PAZ E SERENIDADE - João Leal [PALESTRA ESPÍRITA]
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mesmo tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual o [música] valor dessa missão foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti. Uma excelente tarde a todos. Bem-vindos à nossa comunhão espírita de Brasília nessa sexta-feira às 16 horas. Agradecemos também aqueles que estão nos assistindo pela TV Comunhão, os que nos ouvem pela Rádio Comunhão e, naturalmente por todos os instrumentos que nós temos de comunicação que hoje estão disponíveis para que as palestras e os trabalhos que são executados na nossa casa chegue a aqueles que têm interesse em ouvir e tem interesse em fazer as suas reflexões diante de toda a história de vida que nós temos, todo o trabalho que estamos aqui, com a responsabilidade cada um de fazer nessa nova oportunidade reencarnatória. Hoje nós vamos fazer uma viagem em três temas. O tema que foi solicitado para que a gente conversasse com vocês é sobre serenidade e paz. Serenidade e paz. Vamos lá. Mas nós vamos adicionar paraa nossa reflexão dois outros encaminhamentos, que é o seguinte: eu mudaria, eu mudaria, eu me transformaria, eu faria alguma coisa diferente para melhorar a minha trajetória de vida se não fosse as dificuldades que batem a nossa porta, tanto no nosso ambiente espiritual como na sua ação reflexa, na nossa estrutura física. Será que eu faria mudanças se não tivéssemos essas chamadas que eu não considero nenhuma delas, como a gente sempre diz, eu tenho um problema. Nós não temos problema. Nós temos ações educativas que a vida nos oferece pela lei de causa e efeito, ação e reação, para que a gente possa, se de interesse for, fazer uma reflexão e naturalmente apressar o passo no trabalho de reforma, de mudança de conduta, para que a gente possa, quando nós desenharmos essa situação da serenidade e paz, estar dentro de uma trajetória de aproveitamento da melhor forma possível do período de tempo que nós temos, vamos ter ou já tivemos nessa encarnação.
ós desenharmos essa situação da serenidade e paz, estar dentro de uma trajetória de aproveitamento da melhor forma possível do período de tempo que nós temos, vamos ter ou já tivemos nessa encarnação. E o outro aspecto que também é interessante, não é? É a gente saber se nós somos permeáveis. permeáveis a conselhos. Por que que eu agreguei este: "Nós não somos permeáveis a conselhos". pelo seguinte, conversava outro dia com um trabalho que nós fazemos com jovens com processo de automutilação, dependência, enfim, as situações que a vida aí nos mostra em todos os instantes com a gravidade que se apresenta. Eu discutia com uns educadores e a gente falava a respeito exatamente disso, como nós somos impermeáveis a conselhos. Nós criamos bloqueios para receber sugestões de transformação, não só, não só daqueles que nos rodeiam, daqueles que fazem parte do nosso ambiente de vida, no ambiente físico, mas inclusive daqueles que no plano espiritual têm por cada um de nós uma afinidade, um compromisso de nos auxiliar nessa trajetória que nós estamos aqui com uma bênção e oportunidade do esquecimento para que a gente possa estar diante das situações que exigem de nós esse tipo de trabalho de será que eu faria transformações se não fosse as dificuldades? Nós não ouvimos, nós não escutamos, nós não prestamos a menor atenção, mas nós nos colocamos na posição genoflexa, de pedintes o tempo inteiro, buscando os diversos locais aonde nós imaginamos, achamos ou recebemos a sugestão de que ali reside a possibilidade da nossa cura, do atendimento que nós Estamos esperando. Somos assim. Eu tenho absoluta certeza que nenhum de vocês que estão aqui no auditório, nem aqueles que estão nos ouvindo são diferentes. Nós somos assim. Nós não paramos em nenhum momento para tentar dar um passo adiante das ansiedades que nós carregamos o nosso coração na expectativa de que a postura genoflexa, as rezas, preces, orações, passes, buscas de atendimento venham a resolver as nossas chamadas ações educativas
ansiedades que nós carregamos o nosso coração na expectativa de que a postura genoflexa, as rezas, preces, orações, passes, buscas de atendimento venham a resolver as nossas chamadas ações educativas para que livrem de nós todas essas possibilidades sem que aí sim a gente faça as nossas mudanças, que a gente faça o nosso trabalho de reorganização do campo mental pra gente poder naturalmente se ajustar a essa lei de causa e efeito, de ação e reação, que vai exatamente nos mostrar que tudo depende única e exclusivamente de nós. O nosso processo evolutivo, ele é solitário. O meu a mim pertence. E cada um de vocês da mesma forma. Agora, aonde é que nós temos o grande agregado que nos auxilia em todo esse processo de fazer essa reflexão para que a gente tire o máximo proveito da nossa vontade? Exatamente. solidariedade, o que reside no nosso ambiente do dia a dia junto com aqueles da consanguinidade, das relações próximas de comunidade que nós vivemos, dentro do espaço físico geográfico daquilo que nós chamamos de uma nação e dentro, naturalmente na esfera vibratória desse orbit terrestre, que é a morada que foi ajustada, preparada e organizada para que a gente aqui encontrasse todas as possibilidades dentro daquilo que nós precisamos, o nosso trabalho evolutivo, de fazer o uso da melhor forma possível aquilo que é chamada uma das moradas do Pai, da criação desse universo que está na intimidade de cada um de nós, dito inclusive pelo próprio Cristo, quando se referia sois deuses e nós nunca paramos para prestar atenção na profundidade dessa coloca E somos mesmo. Nós temos todos os instrumentos à nossa disposição. Apenas precisamos saber e buscar nesses escaninhos da nossa mente, da nossa intimidade, da nossa inteligência e já do nosso livre arbítrio conquistado para que a gente faça essas modificações. Senão nós vamos permanecer a vida inteira nos peditórios, buscando sempre o socorro. fora do nosso ambiente íntimo. É lógico que quando nós estamos nas nossas angústias primeiras, é válido a busca, é
Senão nós vamos permanecer a vida inteira nos peditórios, buscando sempre o socorro. fora do nosso ambiente íntimo. É lógico que quando nós estamos nas nossas angústias primeiras, é válido a busca, é válido estar, é válido elevar o pensamento, tudo é válido. Mas se nós não tivermos o segundo passo, que é o trabalho da realização, da transformação e do uso da sua capacidade de superar as dificuldades, evidentemente nós vamos ficar estacionados à espera que alguma coisa venha em nosso socorro sem que esse trabalho seja feito por nós. Quando nós tocamos nessas situações, eu percebo que há um incômodo muito grande, porque a gente gosta de ouvir que tudo está à nossa disposição, independente daquilo que cada um de nós tenha que fazer em benefício próprio. Se assim fosse, seria uma tremenda injustiça do processo da criação, porque estaria nos prestigiando sem que nós tivéssemos merecimento. E merecimento é algo que só acontece na medida que nós fazemos as nossas transformações. Vejam que eu insisto no aspecto transformação. Dentro da doutrina, nós costumamos falar isso sempre, sempre, que é reforma íntima e na maioria das vezes nem conseguimos imaginar o que efetivamente é uma reforma íntima. A reforma íntima não é simplesmente eu decorar, aprender, estudar, saber, interpretar todas as obras. o Pentateuco, que tá aí colocado por Kardec e tantos os outros desdobramentos de obras psicografadas de tantos companheiros que estão aí ou já se foram que passam para nós uma série de informações, mas se nós olharmos no bojo de cada uma dela, está lá em algum momento, desde que você faça a sua parte, desde que você se coloque na condição de receber e de merecer. Quando nós vamos em locais onde existe as curas espirituais mais efetivas, em trabalhos e médiuns que estão aí à disposição para fazer uma tarefa nesse sentido, é a primeira coisa que é colocada. Nada vai acontecer se você não desejar, se você não quiser, se você não fizer a sua parte. próprio mestre quando transitou aqui,
para fazer uma tarefa nesse sentido, é a primeira coisa que é colocada. Nada vai acontecer se você não desejar, se você não quiser, se você não fizer a sua parte. próprio mestre quando transitou aqui, poucas coisas ele disse, mas de extrema profundidade, que a gente não dá menor atenção. Nós somos capazes de ler obras e obras, compêndios, ilustrações em vários idiomas, em diversas crenças que estão aí à disposição, apenas fazendo a transformação daquilo que tá dito de forma simples pelo mestre a cada um. Segundo o quê? as suas obras. Faça por onde que você será ajudado. Precisa mais do que isso? Não precisa. O que possa vir após é ilustração, são informações. É talvez a gente em algum momento debulhar aquilo que nós gostamos de dizer a cultura doutrinária, mas e a cultura e o saber de fazer as transformações. Tanto é que as primeiras informações trazidas há 2026 anos, alguns milênios atrás, tantos outros colocaram situações também que vieram ao longo do tempo sendo colocadas e codificadas em aspectos de ética, de comportamento, de mudança, de respeito a quem? a nós mesmos e ao próximo. E quem é o próximo que a gente sempre se refere em tantas preces que fazemos? próximo está aqui ao nosso lado, transitando conosco na história da vida dentro do aspecto da consanguinidade, que às vezes esse é o local que nós mais repudiamos a possibilidade de fazer as nossas reorganizações espirituais, mas nós queremos serenidade e paz. Ótimo. Agora oferecemos serenidade e paz para quem doamos para quem fazemos o quê? Para dar serenidade, paz e compreensão e atenção a aqueles que nos rodeiam? Será que nós fazemos isso? É um convite a reflexão para que a gente perceba exatamente o nosso nível de responsabilidade e não degação daquilo que está à disposição ou o trabalho que tem que ser feito por cada um de nós. Não pode ser diferente. Se for diferente, eu vou ficar muito incomodado, porque na minha visão não tem lógica, não tem sentido, não é oportuno, porque aí tira de nós o merecimento, o
r cada um de nós. Não pode ser diferente. Se for diferente, eu vou ficar muito incomodado, porque na minha visão não tem lógica, não tem sentido, não é oportuno, porque aí tira de nós o merecimento, o mérito. No nosso ambiente material, no dia a dia, nós conseguimos com os nossos disfaces, ter merecimentos, prestígios, etc. de outra forma, hã, porque não temos a clareza e a visão do que tá se passando, daquilo que ocorre, como somos ou não prestigiados, mas no plano espiritual não. Consciência limpamente afastada, a consciência se apresenta. É o juiz primeiro de todos nós. Não é um juiz togado, que inclusive durante muito tempo nos foi dito, você vai ser julgado, vai para céu, para inferno, seja lá, para onde for. Negativo. O juiz é você, vai estar diante de você. Por isso que é muito importante a gente fazer esse trabalho de que se queremos serenidade e paz dentro das possibilidades e da possibilidade que nós estamos vivendo aqui como encarnados, é a hora, é a hora de fazer isso valer para que a gente possa ser merecedor. Esse é um ponto. Então, quando a gente fala que nós mudaríamos de postura se não tivéssemos as ações educativas que a vida nos coloca, façam essa pergunta para vocês. vocês mudariam de livre, espontânea vontade o seu comportamento, a sua relação com o próximo, o você ser útil, você ser atencioso, você faria se não fossem essas chamadas? Aí quando a gente recebe uma chamada mais intensa, fora daquele padrão que a gente sustenta, aí corremos. Aí vamos buscar o socorro. Aí nós vamos pedir e implorar para que as coisas sejam passadas para nós sem que a gente faça uma avaliação de merecimento. E aí queremos terceirizar a solução daquilo que cabe a cada um de nós. Não vamos conseguir terceirizar nunca em hipótese alguma. E se nós olharmos pro orbe terrestre, nós vamos perceber exatamente todo esse momento vibratório que a Crosta enfrenta. E não é de hoje. Isso vem ao longo da história de acontecimentos, de situações de desequilíbrios, de sofrimentos, de
, nós vamos perceber exatamente todo esse momento vibratório que a Crosta enfrenta. E não é de hoje. Isso vem ao longo da história de acontecimentos, de situações de desequilíbrios, de sofrimentos, de desenlaces coletivos, de tanta forma quando não provocada pelo próprio ser encarnado, como a própria natureza às vezes se manifesta no seu processo natural evolutivo também fazendo a sua ação de asepsia em tantos locais que a gente aí percebe com clareza. Eu discutia hoje com um amigo sobre um tema muito interessante e eu vou colocar aqui para vocês que vale paraa nossa reflexão. O meu único objetivo aqui é que cada um de nós saia daqui refletindo sobre essas coisas para que a gente possa perceber útil a nós mesmos, importantes para nós mesmos. E aí, de que forma? sabendo olhar em volta, sabendo olhar naquilo tudo que faz parte do nosso ambiente, próximo ou distante, porque tudo aquilo que nós exercitamos no nosso campo mental é como aquilo que aprendemos quando jovens nas escolas que jogavam a pedra no rio, no lago, e aquelas ondas iam caminhando e se outros fossem jogando, elas iam se entrelaçando. que assim é o universo. Eu não tô falando do orb, tô falando universo. É energia, é luz, é comprometimento, é a presença de cada um de nós com os valores da criação na nossa intimidade. Então eu conversava com ele algo assim, reclamamos tanto e tentamos entender os sofrimentos dos grupos, né, das sociedades que nós estamos inseridos ou já estivemos. Se acreditamos em processo reencarnatório, nós sabemos que em alguns lugares por aí nós já caminhamos. Não interessa saber aonde nem para que. O que importa, na verdade, é hoje, mas tudo isso aconteceu. Nós temos hoje uma história agregada no nosso computador espiritual, cheio de informações que elas vão sendo usadas à medida que nós vamos buscar nesses arquivos do nosso campo mental e ao mesmo tempo vamos aos poucos também melhorando e elaborando cada um deles para que eles entrem na sua condição de pleno funcionamento com tudo aquilo que
car nesses arquivos do nosso campo mental e ao mesmo tempo vamos aos poucos também melhorando e elaborando cada um deles para que eles entrem na sua condição de pleno funcionamento com tudo aquilo que é preciso para aquele espaço de tempo. Então, falava sobre um local que eu gosto muito, tem muita afinidade, eu particularmente por Portugal. Então, quantas vezes viajando por Portugal sempre procurei olhar e tentar sentir as vibrações daqueles castelos, daqueles mosteiros, daqueles locais todos aonde hoje são coisas importantíssimas, belíssimas, turistas, mas você vai ver lá dentro está o miasma das angústias. é lúdico hoje, mas não foi construído para ser lúdico. Foi construído com sofrimentos, com angústias, com exploração. E eu estava num lugar muito interessante chamado Alcobaça. Cheguei, era uma tarde que tava bem frio mesmo e eu fiquei diante de uma obra assim, eu não conhecia esse local, Alcobassa, um mosteiro que, se não me engano, é o maior inclusive da Europa, mas uma obra assim faraônica. E tinha uma praça muito grande à frente. Do outro lado da rua tinham várias tascas, vários pequenos restaurantes. E eu cheguei ali e fiquei quieto. Não era período de férias, não era nada. Então estava vazio e eu quieto ali, eu estava com com a minha esposa e eu fiquei olhando para aquilo ali e aquilo foi foi me envolvendo no pensamento e eu olhava. Aí chegou um garçom, se aproximou e disse com aquele sotaque português, né? Senão ficar aqui fora, está frio. Eu digo: "Não, eu quero ficar aqui para olhar essa obra". Aí ele olhou para mim e disse: "Já vi que o senhor se interessou muito por isso que estás vendo?" Eu disse: "Se". Ele disse: "Posso ocupar o senhor um pouco?" Eu digo: "Claro, as coisas na vida nunca são por acaso." Aí ele saiu andando comigo e eu fui assim com ele. Me distanciei da mesa que nós estávamos, talvez uns uns 30 m assim à direita. Aí ele me mostrou, tinha uma uma lápide, um mármore talhado bem grande, aonde tinha uma inscrição, mas que a gente já não
Me distanciei da mesa que nós estávamos, talvez uns uns 30 m assim à direita. Aí ele me mostrou, tinha uma uma lápide, um mármore talhado bem grande, aonde tinha uma inscrição, mas que a gente já não via mais essa inscrição. Naturalmente pelo pisoteio natural do dia a dia, né? Quantos séculos aquilo tal? Aí ele disse: "O senhor sabe o que é que tem aqui dentro?" Eu disse: "Não faço a menor ideia". Ele disse, foram exatamente todos aqueles que foram escravizados para fazer essa obra que o senhor está vendo, que impressiona que lá dentro tinham tantos que tinham os alimentos e tudo à sua disposição. a exploração dessas pessoas que graças quando caíam daquelas gambiarras feitas para que eles construíssem isso aí e morriam, recebiam a bênção de morrer, eram trazidos e jogados aqui nesse buraco. Os que não tinham essa sorte de perder a vida ficavam na sarjeta porque estavam impedidos de fazer os seus trabalhos, porque naturalmente não tinha tipo de socorro, atendimento, ia morrer a míngua, dependendo de que alguma mão amiga ofertasse alguma coisa até de alimento para que ele pudesse sobreviver. Aí ele disse: "É esse Deus que as pessoas acham que existe é esse". Eu olhei para ele e falei: "Naturalmente não." Ele disse: "Pois é. Então é isso que acontece. Nós mergulhamos nessa fantasia que foi colocada para todos nós, que nós calamos porque achamos que se nos manifestarmos positivamente para fazer essas mudanças de interpretação da vida que é ofertada a cada um de nós, seremos punidos também por uma inteligência suprema que vai olhar para nós como parte da criação. e vai ficar com raiva, insatisfeito. A gente procura trazer o criador para uma situação muito pequena. Então, é esse convite que nós temos que fazer a nós mesmos. Vamos olhar esses valores de uma maneira diferente, firme e percebendo que nós, nós, cada um de vocês que aqui estão tem todas essas possibilidades e força na sua intimidade. Vamos reagir, vamos procurar encontrar o espaço que nos é oferecido dentro da nossa
e percebendo que nós, nós, cada um de vocês que aqui estão tem todas essas possibilidades e força na sua intimidade. Vamos reagir, vamos procurar encontrar o espaço que nos é oferecido dentro da nossa intimidade. nos descolar um pouco da dependência de querer que alguma coisa seja feita em nossa direção sem que a gente use o nosso trabalho natural de fazer a obra acontecer. Quantas vezes nós estamos diante de algum trabalho e a própria espiritualidade que se manifesta, que tem condições de manipular energias muito mais sensíveis do que nós que estamos de posse da estrutura carnal, nos dizem sempre: "Se você merecer, passa por onde merecer. Se for permitido, então quando essas coisas são colocadas desse jeito, nós não temos que entender de outra forma, a não ser o seguinte: cadê a minha parte na tarefa? Cadê o trabalho que me compete que seja feito? Pessoal, nós já temos duas coisas fundamentais à nosso favor, conquistadas, hein? Nada no universo evolutivo é doado, é conquista para que tenha densidade, conteúdo e merecimento, que é a inteligência e o livre arbítrio, mesmo que em alguma encarnação ela esteja embotada por uma necessidade, necessidade qualquer de reajuste, de organização do uso indevido daquela mente em algum processo indevido. Mesmo assim, ali reside já a inteligência conquistada, apenas embotada num determinado instante para que haja a reflexão da transformação e do entendimento do porquê de cada coisa. Então, nessa hora, é fundamental que a gente perceba isso. Inteligência é outra coisa, livre, livre arbítrio. Nós falamos de livre arbítrio o tempo inteiro. O que que é o livre arbítrio? É o direito de escolha. Eu posso estar aqui assistindo o que eu tô falando e posso, não quero, saio, acabou, não tem problema nenhum. Os que nos ouvem, se não tiver interessado, se tiver incomodando, desligam. É o livre arbítrio, é uma conquista. Agora, como é que nós usamos esse livre arbítrio? Em nosso benefício ou não? Aí é que está. Então, essas medidas é que nós temos que
e tiver incomodando, desligam. É o livre arbítrio, é uma conquista. Agora, como é que nós usamos esse livre arbítrio? Em nosso benefício ou não? Aí é que está. Então, essas medidas é que nós temos que fazer ao longo da nossa existência, não é? Devo ser e ter uma postura ética diante da vida? Quem tem que avaliar sou eu. Ou então vamos ter que buscar o tempo inteiro o apelo e a solicitação a Deus. Ou aqueles espíritos que a gente confia, acredita, santos, cada um tem a sua crença, usa da forma que acha que deve. Não é assim que a gente faz. Eu vou tentar ilustrar isso de uma maneira bem simples pra gente encaixar também nessa situação um ponto que é fundamental para essas três situações, que é a lei de causa e efeito, que é a lei primeira, na minha avaliação, a lei de amor, progresso e todas as outras derivam dessa lei de justiça impecável. Não é mexida, não tem como ser mexida. Então vou fazer aqui uma ilustração sobre isso. Um cidadão estava quieto e eu vou me colocar na posição desse cidadão. Tava ali nas minhas agonias, com as minhas preocupações, pedindo a todo o universo que venha em meu socorro. Não quero passar por isso, não quero por aquilo e tal. Numa fração de segundo, tô ilustrando, surge do meu lado alguém. Eu olhei assustado, não tendo vidência ainda mais apurada a ponto de ver aquela luz que estava do meu lado, me assustei. E aquela luz se moldou numa forma humana e disse para mim: "Sabe quem eu sou?" Disse: "Não, eu sou Deus". Deus? Você não tava me chamando? Sim. Pois é, eu só quero lhe pedir desculpas porque eu levei fração de segundo para chegar até aqui. Sabe por quê? Porque eu estava rodando o universo, atendendo as solicitações. O universo, eu não tô falando da da galáxia que vocês conhecem e cada dia procuram conhecer mais. Tô falando do universo. Esse universo, inclusive, que você, quero dizer, também é parte integrante e que auxilia na sua possibilidade o trabalho da construção e da expansão desse universo. Mas eu estou aqui. Não precisa você me
e universo, inclusive, que você, quero dizer, também é parte integrante e que auxilia na sua possibilidade o trabalho da construção e da expansão desse universo. Mas eu estou aqui. Não precisa você me dizer o que te angustia, porque eu sei, eu estou na sua intimidade. Agora só vim aqui para deixar claro uma lição. O que você tá pedindo? Tá pedindo apenas e não está fazendo a busca da serenidade, da paz na transformação da sua conduta. Você tá me pedindo para que eu passe por cima de todas as coisas que têm que ser feita por você para que você se senta confortável e acredite em mim. Não precisa acredite. Eu estou em você. Não me incomoda as crenças nada, apenas eu sou. Então, o que é que você me pede? Que eu rompa uma lei que não tem chance. Então, todos vocês sempre me pedem para eu romper a lei de causa e efeito. Então, arranjem outro Deus que tem a competência para revogar essa lei. Como não existe, essa lei é permanente. Se ajuste a ela, que todas as coisas que você está solicitando, elas chegam. Perceberam? Esse é o cuidado que nós temos que ter. Nós temos em nossas mãos a possibilidade de estar bem, de construir um ambiente diferenciado na nossa intimidade, de dar um sentido maior à vida que nos favorece. Quando eu digo vida, não é só essa vida do plano carnal, mas a nossa vida, a nossa essência, a nossa inteligência, a nossa energia espiritual. que orbita na grandeza desse universo. Então, voltando àquela situação de Portugal, para encerrar, já chegou a hora. Em Lisboa, 1eo de novembro de 1775, eu gosto muito de fçar essas coisas. Teve um terremoto seríssimo Lisboa. Lisboa praticamente foi destruída quase 90% do que existia e e em torno de 50.000 desenlaces por conta desse terremoto. Aí vem a reflexão. Quando a gente pensa nas coisas que foram ditas à época, ah, nós somos tão católicos, nós temos igrejas o tempo inteiro, fomos abandonados por Deus. Olha que ponto que nós fazemos para cobrar do criador aquilo que tem que ser feito por nós. Aí nunca vem no nosso pensamento,
católicos, nós temos igrejas o tempo inteiro, fomos abandonados por Deus. Olha que ponto que nós fazemos para cobrar do criador aquilo que tem que ser feito por nós. Aí nunca vem no nosso pensamento, eu não vou fazer aqui nenhuma crítica histórica a processos de colonização, seja lá o que for. Mas se a gente pesquisar um pouco e caminhar um pouco nessa direção, vai sentir isso. As colonizações foram o quê? terríveis, não é? Terríveis. E aí isso nunca vem à tona para o indivíduo perceber o seguinte: eu não fiz por merecer, não é Deus. Todas as chances sempre nos é ofertada para que a gente faça o melhor. Se eu não faço o melhor, é porque preciso refletir mais. pensar mais, olhar bastante para aquilo que está ao nosso alcance. Às vezes quando eu falo assim, as pessoas ficam meio assustadas, digo: "Não, nós continuamos ter o mesmo tipo de assistência, força e amparo. Cada um de vocês que aqui está tem amigos do plano espiritual que auxiliam, que intuem, que mostram, que às vezes mostram, dizem o caminho." Então vamos criar permeabilidade para escutar conselhos. Vamos parar para pensar, porque senão não tem problema, a gente vai sofrer do jeito que tem que sofrer. Quando eu digo a palavra sofrer, eu não tô mostrando alguma coisa que é externa a nós, coitado de nós, mas eu uso no sentido de dizer, vou ter que com essa ação educativa usar a minha inteligência e dizer, opa, tenho que aprender. Porque a gente pode enfrentar uma ação educativa ou então escutar o que o mestre disse, que é uma contabilidade que a gente nunca usa. favoreceu, foi um escape positivo dentro da lei de causa efeito, que é o seguinte: uma ação positiva retira do nosso campo negativo sem outras. É uma boa relação numérica pra gente fazer muitas ações positivas para ir tirando várias 100 do nosso peso vibratório e a gente poder se sentir mais leve diante do nosso processo de crescimento espiritual. Uma excelente tarde a todos vocês. Muito obrigado pela paciência de me ouvir e dizer para vocês o seguinte: o que eu falei para vocês,
tir mais leve diante do nosso processo de crescimento espiritual. Uma excelente tarde a todos vocês. Muito obrigado pela paciência de me ouvir e dizer para vocês o seguinte: o que eu falei para vocês, não escutem não. Eu falei foi para mim, tá bom? Vocês por consequência estão aí sentados e eu tinha o compromisso de ficar meia hora aqui falando. Então, uma excelente tarde e muito grato a todos vocês e que a luz do mestre, eu não vou dizer isso porque ela já está, continue no coração de todos vocês sempre. aqueles que nos ouvem, nos assistem, muito obrigado também. Boa tarde. >> Sejam bem-vindos à nossa [música] sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como [música] finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais [música] e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, [música] pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre [música] e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos [música] momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, [música] do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do
am me auxiliem nos [música] momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, [música] do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue [música] a caminhada. Que nossos amigos espirituais [música] possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade [música] e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra [música] como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas [música] dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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