PRESENÇA DE JESUS - Ruth Daia [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 04/12/2025 (há 4 meses) 45:50 166 visualizações

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Transcrição

Boa tarde, amigos. Que a doce paz de Jesus esteja com todos nós. Vamos começar esse nosso momento fazendo nossa prece, deixar nosso amigo chegar, sentar, se ajeitar para nós elevarmos os nossos pensamentos, os nossos corações a Deus em forma de agradecimento por mais essa oportunidade de estarmos aqui em nome dele para realmente nos apropriar dos ensinamentos que a casa sempre disponibiliza. para todos nós e que isso nos faz tão bem. Então, não é hoje, não é diferente. Hoje nós aqui estamos para falar da presença de Jesus. Aliás, a gente deveria falar sempre da presença dele em nossos corações, em nossas vidas, nas nossas atitudes, para que a gente pudesse realmente estar melhor do que estamos. E assim nós pedimos licença para começar esse nosso momento, mas rogamos também da espiritualidade para todos nós que aqui nos encontramos, que nós sejamos beneficiados com essa energia vinda do alto, que sejamos realmente intuídos para que possamos fazer o melhor por nós mesmos. E assim nós começamos dizendo: "Graças damos por tudo, amigo Jesus". Bom, amigos, hoje nós estamos aqui, vamos falar desse livro Seja Feliz hoje, né? Só hoje, não falou amanhã. Amanhã é outro momento, né? É o é o dos passos do aá só por hoje, né? Então, a o espírito Joana de Anjes, que é uma psicografia do Divaldo Franco, pelo espírito Joana de Anjes, que ela fala: "Seja feliz hoje". E nós pegamos essa presença de Jesus. Eu quando eu li, eu escolhi pela presença de Jesus. Mas eu fui, fui lendo e vi, falei: "Ué, mas cadê Jesus nessa história?" Porque até agora tá falando assim de coisas severas, né? A Joana Dean fala de coisas severas, né? Ela é parece que meio brava quando ela dá lição para nós aí. Mas depois eu tô vendo que em todas as nossas aflições, em todas as nossas dificuldades, Jesus estava lá. Ele tava lá presente. Às vezes pela o nosso desequilíbrio, as nossas dificuldades, a nossa falta de percepção, de intuição, a gente acaba não enxergando esse Jesus. E a o espírito Joana de Anes começa falando

lá presente. Às vezes pela o nosso desequilíbrio, as nossas dificuldades, a nossa falta de percepção, de intuição, a gente acaba não enxergando esse Jesus. E a o espírito Joana de Anes começa falando nas mais tormentosas situações. Ó como que ela começa, né? tormentosas situações e e que nós nos encontramos durante essa passagem nossa por aqui. Aí a gente faz uma reflexão, quantos tormentos nós temos praticamente todos os dias? Não, hoje quantos tormentos nós temos vivido hoje nós estávamos conversando lá no atendimento fraterno e vendo parece que parece que o céu abriu, falou: "Não, deixa cair tudo que tem assim de tormento para depois de dezembro vir a Bonanza, né?" Então nós temos vivido, encontrado muitos tormentos, situações tormentosas, né? E que o que que acontece? e que nos leva a um pessimismo eh tão grande de uma forma que não valesse a pena tá vivendo. Quanto suicídio nós tivemos esse ano? Por quê? Justamente por as situações tormentosas. É tão grande, tão constante, tão, tão do dia a dia que chega um ponto você fala assim: "Ué, o que que eu tô fazendo aqui só para viver isto? Só para viver essa situação? Que coisa boa que a gente vem nessa casa, né? E a gente não acha que é desse jeito, mas acontece muito com aqueles que estão lá fora. Por isso que a gente fala muito que nós temos que orar. Quando a gente vê uma situação dessa, uma família passando assim, nós temos que orar mesmo, orar até aquilo diluir e a gente vê que tá tendo um resultado bom, porque é muito complicado. Às vezes você pensa assim: "Eu não vou dar conta de viver uma situação, mas eu tô vivendo três." Acontece isto. Aí ela continua falando que o processo evolutivo ele inevitavelmente, palavra dela, quer dizer, não tem jeito, faz por meio esse processo de sucesso nosso, faz por meio de erros e acertos. Aí já começou a melhorar, né, com meio de sucessos e erros. Então, nós sabemos que nós vamos ter sucessos, mas nós também vamos ter erros, né? Não vou nem falar equívoco, fiz errado, não dei

acertos. Aí já começou a melhorar, né, com meio de sucessos e erros. Então, nós sabemos que nós vamos ter sucessos, mas nós também vamos ter erros, né? Não vou nem falar equívoco, fiz errado, não dei conta, não sei como que eu faço, né? Então, todo esse processo, não vamos querer ser aquele que faz tudo certo, que tudo dá bonitinho, que tudo dá certinho, não. Às vezes a gente tá indo, como diz o o dito popular, numa maré boa, tranquila, e de repente acordamos no outro dia com uma bomba na nossa casa lá e é ou é um parente, é um amigo, é o a pessoal de casa ou ou nós ou nós, né? Então, e assim vai a nossa vida sempre, sempre e desde o pequenininho até a hora que nós formos embora daqui. Então, faz por meio de sucessos e erros que vai o quê? O que que constitui esse sucesso erro? Eu achei muito interessante aí que a gente vê, amigos, a presença de Jesus nas coisas pequenininhas, viu? Senão vocês vão sair e fal assim: "Eh, eh, ela não falou da presença de Jesus". Mas ela tá nessas entre linhas, nessas vírgulas, ponto e vírgula da lição. Por isso que eu sigo bem direitinho, que J de você tem que seguir passo a passo porque senão fica meio complicado você trazer isso pro seu coração, né? Então ela falou que constitui esses esses erros e acessos, constitui uma diretriz segura que vai nortear a nossa caminhada. Então se eu eu continuo torcendo, viu? E continuo com chazinho aqui, sabe? Porque hoje eu mudei dele. Hoje eu comprei no mercado, da outra vez eu fiz. Eh, porque o que que acontece? Se eu tenho só acertos, como que eu vou saber quando é que é errado? Se eu tenho só erro, qual o estímulo que eu tenho para viver se eu só vivo no erro? Então, quando eu acerto e erro, é uma mão dupla, eu começo a perceber o como que pode ser eu fazer o certo, como é que chega errado, como que eu tenho que que me me disponibilizar para tal o certo, né? É o que vai me nortear. Ah, eu não vou atravessar aquela rua sem estar no no na faixa de pedestre. Se não tivesse, eu ia atravessava.

mo que eu tenho que que me me disponibilizar para tal o certo, né? É o que vai me nortear. Ah, eu não vou atravessar aquela rua sem estar no no na faixa de pedestre. Se não tivesse, eu ia atravessava. Podia ser atropelada. Agora eu sei que tem um semáforo, tem sala, é faixa de pedestre. E quantas pessoas já foram eh apanhada por carros? Por quê? Não tava nem aí. Errou. Errou. Então é um exemplo pobre, simples, mas para vocês trazerem para aquilo que tá aqui dentro, né? Eu não gosto de errar não. Quando eu erro, eu fico eu fico meio chateada comigo. Eu fico assim meio decepcionadazinha por um, pelo menos meio-dia e fico lembrando se eu tivesse acertado como que seria. Mas depois eu vejo como aquele erro me ensinou a não errar em outras situações. Às vezes esses dias meses eu falei uma coisa para uma pessoa, eu fui assim incisiva. É proibido, gente, que que é proibido, né? A pessoa deu uma assustada, depois falei: "Ixa, errei, não é uma não é uma fala, mas passou um pouquinho, eu falei: "Ó, você me desculpa foi uma coisa que saiu daqui de dentro, quer dizer, não precisava, podia falar: "Olha, não convém usar o celular nesse momento, não é não é mais amoroso, né?" Então, a gente vai aprendendo muito devagar a fazer uso dessas expressões de um comportamento nosso. Ela continua falando que deste modo as dificuldades elas constituem programas para meu aprimoramento moral. Olha aí, dificuldades. Eu vou aprender me aprimorar moralmente. Olha, quando eu falei pra pessoa que era proibido, eu achei que aquilo foi muito incisivo, foi muito rude, foi não foi uma fala é de Jesus que eu brinco com a menina, que a fala de Jesus foi uma fala de ordem com a pessoa que eu não tinha muito costume, porque quando a pessoa costuma, sabe que eu falo assim dessa forma, mas sempre sem ser é carinhoso, né? Então agora eu tô com cuidadosa, tô me aprimorando para que esse comportamento meu em relação às pessoas seja mais mais amoroso possível. Olha que eu tenho um comportamento amoroso, mas eu também tenho expressões que a

com cuidadosa, tô me aprimorando para que esse comportamento meu em relação às pessoas seja mais mais amoroso possível. Olha que eu tenho um comportamento amoroso, mas eu também tenho expressões que a pessoa assusta, né? E ela fala também que essa esta essas dificuldades, eu achei muito interessante que eu vou trazer a fala dela. A lapidação da ganga são imperfeições, né, que oculta o diamante que nós somos. Quer dizer, a gente vai melhorando, vai purificando, vai ajeitando, vai corrigindo. Errei, faço certo, eh, tô fazendo certo, recaí, fiz errado. Mas isso aí vai nos lapidando, né? Vai cortando direitinho, vai aparando arestas. Por que aparando arestas? Porque nós somos filhos de Deus. Deus nos criou. Ele vai criar qualquer coisa. Ele não vai criar. Ele vai criar o quê? Um diamante espiritual que ela botou nessa expressão. Mas para isso nós precisamos de nos refinar, vamos dizer assim. Não é comer bonitinho com garfo e faca, né? Não é comer de boquinha fechada, não é isso não. É ser gentil, ser cortz, ser agradável. Olhar com o olhar do coração. Foi uma harmonização que eu fiz essa semana. Achei muito interessante que nós temos que olhar com o olhar com os olhos do coração, porque o coração é o símbolo da da do amor, da caridade, da benevolência. Então, nós precisamos dessa lapidação, né, para que apareça esse diamante espiritual que somos nós. Mas a gente fica nessa burri nessa nesse burro, né, de não querer melhorar. Eu sou desse jeito. Aquela síndrome que eles falam da Gabriela, nasci, cresci e vou morrer desse jeito. Nossa, que coisa, né? Difícil, né? Vai morrer e depois vai ter que voltar com dose dupla para poder melhorar. Então é melhor a gente fazer a a lição. Agora ela fala também que as enfermidades de qualquer tipo, e hoje nós passamos por muitas enfermidades, eu mesma tô numa enfermidadezinha, né? Começou com simples com a Renite, virou um um asmazinha, né? Um o Todos nós temos passado, quase todos nós temos passado por muitas enfermidades de vários tipos, né? provações de muitas

dadezinha, né? Começou com simples com a Renite, virou um um asmazinha, né? Um o Todos nós temos passado, quase todos nós temos passado por muitas enfermidades de vários tipos, né? provações de muitas denominações. A gente vê aqui no atendimento fraterno, é, é provação de um jeito, provação de outro, provação de outro, buscar a casa no atendimento fraterno, porque tá com dificuldade, porque cada hora aparece uma coisa diferente, né? Tava tudo certinho, mas agora olha lá, apareceu esse problema aqui, agora o que que eu faço? apareceu um câncer na minha família, pessoa que ali eu tô convivendo, não sabemos o que que tem que tirar, o que que não tem tirar. São coisas desse tipo, né? Era uma situação financeira que tava estável depois, de repente, depois da pandemia, nós tivemos muitos problemas nesse sentido. E assim estão muitas provações de variada denominação, muito abandono, muita gente só sofrendo de solidão, de solidão, sabe? Porque tá só, tá só. Nós ficamos muito só. Nós agora só temos um telefone, né, pra gente comunicar. Mas ele não responde o que eu quero, porque ele eu quero que me responda olhando para mim com com sentimento, com coração. Ele não responde. Tem uma inteligência artificial que me fala o que que é e pronto. Mas eu não posso conversar assim sentada aqui no banco com ela, né? constitui, mas tudo isto, olha, nós falamos enfermidade, provações, abandonos, solidão. Aí a espírito de Jana Deangel vai falar que constitui disciplinas necessárias. Ah, não dá, né? Será que eu preciso dessas disciplinas para um aprendizado moral nosso? Aí eu fiquei pensando, o que que eu precisei para me melhorar nessa vida? Eu precisei de aprender matemática. Sem matemática a gente não vira. Precisei de português, inglês não, porque hoje até o telefone fala, traduz pra gente. Eu precisei de, eu precisei de conhecer o evangelho de Jesus. Não tem como não conhecer o evangelho de Jesus. Então, eu precisei de muitas coisas para que eu que são disciplinas para que eu pudesse

e. Eu precisei de, eu precisei de conhecer o evangelho de Jesus. Não tem como não conhecer o evangelho de Jesus. Então, eu precisei de muitas coisas para que eu que são disciplinas para que eu pudesse melhorar. precisei de uma educação disciplinar da da dos pais para que eu seguisse a vida mais tranquila, né? Então, não vamos abandonar as nossas enfermidades, as provações variadas, o abandono, a solidão. Todas as vezes que sentirmos isso, fal assim: disciplina, disciplina necessária para eu melhorar. Vamos sempre pensar isso e não vamos ficar deitado na cama ou com cobertor ou no sofá e até o cobertor até aqui com esse calor e não quero a vida. A vida tá muito difícil. Vai ficar difícil mais ainda, porque eu vou adoecer, vai ficar complicado. Eu não tenho ninguém para cuidar de mim. Hoje se tem muito pouca gente que cuida do outro, né? É tão bom quando vê filha cuidando de mãe, né? Quando vê eh eh companheiro cuidando de companheira, quando vê pais cuidando de filhos. Aí, independente se tem algum alguma alguma sequela ou não, a gente fica tão feliz com isto. E ela falou, fez uma uma frase aqui que eu tava lendo lá paraa nossa secretária, Ana Cristina lá da DAL, da diretoria de atendimento e orientação. Ela diz que a enfermidade é o imposto que a saúde exige a fim de estar em equilíbrio. Ninguém gosta de imposto, né? Mas a enfermidade é o imposto que a saúde exige. A saúde exige que eu seja doente para eu me equilibrar só através porque se eu não soubesse que que determinadas produtos me traz alergia, eu ia ficar aí tendo alergia todos os dias. Agora eu tenho cuidado. Se tá mofado, eu não passo por perto também. Não sou não fico ruim assim não. Só dessa vez. Eu sei que a contrariedade, o o excesso de trabalho, o de trabalho não, de preocupação que seria desnecessária, me baixou a imunidade. Isso eu aprendi porque agora eu tô vendo que tem duas semanas que eu tô aqui torcindo e tem que tomar chazinho para estar com vocês, tem que chupar uma pastira para não torcir e a

baixou a imunidade. Isso eu aprendi porque agora eu tô vendo que tem duas semanas que eu tô aqui torcindo e tem que tomar chazinho para estar com vocês, tem que chupar uma pastira para não torcir e a hora que sair daqui a gente torce, né? Ela continua falando para nós que assim sendo, ninguém se encontra, ninguém que se encontra em testemunho aflitivo. Todos nós que nos encontramos em testemunho aflitivo que não que não recebe ajuda de Jesus. Todos nós que estamos em aflições, nós recebemos a ajuda de Jesus. Inspir e como que é essa ajuda? Inspirando paciência e resignação. O que que é resignação? Aceitar sem revolta os sofrimentos. Então, todos nós que nos encontramos aflitos e sobrecarregados, não diz isso o evangelho, nós estamos eh nós recebemos a ajuda de Jesus. Agora, se eu estou aflita e eu me revolto, Jesus vai falar assim, igualzinho. Não sei se os pais de vocês falava: "Hora que acabar o burro, a birra, eu ajeito a sua situação". E aí a gente engoli o choro, não é que mandava engolir, não, pelo menos os meus. Mas fala assim: "Bom, ele vai resolver ou ela vai resolver, então eu vou calar". Olha que calar, fala assim: "Bom, agora o que que foi que tá acontecendo? Porque esse choro? Porque esse burro? Por que essa situação? E via muita coisa. Jesus deve falar isto, sabe? Ele dá a paciência e a resignação. Calma, Rute, calma. Você aceita sem revolta que isso tá doendo, porque vai doer menos, mas quanto mais revolta, mais se dói, né? Então ela continua falando aqui para nós que o espírito aprimora-se moral e intelectualmente. A gente já viu isso aqui, né, em várias palestras falando que moralmente, intelectualmente, eh, nós vamos nos melhorando através das nossas reencarnações. Nesse patamar aqui reencarnatório que eu estou, eu melhorei X, mas eu era mais sem compreensão. Tô melhorando um pouquinho para chegar na outra melhorando e vou melhorar para todo sempre, porque nós somos eternos, cada vez nós melhoramos. Ah, mas eu quero chegar lá perto de Deus. Ah, perto, né?

Tô melhorando um pouquinho para chegar na outra melhorando e vou melhorar para todo sempre, porque nós somos eternos, cada vez nós melhoramos. Ah, mas eu quero chegar lá perto de Deus. Ah, perto, né? Então chega, mas eu não vou ser Deus, né? Porque ele é uma perfeição absoluta. Então nós aprimoramos moralmente, intelectualmente, em uma que é a moral, nós desenvolvemos sentimentos anestesiados. Olha, viu a laptação que que ela falou? Sentimentos anestesiados. Quanta coisa tá anestesiada aqui que se passar anestesia fal: "Nossa, já viu o que alguém faz assim? Não sabia que fulano era desse jeito. Porque passou a anestesia, tirou a casca grossa, vamos dizer, né? Ou ou nós nos mostramos pro outro, tanto de um jeito como de outro." Mas ela tá falando moralmente. Então ela tá falando do lado bom da coisa. Às vezes a gente conhece alguém e tem uma impressão, depois vê uma atitude, fala assim: "Nossa, eu não sabia que fulano era tão bom daquele jeito, que fulano era tão caridoso, que fulano era tão gentil, que fulano era tão tão assim educado ou qualquer outro outro adjetivo que qualifica a pessoa." Mas por quê? Porque nós precisamos de ver com os olhos do coração pro outro e nos ver também. E só porque nós nós podemos lapidar, o outro não dá. O outro quem tem que lapidar é ele. Mas a gente faz o quê? A gente quer lapidar o outro e deixa a gente com todas as imperfeições. O filho a gente quer, não. Você tem que fazer desse jeito. O companheiro, a companheira ou o pai, a mãe, o o companheiro de trabalho quer que ele seja do jeitinho que eu quero que ele seja. E se el lapidar o outro e eu que eu tô fazendo, né? Então, em uma desenvolve o sentimento anestesiado que eu falei, amplia a capacidade emocional solidária. Olha aqui, desenvolve o sentimento anestesiado. Eu amplio essa capacidade emocional solidária. Eu começo a gostar do outro, eu amplio. Vocês estão aqui, conheço eh algumas pessoas não mais não mais superficialmente, talvez, né? Ou nem isso. Conheço daqui, conheço porque

ade emocional solidária. Eu começo a gostar do outro, eu amplio. Vocês estão aqui, conheço eh algumas pessoas não mais não mais superficialmente, talvez, né? Ou nem isso. Conheço daqui, conheço porque eu já sentei numa mesa para jantar com a pessoa, né? Já fui no aniversário com alguém. Mas a gente eh tem que começar a ser solidário com o outro, tem que começar a conhecer nosso irmão para que a gente possa dar melhor com ele e nos melhorarmos moralmente. Aí ela fala do intelectualmente. No outra penetra no conhecimento decifrar enigmas e incógnitas da jornada, conhecer as coisas que eu não conheço e tentar ver como que elas são, né? Eh, o que é desconhecido, eu quero conhecer. A gente não conhece o evangelho e acha que o evangelho é muito ruim de ler. Ele é muito complicado. Ah, não consigo entender quando Jesus fala de alguma coisa, né? De não consigo entender quando Jesus fala dessa forma. Se eu não consigo, eu vou estudar para conhecer, para saber, vou me intelectualizar no evangelho. Aí sim o celular é bom, gente. Vai lá. O que que ele quis dizer com isto? Que que Jesus quis dizer paraa Marta que que ela tava perdendo a pior a melhor parte e falou que Maria tava aproveitando a melhor parte, que Maria sentou e foi ouvir Jesus. Marta ficou lá fazendo trabalho de casa. Então aí ele vai lá que explica. Então é nesse sentido que nós temos que eh decifrar esses enigmas incógnitas da incógnitas da nossa jornada, do nosso dia a dia, né? Aí ela fala, eu nem ia trazer isso aqui, mas eu tenho que falar, né, apesar do nosso tempo, eh, ela fala do materialismo. Nós vivemos uma era muito materialista, né, muito materialista. E o materialista, ele tem, ela fala que tem uma feição derrotista e perturbadora e que essa essa essa feição derrotista e perturbadora, ela conspira contra a integração do sofrimento do nosso dia. Ela acha que ninguém tem que sofrer, que isso é um absurdo sofrer. Se eu tô sofrendo, ah, eu tomo um comprimidinho aí que vai resolver, eu vou dormir aí uns dois dias, melhora. Não, mas

do nosso dia. Ela acha que ninguém tem que sofrer, que isso é um absurdo sofrer. Se eu tô sofrendo, ah, eu tomo um comprimidinho aí que vai resolver, eu vou dormir aí uns dois dias, melhora. Não, mas continua. Aí eu uso uma droga que vai me dar um bem-estar. Ah, eu tô mais assim, eu vou fazer compras mesmo, não tendo dinheiro, mas eu compro que eu tenho um cartão que tem um um saldo de tanto, entendeu? E quando não dá conta de fazer tudo isto, então ela fala assim: "Olha, a vida tá ruim para você, então acaba com ela." O materialista é assim, o materialismo, né? Entendeu? Ele ele ele se não pode resolver com as coisas materiais, então eu saio dessa vida, é muito mais fácil. Será que é? Gente, nós vimos tanto falar em em erros e acertos aqui, não é? Então, por quê? E isso como solução para conquistar problemas e situações que estão desgastadas. Situação tá desgastada, não dou conta. Hoje alguém não falou que não, que não dá mais ter o relacionamento comigo, eu me mato. Olha que valor que eu dou a minha pessoa. A outra pessoa pode não táar querendo ficar comigo, ser um companheiro, uma companheira ou qualquer coisa, ou um filho perturbado que e eh que agride muito os pais, os pais não aguenta e já acontece isso também, não quer passar por essa situação. Quer dizer, e assim, muitos motivos nós temos para poder às vezes sair da vida quando eu penso de uma forma materialista, mas quando eu penso de uma forma que eu vim com erros e acertos na minha jornada, que eu tenho o evangelho que Jesus, presença de Jesus na minha vida, eu começo a achar que as coisas podem ser difíceis, mas eu vou dar conta desse momento, porque eu não quero passar para lá com essa pendência. Eu não quero, né, fugir de algo não libera o o indivíduo daquele que eu acedia. Então, fugir de qualquer coisa não melhora a minha situação, não melhora. Pelo contrário, né? Pelo soma-se mais, fica mais difícil. Um exemplo simples também, vocês têm que falar com uma determinada pessoa que, olha, um funcionário, olha, infelizmente

situação, não melhora. Pelo contrário, né? Pelo soma-se mais, fica mais difícil. Um exemplo simples também, vocês têm que falar com uma determinada pessoa que, olha, um funcionário, olha, infelizmente não vou poder ficar com você porque você não tá conseguindo fazer o serviço que foi contratado. É, mas eu preciso realmente de te dispensar. Aí fica, meu Deus do céu, mas ele tem dois filhos, né? Essa situação difícil, mas olha o que que tá acontecendo. E ele tá ficando o tempo todo batendo papo. Aí ele esconde para falar no celular, não é assim? vai esconder num cantinho e não sei o que tem. Eu paro para ele botar o lixo lá fora, ele demora 40 minutos para botar o lixo lá fora. Quer dizer, tá me atrasando o meu trabalho que eu tenho responsabilidade, né? Eh, isso fica com a gente quanto tempo a gente naquela situação constrangedora. Por causa de quê? Por causa daquele que não quer fazer. E a gente quer que faça porque nós temos um estabelecimento ou nós temos uma casa ou temos até aqui na comunhão que tem funcionário também, né? Ou eu tenho que falar alguma coisa pra pessoa, olha, não dá mais dessa forma e tal e fico com aquela preocupação toda e só vai me perturbar e se eu não falar. Então eu preciso fugir de alguma coisa que me que me que me assedia nesse sentido e ser franca, né? Franca educadamente, né? Aí ela fala que somente o enfrentamento pacífico, enfrentamento pacífico, senta, conversa, olha, tenho tenho tod sei de toda a situação, tã, cada um vai falar do que como que quer, né? é capaz de equacionar, de resolver aflição e dar um novo rumo. Só o enfrentamento pacífico. Agora eu vou brava, eu vou bufando, né? Nossa senhora, não vai resolver, não vai resolver. Eu já tenho uma energia muito desgastante. Quando eu passo ela pro outro, o outro tem, ele volta ela para mim, quem é que sai bem? Aí tem que vir paraa comunhão para tomar um passe para poder melhorar, né? E se não, eu não tenho essa noção de comunhão? E se eu não tenho a noção de fazer uma prece, um Pai Nosso, uma Ave Maria,

em? Aí tem que vir paraa comunhão para tomar um passe para poder melhorar, né? E se não, eu não tenho essa noção de comunhão? E se eu não tenho a noção de fazer uma prece, um Pai Nosso, uma Ave Maria, fica muito difícil, né? Então, é capaz dear aflição e dar-lhe rumo mediante apresentação de recursos solucionadores. Recursos solucionadores. Não que eu vou brigar e não vai resolver minha situação. Por isso nós temos que ter uma paz interior quando a gente for resolver qualquer problema. E nada melhor do que fazer prece antes de resolver. Porque quando nós vamos resolver um problema, é que o problema já tá muito chato para nós. E se eu vou sem respaldo da presença de Jesus, aí fica meio difícil. A gente já viu até mortes, né? até mortes. Então, quando o indivíduo inadvertido opta pelo pelo pela morte, o autocsídio, demonstra muito orgulho e um orgulho ferido. Quando eu não dou conta de resolver, ah, eu não sirvo para nada, eu não resolvo mesmo, olha essa situação assim, né? Então ele entra numa situação de quase animal, um pensamento animalesco. Eu sou não sirvo para nada, eu não presto para nada, eu não sei o quê, ninguém gosta de mim. Aí vai com aquela coisa toda, toda, toda, né? e de queixas de autodestruição. E se eu tenho isso dentro de mim, vou me destruindo, então eu me mato. Fica mais rápido a destruição, né? O nossa luz vermelha acendeu, mas nós tínhamos algumas coisas boas, né? Eu vou pular algumas coisinhas aqui de uns alemães, né? Que que Ana Cristina tá me ensinando falar o nome deles para vocês. Eu não vou falar. porque não vai dar tempo. Mas eh um filósofo, né, um filósofo alemão, ele atormentado e deprimido, resistiu à tentação do suicídio e escreveu sua obra prima, assim falou Zaratustra. Olha aí, escreveu deprimido, eh, atormentado, mas teve, com certeza, sentiu a presença de Jesus e escreveu a obra. O outro alemão compôs belíssima, belíssima, eh, belíssima, eh, foi belíssimo poeta, jornalista. Isso lá em 1883, gente, com pôsparas insuperáveis, quando era

tiu a presença de Jesus e escreveu a obra. O outro alemão compôs belíssima, belíssima, eh, belíssima, eh, foi belíssimo poeta, jornalista. Isso lá em 1883, gente, com pôsparas insuperáveis, quando era paralítico e sofria de dores horríveis. E aqueles que cantaram, foram pro circo para ser devorado pros leões, que cantaram e choraram, né? Trazendo para nós o quê? um legado de patrimônio de arte, literatura, tecnologia, amor, que tendo presença de Jesus, eu vou até pros leões e nós não temos leão para nos comer. Tem um leão aí que come, se a gente não andar certo com ele, né? Aí ele devora. Mas nós não temos, nós temos nós mesmos. Nós temos nós mesmos, entendeu? Então, eh, todos eles experimentaram momentos de fraqueza, mas se puseram a coragem, o devotamento para prosseguir diante das dificuldades da vida. E ele não, nós não podíamos deixar de falar do Bethoven, né, que é uma coisa linda. Ele, olha a angústia daquele homem, não ouvia, conseguiu compor a nona sinfonia sem ouvir uma nota. Isso é espiritual, não é? Isso é espiritual. Isso é Jesus. Quer dizer, já pensou? ele fala assim: "Eu não ouço mesmo, eu vou ficar sentado na minha cadeira de balança aqui e pronto e vou ver o deixar o tempo passar". No entanto, ele não se entregou, né? E aí mede-se esses valores morais da criatura humana pelas suas resistências espirituais. Aquilo que eu quero. Eu nasci para vencer, eu nasci para estar aqui. Eu nasci para enfrentar minhas dificuldades. Não importa se tirar essa mão, eu tenho a outra. Se tirar as duas, eu tenho o pé. É porque eu aprendi é lidar muito bem com o pé. Por isso numa época, viu? Então eu acho que eu teria muita facilidade de fazer qualquer coisa com os pés, porque eu faço em função de força, né? Que às vezes eu, a gente mora sozinho, precisa, os braços não dá conta, mas as pernas, o pé dá conta, porque o pé é mais resistente, né? Um chute é muito mais doído do que um soco, não é? Entendeu? Então, eh, a gente resistências espirituais pela minha força de vontade e a minha coragem de

é dá conta, porque o pé é mais resistente, né? Um chute é muito mais doído do que um soco, não é? Entendeu? Então, eh, a gente resistências espirituais pela minha força de vontade e a minha coragem de vencer qualquer obstáculo que eu tenho, gente, né? Então, ela vai também terminando. Já tô terminando, menino. Jesus, porém, estava com todos eles e jamais os abandonou, né? E sempre ampara aqueles que sofrem. Então, nós não podemos ficar órfã de Jesus. Nós sentimos órfãos de Jesus. Eu posso sentir órfão de mim mesma, da minha incapacidade. Aí sim eu tenho orfandade de mim mesma. É uma tristeza, né? A há uma aceitação religiosa em torno do sofrimento. Eu achei isso muito interessante, que vocês já ouviram isso, né? Em todo sofrimento, como de natureza punitiva, abandono dos céus. Deus me abandonou. Deus não cuida de mim. Deus não tá nem aí para mim. A gente usou muito isto, né? A gente já ouviu muito isto, né? Certamente a dor que nós falamos tanto é também recurso terapêutico de reparação espiritual e moral e de coisas que nós praticamos. Então, se tá doendo hoje, é porque a gente machucou ontem. A gente machucou. Então, para quando é para, presta atenção. Hoje eu tava falando sobre isso a respeito de um parente. Tá numa situação difícil, mas ele se machucou. Ele podia não ter se machucado, né? Entendeu? Mas é um recurso terapêutico, porque vai aprender com muita dor, dor moral, dor física, não interessa que dor que ser, dor emocional, né? Então a gente termina sim aqui já estamos no final, né? Mas não se não vamos deixar nossas eh eh nos reservar nas nossas aflições. Às vezes a gente fica muito aflito e a gente entra para dentro de nós com essas aflições, entendeu? E e não vemos mais nada. E vamos lembrar sempre que todas as vezes que algo do nós, Jesus tá lá para nos socorrer. Mas eu preciso de lembrar que ele tá lá. Não adianta se eu não lembrar, né? Então, porque ela fala aqui de obsessão, mas esse não é o nosso assunto, né? Eh, vamos nos reservar nessas nossas aflições,

Mas eu preciso de lembrar que ele tá lá. Não adianta se eu não lembrar, né? Então, porque ela fala aqui de obsessão, mas esse não é o nosso assunto, né? Eh, vamos nos reservar nessas nossas aflições, eh, aflições para uma reflexão, né? Uma reflexão que tanto de Jesus, qual é a minha proximidade de Jesus quando eu estou aflito? Qual é a minha proximidade de Jesus quando tem um problema e que eu acho que eu preferia nem tá aqui, né? Eu podia ir embora. O mundo não vai precisar de mim. E quem diz se Deus nos colocou nesse mundo é porque precisa de nós. Então vamos ter a presença de Jesus em nossos dias, amigos. Sempre hoje tivemos ontem, se não tivemos, nós podemos ter hoje, amanhã e para todo sempre. Então essa é a lição que a a o espírito Jana de Angeles trouxe para nós, né? Eu acho que é de bom tamanho é a gente falar dessa presença de Jesus. né, em nossas vidas. E ela falou em nossas vidas, nas dificuldades das nossas vidas, que é onde não a gente não vê a presença de Jesus. Por quê? Porque nós estamos na dor grande, na dor egoísta, na dor que a gente não compartilha. Então esse é o recado. Mas nós vamos fazer nossa prece final pra gente terminar. Quer fazer pra gente? Nós vamos convidar um grande amigo para fazer a prece final por todos nós, né? Alguém tem que trabalhar, né, gente? Entendeu? Então, Henrique, por favor, sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espíritos a nossa mente, o nosso coração para que possamos nesse momento receber as energias bemfaz que nos são disponibilizadas, acalentando as nossas angústias, apaziguando as nossas aflições, fortalecendo o nosso ser, a nossa fé, a nossa fé em Jesus que está sempre nos amparando. Graça te damos, ó Pai, por esse momento e por essa oportunidade de estarmos aqui compartilhando, compartilhando e recebendo. E que possamos levar para a gente convive essa harmonia que se faz presente. E assim agradecemos a ti, ó pai, a Jesusira de Menezes, mentor da nossa casa, dizendo graças a Deus e graças a

e recebendo. E que possamos levar para a gente convive essa harmonia que se faz presente. E assim agradecemos a ti, ó pai, a Jesusira de Menezes, mentor da nossa casa, dizendo graças a Deus e graças a Jesus. >> Bom, amigos, uma boa tarde para vocês que estão aqui aqui. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar [música] a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais [música] e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha [música] a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que [música] cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em

possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que [música] cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos [música] finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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