NÃO PIORE SUA VIDA - Leandro Irigonhê [MOMENTOS DE REFLEXÃO]

Comunhão Espírita de Brasília 06/02/2026 (há 2 meses) 35:36 305 visualizações

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Transcrição

Toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz. >> Boa tarde, minhas amigas, meus amigos. Sejam todos muito bem-vindos a mais um episódio de Momentos de Reflexão. Hoje o de número 19 intitulado Não piore sua vida. Isso está baseado no Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 5, bem-aventurados os aflitos. Aflitos, né? Item 23 fala dos tormentos voluntários. Mas antes da gente entrar no tema da nossa conversa, vamos fazer uma leitura introdutória para harmonizar os nossos pensamentos, né? Então, do livro Vigiai e Orai, de Carlos Belli, ditado pelo irmão José, a gente vai abrir aqui uma mensagem e olha o que diz aqui o título, o bom samaritano. Na parábola do bom samaritano, ensinada por Jesus, encontramos exemplos da prática da mais linda, olídma caridade. O samaritano que descia de Jerusalém para Jericó encontrou o homem caído, aproximou-se dele, deitou-lhe óleo e vinho nas feridas e as enfaixou. Em seguida, colocou-o sobre o seu cavalo, conduziu a uma espedaria e passou a noite velando a sua cabeceira, a caridade do tempo. Quantos ainda não são capazes de ceder do seu tempo aos semelhantes? O samaritano interrompeu a viagem, adiou seus negócios, assumiu toda a despesa com aquele homem desconhecido e afirmou ao dono da hospedaria que de regresso passaria por ali a fim de saudar outras eventuais despesas. A caridade do tempo tem sido desconsiderada pelos que pretendem alcançar o reino dos céus. Bom, leitura muito apropriada a que a gente vai discutir hoje sobre não piore sua vida. Tem tudo a ver com caridade também. E essa caridade do tempo é uma caridade que ele nos alerta. pela exiguidade, né, pela diminuição, pela falta dela. Hoje em dia tá todo mundo com muita pressa, todo mundo muito agoniado com as coisas para fazer. O mundo parece que tá numa velocidade muito grande, mas se a gente observar, não é não. Isso é dentro da gente. O mundo pode est acelerado como quiser. Como por exemplo, nós podemos estar sob uma brisa leve ou quase nenhum vento. Podemos estar

grande, mas se a gente observar, não é não. Isso é dentro da gente. O mundo pode est acelerado como quiser. Como por exemplo, nós podemos estar sob uma brisa leve ou quase nenhum vento. Podemos estar sobre um vento forte até o iivando. Mas se estivermos tranquilos por dentro, a velocidade do vento não importa. Então é nesse sentido que ele chama atenção da gente, que cuidemos em ter essa caridade do tempo. Um exemplo, às vezes a gente para dar um trocado para alguém, um um sinal, ajuda rapidinho, mas não conseguimos parar. às vezes um segundinho para ouvir uma pergunta, uma dúvida, para conversar um pouquinho com pessoas que muitas vezes, claro, precisam ali do do dinheiro, mas precisam muito mais de uma palavra, de um ouvido, de um momento de atenção para voltarem a se sentir novamente gente. Então, gente, vamos aproveitar esse pensamento. belíssimo que o irmão nos trouxe. Vamos elevar nosso pensamento a Jesus e dizer a ele: "Mestre querido, obrigado por essa oportunidade, esse momento de reflexão, esse momento de estudo, aonde vamos buscar conhecer e aplicar mais um pouquinho do teu evangelho. Que assim seja. Bom, pessoal, o Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 5, que tem 23, os tormentos voluntários, o o espírito que diz do texto nos chama atenção para um detalhe muito interessante. Ele já começa dizendo que a vida na Terra é não é um paraíso. Que nós temos dificuldades, claro, elas fazem parte da vida neste planeta e em todos os outros planetas do mesmo nível da Terra. E aí, antes que eu continue com a historinha dele, eu queria lembrar uma outra passagem de Jesus daquela confusão do imposto, né, que Roma impunha judeus. Os judeus não queriam pagar o imposto, mas tinham que pagar o imposto. Aí vem com aquela moeda e mostra a fige de César de um lado, né, o valor do outro e tal. E aí quando Jesus pergunta, então de quem é essa imagem? E na época, então eles responderam aí de César. E ele responde assim para eles, né? Então, pois da César o que é de César e a Deus o que é de Deus.

quando Jesus pergunta, então de quem é essa imagem? E na época, então eles responderam aí de César. E ele responde assim para eles, né? Então, pois da César o que é de César e a Deus o que é de Deus. Nessa frase tem duas coisas interessantes, muito interessantes, muito importantes. A primeira é que ele mostra que existe César e existe Deus. Então Jesus deixa bem claro que existem dois planos, dois pensamentos, duas ideias, duas realidades. A de César, que correspondia à nossa vida material. Quando digo material, significa vida na matéria, vida encarnada. Mas existia também a vida espiritual, a vida com Deus. Então Jesus deixa isso muito claro. Olha, existem essas duas realidades e elas não são a mesma coisa, porque ele diz: "Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus". Ora, dizendo que o que é ligado à matéria, né? O que é vivido na matéria, relativo à matéria é, ou seja, o que é da matéria fica na matéria. Tem a ver com a matéria. O que é de Deus fica com Deus, tem a ver com Deus. São coisas distintas. Então, nessa frase, Jesus mostra que existem duas realidades e elas são distintas, separadas, diferentes. Vamos voltar agora à história do que que tá no evangelho. O cara diz: "Então, o seguinte: "Olha, é felicidade na Terra realmente é uma coisa meio meio meio complicada, porque dado o nível evolutivo em que nós nos encontramos, o nível em que o planeta está, o nível que a humanidade se encontra, a gente não consegue ter uma felicidade esperada ou comparada com a felicidade que teremos com Deus. Por isso que eu falei do de César de Deus. Então, por mais que nós nos esforcemos, existe um limite para felicidade na Terra. Por quê? Porque nós não vamos poder fugir. Não vamos poder evitar. os exercícios, as atividades que vão chegar pra gente como forma de aprendizado. Então, uma forma de aprendermos a amar muitas vezes é nos colocando numa situação em que não temos outra escolha. Essa situação pode ser colocada pra gente como uma opção em que nós entendemos como de bom grado

forma de aprendermos a amar muitas vezes é nos colocando numa situação em que não temos outra escolha. Essa situação pode ser colocada pra gente como uma opção em que nós entendemos como de bom grado ou uma opção forçada aonde vai nos faltar justamente aquilo que estamos almejando para que despertemos para esta realidade, para esta necessidade. Então, de mais a mais, a gente vai levar a vida aqui na Terra com uma felicidade relativa, não dá para imaginar a Terra como um local de felicidade máxima. Eh, a gente não vai ter aquilo que se espera encontrar, entre aspas, no céu, aqui na terra. Não vai ter. Até aí a gente já percebeu, a gente já sabe, né? A gente tá já há algum tempo aqui na face da Terra e a gente já sabe que tem situações que vem para trazer um aprendizado. Eh, e e vejam, eu não tô dizendo que a vida é fácil. Não tô dizendo que esses aprendizados a gente tira de letra. Não tô dizendo que eles não são às vezes dolorosos, difíceis, porque muitas vezes eles o são. Então, a par dessas, vamos chamar de dificuldades, desses momentos em que a gente precisa parar. E aí a leitura de hoje é boa para isso também, vai falar dessa questão do tempo, porque essa caridade do tempo não é só para com os outros. Essa caridade do tempo é também para com a gente. Então, tem horas que nós precisamos parar na nossa vida e percebermos para percebermos o que é que a gente tá fazendo, como é que nós estamos entendendo a vida? Porque não tá fácil. ou tá doendo, ou tá demorando, ou tá angustiando, ou tá trazendo insegurança, ansiedade, chateação, não tá trazendo felicidade. Se a gente passar pela situação assim meio apressado, meio sem tentar examinar o problema e ver o que é que nós podemos fazer para melhorar a situação, o que que nós podemos examinar e quase sempre envolve uma mudança de atitude da nossa nossa parte pode ser uma questão de mudar o nosso comportamento externo, a forma como eu me relaciono com as pessoas, ou pode ser uma questão de uma atitude, algo interno, que que, por exemplo, a forma como eu

te pode ser uma questão de mudar o nosso comportamento externo, a forma como eu me relaciono com as pessoas, ou pode ser uma questão de uma atitude, algo interno, que que, por exemplo, a forma como eu recebo da vida as situações e assimilo. que eu assimilo sempre com raiva, quando eu sou contrariado, quando é algo que eu não queria, eu assimilo com medo. Como é que eu guardo? Como é que eu estou vendo aquela situação? Ou como é que eu vejo normalmente as situações? Como é que eu reajo quando a vida me traz surpresas, às vezes umas mais complicadas que outras? Isso é uma parte que já nos ajuda, porque tem coisas que nós não podemos mudar, né? Não está na nossa alçada, não, não tem jeito. Não dependem da gente. Se não dependem da gente, nós não precisamos ficar martelando na mesma ideia. É vida que segue. Meu pai dizia muitos anos atrás, eu era criança [risadas] e eu me lembro desse ditado. O que não tem solução, solucionado está. Então tem horas que a gente tem que parar, ver o que tá acontecendo. Por que desse sofrimento? Por que essa angústia? Por que essa falta de felicidade? Será que eu não tô dando mais importância do que devia a situação? Será que eu não tô enchendo muita bola do que tá acontecendo? Será que eu não tô dando muita importância paraa minha pessoa ou para o que eu penso? É claro que eu tenho que ter consideração pelo que eu penso, mas eu tenho que ter cuidado também com o que eu penso, porque eu tenho que achar um local dentro de mim que eu possa me colocar sem que eu sofra toda vez que encarar a realidade, porque o mundo não muda. Quando eu quero e como eu quero. Sou eu que para melhor viver preciso me adaptar ao mundo e tentar passar pelas suas estradas com menos atrido possível. Mas por que o título não piore sua vida? Porque ele coloca no texto, então, que a terra não é um mar de rosas, que nós temos as nossas dificuldades, mas que nós não precisamos agravá-las, nós não precisamos tornar a nossa vida mais complicada. E a gente faz isso. A gente faz isso quando a gente não

r de rosas, que nós temos as nossas dificuldades, mas que nós não precisamos agravá-las, nós não precisamos tornar a nossa vida mais complicada. E a gente faz isso. A gente faz isso quando a gente não controla a nossa inveja, quando a gente não controla o nosso ciúme. São palavras que ele cita no texto, essas duas. Inveja, ciúme é o exemplo que ele dá. Eh, se se eu se eu me deixo levar pela minha insatisfação, se eu não busco diferenciar a história de César e de Deus, se eu não percebo que o que é material é relativo à terra e fica na terra, na terra que eu falo, esse plano encarnado aqui nosso, material, e o que que é o que é de Deus, o que é espiritual, tá um outro plano. Se eu não percebo essa realidade, se eu não me atino, é mesmo, tem aqui e tem lá, tem os dois planos. Eu vivo em dois lugares. No momento eu estou nessa escola aqui encarnado, mas o meu curso vai acabar uma hora e eu vou voltar para casa, que é do lado de lá. Ah, lembram de Jesus também, né? Meu reino não é deste mundo. Outra dica de que a felicidade não tá aqui. Essa felicidade que a gente aspira tá lá. Então, a gente deveria ter um pouquinho de cuidado e não colocar todas as nossas fichas na felicidade material, porque certamente a gente não vai encontrar a felicidade material como aspiramos, porque a terra é uma escola e numa escola a gente realiza aprendizados. Não dá para ir à escola e não fazer aprendizados. A ideia é incoerente. Quem vai a uma escola vai para aprender, vai para se exercitar, enfrentar as dificuldades, crescer, vencer. Essa é a temática básica de quem vem para cá. E a matéria que nós temos pode se dividir em várias disciplinas, mas podemos resumi-las todas em uma só. Amor. Outra de Jesus, amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo. E para reforçar, ele ainda disse quando estava indo embora na última ceia: "Deixo-vos um novo mandamento. Amai-vos uns aos outros como eu vos amei." Então, a gente já sabe o que que eu vim fazer aqui. Olha, se eu já sei que o que

sse quando estava indo embora na última ceia: "Deixo-vos um novo mandamento. Amai-vos uns aos outros como eu vos amei." Então, a gente já sabe o que que eu vim fazer aqui. Olha, se eu já sei que o que eu vim fazer aqui e se o que eu vim fazer aqui é me melhorar como pessoa, é melhorar o meu interior, me parece que o caminho da felicidade, então não são as coisas materiais, são as coisas que dizem respeito ao meu bem-estar interno. Não adianta eu ter rios de dinheiro se eu não estou tranquilo, se eu estou infeliz, insatisfeito, angustiado? Como se diz por aí, não adianta ter todo o dinheiro do mundo e não ter o amor da sua vida. Não resolve. Aí nós começamos a perceber que o mais importante na face da terra aqui para nós encarnados, nós que estamos vivendo aqui neste corpo de carne, não são as coisas materiais do jeito que nós imaginamos, as coisas, mas são as pessoas. Porque é através da boa convivência que nós vamos evoluindo. Então nós precisamos começar a tirar nossas fichas, não todas, é claro, né? Mas boa parte delas vamos colocar, vamos apostar na atitude espiritual, não na vivência material. Vale lembrar que vivemos aqui, estamos na escola e na escola a gente vai se comportar de forma adequada, manter o nosso o nosso uniforme limpo, arrumadinho, o lápis apontado, a borracha, o caderno com cuidado, o livro também. Isso significa que nós vamos trabalhar para sobrevivermos aqui de maneira digna, sem essa questão de ai o que que eu faço? Eu eu esqueço tudo, abandono tudo, vou viver só de meditação. Nada disso. Aqui na terra enquanto encarnado, a par dessa convivência boa, desse exercício do do amor ao próximo, tem também o trabalho material, ajudar na melhoria do planeta, ajudar na melhoria da vida física dos outros, da sua também, claro, desenvolvimento da sua inteligência, das suas capacidades. tem uma tarefa relativa à parte material. A gente tem que trabalhar, levantar, comer, pagar os boletos, tocar vida. O que não é legal é botar toda a nossa energia, toda a nossa força numa coisa

dades. tem uma tarefa relativa à parte material. A gente tem que trabalhar, levantar, comer, pagar os boletos, tocar vida. O que não é legal é botar toda a nossa energia, toda a nossa força numa coisa que a gente já sabe que não vai trazer toda essa felicidade que a gente tá querendo. Novamente, qual o problema? É o excesso. Não viva em paz, viva com tranquilidade, né? Mas não coloque a tua energia, o teu anseio, o teu desejo, a tua expectativa toda no plano material. Ou seja, não piore a sua vida, porque você não vai encontrar essa felicidade aqui. Ao passo que quando você se percebe de que existe algo que te traz uma satisfação imensa e que não é material, você começa a querer se enveredar por esse caminho. E o que que é que a gente percebe que não é material e que nos traz uma satisfação imensa? A prática do bem. a vivência da caridade, porque a caridade, gente, é a ação de nos interessarmos pelo próximo. Podemos dizer numa brincadeira aqui, num trocadilho, que é o o cuidar da vida alheia, o interesse na vida alheia, mas obviamente não é para fazer fofoca, né? é para ajudar, para dar um suporte, para melhorar, para contribuir. E vamos parar para pensar, se todo mundo se preocupasse em ajudar o outro, se todos nós tivéssemos isso como um interesse genuíno, a preocupação em que o outro ficasse bem, a terra não seria um paraíso, a terra seria outra. Então, a Terra não é melhor porque nós não queremos, porque nós estamos gastando nossa energia, nosso tempo na busca do topo material. Aí é que tá o erro. Vamos buscar o essencial, o necessário para vivermos com conforto, com tranquilidade, né? Nada excessivo. Mas vamos lembrar que tudo isso não deve ser adquirido ou não pode ser adquirido às custas do sofrimento alheio e que se a vida corre bem pra gente, se tá tudo bem para nós, para muita gente não tá. Então, de certa maneira, precisamos internalizar essa ideia. O problema alheio é também problema meu. O problema do pedinte é problema meu. O problema do desabrigado, do sem teto, do

ita gente não tá. Então, de certa maneira, precisamos internalizar essa ideia. O problema alheio é também problema meu. O problema do pedinte é problema meu. O problema do desabrigado, do sem teto, do com fome, do que não tem instrução, do que não tem esperança, do que não tem orientação, do que tá com dor física ou moral. Isso também é problema meu. E como é que nós podemos contribuir, caminhar no sentido dessa felicidade? Tomando atitudes externas de ajuda, tem várias formas, e modificando também a visão que nós temos sobre nós nesse mundo em relação a nós mesmos e em relação à gente e os outros. Quando começarmos a entender que seremos mais felizes na medida que buscarmos a convivência amorosa, o pensamento em viver sim, mas querendo construir um mundo melhor para todos, começaremos a ser mais felizes. Então, duplo problema quando a gente envereda pelo caminho da extrema materialidade, na busca do sucesso total do plano físico, a gente não vai chegar no total porque não tem essa felicidade total aqui no plano físico e a gente ainda vai perder a oportunidade. de avançar muito no plano espiritual. Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus. Lembrando que nós estamos aqui de passagem e não vamos ficar aqui por muito tempo, né? Graças a Deus, a gente fica um tempo na escola e retorna pra nossa vida. Então não vamos piorar nossa vida. Significa vamos começar a mudar a nossa maneira de ver o mundo, de ver as pessoas e de buscarmos qual é a nossa real posição na Terra. Lembrando que para Deus infinita misericórdia, infinita bondade, infinito perdão, maior força atrativa do universo. Nós somos todos seus filhos. Não existe diferença assim. O pensamento de que eu sou melhor que alguém é um pensamento que não nos ajuda. Eu até posso estar melhor que alguém sobre alguns aspectos, mas tudo isso é relativo. Eu não sei o que virá pela frente para mim e nem para os outros. Então, qual é a ideia para não piorar a vida? Não bota tanta energia, tanto foco no material.

lguns aspectos, mas tudo isso é relativo. Eu não sei o que virá pela frente para mim e nem para os outros. Então, qual é a ideia para não piorar a vida? Não bota tanta energia, tanto foco no material. Coloca as tuas fichas, coloca a tua força, coloca a tua energia, coloca o teu propósito nas pessoas. Pessoas são as coisas, as coisas, né? São o que de mais importante existe na face da Terra, é o ser humano. Então, a nossa importância, o nosso carinho, nosso amor, a nossa dedicação, nosso esforço e energia de crescimento tem que ser com as pessoas e para as pessoas. Então, com esse pensamento em mente, vamos fazer a nossa prece de encerramento. Jesus, agradecidos estamos pela intuição que nos chega, pela indicação de sentimentos que nos tocam o coração, a mente. Agradecemos, Senhor, por esses momentos e te pedimos que possamos, de uma maneira ou de outra, sermos tocados em nossos corações para que essa semente que temos dentro de nós, o amor, possa crescer em direção ao próximo e que o mundo se torne o mundo do teu reino. Que assim seja. Sabeça. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita [música] de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual. Substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, [música] guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os

anquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um [música] que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor [música] do Mestre Jesus em seus corações. e também os [música] mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de [música] trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. [música] Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos [música] a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais.

a] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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