Piedade Filial

Estudantes do Evangelho TV 03/10/2025 (há 6 meses) 1:11:13 89 visualizações

Com: Francielly Silva

Transcrição

Pai nosso que estais nos céus, santificado seja teu nome e venha a nós o teu reino. E seja feita a tua vontade, Pai. Meu pai do céu, meu pai do céu, eu quase me esqueci, me esqueci que teu amor vela por mim. Vela por mim. Que seja feito assim. O alimento desse dia, dá-nos agora e sempre. E perdoai nossas ofensas de um modo maior com que perdoamos. Pai meu pai do céu, meu pai do céu, eu quase me esqueci. Me esquece que teu amor vela por mim, vela por mim. Que seja feito assim, meu pai, meu pai do céu, meu pai do céu, eu quase me esqueci. Me esquece que teu amor vela por mim. Vela por mim. Que seja feito assim. E não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos. de todo mal. Amém. Ave V Maria, mãe abençoada, Virgem Imaculada, Santa do amor. Maria, mãe de Deus, és cheia de graça, santo é o fruto do teu ventre, Jesus. Ave Maria. Ave Maria. Maria que concebeu amor em Cristo, nosso Senhor. Madre generosa, rogai por nós os pecadores, mãe querida. Amém. Amém. Um sentimento me ronda. Não sei dizer. Tudo é novo para mim. Meu coração se renova. Sinto a esperança invadir o meu ser. Quero ser manso, ser limpo, ser justo, pobre de espírito seu. Tua palavra me sonda, me conta do reino que espera por mim. Eu te ofereço meu pranto, as dores da alma que quer renascer. Eu ouvi tua voz, eu falar me encanto, que seguir caminhar, que saber para onde vou. Eis-me aqui, minha dor serenou. Um sentimento me ronda. Não sei dizer tudo é novo para mim. Meu coração se renova. Sinto a esperança invadir o meu ser. Quero ser manso, ser limpo, ser justo, pobre de espírito ser. Tua palavra me sonda, me conta do reino que espera por mim. Eu te ofereço meu branto, as dores da alma que quer renascer. Eu ouvi tua voz. Teu falar me encanto. Que seguir caminhar, que saber para onde vou. Eis-me aqui, minha dor ser. Eu ouvi tua voz, teu falar. Me encanto, que seguir caminhar, que saber para onde vou. Eis-me aqui, minha dor deor. aqui minha dor sereno. Oh. Ao anoitecer em Cafarnaum, A casa de Pedro, tão simples,

. Eu ouvi tua voz, teu falar. Me encanto, que seguir caminhar, que saber para onde vou. Eis-me aqui, minha dor deor. aqui minha dor sereno. Oh. Ao anoitecer em Cafarnaum, A casa de Pedro, tão simples, casinha comum, se enchia de paz, repleta de luz, ouvindo as palavras eternas do Mestre Jesus, vou me imaginar sentado ali. Entre João e Pedro e Tiago, André e Levi, a beira do lado de Genesaré, lançando na alma para sempre sementes de fé. E eu tão criança ainda naquele lugar, quem sabe Jesus me levasse para passear no quintal da casa de Pedro, a luz do luar, sentindo a brisa da noite. Noite, o perfume do mar dissesse para mim: "Já é hora de você voltar, a gente se encontra de novo no seu evangelho no lar. A gente se encontra de novo no seu evangelho no lar. A gente se encontra de novo no seu evangelho lar. Pai, Deus protetor, Aqui me ponho aos teus pés para lhe falar. Pai, pequeno eu sou, mas seu amor me deu a chance de poder recomeçar. Por isso peço em oração que ilumine meu caminho de cristão. Que eu jamais esqueça que eu tenho nas mãos a doutrina da consolação. Pai, meu criador, bênção maior, tesouro igual neste lugar não há. Pai, ó meu Senhor, com gratidão lhe peço forças para fazer multiplicar no lar, na casa de oração, numa rua onde houver algum irmão, levarei com toda minha Minha devoção, a doutrina do meu coração. Pai, boa noite, queridos irmãos. Que a paz de Jesus esteja conosco. Eu acho que precisa dar uma reguladinha no nosso som. Pronto. Nós queremos cumprimentar também os nossos irmãos que nos acompanham pela internet. Que sejamos todos bem-vindos a essa casa de oração, esse recanto de amor, de paz, de harmonia e que nós possamos unir os nossos corações nesse propósito de estudar o evangelho de Jesus à luz da doutrina espírita. Hoje nós queremos lembrar todos vocês das nossas atividades. Se alguém quiser participar conosco, nós temos várias oportunidades. Nós temos os estudos sistematizados, temos estudos online, temos seminários, nós temos aqui trabalhos assistenciais

sas atividades. Se alguém quiser participar conosco, nós temos várias oportunidades. Nós temos os estudos sistematizados, temos estudos online, temos seminários, nós temos aqui trabalhos assistenciais que nós saímos em grupos e vamos assistirmos em situação de abandono, de dificuldade. Nós temos eh um acolhimento aos enlutados. Então, nós temos vários trabalhos aqui na nossa casa. Eh, inclusive estão descritos ali no nosso mural, se alguém quiser participar conosco. Nós temos atendimento fraterno, nós temos sentido assim como a humanidade, como a população tá sofrida, né? Então, a nossa casa se dispõe a ter várias frentes de trabalho para que a gente possa enfrentar esse momento que é tão necessário, porque nós estamos passando por essa transformação, né? esse momento de transição que logo vai passar, mas nós queremos dizer que a nossa casa se preocupa e se ocupa pessoas em todos os sentidos, em todos os níveis. Então é uma alegria a gente estar aqui hoje reunidos com esse propósito, divulgar o evangelho de Jesus através das nossas atitudes, né? E eu queria agradecer em especial ao Fernando, que nos alegra tanto com essas músicas, que nos faz meditar, né, nessa grandeza, na grandiosidade do amor de Deus por nós e a gente fica muito feliz com a presença dele aqui. Obrigada. Eh, nós vamos hoje fazer o o nosso sorteio, como sempre, porque aqui é a casa de estudantes do evangelho. Então, a gente pensou que a gente divulgar livros de conteúdos espíritas, filosóficos, religiosos, vai nos ajudar nesse nessa nossa jornada também. Então, a gente prepara aqui em parceria com a livraria uma um título de algum livro que foi eh avaliado, né? Esse de hoje, por exemplo, é da própria editora FEGO. Eh, é um livro do CI Rizo, espírita. Ele faz um trabalho muito bonito sobre o a análise do evangelho, de como a gente deve estudar o evangelho de Jesus, né? E esse título de hoje é do outro lado da letra, porque a gente ele ensina a gente a ter a visão espiritual do ensino de Jesus. E hoje é o primeiro número que a gente vai

udar o evangelho de Jesus, né? E esse título de hoje é do outro lado da letra, porque a gente ele ensina a gente a ter a visão espiritual do ensino de Jesus. E hoje é o primeiro número que a gente vai sortear, que tá aí na mensagem de vocês, é o número 33. tá aqui conosco, tá? Ó, Gabriel, boa leitura para vocês, hein? E eles são estudiosos, conheço essa família aqui, ó. Pomadinha. Então, é isso, né? E que essa esse movimento nosso possa inspirar vocês todos, né? a quem nos acompanha também a leitura, né, a leitura edificante. Ah, sim. Queria trazer para vocês também a divulgação desse evento. É um evento espírita, é um evento realizado pelo Gan, que é o grupo Arte Nascente, é um espetáculo musical que vai acontecer no teatro da PUC. E é muito bonito, é um um tema muito voltado paraa juventude e é musical, é bem bacana. E a gente tem um um dos músicos que participa conosco aqui, que é do Gan e ele deixou alguns ingressos aqui com a gente, se alguém tiver interesse. São duas sessões, às 18 horas e às 20, às 18:30 e às 20:30. E vai ser no dia 11, né, sem ser nesse sábado, no próximo. Então a gente tem aqui, se vocês quiserem. Então nós vamos agora buscar aquele silêncio interior que a gente tanto ama, né, que a gente veio aqui buscar. E eu vou fazer uma leiturinha do livro Fonte Viva. O título de hoje é Devagar, mas sempre. Ele faz uma referência a um capítulo, a um versículo da carta de Paulo aos Coríntios, quando ele diz que, mas ainda que o homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia. E aí o o benfeitor Emanuel, que é o autor espiritual desse livro, ele faz esse comentário: "Observa o espírito de sequência e gradação que prevalece nos mínimos setores da natureza. Nada se realiza aos saltos e na pauta da lei divina não existe privilégio em parte alguma. Enche-se a espiga de grão em grão. Desenvolve-se a árvore milímetro a milímetro. Nasce a floresta de sementes insignificantes. Levanta-se a construção peça por peça. Começa o tecido nos fios.

alguma. Enche-se a espiga de grão em grão. Desenvolve-se a árvore milímetro a milímetro. Nasce a floresta de sementes insignificantes. Levanta-se a construção peça por peça. Começa o tecido nos fios. As mais formosas páginas foram produzidas letra a letra. A cidade mais rica é edificada palmo a palmo. As maiores fortunas de ouro e pedras foram extraídas do solo, fragmento a fragmento. A estrada mais longa é pavimentada metro a metro. O grande rio que se despeja no mar é conjunto de filetes líquidos. Não abandones o teu grande sonho de conhecer e fazer nos domínios superiores da inteligência e dos sentimentos, mas não te esqueças do trabalho pequenino dia a dia. A vida é processo renovador em toda parte. E segundo a palavra sublime de Paulo, ainda que a carne se corrompa, a individualidade imperecível se reforma incessantemente. Para que não nos modifiquemos, todavia, em sentido oposto à expectativa do alto, é indispensável, saibamos preservar com perseverar com o esforço de autoaperfeiçoamento em vigilância constante na atividade que nos ajude e enobreça. Se algum ideal divino te habita o espírito, não ouvides o servicinho diário para que se concretize em momento oportuno. Há ensejo favorável à realização age com regularidade de alma voltada para a meta. Há percalços e lutas, espinhos e pedegruços na cenda. Prossegue mesmo assim. O tempo implacável, dominador de civilizações e homens. Marcha apenas com 60 minutos por hora, mas nunca se detém. Guardemos a lição e caminhemos para diante com a melhoria de nós mesmos, devagar, mas sempre. Então, meus irmãos, vamos unir agora nesse momento o nosso pensamento, trazer a a figura amorosa de Jesus a nos envolver, é levar o nosso coração a Deus, nosso pai de bondade e misericórdia, que nos criou para a perfeição, para a plenitude, para o amor. E aqui nós nos encontramos, Senhor, reunidos em Teu nome, te agradecendo por essa oportunidade bendita de aqui estarmos, de recebermos no nosso coração tanto amor, tanta bondade, que nós possamos irradiar, Senhor, todas

ntramos, Senhor, reunidos em Teu nome, te agradecendo por essa oportunidade bendita de aqui estarmos, de recebermos no nosso coração tanto amor, tanta bondade, que nós possamos irradiar, Senhor, todas essas bênçãos que aqui nós recebemos para o nosso entorno, para essa nossa casa que nos acolhe. para os nossos familiares, os nossos lares, os nossos irmãos a quem nós assistimos, que convivemos, para os nossos irmãos enfermos nos hospitais, nos abrigos, nos orfanatos, os nossos irmãos encarcerados e todos, Senhor, por todos nós te pedimos que deixe uma gotinha do seu amor em cada coração. Também te pedimos, Senhor, pelo nosso planeta, pela nossa pátria do evangelho, pelos dirigentes das nações, para que possam se ocupar um pouco mais das pessoas, das famílias, dos indivíduos. E que o teu amor, Senhor, possa cobrir cada um de nós. Que esse momento em que nós aqui nos reunimos possam representar para nós um bálsamo pros nossos corações. Que o Senhor inspire a nossa palestrante da noite e ela possa nos trazer uma mensagem consoladora aos nossos corações. Que a tua paz esteja conosco, mestre. Permaneça nesse recinto. Que assim seja. Nós vamos convidar a nossa amiga, querida, palestrante da noite, a nossa querida Fran. Ela é trabalhadora da nossa casa, grande estudiosa, grande divulgadora do evangelho de Jesus e ela com certeza vai trazer aquela mensagem que nós viemos aqui buscar. Seja bem-vinda, Fran. Só dov. Então, boa noite. O tema de hoje ele é bem interessante porque ele envolve muito as nossas relações com aqueles mais próximos de nós, né? E, né, o capítulo 14, ele tem o título, né, honrai teu pai e tua mãe. Normalmente a gente pensa que, ou, né, passa na nossa cabeça que esse honrar tá muito ligado ao amar, mas não é a mesma coisa. Quando Jesus colocou isso aqui pros apóstolos. E aí quem teve a oportunidade, né, já de pegar essas passagens aqui, inclusive, né, na na Bíblia, a gente vai ver que Jesus ele tava conversando, né, com o rapaz e ele pergunta como seria caminhar com

E aí quem teve a oportunidade, né, já de pegar essas passagens aqui, inclusive, né, na na Bíblia, a gente vai ver que Jesus ele tava conversando, né, com o rapaz e ele pergunta como seria caminhar com Jesus, porque ele era curioso. E aí Jesus passa um pouquinho para ele, né, sobre honrai teu pai e tua mãe e ele falou, mas isso é fácil. E aí os próximos diálogos, né, com esse rapaz aí a gente precisa continuar estudando o evangelho, inclusive quem tiver oportunidade de ir ler as pass essa passagem aí na Bíblia que é bem interessante porque vai entrar questões de valores morais também. E aí quando Jesus nos faz pensar sobre honrar teu pai e tua mãe e a espiritualidade não por acaso coloca essa passagem no evangelho. E eu, né, na minha simplicidade tentando entender porque que Kardec, né, juntamente com os espíritos, colocou isso aqui e vai entrar dentro de passar de uma das coisas mais fantásticas dentro do espiritismo, que é a reencarnação. Porque quando a gente pensa no nosso, na nossa família, principalmente nos filhos, né? Ou quando começamos a pensar, porque eu tenho esse pai e essa mãe, eu acho que se passou na cabeça de alguém aqui, porque já passou na minha várias vezes, por que que eu nasci nessa família ou por que meu pai ele é tão difícil, às vezes o meu irmão mais ainda? E ficava pensando, né? Minha mãe era tão boazinha e assim não fazia sentido para mim aquele pensamento até conhecer a doutrina espírita e eu fui compreender quem era, né, aqueles que me deram a vida. E esse honrar teu pai e tua mãe. A Joana deângeles, ela faz um convite pra gente eh lá no livro SOS Família, né? Quem tiver oportunidade de ler as meditações dela, Joana de Angeles, ela começa a nos colocar a ponto do quê? Por que a reencarnação foi tão importante para mim estar sendo? E por que que eu estou nessa família? Kardec, ele nos traz, né, depois que ele traz as máximas, né, que tu conheces os mandamentos. Não metas, não cometas adultério, não roubes, não levantes falso testemunho, não defraudes ninguém,

mília? Kardec, ele nos traz, né, depois que ele traz as máximas, né, que tu conheces os mandamentos. Não metas, não cometas adultério, não roubes, não levantes falso testemunho, não defraudes ninguém, honra teu pai e tua mãe. E aí ele vai colocar isso em Lucas, Mateus, Marcos. E aí vem também a passagem, né, lá do Antigo Testamento, né, quando Moisés colocou também, né, nos 10 mandamentos que honra teu pai e tua mãe. E Kardec, quando ele traz isso pra gente meditar, porque ele vai começar a fazer uma analogia sobre esse honrar, quais são os nossos deveres como filhos. E Joana de Angeles, ela coloca a pensar o que antecede o filho, qual foi o meu compromisso com essa criança, com esse filho que tá dentro da minha casa, para que esse filho, no transcorrer da existência terrena dele, ele possa honrar esse compromisso assumido entre o pai, a mãe e o filho no planejamento reencarnatório. E aí Kardec, ele começa pedindo pra gente meditar sobre quais seriam esses deveres, como cuidar dos nossos pais na velice, respeitar os aqueles, né, que nos deram a vida, o acolhimento. E aí ele vai seguindo na tratativa dele nesse tanto no item 1, 2, 3 e 4. E Joana de Angeles, ela já nos convida juntamente, né, com esse pensamento de Kardec, ao quê? Se eu me comprometi com essas pessoas, qual será o meu desafio com eles? Eu iniciei falando, né, que amar é diferente de honrar. Kardec, inclusive, né, lá adiante no nosso evangelho, ele vai colocar que amar os nossos inimigos é muito difícil e nem sempre a gente vai aprender a amar de primeira. Agora, honrar é um exercício nosso através do da nossa educação, dos nossos aprendizados. Provavelmente todo mundo aqui tem o hábito, né, de fazer o evangelho no lar. E a gente sabe que quem é de família espírita é mais fácil. A família já tem esse, né, no contexto ali de juntar a família, todo mundo senta e todo mundo, né, vai comungar, né, quando os filhos aceitam, né, a as pessoas ali de maneira geral aceitam a prática do evangelho. Mas outra parte, eu acho que quase que

r a família, todo mundo senta e todo mundo, né, vai comungar, né, quando os filhos aceitam, né, a as pessoas ali de maneira geral aceitam a prática do evangelho. Mas outra parte, eu acho que quase que 89% não tem essa oportunidade de fazer o evangelho no lar com a família. Por quê? Porque nem todo mundo é espírita e porque ninguém nos compreende. Quem faz o evangelho sozinha? Eu vou levantar a mão porque lá em casa só eu. Algumas pessoas aqui também. Por quê? Porque a gente não nasceu no berço espírita. E para nós o nosso desafio é o quê? internalizar o evangelho dentro do nosso coração, compreender que aquela pessoa que está convivendo comigo ali dentro do meu lar não acredita, não aceita, mas através daquilo que eu vivencio, intimamente com tudo aquilo que eu leio, com tudo aquilo que eu estudo, eu começo a transferir isso para eles através do quê? do meu exemplo. E aí, qual que é o barato, né, da Joana de Angeles, né, que ela faz a gente meditar nas obras dela, né, quando a gente começa a trazer paraa nossa consciência, que nesse contexto nosso de aprender a vivenciar um sentimento, a gente vai se transformando. E aquelas pessoas que tm uma convivência com a gente dentro do nosso lar, né, principalmente os filhos, que normalmente são um pouquinho difíceis, né? Tem sempre alguém que fala assim: "Eu não sei por da onde meu filho veio, porque ô pessoinha é difícil". Às vezes eu escuto isso de parentes muito próximos, né? Inclusive do meu pai falando do meu irmão, eu não sei da onde ele veio. E aí quando, como eu sou espírita, né? fala assim: "Ei, pai, isso aí é um processo, né, de lapidação entre o Senhor e ele. Meu pai, como ele não acredita, então ele não dá muita importância". Mas eu fico vendo essa relação conflituosa às vezes, né, entre meu pai e o meu irmão, porque o meu irmão ele não ama meu pai, ele honra o meu pai, que é diferente. Ele honra porque ele respeita. Mas a relação de amor a gente vai entender quando a gente vai lá em Barto de Campos. E ele vai colocar a passagem de

o ama meu pai, ele honra o meu pai, que é diferente. Ele honra porque ele respeita. Mas a relação de amor a gente vai entender quando a gente vai lá em Barto de Campos. E ele vai colocar a passagem de Jesus com Maria e José. Quando Maria conversa, né, com Isabel. E aí Maria fala: "Nossa, Jesus ele é diferente das outras crianças. Ele sai correndo, ele aprecia a natureza, ele gosta muito de de conversar com pessoas estranhas, né? Ele para na beira do lago lá e quem passa ele tá cumprimentando, ele tá ensinando e falando sobre Deus. Isabel fala: "O meu filho também ele é estranho porque ele tem o mesmo costume. E aí quando os dois se unem, né, Maria vai e fala para Jesus assim: "Meu filho, vai ajudar seu pai?" E aí José, gentil, né? vai lá e pega aquela criança e convida ela ao trabalho. E Jesus, sem reclamar, ele fala: "Eu vou, meu pai". E Jesus seguiu José e foi para aprender o trabalho de carpintaria. E aí ele vai conversando com a mãe dele, né? Certo momento, Maria pergunta para ele assim: "Meu filho, eu sei que você tem um compromisso." Gente, eu tô fazendo um resumo assim com base em tudo que eu já decorei, né? igual Humberto de Campas, aí tem que ler lá. E aí na hora que ele responde pra mãe dele assim: "Mãe, eu sei todos os ensinamentos que o meu pai me deu, mas eu reconheço também o seu papel e o do meu pai na minha vida". Então assim, Jesus ele amava mesmo sabendo que existia um pai. Jesus, ele respeitava, ele honrava Maria, ele honrava José, mas em cima do honrar ali existe um amor, porque era algo sublime, singelo, singelo e puro. E a nossa relação com a nossa família já é diferente, porque normalmente quando a gente chega em casa, a gente começa a observar os defeitos das pessoas que lá convivem com a gente. Jesus não ficava olhando os defeitos do pai, nem da mãe, não. Por quê? Porque Jesus, ele já sabia a essência que ele tinha, por que ele estava aqui. A gente é diferente. Quais são os nossos deveres naquela família? E aí, Joana, né, ela até convida a gente

, não. Por quê? Porque Jesus, ele já sabia a essência que ele tinha, por que ele estava aqui. A gente é diferente. Quais são os nossos deveres naquela família? E aí, Joana, né, ela até convida a gente meditar sobre se você assumiu uma relação de paternidade nessa existência, né, de ser mãe e pai, quais são os seus compromissos com esta criança? Qual é o seu compromisso de educação, de evangelização? Por isso que quando eu perguntei quem faz o evangelho, pouquíssimas pessoas, né, faz sozinho, levantam a mão, mas quem tem a prática de levar esse evangelho para os seus filhos ou para seus netos? Porque a gente espera um mundo perfeito. A gente espera um retrato dos pais perfeitos. Certa vez na evangelização, uma criança falou assim: "Eu queria que a minha mãe e o meu pai fosse igual a mãe e o pai do meu amiguinho, porque nossa, eles são perfeitos". E aí a gente conversando, né? evangelização. Isso é para os jovens no domingo. Um dos jovens pegou e falou assim: "Porque o meu pai e a minha mãe não presta atenção quando tá em casa na gente". Gente, uma um jovem, né, um pré-adolescente de 11 anos fala que a relação com o pai e com a mãe é difícil, porque quando o pai e a mãe chega em casa, eles estão aonde? No celular. Como esse adoles pré-adolescente na fase adulta, ele vai honrar o pai, a mãe da velice. E olha, gente, que é a gente pensa assim, né? O pai dos outros, a mãe dos outros é melhor que a nossa. A gente pensa assim, o filho do outro é melhor que o nosso. Já deve ter passado isso na cabeça de alguém, porque da minha mãe já passou. E ela já falou na época, né? Ela falou assim: "Ai, porque a filha de fulano era melhor." Eu falei assim: "Ai, que bom mãe, que ainda bem que eu não sou ela." E depois ela falou: "Minha filha, você é melhor que ela". Agora eu entendi, né? Mas é assim, é coisa de mãe mesmo. E aí eu fiquei pensando porque assim numa visita que eu cheguei, né, alguns anos atrás, a gente fazia um trabalho no asilo, eu nunca vou me esquecer dessa história,

Mas é assim, é coisa de mãe mesmo. E aí eu fiquei pensando porque assim numa visita que eu cheguei, né, alguns anos atrás, a gente fazia um trabalho no asilo, eu nunca vou me esquecer dessa história, porque existia um pai nesse asilo que ele já não via dele há muito tempo. E a filha dele, né, era bem-sucedida aqui fora. Ele foi cantor, passou a vida inteira dele, né, trabalhando para educar, formar a filha dele na profissão que ela sonhava. E quando ele chegou na velice, a relação com a filha era zero. Ele já não tinha mais as pernas porque por conta dos problemas de saúde ele desenvolveu trombose e precisou amputar. tem a parte superior abaixo do joelho e ele ficava numa cadeira de roda e ele pegou na hora que a gente chegou para conversar, dar passo e tal e ele virou e falou assim: "Sabe quantas vezes eu liguei pra minha filha hoje? 19 vezes e ela não atendeu o telefone. E aí a gente pegou e, né, conversando com ele, falou assim: "Olha, talvez ela esteja trabalhando". Ele virou e falou pra gente: "Olha, eu não culpo a minha filha por essa situação, porque ela me ligou muito mais que isso inúmeras vezes na vida dela e eu nunca atendi." Eu não espero que ela faça o papel de filha nessa altura da vida, porque eu nunca fiz papel de pai na vida dela. E como a doutrina espírita nos ensina a consolar, a gente, né, passou a mensagem para ele, né, deu passe, conversou com ele, mas falou aqui o bem mais precioso ele tinha dado para ela, que era a vida. Independente da capacidade de ser um pai afetuoso, um pai amoroso, um pai extremamente cuidador, ele ainda tinha dado a vida para ela. E normalmente a gente questiona e reclama muito dos nossos pais, achando que nós não somos merecedores deles, né? Porque o filho ele tem um defeito, né? Ele acha que merece muito mais do que recebe dos pais. Se não passou na cabeça de vocês, já passou na minha, tá? E aí eu ficava olhando, né, depois com o tempo, eu ficava prestando atenção o que que era ter mais dos nossos pais, se os nossos pais também não tiveram tudo

a cabeça de vocês, já passou na minha, tá? E aí eu ficava olhando, né, depois com o tempo, eu ficava prestando atenção o que que era ter mais dos nossos pais, se os nossos pais também não tiveram tudo aquilo que eles nos conseguiram nos proporcionar. Então, normalmente a gente exige muito daqueles que cuidam de nós, né, que nos deram a vida, sem se preocupar como foi difícil para eles. A gente até Emanuel no livro, numa mensagem no livro família, ele vai falar um pouquinho sobre os nossos deveres e um defeito dos filhos. É querer a perfeição dos pais. Chama até de narcisista. Normalmente o filho vai falar: "Minha mãe e meu pai são narcisistas", né? Mas Emanuel ele coloca já o contrário. Os filhos são narcisistas. Eles querem a perfeição dos pais, acham merecedores da perfeição deles. E às vezes eu fico pensando assim: "Como que eu vou exigir algo de uma pessoa se nem eu sou?" E aí, o que que a doutrina nos ensina? A prática de compreender, amar a gente, né? Kardec, ele coloca pra gente que a gente não vai amar instantaneamente, porque é um sentimento muito difícil, principalmente quando a gente vive numa família muito conflituosa. Até me perguntaram esses dias: "Eu não amo a minha mãe, mas eu respeito ela. Será que eu tô errada que eu estou pecando?" Ela tava pecando, não amar a mãe dela e ela foi contar a relação com a mãe dela. A mãe dela é uma pessoa um pouquinho difícil, né? E e ela assim já sofreu vários abusos emocionais por parte da mãe e ela é espírita e ela falou assim: "Às vezes eu acho que falta mais alguma coisa". E eu falei para ela: "Faça um evangelho paraa sua mãe". Gente, a mãe dela conhece a doutrina espírita, mas não segue nada. Então é é difícil, né? quando a pessoa não quer seguir. Mas ela pega e fala para mim assim: "A minha relação com as minhas filhas é bem diferente. Eu faço tudo por elas e elas fazem tudo por mim". Aí eu brinquei com ela na hora, eu falei: "Olha só a oportunidade, espíritos afins reencarnando com a mãe que elas escolheram. Porque se ela não foi feliz

aço tudo por elas e elas fazem tudo por mim". Aí eu brinquei com ela na hora, eu falei: "Olha só a oportunidade, espíritos afins reencarnando com a mãe que elas escolheram. Porque se ela não foi feliz com a mãe, as filhas dela foram com ela". E ela, né? Aí eu ficava olhando ela falando da da relação familiar dela com as filhas e o coração dela ainda sofrendo porque ela acha que ela ainda tá errada com a mãe. E aí na hora que eu tava preparando o estudo de hoje, eu fiquei pensando assim, eu vou mandar uma mensagem para ela depois que eu saí da casa espírita para falar que se ela não sublimar a relação com a mãe dela, ela vai reencarnar com a mãe dela mais na frente. Mas não, ela já a sublimou porque existe respeito. E aí eu fiquei pensando muito na história do Eostáquio, que quando ele veio reencarnado como mulher, a Eostáquia, né, vamos colocar o nome feminino dela, dele. As trê os três rapazes que violentaram ela na última reencarnação dela vieram como filhos. Olha que coisa mais emocionante que a espiritualidade permite. E ela teve que sublimar essa relação, fortalecendo em cada coraçãozinho daqueles que estavam com ela ali o amor, o amor de mãe. E na narrativa conta que os filhos eram extremamente ignorantes e faziam ela chorar bastante. Provavelmente a gente conhece alguma mãe que já chorou bastante com seus filhos. E ela perguntava aos céus: "O que eu posso fazer por essas crianças? Porque eu já não sei mais o que faço?" E ela foi vencendo essa barreira da dificuldade da relação com a oração. E aí normalmente a gente pensa assim: "Mas só orar resolve o problema? Olha, eu não vou falar que resolve 100%, porque seria até errado da minha parte, mas eu posso garantir que quando a gente ora pedindo muito para aquelas pessoas com quais as quais a gente convive, que são difíceis, a relação se torna muito mais fácil dentro do nosso lar. E aí, por tornar mais fácil, a gente consegue entender na nossa relação como será isso no futuro. Meu pai, ele de vez em quando solta as

íceis, a relação se torna muito mais fácil dentro do nosso lar. E aí, por tornar mais fácil, a gente consegue entender na nossa relação como será isso no futuro. Meu pai, ele de vez em quando solta as dele, né? Um pai cuida de 10 filhos e nenhum filho cuida de um pai. Aí eu brinquei com ele esses dias, né? Eu falei assim: "Pai, seus amigos que fica falando isso aí pro senhor, pergunta para eles como é que foi a relação deles com os filhos. Minha filha não é assim, é obrigação. Se ele tivesse lido isso aqui, né, que não vai, eu acho que isso nunca vai acontecer, porque meu pai, ele é antiespírito, ele vai pegar e falar assim para mim assim, ó, viu? Tá escrito que é obrigação, honrar. E aí eu ia falar para ele assim: "Pai, ele tá falando pra gente respeitar, porque o respeito ele vem do exercício diário. E aí, né, como ele é antiespírita, e aí eu sou a única espírita lá em casa, então eu tenho que aguentar o meu pai e o meu irmão. Meu irmão fala: "A minha irmã gosta de conversar com espírito e o meu pai fala assim, a minha filha vai para aquela seita lá. Ele trata como seita". E aí a gente vê que essas relações familiares das nossas obrigações, né, nada mais nada menos que a gente sublimar todos os dias com aquelas pessoas à quais a gente convive a nossa relação. Como Joana de Angeles, ela coloca, se a sua consciência está tranquila como a forma como você trata o seu próximo mais próximo, você já conseguiu dar um passo significativo na sua jornada. Se a gente sabe que no nosso planejo deamento reencarnatório é raro vir com espírito afim, né, com os espíritos familiares, até uma palestrante ela falando assim: "Ah, a gente fica assim: "Nossa, minha amiga é melhor que meu irmão". Eu já falei isso várias vezes pro meu irmão. Falei assim: "Minhas amigas vencem de você". Aí ela falou assim: "Porque são espíritos afins que precisou nascer longe da sua família, porque senão ia ser muita perfeição, né?" E eu fiquei feliz porque aí eu mandei pra minha amiga assim: "Amiga, agora eu

lou assim: "Porque são espíritos afins que precisou nascer longe da sua família, porque senão ia ser muita perfeição, né?" E eu fiquei feliz porque aí eu mandei pra minha amiga assim: "Amiga, agora eu sei, a gente foi parente em outra vida e a gente precisou nascer separada nessa para você passar pelos seus desafios com a sua família, porque todo mundo passa e a nossa relação, como ela é uma construção e esses deveres que a gente tem de exercitar todos os dias como bom espírita que somos, né, a gente ora e a gente olha para aquelas pessoas que fazem parte da nossa construção familiar. daquele aprendizado e olha para eles e fala assim: "Obrigada, Senhor, porque se não fosse eles, talvez eu não fosse o que eu sou hoje." Quando eu olho pra minha família, né, que ninguém é perfeito, a minha família não faz parte daquele rótulo, né, da propaganda de margarina. E são vários, várias pessoas imperfeitas na mesma família. Eu agradeço a Deus por vir naquela família imperfeita, porque quando eu olho a imperfeição delas, eu penso assim: "Meu Deus, o que que eu já fiz na minha vida passada para merecer toda essa bênção?" Porque é uma bênção, porque é nas dificuldades, na não aceitação daquelas pessoas. Gente, eu falei assim que eu me tornei espírita, né? Mas quando eu era católica, meu pai também não entendia porque eu ia pra igreja. Para você ver que é difícil, né? recebeu o apoio das pessoas quando a gente tá tentando fortalecer nossa fé e nenhum irmão também lhe apoiava. Então assim, penso eu, né, que como a gente foi desafetos muito profundos no passado, a gente reencarnou junto agora para tentar sublimar pelo menos a relação afetiva de respeito. E eu respeito os dois. Eu fico, inclusive, né, a gente fica rindo das situações, porque assim, se o meu irmão acha que eu converso com o espírito, meu pai acha que eu tô na aceita, mas eles não falam: "Você vai ficar trancada em casa ou você não vai", né? Não. Vai lá, mania, já que você gosta de conversar com os espíritos, seja feliz.

espírito, meu pai acha que eu tô na aceita, mas eles não falam: "Você vai ficar trancada em casa ou você não vai", né? Não. Vai lá, mania, já que você gosta de conversar com os espíritos, seja feliz. E o meu pai, se você gosta da aceita, então siga seu caminho. Olha só, a gente subrima as nossas relações com a imperfeição deles e as nossas também. E aí, como num processo de evolução, a gente vai entendendo que se para mim honrar o meu pai e a minha mãe, eu preciso primeiro compreender e entender os meus deveres como filho, porque eu não posso esperar dos meus pais uma perfeição que eu ainda não tenho, né? Não posso falar assim: "Eu queria aquele pai, aquela". Gente, eu nunca pensei isso na vida, na para falando assim, seriamente, nunca pensei assim: "Eu queria um pai e uma mãe diferente". Não, eu queria os dois. porque eles me proporcionaram momentos assim fantásticos de aprendizado, não só pela dureza talvez na criação deles, que, né, os nossos pais já passaram por situações muito mais diversas que a gente, mas quando eu olho eles evoluindo no passo deles e eu vejo o quanto eu evoluida, porque não era eu querer reencarnar era eles aceitar me dar oportunidade. E se Kardec coloca isso pra gente, é para a gente começar a pensar que a gente não vive numa família perfeita, a gente não tem filhos perfeitos, a gente não vive numa sociedade perfeita, mas a perfeição ele não vai partir dele, vai partir da gente. Se eu sou espírita e a minha família não é, me cabe o respeito e a tolerância. Me cabe entender que eles têm o tempo deles e eu tenho o meu. Se eu vou evoluir talvez mais ou menos, aí é só depois que desencarnar que eu lá na tela e ver tudo que eu fiz. Mas como um palestrante, ele falou, comentou, né, que quando a gente desencarnar, a espiritualidade vai perguntar assim: "Você conseguiu executar seus deveres? Porque a gente no planejamento reencarnatório fez vários, né? Aí imagino eu que eu vou olhar paraa minha tela. Imagino, né? que eu não concluí a minha vida ainda, tem muita

guiu executar seus deveres? Porque a gente no planejamento reencarnatório fez vários, né? Aí imagino eu que eu vou olhar paraa minha tela. Imagino, né? que eu não concluí a minha vida ainda, tem muita coisa pela frente, eu acho. Imagina eu que olhando para minha tela lá, eu vou falar assim: "Olha, pelo menos 70% eu consegui executar, talvez com um pouquinho de, né, com um pouquinho de perfeição ou de uma empurradinha ali." Mas essa relação com essas pessoas, principalmente com os meus pais, né? hoje com meu pai, porque minha mãe já desencarnou, é de elevar os meus pensamentos, visando que aquele homem, com todas as dificuldades que ele já passou na vida dele, ele me entregou o que ele podia. E eu como filha, com as minhas obrigações, é respeitar o que ele passou, é respeitar o tempo dele de aprendizado também, de entendimento. Ele me, ele sempre fala assim: "Eu não preciso ir seita, né, no caso da casa espírita ou nem na igreja, porque eu já converso direto com Deus". E eu falei: "Pai, como o senhor conversa com Deus?" Eu nunca vi ele rezando para falar a verdade, né? Mas ele falou assim que conversa todos os dias com Deus. Eu falei assim: "Se o senhor tá conversando com Deus já é muito bom, porque ele já estreita uma relação ali profunda que supre as necessidades dele." E aí eu falei para ele: "Pai, pode ficar tranquilo que na velícia eu cuido do senhor". Ele virou e falou assim: "Mas você vai querer me levar para aquela seita?" Eu falei: "Não, pai, pode ficar tranquilo que na velícia eu vou entender que o senhor não quer ir pra casa espírita e eu também não vou forçar o senhor essa prática não, porque o senhor tem o seu tempo, gente. E acredite, se quiser, minha avó, a mãe dele era espírita e ele não aceita". Mas essa relação é de aprendizado pra gente. E Joana, quando ela nos convida a pensar sobre nós, é que a gente olhe para dentro de nós e comece a meditar sobre os nossos deveres, sejam como pais, como avós, como filhos e juntamente os nossos deveres, o que

ando ela nos convida a pensar sobre nós, é que a gente olhe para dentro de nós e comece a meditar sobre os nossos deveres, sejam como pais, como avós, como filhos e juntamente os nossos deveres, o que que a gente coloca de evangelho dentro do nosso coração nessa relação com essas pessoas? Porque se eu o me a minha obrigação, se os meus deveres com eles é cuidar, como Kardec coloca, que a gente cuide com aquilo que a gente tem, que é o respeito, que é o carinho. É difícil amar uma pessoa difícil. É, mas a gente pode sublimar essa relação para um afeto mais singelo, para um afeto, né, que supre a necessidade deles, deles e as nossas. Porque amar, gente, é tão grande, é um sentimento tão puro, puro, puro, que a gente usa a palavra amor às vezes de maneira equivocada na nossa vida. Porque a única pessoa que é capaz de nos amar com todas as imperfeições e nunca julgar foi Deus. Porque até os nossos pais nos julgam. E nós que falamos: "Eu amo o meu pai e minha mãe". ainda julgo eles. Se eu ainda julgo, isso não é amor. Esse é um processo nosso, uma criação nossa para que isso se torne amor. E como diz muitos espíritas, né, principalmente palestrante, se a gente não conseguir sublimar nessa vida essa relação, a gente vai sublimar em outras. quiser a Deus que a gente tenha a oportunidade, né, de reencarnar com essas pessoas para que essa relação se fortaleça numa próxima vida. Mas se não for permitido que a gente exercite isso como Eustáquio lá atrás em uma das suas 17 vidas, reencarnações, na verdade, né? em que ele olhou aquelas três crianças que fizeram parte do momento mais sofrido, de maior sofrimento da vida dela. E ela fez daqueles três filhos o sentido para ela de obrigação e de transformação para eles. E assim são os nossos pais que nos acolheram no momento mais difícil da nossa existência, que estenderam as mãos e os braços e o coração falando: "Olha, eu sei que vai ser difícil, mas eu tô disposto a acolher vocês e tentar educar, porque nem sempre, gente, a gente vai

a nossa existência, que estenderam as mãos e os braços e o coração falando: "Olha, eu sei que vai ser difícil, mas eu tô disposto a acolher vocês e tentar educar, porque nem sempre, gente, a gente vai ter pais dispostos, mas isso é eles com a espiritualidade. A gente não tem que carregar esse fardo também, não." E Emanuel também ele faz um convite pra gente no livro Família, na obra família, né, na passagem que cabe a ele, que os filhos não devem também tentar corrigir todos os erros dos pais, porque tem esse filho também que tenta, porque cabe a cada um a sua obra e o seu tempo de transformação. Então, se a gente tá aqui, que a gente acolha aqueles que estão ao nosso lado, o melhor que a gente tem dentro do nosso coração, que a gente possa levar pras nossas casas o evangelho, mesmo que seja só. Porque uma casa que faz o evangelho, ela ela se ilumina, ela se transforma, ela se edifica. E aquelas pessoas que convivem com a gente ali, independente da dureza, da dificuldade, do processo deles de transformação, aqueles momentos únicos nossos ali de meditação, uma hora vai tocar aqueles corações ali ainda endurecidos e uma hora eles vão se transformar, assim como nós estamos aqui nos transformando. Sabe Deus quantas reencarnações pra gente tá aqui hoje? E se a gente tá aqui hoje, é porque alguém nos aceitou. Então, vamos honrar com respeito e com gratidão e tentar sublimar da melhor maneira possível essa relação nossa. Pode ser que seja fácil para alguns, que seja mais difícil, mas que quando a gente olhar pra gente mesmo, a gente vai pensar assim: "Nossa, eu sei que nessa caminhada minha, todo o meu percurso até aqui, eu me esforcei o que eu podia." Gente, a espiritualidade olha o nosso esforço e ela nunca e jamais vai nos desamparar. E o convite que a gente faz, né, não só como casa espírita, como estudantes do evangelho, é que a gente nunca esqueça de fazer o nosso evangelho, mesmo que seja sozinho. Porque quando a gente faz, a gente nos ajuda e a gente ajuda aqueles que fazem parte da nossa

o estudantes do evangelho, é que a gente nunca esqueça de fazer o nosso evangelho, mesmo que seja sozinho. Porque quando a gente faz, a gente nos ajuda e a gente ajuda aqueles que fazem parte da nossa jornada, que é um pouquinho dos nossos deveres que o Kardec nos convida. Era isso. Obrigada pessoal e que a gente possa juntamente com essa espiritualidade amiga presente sentir essas vibrações de amor. Obrigada. >> Obrigada nossa querida Fran, é nossa coleguinha da casa de trabalho. Menina doce, feliz. Ótimo, Fran. Pessoal, nós vamos nos preparando para o nosso momento do passe com uma música maravilhosa pra gente serenar, acalmar, para receber dos nossos amigos espirituais as melhores energias. Quando eu cheguei aqui nessa casa, que eu comecei a estudar, eu reclamava pros monitores dizendo: "Eu queria que os meus familiares também fossem espírita". E repeti isso algumas vezes, porque só eu sou. E eu ouvi a pessoa responder e dizer: "Olha, a doutrina espírita, ela veio para quem mais precisa dela." Aí eu entendi que eles não necessitavam da doutrina, mas eu sim. Perdoa, releva, não durma antes que seu coração perceba e sinta toda a paz de quem já faz. Esforço para enxergar no inimigo um irmão. Perdão a calma, serena alma, rejuveneceem, fortalece a boa vibração. Respira, faz uma oração. Pede a Jesus para aquele irmão que desconhece a lei de ação e reação. Respira, faz uma oração. Nada te acontece em vão. Mostre outra face. A face do perdão. Mostra outra face, a face do perdão. Mostre a outra face, a face do perdão. Perdoa os nossos companheiros médiuns se posicionando. Vamos fechar os nossos olhos. pensando em Jesus, nosso querido amigo, nosso guia, nosso mestre, sentindo o seu olhar doce e amoroso sobre nós, nos envolvendo com as suas energias de paz e de amor. Mestre Jesus, amigos espirituais presentes aqui, rogamos que derram todos nós as energias de cura, de paz, de paciência. de amor. Envolva noos, Senhor, acalmando nossa mente, nosso coração, controlando nossas emoções.

gos espirituais presentes aqui, rogamos que derram todos nós as energias de cura, de paz, de paciência. de amor. Envolva noos, Senhor, acalmando nossa mente, nosso coração, controlando nossas emoções. Roguemos a Jesus, meus amigos, nesse momento. Jesus nos ensinou pedir, pedi e dá-se vos. Peçamos nesse momento a Jesus o que viemos buscar na noite de hoje. Façamos uma oração silenciosa diretamente para Jesus. Agradecemos ao Senhor pela palestra da noite de hoje. Agradecemos por essa casa que nos acolhe, onde recebemos o alimento espiritual que tanto nos conforta. Agradecemos, Senhor, hoje especialmente pelos nossos queridos pais que nos receberam nessa jornada com tanto amor, com tanto carinho. E certamente, Senhor, nos ofereceram tudo o que tinham, tudo o que podiam. E nós somos gratos por isso, a eles, aos nossos mentores espirituais que programaram essa encarnação. E na certeza da misericórdia e do amor divino, sabemos que recebemos o melhor. E por isso te agradecemos e louvamos, querido Deus. abençoe a nossa família, nossos familiares que estão em casa nesse momento, que eles também possam receber nesse momento essa paz e essas energias de cura que possam ser envolvidos, acalentados, revigorados, fortalecidos. Rogamos também por nossos entes queridos já desencarnados. agradecendo a eles pelo convívio e por tudo que nos proporcionaram. Obrigado, Senhor, por toda oportunidade bendita em família, com amigos, com vizinhos, que podemos vivenciar. Essas relações nos fortalecem. edificam. Gratidão por todos eles, pelos amigos que nos acompanham, nos encorajam e nos fortalecem. Nossa família espiritual. Rogamos ainda, Senhor, pela nossa casa de trabalho, que seja sempre abençoada e que reine aqui, Senhor, a paz, a harmonia e a concórdia. sempre em teu nome. Abençoa a nossa cidade, o nosso país, Senhor, os nossos governantes. Que o teu amor possa tocar o coração de todos eles. E assim, infinitamente gratos, encerramos mais uma noite felizes, dizendo graças a Deus, graças a Jesus e

nosso país, Senhor, os nossos governantes. Que o teu amor possa tocar o coração de todos eles. E assim, infinitamente gratos, encerramos mais uma noite felizes, dizendo graças a Deus, graças a Jesus e que assim seja. Retornemos em paz para os nossos lares, levando daqui conosco o que recebemos e entregando a cada pessoa que encontrarmos pelo caminho e mais especialmente ainda dentro dos nossos lares. Então vamos em paz com as bênçãos de Jesus. Uma boa noite a todos e até quinta-feira que vem. Com o pé na estrada, com a direção já traçada, eu vou seguir com o pé na estrada, com a direção traçada. Eu vou seguir. Não olhes para trás e nunca digas: "Eu não sou capaz. Nunca digas: Eu não vou chegar". Eu já fui e vou. Irei outras vezes se preciso for. Essa estrada é feita para trilhar. Com pé na estrada, com a direção já traçada, eu vou seguir com o pé na estrada, com a direção já traçada, eu vou seguir. com pé na estrada. Boa noite a todos. Que assim sejam.

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