POR QUE RECONCILIAR? - Leila Parreira [PALESTRA ESPÍRITA]
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[música] Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu [música] entendi qual o valor dessa missão. >> Foi nessa casa que aprendi toda a beleza [música] de viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor [música] Estou aqui para agradecer de coração a paz [música] del. >> Boa tarde, sejam todos bem-vindos. Sintam-se acolhidos com muito carinho. Todos nós, né, somos acolhidos pela equipe espiritual responsável por este horário. O mentor deste grupo é Francisco de Assis. E com certeza nós recebemos as vibrações de amor desse espírito iluminado. E que a paz de Jesus nos envolva pacificando as nossas mentes, os nossos corações e que esta mesma paz chegue aos nossos irmãos e irmãs internautas que nos assistem através dos meios de comunicação da comunhão espírita de Brasília. Hoje nós temos o prazer de receber nossa irmã Leila Parreira, que nos brindará com um tema que é muito importante para todos nós, pra gente ouvir e levar para cá e refletir, né? Eh, o tema é uma pergunta. Como é a pergunta? >> Por que devemos >> por devemos reconciliar? Então o tema é esse, porque devemos reconciliar. E nós vamos ler um trecho, como a gente sempre faz, uma leitura para depois fazer oração e passar a palavra paraa nossa querida irmã Leila. Nós vamos ler uma um trecho do capítulo 12 do Evangelho Segundo Espiritismo, que é amai vossos inimigos. E o título é retribuir o mal com o bem. Aprendeste que foi dito: "Amareis o vosso próximo e odiareis os vossos inimigos". Eu, porém, vos digo, amai vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos perseguem e caluniam, a fim de serdes filhos do vosso Pai que está nos céus, e que face se levante o sol para os bons e para os maus, e que chova sobre os justos e os injustos. Porque se só amardes o que vos amam, qual será a vossa recompensa? Não procede assim também os publicanos? Se apenas vossos irmãos saudades, que é o que com isso fazeis mais do que
stos e os injustos. Porque se só amardes o que vos amam, qual será a vossa recompensa? Não procede assim também os publicanos? Se apenas vossos irmãos saudades, que é o que com isso fazeis mais do que os outros? Não fazem outros tantos pagãos? Essa passagem está no Evangelho de Mateus, capítulo 5, versículo 46 a 47. E continua: "Digo-vos que se a vossa justiça não for mais abundante que a dos escribas e dos fariseus, não entrarei no reino dos céus". Mateus 5, versículo 20. Se somente amardes os que vos amam, que mérito se vos reconhecerá, uma vez que as pessoas de má vida também amam os que a amam? Se o bem somente o fizerdes aos que volo fazem, que mérito se vos reconhecerá, dado que o mesmo faz a gente de má vida? Se só emprestardes a aqueles de quem possais esperar o mesmo favor, que mérito se vos reconhecerá quando as pessoas de má vida se entreajudam dessa maneira para oferir a mesma vantagem? pelo que vos toca, amai os vossos inimigos, fazei bem a todos e auxiliai sem esperar coisa alguma. Então, muito grande será a vossa recompensa e sereis filhos do Altíssimo, que é bom para os ingratos e até para os maus. Sede, pois, cheios de misericórdia, como cheio de misericórdia é o vosso Deus. Lucas, capítulo 6, versículo 32 a 36. Assim, meus irmãos, com esses ensinamentos que nos são passados sobre perdoar, acolher, amparar, que tenhamos o sentimento maior que Jesus nos trouxe, que é o amor. O amor a todos, independentemente da sua condição. E assim que sejamos sempre seareiros da seara do Cristo, para que nós possamos diariamente, naquele momento do nosso descanso, possamos dizer cumprir tudo o que deveria em relação aos ensinamentos do Cristo. amar a todos, acolher a todos, perdoar a todos. Se conosco, Senhor, hoje e sempre. E neste momento, pedimos à equipe espiritual responsável por este horário, que inspire em tu a nossa querida irmã Leila Parreira está com a palavra. Que assim seja. Boa tarde a todos. Que Jesus nos abençoe e nos conceda a sua paz. Hoje estamos aqui para tratar de um
horário, que inspire em tu a nossa querida irmã Leila Parreira está com a palavra. Que assim seja. Boa tarde a todos. Que Jesus nos abençoe e nos conceda a sua paz. Hoje estamos aqui para tratar de um assunto que é muito delicado, porque é muito difícil de praticar. A afirmação de base que nós precisamos considerar é que todos nós ainda somos aprendizes e todo aprendiz precisa treinar. É através de acertos e erros que nós vamos desenvolvendo as nossas capacidades, que vamos chegando no nível de melhoramento até alcançarmos a perfeição que nos é a meta, o objetivo final. Vai demorar um tempo, mas enquanto isso precisamos pontuar e perceber alguns detalhes que a vida nos pede observar. Por exemplo, o grande problema, o magno problema do ser humano é o relacionamento. É o relacionamento entre nós, irmãos. pais e filhos, colegas de trabalho, amigos e até adversários. Os ponto de vistas variam. Um vê de uma forma, outro vê de outra forma a realidade que surge. Então, por conta da diferente maneira de perceber a vida e o seu significado, muitas vezes nós nos atritamos, nós nos afligimos, nós nos maltratamos. E é muito importante que a gente tenha o sentido de ressignificar os fatos, de olhar bem o que que aconteceu, qual é a minha participação naquela, naquele acontecimento negativo que me causou prejuízo. Não é só prejuízo material que conta, mas muito acima. de qualquer prejuízo material é a falta de paz interior. Então, a gente deve reconsiderar e devemos reconciliar para alcançarmos a pacificação, a harmonização em nós. Então, se nós nos vemos como pessoas que estamos treinando no aprendizado da vida, quando nós concluímos que como aprendizes, muitas vezes não alcançamos a certeza disso ou daquilo, que a gente ainda não sabe tudo, então vamos devagar com andor, porque o santo é de barro. Então, vamos nos tratar com cuidado, reconhecendo que o magno problema do ser humano é o relacionamento. Então, o que Jesus nos ensinou? Nos ensinou que todos nós somos pertencentes
santo é de barro. Então, vamos nos tratar com cuidado, reconhecendo que o magno problema do ser humano é o relacionamento. Então, o que Jesus nos ensinou? Nos ensinou que todos nós somos pertencentes e devemos nos sentir pertencentes a essa grande família humana. Os indianos alcançaram uma sabedoria importante. Eles fazem um cumprimento muito bonito. Eles falam namastê, querendo dizer: "O Deus que existe em mim saúda o Deus que existe em você." Então, é preciso eh limpar o nosso olhar. É preciso ver no outro a dignidade de filho de Deus que eu quero ver em mim. É preciso então que nós nos identifiquemos com a parte espiritual do nosso semelhante e passemos a tratá-lo com mais cuidado, porque a vida minha é sagrada, mas a vida do outro também é. E quando nós nos atritamos por qualquer razão, precisamos contar até 1000 e refazer o caminho para alcançarmos paz e pedir desculpas, se for preciso, e pedir perdão, se for preciso, voltar atrás, dar o primeiro passo para que haja reconciliação apropriada. a nós irmãos, porque todos somos irmãos uns dos outros. E quais seriam as qualidades necessárias para que a gente faça esse treinamento tão necessário? A tolerância, né? Tolerar as tolerar as indiociclasias do outro, as dificuldades do outro, o enjoamento do outro, né? Quem é que não tem parente difícil? Todos nós temos. E não são nossos inimigos, não. Não são adversários, não. Embora pareçam, são, na verdade amigos, porque muitas vezes espelham a nossa dificuldade, mostram aquele detalhe em que eu sinto dificuldade em praticar, a bondade simples, a tolerância, a calma, a paciência. Hum. Então, é preciso que a gente veja o outro como irmão e passamos então a retribuir aquilo que aparentemente é mal com o bem. Porque se a gente ficar o tempo todo retribuindo na mesma medida a ofensa que recebemos, como é que nós vamos poder melhorar o mundo? Se nós tratamos com violência a violência em que fomos alvos, nós não vamos melhorar nada em torno de nós, nem nós mesmos. É preciso considerar
recebemos, como é que nós vamos poder melhorar o mundo? Se nós tratamos com violência a violência em que fomos alvos, nós não vamos melhorar nada em torno de nós, nem nós mesmos. É preciso considerar que essa esse voltar atrás, esse observar atentamente, essa reconciliação não é só em relação ao outro. Quando nós fomos ofendidos ou quando ofendemos, é também em relação a nós próprios. Quantas vezes nós nos sentimos tão abalados porque estamos de teto baixo quando estamos nos sentindo inferiores, quando nos sentimos com menos valia, de menos valor, quando somos convidados pela vida a nos enxergarmos como filhos de Deus, isso não é pouca coisa com todos os atributos e as prerrogativas, as ferramentas, os instrumentais de que necessitamos para avançar em nosso progresso. Então, o verdadeiro discípulo de Jesus, que é o nosso mestre, guia e modelo, aprende a se olhar como alguém muito especial, a quem devemos respeito, reconhecimento do próprio valor. Então, quando nós nos vemos assim merecedores das bênçãos da vida, nós então teremos um ânimo melhorado para buscar aquilo que vai nos pacificar, que vai nos dar força e garantias para perseverar. Então é preciso cultivar essas coisas, isso que nos fortalece e não dizer que nós somos um reles vagabundo ou que moramos num lugar que é um vale de lágrimas. Isso é um absurdo. É uma ideia medieval atrasada. Não, nós moramos numa casa planetária maravilhosa. A Terra é maravilhosa e ela nos acolhe, nos garante o sol, a vida, o alimento. Então, é preciso olhar de bênção sobre nós mesmos e sobre tudo que nos cerca, sobre os nossos semelhantes, a terra que habitamos e nós mesmos. Mas há um outro reconciliar necessário, é o reconciliar-se com a espiritualidade, com Deus, porque a parte mais importante nossa é o espírito imortal. Todos nós temos conhecimento de que essa vestimenta física, esse uniforme de trabalho que é o corpo físico, que merece todo o nosso respeito, é sagrado, porque é um instrumento que o espírito imortal utiliza para progredir.
mento de que essa vestimenta física, esse uniforme de trabalho que é o corpo físico, que merece todo o nosso respeito, é sagrado, porque é um instrumento que o espírito imortal utiliza para progredir. E esse espírito imortal está aqui nessa experiência reencarnatória desafiadora, porque o mundo nos oferece muitas ilusões e muitas vezes, como aprendizes, nós nos esquecemos do nosso real valor e da tarefa que nos incumbe realizar essa vivência aqui na Terra. Então, precisamos ir à fonte todos os dias, a fonte de bênçãos, que é o criador. Não podemos nos afastar do criador, porque é nele que nós encontramos as bênçãos necessárias para o nosso progresso, para a nossa felicidade, para a nossa harmonização como seres humanos. Nós temos competências, precisamos realizar a nossa tarefa. Cada um tem uma ou muitas, mas precisamos desenvolver o autoconhecimento, saber de nós olhar para dentro, investigar as nossas tendências, aquilo que nos atrai, aquilo que nos desgosta, aquilo que nos dá alegria e fazer tudo para desenvolver qualidades, não só qualidades de interação, qualidades de relacionamento, qualidades sociais, mas também qualidades que são verdadeiras virtudes de conduta. Então, o que é preciso que a gente se eduque? E Allan Kardec, o codificador do pensamento dos espíritos que estavam unidos, atendendo a ordenação dada por Jesus Cristo, filho de Deus, mensageiro do criador, que fez esse projeto de iluminação da humanidade. Esse homem preparado para essa tarefa desenvolveu com competência de excelência esse trabalho durante 11 anos aqui como encarnados e não sabemos quantos anos de preparação lá no plano espiritual. Ele diz na questão 917 do livro base da doutrina espírita que vem a ser o cristianismo rede vivo. Ele diz assim que a chave do progresso humano, tanto progresso material como afetivo, emocional, psicológico e espiritual, é a educação. Então, é dever nosso buscar educar os nossos sentimentos, saber agir com brandura. Jesus espera de nós que compreendamos o
sso material como afetivo, emocional, psicológico e espiritual, é a educação. Então, é dever nosso buscar educar os nossos sentimentos, saber agir com brandura. Jesus espera de nós que compreendamos o quanto é importante essa bem-aventurança dita lá no sermão do monte: "Bem-aventurados os mansos e pacíficos, porque deles é o reino dos céus". Quem que é um passaporte pro reino dos céus e continua irado, violento, animalizado, instintivo, não vai alcançar. Então, é preciso treinar, treinar o trato com os próximos mais próximos e depois estender esse treinamento quando tiver otimizado para aqueles da coletividade à qual pertencemos. E com isso estaremos cumprindo a nossa tarefa e interpretando de uma maneira graciosa o que Jesus quis dizer quando no capítulo 12 e nos dizeres registrados por Mateus no capítulo 5 24 assim: ali diante ante do altar a tua oferta e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão e depois vem e apresenta a tua oferta, significando que nós não podemos permanecer inimigos adversários de mal com nosso semelhante. É preciso dar passos para que haja um acerto, para que haja um entendimento. A palavra é coisa sagrada. podemos utilizá-la em favor desse desiderato. A postura nossa é um instrumento importante. Pedir perdão ou perdoar faz parte da nossa condição de seres humanos com a prerrogativa de escolha. É isso ou aquilo podemos trilhar? Podemos permanecer, sim, raivosos, magoados, ressentidos com aquela ofensa, mas podemos também minimizar os efeitos daquele acontecimento negativo. Nós temos poder de fazer isso para quê? para que a gente se favoreça e considere o que eu vi agora nesse livrinho aqui, uma página dizendo assim que é dever nosso ser feliz. É por quê? Porque quando Deus nos criou, veja só a multiplicidade, né? Ninguém é igual a ninguém. Deus não faz cópias. Cada um de nós é único. Isso é uma diversidade infinita. Cada um de nós tem um caminho a percorrer. Cada um de nós tem um conteúdo para trocar. tem talentos próprios, originais, que pode representar iluminação para
é único. Isso é uma diversidade infinita. Cada um de nós tem um caminho a percorrer. Cada um de nós tem um conteúdo para trocar. tem talentos próprios, originais, que pode representar iluminação para outros. Por isso, nós todos vivemos sob as leis divinas e naturais. A lei de sociedade é uma delas. Estamos aqui porque somos interdependentes. Precisamos uns dos outros. Por isso, precisamos nos identificar com a essência do nosso semelhante e dar de nós. Porque a dádiva é o maior dos requintes, é o que nos garante cumprimento do dever de ser feliz. A pessoa que não se abre, que não oferece a oportunidade, por exemplo, de reconciliação, é uma pessoa caracteristicamente egoísta, que ainda está presa no personalismo exagerado. E assim se impede de sentir a harmonia interior, se impede de sentir a alegria de trocar e de viver. Então, importa muito que a gente se ame. Esse é um um mandamento, síntese de todas as escrituras e profecias. Quando Jesus revela amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo, é impossível que a gente ame o semelhante se nós não nos amarmos a nós mesmos. Então, é preciso considerar que devemos correr atrás não só do diploma univers universitário, não só do ganho material, não só das conquistas no plano de progresso visto e aplaudido, mas também que nós busquemos a inteza a completude, o autoconhecimento que fará com que nós possamos construir dentro de nós esse espaço de merecimento e possamos daí reconhecer a soberania da vida e o quanto aos olhos de Deus somos muito importantes, porque somos filhos. É por isso que Zaqueu, aquela figura evangélica que tá contando lá no evangelho, registrado a história, Zaqueu sentiu um impulso muito grande. Ele era pitim e ele falou: "Mas eu tenho que ver o mestre, eu tenho que ver esse homem. Eu tenho que ver Jesus." E trepou numa árvorezinha para vê-lo. E qual não foi a sua alegria? Porque ele venceu o tamanho, venceu a dificuldade. Era uma multidão que se acotovelava na região. Ele não quis nem saber, trepou
s." E trepou numa árvorezinha para vê-lo. E qual não foi a sua alegria? Porque ele venceu o tamanho, venceu a dificuldade. Era uma multidão que se acotovelava na região. Ele não quis nem saber, trepou na árvore para poder ver, presenciar aquele fato. Jesus estava ali, o profeta de Deus. Então Jesus, claro, percebendo essa força espiritual daquele homenzinho, um homem pequeno, mas grande, gigante, de coração, ele já avisa, ó, volta para casa, prepara que eu vou, vou jantar com você. A alegria foi enorme. É o resultado daquele que tá pronto para doar, para oferecer de si. Então ele faz uma retrospectiva da sua própria vida e encontra forças. Ele que já era bom, ele que já não era explorador, porque na profissão dele muitos exploravam. Ele era ele era coletor de impostos. lva com dinheiro alheio. Então ele se propõe a favorecer a todos aqueles que ele com quem ele vivia. E se ele fosse pego em alguma alteração, ele se propunha a pagar o quádruplo quatro vezes mais. Então isso é reconciliar-se com a própria a própria alma, a própria profissão e daí em diante não abrir mão daquela virtude à qual nos referimos há pouco, tão necessária paraa nossa inteereza, que é a retidão. Então, é preciso idealizar o que seja a retidão para nós. Retidão ao falar, retidão ao postar-se ou a colocar-se diante do nosso semelhante, diante da vida, diante do planeta. Hoje em dia a ecologia é importante. Há 100 anos atrás não era. Mas hoje nós já avançamos nesse entendimento. Hoje para nós não é mais um vale de lágrimas, não. Aqui é uma escola em que aprendemos. É também um hospital quando a gente vem de lá de outras vivências muito alterados na interpretação da vida e precisamos de tratamento espiritual. Então ocorrem os sofrimentos, as aflições, que é paraa gente despertar e pensar, refletir e reconsiderar os nossos pontos de vista e procurar acertar mais e errar menos. Então, somos tratados aqui como se trata em um hospital. E a terra, além de escola, além de hospital, pode ser também para alguns
derar os nossos pontos de vista e procurar acertar mais e errar menos. Então, somos tratados aqui como se trata em um hospital. E a terra, além de escola, além de hospital, pode ser também para alguns resistentes em prisão, né? Então são aqueles que a que não aprendem com o tratamento tipo hospitalar, que não aprendem com o desenvolvimento de um programa educacional, mas que precisam de maior dureza para poderem despertar. Então, além de dessa figura maravilhosa que é Zaqueu, nós podemos nos lembrar também de Maria de Magdala, Maria Madalena, que pôde reconciliar-se consigo mesmo e nós somos convidados como ela foi, a reconciliarmo-nos conosco próprios. Não estejamos paralisados, petrificados nos erros que cometemos. Sabemos todos da misericórdia divina. A misericórdia vem antes da justiça. A bondade de Deus é infinita e quer que nós aprendamos o dever de nos tornarmos felizes todos os dias. Ah, mas eu cometi um erro terrível. Eu prejudiquei a muitas pessoas. Acorda e faça diferente. Reconheça a sua falibilidade humana de aprendiz e não estaquemos parados. Avancemos. Esse é o desafio dessa reflexão da tarde de hoje. Vamos confiar nos nossos potenciais, na misericórdia de Deus, pai criador e prossigamos no caminho, né, nesse caminho em que somos convidados a reconciliarmo-nos conosco próprios, com o próprio e com Deus. E Jesus continua falando nesse capítulo que ouvistes o que foi dito. Amarás o teu próximo e aborrecerás o teu inimigo. Esse era o padrão antigo do tempo de Jesus entre nós, no tempo de Moisés. Mas Jesus vem trazendo um verdadeiro escândalo, algo super diferente. Ele vem dizendo: "Eu, porém vos digo, amai". E isso é um imperativo. É um verbo no imperativo. Ele está mandando, convocando. Amai a vossos inimigos. Bendizei os que vos maldizem. Fazei bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos perseguem e caluniam. Bendizei os que vos odeiam, os que vos maldizem. Fazei bem aos que têm ódio, demonstram ódio e ore por aqueles que você não alcança. Pode não alcançar com
am e orai pelos que vos perseguem e caluniam. Bendizei os que vos odeiam, os que vos maldizem. Fazei bem aos que têm ódio, demonstram ódio e ore por aqueles que você não alcança. Pode não alcançar com uma palavra boa. Você pode não alcançar a reconciliação, porque também depende do outro. Mas será que acabou o recurso? Não podemos orar, mentalizar coisas boas para aqueles endurecidos, para que as nossas vibrações sinceras de amor possam alcançá-los. E quem sabe a esperança é a última que morre. quem sabe eles possam repensar, ressignificar e se disporem a reconciliar conosco. Que Jesus então nos ampare e nos abençoe em nosso projeto de autoeducação, de sentimentos e de autoconhecimento. Obrigada pela atenção. Uma boa tarde. Nós agradecemos a nossa irmã Leila pela reflexão e neste momento elevemos o nosso pensamento ao nosso mestre Jesus, sentindo as vibrações de amor que emana do seu coração, nos envolvendo, pastificando as nossas mentes e os nossos corações. E neste momento, humildemente, te pedimos, Senhor, que nos ampare, nos fortaleça, para que a nossa vontade nos leve, Senhor, a cada dia acertar mais e cometer menos equívocos. Mestre Jesus, nos conduz, Senhor, nesse caminho de amor e de paz, para que sejamos sempre instrumentos do vosso amor nas nossas relações, nossos familiares, colegas de trabalho, enfim, com todos com os quais de alguma forma temos a oportunidade de conviver. Que sejamos, Senhor, sempre aquele que primeiro estende a mão, aquele que primeiro acolhe, aquele primeiro que compreende. E assim te agradecemos e pedimos que envolva a toda a humanidade, encarnados e desencarnados no vosso infinito amor, para que a paz se estabeleça no coração dos homens. S conosco, Senhor, hoje e sempre. Graças a Deus e graças a Jesus. Que assim seja. Por gentileza, aguarda o nosso irmão que fará a chamada para o passe. Fique em paz. Boa tarde. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música]
aguarda o nosso irmão que fará a chamada para o passe. Fique em paz. Boa tarde. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual. Substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, [música] que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou [música] até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de [música] amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e [música] amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue [música] a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada [música] um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar [música] os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. [música]
o Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar [música] os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. [música] Que esses bons fluidos [música] se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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