Paz na Alma | DESENGANO DE CANTADOR

Comunhão Espírita de Brasília 22/09/2022 (há 3 anos) 4:54 223 visualizações

O Paz na Alma é um projeto da Comunhão Espírita de Brasília e tem a finalidade de trazer paz, conforto e serenidade para a alma nos nossos dias de tribulação. Uma nova edição vai ao ar, diariamente, no Canal da Comunhão no Youtube, às 15h45. #comunhao #comunhaoespirita #comunhaoespiritadebrasilia #paznaalma ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ TV Comunhão - Inscreva-se nos nossos canais, deixe seu like e ative as notificações para ficar por dentro de tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília. TV Comunhão: https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 TV Comunhão 2: https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 TV Comunhão Kids: https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ Canais de Mídias e Redes Sociais da Comunhão Espírita de Brasília: Site: http://www.comunhaoespirita.org.br Telegram: https://www.t.me/comunhaoespirita Instagram: http://www.instragram.com/comunhaoespirita Twitter: http://twitter.com/ComunhaoOficial Facebook: http://www.facebook.com/comunhaoespirita TV Comunhão: http://www.tvcomunhao.com.br Rádio Comunhão: http://www.radiocomunhao.com.br

Transcrição

E aí o desenho que no decantador O Cantador que vem da morte quando se põe a lembrar não sei se sente conforto se tem prazer ou pesar mas de visita aos amigos tem muita coisa contar no sertão onde eu morava guardava o que mais queria plantação de jerimum de cana e de melancia lavoura cercando Engenho e casa na freguesia trazia minha mulher toda enfeitada de fita de filhos tinha uma dupla que nunca vi tão bonita em casa que um Oratório em honra de Santa Rita não tinha dinheiro Coffee bar de ouro e dobrando não grande anel com brilhante não me saía da mão eu tinha caçamba de prata e meu cavalo alazão e para mim todo mendigo parecia muquirana carregava sempre aceso o meu charuto de Havana mirinda de minha mesa era feita em porcelana do meu Alpendre Florido sentado num canapé nem dava comida aos pobres mesmo que fosse a Coité para criança andrajosos a tinha direito e pontapé o tempo Chega tempo passa em certo dia agora chegou a morte ele disse patrão ou seja briguento não me recuso o serviço que é chegado o seu momento o choque me derrubou a cabeça ficou fria caindo no sono danado no qual nem sonho sentia minha prosa terminara acabou-se a valentia quando acordei e de repente estava num catre Estreito ninguém ver lava comigo a dor que eu tinha no peito a ideia que me acusava por tudo o que havia feito e depois de clamar por Deus Fazendo Grande alarido a registrar um cansaço que nunca havia sentido enfermeiros me trataram o doente desvalido transcorrido muito tempo de memória aberto em brasa lembrando em minha fraqueza um tico-tico sem asa chorei igual homem pedindo Regresso a casa voltei Ah mas tudo mudar para ler o rugi tormento minha mulher tinha outros fugindo de casamento meus filhos me de testavam por causa de testamento a casa que eu construí a era Tapera centrato minha Lavoura de Engenho sumir dentro do mar meu nome era ponto certo para surra e desatar por fim chorei sem remédio ali não tinha vez e afastei-me compreendendo com medonha lucidez é o que a gente ocorre no mundo

de Engenho sumir dentro do mar meu nome era ponto certo para surra e desatar por fim chorei sem remédio ali não tinha vez e afastei-me compreendendo com medonha lucidez é o que a gente ocorre no mundo é a vida que a gente fez conta aqui a minha história A quem possa acreditar a quem não possa desejo as bênçãos que Deus mandar Porque a morte venha todos sem distinção de lugar adota o nome trocado e assim não como convém sei que a vaidade da terra não tem valor de um Vintém mas tenho amigos do mundo não quero ferir ninguém Joaquim Serra o Francisco Cândido Xavier estrelas no chão E aí

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