O RESPEITO QUE ILUMINA - Leandro Irigonhê [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 24/01/2026 (há 2 meses) 46:56 676 visualizações

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Transcrição

[música] Senhor, mesmo tão longe de atingir a [música] perfeição, aqui eu entendi qual o [música] valor dessa missão foi nessa casa que aprend Toda a beleza de [música] viver, doando amor, vibrando luz, [música] buscando a ti, buscando a ti. Obrigado a comunhão espírita de Brasília. >> Senhor, estou [música] aqui. para agradecer de coração a paz [música] dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza [música] de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Bom dia. Sejam todos muito bem-vindos, muito bem-vindas à Comão Espírita de Brasília, tantos que estão aqui presencialmente no Salão Bezerra de Menezes, mas também saúdo aqueles que nos acompanham pela internet, seja agora ao vivo ou posteriormente gravado. Saúdo aqui eh todos que forem deixando seu bom dia, né, sua saudação aqui no chat do YouTube. Hoje estamos com o nosso irmão Leandro Erigonê, que vai trazer o tema O respeito que ilumina. Como é de costume nosso, a gente sempre traz uma pequena mensagem pra gente ler com a proposta de ajudar a gente a acalmar nossos corações e ajudar também a gente ficar concentrado no que vai ser dito, né, na palestra. Eh, uma das propostas, né, assim do da terapêutica, né, que a casa espírita tende a oferecer e isso envolve a palestra. Depois da palestra costuma ter o momento do passe, né, mas a gente sempre fala que essa troca de energias com o mundo espiritual, ela se inicia até antes da gente chegar aqui na palestra. Então, a gente tá chegando, tá se acomodando, a gente vai se ajustando com a energia do o ambiente, energia do local, né? E essa leitura, ela tende a ajudar a gente a se ancorar e ficar presente, né, pro que o palestrante vai dizer no nosso dia. Então hoje eu trouxe aqui o o livro Conselhos úteis, a autoria de Hilda Pereira Magalhães, que foi recebida pela média Ida Alonso, né, Ida Alonso, trabalhadora da casa e provavelmente também tá trabalhando lá no mundo espiritual e a Pereira Magales, ela fora mãe da Alonso, né? Então são conselhos

i recebida pela média Ida Alonso, né, Ida Alonso, trabalhadora da casa e provavelmente também tá trabalhando lá no mundo espiritual e a Pereira Magales, ela fora mãe da Alonso, né? Então são conselhos úteis, mas também são conselhos maternais. Abrindo aqui o livro, capítulo teste. Lembra-te sempre que na humanidade há uma família muito grande que aumenta cada vez mais. Todos os dias podes incorporar mais um componente à tua família. É que já tens a capacidade de amar um pouco mais a cada dia. Isto é um bom sinal. é que te estáis tornando menos egoístas e te vais interessando pelo bem de outras pessoas e não somente pelos teus parentes carnantes. Deus te abençoará sempre que puderes acrescentar mais um familiar as tuas preocupações. Deixa que eles te absorvam tanto até que possas te esquecer de ti mesmo. Então, nossa irmã Hilda trazendo a reflexão, né, que a humanidade é uma grande família, né, e a proposta aqui de a gente naturalmente a gente tá sempre preocupado com os nossos familiares, né, eh, nossos cônjuges, filhos, sobrinhos, irmãos e primos, tios, a nossa família carnal, né, e ela pede pra gente incluir algumas outras pessoas, né, nessa nessa nesse sentimento familiar. E quanto mais pessoas a gente foi incluindo, mais Deus vai nos abençoar, a ponto de tanta gente que a gente foi incluindo na nossa pensamento, nossa família, que a gente vai estar muito mais preocupado em auxiliar o próximo às vezes do que se preocupar com os nossos desafios do dia a dia. E ela diz que esse exercício é uma é um combate que a gente tem, né, com relação ao egoísmo, né? E a gente estuda muito na doutrina dos espíritos, né, que é um dos combates que a gente precisa ter, né, o egoísmo e o orgulho. Pois bem, após essa pequena reflexão trazida pela nossa irmã Hilda, o agradecimento por essas mensagens que vem do alto, nos alertando para os desafios, mas também indicando os caminhos que a gente deve prosseguir para estarmos em paz conosco mesmo e também estarmos em paz. aonde quiser, onde quer que estejamos.

o alto, nos alertando para os desafios, mas também indicando os caminhos que a gente deve prosseguir para estarmos em paz conosco mesmo e também estarmos em paz. aonde quiser, onde quer que estejamos. Também nesse sentimento de agradecimento, de solicitações, pedimos que essa companhia da espiritualidade que já se faz presente permaneça durante a palestra, renovando as nossas energias e também auxiliando posteriormente no momento do passe. Pedimos humildemente que ampare o nosso irmão Leandro em seus pensamentos, na sua intuição, para que ele traga uma mensagem para nós nesta manhã de sexta-feira e que ela possa ser repetida em nossos pensamentos durante o dia de hoje, mas também os outros dias que se seguirão. Que tenhamos uma boa palestra. Que assim seja. Um bom dia muito grande a todos aqueles como colocou que se encontram presentes aqui no salão Bezerra de Menezes da comunhão e que também nos acompanham pela internet nas suas mais variárias possibilidades. Hoje nós vamos discutir um tema eh que veio, que se originou do livro Cirurgia Moral. Cirurgia moral é um livrinho muito interessante, citado pelo espírito Lancelim e psicografado pelo João Nunes Maia. E ele tem aqui muitos conselhos, nessa linha que você acabou de ler aí a mensagem introdutória, na linha da mudança interna de atitudes favoráveis ao próximo. Na leitura introdutória, Anderson chamou atenção para a necessidade da ampliação do nosso amor, que nós deveríamos amar um pouco mais e começarmos a perceber que o amor não precisa e não deve estar restrito ou pelo menos a ideia de amar aos nossos parentes. mais próximos, não somente aquela família que forma o nosso núcleo de convivência, muitas vezes marido, mulher e um filho, dois, às vezes um pouco mais. Entr os os da geração anterior, sogro, sogra, pai e mãe, às vezes um pouco mais. outros parentes em volta, mas comumente nos preocupamos com essa ideia de amor ou de amar a essas pessoas que parecem estar relacionadas dentro de uma listinha restrita de obrigações amorosas.

o mais. outros parentes em volta, mas comumente nos preocupamos com essa ideia de amor ou de amar a essas pessoas que parecem estar relacionadas dentro de uma listinha restrita de obrigações amorosas. Então, você tem que amar o seu avô, você tem que amar o seu sobrinho, você tem que amar a sua esposa, a, né, a sua mãe, o seu filho, o seu cunhado, porque essas pessoas, gostando de você ou não delas, olha que interessante, né? Diz que, como é que é o ditado, Anderson? Amigo se escolhe, né? parente. Não, mas uma coisa engraçada, né? Porque existe uma pressão, existe uma orientação, existe uma exigência social de que nós amemos indistintamente os ditos parentes. O que para muitos de nós é natural ou foi aceito como natural desde a infância. E aí nós desenvolvemos essa atenção, esse carinho, muitas vezes esta obrigação, porque isso vem, isso vem do hábito. Solidariedade de uma maneira mais ampla, cuidado com o outro, esse amor em prática. Isso é hábito. Ele nasce da constância da nossa insistência em. Por isso que normalmente nós amamos os nossos parentes. Ou se não morremos de amores, nós temos aí uma um grande apreço, uma relativa tolerância, um interesse nem que seja limitado, uma paciência um pouco maior. Então, independentemente da gradação, do quanto gostemos ou não, dos dos que estão mais próximos, nós nos esforçamos muitas vezes no sentido de gostar, de querer, de compreender, de dar atenção, de tolerar, de ter paciência. Ah, Anderson, mas afinal de contas é o seu tio. Tá certo que ele é meio chato, mas é o seu tio. E às vezes o tio que ele tá falando, que eu tô falando, é o marido da tia. Acabou virando parente porque casou-se com a irmã da sua mãe ou do seu pai. Não é interessante? Mas o ponto principal é o esforço nosso, é o interesse nosso em querer abarcar essas pessoas dentro do nosso coração. E na leitura dele, o Anderson me chamou atenção quando a mãe fala pra filha, porque esse livro que ele leu é psicografado por uma uma senhora, mas quem dita é a mãe dela.

soas dentro do nosso coração. E na leitura dele, o Anderson me chamou atenção quando a mãe fala pra filha, porque esse livro que ele leu é psicografado por uma uma senhora, mas quem dita é a mãe dela. A mãe dela é quem ditou as mensagens para ela, filha. Então é, é muito ali de mãe para filha, mas é também um mãe para filha de quem já tá do lado de lá, quem já voltou à casa do pai e enxerga esse amor fraterno como principal e muito maior. Ainda na temática do amor, quando pensamos na maneira como amamos aqui, somos obrigados a concordar. que esse amor ele é limitado, limitado na sua abrangência e limitado em sua capacidade de se expressar. E Jesus veio falar pra gente justamente da ampliação desse círculo e da intensidade com que vamos amar. Jesus veio dar o exemplo do amor irrestrito e incondicional. É amar todo mundo da mesma forma grande. Olha que interessante quando a gente pensa na leitura que ele fez, nos conselhos de Jesus e aonde vamos chegar. Então ali a mãe fala pra filha: "Olha que bom que você já tá conseguindo amar um pouco mais". Eh, é importante você notar, você perceber que você já tem essa capacidade, então você já consegue, já pode. Continuemos essa ideia, apontando para a necessidade do que o Cristo disse lá na na última ceia. Amemo-nos uns aos outros. ou amai-vos uns aos outros quando falava pra gente como eu vos amei assim que ele disse. Então ele ele ele não coloca nenhum limite na quantidade ou no tipo de pessoa que deveremos amar. Note que ele também não coloca um prazo para que nós consigamos fazer isso. Anderson, ele diz: "Vamos amar. Amai-vos uns aos outros". Então, a regra básica é essa, é nos amarmos uns aos outros como ele nos amou, ou seja, incondicionalmente. Não há senão, não há até aqui, não há mais. amou a todos, mostrando que o amor deve se estender a todo mundo. E aí o título de hoje do nosso encontro aqui da palestra, o respeito que ilumina começa a fazer sentido. Na mensagem de número cinco aqui, Lancelin, ele coloca, começa colocando aqui a seguinte

mundo. E aí o título de hoje do nosso encontro aqui da palestra, o respeito que ilumina começa a fazer sentido. Na mensagem de número cinco aqui, Lancelin, ele coloca, começa colocando aqui a seguinte questão: Tudo vem de Deus. A energia da vida passa por cada um de nós, com o fim de nos energizar e nos possibilitar. a atenção, o cuidado, ação sobre o outro. Então, estamos todos interligados, todos necessitamos uns dos outros para o desenvolvimento da nossa tarefa na Terra, que é o aprendizado do amor. Nós viemos essa escola, no caso o planeta Terra, para um estágio, dentre os infinitos estágios de aprendizado do amor, para chegarmos um dia na condição de espíritos. puros que algumas vertentes filosóficos classificam como anjos para que a gente possa ter uma ideia apropriada ou mais facilmente compreendida do que eu tô falando para que percebamos que vamos chegar lá. Para isso, precisamos lembrar que esse caminhar vai se dar quase que de forma infinita, dada as infinitas gradações de aprendizado que vamos realizar. É um longo aprendizado, mas nenhum de nós tem preação, Anderson, nós somos imortais. morre o corpo físico uniforme usado durante a vida encarnada na Terra. Então, troca de corpo não tem problema. Cada vez que vem a terra de forma encarnada na carne, um corpo novo, usou, deixou ele aqui, volta para sua vida no plano espiritual, continua a sua caminhada, se prepara novamente para um novo momento de laboratório. e vem à Terra encarnando para executar por em prática experienciar em um laboratório sobre condições controladas a aprendizagem do amor. E para isso precisamos uns dos outros. Então ele ele começa o texto assim falando dessa energia divina que perpassa nosso coração, nosso corpo, nosso espírito, do qual somos os primeiros beneficiados, mas que ela também vai atingir os demais que nos cercam e assim uns aos outros. Então, estamos todos coligados, todos temos, já tenhamos percebido ou não, a necessidade não apenas do convívio, isso a gente já sabe, mas a necessidade

s demais que nos cercam e assim uns aos outros. Então, estamos todos coligados, todos temos, já tenhamos percebido ou não, a necessidade não apenas do convívio, isso a gente já sabe, mas a necessidade da boa interação uns com os outros. Fica mais fácil desenvolvermos o hábito do amar. da solidariedade, da caridade, da ajuda. Fica mais fácil também de recebermos isso quando todos estamos de boa fé, quando todos estamos de bom ânimo, quando todos verdadeiramente queremos o bem do próximo, o bem-estar alheio. Quando estamos, como a leitura inicial, introdutória, na caminhada do bem, ele mostra então que essa é a relação, é o porquê do segundo mandamento de Jesus, né, quando ele nos diz: "Amai ao próximo como a ti mesmo. Vem daí a necessidade que temos então dessa vivência, dessa prática de buscar ter conhecimento, buscar interessar-se, não é? Para fofocar, Ângelo Anderson, desculpe, da vida alheia. Então, ter o conhecimento da vida alheia, buscar intrometer-me na vida alheia é sempre no sentido de ajudar. E às vezes ajudar é não se meter, [risadas] às vezes ajudar é não comentar, é só ficar por perto, é só dizer, ó, eu tô aqui qualquer coisa ou nem precisa falar, só deixar transparecer. às vezes é tá do lado mesmo. Isso é isso, isso é muito importante. Então, se se essa energia toda que nos envolve, que nos que nos coloca em relação, que é promotora do do bem que que podemos conquistar, alavancar na vida dos outros e na nossa, se isso é um corolá, uma consequência imediata da nossa necessidade, do nosso dever de amar o próximo, precisamos pensar que uma das facetas desse amar O próximo passa necessariamente pelo respeito a ele. Faz sentido, Anderson, amar sem respeitar? Faz sentido amar sem servir? Faz sentido amar sem renunciar? Tem uma série de detalhes que envolvem esse amar e não nos é tão fácil dada a complexidade dessa vivência, mas não é para hoje, é pra nossa vida toda. Mas tem que ser praticado todo dia. Tem que estar automático com uma respiração, com o batimento cardíaco no pulso.

ácil dada a complexidade dessa vivência, mas não é para hoje, é pra nossa vida toda. Mas tem que ser praticado todo dia. Tem que estar automático com uma respiração, com o batimento cardíaco no pulso. Tem que tá acontecendo mesmo quando a gente dorme. O corpo dorme, o espírito não. Nós temos que viver amor. E viver amor implica em amar o próximo. Não dá para amar a Deus sem amar a sua obra. Não dá para amar a Deus sem amar o próximo. Não dá para amar o próximo sem respeitá-lo. E aí ele vai nos detalhes aqui no texto, ele chama atenção. Vamos ver se eu consigo resgatar aqui uma frase ou outra que ele coloca que é muito interessante. Ele tem alguns momentos aqui elucidativos bem esclarecedores. As exigências devem ser feitas a nós, para com nós mesmos. O apreço esse deve ser dirigido aos nossos semelhantes. A imposição é o modo de nos educarmos, a consideração, o ambiente que deve ser feito aos companheiros de labor. O mando deve ser a disposição na disciplina dos nossos instintos. A cortesia haverá de ser um meio de comunicar mais agradável com os nossos irmãos. A imposição é o caminho interno quando nos indica o bem. A fraternidade nos faz atrair companheiros. para o mesmo convívio. A crítica encontra campo frutífero quando exercida no nosso mundo interno. E a ponderação cresce e faz crescer a nossa amizade em todos os rumos. O mal merecedor de comentário é aquele que fazemos. Em referência aos outros. O resguardo nos traz confiança de que todos se esforçam para o melhor. A educação que já tens aplica diante dos outros. Aqui ainda te falte, conquistarás pelo esforço consciente. O nosso mundo interno é uma lavoura grandiosa que poderá dar muitos frutos e flores compatíveis com o nosso comportamento. Trabalhamos nele. Então ele vai falar da questão do respeito, da questão da necessidade de tratarmos os nossos irmãos de caminhada, como costumo dizer, da maneira mais doce possível, da maneira mais amorosa. É, precisamos nessa caminhada nossa do amar, aprender a entender, a aceitar

dade de tratarmos os nossos irmãos de caminhada, como costumo dizer, da maneira mais doce possível, da maneira mais amorosa. É, precisamos nessa caminhada nossa do amar, aprender a entender, a aceitar que os outros não são a gente, que eles têm um poder que nós não temos, que é o poder sobre si próprios. Cada pessoa decide o que vai fazer e como e quando. Não dá pra gente querer moldar a atitude alheia. Amar dessa maneira é amar sobre condições. A gente quer que o outro faça aquilo que ele tem que fazer. Mas Anderson, aquela pessoa com quem eu convívio, ela é triste. E eu falo, falo, falo e a pessoa não muda a atitude. Que coisa é uma forma doída de amar. Às vezes é um grande amor, é um grande querer, mas é doído porque você tá querendo controlar o outro. Você verdadeiramente não tolera que o outro seja como ele é. Não tem paciência para esperar que ele chegue aonde você gostaria ou acha que tem que chegar no ritmo dele, da forma dele. Se é que ele enxerga o mundo como você enxerga. Poderos, poderemos estar esquecendo que os outros também podem ter esse mesmo tipo de pensamento em relação à gente. O melhor não é querer julgar os outros, verificar se a caminhada tá correta ou errada, segundo o nosso ponto de vista. O melhor proceder é aquele que ajuda quando pode, sem esperar que os resultados sejam aqueles que nós queremos. Quando eu ajudo, eu ajudo no intuito de que o outro, amparado por aquele recurso que ele precisava, consiga fazer a melhor escolha possível dentro das suas limitações naquele momento e que isso redunde em um crescimento para ele. A minha expectativa deve ser a de que o outro, dentro do respeito que eu devo a ele, que eu devo a vida, consiga evoluir, que todos nós consigamos nos respeitando. Isso passa pelo amparo sem a cobrança, sem o resultado que eu gostaria, para que todos nós evoluindo construamos um mundo melhor. O mundo não vai ser melhor quando as pessoas atingirem o patamar que eu quero, da forma que eu imagino ou agindo, concorde minhas opiniões.

a, para que todos nós evoluindo construamos um mundo melhor. O mundo não vai ser melhor quando as pessoas atingirem o patamar que eu quero, da forma que eu imagino ou agindo, concorde minhas opiniões. Mas quando cada um por si só conseguir buscar o amor ao próximo naturalmente. Então essa atitude de compreensão da trajetória particular do outro é o respeito. Respeitar é compreender a individualidade alheia, o caminho diferente que será seguido, a forma de experimentar, de entender, de enxergar, de virar vida. Isso é fácil de compreender, porque todos nós gostamos de ser como somos. ou se não gostamos em alguma coisa da gente, a gente tenta mudar, a gente tenta melhorar, mas a gente gosta de viver e de sentir como somos, até porque não tem outro jeito, Anderson, eu sou o que eu sou. Se eu não gosto de mim, isso é um outro problema. Isso é uma questão de autoajuste. Outra conversa para outro dia. Mas eu gosto de ser eu. Eu quero ser eu. Eu quero poder tomar minhas decisões, fazer minhas escolhas. Todo mundo sabe isso de todo mundo. Que todo mundo se sabe, gente. Mas onde é que entra o respeito? O respeito entra na hora que eu reconheço e aceito essa realidade. E se eu aceito essa realidade, eu a vivencio. Não dá para amar sem respeitar. Eu não cresço conjuntamente. Eu não ajudo a ninguém, nem a mim mesmo, se eu não respeito. Então, quando eu respeito, eu entendo outro, eu reconheço, eu aceito, eu incentivo, eu espero, eu tolero, eu entro naquela vibe, Anderson, de que eu não tenho nada a ver com a vida alheia. No bom sentido, não tenho. Eu posso ajudar, participar, devo, aliás, mas não controlo e não determino. Eu espero o bom sucesso de todos para que todos nós juntos caminhemos melhor, mas eu não determino nada de ninguém. Eu mal tô conseguindo cuidar da minha vida, da minha evolução. Então, o que muda é a visão em relação a essa convivência. Quando há respeito à ajuda genuína, sem preocupação com os resultados, porque no fim das contas é sempre um problema do outro e não nosso.

o. Então, o que muda é a visão em relação a essa convivência. Quando há respeito à ajuda genuína, sem preocupação com os resultados, porque no fim das contas é sempre um problema do outro e não nosso. Ele encerra aqui então no texto dele quando ele diz assim em uma última frase: "O respeito é luz, porque ajuda a transformar as trevas em claridades imortais. Então, após essa essas considerações, guardemos a certeza de que estamos melhorando, estamos evoluindo, estamos caminhando cada vez que colocarmos em prática a lembrança interna de que a despeito de qualquer coisa, Deus nos trata de forma igualitária. nos possibilita os mesmos recursos e espera de todos nós o mesmo amor, o mesmo carinho, o mesmo respeito de uns para com os outros. Então, que 2026, que começa nesse primeiro mês, fique marcado em nossos corações como o ano do respeito, o ano aonde vamos compreender que cada um tem uma necessidade diferente e que eu preciso realmente e somente fazer a minha parte. O resto é com os outros. Muita paz, galera. Obrigado. Muito obrigado também ao Leandra, as reflexões desta manhã, né, sobre o esse respeito que que ilumina. Acho que ele foi muito feliz também fazendo uma um paralelismo com com relação à leitura inicial da Hilda, né, falando desse convite a a expandirmos o nosso amor, né, além dos laços da carne e e realmente, né, senão a o amor ele vai estar ali junto com com respeito, né? Eu quero também saudar, agradecer, né, a presença de todos que estão aqui no salão Bezerra de Menezes e também saudar os que nos acompanham aqui pela internet, né? Temos aqui a saudando a saúdo, né, a Fátima, Raquel, Neid, a Ananda, Tânia, Elivânia, Ive, a Leila, Ana Lúcia, né, todos aqui agradecendo ao Leandro, né, pela pelas reflexões. E aí, nesse sentimento, né, de de agradecimento, vamos também agradecer ao nosso pai, agradecer a ele por pelas oportunidades que se apresentam diante de nós, mas em especial por este dia que se inicia e como Leandro falou, por este ano que está se iniciando.

ém agradecer ao nosso pai, agradecer a ele por pelas oportunidades que se apresentam diante de nós, mas em especial por este dia que se inicia e como Leandro falou, por este ano que está se iniciando. Agora no mês de janeiro, cada dia uma oportunidade, cada dia um desafio, mas que a gente possa observar eles como oportunidades de nos melhorar. Esse convite, inclusive para respeitarmos uns aos outros, para ajudarmos como possível nesse momento em que o mundo está tão carente por esse respeito. respeito às vezes a opinião diferente, a uma visão diferente, que possamos ser nos ambientes em que estamos, nossas ambientes sociais, na nossa casa espírita, nossos ambientes de trabalho e muito em especial nossos ambientes familiares. Aceitamos o convite da espiritualidade para que em todos esses lugares sejamos um ponto de luz. Sejamos aqueles que iremos incentivar o respeito uns pelos os outros. na certeza que esse é o caminho para nos aproximarmos enquanto irmãos sobre a tutela do nosso grande mestre e amigo Jesus. Que possamos ir em paz e que Jesus nos acompanhe. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar [música] a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, [música] guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira [música] tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o [música] nosso mestre

ndo de maneira [música] tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o [música] nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa [música] casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo [música] e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue [música] a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a [música] cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar [música] o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se [música] estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos [música] finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos,

a] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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