PODE INTERFERIR NA PROVA ALHEIA? - Leandro Irigonhê [MOMENTOS DE REFLEXÃO]
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A perfeição [música][canto] aqui. Eu [canto][música] entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi [canto][música] toda a beleza [canto] de viver. Doando amor, vibrando [música] luz. buscando a ti, buscando [canto] a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Boa tarde, minhas irmãs, meus irmãos. Sejam todos muito bem-vindos ao Auditório Bezerra de Menezes da Comunão Espírita de Brasília. Sejam bem-vindos também aqueles que nos assistem pela internet e aproveitemos hoje para mais um estudo em momentos de reflexão, episódio hoje de número 23. pode interferir na prova alheia. Mas antes de respondermos a essa pergunta, vamos fazer a nossa leitura preparatória, como costumamos fazer para nos auxiliar a todos, a nos situarmos no mesmo plano de pensamento, todos ligados a Jesus. e amparados pelo seu amor e pela sua misericórdia. Eu vou abrir agora a pouco de um livrinho que eu peguei ali em cima da mesa, um livro ditado pelo espírito irmão José e psicografado pelo irmão Carlos Bacelli, a Uberaba. E o título do livrinho é Preces. e orações. Eu não conhecia, mas abriu a casa e achei muito interessante a mensagem que nos saiu, porque vai ao encontro do que nós vamos conversar daqui a pouco. Então, olha só, mensagem de número 38 intitulada Diante da depressão. Mestre, diante dos quadros depressivos que sofremos, precisemos, precisamos ter ânimo para lutar. Queremos viver. Não nos deixes pensar em morte. Auxilia-nos a encontrar a porta de saída do labirinto escuro em que nos internamos. Fortalece-nos a vontade de sermos úteis. Ergue-nos do chão do mais profundo desalento. Que o nosso pensamento se fixe no teu pensamento e que nos esqueçamos no trabalho do bem. Arranca-nos do isolamento voluntário em que choramos lágrimas estéreis e copiosas. Precisamos voltar a sorrir. Estende-nos as tuas mãos e leva-nos a caminhar contigo. No fundo, Senhor, depressão é egoísmo ou drama de consciência. liberta-nos da cela fria em que nos enclausuramos com as chaves do teu imenso amor.
tende-nos as tuas mãos e leva-nos a caminhar contigo. No fundo, Senhor, depressão é egoísmo ou drama de consciência. liberta-nos da cela fria em que nos enclausuramos com as chaves do teu imenso amor. E aproveitando esta leitura, esses momentos de abraço com o nosso Senhor Jesus Cristo, pensemos em todo o bem que recebemos e em todo o bem que podemos fazer. Por essa leitura, permite-nos, Jesus, que aquilo que recebemos possamos multiplicar, levando nossas mãos em direção às mãos do próximo, o nosso coração na direção dele e o nosso abraço fraterno. ao encontro, muitas vezes, do seu abraço sofrido. Que a tua paz permita aos mensageiros espirituais nos intuírem e proporcionarem a todos nós momentos de reflexão. Que assim seja. Bom, momentos de reflexão. Número 23. Pode interferir na prova alheia. Esse tema foi tirado do Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 5, bem-aventurados os aflitos. no item 27, [roncando] já na parte de instruções dos espíritos. E a mensagem que nós vamos ler o início foi ditada pelo espírito Bernardino, que se intitula Um espírito protetor, em Bordô no ano de 1863. Bom, no evangelho nós encontramos o seguinte título para o item 27. Foi o título que deu origem a essa palestra. Deversear por termo terminar, acabar as provas do próximo. Então, a pergunta é, a gente pode tentar, e já explico porquê, acabar diminuir a prova alheia, a dificuldade do outro. Então, essa pergunta nasce da colocação que Bernardino nos faz logo no início do seu texto. Olha o que ele diz logo após a pergunta do Kardec, né? Kardec, por conta do texto, coloca essa pergunta para provocar essa resposta, né? Deve alguém por termo às provas do seu próximo, quando o possa ou deve, para respeitar os desígnios de Deus, deixar que sigam seu curso. Então, Kardec já estava com o texto na mão e ele então coloca o como resposta à pergunta que havia feito aos espíritos. Sempre que a gente puder, a gente vai tentar aliviar a provação alheia ou a gente não vai fazer nada, porque se aquilo está acontecendo
coloca o como resposta à pergunta que havia feito aos espíritos. Sempre que a gente puder, a gente vai tentar aliviar a provação alheia ou a gente não vai fazer nada, porque se aquilo está acontecendo é porque Deus quis. Então, uma coisa é o nosso entendimento, é o nosso pensamento em relação a essa pergunta. Outra é a colocação feita para os espíritos, para que eles nos tragam uma orientação que vem do plano superior. Que bom quando ela coincide com a nossa, né? Mas às vezes não. Mas aqui parece que ela vai ao encontro do pensamento da maioria. Olha o que Bernardino diz aqui, respondendo ao Kardec, né? Já vos temos dito e repetido muitíssimas vezes que estais nessa terra de expiação para concluirdes as vossas provas e que tudo que vos sucede é consequência das vossas existências anteriores. São juros da dívida que tendes de pagar. Esse pensamento, [limpando a garganta] porém, provoca em certas pessoas reflexões que devem ser combatidas devido aos funestos efeitos que poderiam determinar. Bom, ele começa a discorrer aqui, então, dizendo o seguinte: "A provas existem e não poderia ser diferente num planeta que está na categoria de provas e expiações. é um planeta destinado ao cumprimento de provas e de expiações. Então, é de se esperar que nas nossas existências, nas vidas que vivemos aqui na terra encarnados, venham nos suceder provas e expiações. E o Bernardino ainda diz que tudo que nos acontece, aquilo que chega pra gente, é consequência do que fizemos em vidas anteriores. Gostaria de fazer uma ressalva as coisas boas também, não só as provas e as expiações, mas a ajuda, os amores, as queridas e os queridos que se acercam da gente, aquelas pessoas que de graça vão com a nossa cara, gostam do nosso jeito. tornam-se nossas amigas, nos ajudam a passar pela vida e isso também é fruto do passado. São as boas ações que lá atrás realizamos e que repercutem no nosso presente. Mas disso ninguém se lembra ou se importa, muito menos pensa em agradecer a Deus. A gente parece que só tá prestando
sado. São as boas ações que lá atrás realizamos e que repercutem no nosso presente. Mas disso ninguém se lembra ou se importa, muito menos pensa em agradecer a Deus. A gente parece que só tá prestando atenção naquilo que tá incomodando. E muitas vezes nós temos tanto mais agradecer e tão pouco reclamar. Então Bernanino diz: "Olha, é um planeta de prova expiação. Temos que viver as nossas provas, as nossas expiações e elas são fruto do que nós fizemos lá atrás". Ele diz que é o justo que temos que pagar. Em verdade, eu diria, são os ensinamentos que não realizamos em outras existências. Então, precisamos voltar e refazer aquele exercício. Porque a terra, a terra onde nós estamos encarnados, ela nada mais é do que uma escola para a maioria de nós. é um local aonde a gente vem exercitar o que aprendemos no plano espiritual e também o que aprendemos aqui. Vemos pôr em prática. Então, se é uma escola, se eu preciso aprender alguma coisa e se eu não estou fazendo isso muito bem feito, eu preciso repetir o exercício, porque preciso aprender. Então, trazendo esse pensamento para a nossa conversa aqui, as provas, as expiações, não tem nada demais. não significam sofrimento, significa um reajuste necessário. E quando nós entendemos a necessidade desse reajuste, nós passamos pela situação procurando tirar dela o melhor proveito possível. Paramos de reclamar, paramos de nos sentir atingidos, esquecidos por Deus. Paramos de sofrer. Hoje em dia, uma frase muito em moda, né, que a dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional. Podemos entender a dor como as nossas provas, as nossas expiações, aqueles momentos, aqueles momentos em que a vida nos traz um aprendizado. E aí, gente, a melhor coisa é se acalmar, procurar meditar sobre a situação, evitar responder imediatamente. É, é, é bom pra gente se pudermos dar uma paradinha, diz: "Não, tá certo, depois eu respondo, depois eu decido, eu preciso parar para pensar." Sem aquela ansiedade, sem aquela angústia de pensar: "Caramba, olha que coisa
e se pudermos dar uma paradinha, diz: "Não, tá certo, depois eu respondo, depois eu decido, eu preciso parar para pensar." Sem aquela ansiedade, sem aquela angústia de pensar: "Caramba, olha que coisa horrorosa aconteceu na minha vida". E às vezes as coisas chegam doendo muito, mas mesmo nesses momentos, se nós já já estivermos nos treinando a ter um pouco de paciência com as coisas que chegam na vida, antes daquela daquela manifestação, daquele posicionamento tempestivo, aquela aquela resposta imediata, aquela reação, sem pensar. Vamos procurar um apoio. Vamos procurar um momento de calma e tranquilidade, porque qualquer que seja a nossa situação de dificuldade, o desespero, a não lembrança de Deus, o esquecimento de fazer uma prece, Não vai melhorar nada pra gente. Por incrível que pareça, no meio da dor, e às vezes ela é muito grande, a gente tem que reconhecer, muito grande mesmo. Melhor seria para todos nós se nós conseguíssemos lembrar de Jesus e o que ele passou nesse momento em sintonia com o seu pensamento, pedir ajuda, pedir pelo menos paz, paz para o que estamos vivendo. E pelo visto não vai dar para ser diferente. Mas aí tem uma questão. Quem de nós sabe o limite até quando vai essa prova? Qual é a duração dela e qual é a intensidade? Quem sabe é Deus. E numa dessa situação, num desse momento em que a gente se vi frente a uma dor muito grande, se conseguirmos manter um pouco de paciência, sobretudo de confiança em Deus, confiança na providência divina, talvez consigamos perceber a saída. Talvez consigamos ouvir uma voz amiga, alguém que chega para nos ajudar. Talvez consigamos raciocinar a partir de um pensamento que nos foi intuído, inspirado. É um um posicionamento que exige treino. Ele não é fácil. de se adquirir, porque é um comportamento que envolve resignação, paciência e sobretudo confiança em Deus. Mas por que eu tô dizendo tudo isso? Se a nossa pergunta era se nós poderíamos, né, abreviar, interferir nas provas dos outros? Porque se nós conseguimos enxergar
iência e sobretudo confiança em Deus. Mas por que eu tô dizendo tudo isso? Se a nossa pergunta era se nós poderíamos, né, abreviar, interferir nas provas dos outros? Porque se nós conseguimos enxergar que muitas vezes nós precisamos de ajuda ou nós gostaríamos de ter uma ajuda, os outros também poderão gostar de ter essa mesma ajuda num momento de sofrimento. Agora a pouco nós lemos aqui, Bernardino no no nos dizia que é necessário que nós ajudemos os outros. Porque se nós não o fizermos e se nós adotarmos uma postura de que, bom, cada um tem lá suas provas, foi Deus que impingiu essa prova a uns e outros. É melhor a gente não interferir nos desígnios de Deus. Vamos deixar o outro cumprir a sua prova até o final, porque é a vontade de Deus. Ou o que é pior. Não vamos ajudar Deus. Vamos piorar um pouquinho a vida do outro para que ele mais rapidamente consiga melhorar frente a Deus. Olha que pensamento terrível. Então, de um pensamento aonde se justifica aquela situação de dor do outro por por ser um uma vontade divina, digamos assim, nós ainda podemos querer pegar carona e tornar a vida do irmão, desse nosso irmão, pior, porque podemos querer ser instrumentos de Deus para a dor alheia. Tem alguma coisa errada. Amai a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo. Amai-vos uns aos outros como eu vos amei. E então a minha postura deve ser a de amar, a de ajudar e não a de querer prejudicar. Ah, mas e os desígnios de Deus? E a vontade divina? Vamos pensar um pouquinho. Nada está acima de Deus. Não é a nossa ajuda a um irmão que vai impedir a vontade de Deus. Se ele entender que tal prova tem que ser cumprida até o final e daquela maneira, possam ajudar quantos forem, não vai mudar nada na vida daquele irmão. Ele vai cumprir a prova exatamente como Deus a determinou. E ainda há um outro aspecto ainda no texto do Bernardino mais para frente. Será que não é uma prova para nós irmos ajudar o outro a diminuir a sua prova? Sabe um? Ah, eu não queria muito não. Eu
inou. E ainda há um outro aspecto ainda no texto do Bernardino mais para frente. Será que não é uma prova para nós irmos ajudar o outro a diminuir a sua prova? Sabe um? Ah, eu não queria muito não. Eu não tenho muita vontade, como se diz assim hoje em dia, né? Não, não é muito a minha praia. Aí Deus vai lhe dizer assim: "Mas eu não perguntei se você quer. Eu tô dizendo que é para você ir lá. É para você ir lá. Essa é sua prova. Vá lá e auxilia aquele que tá sofrendo. Você será o meu instrumento de ajuda." Essa é a sua prova. E a sua prova é diminuir, amenizar a prova do outro. Então, nossa postura deve ser sempre a postura de ajuda. Divaldo Franco contava quando vivo, e isso aparece também no filme que fizeram da vida dele. Último aí, um momento em que Joana de Angeles, é sua mentora espiritual, quando ele estava encarnado, pede a ele que vá visitar um bairro afastado lá de Salvador na época. de rancenianos. E aí ele fala assim: "Ah, Joana, não é muito a minha área, me desculpe, eh, eu faço outras coisas, mas eu não estou com vontade de ir até lá, não." As cenianas são os leprosos. E aí a Joana no seu humor característico diz assim: "Então tá, Divaldo, tá certo, tá tudo bem, mas eu vou só te dizer uma coisa. Ele o que foi, Joana? Ou você vai até lá ou você vai para lá". Então, abriu um olhão, falou: "Não, deixa comigo, eu já vou visitá-los." Man, das proporções. Será que não é a nossa vez de fazer o papel do Divaldo com os amigos que estavam sofrendo? É, sim. A resposta é: toda vez que pudermos ajudar diminuir a prova alheia, não vamos dificultá-la com a nossa omissão ou não vamos dificultá-la, né, com o nosso malefício, piorando ainda mais a situação do irmão. Mas tenhamos em mente também, gente, ajudar é dentro do limite da caridade possível e, obviamente, benéfica. Um detalhe importante é que temos que ter cuidado ao interferir na prova alheia, no intuito de ajudar um irmão, não irmos com tanto afã, com tanta alegria, com tanta vontade, que acabemos também sufocando esse irmão, desviando
e temos que ter cuidado ao interferir na prova alheia, no intuito de ajudar um irmão, não irmos com tanto afã, com tanta alegria, com tanta vontade, que acabemos também sufocando esse irmão, desviando esse irmão do caminho que estava, atrapalhando a sua prova e colocando-o em situação ainda mais complicada a ele e a nós. A ajuda tem que ser na medida em que nós aliviemos, ajudemos o irmão, porque só quem termina a prova, só quem diz: "Acabou hoje" ou só vai acabar daqui um ano ou não vai acabar nessa encarnação, ou vai ter um alívio, vai diminuir, vai ficar mais fácil. É Deus. Nós somos os seus trabalhadores, aqueles que aprendendo uns com os outros, trocamos constantemente de papel. Gostaria de nos lembrar a todos essa importante lição da vida. Como nós encarnamos e desencarnamos, encarnamos e desencarnamos, nós trocamos de papéis. Ora, a nossa prova está mais leve, ora nossa prova está mais difícil. Vamos lembrar de Francisco de Assis. é dando que se recebe, é perdoando o que se perdoa, que se é perdoado, desculpem, e é amando que se é amado. Ou seja, eu tenho que promover de dentro de mim para fora, em direção ao outro, aquilo que um dia eu possa contar da parte dele ou de outros. É preciso que nós demos a nossa contribuição para sermos dignos de receber ajuda também dos outros. Então, mãos à obra, toda ajuda possível, porque a nossa vida na Terra deveria ser um constante pensar no outro. Porque quando nós estivermos na situação de dificuldade, com certeza alguém virá nos ajudar. Então vamos aproveitar esses momentos finais e encerrar nosso bate-papo com um agradecimento a Jesus pelo estudo que nos foi proporcionado. Mestre querido, que tanto nos ajuda, que nos sustenta, que nos levanta quando caímos, que nos ampara quando nos desesperamos, que nos traz a certeza de que a vida continua e continua para melhor. Receba, Senhor, do nosso coração, de todos os corações que aqui se encontram, a boa vontade, o amor e o respeito pelo nosso semelhante. E que o poder dessa boa vibração
ontinua e continua para melhor. Receba, Senhor, do nosso coração, de todos os corações que aqui se encontram, a boa vontade, o amor e o respeito pelo nosso semelhante. E que o poder dessa boa vibração nos envolva a todos e com uma grande cesta de flores nós possamos sair pela vida. distribuindo o teu perfume que nelas estarão estará a cada pessoa que encontrarmos. Que possamos ser Jesus o teu enviado, aquele que através de um olhar, de um sorriso, de um abraço, de um aberto de mão, de um momento para parar e escutar, pode então diminuir um pouquinho da dor moral do irmão, que possamos também ser aqueles que às vezes com a caridade material possamos também diminuir a dor desse mesmo irmão. E que sobretudo, Senhor, não façamos isso por orgulho e vaidade, mas que possamos fazer por nos compreender a todos nós, irmãos e filhos do mesmo pai. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa [música] sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como [música] finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, [música] guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com [música] o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual.
om os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos [música] momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue [música] a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais [música] possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos [música] chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, [música] venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues [música] à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao [música] nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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