GUARDEMOS CUIDADO - João Leal [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 04/08/2025 (há 8 meses) 1:10:26 956 visualizações

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Transcrição

comunhão foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a sejam bem-vindos à nossa sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual, >> essa nossa querida casa de oração nesse momento que é tão especial para todos nós, essa nossa oração do crepúsculo. Jesus todos os dias, assim diz Emanuel no livro, eh, há 2000 anos, ele costumava retirar-se no momento do crepúsculo para orar, para conversar com Deus, receber deles as palavras de consolo, as orientações e sempre nesse encontro consigo mesmo e nesse encontro com Deus. E nós procuramos quase todos os dias aqui repetir esse momento da oração do crepúsculo para que a gente tenha também esse encontro com Deus, essa nossa palestra, esse nosso momento de conhecimento para que a gente possa se alimentar das palavras do Cristo a luz da doutrina espírita. E no domingo é um momento ainda mais especial para nós, o momento em que nós nos encontramos para celebrar a vida, para nos lembrar que a vida não se extingue, que ela continua, que ela permanece e que todos nós seremos sempre vivos. Jesus nos diz que ele veio para nos dar a vida e a vida em abundância. E sabendo que a vida nos acompanha para onde quer que nós vamos, que nós somos espíritos imortais, nós estamos aqui para declarar esse nosso amor e essa nossa luta pela vida, pela vida que existe dentro de nós, pela vida de cada um de nós. e pedir aos nossos irmãos que acolham aqueles que em algum momento desistiram da vida ou que pensam em desistir da vida, dando-lhes essa consciência e esse apoio. Estamos aqui para apoiar os irmãos que necessitam e para acolhê-los nessa vida plena, nessa vida de abundância. E para começarmos esse momento tão especial, convido vocês para fazermos uma prece, elevarmos o nosso pensamento a Deus, a Jesus, o nosso mestre,

acolhê-los nessa vida plena, nessa vida de abundância. E para começarmos esse momento tão especial, convido vocês para fazermos uma prece, elevarmos o nosso pensamento a Deus, a Jesus, o nosso mestre, aos nossos mentores, agradecer pela oportunidade de estarmos vivos, de termos podido renascer e estarmos de novo com mais essa oportunidade. de refazermos o nosso caminho, de enfrentarmos novos desafios, aprimorarmos aquilo que é bom em nós, revermos aquilo que precisamos mudar, transformar os nossos nós, às vezes os nós mais cegos em laços, reconciliar-nos com aqueles que são colocados em nosso caminho, aprimorarmos os nossos talentos, construirmos talentos novos dos quais estamos esquecidos e sempre trabalhar, atuar, juntarmos a esse universo que sempre trabalha, dando também a nossa colaboração e entrando nessa vida em abundância, dando e recebendo, recolhendo aquilo que a natureza que Deus tem para nos oferecer e ao mesmo tempo agregando também o nosso valor, agregando a nossa parcela, agregando os nossos talentos e aquilo que nós temos de bom. que nós façamos parte desse ciclo interminável da vida e consigamos unir-nos a tudo que existe de bom e de belo no universo. Que a vida pulse em nós, que a vida pulse em cada um dos nossos irmãos que aqui estão. E cada um daqueles que hoje estão em trevas, estão em dor, estão em sofrimento, em melancolia, se sinta neste momento abraçado, acolhido, se sinta iluminado e faça com que esse calor que emana daqueles que estão aqui conosco chegue até aos cantinhos mais escuros e mais frios de cada coração. Que as mãos se estendam para dar e para receber. E que aqueles que mais precisam consigam encontrar aquela mão que se estende e que consegue reergê-los do escuro mais fundo das almas. Que Maria traga sobre nós o seu amor de mãe e que nós possamos senti-los em nossos corações a cada momento e principalmente agora. Que esse amor chegue onde ele precisa e ilumine vidas. Que Jesus seja o sol em que nos espelhamos e que nos e que ilumina nossas vidas. E nós sempre

sos corações a cada momento e principalmente agora. Que esse amor chegue onde ele precisa e ilumine vidas. Que Jesus seja o sol em que nos espelhamos e que nos e que ilumina nossas vidas. E nós sempre saibamos que existe um novo amanhecer, mesmo depois da noite mais fria e mais escura. Que assim seja. Bom, temos a alegria de receber hoje o nosso grande amigo João Leal, que tem essa luta pela vida e que veio hoje falar dessa de um tema tão importante que é Guardemos o Cuidado. Uma lição de Emanuel no livro Fonte Viva e que tanto tem para nos oferecer nesse nosso momento de oração da do domingo à noite. Obrigada, João Leal. Sem mais delongas, passo ali a palavra para que a gente possa aprender um bocado com você hoje. Muito obrigada. Muito obrigado, cara. Que bom se eu pudesse ensinar alguma coisa. Eu vou explicar porque eu sempre nessa prece de domingo, no primeiro momento, eu sempre encontro uma dificuldade muito grande de começar a falar. Eu sempre tenho que contar essa história. Muito jovem. Eu tive a oportunidade de estar no início dessa prece de domingo pela vida, porque uma senhora que me deu a oportunidade e aceitou a minha vinda. como filho. Eu digo, aceitou porque não é fácil receber pessoas, espíritos dentro do nosso seio, da nossa estrutura chamado família, porque é sempre uma grande surpresa. Quem vai vir? mesmo sabedores, porque nos organizamos nos grupos familiares, no plano espiritual, fazemos essas escolhas e às vezes difícil escolha, porque nessa escola do planeta que nós recebemos essa morada do pai tão ajustada às nossas necessidades de crescimento, de aprendizado, nós fazemos essas escolhas. E quando aqui chegamos pela grande oportunidade e inteligência do universo e da criação do Deus que está na nossa intimidade, nos dá o esquecimento temporário para que o trabalho de aceitação, de convivência com essas pessoas da consanguinidade ou não, mas das relações que nós chamamos de familiares, para que elas possam acontecer sem que a gente esteja recebendo

ue o trabalho de aceitação, de convivência com essas pessoas da consanguinidade ou não, mas das relações que nós chamamos de familiares, para que elas possam acontecer sem que a gente esteja recebendo as informações que às vezes nos afastariam da tarefa que assumimos o compromisso de realizar. É evidente, e isso é importante que fique muito claro para todos nós, que não vamos conseguir fazer tudo que deveríamos. Em algum momento eu vou dizer por que isso não deve nos incomodar. Então, essa senhora que tem até o nome do grupo era Ana Leal. que já retornou pro plano espiritual, mas ela tinha um carinho muito grande por esse trabalho, pela vida, pela prece, que era chamado daqueles que saem antecipadamente, provocam o seu retorno para o plano espiritual pelas angústias e intranquilidades que batem à porta. E às vezes a gente não consegue ter forças e acha que tomando atitudes dessa ordem vamos resolver as dificuldades. Então é por isso que eu sempre fico com bastante emoção, mas logo passa. E aí eu vou entrar no tema com todos vocês pra gente fazer essa reflexão sobre a vida de diversas formas. Então, aqueles que estão nos ouvindo pela Rádio Comunhão, os que nos assistem pela TV Comunhão e a todos vocês que estão aqui no auditório, um excelente tarde, fim de tarde, começo de noite. Obrigado pela presença de vocês. E eu vou procurar ser oportuno, porque aquilo que eu procuro falar quando recebo a oportunidade de estar aqui ou em qualquer outro local, eu gosto de deixar muito claro que eu digo para mim, mas como eu estou verbalizando, usando esse instrumento de fala que aqui está à disposição, Então, se vocês tiverem paciência, vão me ouvir e quem sabe nós vamos tirar algum proveito para tentar tranquilizar as nossas ansiedades, as angústias que elas acontecem, naturalmente acontecem. Eu costumo dizer que nós não amanhecemos nunca da mesma forma. Nunca. Tem dias que quando nós abrimos os olhos, nós estamos mais animados vibratoriamente, estimulados, outros não. O que nós temos que trabalhar com muita

e nós não amanhecemos nunca da mesma forma. Nunca. Tem dias que quando nós abrimos os olhos, nós estamos mais animados vibratoriamente, estimulados, outros não. O que nós temos que trabalhar com muita força é que isso faz parte dessa escola que nós estamos do órbit terrestre. Podemos ter a angústia, sim, a intranquilidade também. O que nós não podemos permitir é que essa ansiedade e essa intranquilidade que é natural na nossa história de crescimento espiritual por todas as coisas de passado que nós trazemos no nosso campo mental marcado na nossa essência espiritual que jamais sairá de nós e que a cada dia tem a utilidade de ser um pequeno degrau para que possamos sempre estar subindo nessa escala do conhecimento e da transformação. Agora, não podemos deixar que esses incômodos, às vezes não percebidos por nós, que nós não conseguimos identificar, se transformem em processos depressivos, para que não se instale em nós a quebra da nossa fé, da nossa vontade, da nossa confiança, porque ela existe, está sempre à disposição de todos nós, indistintamente. Em que universo que a gente tente classificar, tá ali, tá marcado. E a vida ela vai nos dando essa chance de caminhar, de buscar a cada instante um momento novo, de ter a certeza de coisas que o mestre nos disse que pouco acaba tendo importância por tantas teorias, teologias e tantas coisas que são jogadas em nós. Talvez até para criar guetos de informação, precisando de um esforço, às vezes tremendo de uso de inteligência, que às vezes não está à nossa disposição ainda para que a gente perceba. Mas o mestre ele foi suave, oportuno e trouxe e traduziu tudo em tão poucas palavras >> e ainda nos deu em tão pouco tempo, concretizando essas palavras, o exemplo. Então ele nos disse: "Sois deuses? Somos mesmo, porque a essência da criação não está fora de nós. Ainda não temos a capacidade de compreender esse processo, apesar de todos os estudos, pesquisa, a própria ciência se manifesta de tantas formas, já aceitando essas posições, mas ainda

tá fora de nós. Ainda não temos a capacidade de compreender esse processo, apesar de todos os estudos, pesquisa, a própria ciência se manifesta de tantas formas, já aceitando essas posições, mas ainda não consegue perceber o quanto de interno esse Deus está em cada um de nós, em cada situação da vida. Mas ele nos disse isso, traduziu talvez coisas complexas para nos dar esse sentido. Te console, acredite, entenda, você é Deus. Quando ele diz isso, ele nos dá a força da gente olhar paraa nossa intimidade e dizer: "Eu posso fazer e transformar, modificar". deixou isso claro para nós. E quanto disso nós valorizamos ou paramos para pensar. Parece que essas coisas são faladas para outros, não para nós, mas é para nós, para todos nós. Aquele que transita por você, que você até às vezes olhando desclassifica, ali está um Deus igual a você. Isso ele disse para nós e disse que nós faríamos muitas coisas no momento que tivéssemos plena consciência e transformasse esse acreditar em ação. Ação é fazer, ação é transformar, ação é não terceirizar, ação é não delegar quem quer que seja o trabalho que tem que ser feito por nós. é o chamamento e mais coisas com simplicidade também foram ditas que se juntam a esses sois deuses que traz para cada um de nós a responsabilidade do fazer a cada um segundo as suas obras. Não é a dos outros, as suas, as nossas. cada um com essa responsabilidade de fazer essa transformação. Ou mais, faça por onde que você será ajudado. São coisas que nós temos que dar valor. Porque quando nós fazemos isso, a vida se apresenta, nos dando força e coragem pra gente superar, superar as dificuldades que eu não chamo de problemas. Eu digo que todos nós temos ação educativa em nosso benefício para que a gente possa, usando a inteligência que já conquistamos, não foi doada. O livre arbítrio que já conquistamos não foi doada. e a gente possa trabalhar isso, porque a lei de progresso, ela é muito clara, que ela nos dá aquilo que a gente vai conquistando. Ou seja, não são

. O livre arbítrio que já conquistamos não foi doada. e a gente possa trabalhar isso, porque a lei de progresso, ela é muito clara, que ela nos dá aquilo que a gente vai conquistando. Ou seja, não são ofertas em prateleiras do universo pela bondade do criador ou de quem quer que seja, os gurus que a gente abrace. Não está na prateleira, está na sua intimidade. E a gente tem que colocar isso tudo para fora com confiança. Nós já recebemos essa oportunidade de clareza. E o que estamos fazendo? Precisamos dessa transformação. Eu vou tentar voltar um pouco para o texto que foi sugerido paraa noite de hoje do livro Fonte Viva, 19 56. Eu estava encarnado há 5 anos. quando ele foi publicado. 56 é um livro que traz aqui uma série de colocações. É um livro de Emanuel, psicografado por Chico Xavier. Citações de Paulo, cartas de Paulo, o fariseu, o judeu, cidadania romana. Por isso que recebeu depois o nome de Paulo era Prah, era Saulo de Tasso, que era uma região. E aí eu vou chamar todos vocês para um raciocínio que eu acho para mim é fantástico. Quem foi Paulo? Hoje nós falamos de Paulo de diversas formas. as chamadas religiões, etc., atribuem a Paulo, inclusive no catolicismo como santo, não é isso? Nós não usamos essa nomenclatura, mas Paulo, ele foi quem mais combateu as ideias daquele cidadão, Cristo, porque ele tinha plena convicção das suas crenças. Então ele não podia permitir que elas não fossem respeitadas ou se tivesse a possibilidade como se apresentava pelas colocações seguidores do Cristo. E como isso incomodava, ele agia de forma severa a ponto de chegar a tirar a vida de um dos primeiros oradores que era Estevão. Ele fez isso com toda a convicção, a segurança de que ele estava fazendo o correto, ia eliminar, estirpar aquele mal na interpretação dele e das crenças que ele abraçava e que aquilo não era conveniente para o processo, pois foi esse cidadão que foi buscado pelo grande perseguido para poder usar essa força, essa vontade, esse desejo, essa convicção

as que ele abraçava e que aquilo não era conveniente para o processo, pois foi esse cidadão que foi buscado pelo grande perseguido para poder usar essa força, essa vontade, esse desejo, essa convicção para ajudar na divulgação da doutrina do mestre, daqueles ensinamentos básicos de extrema profundidade, que foi colocado para todos nós sem escolher a intelectualidade. Por isso que veio com toda simplicidade e passou a ser divulgada por pessoas simples, aqueles primeiros seguidores do mestre, que nós chamamos de discípulos, pois foi esse cidadão que veio. Até quando ele retorna embuído da vontade e dessa transformação e começa a fazer essas cartas, esses comunicados para tantos. Quando ele chega para o seio dos tais discípulos, um deles, se não me engano, o Felipe, se arrepiou, disse: "O quê?" Vocês imaginem aquela época, nós estamos falando a 2000. e 60, não sei, talvez atrás. Que cabeça tinha um daqueles que percebeu e sabia que membros do grupo eram perseguidos de forma extremamente severa, com requintes às vezes até de crueldade, e vinha pro seio. Ele achava que aquilo seria hoje usando as palavras espionagem. Não vai detonar todos nós aqui na intimidade, mas não era um Paulo de Taro trazendo e lutando para recompor aquilo que ele tentou não permitir que funcionasse. E hoje temos o que temos, a importância dele nesse processo. Por que que eu coloquei isso? Eu quero que vocês façam a reflexão. A importância não é o texto que está aqui, que Paulo se refere a Tito, mas eu vou dar uma passeada nesse texto de algumas coisas interessantes. Ele diz que nada é puro para os contaminados. e infiéis. O homem enxerga sempre através da visão interior. Isso é normal. Eu enxergo como eu já percebo a vida, cada um de vocês do jeito que percebe. Por isso, se colocarmos duas ou três pessoas falando sobre esse mesmo texto, nós vamos ter interpretações diferentes. Mantemos a essência, mas indiferente. E aqui ele vai falando que com as coisas que nós temos por dentro é que julgamos

pessoas falando sobre esse mesmo texto, nós vamos ter interpretações diferentes. Mantemos a essência, mas indiferente. E aqui ele vai falando que com as coisas que nós temos por dentro é que julgamos os aspectos da vida. E quando ele se refere aos aspectos da vida, se refere às pessoas, aqueles que nos rodeiam, aí é que somos os julgadores. E se as pessoas elas sofrem processos de destaque em qualquer situação da vida, nós vamos ter sempre alguns considerandos para tentar jogar a âncora na caminhada das pessoas. Tipo, se encontramos um companheiro trajado com louvável apuro, na moda, bem vestido, imediatamente primeiro comentário é vaidade. Vaidade. Comecem a pensar nessas coisas. Segundo, ante o amigo chamado à carreira pública, por exemplo, ou qualquer outra coisa de destaque, mentalizamos, ah, é tirania política. Vamos botar um carimbo nesse indivíduo, de alguma forma não vai ser por competência, ou seja lá o que for, nem vai fazer nada de bom. Assim somos. Vamos mais. Se o vizinho sabe economizar com o perfeito aproveitamento da oportunidade as coisas que a vida nos oferece, fixamo-lo com desconfiança e costumamos tercer longas reflexões em torno de apropriações indébitas. Isso tudo eu tô falando para mim, tá? Vocês estão ouvindo porque estão sentados aí? Quando ouvimos um amigo na defesa justa, prestem bem atenção, na defesa justa, usando a energia que ele compete. E isso nós percebemos muito. Eu acho que eu tô fazendo isso aqui. Quando eu tô usando essa energia, esse esforço de é para transmitir aquilo que vibra no meu coração, que eu digo para mim, gostaria que vocês escutassem da melhor forma possível, e se eu falar recuado, eu não vou achar que tô passando a informação. Então, quando nós fazemos isso da defesa justa, usando a energia que compete, relegamo-lo de imediato à categoria dos intratáveis. Fulano é intratável, por isso que ele fazemos isso quase sempre. Mais uma. Quando a treva se estende na intimidade de nossa vida, aí vem uma observação própria cada um

ato à categoria dos intratáveis. Fulano é intratável, por isso que ele fazemos isso quase sempre. Mais uma. Quando a treva se estende na intimidade de nossa vida, aí vem uma observação própria cada um aí, né? Nossa vida, deploráveis alterações nos atingem os pensamentos. Aí nós criamos um turbilhão complexo de situações que trazem aos desânimos, a uma série de bloqueios na nossa trajetória. As virtudes, nossas circunstâncias jamais são vistas. Os males, contudo, sobram sempre. Sobram sempre. Os mais largos gestos de bênção recebem lastimáveis interpretações. Eu me lembro, eu vou contar aqui essa história que é muito interessante. Eu morava uma casa, tinham várias outras casas em volta. Uma dessas casas, não sei se vocês lembram, em Brasília tinha algo que chamava pacto de retrovenda. Então, para que o lote não recebesse uma taxa de IPTU sem edificação, você fazia uma edificação bem pequena para tirar um abids e ser liberado dessa taxa. Resultado, teve um assalto na rua, coisa que não era comum. numa dessas residências, essa menor que tinha, tinha outras casas enormes, cheia de coisas para ser levada, foi nessa casa. Quando isso aconteceu, foi no domingo, todos nós vizinhos, era uma comunidade que se falava muito bem, fomos lá solidariedade, ficamos incomodados com aquilo, lógico. Vamos ver se ninguém tinha sofrido alguma agressão, coisa que o valha. Quando nós chegamos nessa residência, eu, pô, tomei um choque quando eu ouvi o que eu vi. Isso é para dizer como é que somos nós. E é bom que isso fique claro pra gente se reavaliar cada dia e fazer o que nós temos que fazer aqui, que é buscar as nossas transformações para que a vida seja vivida melhor. A senhora dessa casa chorando disse assim: "Que coisa! Todos vocês com tantas coisas para ser levado vieram logo na minha casa. Eu falei: "Que coisa mais lascada". Quer dizer, nós fomos lá cheio de solidariedade e ela não recebeu, senão ela tava chorando. Por que que não levou das nossas casas? Me desculpem. vai permanecer com a casa

i: "Que coisa mais lascada". Quer dizer, nós fomos lá cheio de solidariedade e ela não recebeu, senão ela tava chorando. Por que que não levou das nossas casas? Me desculpem. vai permanecer com a casa pequena, porque não tem a grandeza estabelecida no coração. São as coisas que a gente coloca na vida, mas porque ele não tô dizendo bobagem aqui? Eu sei que não, porque eu sou assim. Somos assim. E o que que essa doutrina que eu chamo a doutrina do amor, do afeto? E que afeto que eu chamo? Não é o afeto dualizar, é o afeto da verdade. Ela nos chama para que a gente comece a trabalhar essas coisas na nossa existência, que elas aos poucos vão nos dando mais leveza. entendimento que os momentos que nós estamos passando, eles são diferentes uns dos outros. Não adianta nós desejarmos alguma coisa que está estabelecida na vida de alguém, porque nós também nem sabemos o quanto daquilo que é importante tem valor ou faz com que aquela pessoa tenha a felicidade que a gente imagina que estaria à disposição da nossa intimidade. Não. Temos que nos conscientizar da nossa vida. os valores que estão à nossa disposição nessa escola, nesse tempo que nós imploramos para que está própria espiritualidade falava várias vezes, até ultimamente nunca mais escutei isso, mas foi uma das coisas primeiras que eu via. Dis: "Olha, valorize a tua encarnação. Por quê? Reencarnar tem uma fila indiana, todo mundo, um atrás do outro, pedindo a vaga. você ver o tamanho dessa fila, para ver o tamanho da importância que cada um de nós entrou nessa fila e conseguiu a ficha. Mas para retornar pro plano espiritual são avenidas imensas. Vai de vez. Então ele diz: "Valorizem, valorizem, luta pela vida. Não que não tenha vida no plano espiritual, pelo contrário, é o que mais nós aceitamos e entendemos, mas valorize a vida nessa escola. Escola maravilhosa que nos dá pela oportunidade do esquecimento, como eu já disse aqui anteriormente, a chance da gente criar valores por convicção, não porque ficou com medo. Porque se eu olhasse que eu

ola maravilhosa que nos dá pela oportunidade do esquecimento, como eu já disse aqui anteriormente, a chance da gente criar valores por convicção, não porque ficou com medo. Porque se eu olhasse que eu fiz alguma coisa aqui para Carlos e fosse lá e agradasse ela, não sei quê, tal, tudo bem, não teria mérito. Eu passo a respeitá-la pela grandeza que ela é. Acabou. Não importa se existem desencontros, importa que eu tô valorizando o meu semelhante, estou valorizando o outro Deus que está na parte de convivência. É lógico que o ponto primeiro de reencontro, de reajuste, tá no seio da família. É aí que a gente tem que se desdobrar, fazer reflexão, ver o nível que a gente precisa ter, se tem um pouco mais de sensibilidade e conhecimento. Não é que isso nos tire a energia da ação, OK? senão também nós perdemos a função. É que eu tenho dito para muitos pais que às vezes vamos fazer palestra pro processo de automutilação, ideário, suicida, seja lá o que for, eduquem. Não tenham medo de educar. Faça as dosagens que você se sentir confortável de fazer, mas nós não podemos jogar fora a oportunidade de fazer aquilo que nós assumimos. Nesse instante, um amigo que tá aqui no auditório, César, me passou um uma mensagem que está em que jornal? César, por favor. Folha de Pernambuco. >> Folha de Pernambuco. É um pouco mais distante, é porque ele é pernambucano. Mas é muito bom dizendo o que é ser pai. Seria bom se todos pudessem ler. Muito bom. Muito bom. Não tem nada de melosidade. Tem de ordenamento de ideias a respeito do que significa. Muito bom. e tantas outras obras que nós temos que têm nos chamado a atenção para as nossas responsabilidades. Já falamos aqui algumas vezes, a doutrina se refere muito ao planeta de regeneração, porque nós estamos na expiação e que vai chegar a regeneração. Nós temos inclusive ilustrado que não tem um ano específico que vai ter um grande arco florido escrito: "Entrada para o planeta regenerado." E todos nós agarrados um no outro, querendo se esgueirar, porque essa porta

ive ilustrado que não tem um ano específico que vai ter um grande arco florido escrito: "Entrada para o planeta regenerado." E todos nós agarrados um no outro, querendo se esgueirar, porque essa porta não vai ser tão larga, né? Para poder ver quem entra. Ainda vão começar a briga aí na regeneração já ainda vão tá pegando quente. Não vai acontecer isso. Não tem essa fantasia. A regeneração está hoje à nossa disposição. Esse arco simbólico está aqui na nossa frente, na frente de cada um de vocês. É só tirar proveito de todos os ensinamentos e colocar as situações de vida na prática. Isso é fundamental. Você vê que o mestre foi buscar Paulo, Saulo e depois Paulo. Um instrumento que a gente diria, mas por quê? Por que que não já trouxe um Paulo 2 pronto? Não é assim que funciona o processo evolutivo, ele é de cooperação. Outra coisa que nós insistimos sempre é que processo evolutivo, ele é solitário. Entendam o que eu vou dizer. O meu é meu. De cada um de vocês a você pertence. Não é diferente. Agora, o criador, esse Deus que está em cada um de nós, nos deu algo fantástico. Fantástico, que é onde reside toda a harmonia, o amor, a fraternidade, o sentimento, a doçura. Ó, falei doçura, tá vendo? Difícil às vezes falar doçura, que é a solidariedade. A solidariedade é esse conjunto de participação que nós temos na família que estamos organizados, seja de que forma for, no ambiente residencial que nós convivemos, na sociedade que estamos inseridos, no espaço geográfico chamado país que estamos inseridos e ampliando um pouco mais no órbita. terrestre morada de todos nós ainda. Solidariedade. Essa solidariedade é que faz com que a gente preste a atenção àqueles que nos rodeiam. Pra gente poder estender a mão, pra gente poder socorrer, que é fundamental. Aqui mesmo no auditório, vocês podem ter certeza, nós estamos rodeados de amigos do plano espiritual, sentados vibratoriamente ao nosso lado. Aqueles que têm por nós uma afinidade de solidariedade por convívios de outras épocas

cês podem ter certeza, nós estamos rodeados de amigos do plano espiritual, sentados vibratoriamente ao nosso lado. Aqueles que têm por nós uma afinidade de solidariedade por convívios de outras épocas se aproximam e tentam tirar de nós o proveito do momento de reflexão que nós estamos tendo para que toquem o nosso coração, para que nos ajudem pela mediunidade universal que é intuitiva. As outras são mecânicas, mas a intuitiva é universal. Todos temos. abra esse canal e perceba, estão aqui conosco. Outros também estão aqui conosco, nos visitando em caravanas porque devem estar prestes a reencarnar e vem fazer um estágio de percepção, porque às vezes estão vivendo em outra situação de mais leveza distante da estrutura física. nos olhando, nos percebendo, eles conseguem também medir o grau das dificuldades e decisões que estão pedindo para fazer. Estão aqui conosco também. Aqueles que tomaram atitudes inconvenientes na vida e etc, estão aqui também sendo amparados, socorridos e dizendo a eles com muito carinho, não se desesperem. Todos os dias nós teremos sempre uma chance renovada. É Deus. Não poderia ser diferente. Não existe uma condenação para nenhum ato de nenhum de nós. Não existe. Deus não se aborrece com o distanciamento que a gente deveria estar numa estrada específica que só faria bem para nós mesmos. Ele não se aborrece com isso, não se chateia, ele não olha pro lado e diz: "O leal tá pisando na bola e se aborrece comigo?" Jamais isso acontece, porque ele está aqui. Então ele espera e ele sabe que cada um de vocês é Deus. Cada um mesmo seja que atitude tenha tomado, está abraçado, acolhido e amparado por esse Deus. Então, derramar lágrimas às vezes por aquilo que deixamos de fazer, que nos incomoda é importante, é o dreno do espírito. Mas não permaneçam derramando lágrimas. Enxuguem as lágrimas com o lenço da fraternidade, porque esse Deus nos oferece esse lenço da fraternidade que é socorrista. é adequado. E cada um de vocês quando sair daqui vai levar pro seu ambiente de vida

m as lágrimas com o lenço da fraternidade, porque esse Deus nos oferece esse lenço da fraternidade que é socorrista. é adequado. E cada um de vocês quando sair daqui vai levar pro seu ambiente de vida essa vibração. Essa vibração. Às vezes eu tenho um, eu não sei se eu às vezes brinco, eu digo que isso é porque eh sou Sérgio Pano. Tj pano era meio arredio a certas coisas, demonstrar emoção. E outro dia num trabalho, a espiritualidade sugeriu que a gente quando chegasse em casa, mesmo com as diferenças que a gente tem, a gente no desface abraçasse alguém, dissesse alguma coisa que a gente não costuma dizer, arranja um jeito. não precisa também chegar com aquela falsidade que seria. Aí eu cheguei em casa e pensei: "Como eu vou fazer isso? Sabia difícil, consigo falar, mas fazer não vai ser fácil". Aí eu cheguei e fiquei esperando um momento razoável, tava meus dois netos e tal. Aí eu virei e falei assim: "Olha, cheguei ali de uma palestra e na palestra a espiritualidade disse quando chegasse casa a gente fizesse uma transmissão, transfusão de energia para aqueles nossos familiares pelo abraço." Aí eu fui lá, abracei. Aí o que é que houve? Todos me abraçaram. Talvez até pode ter sido até por dizer esse cara pirou, mas aconteceu. Então o que significa isso? Temos dificuldades de expressar os nossos sentimentos? Temos sim. Uns encontram mais facilidade. Eu às vezes me sinto confortável em transmitir o que sinto falando para as pessoas, dizendo o que eu penso, o que eu acredito, sem importar se as pessoas estão acreditando. Procuro falar com convicção, usando aquilo que eu posso com a palavra, mostrando que o que tá saindo tá vindo do meu coração. Mas não sei dizer suave. Se eu disserve, não sou eu. Mas quando eu tô dizendo aqui, eu tô abraçando cada um de vocês naquilo que eu me referi recente. Solidariedade. Solidariedade. Solidariedade nos dá a energia da transformação. É olhar para as pessoas. Quantas pessoas às vezes batem a nossa porta e a gente já olha com desdém, caminha

feri recente. Solidariedade. Solidariedade. Solidariedade nos dá a energia da transformação. É olhar para as pessoas. Quantas pessoas às vezes batem a nossa porta e a gente já olha com desdém, caminha pela rua, é lógico, somos incomodados e essa é a ideia o tempo inteiro na rua, mas pergunta à pessoa que lhe abordou de uma forma ou de outra, como é o seu nome? A pessoa se assusta porque naquele momento você disse assim: "Você é, você existe, não importa, eu não tenho nada para lhe dar, nem tô com disponibilidade, mas eu tô lhe dando a minha certeza de que você tá aí." E a maioria das vezes a gente não faz isso. A gente resolve fazer isso quando a gente tá angustiado em que essas ações educativas da vida nos procuram de maneira mais intensa, seja lá de que forma for. Aí a gente se torna genoflexo, baixa a fronte, é capaz de se ajoelhar para achar que tá enganando a Deus. Ele não precisa disso. Levante a cabeça, caminhe com segurança, se aceite. Isso é fundamental. Se aceitar é fundamental, porque se a gente não se aceita, nós não conseguimos transitar de forma confortável diante da vida. ficamos limitados e sempre necessitados. E se o mestre disse: "Sois deuses?" Vamos levar isso a sério? E se somos deuses, podemos fazer coisas importantes para aqueles que estão à nossa volta. Tersibilidade para isso, crescer. Não é fácil, mas não é impossível, senão nós estaríamos limitados há tanto tempo atrás. já somos exilados de locais aonde nós tínhamos inteligência, livre arbítrio, mas a condição moral era precária. Então, evidentemente, pela lei de deslocamentos e afinidades, a gente vai sendo encaminhado amorosamente para outras moradas. E são tantas as moradas na casa do pai, como o mestre também disse, chegar e se mudar de malicuia, como diz na nossa terra, depende de nós. Quando nós reencarnamos, partimos de um porto, muitos se despedem de nós. Entramos num barquinho vazio, mas cheio de caixas preparadas para que a gente venha buscar aquilo que nós assumimos o compromisso

ndo nós reencarnamos, partimos de um porto, muitos se despedem de nós. Entramos num barquinho vazio, mas cheio de caixas preparadas para que a gente venha buscar aquilo que nós assumimos o compromisso de levar de volta. Aqui chegamos, somos recebidos por outros num porto material. são aqueles, seja lá de que forma for, familiares, aqueles que nos recebem, porque a gente chega dessa forma pela consanguinidade, estruturada ou não, mas é assim que chega. E aqui nós chegamos e começamos o processo da vida. E o que é que depois tá pronto pra gente levar de volta? Não vamos encher todos esses baús. Podemos ter certeza disso, porque às vezes a gente diz que vai levar muito mais coisa do que vai conseguir. Mas se levar um percentual razoável já tem um nível de importância e outras tantas oportunidades teremos. Uma vez eu estava em Portugal para terminar e eu estava numa cidade chamada Tomar. estava eu e a minha mulher. E eu gosto muito dessa história portuguesa. Eu me sinto muito lá. Deve ter sido de outras oportunidades. E aí eu fui visitar um castelo. A coisa que mais tem lá é castelo, né? Mas fui visitar um dos castelos bastante simbólicos que ele tinha muito a ver com os Templários. Cidade de Tomá. Fiquei hospedado num hotel chamado Tomar. E quando nós estávamos caminhando, passamos por um portal, entramos, tinha um cidadão carinhosamente cortando um arbusto ali agachado e tal. Eu me aproximei, fiz um elogio a ele. Ele levantou, se sentiu prestigiado e como todo bom português desandou a contar a história daquilo tudo e eu quieto ali escutando. E aí ele me falou: "Pois é, em cima moravam os lal e esta área toda aqui era para alimentar os poderosos". Agora não, tudo acabou aqui, agora é um jardim e tal e o senhor vai andar aqui e vai ver tudo. Aí eu andei um pouco e ele disse: "Vá visitar o a cadeira do rei". Aí naquela trilha era uma trilha de 3 km e e aí a Cláudia tava de salto alto, ela foi ir lá, ela vai dar 3 km nessa pirambeira, não tem chance. Eu falei: "Então vamos

"Vá visitar o a cadeira do rei". Aí naquela trilha era uma trilha de 3 km e e aí a Cláudia tava de salto alto, ela foi ir lá, ela vai dar 3 km nessa pirambeira, não tem chance. Eu falei: "Então vamos deixar para vir amanhã e vamos voltar". À noite estávamos nesse hotel, tava frio, e ao lado da minha cabeceira tinha um um caderninho pequeno assim com aqueles lápis pequenininho que às vezes tem em hotel, né? Tava lá assim. Aquilo quando eu olhei me chamou atenção, não mexi, mas tava ali. Deitamos, de repente eu eu me senti fora e olhei para mim assim, era uma veste, uma veste bege e que parecia que tinha um alfaiate que tirou as minhas medidas e disse: "Essa é tua roupa". Quando eu olhei para aquilo e tinha um um corredor assim com uma certa luminosidade que eu não via lâmpada, mas tá, eu pensei com meus botões, morri. Então, fiquei numa agonia, eu falei, morri. E agora? O que é que eu vou fazer? Porque pelo que a gente vivencia de tanto ler coisa espiritual, tal, tal, e a partir é normal, bem que a gente não quer, né? Ficar agarrado, tudo bem. senão a gente também saía atravessando a rua sem olhar. Aí eu fui andando naquele corredor, dis, chega uma senhora de uma idade avançada, mas jovem, bem fisionomia jovem, vestida também com a roupa, com a tonalidade parecida com a minha. Eu pensei, morri mesmo. Fui. Aí ela falou assim: "Tudo bem, eu eu eu disse: "Perguntar eu não vou. Ou me conta ou perguntar eu não vou". Ela disse: "Podemos ir pro refeitório?" Aí é que aí é que complicou mesmo. Digo agora chegamos num local, fizemos uma curva assim, tinha um refeitório enorme, padrão, e aquele pessoal conversando, sentado, e aí sobrava, sobravam dois lugares bem na entrada assim. Ela falou: "Vamos embora os nossos lugares". Eu sentei, aí eu fiquei olhando para aquilo tudo e miningi também me olhou assim como se tivesse percebendo que eu tava ali, mas ela tava conversando comigo, ela disse: "Ó, você vai tomar aqui um caldo". Aí eu pensei, é caldo, coisa de espírito. Aí me dá caldo, né? E outras às vezes dizem

tivesse percebendo que eu tava ali, mas ela tava conversando comigo, ela disse: "Ó, você vai tomar aqui um caldo". Aí eu pensei, é caldo, coisa de espírito. Aí me dá caldo, né? E outras às vezes dizem assim: "Vou levar você paraa cachoeira mesmo, porque você não gosta de água, né? Vou levar aqui, mas digo: "É caldo, caldo é danô". É isso aí. Aí quando eu experimentei o tal do caldo, aí me deu uma certa satisfação. Ele tinha sabor de tudo que eu gosto. Aí é bom. Eu digo, pelo menos eu não vou ficar aqui cobrando aquilo que ficou para trás. Mas enfim, dali terminamos, ela disse: "Eu vou te levar no no nos teus aposentos". N fomos andando, chegamos num pequeno cômodo assim, clean. Tinha um como se fosse uma cama, um um armário clarinho num canto assim, sem sem porta, só coisa. Ela disse: "Olha, tire os objetos que você não vai precisar e coloque nesse envolv". Aí eu peguei, tirei, eu tinha minha carteira de motorista, né, que tinha idade, o o meu meu nome, aquela coisa. Peguei aquilo, botei assim. Aí eu tava, parecia que eu tava com 100€ ali. Eu disse: "Eu não vou botar esse euro não, porque eu posso precisar para comprar alguma coisa, eu vou ficar com o euro." Aí eu falei: "Mas identidade também, porque eu vou precisar me identificar se perguntarem". Peguei aqueles dois negócios, vai botei de volta no bolso. Aí eu vi uma luminosidade, eu vou andar mais rápido, tá? Vi uma luminosidade. Aí o pessoal disse assim: "Mas com tanto detalhe", eu digo porque eu escrevi nesse caderninho, tá? Por isso, senão não lembrava tudo isso não. Aí quando eu vi, eu disse, será que aquilo é banheiro? Não é possível. Se for banheiro, não é possível. Cheguei lá, cheguei, era um banheiro. Tinha um espelho que batia na altura do meu abdômen, aquele espelho. Eu me olhei, nisso, o espelho ficou leitoso. Aí eu não vi mais a minha imagem. E aí, como se fosse uma escrita assim, eh, você devolva as coisas que você não precisa. Esse nome é o que você teve. Já teve tantos outros e ainda muitos outros você terá.

não vi mais a minha imagem. E aí, como se fosse uma escrita assim, eh, você devolva as coisas que você não precisa. Esse nome é o que você teve. Já teve tantos outros e ainda muitos outros você terá. Aí eu falei, mas o que eu conheço é João Leal. Eu fiquei quieto. Aí começou a aparecer várias telas, como se fosse o monitor da Câmara aqui da comunhão, mostrando várias imagens para depois montar. Eu olhava para aquilo e eu me via em diversas situações. Depois aquilo apagava e de novo escrevia assim: Você só leva e vai ter necessidade daquilo que você fizer da vida. Essa é a sua identidade. Isso é que você vai precisar. Uma excelente noite aos que estão nos ouvindo. Obrigado pela paciência. de ter escutado. Para mim foi muito bom, porque eu vou sair daqui fazendo reflexão das coisas que eu falei e agradecido como sempre a espiritualidade que está com todos vocês, que carinhosamente os ampara e protege. Socorre todos aqueles que vieram enxugar lágrimas. Eu tenho certeza que cada um deles recebeu um lenço de esperança. Use porque vai trazer conforto, tranquilidade e paz. Graças a Deus. Obrigada ao nosso irmão João Leal, que compartilhou conosco esses aprendizados, essas experiências que marcaram a sua vida e que agora também trouxeram um pouco de luz para pras nossas vidas, que nós possamos nos banhar dessas experiências, dessa dessa luz e que isso possa servir também para que a a gente aprenda um pouco mais e possa tomar as decisões e fazer o que é necessário nas nossas vidas. Então, convido vocês agora mais uma vez para nos alimentarmos dos ensinamentos e do amor do Cristo nesse banquete que é a prece, elevando o nosso pensamento, agradecendo por mais esse momento de aprendizado, de alegria e de compartilhamento que nós tivemos aqui. Agradecemos pela presença dos nossos mentores que aqui estão nos dando as suas melhores energias, cuidando de cada um de nós, amparando, trazendo aquilo que precisamos para que a gente possa sair daqui renovado pra semana que se inicia.

mentores que aqui estão nos dando as suas melhores energias, cuidando de cada um de nós, amparando, trazendo aquilo que precisamos para que a gente possa sair daqui renovado pra semana que se inicia. que essas luzes aqui compartilhadas iluminem a nossa vida e com isso ajudem a iluminar tantas outras que tocam a nossa existência neste momento e as quais nós estamos vinculados e com quem nós aprendemos, ensinamos e sobretudo compartilhamos. Pedimos por aqueles nossos irmãos, mais uma vez, aqueles nossos irmãos que em algum momento tomaram a decisão de deixar essa vida, de abreviar a sua existência ou que pensam nessa possibilidade de causar dor a si mesmos, que eles sejam também agora neste momento fortalecidos, amparados na dor que trazem, para que possam sentir a luz nos cantinhos escuros da alma para que possam sentir o calor, o abraço, o apoio, a mão que se estende, para que possam voltar a ter esperança, que possam voltar a se sentir fortalecidos e saber que não existe dor que permaneça para sempre, que não existe problema que não possa ser resolvido e que não existe melancolia que não possa ser preenchido. pelo amor daqueles que estão ao nosso lado. Saibamos que nenhum de nós está sozinho, nenhum de nós está desamparado. Todos nós temos seres que nos amam imensamente e que estão ao nosso lado torcendo e agindo para que nós possamos superar as dificuldades e conquistar aquilo que precisamos para que nós possamos sair das dificuldades e caminhar mais um passo, dar mais aquele momento que que nos aproxima do melhor de nós e nos distancia daquilo que é que são os nossos problemas e as nossas imperfeições. Percebamos as mãos estendidas para nós. Percebamos a luz que entra e permitamos que ela nos ilumine. Que Jesus esteja conosco hoje e sempre. Que assim seja. Muito obrigada a todos. Uma ótima noite e deixo aqui o nosso irmão que nos convidará para mais um banquete que é o passe. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de mental e espiritual, substituindo os

tima noite e deixo aqui o nosso irmão que nos convidará para mais um banquete que é o passe. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios. por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida.

nidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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