João Leal | O QUE EU FAÇO COM A MINHA LIBERDADE? (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 31/03/2025 (há 1 ano) 1:05:11 1,189 visualizações

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Transcrição

a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Boa tarde. Boa tarde a todos que nos ouvem, que nos assistem pelas redes sociais vinculadas à Comunhão Espírita de Brasília e a todos vocês encarnados e desencarnados que comparecem a nossa casa, esse auditório, para mais uma atividade da casa, particularmente no dia de hoje, domingo, em que nós dedicamos essa esse trabalho, essa atividade onde vocês daí, nós daqui participamos desse trabalho em prol dos nossos irmãos que abreviaram sua vida por esse ato impensado por os seus familiares e por todos aqueles que estão com essa ideação de tomar um uma medida drástica em sua vida. Hoje teremos uma palestra do nosso irmão Leal, filho da dona Ana Leal, que criou esse trabalho há 60 anos atrás por aí, né? Bem por aí, bem por aí. Eh, criou esse trabalho da pressa aos suicidas. Ele vai nos falar exatamente sobre a questão da liberdade, né? sobre o que fazermos com a liberdade. É um tema bastante interessante para o nosso conhecimento. E a mensagem de harmonia tem tudo a ver com essa palestra, é do livro Senhor e Mestre de Carlos Bascielli e do irmão José, a autoria da palestra. E a mensagem 63 que tem o título escolha. O que pensas é consequência do que és. Ages impelido pelas próprias ideias, falas do que se te repleta o coração. Quase sempre vives do modo que mais te agrada. Estás em contato com pessoas de tuas afinidades. O pão espiritual de que te alimentas é o que te mais te apetece ao paladar. Não digas, pois que não tivestes oportunidade de escolha. e harmonizado que já estamos. Convidamos a todos que entremos em prece, essa prece inicial, elevando o nosso pensamento ao Pai Criador, a Jesus, nosso modelo, nosso guia, aos mentores dessa casa e aí citamos Bezerra de Menezes, o nosso patrono, orando, Senhor, para que tu tenhas misericórdia de cada um de

so pensamento ao Pai Criador, a Jesus, nosso modelo, nosso guia, aos mentores dessa casa e aí citamos Bezerra de Menezes, o nosso patrono, orando, Senhor, para que tu tenhas misericórdia de cada um de nós, viajes na nossa tela mental, e amenize as dores que afligem o nosso coração. Pai amado, visita os nossos lares, os nossos locais de trabalho. Visita-nos, Senhor. Esteja conosco para que possamos, Senhor, aprender a adotar condutas da vida que nos dê liberdade de ação, de pensar. Muito obrigado, Senhor. Que a tua paz se faça hoje e sempre. abençoe e intua o nosso irmão João Leal nessa palestra que irá iniciar. Graças a Deus e graças a Jesus. Bom final de tarde a todos. esse trabalho para mim, me desculpem, se a dona Ana não se afasta, eu não faço a palestra. Ele tem um significado muito grande. Eu comecei aqui muito jovem. E essa senhora que me deu a oportunidade de estar aqui reencarnado, a sorte dela que quando eu cheguei, não cheguei com essa fisionomia, cheguei igual o bebê que aí estava. Então ela não se assustou, mas aceitou e foi um uma orientação para mim muito grande desde muito cedo. A emoção vai parar daqui a pouco, podem ter certeza. Mas esse trabalho para ela tinha um sentido muito grande, que é o sentido que até hoje é levado com a emoção da prece dos suicidas. Naturalmente esses amigos que anteciparam o seu retorno para o plano espiritual, por não suportar muitas vezes as situações que a vida nos coloca como oportunidade de crescimento espiritual e não como problema. Aliás, é algo que nós temos que começar a modificar na nossa forma de perceber as situações que a vida exige de nós. mais atenção, mais cuidado, que faz com que a gente tenha ansiedade, angústia, mas temos que lutar muito para não deixar que se transforme num processo depressivo, porque aí é onde mora, reside todo o perigo da gente parar de querer a vida. Mas, evidentemente, a lei do universo não está preocupado com a velocidade como nós caminhamos. A lei está estabelecida. regras que não são mexidas, estão

odo o perigo da gente parar de querer a vida. Mas, evidentemente, a lei do universo não está preocupado com a velocidade como nós caminhamos. A lei está estabelecida. regras que não são mexidas, estão colocadas à nossa disposição para que inclusive todo o nosso processo de crescimento espiritual seja e não poderia ser diferente pelo nosso próprio merecimento e trabalho. Nós conseguimos, como aqui estamos no ambiente coletivo, aqueles que nos ouvem, que nos assistem pela TV Comunhão, quem eu cumprimento também, aqueles todos e todos nós temos um enzima que linca a nossa relação com o universo, que é a solidariedade. Mas o processo evolutivo é solitário. O meu é meu e o de cada um de vocês a vocês pertence. Esse é o primeiro ponto que a gente tem que começar a entender a vida para que a gente possa perceber os nossos valores, a nossa força, porque temos na nossa intimidade algo que foi passado pelo mestre, dito talvez por muitos, mas ele foi enfático. Ele disse em algum momento para nos chamar a atenção e balançar a nossa intimidade, ele disse: "Sois deuses e somos e temos que acreditar nisso. Porque se nós pararmos para perceber a grandeza do universo que orbita na nossa intimidade, tanto fisicamente como espiritualmente, nesse orbe ainda pequeno, mas de extrema oportunidade para o que nós precisamos para trabalhar o crescimento espiritual, dá pra gente perceber o quanto que somos importantes e não acreditamos nisso. Por isso, muitas vezes nos fragilizamos diante das situações que eu já disse aqui, que nós chamamos de problemas e que não são. São oportunidades colocadas no nosso caminho para que a gente tire o melhor proveito, avance e faça a conquista do passo seguinte. É isso que nós precisamos entender. E essa doutrina que nós abraçamos, essa sistematização feita pelo companheiro Kardec, que não inventou nada, apenas foi buscar no momento certo para reorganizar e trazer para documentos palpáveis um início de pesquisa para que a gente pudesse ir avançando. E a partir daí os

iro Kardec, que não inventou nada, apenas foi buscar no momento certo para reorganizar e trazer para documentos palpáveis um início de pesquisa para que a gente pudesse ir avançando. E a partir daí os desdobramentos que todos nós temos conhecimento que acontece o tempo inteiro em toda a literatura periférica que trata do assunto. Então, é para deixar isso bem registrado. Agora nós vamos tratar de alguns pontos de conquista. De conquista. Se eu não falasse dessa forma, eu estaria anulando toda essa abertura que eu fiz responsabilidade do compromisso de cada um de nós com a sua própria existência. Esse escafandro que está aqui, que é o corpo físico, nos permite chegar essa atmosfera reencarnatória para fazer o trabalho. Sabe-se lá o tempo que está reservado para cada um de nós. Mas esse trabalho tem que ser feito, porque na hora que esse tecido se rompe pela natureza do trabalho e do tempo, que é a expectativa de todos nós, há um retorno pra gente voltar, descomprimir essa atmosfera que aqui estamos e respirar melhor num espaço mais tranquilo do plano espiritual, também com a sua dimensão bem organizada, definida e palpável. Então, nós temos que olhar para nós e tudo aquilo que nós temos à disposição, podem ter certeza, foram conquistas de cada um de nós. Quando nós falamos que já temos a inteligência, o livre arbítrio, isso não foi ofertado simplesmente, você vai ter livre arbítrio e você vai ter inteligência. são passagens. Nós saímos de algum momento da intimidade do criador e caminhamos em direção ao retorno da intimidade do Criador. E para isso, uma série de conquistas têm que ser buscada por cada um de nós. E aí eu volto de novo à simplicidade do mestre que sem escrever absolutamente nada, que parece até que quando escreveu alguma coisa foi na areia porque sabia que o mar ia apagar. Porque se ele deixasse algum escrito, nós estaríamos distorcendo de acordo com a nossa conveniência. É normal isso. Precisamos nos proteger e aí mudamos todos os ritos, se possível

ue o mar ia apagar. Porque se ele deixasse algum escrito, nós estaríamos distorcendo de acordo com a nossa conveniência. É normal isso. Precisamos nos proteger e aí mudamos todos os ritos, se possível for, para que a gente seja favorecido. Agora, ele disse algo muito interessante. A cada um as suas obras, faça por onde que você será ajudado. E em momento algum, quando algumas coisas aconteciam que se intitulam de milagres, mas ações de energia que a gente até hoje não consegue entender com muita propriedade, ele também não trazia para si a vaidade, mas ele dizia a tua fé. Ele passava sempre a responsabilidade justa da ação de cada um de nós no processo da transformação. Porque se assim não for feito, nós não vamos ter mérito e não vamos a lugar nenhum. No plano carnal, nós conseguimos nos esconder e nos afastar da ação meritória por diversos fatores, mas no plano do espírito, da essência, da inteligência do universo, não é impossível. Por isso, até quando se dedicar às orações, às preces, seja lá a crença de cada um, como for, tem que dar o passo adiante, a ação, porque sem a ação de transformação, prece vazia, tempo perdido, vibração que não chega a lugar nenhum, porque não tá chegando a você que é o interessado primeiro. Para dar um exemplo, é como se fosse um veículo novo de altíssima tecnologia. O tanque, se for a combustível cheio, você entra nesse carro, liga e fica quieto. Com o tempo ele vai super aquecer, acaba o combustível. Se não derreteu o motor antes e você não foi a lugar nenhum, você não caminhou, então entre no carro, por mais precário que seja, porque é aquele que você merece. Faça o movimento de engrenar uma marcha de avanço e busque o destino que você definiu, porque esse é o objetivo de todos nós que aqui estamos. Não temos como fugir disso. Devemos inventar qualquer história outra, mas se tiver alguma melhor, me contem, porque quem sabe eu prefiro seguir. Mas essa é a verdade. Então, todas essas coisas, livre arbítrio, inteligência, direito de

s inventar qualquer história outra, mas se tiver alguma melhor, me contem, porque quem sabe eu prefiro seguir. Mas essa é a verdade. Então, todas essas coisas, livre arbítrio, inteligência, direito de é conquista do espírito. Ao longo de todo o processo evolutivo que nós estamos aqui sendo beneficiados. A história de cada um aqui é muito longa, muito longa para um tempo dentro da nossa referência de contagem, mas paraa lei do universo, pouco sentido isso faz. Por isso que o criador que está na nossa intimidade espera que a gente volte o olhar para dentro de nós no tempo que estiver definido pela nossa vontade. E aí agora eu vou começar a falar um pouco dessa liberdade. Parece fácil quando a gente diz assim: "O que é a liberdade?" A palavra, ela já dá uma ideia bastante clara. está solto, está livre, posso ir aonde quiser, é o meu desejo, a minha expressão. Perfeito. Mas vamos tratar da liberdade da vida do dia a dia. Por que que esse tema surgiu? Eu conversava com a Liisier, que é uma companheira nossa também de conselho, e ela que organiza essas palestras. principalmente as do domingo, sábado e domingo. E eu conversando com ela sobre liberdade, eu disse, aconteceu um fato muito interessante. Nós hoje estamos no conselho novamente, mas numa época mais atrás que até a Maíse também participava do conselho, se tomou uma decisão do colegiado que nós deveríamos eh assistir palestras de pessoas para poder evitar que algumas coisas fossem colocadas de forma distorcível. Tudo bem. Particularmente eu até fui voto contra. Porque eu acho que qualquer um tem coisas importantes para dizer. Se a gente não tiver acando, faça um crio, avalie, transforme, mas a gente sempre tira proveito porque é sempre uma inteligência se expressando, mas tava colocado. E aí as palestras todas eram definidas por temas assim, o Leal-feira é um exemplo, vai falar sobre capítulo primeiro do Evangelho, segundo espiritismo. fulano vai falar dia tal e aquilo me incomodava muito porque eu queria liberdade para dizer o que tava

, o Leal-feira é um exemplo, vai falar sobre capítulo primeiro do Evangelho, segundo espiritismo. fulano vai falar dia tal e aquilo me incomodava muito porque eu queria liberdade para dizer o que tava na minha cabeça. E aí um dia eu pedi: "Por favor, me ajudem, não botem mais tema, deixa eu falar aquilo que eu me preparar para isso, OK?" E assim foi feito. Aí no dia específico que eu estava aqui, o auditório tava cheio porque era um domingo também, sentado aqui no no primeiro banco, tava Maise. Eu olhei para Mais, falei: "Mas eu vou lhe contar uma história. Eu estou aqui há uma semana num processo de angústia tremendo, porque me deram a liberdade para eu falar o que quiser, se eu não consigo achar um tema". Eu fui ficando desesperado. Eu cheguei aqui sem nada para falar. Aí eu olhei para ela e disse: "Sabe por que que eu vou falar hoje? O que fazer com a liberdade? Nós não conseguimos nem saber o que fazer com a nossa liberdade. Nós não conseguimos trabalhar o nosso livre arbítrio numa direção objetiva que possa nos ajudar, nos ajudar. Olha o sentido maior para que a gente cresça, abra o coração e enfrente compromissos e dificuldades usando esse instrumento, a liberdade. Mas a liberdade traz algo muito grande na sua sombra. Eu vou usar esse termo, não é um termo de sombra escuro, mas sombra está na espreita. A responsabilidade é um agregado extremamente complexo, a responsabilidade do que fazer com a liberdade. E aí eu peço a vocês que se questionem, façam uma reflexão profunda do que é que cada um faz. com a sua liberdade, com a sua condição de ir e vir, de externar seus pensamentos, de externar os seus sentimentos, seja lá de que forma, foi em direção a quem quer que seja, a grupos sociais, a pessoas ligadas a você do relacionamento, das suas diferenças de vida. Isso tudo tem que ser muito pensado por nós, para que a gente não permaneça na pior das situações, que é o tempo inteiro pedindo a Deus, aos espíritos, ah, seja lá quem for, das nossas crenças, que nos socorra

tem que ser muito pensado por nós, para que a gente não permaneça na pior das situações, que é o tempo inteiro pedindo a Deus, aos espíritos, ah, seja lá quem for, das nossas crenças, que nos socorra sem que a gente faça um exercício de facilitar que essas ajudas, às vezes até pelo próprio mediunidade universal, que é a intuição, que não pertence ao espírita, a quem quer que seja, mediunidade universal, ela possa nos mostrar o sentido das coisas. Precisamos trabalhar isso. Não adianta a gente permanecer dizendo: "Eu vou àela casa espírita para tomar um passe". Ótimo. Passe faz parte de um processo de terapia num contexto, mas o passo isoladamente com essa expectativa de que vou lá deixar o meu pacote de problemas para que alguém que está com as mãos postas diante de mim fique com eles. Isso não é verdade. não vai acontecer, porque tudo tem que ter o avanço, a consequência, a ação para que tenha resultado. É básico isso. E se fosse diferente, nós estaríamos diante de algo que não existe no universo, que é a injustiça. A injustiça é uma ação nossa de atitude pessoal, ainda por não perceber as coisas com a clareza que ao longo do tempo a gente vai conquistando. Portanto, não desanimem, vamos em frente. Então, essa liberdade tem esse sentido de muita responsabilidade para ser trabalhada por nós ao longo da nossa existência. Tem uma outra história que um dia eu tava tentando me expressar para alguém. Como é que é esse pedido que a gente faz o tempo inteiro a Deus, né, nas nossas agonias? Então, um cidadão e eu vou me colocar na posição desse cidadão, sou eu sentado fazendo um pensamento apelativo. Meu Deus, me ajude. Eu preciso resolver isso, aquilo, aquilo. De repente eu olho pro lado, aparece um cara sentado me olhando. Eu olho para ele e digo: "Quem é você?" Falou: "Ué, você não tava me chamando? Eu sou Deus". Agora eu quero lhe pedir perdão. Porque eu levei fração de segundo para chegar até aqui ao teu lado. Sabe por quê? Porque eu estava rodando esse universo. Quando eu tô me

va me chamando? Eu sou Deus". Agora eu quero lhe pedir perdão. Porque eu levei fração de segundo para chegar até aqui ao teu lado. Sabe por quê? Porque eu estava rodando esse universo. Quando eu tô me referindo a você do meu atraso, eu tô falando em universo. Não estou falando no orb que você habita, não estou falando na galáxia que você tem conhecimento e outras mais que já estão aí sendo descobertas. Tô falando do universo, por isso que eu demorei um pouco. Mas também não precisa você, Leal me dizer o que você quer. Eu já sei. Quando você agitou o seu campo íntimo nas suas solicitações, imediatamente eu já tinha o relato do que você estava para me pedir. Agora, o que você me pede é o que todos pedem. É romper. A lei que eu não sei aonde estava com a cabeça na época que criei e que não posso desfazer. É uma causa pétria. Ela não pode ser mexida, que é a lei de causa e efeito, ação e reação. E nem precisa você, Leal isso pro lado da religiosidade, leve paraa física. Bateu, voltou. Então, dói, dói. Mas essa é a realidade. Você tem que fazer a tua parte. Agora, o que eu posso fazer é o que as pessoas que te rodeiam também fazem. É o estímulo. Vaiá em frente, toque a sua vida, faça suas correções, derrame as lágrimas que tem que derramar. Traduz essas lágrimas em algo que possa regar uma árvore nova na tua existência, adubada pelo seu desejo de se transformar. Isso é que precisa ser entendido por nós. É uma lei que não pode ser mexida. Essa é a lei. Eu tô dizendo para vocês, eu sei que todos vocês sabem disso, é pedir sabendo que não tá merecendo. Tô errado? Sei que não tô, porque eu faço isso também, não sou diferente de vocês. Aí vem aquele acabrunhao, aquela é como é que eu vou levar adiante se eu não estou fazendo por merecer. Essa é uma realidade. Eu gosto muito de história. Vou contar mais uma para vocês que essa me deu a maior lição de vida. Eu muito jovem, 14 anos de idade. Ali eu entendi o que que é faça por onde. No início de Brasília nós tínhamos poucas possibilidades de

ontar mais uma para vocês que essa me deu a maior lição de vida. Eu muito jovem, 14 anos de idade. Ali eu entendi o que que é faça por onde. No início de Brasília nós tínhamos poucas possibilidades de trabalho, como nós temos hoje, né? Temos hoje comunhão, diversos outros centros, em diversas situações. Hoje a tecnologia nos permite que a gente se comunique, que o que a gente tá falando aqui agora, outras pessoas estão escutando e depois se não tiver tempo escuta mais tarde. Mas eu era uma figura interessante chamada cambono. Vocês sabem o que é um cambono na Umbanda? Cambono é o ajudante da falange dos pretos velhos. E eu era cambuno, muito curioso, menino, ligado naquilo tudo e um médium que na época fazia um trabalho, era os trabalhos feito em casa, chamado seu Afonso, um senhor de idade, ele aí disse: "Você vai ser o meu cambono e tudo bem". E aí quando tinha aquela preparação toda para o trabalho iniciar, o seu Afonso só fazia o recebimento do preto velho quando eu já preparava tudo, né? a as as coisas, eu trazia uma sacolinha com tudo que ele ia precisar e eu ali botava e tal. Eu não vou aqui detalhar, mas ele aí incorporava. Aí ele ficava me fitando assim com aquele olho que passar, parecia que tava passando pela minha cabeça. Aí pegava um cachimbo que eu entregava ele, ele pegava aquele cachimbo, pitava e tal. Um dia ele virou para mim e disse: "Cafrioto, ele me chamava de cafrioto, deve ser algum nome africano, não sei. Cafrioto, eu vou lhe dar esse cachimbo. Leve esse cachimbo. Quando você tiver as suas agonias, vá num cantinho dê três baforadas. Três baforadas. Vai fumar não, e me chame que eu venho lhe ajudar. Tá bom. Peguei o caixinho, guardei tal. Passou aí um mês, dois, sei lá. Eu estudava no colégio marista de Brasília. Muitos aqui devem ter estudado. Estudmão Lino, professor de matemática, coleção FTD, livro de capa dura. Não me sai da memória. Teoremas. Nossa senhora, eu detestava teorema. E teorema é o seguinte: ou você sabe ou desista. Você não liga as peças

professor de matemática, coleção FTD, livro de capa dura. Não me sai da memória. Teoremas. Nossa senhora, eu detestava teorema. E teorema é o seguinte: ou você sabe ou desista. Você não liga as peças sem saber. E aí eu cheguei lá todo tranquilão. Meu pai me deixou lá no colégio e eu tranquilo, pitei. É, agora vou me sair numa boa. Pessoal, eu comecei a suar assim igual pano de cuscuz, não vinha nada na minha cabeça. E eu, preto velho, cadê você? Preto velho? Você me enganou. Cadê você? Eu desesperado, já tava quase que verbalizando para todo mundo na sala. Eu acertei duas coisas na prova. É o meu nome e a turma. É lógico, recuperação. Aí eu saí de lá desesperado, já cobrando mentalmente tudo que eu podia. Aí na quarta-feira era a reunião. Quando o seu Afonso chegou, eu já estava olhando para ele, o médium cobrando aquilo. Cadê? Aí fomos lá para aquele local, sentamos, botei o tamburete, aquelas coisas. Aí ele incorpora. Aí diz que afriou o cachimbo. Não, o que ele nó era o outro dele. Eu entreguei para ele, ele pegou o cachimbo e botou o braseiro dentro da boca e soprava assim. Aí vinha aquele fumaceirão em cima de mim. Aí ele falou: "Cafrioto, deixa eu falar um negócio para você aqui. Aquele negócio que você não sabe, preto velho sabe muito menos". Moleque, eu falei para você pitar, pedir minha presença para eu ajudar a botar para fora aquilo que você se esforçou para estudar. Você não estudou nada, não sai nada. Eu não perdi assim de imediato a decepção com ele, não. Continuei porque eu achei que ele podia fazer milagre. Aí, olha a história seguinte, já tô falando disso aqui de uns 3 anos ou quatro atrás, antes da pandemia, eu estava viajando. Aí a minha filha ia fazer uma prova. Daí quando ela, eu voltei, ela disse: "Poxa, pai, eu fui fazer uma prova e eu lembrei daquela sua história do cachimbo. Eu fui lá naquela tua gaveta e achei o cachimbo. Caximbo tá lá até hoje. Eu tá. Aí disse: "Eu dei as três pitadas, não aconteceu nada também". Aí eu fui lá, cadê o cachimbo? Aí ela foi lá, trouxe.

bo. Eu fui lá naquela tua gaveta e achei o cachimbo. Caximbo tá lá até hoje. Eu tá. Aí disse: "Eu dei as três pitadas, não aconteceu nada também". Aí eu fui lá, cadê o cachimbo? Aí ela foi lá, trouxe. Eu digo, tu errou duas coisas. não ter estudado e não é nem esse o cachimbo. Esse era um cachimbo. Quer dizer, ele errou por não ter feito e ainda errou o cachimbo. Quer dizer, não deve nem ter dado trabalho ao preto velho de vi. Mas enfim, gente, isso é para dizer o seguinte. A tua vida é tua vida, está em tuas mãos fazer o trabalho de crescimento espiritual. Porque quando chega na hora do nosso retorno, eu me assusto muito com essa hora, viu? É o que nós vamos ter para mostrar para nós mesmos. Não é para ninguém, é para nós mesmos. Aí vem o juiz primeiro do universo que não tem toga. Não vai dizer você vai pra esquerda, pra direita, para cima, para baixo. Não vai. Não existe esse tipo de julgamento. Ele tá aqui em cada um de nós. consciência é o acumulado no nosso arquivo de vidas, de todas as nossas histórias, vivências, atitudes, compromissos, ações escorregadas ou não, mas sempre com o dia seguinte à disposição pra gente refazer o ontem e o hoje, que, aliás, o ontem já era, o hoje tá acontecendo. O amanhã vai depender de todos esses processos acumulados do que a gente vai ter como oportunidade de reorganizar a vida, fazer o trabalho, ter esperança. O que nós não podemos nunca é desanimar, porque se tá tudo à nossa disposição, se nós somos os responsáveis, primeiro não tem ninguém que está delegado para fazer o nosso trabalho de vida, mas ninguém. Esse é o melhor dos procedimentos e das coisas que são colocadas nessa criador na nossa intimidade. Outra historinha também interessante, era um voltão, Paulo, Brasília, tempo tava bastante esquisito, mas o cara levantou. Quando ele levantou, aquilo bateu um raio assim que a gente chegava, só faltou passar pelo corpo de todos nós e aquilo balançou. E eu estava com a minha mulher e ela segurou meu braço, deu uma cravada de unha. Aí eu puxei o braço e

eu um raio assim que a gente chegava, só faltou passar pelo corpo de todos nós e aquilo balançou. E eu estava com a minha mulher e ela segurou meu braço, deu uma cravada de unha. Aí eu puxei o braço e falei: "Me larga, você acha que eu tô pendurado em algum gancho? Se esse avião cair, você tá agarrado em mim? Vamos descer os dois juntos". Aí ela falou assim: "Ah, mas você também, pô, com essas suas histórias." Eu digo: "Não, mas é verdade, você tá furando meu braço". Aí aquilo passou quando ela falou: "Mas você, eu ali agoniado, eu digo, tu acha que eu não tava?" E eu ia fazer o seguinte, agarrar no pescoço do cara do lado, pô, para me segurar. Aí ela falou: "É". Aí eu disse, "E quando chegasse lá embaixo e a gente se descolasse do corpo, pode ter certeza que você ia para um lugar, inclusive melhor do que eu. Você não queria, ia querer ficar agarrada no meu braço." Então são exemplos que a gente tem que seguir. O seguinte: o que é que eu tô mostrando aqui para todos vocês é a sua potencialidade. Coisa que a gente não consegue administrar, coisa que a gente não consegue acreditar. Sempre as coisas têm que ser resolvidas por terceiros e não por nós. Sempre as coisas têm que ser trabalhadas por aqueles que nos rodeiam e não por nós. E aí nós vamos criando encostos durante toda a nossa existência, pesando no campo de energia de outras pessoas que às vezes querem também exacerbar a sua boa vontade, o seu processo de auxílio e mergulham junto com a gente como um cara que não sabe nadar tentando socorrer, outro tá se afogando. Todos os instantes da vida nós temos exemplos muito claros e às vezes não precisamos nem explorar as áreas das teosofia, teologia para chegar a essas conclusões. Porque o mestre, inclusive, e diversos outros, inclusive os druídas, que eu já me referi aqui uma vez lá atrás, os druídas, eles não buscavam templos para fazer coisa nenhuma. Eles faziam as reuniões espirituais que eram muito intensas e profundas. É pena que acabaram com eles todos, né? faziam a

vez lá atrás, os druídas, eles não buscavam templos para fazer coisa nenhuma. Eles faziam as reuniões espirituais que eram muito intensas e profundas. É pena que acabaram com eles todos, né? faziam a sombra de quê? Dos carvalhos. Quem tiver a curiosidade de ler sobre os druídas nessa época, a sombra dos carvalhos. É muito bom isso. E depois a gente vem caminhando na história, aparece um cidadão que é conhecido da maioria, Francisco Cândido Xavier. Aonde que o Chico Xavier gostava e tinha prazer de fazer um evangelho aos sábados? Era onde? a sombra de um abacateiro. Quando essas coisas são apresentadas para nós e a gente dá o devido valor, se aprofunda, questiona, avalia, faz uma reflexão, a gente percebe o quê? que isso tá nos dando liberdade, libertação, não ter que depender de estamos aqui porque é conveniente ter um espaço que a gente possa aqui estar fazendo essa conversa, mas qualquer cantinho que a gente se acomode é um templo, não é? E a gente ainda tem uma coisa mais complicada. A gente pega o criador e nas nossas agonias começa a fazer aquelas famosas promessas, né? São as promessas que a gente faz. Olha, se me ajudar nisso, eu vou me macerar, vou me automutilar, vou me chicotear, vou ajoelhar no milho, vou subir escada de joelho, vou Parece até que nós temos um Deus masoquista, né? que sofre, que não, que gosta do nosso sofrimento para nos atender. Não podemos raciocinar dessa forma. Deus é luz, é vida, sou eu, são vocês. Essência de grandeza desse universo. Vamos nos valorizar, vamos perceber que nós temos todas as chances. Vocês lembram daquela musiquinha que dizia: "É tarde, eu já vou indo, preciso ir me embora". Não é até amanhã. Aí não tenho medo da escuridão porque ando com Jesus Cristo no meu coração. Eu fui longe agora, hein? Mas não é, nós temos que ter essa percepção clara. É lógico que nós estamos num intervalo evolutivo que vamos, chegamos e vamos retornar. Mas retornar para onde? Não precisamos ter o desespero. Retornamos para o plano espiritual.

essa percepção clara. É lógico que nós estamos num intervalo evolutivo que vamos, chegamos e vamos retornar. Mas retornar para onde? Não precisamos ter o desespero. Retornamos para o plano espiritual. Vamos ter ações intermediárias de recompor o nosso campo vibratório, mental, de consciência. Vamos, sabemos disso, mas não podemos entrar em desespero de não dar valor a olhar paraa vida de uma forma diferente, valorizando a vida. Esse trabalho aqui, ele tem essa função, dizer para aqueles que às vezes estão com ideário de desistir a sua trajetória no plano carnal pelas situações de prova que às vezes estão enfrentando e acham que se fizer uma interrupção vai resolver a situação, não vai. E os que já fizeram isso, não existe condenação, existe o abraço fraterno da lei e da luz do universo, dizendo: "Se recomponha que você terá novas chances, como todos nós teremos sempre novas chances. Ninguém está excluído. Ninguém está excluído. E a lei do universo, ela não tem preferência. Ela apenas está em todos nós. Agora, como nós temos algo muito importante chamado inteligência já adquirida, vamos usar essa inteligência em nosso benefício, fazendo o quê? superando essas situações que às vezes se apresentam para nós, que a gente fica cabes baixo, preocupado. E a gente vê isso num trabalho que a gente faz com pessoas em processo de automutilação, depressão e naturalmente com o ideário que a gente nunca gostaria que as pessoas chegassem a ter, de dar a solução de encerramento da própria vida, porque a gente vai perdendo o respeito por nós mesmos. Não podemos fazer isso. E essa liberdade que nós estamos conquistando aos povos, por enquanto nós somos, como eu me referi ali, como um pássaro. Abriu a gaiola, a gente fica ali na porta, não quer sair, né? Fica, saio, não saio, vou ou não vou, eh, isso aqui tá bom ou não está? Mas quando estamos ali dentro, nos debatemos para procurar a fuga. E quando a fuga chega, que é a conquista da liberdade, a gente tá totalmente perdido. Não pode. Nós temos que tomar

bom ou não está? Mas quando estamos ali dentro, nos debatemos para procurar a fuga. E quando a fuga chega, que é a conquista da liberdade, a gente tá totalmente perdido. Não pode. Nós temos que tomar consciência que esse Deus fala muito forte na nossa intimidade. E não adianta as apelações constantes. Não vou dizer aqui para as pessoas que pessoas diz: "Ah, não, não quer saber de pessoa que reza". Não, não tem nada disso. Mas eu me lembro que eu eu morava ali num local onde eu fazia uma corrida na rua todo dia de manhã cedo, todo dia. E aí eu passava, aí tinha uma senhora que ela ia andando com um texto na mão e eu via que ela tava ali no embrolho danado. Cadê andava e tal e eu passava e eu sou exagerado. Eu gritava: "Bom dia, senhora". Ela nunca respondeu. Aí um dia eu disse: "Hoje eu vou pagar terror com essa senhora". Ela ia andando, eu comecei a ficar correndo em volta. Bom dia, bom dia, bom dia. Ela apavorada. Eu falei: "Minha senhora, me dê um bom dia que a senhora vai poder parar de rezar esse terço, porque o bom dia vai ser uma reza perene." Então, tô dizendo isso para ti. Nós somos assim, a gente fica reza, reza, reza, reza, reza, reza. E na primeira oportunidade que nós temos de fazer alguma coisa em função de tudo aquilo que a gente pediu e fez de lamúria, a gente não faz. A gente joga fora essa oportunidade. Eu já falei aqui algumas vezes, hoje vou repetir de novo. Quando terminar aqui o trabalho vai ter o passe, né? Agora também o passe tem tem antes também, né? Mas pessoal, não tome antes e depois também não, porque isso aqui nem bateria, você carrega só até um certo ponto. Se meter mais energia, espuma. Porque a gente tinha trabalhos aqui, ó, diz, o cara entrava em três, quatro grupos na mesma noite. Aí eu dizia: "Meu amigo, se isso resolvesse o problema, eu já estava volitando, porque eu tô aqui desde menino, não consigo sair do chão." Mas as pessoas acham que é isso aí. Aí, resultado, eu disse que a espiritualidade, se não construiu, eu já dei a ideia, eles plasmem isso ali fora,

eu tô aqui desde menino, não consigo sair do chão." Mas as pessoas acham que é isso aí. Aí, resultado, eu disse que a espiritualidade, se não construiu, eu já dei a ideia, eles plasmem isso ali fora, uma sala com os seguintes dizeres assim: sala reservada para recolher os passes que eu tenho absoluta certeza que não serão utilizados a partir do momento que saírem da casa. Por quê? recolhe a energia que não vai ser usada, devolve pro campo vibratório do médium, coitado, que se desgastou, mentalizou o dia, veio para cá, deixou de fazer aquela refeição mais pesada no domingo, né? Ficou mais recatado, vem para cá, faz a doação de energia quando você chega ali no estacionamento, que eu tenho certeza que deve tá cheio, porque tem muita gente hoje aqui, começa a briga, eu tenho que sair primeiro. Sabe para onde é que foi esse passe? Se não tem essa sala, ele já saiu pelo canto de descarga. E aí o caba sai daqui ainda depois diz o seguinte: "Ah, eu tenho ido lá na casa, mas lá o trabalho é fraco." Como é que é fraco? Fraco é você que não segura as coisas. Aliás, eu eu tinha hábito de abrir a porta do trabalho para conversar com as pessoas que estavam na fila, porque tinha pessoa que chegava lá jovem, já tava casado, tendo neto como eu e tava lá tomando o mesmo pato no trabalho. Aí eu perguntava: "Como é que estão as coisas?" Sempre é sabe por que que faz é? Porque se dissesse tá tudo bem, eu dizia: "Você tá de alta". E o cara não tem confiança nele mesmo, então ele nunca vai dizer que tá bem e nem quer. Aí eu disse: "Olha, tem alguma coisa errada aqui. Ou o nosso grupo é meia boca ou vocês não estão fazendo a sua parte. Não tem outra alternativa. Aí ficar: "Não, mas o senhor também?" Eu digo: "Não, você quer que eu seja mais doce?" Não sei ser doce. Essa é a realidade. Aí resultado, o cara vai, toma o passe, sai dali, vai embora, não faz nada. Ou então aquele outro que isso é comum, quem quem frequenta a casa para trabalho e tudo sabe disso. Tem pessoas amigas que tão lá numa boa, quando você

oma o passe, sai dali, vai embora, não faz nada. Ou então aquele outro que isso é comum, quem quem frequenta a casa para trabalho e tudo sabe disso. Tem pessoas amigas que tão lá numa boa, quando você disse: "Ô Leal, você hoje vai lá na naquela casa, né? Às vezes nem diz onde é, acho que fica até com receio, naquela casa". Eu digo: "Vou, por qu põe meu nome lá". Eu digo: "Claro que não, não vou pôr teu nome. Você pode ir lá, vá. Não sou eu que vou resolver o teu problema. Agora se você tiver ruim das pernas, tiver impossibilitado, eu agora até falei que eu tô fazendo delivery de passe. É verdade. Tô mesmo. E Uber passe. Tô fazendo sim, porque com a pandemia eu comecei a fazer isso, gostei. Então as pessoas que estão em situação muito ruim mesmo, problema de saúde, etc. liga, fala, não tem problema, eu junto dois, três do grupo e a gente vai fazer um delivery, né? E às vezes tem até um pãozinho de queijo, tal, um cafezinho. Eh, e isso não é pagamento não, tá? Mas é que as pessoas são gentis, entendeu? Então, delivery de passe a gente faz. Agora, leva meu nome para lá, não levo não. Ah, você vai no seu leva, não vou não, eu vou. Por que que você não pode ir? Aí o bonitão, resultado, vai para algum lugar, toma vinho que eu também gostaria de ir. Aquele dia não vou. Porque eu tenho um compromisso definido. Aí eu chego aqui p o nome do cara, espiritualidade. Às vezes olha o endereço e diz: "Ele mora lago sul, tal lugarzinha tal". Rapaz, eu cheguei lá, não achei esse cara não. Esse cara tava num restaurante tomando todas. Aí eu ainda vou dar trabalho para pr para amigo do plano espiritual? Não, eu tô fazendo essas colocações dessa forma, porque eu acho que fica muito claro o nosso nível de responsabilidade com a vida. Ora, se eu não fizer o que eu tenho que fazer, não muda nada. Não vai mudar nada. Ninguém vai me socorrer e depois vem a decepção. A decepção que é o pior negócio do mundo. Porque quando a gente não resolve o nosso problema, porque não tá fazendo o que tem que fazer, a gente

nada. Ninguém vai me socorrer e depois vem a decepção. A decepção que é o pior negócio do mundo. Porque quando a gente não resolve o nosso problema, porque não tá fazendo o que tem que fazer, a gente acusa, começa a acusar os próximos. Aquela casa é fraca, vou procurar uma mais forte. Deus me abandonou, né? Deus não me escuta. O que é que eu fiz a Deus? que é que você fez a Deus por si? Aí começa troço, salguei a Santa Ceia, f, né? Tem essas coisas toda. Eu não fiz isso. Eu vinagrei o o vinho lá da da Aí começa a buscar essas coisas. Eu tenho uma pessoa amiga de muito tempo e ela tem muito essas lamentações. Quando as coisas não estão dando certo, fica assim: "Padre, não sei o que que eu fiz a Deus". Aí um dia eu irritado, que eu sou irritado com essas coisas, confesso. Virei para ele e falei: "Ó, deixa eu falar um negócio para você. Não pergunte a Deus isso, não. Pergunte a mim, porque eu conheço você, por mais tempo que eu te conheço, eu não conheço profundamente, porque você não, ninguém abre a sua intimidade na totalidade, por mais convivência você tenha." Então, eu vou lhe responder algumas coisas que você vai suportar. Você vai até dizer: "Não, você tá olhando errado." Mas se o tal do Deus chegar aqui, olhar para você, ele só vai fazer assim: "Hã? Então, bicho, você vai cair duro. Não peça isso, não. Faça isso não. Ele não fez nada. Aí agora eu te devolvo o que ele lhe responderia. O que é que você tá fazendo pras pessoas que te rodeiam?" Essa é a resposta. Que que você tá fazendo? Isso que você tá fazendo, seja lá em que o universo for, da tua existência, da forma de você agir, isso é que tá trazendo os resultados. E não eu estar insatisfeito com você. Você é que não constrói uma história. Você quer uma coisa, mas não faz aquilo para ninguém. Você quer que a vida lhe favoreça em alguma coisa, mas você não se esforça para favorecer ou facilitar o espaço de ninguém. Você não abre a guarda para para um socorro. Você não não sai da sua vaidade, a gente não sai da do nosso

reça em alguma coisa, mas você não se esforça para favorecer ou facilitar o espaço de ninguém. Você não abre a guarda para para um socorro. Você não não sai da sua vaidade, a gente não sai da do nosso orgulho, não sai dessas coiseiras todas que são pendurucalhos, que enquanto a gente não tirar isso do nosso campo vibratório, nós estamos com escafandro pesado, com aquele pesão de chumbo, andando nessa atmosfera do plano carnal lentamente. Abrir o coração é importante se sensibilizar. Porque aquilo que muitas vezes nós estamos pedindo, se a gente olha para o lado e faz um gesto de mudança de conduta nas nossas relações, talvez isso mude muito a nossa história de vida. Eu deixo para vocês a pergunta: o que é que cada um de vocês está fazendo com a liberdade? E para encerrar, uma outra situação que eu já fiz aqui uma palestra sobre isso, quem é Jesus para você? É rápido. Um desses grupos virtuais que nós temos tem pessoas de outros estados que participam. E uma dessas pessoas, ela é diretora de uma casa de de amigos do encarnados que t muita limitação mental em Monte Carmelo, Minas. E ela contou uma coisa interessante que tem servido para um diálogo muito profundo em diversas situações. Ela disse que aos domingos pessoas de Centro Espírita, casa evangélica, eh católicos tiram o domingo para ir lá fazer uma visita, aquela visita, né? Passa a mão na cabeça de um para pá, dá um biscoito, toca uma música, aqueles negócios que e acha que também limpou a consciência, né? Mas faz, já vai lá, já tá bom, dá um um carinho e não sei quê. E numa dessas vezes, ela disse que era um grupo até de evangélicos. E quando eles chegaram, eles tinham uma pergunta básica que estavam fazendo em todos os ambientes, que era o seguinte: "Quem é Jesus para você?" Era a pergunta. Aí ela disse que num desses cômodos moravam dois rapazes, um mais velho, outro mais jovem, os dois com limitações e um deles, o mais jovem com muita limitação, o mais velho ainda conseguia articular, fazer coisas e tal. E disse

cômodos moravam dois rapazes, um mais velho, outro mais jovem, os dois com limitações e um deles, o mais jovem com muita limitação, o mais velho ainda conseguia articular, fazer coisas e tal. E disse que esse grupo quando entrou virou para esse mais jovem e falou para ele: "Quem é Jesus para você?" Imediatamente ela disse que ele virou o dedo para esse irmão e disse com a voz errada, né? Ele aí ficou todo mundo quieto. Ele é Jesus. Essa é a grande história. Por quê? Quem era Jesus para esse rapaz? era o irmão que dava banho, dava comida para ele, socorria ele, dava proteção a ele. Então, esse era o Jesus, o Jesus concreto, o Jesus que quando aqui esteve e se apresentou, passou isso para todos nós. Me desculpem a veemência. Ele não disse, eu quero que vocês fiquem atrás de mim, blá, não. Ele disse, tá dito as coisas, façam. Tanto é que ele responde: "Em que momento você me encontrou, que você me deu de comer?" "Você me deu de comer aí". Então, esse rapaz respondeu isso. E a pergunta que eu deixo para vocês é o seguinte: saiam daqui pensando, eu já fui Jesus para alguém? Consegui ser Jesus para alguém? Pretendo ser Jesus para alguém? Levem isso no seu coração e muito obrigado pela atenção. Que maravilha de palestra, não é? E ele pensava que ninguém ia ficar aqui, que todo mundo ia pro passo, ia embora e ele ia ficar aqui falando aos desencarnados. Se enganou, não foi? Alegrou o nosso coração. Obrigada, João Leal. Como sempre eu digo para ele, seja menos rebelde. Seja menos rebelde. Se alguém, se alguém quiser palestra doce, tem muita gente que faz. Quer falar aqui? Eu, eu sempre digo o seguinte, se quiserem palestra doce, não me chamem, não. Foi muito bom, não foi? E é muito bom saber que nós não estamos sozinhos. A espiritualidade resumiu toda a palestra do João Neal no primeiro momento da palestra. Ditou-nos assim: "O caminho da liberdade é fazer o bem sem nenhuma consideração. A única condição é colocar-se à disposição do trabalho que auxilia o irmão caído que requer mãos

o momento da palestra. Ditou-nos assim: "O caminho da liberdade é fazer o bem sem nenhuma consideração. A única condição é colocar-se à disposição do trabalho que auxilia o irmão caído que requer mãos amigas. para o levantar. Levante e vá. Siga o caminho livre. Jesus ao seu lado está. Gostou, Léo? Bom, tá vendo? A espiritualidade é generosa conosco, né? que nós possamos nos levantar e ir ao trabalho. Jesus está conosco neste caminho de liberdade e como é bom ser livre e podermos escolher estar aqui. A casa do caminho, a casa que nos faz sentir felizes, alegres. Jesus é alegria, é paz que nos contagia. E neste convite que hoje aqui recebemos, como estamos a utilizar a nossa liberdade, que possamos abrir a nossa tela mental e mentalizar a figura doce e amorável do Mestre Jesus, percorrendo o lago de Genezaré, nas cercanias de Cafarnaum e nos convidando a seguir com ele. É final de tarde, a brisa é suave, o céu maravilhosamente colorido, sentindo-nos felizes, que nós possamos agradecer este momento inouvidável nos nossos corações. Aqui hoje tivemos esta oportunidade sublime de nos encontrarmos. Mais uma vez com Jesus e ele nos dizer que conosco está e lado a lado nós possamos com segurança caminhar, trabalhar para edificar o mundo novo neste reino tão esperado. E que esta transformação possa nos conceder a regeneração das nossas consciências, para que, unidos na tarefa do bem servir, possamos construir um mundo melhor para todos nós. Graças a Deus, graças a Jesus. Uma boa semana para todos. Muita paz, muita luz. Lucas, é com você. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim

e energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos

que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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