiro La Lwens. E este Robinson, por sua vez, filho de um fecundo escritor espírita, esperantista também, Cruer Matos, acho que a pronúncia é essa, que é o autor da obra Irmãos de Jesus. publicada pela Federação Espírita Brasileira. Então, a Valéria, filha do Robson, neta, portanto, do Cruz Germatos, ela recebeu esta mensagem do Sila, que nós vamos eh ler para todos. O Sila, ele nasceu em 1929 e desencarnou em 30 de maio de 2009. E ele foi funcionário da ONU, competentíssimo, brilhante presidente da Liga Brasileira de Esperanto, enfim, era um trabalhador incansável, muito rigoroso, não é, no uso, no estudo, na divulgação da língua internacional netra poliglota, que ele era, né? Então nós vamos apresentar a mensagem do Sila Chaves, mediúnica, como nos foi enviada, sem qualquer alterações, quaisquer alterações, apenas uma brevíssima observação a respeito de um nome que nós vamos fazer durante a

resentar a mensagem do Sila Chaves, mediúnica, como nos foi enviada, sem qualquer alterações, quaisquer alterações, apenas uma brevíssima observação a respeito de um nome que nós vamos fazer durante a própria leitura. Então temos aqui para finalizar a nossa participação no da historiográfica de Sila Chaves, recebida em 5 de setembro de 2009 na Associação Espírita Evangelizadora do Rio de Janeiro. A médium Valéria Matos diz então o nosso estimado irmão. Boa noite meus irmãos. Estou desencarnado há pouco tempo, mas estou gostando muito das novidades adquiridas com esta transmutação. Minha mente se encontra mais atenta e com uma capacidade maior de raciocínio, mais clareza e vontade de trabalhar. O Robinson, meu grande amigo nesta e já em outras encarnações, sabe que sou de trabalhar, principalmente na área do esperando, mas não só, também em outras menos importantes, mas há aqui um dia de alguma importância. Aqui na minha nova casa tem um computador muito curioso e avançado que deve ser inventado brevemente por aí. Esse avanço não é para surpreendê-los. Sabemos que as ideias vêm realmente daqui do mundo espiritual ou mundo das ideias para o mundo da matéria. Nesse aparelho, nesse computador, tenho feito alguns esboços de livros que quero concretizar de alguma forma aí na terra, na terra, mesmo antes de reencarnar. Estou também assistindo a umas palestras maravilhosas por aqui sobre o evangelho. Os recursos deles, né, deve se referir aos espíritos audiovisuais, são de ponta. Nada se compara com o que temos de melhor na Terra. Parece que aí estamos ainda na época de ele a médium escreveu Gramberg. Aí faço a minha observação. Eu fui consultar aqui as fontes e eh Granberg nos parece nada tem nada a ver com isso, com o tema, né, com aquilo que está mencionado. Eu pretendo entender que foi Gutenberg, que o Sila está fazendo uma colaboração entre o que tem lá no mundo espiritual de muito adiantado, e o que ele encontrou aqui e que deixou quando partiu, né? De modo que parece isso

que foi Gutenberg, que o Sila está fazendo uma colaboração entre o que tem lá no mundo espiritual de muito adiantado, e o que ele encontrou aqui e que deixou quando partiu, né? De modo que parece isso mesmo. Aqui parece bastante atrasado em relação ao que tem lá no mundo espiritual. Isso é uma verdade. Mas Granberg não tá bem encaixado não, pela minha opinião. Então eu eu penso que seja Gutemberg, que foi o inventor, né, da imprensa, né, escrita. Bem, continua o Silas. Pensei como seria se tivéssemos estes recursos. Como seria ótimo, poderíamos ter a presença do próprio Zamenhof fazendo palestras no Congresso de Esperante. Olha, isso é muito importante. É um, seria um aparelho assim que transmitiria, não é, a imagem do além túmulo dos religiões espirituais para as nossas os nossos aparelhos aqui já também, por sua vez modificados, né, melhorados para a recepção de vibrações, né, de raios eletrônicos. vindos do além tumbo. Eu continuo trabalhando, diz o Sila, muito trabalhando muito e observando e aprendendo, porque tudo é novo para mim nesta nova faixa vibratória de vivência espiritual. Ele diz: "Tudo é novo, mas certamente hoje, agora deve estar se lembrando porque ele já teve várias passagens pelo mundo espiritual e o mundo físico, né, todos nós, né? Então, eh, seria recordar, mas nesse momento recém desencarnado, certamente ele acha que tudo é novo, né? Novo sim seria essa, esse aparelho aí fabuloso, né, que ele descreveu. Diz a ele ainda: "Tenho visitado muitos amigos e parentes queridos. Fui recebido aqui com muito carinho e chorei muito de emoção ao rever aqueles ao rever aqueles que amava sem saber na terra que eles existiam. Acho que já passei o meu tempo porque a média já tá olhando o relógio, mas não quero ir sem deixar o meu abraço fraterno e agradecer a oportunidade. Mais um irmão na espiritualidade aguardando por vocês. Sila Chaves. É isso aí. Então, Odí, >> que lindo, né? Tão bom esse reconforto, né? É >> saber que nós temos tantos amores lá do outro lado aguardando

um irmão na espiritualidade aguardando por vocês. Sila Chaves. É isso aí. Então, Odí, >> que lindo, né? Tão bom esse reconforto, né? É >> saber que nós temos tantos amores lá do outro lado aguardando >> e trabalhando. Continua trabalhando. >> É. E a situação dele não é surpresa, porque o Sila era um homem de uma solidíssima estatura moral. >> O Sila era um é ele sem saber, ele praticava o evangelho, porque ele não era muito ligado em religião, né? Mas sem saber, apenas externando o seu interior, ele praticava. né? Evangelho princípios espíritas, sem saber ou sabendo e não querendo falar, né? Era o jeitão dele. Era evangelizado. >> É isso aí. Intimamente. >> Isso foi muito bom você ter trazido essa lembrança do Cila Chaves para nós hoje. Obrigada, Afonso. >> Oh, que nada. >> Até a próxima, se Deus quiser. >> Até a próxima. Esperanto. Primeiros passos. >> Saludo, minha cara Adriana. >> Salut Carulo. >> Me saudar das 20, né? >> Tinham dar tempo? Yes. Yes. Bom, antes de começar, Givanildo, vou te pedir licença pra gente dar os nossos bons dias >> aos telespectadores que estão aí deixando bom dia no chat, né? Lu Cláudio Leal, Hamilton Lopes, Marina Mareto, Jacira Ribeiro Lopes, José Carlos Araújo, José Carlos, já fiz curso com você no programa Meu amigo José Carlos, não sei se você se lembra, o Paulo Pires do Flug Folio, que é um dos dos trabalhadores também do Fratespero, ele trabalha aí como Beomiro, né, na por trás da da dos bastidores. ele que redige o nosso artigo para pra revista. Então, bom dia a todos vocês. Obrigada pela sua presença, pelo seu carinho. E aí, meu querido professor, minha cara instruísto, que que você tem para nós hoje? Não, não, não sou tão instruísta assim. Sua lua >> muito trebur que a presura de ravas de nove interparolante vidro em momentoia frata espelho. Me agrada querida amiga Adriana. Pois é, né? a gente vamos retomar os nossos aprendizados. E como você está sabendo e outros que nos acompanham, nós estamos dando sequência aos correlativos. Aliás, correlativos é uma

a amiga Adriana. Pois é, né? a gente vamos retomar os nossos aprendizados. E como você está sabendo e outros que nos acompanham, nós estamos dando sequência aos correlativos. Aliás, correlativos é uma das coisas mais belas que o nosso querido Zamrof criou, né? as ligações de palavras umas com as outras, frases que se coordenam um com as outras. E nos correlativos de hoje, nós vamos, como nós já falamos de outras vezes, os o esquema dos correlativos, ele se faz através do interrogativos, demonstrativos, indefinidos, coletivos e negativos. E observe uma coisa interessante, minha querida Adria, em que todo aqueles interrogativos começa com que, embora em que alguns momentos a gente use o que não fazendo pergunta. Os demonstrativos que também tem em português começa com ti, o indefinido, né? tá dizendo não os coletivos que é o ti, que significa o todo tudo todo no caso, né? E os negativos, que é uma das belezas dos correlativos. Nosso querido Samolf pensou isso bem. Veja, pus o exemplo. Eu não disse nada em português, não disse nada mesmo. Senhor falou duas vezes, duas negativas em esperança do Zamer percebeu isso na línguas e tirou esse N. Não. E aí botou o N e me de eu disse nada. Eu não preciso meu não precisa dizer esse N. Mas a ver iso e ao final para que possamos bem identificar. O nosso Suzamef criou as letras finais, onde se faz terminando com u, que é o indivíduo, a pessoa, o o que significa coisa, né? O todo, o todo que eu digo genericamente falando, o terminando com a qualidade, né? Terminando com e que é lugar, né? que é um advérbio. O en que é de direção, esse é um caso especial, assim como ele, o modo quando vem falar assim um pro outro que fartas. E esse tem ele lá no final que significa modo, maneira. Oam, que é tempo, né? Iam mi conos persone miquino Adriana. Um dia eu conhecerei pessoalmente a Diana. Gostou dessa? Amém. Hein? >> Se Deus quiser. >> Significa o motivo, né? O homem, que é quantidade e o ex. E nós vamos continuar. Eh, se bem que eu andei já

. Um dia eu conhecerei pessoalmente a Diana. Gostou dessa? Amém. Hein? >> Se Deus quiser. >> Significa o motivo, né? O homem, que é quantidade e o ex. E nós vamos continuar. Eh, se bem que eu andei já falando com aqueles que iniciaram com ti, mas preferi continuar com os indefinidos. E hoje nós vamos falar de dois indefinidos, minha cara. indefinidos que um indica qualidade, outro indica lugar. Olha que maravilha. Não, não. Tô sentindo que você está cada vez mais absorvendo a língua internacional. Aliás, você aprendeu aí nos Estados Unidos e não precisa estar massa de professor, precisando de professor. Vamos então >> ainda preciso aprendir com os nossos professores brasileiros, viu? Lá. >> É mesmo. Pois é, né? Mas vamos diretamente pro esses dois, esses dois indefinidos, né? E o indefinido de hoje que nós vamos naturalmente estabelecer, tomando como base o esperante sem mestre, o PIV que é o pleno Lucita Voltaro, o lá conversado se clube do professor Jais Sales e além do nosso queridíssimo já no outro lado da vida Luiz Sator que é esperando para principiante. E hoje nós vamos naturalmente pegar o IA, o IA que significa qualidade. Olha que maravilha, minha jovem. Essa eu pensei lá do Espero semestre. Olha que maravilha. Lê pra gente com essa voz melodiosa em esperante em português. Mary Gardeslin com ia ironio em português. Olheio com uma certa ironia. Observa que o ia, que é um indefinido, ele estabelece-se bem, está bem mostrando a qualidade. A gente sabe que toda a qualidade em esperando ele representado pela letra Ao final, não é isso? >> Sim. E aí o nosso Zamerof, Zamerf não, no caso o Francisco Valdiro Lares pensou essa frase: Miriard Lian com ia ironia. Olha o ia aqui que significa algo, né? Alguém eh algo no sentido eh qualitativo, entendeu? Então está aqui escrito Miriardin com ia ironio, olheio com uma certa ironia. Observam, ia, portanto, aqui na condição de uma qualidade, está qualificando ironio e isso facilita muito pra gente. Se você observar em português

Miriardin com ia ironio, olheio com uma certa ironia. Observam, ia, portanto, aqui na condição de uma qualidade, está qualificando ironio e isso facilita muito pra gente. Se você observar em português a os qualificativos, a gente compreende bem, mas como o esperanto ele é bem específico. >> Uhum. Ele me mostra, não significa que todas as palavras que terminam com a é um qualificativo, mas todo qualificativo termina com a e indefinido ele botou o ia. Agora, interessante, olhei com uma certa ironia. Você já fez isso alguma vez, minha jovem? >> Infelizmente já. Quem não fez, né, Givanilda? A gente vê algumas pessoas falando algumas coisas, hum, não fala nada, mas no fundinho sente, né? >> Muitas vezes até comia, né? Não, você tem toda a razão, mas na mente, lá interiormente, na gente como espírito, hum, não gostei. >> Sim, verdade. >> Então, nós temos aqui, repete, por favor, essa frase em esperanto e em português, por gentileza. Miririgard lin com ironio >> olheio com uma certa ironia. >> Exato. Exato. E é preciso que nós que sabemos que tudo aquilo que façamos fica gravado em nós. Em nós é espírito. Não, não é o perí per espírito, é consequência. E nós é espírito. E aí quantas das vezes a gente se compromete e quantas dores sofremos. Que seja mais tarde com retornando o plano espiritual, que seja em outras vidas. A gente sabe que são leis do universo. Vamos entrar numa outra frase, minha jovem aluna, não, professora >> ainda. Aluna. Olha, Givanil, não me coloca no lugar que eu ainda não estou. Ainda sou aluna. Tia Lernante, como diz a nossa querida Eline. >> Ah, tia Lernante, grande Eline. Vamos sentindo saudade de você, do nosso Geraldo. Pois é, né? Mas vocês estarão aqui em >> nosso abraço para eles, né? Isso, Fratan Bracumon, um abraço fraterno. Lê pra gente aí, Esperando, por favor, >> essa frase. Observa que eu tô utilizando os indefinidos que começa com i, termina com a estabelecendo qualidade. E nessa frase nós estamos utilizando um elemento interessantíssimo que é o

or favor, >> essa frase. Observa que eu tô utilizando os indefinidos que começa com i, termina com a estabelecendo qualidade. E nessa frase nós estamos utilizando um elemento interessantíssimo que é o famoso acusativo. >> Acusativo. O acusativo é que quantos e quantas vezes criam um certo temor no próprio esperantista naquele tá aprendendo a língua, mas lê por gentileza em esperanto e em português. Eu posso ter alguma esperança ou eu posso ter qualquer esperança? É, exatamente. E aqui nós estamos observando o indefinido que aí se faz bem eh estabelecendo uma compreensão, alguma coisa indefinida, mas você tá dando de qualidade, >> como se fosse posta algum tipo de esperança, né? >> Algum tipo de esperança. >> Uhum. E você veja o como a perspicácia do nosso querido Zamerrof percebendo na comunicação essas nuances. As línguas nacionais, ela também tem, mas não com essa precisão, com essa inteligência, com essa lógica da frase >> e clareza, né? Ela não deixa espaço para dúvidas. >> Exatamente. Clareza. E aí você vê isso como você leu agora a pouco que eu vou tentar imitar você espero posso ter alguma ou qualquer esperança. Observe, portanto, que aqui não ficou dúvida. Eu posso ter alguma esperança com relação à aquele negócio que a gente estabeleceu? Você está em dúvida, que tal? E eu digo assim: "Eh, não sei, vou pensar os interesses humanos muitas das vezes, né?" E aqui nós observamos um fulano, portanto, que eu citei agora a pouco, é o famoso acusativo. O acusativo, que é aquele elemento que dá complementação um verbo que estabelece ação. Alguém pratica ação, alguém sofre ação, né? como na frase, ou seja, posso ter alguma esperança. Observe que esse ter é de possuir, é de alguém que recebe uma ação e um outro que pratica a ação. E o verbo rav, que é um verbo transitivo, a partir daí fica muito mais fácil você bem definir. Aliás, quando eu comecei a aprender esperança, eu fui observando os verbos e os verbos em português nem sempre fica tão claros isso. Na minha ótica eu que sou bastante

ito mais fácil você bem definir. Aliás, quando eu comecei a aprender esperança, eu fui observando os verbos e os verbos em português nem sempre fica tão claros isso. Na minha ótica eu que sou bastante bastante letrado. E aí com o esperando fui observando que interessante. Ah, quer dizer, isso aí é verbo de lrigação, o este. Ah, isso aqui é um verbo intransitivo, morrer. Olha que interessante isso aqui do ter de possuir rave, ou seja, alguém pratica ação e alguém sofre ação. >> Uhum. >> É muito interessante essa conotação que o Zamerrof, conotação não, esse detalhe que o Zamerrof coloca e que quantas e quantas vezes das línguas nacionais elas não são claras. O português então que tem ns exceções, né? E olha que o português é uma das línguas mais belas do tronco latino. Certa vez lendo uma notícia de jornal, a na época ela era a primeira ministra lá da Inglaterra, Margarete Tati, e ela estava no restaurante e escutou do lado um grupo conversando e ela achou interessante a conversação. O que mais chamou a atenção dela foi a funca da língua. E aí ela fez questão de perguntar pra pessoa: "Que língua é essa?" Isso é um português. Olha que língua bonita. E realmente o Brasil português é paraito. Aliás, as línguas latinas, principalmente o italiano, o português, aliás, são sentimentos profundos do homem. Mas vamos mais adiante. Então, posso ter alguma ou qualquer esperança? Ou seja, deixa eu fazer uma pergunta para você. Você já teve assim alguma dúvida, alguma coisa? Será que eu vou conseguir? Você teve, já passou por uma experiência parecida com o que está estabelecido na frase? >> Certamente, né? Todos nós já. E e assim, a gente sempre pode ter algum tipo de esperança, porque tem muitas vezes tem muitas situações, muitos projetos que não são nem nossos, né? Então a gente tem que confiar aquela questão da fé, se eu tô fazendo uma coisa boa, se for positiva e se for para acontecer a espiritualidade amiga, Jesus vai dar um jeito de fazer. Então, a gente sempre tem algum tipo de esperança

quela questão da fé, se eu tô fazendo uma coisa boa, se for positiva e se for para acontecer a espiritualidade amiga, Jesus vai dar um jeito de fazer. Então, a gente sempre tem algum tipo de esperança e se acontece a gente agradece e se não acontece a gente agradece também porque não era para ser, né? >> E é uma necessidade. Nesse instante nós estamos estudando junto, esperando e tá aqui um grupo de companheiros espirituais que dirige o frateso. Alguns deles conhecidos nossos já do outro lado da vida. dizendo assim: "Olha, é isso mesmo. Tenham atenção bastante naquilo que disse o senhor, que é o evangelho, que são mulheres do universo." Mas vamos mais adiante, minha jovem. >> Vamos, >> vamos. Nós estamos a seguir eh mais um indefinido. Esse indica lugar. Esse que indica lugar, nós temos o i, que é o indefinido, e a letra, a vogal final, que é um e. que estabelece um advérbio. Olha que maravilha, não é? Não. Então você tem aqui essa frase maravilhosa. Portanto, como eu já comentei no início, nós estamos enfocando o indefinido com qualidade e agora eh com advérbio, né? Nesse caso ia significando o lugar. Vamos lá, lê pra gente, minha jovem, por gentileza. Irante al reimo me vio prante al dio. Em português, indo para o meu lar, em algum lugar vi muitas pessoas orando a Deus. >> Interessante que aqui estabelecendo o ia, esse ia significa em algum lugar algures, entendeu? Asures a gente quase não usa, né? em algum lugar, mas algures, algures, isso é um nome próprio ou seures. Brincando, né, pessoal? Com todo respeito. Mas então aqui nós estamos observando um fato real. Indo, né, indo para meu lar, em algum lugar vi muitas pessoas orando a Deus. Observe que aqui nessa frase nós temos além do indefinido que estabelece o lugar que termina com e algures algum lugar também nós estamos chamando atenção para uma coisa que a gente já passou por ela anteriormente que é o irante indo, que é um passípio ativo presente no seu sentido de berbial que já passamos por isso, pessoal. Vamos

mos chamando atenção para uma coisa que a gente já passou por ela anteriormente que é o irante indo, que é um passípio ativo presente no seu sentido de berbial que já passamos por isso, pessoal. Vamos voltar isso lá adiante. >> Isso. >> E aí, v que, veja que coisa interessante quando na frase fica bem claro isso. Portanto, esperando ficou irante alimo e me muda em persona e prediante al dio. Quando a gente está orando a Deus, nós estamos com um sentimento contrito nele ou apenas da boca para fora? ou apenas por causa do de um de um senso religioso. >> Pode ser qualquer um desses, né? Depende da pessoa, depende do momento, >> do momento. Mas nesse momento aqui, minha querida e >> ah, nesse momento aqui a gente tá com o coração, com a mente, com o coração, com todo o nosso ser, né? >> Como fez o Zamerrof. Aliás, o, deixa eu falar, comentar rapidinho. O meu amigo Afonso Soares é um craque. O que ele conhece da história do esperando e ele falou coisas incríveis que tá muito pertinente a isso. Quando o Zamerrof chamou atenção no segundo congresso, gente, a língua não é apenas, a língua não é apenas essa comunicação, é muito mais que isso. Ou seja, seria algo mais que tá dentro de cada um de nós, que é o interna ideia. Nesse momento em que passando de algum local, alguém tava orando, aí tá uma ideia interna, um profundo sentir e que se a gente se aparta, nós nos perdemos, >> perde essência. >> E quanto sofre pelo mundo aa em função disso. Precisamos ter muita atenção para isso. Mas minha jovem, leia, por favor, em português mais uma vez. irante al reimo meulta em personante al dio indo para o meu lar em qualquer lugar vi muitas pessoas orando a Deus >> e cá mas ficou convencionado que a gente para orar tem que estar numa igreja num grupo espírita como é que é a história >> tem gente que ora é isso mesmo >> qualqu lugar qualquer lugar né levou conectou. >> Vamos entrar numa próxima frase, minha jovem. A última. Ô, Givanildo, vou pedir licença antes de entrar pra próxima a

em gente que ora é isso mesmo >> qualqu lugar qualquer lugar né levou conectou. >> Vamos entrar numa próxima frase, minha jovem. A última. Ô, Givanildo, vou pedir licença antes de entrar pra próxima a frase. Nós temos uma pergunta aqui da Jacira Ribeiro Lopes. Ela pergunta assim: "Eu poderia usar Ian a qualquer Ian a >> Ian a qualquer tipo. >> Uhum. >> Qualquer tipo de algo indefinido, >> entendeu? E é, qualquer que seja isso traduzindo pro português. >> Uhum. >> Esse, ele se traduz muito português como qualquer que seja ou que seja, tá bom? Você pode usar assim. Agora observem bem que esse ai aí não é uma acusativo. Esse aí que é o, se fosse o português, o A, o J e o N é um radical, tá bom? >> Uhum. Então, prestar atenção bem o eh a frase e o verbo que está regendo essa frase. Qualquer dúvida nós tiraremos no próximo programa ou entre em contato conosco. Nós ensinamos >> e se se a Jacíra tiver alguma frase já pronta, né, que ela quer perguntar se tá correta ou não, ela pode colocar aqui no chat, você já responde, né? >> Pode sim, pode sim. Se eu não souber, o nosso amigo Alfonso Soares, que é o nosso guru, responderá assim como os demais. Vamos lá. Isso. >> Vamos paraa próxima. Então, >> próxima frase. Leia, por gentileza, minha jovem. Ameladia povo en em português, em algum lugar que seja do nosso coração, precisamos sempre sustentar o amor do poder divino em nós. >> Observe que aqui nessa frase iniciamos com i, né? algum lugar algures eonas amov. >> Olha que interessante. Ô, sem querer te interromper, interrompendo o Sim, >> Givanildo, ela perguntou do Ian a e aí nós temos o I, né? Isso. Ii. Exatamente. Aí você tem o I que está iniciando e o I, como disse agora a pouco, que é um radical. Não tem nada com acusativo aí, pessoal. Esse N aí não tem nada de acusativo, por favor. Então, ai besanas subtene de povo em. Então observe que esse I ele tanto pode ser uma frase como tá no meio da frase como poderá estar no final. Depende muito de como você vai construir essa frase.

r. Então, ai besanas subtene de povo em. Então observe que esse I ele tanto pode ser uma frase como tá no meio da frase como poderá estar no final. Depende muito de como você vai construir essa frase. Uma outra coisa que fiz questão de chamar atenção, observe que i a coroonas. Por que botei o tiamo? podia ter posto o ti amo. Entretanto, o verbo que estabelece é o bezone. O bezone ele estabelece, portanto, um advérbo derivado, sustentando cada vez mais este tia, em vez de se tiam é tiame. bem obedecendo a gramática do esperano, uma vez que o verbo que estabelece ação e reação, alguém só fração, alguém só fração. Portanto, o advérbio derivado, ele sempre acompanha os verbos transitivos. É claro que existe em alguns casos aqui é acular, mas a lógica não, a gramática é essa. Tá bom, pessoal? subt amo de povo em algum lugar que seja do nosso coração, precisamos sempre sustentar o amor do poder divino em nós. Imagina se nós não tivermos esse amor divino em nós. Você pode dizer alguma coisa sobre isso, minha jovem? >> Sim. É, a gente sem esse esse amor divino que que nos sustenta, a gente fica muito fragilizado diante das provas da vida, né? Eh, essa esse amor divino que no nos auxilia a solidificar a nossa fé e é a nossa fortaleza para poder passar por essas dificuldades com mais tranquilidade, com mais sensatez, mais equilíbrio. E a gente vê, né, as pessoas que não tm fé, que não acreditam em Deus ou que não nutrem a sua espiritualidade, como as adversidades da vida as afetam de uma forma ah mais complicada, mais forte, eu diria assim, né? >> E nós todos nós nos balançamos que somos humanos, né? Mas quando temos fé, quando nós cremos nesse amor, nessa, nesse zelo divino, a gente consegue eh ter mais equilíbrio. >> Existe alguns companheiros que acham que ter fé tem que tá ligado à religião, religião humana. Não tem nada a ver. Fé um sentimento profundo, >> independe de religião. >> Uhum. >> A fé significa ter certeza. E quando você estabelece esse sustentar o amor, o amor

ado à religião, religião humana. Não tem nada a ver. Fé um sentimento profundo, >> independe de religião. >> Uhum. >> A fé significa ter certeza. E quando você estabelece esse sustentar o amor, o amor do poder divino, você está penetrando em você próprio. Você suplanta a você próprio. Uhum. Minha jovem, vamos terminar por aqui. Leia por gentileza a a frase em esperanto e depois em português. E se quiser fazer um comentário, por favor, faça. em algum lugar que seja do nosso coração, precisamos sempre sustentar o amor do poder divino em nós. Tambum >> só um pouquinho, só um pouquinho. Pera aí. A Jacira tem uma, ela ela fez mais uma pergunta aqui, ó. Eu gostaria de saber se nessa frase do exemplo poderia ser assim: Ian esperon. >> Sim, por que que não? >> Sim. E por isso que ela colocou com o acusativo por causa do Rav, né? >> Isso. Claro que você pode botar qualquer que seja o tipo de de esperança, não é isso? >> Uhum. Como você pode usar também povas rave e espero tá bem? Só que o sentido não é o mesmo. >> Jair, minha amiga, obrigado pela pergunta e eu tô aprendendo com você também. Tá bom. >> Tá bom. >> Diz o devido diz >> diz. Sistema Deus conosco de comunicação espírita. Aqui você navega em Ondas de Luz. Você está assistindo ao programa Frata Espero Esperança Fraterna. Aqui a conversa é amiga e o assunto acolhedor. Fique conosco, voltaremos em breve. Sistema Deus conosco de comunicação espírita. Aqui você navega em Ondas de Luz. Bruno nuda harpuno flastofla na Blu afirmamento en lanta silent trobador plena estel aula mi ver quintas por forg vino luía me estas nurte povra amator e na medita amoras ven luía ao dor viadesir estas vendo exor nervoso frenaroso con miro e survore por don Luía Luía, Luía, Lu Palavras de luz, 22 de fevereiro, em português e esperanto, sempre aprendendo. Esperemos a providência daquele que guarda em suas mãos augustas e misericordiosas a direção do mundo. deas caivor cora dire >> do livro a caminho da luz feb editora capítulo 8 a China milenária. Chico

speremos a providência daquele que guarda em suas mãos augustas e misericordiosas a direção do mundo. deas caivor cora dire >> do livro a caminho da luz feb editora capítulo 8 a China milenária. Chico Xavier Emanuel até breve de servido. Olá, amigos. De volta aqui. Antes de começarmos, Odília, tem um recadinho para você aqui no chat do Luís Cláudio Leal. Ele tá dizendo assim: "Dília, muito obrigado. Vou retornar retornar aos estudos. Parei por quase 3 anos, infelizmente. Gratidão. >> Graças a Deus. Isso é sinal de que o fratespeiro tá tocando corações. Que o Luiz possa retornar. >> Isso. Vamos ao comentário então da música, do Palavras de Lúcia. Você gostaria de começar então, Odía? >> Sim. Sobre a a vinheta de agora, né, da palavra de luz. Eh, a fé, a confiança em Deus, acima de tudo, não termos pressa para nada. Tudo acontece no tempo certo. Então, quando o Emân convida aqui, né, que tenhamos essa paciência para esperar a providência daquele que guarda em suas mãos augustas e misericordiosas a direção do mundo. Muitas vezes nós ficamos aflitos com o que ocorre no mundo, com as guerras, com as discensões, com tantas coisas negativas, esquecemos de olhar as coisas positivas. Então, Deus está presente. Jesus é o governador espiritual do nosso planeta. E nós não devemos jamais desistir ou achar que as coisas estão a matroca, como se diz, né? Estão soltas. Não. Existe alguém que nos guia sempre, que tenhamos fé e esperança sempre, né? >> Uhum. Givanildo. Esse tem sido motivo nome fé de discussões aqui. Ele lá tem saios aos montes. As pessoas esquecem que quando você estabelece a fé, você está estabelecendo leis do universo. São leis divinas. Tendo ou não tendo, está em você. Nós aqui precisamos desenvolver isso que está em nós. Quantas vidas tivemos quase sempre, como diz a nossa querida Odília, a matroca. Tô aqui, tô ali, tô lá, quero agradar a Deus e amarão. Aí é mesmo para cá. Quando você estabelece a fé, a fé que remove a montanha, filho, pode vir o que vier, vamos em frente.

rida Odília, a matroca. Tô aqui, tô ali, tô lá, quero agradar a Deus e amarão. Aí é mesmo para cá. Quando você estabelece a fé, a fé que remove a montanha, filho, pode vir o que vier, vamos em frente. Se Deus é amor e nós somos filhos do amor, claro, temos cada vez mais sustentar isso. Há momentos que a gente sente dúvidas aqui, ele colar. Então, o senhor tá verdadeiramente vivenciando a fé. E aí muda de sintonia, entra diretamente no assunto e a partir daí você anda com os pés no chão, sabendo para onde vai. Isso é a fé. A fé que está sempre estará sempre em nós. E cada vez que a gente for desenvolvendo conhecimentos, conhecendo a si próprio, mais ela se fermer. Afonso, abre o microfone para nós. Afonso, >> eu sempre fecho porque de vez em quando pode ter assim uma irrupção canina, aquele latido frenético. Então eu já vejo a a gravação. Olha, em primeiro como você abriu, deu abertura, Adriana? é prestasse uma homenagem reverente ao Flávio Fonseca que ele atacou agora. Não é brincadeira. Essa obra Luía Harmonia Verdade, parece um código secreto. Ele pegou aquilo tudo, transformou, traduziu por Esperanto, também muito difícil, né? e botou aí a manifestação do Jobim, não sei se era uma dor de cotovelo do Jobim, mas saiu aí o Luía, né? Consagrou o nome Luía. Uma obra linda. Então é isso. Sobre a música agora sobre essa esse ponto, né, doutrinário, evangélico que está aí no Palavras de Luz. Paulo de Tarso, ele deixou uma expressão, eu não lembro o lugar, depois vou procurar porque é bom a gente saber mesmo, mas ele afirmou assim: Deus nele nós vivemos, nele existimos e nele nos movemos. Significa que a lei de Deus nos envolve toda a por dentro, por fora planeta do universo. Nada acontece fora da lei divina. E o Dr. Giovanir com uma perspicácia, uma capacidade de interpretação também muito poderosa, ele certa vez afirmou uma coisa numa palestra, alguns estranharam, mas no fundo tem razão. Ele diz assim: "Olha, no mundo não há injustiça. Que a gente pensa que a injustiça é

o também muito poderosa, ele certa vez afirmou uma coisa numa palestra, alguns estranharam, mas no fundo tem razão. Ele diz assim: "Olha, no mundo não há injustiça. Que a gente pensa que a injustiça é porque a gente limita dentro dos nossos codigozinhos penais, né? Mas não, tudo tem uma razão de ser. Começou o mal, vamos ter uma sequência de mal. Começou o bem, vamos ter uma sequência de bem. E nada funciona sem que esteja regido pela lei divina. Aí alguém perguntou: "Mas a lei divina patrocina o mal?" Não, a lei divina está aí. Se você está em harmonia com a lei, você vai muito bem. Se não estiver harmonia com a lei, certamente estará fora dela. E isso traz consequências que é o ainda a misericórdia divina, o sofrimento, porque o sofrimento existe para tirar a gente daquele mau caminho e botar de novo no trilho. Alguns não precisam tanto, outros precisam média, outros precisam, como dizem os espíritos, de eternidades para retornar, né, ao caminho. Mas na verdade a nós vivemos em Deus. Não há nada que aconteça sem que ele ali esteja ali. E o livre arbítrio também é um poderoso, não é? Explicador de tudo aquilo que a gente experimenta, tanto para o bem como para o mal. É isso. É o que eu pensei com essa simples frase de Emanuel, por profundíssima também, né? E é muito importante, né, Afonso, a gente se lembrar disso nos dias atuais, né, de que Jesus é o capitão da terrestre e que tudo está nas mãos dele, porque a gente >> eh eh são bombardeios diários de fatos que, né, horrendos, de negatividade, de guerras, toda essa coisa que tá acontecendo no mundo hoje em dia. E a gente tem que sempre se lembrar, porque as pessoas, ai esse mundo tá perdido, como se não tivesse mais jeitos, algumas religiões, ah, o mundo vai acabar, esse é o fim do mundo. >> Somos espíritas, sabemos que nós vamos passar por esse período, que o mundo vai melhorar. Estamos aí já com o pé dentro na era da regeneração do planeta, da humanidade em si, né? Então, a gente tem que se lembrar disso, tá tudo certo, e

os passar por esse período, que o mundo vai melhorar. Estamos aí já com o pé dentro na era da regeneração do planeta, da humanidade em si, né? Então, a gente tem que se lembrar disso, tá tudo certo, e fazer o nosso pedacinho, esse o que nos cabe, né, de manter a nossa fé, manter as nossas vibrações harmonizadas, trazer esperança aquele que tá passando por um momento mais difícil, que tá nessa envolto nessa área de negatividade e seguir em frente, porque se tá nas mãos de Jesus não tem como dar errado, né? A gente pode até dar uns tropeções aí por causa do nosso próprio livre arbítrio, como você diz, estão umas quedas, mas no final a destinação já está certa, já está definida para todos nós, mesmo que demore séculos, como você disse, né? Dependendo de nós, ela pode ser um pouquinho mais rápida, né? ou pode ser mais demorada, mas a destinação já está definida. Então temos que simplesmente, né, nos resignar e ter fé e seguir em frente >> sem esquecer que nada vem graciosamente, né? >> Tudo é obra do trabalho, do esforço próprio, livre arbítrio, não é isso aí? >> E que tudo nos serve de aprendizado também e que nós só ganhamos quando aprendemos. Há uma expressão no evangelho que muito mal interpretada por a maioria, até espíritas. É aquela em que Jesus diz assim: "Tudo que pedir dizem meu nome receberei." Bom, vamos pedir qualquer coisa. Só que essa frasezinha ali no meio, em meu nome já limita tudo. Então, pedir, o absurdo não é pedir em nome de Jesus, é sair de Jesus e pedir meu em meu nome, né? Porque eu quero é isso, Senhor. Se eu não me der, como é que vai ficar, né? É assim que a maioria pensa, né, e espera que venha do alto, assim, caindo do céu. Todas as soluções não vem. As soluções vão nascer no coração e na mente humana. A lei está aí. Aproveitemos a lei. É, é impressionante a a revelação espírita, ela botou as coisas no seu devido lugar, restabeleceu a noção de justiça divina, né, de caridade, de misericórdia, tudo que a gente tá acostumado sempre a isso, né?

ressionante a a revelação espírita, ela botou as coisas no seu devido lugar, restabeleceu a noção de justiça divina, né, de caridade, de misericórdia, tudo que a gente tá acostumado sempre a isso, né? Somente lá para trás, né? aquelas situações em que a gente tenta subornar o poder divino com 100 e uma formas de adoração, né, pensando que Deus está sensível à aquilo, né? Mas não é assim. Por isso que a doutrina espírita às vezes não ganha muita popularidade, porque não favorece preguiça, né? Não favorece, né, de gente se deitar e esperar. Não, Jesus tá no poder, tá no leme, é com ele, é com o senhor. É, não é assim, >> não tem nada a ver com isso, né? >> Nada a ver. Nada. >> É isso. Então, >> nada de comodismo, né, Adri? Nada. >> Cada um tem sua função, né? Todos nós estamos aqui com esse propósito de crescer, de evoluir e de contribuir, de servir. A palavra chave é serviço, né? crescimento, aprendizado. >> Terminando mesmo, Adriana, lembrei logo da expressão do Cristo. Pedi e se vos dará. Se você não pedir, não vem. Se você não bater, não vai abrir, não é? E assim outras coisas, né? O evangelho, ele é feito dessa essência, né? Tudo tem uma resposta. Preenche uma condição, a coisa acontece. Não preenche, não acontece. Quem estudou muito isso foi Diolindo Amorim, um grande espírita brasileiro, hoje um tanto esquecido, mas uma de uma penetração na interpretação fabulosa. É isso. Pronto, senão nós vamos tomar o tempo demais aí, né? >> Vamos lá, né? Então vamos pro nosso quadro Evangelho, Espiritismo, Esperanto. >> Vamos lá. Evangelho, Espiritismo e Esperanto. murmuro fratoi uno contra o laia porque porque vi este Jacobo chapíro versículo queixas irmãos não vos queixeis uns contra os outros para que não sejais condenados. Tiago capítulo 5 versículo 9 plam problemangelos la minuto imperdita in fals de maldio de coroirus prolvant da tempo perdita efectivorant com abomeno contra o latasco al comissita. Queixa nunca resolveu problemas de ordem evolutiva. Entretanto, se os aprendizes do

dita in fals de maldio de coroirus prolvant da tempo perdita efectivorant com abomeno contra o latasco al comissita. Queixa nunca resolveu problemas de ordem evolutiva. Entretanto, se os aprendizes do evangelho somassem os minutos perdidos nesse falso sistema de desabafo, a admirar-se iam do volume de tempo perdido. Muitos trabalhadores valiosos não se referem a sofrimento e serviço com o espírito de repulsa a tarefa que lhes foi cometida. >> Afonso é você. Am confid confiden a disciplini la conversazione lamenta parolas mulutas grand da energia del evangelio de anar primo tranquil intern sfero estas campoernado estas ombroas lumoro essas malbonoaspon de malono de bono perd A amizade e a confiança sempre autorizam confidências, mesmo nesse particular, contudo, vale disciplinar a conversação. A palavra lamentosa desfigura muitos quadros nobres do caminho, além de anular grandes cotas de energia improfíuamente. O discípulo do Evangelho deveria, antes de qualquer alusão amargosa, tranquilizar o mundo interno e perguntar a si mesmo: queixar por quê? Não será a esfera de luta o campo do aprendizado? Acaso não é a sombra que pede luz, a dor que reclama alívio? Não é o mal que requisita o concurso do bem? nepercep mis intens de prenumado devo existir de efectiv sufici momentendo il foro ao caso fratan salvara servi con la Cristo defilágio a queixa é um vício imperceptível que distrai pessoas bem intencionadas da execução do dever justo. Existem obrigações pequeninas e milagrosas que levadas a efeito beneficiariam grupos inteiros. Todavia, basta um momento de queixa para que sejam irremediavelmente esquecidas. Se alguém ou algum acontecimento te oferece ocasião ao concurso fraterno, faz o bem que puderes, sem reparar a gratidão alheia. E por mais duro que te pareça o serviço comum, aprende a cooperar com Cristo na solução das dificuldades. Plendo. responde alla stan lavorato complico che vi al dire a queixa não atende a realização cristã em parte alguma e complica todos os

omum, aprende a cooperar com Cristo na solução das dificuldades. Plendo. responde alla stan lavorato complico che vi al dire a queixa não atende a realização cristã em parte alguma e complica todos os problemas. Lembra-se de que se lhe deres a língua conduzite aos seus e se lhe deres ouvido, que encaminhará a perturbação. Emanuel ou Emanuel ele credita em espírito, né? Medúo franciscé e lá livro eu não sei qual livro. >> Vinha de luz. >> Ah. aparece aqui embaixo. >> Isso. Vai passar agora lá. Vinha de luz. >> Ah, vinha de luz. Isso. Então vamos às nossas considerações. H, Givanildo, você que leu por último. É interessante. Cada o Alfonso fez um comentário sobre Judeam Amori eh muito interessante e esquecido no movimento e que a gente precisa voltar esses companheiros, assim como aqueles que vieram quase pioneiros com o nosso querido Ana Kardec, como nosso Leonir, que é muito falado, mas não estudamos como deveríamos. Gabriel Delane, Ernesto Bonzano, precisamos voltar a esses homens. E aí nós vamos confirmar aquilo que disse o nosso queridíssimo Deoriano: "A leis divinas elas não têm mais ou menos assim sim, não." E quantas e quantas vezes nós entramos em caminhos altamente confusos? Porque queremos fazer a nossa maneira. Nós observamos isso com os conceitos religiosos, sem qualquer crítica. Não a religiãos, mas os companheiros religiosos, quantos e quantas vezes querem fazer isso e aquilo, como se numa, tipo assim, o senhor tem que me obedecer, o senhor terá que fazer isso, aquilo, aquilo outro. Afinal, eu tenho fé. Ainda bem isso. Há uma necessidade muito grande de cada um de nós estarmos atento quanto a maneira de nos conduzir em nosso dia a dia. E é como disse agora a mensagem, se você estabelece queixa, essa queixa ela toma impulsos cada vez maiores, cada vez mais em situações diversas. Daqui uns dias você tá falando mal do colega, tá criticando a casa espírita, tá dizendo que espírito, que o grupo espírita um é mais forte que o outro, que a doutrina espírita precisa ser

es diversas. Daqui uns dias você tá falando mal do colega, tá criticando a casa espírita, tá dizendo que espírito, que o grupo espírita um é mais forte que o outro, que a doutrina espírita precisa ser renovada. A espírita para dizendo isso diumia. Se ainda não conseguimos entender aquilo que o Senhor diz através de uma frase amar a Deus sobre todas as coisas como assim mesmo. Como nós queremos compreender essa leja do universo se nós não estamos o tempo todo de olho em nossos que fazerem? É uma necessidade muito grande de estarmos muito atentos. Quantas vezes cria-se o problema do nosso movimento espírita, por exemplo, em qualquer outro movimento, porque quase sempre encontramos erros aqui, ali e acá. E os fulanos que são companheiros que muita vez estão conosco, encontramos nele tantas falhas, esquecemos que tem um montão de dedo apontando a gente. Portanto, precisamos estar mais atentos, deixarmos de ser queixos e sermos mais vivenciadores das leis divinas. >> Uhum. Afonso, querido, >> eh, é isso. Eu faço minhas essas palavras todas aí, tanto as que vão ainda ser faladas como da Odíli, a sua também. O problema aí é isso, é a queixa, né? Infelizmente há aí um ainda é um costume muito arraigado em nós humanos e mesmo sendo espíritas, nós também entramos na mesma faixa com todo esse cabedal de doutrina espírita no cérebro, no coração. É aquela queixa sistemática. A pessoa sente falta de fazer uma crítica, nunca acha que tá tudo bem. Não é que esteja tudo bem, pode haver alguma falha, alguma coisa a ser corrigida, melhorada. Mas sem necessidade dessa de chorar, ming lamentar, se queixar, de fazer eh conversas paralelas, né? Ou aquela, como é que se chama aqui em condomínio, eh, a rádio corredor, né? A rádio corredor funciona, então começa a sair tudo, mas ninguém tem assim a a coragem, não é? A atitude mais nobre e olha, ah, tá acontecendo isso, vamos ver se a gente melhora. Mas sem aquele espírito desagradável de de queixa, eu sinceramente eu tenho uma dificuldade

ssim a a coragem, não é? A atitude mais nobre e olha, ah, tá acontecendo isso, vamos ver se a gente melhora. Mas sem aquele espírito desagradável de de queixa, eu sinceramente eu tenho uma dificuldade enorme em conviver com chorões, né? Chorões é difícil, difícil porque não sai nada, né? Não sai nada. O melhor mesmo é ser positivo. Olha, tá acontecendo isso. Que que você acha? Vamos fazer alguma coisa, consultar todos para ver se realmente as nossas crítica tem fundamento, né? que é também muita gente que critica por criticar, não sem falar em outros sentimentos, né? >> É isso. Tá muito claro tudo. >> Odília, >> eu vou recorrer aqui a Thago mais uma vez quando ele diz: "Irmãos, não vos queixeis contra os outros para que não sejais condenados." Aí >> aí Emanuel vem nos destrinchando isso, né? E nos mostra que a condenação é a própria ociosidade que nós podemos cair. Porque quando nós nos queixamos, nós perdemos muito tempo, deixamos de fazer coisas úteis e caímos na ociosidade, que não deixaria de ser um um consequência, né? E te encaminha também a perturbação, como fala no final. Quem se queixa não tem tempo nem de se conectar com a luz, com o divino, porque está todo o tempo atraindo para si negativas eh eh energias negativas que vão potencializando a dor naquele que se queixa. E com isso ele entra numa perturbação. Não só não trabalha, quanto atrapalha também aqueles que querem trabalhar. Então, eu acho que Emanuel ele é fantástico quando ele pega essas simples frasezinhas do Evangelho do Novo Testamento e discorre de uma forma que nos faz refletir com muito mais profundidade e esclarecendo também o que os apóstolos quiseram dizer naquela época, né? Então, eu acredito assim que nós devemos fazer luz onde quer que nós estejamos. A sombra precisa da luz, tá aqui na mensagem também. O mal precisa do bem. Então, não vamos nos alinhar com que é negativo e buscar sempre nos alinhar com as coisas boas, com o próprio evangelho de Jesus. Seria isso, Adri? Olha, eu confesso a

em também. O mal precisa do bem. Então, não vamos nos alinhar com que é negativo e buscar sempre nos alinhar com as coisas boas, com o próprio evangelho de Jesus. Seria isso, Adri? Olha, eu confesso a vocês que essa mensagem quando eu bati o olho, eu não tinha lido ainda, a primeira vez que talvez que eu tenha prestado atenção, ela me atingiu como uma flecha assim no coração, sabe? Foi, foi para você, porque a gente tem o hábito diário de se queixar que a gente não percebe, acho que até um vício. A gente reclama se tá frio, a gente reclama se tá calor, a gente reclama que comeu demais e ficou cheio, a gente reclama se o trabalho tá muito estressante. a gente reclama que tá muito ocupado com as atividades espíritas, esperantistas, que não tem tempo para nada, como se fosse simplesmente um desabafo, né? Assim falei, mas na verdade o espiritismo nos ensina que as nossas palavras e os nossos pensamentos emitem as vibrações. Então assim, às vezes outro dia meu marido tava se queixando porque quebrou o negócio aqui em casa, ia ficar super caro para consertar, sabe? Uma coisa boba. Eu falei assim: "Meu amor, graças a Deus que nós temos uma casa, né? Se quebrou é porque nós temos uma casa para morar. Tantos por aí que não tem um teto, que não tá morando de aluguel ou que não tem um lar, então faz parte. E assim, se Jesus nos convida a essa encarnação como uma escola de aprendizado, a trabalhar no campo do bem, a gente tem que estar honrado e agradecido e parar assim. É uma uma questão mesmo de disciplina, gente. Para que reclamar do frio? Por exemplo, aqui, nossa, nós passamos por um frio terrível, né? E a gente reclama do frio, tá tudo bem, eu tenho um teto, eu tenho roupas confortáveis. quentinhas. Eu tenho um carro que me leva pros lugares. Imagine quem não tem, quem não tem um sistema de aquecimento em casa, quem não tem uma casa confortável. Então assim, a gente sempre tem que tá consciente disso, porque isso é um hábito que todos nós temos de de assim como se fosse só um desabafo ou um

ecimento em casa, quem não tem uma casa confortável. Então assim, a gente sempre tem que tá consciente disso, porque isso é um hábito que todos nós temos de de assim como se fosse só um desabafo ou um comentário, estar consciente de que todo todas essas palavras, esse esse sentimento, ele vem carregado de uma vibração e a gente é responsável por aquilo que a gente coloca para fora do mundo, ao nosso redor. Então assim, eh, vai me dar um campo assim de meditação bem bem vasto para todos esses momentos que a gente eh se queixa sem nem se dar conta. Um simples comentário do tempo, do trabalho. Graças a Deus eu tenho um trabalho, é estressante. Ah, mas a gente aprende a orar, a respirar, a fazer coisas para amenizar essa situação, né? Então vamos viver a vida com mais positividade, sem reclamação nenhuma, porque a gente recebe tanto que nós só temos que nos pôr de joelho e agradecer, não é mesmo? >> Pleno acordo. >> Assimembaixo, assim, >> como diria Adivaldo, de pleníssimo acordo. É isso mesmo. >> Então é isso, amigos. Nós estamos chegando ao final de mais um programa. Vamos pro nosso quadro que o nosso tempo já tá apertadinho, né? As notícias. Esperando em movimento. >> Então vamos lá. Confira o artigo Frata Espero na revista Deus conosco. Esse artigo que o nosso amigo Paulo Pires redige para nós e ela pode ser vista no site https2/sistemausconoscogunicacalespírita.com.br. br e nós temos o momento frata espero, podcast Frataespero e o Instagram que tá no @fratespero frata_espero ponto >> perfeito. >> E aí vamos de novo falar do dicionário, né? A Federação Espírita Brasileira e a Editora Lawrence lançaram a edição revisada e ampliada do novo dicionário Português Esperanto, que é obra de Allan Kardec Afonso Costa, com a revisão do nosso querido Afonso Soares, que são ao todo 46.000 verbetes ao longo de 907 sete páginas acondicionadas em capa dura. E as encomendas podem ser feitas pelos endereços das editoras Lawrence e a FEB editora. Microfone, Odília >> de novo, né?

todo 46.000 verbetes ao longo de 907 sete páginas acondicionadas em capa dura. E as encomendas podem ser feitas pelos endereços das editoras Lawrence e a FEB editora. Microfone, Odília >> de novo, né? O 111º Congresso Universal de Esperanto ocorrerá de 1eo a 8 de agosto de 2026 em GRZ, na Áustria. É um encontro que reúne esperantistas de todo o mundo, promovido pela UEA Universala Esperanto Asoto. O 6º Congresso Brasileiro de Esperanto, Brasil Congresso de Esperanto, BCOE, será realizado de 4 a 7 de junho de 2026 em João Pessoa, Paraíba, juntamente com o 44º Congresso da Juventude Esperantista Brasileira, Brasila, Esperantista Yunara Congresso. O que congresso da Língua dos professores de esperanta e lei será realizado de 10 a 16 de julho de 2026 em Zau Ang, na China. É um evento anual com duração de uma semana voltado para professores, coordenadores de curso e pessoas interessadas em educação em esperança. interessante que nessas essas notícias a gente muito agradece o departamento de perdade do Rio de Janeiro que não tem colaborado através do nosso querido Feber Henrique, assim como também lá pela EASP, o nosso querido Paulo Sérgio de Viana tem contribuído, mandando mensagem pra gente e ilustrando cada vez mais o nosso movimento. E olha, nos preparemos, hein? Nós já estamos quase em março, em junho vai ter o Congresso Brasileiro na Paraíba. Vamos lá. >> Isso aí. Chegamos a mais um fim de programa. Vamos convidar o nosso querido Belmiro para entrar aqui, fazer parte na tela conosco. Agradecendo a todos vocês por mais esse programa. Obrigada, Belmiro. Sem você esse programa não aconteceria. Agradecendo aos nossos telespectadores. Nós temos aí S Marques, João Paulo Gonçalves, Humilde Soares, Ângela Brandão, a todos que estiveram conosco deixaram seu bom dia, seu agradecimento, gratidão a vocês e acima de tudo agradecendo a Jesus, aos benfeitores espirituais que estão sempre nos amparando, nos protegendo, nos incentivando nesse trabalho. Então, muita gratidão, que as bênçãos de

tidão a vocês e acima de tudo agradecendo a Jesus, aos benfeitores espirituais que estão sempre nos amparando, nos protegendo, nos incentivando nesse trabalho. Então, muita gratidão, que as bênçãos de Jesus estejam conosco, permaneçam conosco em nossos lares, nos lares de todos os nossos irmãos que estão nos assistindo, nos acompanhando, queirão assistir, nos assistir depois, ao Geraldo, Aline, onde quer que eles estejam aí nesse trabalho de disseminação da doutrina espírita e que possamos estar aqui mais uma vez o mês que vem. Se vocês quiserem deixar o tal Afonso Gomildo, Odília Miro, >> Elmiro é como se fosse aquele funcionário da NASA embaixo aqui permitindo que o nosso foguete volte seguro. >> Quero agradecer também ao Beomir que agora >> agora estamos estamos incluindo também a nossa União Espírita Paraense nessa transmissão, né, Bel? Maravilha, maravilha. >> E estamos recebendo também as as produções de de Odílio do Departamento de Esperantes da União Espí. >> Ah, verdade. >> De Alagoja. >> Teremos mais um evento. >> Dommiro apenas como notícia. Esses dias nós entramos em contato com a Federação Espírita de Pernambuco, em que eles estão também estabelecendo o departamento de Esperanto, copiando o pessoal de Alagoas. Portanto, já existia, mas agora a coisa tá cada vez mais >> reativando, reativando >> e vai crescer. >> Vão fazer muito bem, mas o lá o trabalho de Alagoas é incopiável. Nossa senhora ver, né? Ali é fantástic >> ali então é um motor. Meu Deus do céu. É incrível. Ele junto com Belmiro faz uma dupla dinâmica para todo o país. >> É energia para acabar com a gente. >> É isso aí. Nos cunet, né? >> Isso. DCON. Amigos, eu saio daqui e vou direto para outra coisa aqui. Não vou ficar no papo finalzinho no De qualquer maneira, abração para você. >> Sistema Deus conosco de comunicação espírita. Aqui você navega em ondas de luz. O sistema Deus Conosco de Comunicação Espírita apresentou programa Frata Espero. Próximo quarto domingo estaremos de volta. Você gostou do conteúdo que produzimos?

a. Aqui você navega em ondas de luz. O sistema Deus Conosco de Comunicação Espírita apresentou programa Frata Espero. Próximo quarto domingo estaremos de volta. Você gostou do conteúdo que produzimos? A maior caridade que podemos fazer a doutrina espírita é a sua própria divulgação. Gostaria de participar? Então venha e se junte ao grupo de amigos do sistema Deus conosco de comunicação espírita. Ajude a manter esse trabalho de amor. Seja um colaborador. Você pode contribuir com qualquer valor. Basta escanear o QR Code da tela. A sua colaboração é muito importante para nos ajudar a levar para o mundo a mensagem do Evangelho de Jesus e a doutrina espírita. Угу.

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