ONDE VIVO A MINHA ESPIRITUALIDADE? - João Leal [PRECE AOS SUICIDAS]

Comunhão Espírita de Brasília 08/12/2025 (há 4 meses) 1:09:35 773 visualizações

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Transcrição

de viver, doando [música] amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a [música] perfeição, aqui eu entendi. Sejam todos muito bem-vindos aqui à nossa palestra do Crepúsculo, o nosso encontro do evangelho que nós fazemos aqui nesse Crepúsculo. E é com grande alegria que nós estamos aqui nesse momento que é dos mais tradicionais, talvez o mais tradicional aqui da nossa casa, esse domingo crepuscular em que nós nos reunimos para trazer a vida, para falar da vida e para lembrar que a vida continua. Não importa quais sejam as nossas escolhas e quais sejam os nossos caminhos, nós estamos imersos na vida, na vida em abundância e jamais a deixaremos. Então, nós estamos aqui para refletir sobre a vida, para celebrar a vida e para mostrar e compreender que a vida continua trazendo muitas das suas dimensões e muitas das preocupações que nós temos com essa vida. E todos os domingos nós também fazemos a nossa prece, as nossas irradiações por aqueles nossos irmãos que passam por momentos de tristeza, de dor, de melancolia, de desespero mesmo e acabam optando por abreviar sua vida e descobrem que para além da vida existe mais vida e que estejam acolhidos e caiam apenas nos braços daqueles que nos amam e que os direcionarão para o caminho que persiste, apesar das nossas dificuldades e apesar das nossas dores. E lembrando disso, eu trago uma mensagem de Emano que se chama Vencerás e que começa dizendo: "Não desanimes, persiste mais um tanto, não cultives o pessimismo, centraliza-te no bem a fazer, esquece as sugestões do medo destrutivo, segue adiante, mesmo varando a sombra dos próprios erros. Avança, ainda que seja por entre lágrimas. Trabalha constantemente, edifica sempre. Não consintas que o gelo do desencanto te entorpeça o coração. Não te impressiones a dificuldade. Convence-te de que a vitória espiritual é construção para o dia a dia. Não desistas da paciência. Não creias em realização sem esforço. Silêncio para a injúria, ouvídio para o mal. Perdão às ofensas.

Convence-te de que a vitória espiritual é construção para o dia a dia. Não desistas da paciência. Não creias em realização sem esforço. Silêncio para a injúria, ouvídio para o mal. Perdão às ofensas. Recorda que os agressores são doentes. Não permitas que os irmãos desequilibrados te destruam o trabalho ou te apaguem a esperança. Não menosprezes o dever que a consciência te impõe. Se te enganaste em algum trecho do caminho, reajusta a própria visão e procura o rumo certo. Não conte vantagens nem fracassos. Estuda buscando aprender. Não te voltes contra ninguém. Não dramatizes provações ou problemas. Conserva o hábito da oração para que te faça luz na vida íntima. Resguarda-te em Deus e persevera no trabalho que Deus te confiou. Ama sempre, fazendo pelos outros o melhor que possas realizar. Age auxiliando, serve sem apego e assim vencerás. E com isso em mente, elevemos o nosso pensamento a Deus. a Jesus, nosso mestre, aqueles que nos trazem a vida em abundância, a vida que não se acaba, que não tem limites, porque nós somos espíritos e espíritos imortais. Jamais morreremos, jamais deixaremos essa vida em que estamos imersos. Então, que sintamos a vida, que sintamos a presença de Deus em nossos corações, que sintamos a esperança que ele nos traz, a luz que nos ilumina, que cada cantinho mais escuro, que que cada canto mais frio, cada espaço vazio seja preenchido agora pelo amor de Deus, pela presença amorosa do Cristo, pelo manto de Maria que nos acolhe. como a mãe de Jesus, que também escolheu ser nossa mãe, que nós tenhamos forças para seguir em frente, para caminhar com coragem, para fazer pausas quando necessário, mas para angarear forças para prosseguir no nosso caminho. E aqueles que hoje choram, que sentem dificuldade, que passam por dores, que sejam acolhidos em suas dores, que encontrem a força, encontrem as respostas que precisam e que saibam que jamais deixarão de estar amparados, que sempre haverá uma mão que se estende para socorrer, para auxiliar, para

suas dores, que encontrem a força, encontrem as respostas que precisam e que saibam que jamais deixarão de estar amparados, que sempre haverá uma mão que se estende para socorrer, para auxiliar, para amparar, para indicar o caminho. Segurem essa mão e percebam que nós seguiremos juntos no caminho, juntos com Cristo, juntos com aqueles que nos amam, juntos com aqueles que querem nos ver caminhar e ser felizes no nosso caminho. E seremos felizes, pois esse é o nosso destino inevitável. que Jesus esteja conosco hoje e sempre e sobretudo que nós estejamos com ele. Que assim seja. Hoje temos a grande alegria de receber nosso amigo João Leal, que é um trabalhador espírita, que fala tanto e defende tanto a vida e que hoje vai falar sobre onde vivo a minha espiritualidade. Agradecemos a sua presença, a sua disposição de estar aqui conosco e a palavra é sua. Muito obrigada. fala pra gente mesmo. É o exercício, é a ação reflexa, é o eco que nós temos que escutar para que a gente seja sempre na vida coerente com as nossas atitudes a partir daquilo que nós falamos, que nós acreditamos. nos exercitamos e temos que pôr em prática. Nosso tema da noite vai caminhar bastante por aí, mas em primeiro lugar quero agradecer a presença de todos vocês que estão aqui conosco no auditório nesse final de tarde. É sempre um momento em que vibratório do nosso planeta, em que a espiritualidade tira proveito pela serenidade que naturalmente se manifesta. no nosso espaço de vida, quando o sol vai deixando a sua função de nos dar toda a energia que precisamos e vem o repouso do escurecer para que a gente possa abrandar e serenizar o nosso coração para o refazimento da nossa luta de crescimento espiritual. Então a vocês, muito obrigado. Aos que nos assistem pela TV Comunhão, nosso agradecimento também pela audiência, que a gente consiga ser oportuno no que temos a conversar com todos vocês. os que nos ouvem também pela Rádio Comunhão e por todos os outros instrumentos de tecnologia que estão aí disponíveis e

ncia, que a gente consiga ser oportuno no que temos a conversar com todos vocês. os que nos ouvem também pela Rádio Comunhão e por todos os outros instrumentos de tecnologia que estão aí disponíveis e que a gente usando de forma positiva é um resultado muito grande e que amplia bastante qualquer trabalho que a gente esteja fazendo na direção do bem, não é? É por aí. Então, eh, alguns já pegaram até uma cartilha ali. Essa cartilha eu vou falar logo do que se trata, porque depois quem quiser passa e pega, mas é um trabalho que nós fazemos já há algum tempo sobre a vida. A Carla se referiu, o trabalho da noite de hoje é um trabalho sempre muito simbólico para para todos nós e para mim de uma maneira muito especial, porque eu quando muito jovem estava sempre aqui acompanhado de uma senhora que foi quem me deu oportunidade reencarnatória, foi Ana Leal, a a minha mãe nessa chance de vida. e ela tinha um carinho muito grande por esse trabalho. E aí até foi colocado o nome do grupo Ana Leal. Então para mim é sempre muito muito, desculpem, mas não tem como não me emocionar, mas vamos lá. passa. Então, eh, aí nós ao longo do tempo trabalhando sempre com esse problema, esses processos de depressão, de tantas coisas que a gente armazena no nosso coração e que criam gatilhos que nos levam a situações de no desespero fazer o que a nossa amiga Carla falou. Achamos que não tem saída e procuramos a saída mais inconveniente e que depois o arrependimento é muito forte. Então a gente desenvolve esse trabalho. Para isso, para ficar sistematizado, nós criamos um instituto voluntário. Tudo é voluntário, aonde psicólogos, psiquiatras se colocam à disposição, ajudando, inclusive as universidades. Tem recebido pessoas que às vezes não têm condições de arcar com custos de um trabalho eh de um profissional da área, eles também recebem e ajudam. E também fizemos na época um convênio com a área eh de justiça da vale da infância num projeto que eles têm chamado eh os Anjos de Amanhã. Então esse esse trabalho a gente vem se

bém recebem e ajudam. E também fizemos na época um convênio com a área eh de justiça da vale da infância num projeto que eles têm chamado eh os Anjos de Amanhã. Então esse esse trabalho a gente vem se esforçando para que ele tenha repercussão, que muitos outros se envolvam, cada um no seu universo de vida, porque em algum momento aqui eu vou mostrar coisas do nível de importância de cada um, sem ter que ficar apenas vivendo a contemplação. Então é uma cartilha chamada Vida Pede Sim. E é uma delas, essa última que nós produzimos. E quem levar a cartilha, leia o editorial. Precisa ler a cartilha toda, mas leia o editorial e e se situem dentro desse processo. É muito importante. Então, tá ali. Eu não sei se vai ter para todo mundo, mas possivelmente sim, tem dentro daquela caixa. Depois vocês podem pegar. Mas eh o que nós vamos tratar na noite de hoje, a reflexão que nós vamos fazer, eh ela é muito importante para todos nós, mas muito importante, né? Porque nós temos conversado muito sobre o exercício da espiritualidade, né? das ações que eu devo, posso e tenho condições de exercitar de posse dessa estrutura carnal que nós recebemos, esse escafandro que nós chamamos de corpo físico, que nos trouxe para essa atmosfera de trabalho, que nós temos uma responsabilidade definida, que esse trabalho só pode ser feito por cada um de nós. E a gente com esse exercício que vamos fazer hoje de reflexão, nós vamos perceber que nós temos que tirar da nossa condição de vida a terceirização das ações. Nós temos sempre eh um ensaio. Eu preciso terceirizar aquilo que eu estou desejando na minha existência. Aí eu vou procurar gurus, eu vou procurar seja lá quem for da nossa referência. É saudável procurar para escutar quem sabe, mas não transferir responsabilidade e achar que terceiros ficaram ou foram autorizados pela lei do universo. Eu não vou nem dizer criador, mas pela lei do universo, que é o Deus que está aí explicitado, né? autorizados para intermediar as nossas dificuldades, passar para

ram autorizados pela lei do universo. Eu não vou nem dizer criador, mas pela lei do universo, que é o Deus que está aí explicitado, né? autorizados para intermediar as nossas dificuldades, passar para essas pessoas que façam aquilo que precisa ser feito por cada um de nós. É intransferível. Então, quanto mais nós tomarmos consciência de que é a hora da gente saber que o trabalho a ser feito é nosso, nós temos que abraçar a causa, assinar essa carteira de trabalho com coragem. E mesmo que a gente não seja um instrumento perfeito, mas mesmo um instrumento que ainda não está perfeito, ele tem muita utilidade como arado, como transposição de de metros cúbicos de terra, o que for, pode não ser com a perfeição daquele que tá completo, mas vai ser feito e a gente precisa ter coragem para fazer, para que a gente vá se credenciando diante da vida para obter tudo aquilo que nós buscamos em desespero. às vezes de prece, pedindo, pedindo, pedindo, pedindo, pedindo e de repente não fazemos absolutamente nada por merecer. E aí ainda jogamos pra lei do universo, para o criador, a responsabilidade de que nós não estamos sendo atendidos. Nós fomos atendidos já na origem. Nós somos parte integrante de Deus. O próprio mestre chegou a dizer isso, sois deuses e a gente não leva em consideração outra coisa que ele disse, eu trabalho, o pai trabalha. E por que nós não trabalhamos? Nós vamos viver pendurado na ação dos outros. Se isso desse certo no processo evolutivo espiritual, tudo bem. A gente seria até esperto em fazer isso, como no mundo material, a gente muitas vezes se encosta achando que ali reside a esperteza. Eu tô dando um cenário para que a gente tenha essa reflexão com bastante desembaraço na nossa forma de perceber as coisas da vida. Então nós vamos lá. Para isso, eu vou começar com duas histórias. Temos tempo. Eu vou contar essas duas histórias. Uma é uma ficção, mas é factível, porque em diversas situações isso ocorre pelo mundo afora. A outra é fato real, é uma situação

ar com duas histórias. Temos tempo. Eu vou contar essas duas histórias. Uma é uma ficção, mas é factível, porque em diversas situações isso ocorre pelo mundo afora. A outra é fato real, é uma situação acontecida e que vai nos dar o tom da abertura desse nosso trabalho de reflexão. A primeira diz que nos ídos dos cafezais no Brasil, a chamada Avenida Paulista de hoje, que é uma avenida empresarial de movimentos de toda ordem, pessoas de todo jeito ali transitam com ideias, com pensamentos ocupados, desocupados, cada um com seu mundo de vida acontecendo. Mas lá atrás, quando ali apenas existiam os casarões dos barões do café, todos nós temos essa referência, sabe? S sabem do que eu estou falando, eram casarões, depois foram sendo substituídos. Mas um desses casarões era um local de clausura de um grupo de religiosos. Ali era uma clausura. E uma criança quando estava com 5 anos de idade, ela externou o desejo de que queria ver o Cristo, precisava ver o Cristo. A missão dela era ver o Cristo. Então, nas conversas com aquele grupo de religiosos que ia prepará-la para isso, já mostrou o seguinte: "Para ver o Cristo, você vai ter que ser pura. casta distante de todas as coisas do mundo, vai ter que abrir mão de tudo que você possa imaginar, vai ficar num ambiente isolado, recebendo apenas uma réstia de luz para que o seu corpo sobreviva e alimento oferecido por uma abertura embaixo da porta, sem que você mantenha diálogo nem contato visual com quem quer que seja. Veja, aí sim, quando você estiver nessa condição, aí você vai ver o Cristo. Ela então tava disposta, mesmo criança como era, mas era hora de começar isso. Assim foi enclausurada ali ficou e o tempo foi passando, anos e anos e o pessoal fazia aquilo, botava a comida embaixo da porta, ela trocava a a os pratos, não se conversava com ela, botava água, ela recebia aquele sol que vinha de uma abertura, uma altura específica para ninguém pudesse nem olhar por curiosidade o que é que estava se passando. Não podia ter contato com

a com ela, botava água, ela recebia aquele sol que vinha de uma abertura, uma altura específica para ninguém pudesse nem olhar por curiosidade o que é que estava se passando. Não podia ter contato com nada do mundo, as coisas mundanas, como se diz, não é? Com o ser humano, com as nada, nada, nada. era ali para ela ver o Cristo. E assim foi passando o tempo. E a Avenida Paulista foi se transformando com o tempo. Foram as casas sendo negociadas, vendidas e a Paulista se tornou o que é hoje. Mas aquele clausto tava preservado e aí já se passavam 98 anos. 98 anos. Tantos responsáveis por ir lá botar comida, tirar comida, foram também sendo substituídos. E ela um dia, em pleno desespero, já pele e osso, ela se puxava, se enxergava na agonia. Ela disse: "Eu não consigo ver o Cristo, eu estou nesse isolamento. Ele não existe. Isso é uma farça porque eu estou cumprindo todas as regras da pureza e ele não chega." Aí um dia um outro jovem foi contratado para fazer esse trabalho de entrega do alimento. Mas o cara já despachado com outra forma de se expressar, quando chegou lá ele curioso, aí bateu na porta. Ela disse: "Não faça isso, eu não posso conversar com ninguém". Ele disse: "Mas por quê? Mas ele ainda fez uma gozação. A senhora tá aí há 98 anos. Não ouvi o Cristo ainda não vai conversar por quê? E ela então foi se sensibilizando para esse raciocínio que ele estava chamando. E ela então disse: "Tá bom, o que é que você quer?" Ele disse: "A senhora tá aí esse tempo todo para ver o Cristo isolada. Recebemos essa comida, essa ração por debaixo da porta e alguém vem e tira. A senhora acha que vai ver o Cristo?" Ela disse: "Acho que não. Ele não existe." Ele disse: "Existe sim. Eu posso nessa altura dos tempos lhe levar para ver o Cristo? Ela disse: "Não, se eu fiz tudo que tinha que fazer na clausura, no isolamento distante, isolado do mundo, não vi. É você que vai fazer?" Ele disse: "É, sou eu mesmo. Vamos abrir essa porta. Eu tenho a chave dela. Eu consegui pegar essa chave." Ela

zer na clausura, no isolamento distante, isolado do mundo, não vi. É você que vai fazer?" Ele disse: "É, sou eu mesmo. Vamos abrir essa porta. Eu tenho a chave dela. Eu consegui pegar essa chave." Ela disse: "Não, ela disse: "Senhora, a senhora já tá com pouco tempo de vida aí, não vai ver aí mesmo, quer ver?" E ela então naquele desespero, naquela angústia, já sem nenhuma perspectiva, tá bom? Ele abriu a porta. Quando ele abriu a porta, ele olhou aquele corpo pele e osso, pele e osso. Ela levou um tempo enorme tentando se adaptar à claridade da porta aberta. Esse jovem olhou para ela com lágrimas nos olhos, segurou aquele peso quase inexistente e disse: "Nós vamos ver o Cristo. A senhora vai ver o Cristo. A senhora vai ver onde o Cristo está." Ela disse: "Duvido muito." E ele desceu com ela aquela escadaria que dava acesso a esse cômodo da clausura que ela estava. abriu um portão muito grande na frente desse claustro, que era um um um templo. Abriu muito enfeitado de aquele metal bem desenhado da época antiga. Ele abriu aquela porta e caiu na calçada da Avenida Paulista com ela nos braços. O povo passando para lá, aquela confusão, buzina de carro. Aí ele, ela disse o Cristo, ele disse está aqui, minha amiga. Cristo está aqui no desocupado que passa, naquele que está com intenções distorcidas na cabeça, no empresário que produz, no financeiro que tá aqui, naquele que engraxa um sapato, naquele que está pedindo alguma coisa, naquele que está oferecendo, naquele que tá conduzindo o trânsito, naquele que circula em todo esse espaço, esse é o Cristo que a senhora levou. 98 anos procurando escondida. Ele está aonde todos nós estamos. Porque foi aí que ele, sendo, ô Cristo, que veio para trazer um compromisso e uma responsabilidade de nos mostrar uma vida totalmente voltada pra caridade, pro trabalho, para escutar, independente de quem quer que fosse, como todos nós que temos o mínimo de de estudo sobre essa passagem de 3 anos do mestre pelo espaço planeta Terra, sabemos.

ra caridade, pro trabalho, para escutar, independente de quem quer que fosse, como todos nós que temos o mínimo de de estudo sobre essa passagem de 3 anos do mestre pelo espaço planeta Terra, sabemos. E quantas vezes ele foi criticado porque estava com pessoas que diziam de má vida? Não. Se ele, o Cristo, estava com todas elas, nós vamos procurar ele. Aonde? Me respondam. Aonde nós vamos procurar o Cristo? O Cristo está ao teu lado, está na tua família, o Cristo está no teu trabalho, o Cristo está aqui dentro. O Cristo está fora. O Cristo está em qualquer lugar, no sistema prisional, em qualquer lugar ali ele está. Nós é que estamos em trajetórias diferentes, tentando nos ajustar e seguir as orientações desse Cristo. Que 2025 anos passados nós ainda damos topada nas paredes sem perceber essa realidade e aquilo que foi nos mostrado de maneira simples, não foi através de livros. Ele caminhou, exemplificou, mostrou e ainda fez escolhas para que pessoas totalmente sem preparo, vamos dizer assim, estivesse ao lado dele, porque ali estaria relatando que nós precisamos é da simplicidade da vida para que a gente encontre esse Cristo. Então, essa é a história. Levem para vocês aonde o Cristo está. Olha em tua volta. Você vai saber quem é ele e o que ele espera de nós. Quando ele disse lá, ah, a quem me der de comer, quem me der de beber, aí está me socorrendo. Isso sim. Isso sim. Quando você estende a mão, quando você dá um bom dia, que muita gente nega um bom dia. Eu vou contar uma outra pequena história. Eu morava no lago e corria todo dia de manhã muito. E eu passava muito cedo e aí uma senhora caminhava na calçada com um terço na mão. Eu passei várias vezes por ela e dizia: "Bom dia ela só fazia assim para mim, como quem disse: "Quem é esse cara? nunca me respondeu. Aí um dia eu falei, quer saber de uma coisa? Eu vou atormentar ela. Aí quando foi um dia, eu vim, falei: "Bom dia, bem alto". Ela não respondeu, fiquei do lado marcando passo. Bom dia, senhora. Bom dia, senhora. Ela me olhava assustada. Eu

oisa? Eu vou atormentar ela. Aí quando foi um dia, eu vim, falei: "Bom dia, bem alto". Ela não respondeu, fiquei do lado marcando passo. Bom dia, senhora. Bom dia, senhora. Ela me olhava assustada. Eu digo: "Olha, eu vou dizer uma coisa pra senhora. A senhora tá rezando o terço. Se a senhora parar de rezar o terço e me der bom dia, a senhora vai estar com muitos terços rezados só por um bom dia que a senhora me der". Ela olhou para mim, deve ter saído pensando, é doido. Mas eu quis mostrar ela se ela fez alguma reflexão, uma reflexão nessa direção, o que que adianta? E às vezes ainda tem aqueles que economizam, porque rezam uma Ave Maria, diz: "Vale 10", né? não quer nem rezar todas para não perder tempo. Então, são essas coisas básicas, simples, fora dos textos bíblicos, fora dos compêndios, fora do que for, que a gente tem que parar primeiro para olhar se nós estamos ajustados a esses processos, a essas situações de vida. O próprio Gand falou num momento lá, rasguem tudo, joguem tudo fora, aproveitem apenas o quê? sermão da montanha. Se aproveitar só o sermão da montanha, nós estamos qualificados para ter ali tudo dito da melhor maneira possível para que a gente faça o exercício e siga isso sem ficar apegado a uma série de outras coisas que distorcem e que depois a gente tem frustrações. E quando tem frustrações, vamos procurar quem para responsabilizar? ou o espírito que a gente pedia, ou a Deus, ou ao Mestre, ou a Maria, ou, enfim, isso a gente faz direto. Quando a gente ainda não diz assim: "O que será que eu fiz a Deus?" A Deus Deus não fez nada. A Deus não tá preocupado com isso. Tem uma lei de causa efeito que rege o universo todo. Tô falando do universo. Tá ali, estabelecida. O Deus não fica aborrecido com o leal se ele faz isso ou deixa de fazer. Eu é que tenho que entender qual é a minha responsabilidade dentro desse processo, porque é aí que eu estou nessa lei. Então, o criador não vai nos punir, não pune. Você apenas faz o quê? Recebe aquilo de acordo com o que você executa.

a minha responsabilidade dentro desse processo, porque é aí que eu estou nessa lei. Então, o criador não vai nos punir, não pune. Você apenas faz o quê? Recebe aquilo de acordo com o que você executa. É, faça por onde que eu te ajudarei. A cada um segundo as suas obras, tá? Isso. Quem foi que disse isso? Todo mundo sabe. Levar isso em consideração é fundamental. Já tá na hora. Não é mais hora da gente estar com as preocupações eh templárias, se eu puder dizer assim, mas eu vou chegar lá. Segunda história, eu já até botei uma pequena que era do texto que eu me lembrei agora, mas a outra história, essa real, nós temos um grupo virtual as segundas-feiras às 20 horas em que nós nós temos já um grupo expandido, tem pessoas de outros estados que já participam conosco desse horário, onde a gente faz reflexões, atendimentos, vibrações, etc. E uma dessas pessoas mora numa cidade, acho que de Minas aqui, João Pinheiro. E ela tinha um problema com um filho. E esse filho levou com que ela acabasse dedicando a um trabalho comunitário de atendimento de um local de pessoas com dificuldade mental. E ela um dia narrou uma história que eu disse, eu vou usar isso como tema de palestra porque é fantástico ela disse: "A domingos tem grupos religiosos que visitam a nossa casa, grupo espírita, católicos, evangélicos, etc. Vai lá e faz aquele atendimento, abraça as pessoas que estão lá. Esse trabalho que todos vocês conhecem. E ela disse que num dia chegou o grupo de evangélicos e eles tinham um tema e o tema era: "Quem é Jesus para você?" Era a pergunta: "Quem é Jesus para você?" Então ela disse que foi andando nos cômodos e tinha um cômodo e que esses dois rapazes irmãos lá ficavam um mais novo, com maior dificuldade mental. não tinha capacidade de locomoção, quase não conseguia fazer as coisas ele mesmo. Então, e o outro irmão era mais velho, tinha menos impedimento, já conseguia articular melhor as coisas e tal. E quando entraram naquela sala, fizeram a oração e uma pessoa virou para esse rapaz

esmo. Então, e o outro irmão era mais velho, tinha menos impedimento, já conseguia articular melhor as coisas e tal. E quando entraram naquela sala, fizeram a oração e uma pessoa virou para esse rapaz e disse: "Quem é Jesus para você?" Ele não te tubiou. Ela disse: "La foi uma reação que espantou todo mundo. Ele virou os olhos, apontou pro irmão e disse: "Ele é Jesus para aí vamos interpretar isso. Aquele cidadão com impedimentos, não é? Com impedimentos quer atender? Pode ser algum companheiro do plano espiritual?" Não. Então aquele cidadão com os impedimentos que tinha, ele tinha a visão mais clara de quem é Jesus do que a maioria de todos nós. Porque ele entendia que a missão e o que o mestre passou para nós era o seguinte: quem é Jesus para você? é aquele que me socorre, é aquele que me atende, é aquele que me dá banho, é aquele que me facilita o alimento. Então, imediatamente ele voltou dele, disse: "Ele é Jesus". Então, eu faço essa pergunta para cada um de vocês. Quem é Jesus para vocês? E aí eu aí boto uma outra pergunta: "E, em que momento você tá sendo Jesus para alguém?" Talvez essa seja a mais importante. Será em algum momento nós estamos conseguindo sabidos como estamos, lendo como estamos lendo, fazendo tantas coisas que estamos fazendo, aprendendo cursos disso, curso daquilo, fazemos isso, eh eh faculdades que existem hoje para dizer o que que é que Jesus fazia ou não fazia, as escrituras e tudo. e nos capacitamos para isso tudo. E quantas vezes estamos sendo Jesus para alguém? Quantas vezes? Talvez nada. Muito pouco. Então é mais uma reflexão para sair daqui. Em que momento cada um de nós podemos fazer esse exercício simples de ser Jesus para alguém? um bom dia. Alguém que lhe atende, alguém que você olha e ele percebe que você viu. Isso é fundamental você dar a pessoa identidade. Quantas vezes na rua alguém chega para você para pedir uma coisa, você não precisa dar. Mas eu tenho há de perguntar primeira coisa, como é seu nome? A pessoa toma um susto. Quando você pergunta o nome, ela

s vezes na rua alguém chega para você para pedir uma coisa, você não precisa dar. Mas eu tenho há de perguntar primeira coisa, como é seu nome? A pessoa toma um susto. Quando você pergunta o nome, ela se individualiza para você. O cara diz Mateus. Aí ele diz o seu digo leal. Aí cria uma pequena conversa. Ele sai dali dizendo o seguinte: "Esse cara me enxergou. Esse cara me enxergou. Se eu talvez tivesse dado muitas coisas para ele assim, pouco interessasse, porque às vezes essas pessoas aparecem muitas vezes no nosso caminho, seja dentro do nosso ambiente familiar, seja lá onde for, como uma forma da gente fazer esses exercícios de tão sabido que nós estamos de tudo que a gente lê e cursos que a gente faz. É curso de evangelho, não é? Não é curso disso, é curso daquilo, é curso daquilo outro. E quando põe o pé fora desses ambientes, dos cursos que são dados, a gente sai dando topada em todo mundo. Leia-se nos dias de maior tumulto de estacionamento aqui na nossa casa, que vocês vão entender o que eu tô falando. Todo mundo tem que sair primeiro do que o outro. Não tem conversa. Eu já falei aqui algumas vezes em tom de brincadeira, mas também tem um sentido educativo. Se eu fosse responsável pelo plano espiritual, eu criava no portão de saída uma cabine escrita assim: "Recolher os passes que eu tenho certeza que não vão ser usados pel aqueles que estão dentro dessa casa". Olha, não ia ter espaço porque caba toma passe, fica genoflexo na frente do passista, sai passado, mas não leva dentro do coração o que precisava levar ainda tira a energia do outro. Então são coisas que a gente tem que começar a botar no nosso campo mental para que a gente dê praticidade ou prática, exercício daquilo que a gente aprende. Isso é muito importante. Então, depois dessa pequena abertura, eu vou eu vou agora falar um pouco desse exercício da espiritualidade que já tá contemplado nesse texto que eu estou colocando, nessa fala coloquei para vocês. Nós vamos lá. Aonde exercer a espiritualidade? Nós sempre imaginamos e

ouco desse exercício da espiritualidade que já tá contemplado nesse texto que eu estou colocando, nessa fala coloquei para vocês. Nós vamos lá. Aonde exercer a espiritualidade? Nós sempre imaginamos e fomos conduzidos culturalmente, culturalmente, né, para cada um diante da sua crença, para os seus templos. Ó lá, tudo bem? Estamos aqui na comunhão espírita de Brasília. Ótimo, maravilha. é um local que nos dá a chance de estar aqui fazendo esse diálogo, de fazer socorro e etc, mas é uma fração do processo. Fração do processo. O que nós precisamos fazer não está aqui. A gente leva para fazer. Porque entrar aqui, ficar genoflexo, olhar para um que passa por você e diz: "Boa noite, meu irmão". Aqui todo mundo: "Boa noite, meu irmão. Boa noite, meu irmão." Chega lá fora, não dá bom dia nem boa noite para ninguém. A gente acha que está enganando a quem? A quem? Não é a quem? Não. Aí nós vamos lá atrás falar um pouco dos druídas 52 anos antes de Cristo. Aonde é que esses indivíduos que estudavam a espiritualidade faziam as reflexões? Aonde é que eles dialogavam? Eles se reuniam a sombra dos carvalhos. Sombra dos carvalhos. Eles ali trocavam ideias sobre espiritualidade, procuravam o conhecimento dos astros de tudo. estavam se instruindo e tentando até perceber porque em que momento em que situação que houve uma migração de outras moradas para que eles estarem para reconstruir conduta moral e ações diferenciadas no processo do crescimento espiritual. Então, tava lá os druídas e daí se espalhou isso quando eles foram naturalmente atacado por romanos. etc. E pronto, fugiram e foram se instalando em diversos locais, inclusive depois foram parar até lá pela Galileia e aí foram reconstruindo posições dentro desse entendimento, eu não vou chamar de crença, entendimento de reencarnação, vida espiritual, processo de transformação, etc. Porque é assim que a lei do universo se comporta. É um, é uma acomodação, é uma marionete que vai mexendo naquilo que a gente não consegue fazer por conta própria, vai

processo de transformação, etc. Porque é assim que a lei do universo se comporta. É um, é uma acomodação, é uma marionete que vai mexendo naquilo que a gente não consegue fazer por conta própria, vai dando um pequeno toque para que a gente caminhe naquela direção. E aí, aonde que eles faziam isso? A sombra dos caralhos. Exercitavam a espiritualidade nas ações, no conhecimento, no entendimento das coisas. não criaram nenhum aparato para que essa espiritualidade fosse exercitada. Aí depois a gente caminha um pouco, vai mais adiante. Vocês lembram da história do do o nosso amigo Chico Xavier com a sombra do abacateiro, aonde que ele adorava conversar com as pessoas? a sombra de um abacateiro. Sombra de um abacateiro. Ou seja, ali era exercido a espiritualidade. Ali eram discutidas as situações que servia para cada um saísse dali e levasse pro seu convívio, pra sua história de vida, as transformações que precisavam ser feitas. a sombra do abacateiro. Eu tive a oportunidade, Chico já tinha retornado pro plano espiritual de a Uberaba com um amigo que ele foi visitar uma filha que tinha um problema e eu fui e quando foi à noite ele disse lá, vamos dar uma ida lá num centro que eu frequentava lá do Chico F. Fui cheguei lá, não sei se vocês conhecem, é uma casinha, uma casinha pequena. Eu até me convidaram para sentar à mesa com eles. Era uma mesa de oito lugares e talvez umas 20 cadeirinhas de madeira. Gente, olha dali o que saiu, hein? Olha dali o que saiu, gente. 450 obras psicografadas que nos ajuda todos os instantes a fazer as reflexões de transformação de vida, procurando buscar e direcionar a nossa existência à simplicidade das atitudes. Me desculpem a veemência, mas não pode ser diferente. Não dá para ser diferente. Eu procuro sempre exercitar tudo que eu posso da maneira mais simples possível para depois não ter frustrações de ficar cobrando de alguém ou de alguém, não. Então é o exercício da nossa espiritualidade. E aí se vocês se interessarem, tem esse livro Nos céus da Gália.

s possível para depois não ter frustrações de ficar cobrando de alguém ou de alguém, não. Então é o exercício da nossa espiritualidade. E aí se vocês se interessarem, tem esse livro Nos céus da Gália. é romanciado, é fantástico. Nos céus da Gália. É um livro, um livro de história que mostra aqui todas trajetórias extremamente interessante de muitos personagens que às vezes faz um encadeamento de existências. Eu não gosto nem muito disso porque eu acho o seguinte, quem foi Chico foi Chico, quem foi Zé foi Zé. Quem é leal leal, quem é Carla hoje é Carla, né? Então, quem for leal, não quero saber. Quem for não sei que também não quero. Preciso saber o que eu tenho que fazer daqui paraa frente, né? Para trás, como diz o outro, já era. Bom, então agora nós vamos para o tema. Vamos entrar no tema. Então, vamos lá. É sobre o livro do Zé Carlos de Luca, muito interessante na Escola da Vida. O Zé Carlos de Luca, ele ele é extremamente prático e nos mostra com muita clareza, muita clareza e nos chama para um raciocínio diferenciado, né? Para que a gente perceba que nós somos capazes de fazer tudo. Não precisamos estar diplomados para nada. Diploma é uma especialização no universo do mundo material. Para o plano espiritual, o diploma que nós precisamos é o exercício da espiritualidade em todos os instantes da nossa existência, da melhor forma possível, do jeito que a gente conseguir. Aí sim, porque é esse que vai ser o nosso credenciamento no plano espiritual. Não importa. adianta, ah, o leal deu, sei lá, 1000, não sei quantas palestras assim. Daí chega lá diz que deu tudo isso e você fez o quê? Que que você fez de útil com essas palestras para você, né? Talvez tenha tido para muita gente e tudo bem, OK, mas não vai nessa onda não. Você tem que fazer para você, você tem que se modificar, você tem que se reorganizar. Esse é o exercício da espiritualidade. Então, Deuca, no capítulo 42, ele fala exatamente, aonde eu vivo? Aonde eu vivo? Aonde eu tenho? Onde eu posso? Aonde é importante eu exercer

que se reorganizar. Esse é o exercício da espiritualidade. Então, Deuca, no capítulo 42, ele fala exatamente, aonde eu vivo? Aonde eu vivo? Aonde eu tenho? Onde eu posso? Aonde é importante eu exercer a minha espiritualidade? Eu preciso saber disso. Aonde? Hã? Então, ele faz uma observação muito interessante que todos nós temos o hábito. Isso é hábito, é cultural. Foi colocado e a gente não rompe essa barreira. Tem medo. Tem medo. A gente tem medo. Hã? Se a pessoa ter medo das coisas do universo, não dá. A gente tem que abrir o coração. Se nós temos o Deus na nossa intimidade, isso foi dito para nós. Nós temos que ter essa segurança que nós temos que avançar com essa força que tá aqui habitando no meu íntimo. E eu posso, eu posso. Hã, o próprio Cristo dizia lá atrás, ele nunca se vangloriava de nada. Ele usava até um termo sânstrico, ele dizia e shri, ou seja, o pessoal dizia assim: "Eu sou, eu sou". Não, quando ele dizia, ele dizia: "Deus é, Deus é e Deus é". Ele nunca disse eu sou, senão ele estaria carregando vaidades. Isso era, acho que era algo que ele pouco tinha mais, tá? Tanto é que quando havia uma cura, alguma coisa, ele não dizia: "Eu, você fez. Ele podia trazer logo rótulo para ele, sair por aí?" Não. Então é isso que a gente tem que olhar, a nossa capacidade de ser, de fazer, de se transformar e de executar a espiritualidade. Então nós temos esse hábito, né, de achar que nós precisamos estar dentro de alguma coisa. Se não tiver, não vamos fazer nada. Então nós trazemos muito o exercício espiritual pelo lado da matéria. Eu tenho que estar com as coisas materializadas para isso, né? E não é por aí. Então, muitas vezes a espiritualidade para nós, ela restringe apenas ao ambiente religioso, ao templo que nós frequentamos. Numa grande maioria, infelizmente, me desculpem dizer isso, é real. É real. Falei isso no início. Quando sai daqui, você não exercita nada, mas acha que fui à comunhão, beleza, cumpri com a minha missão. Hum. Você se informou, você parou para fazer uma reflexão

real. É real. Falei isso no início. Quando sai daqui, você não exercita nada, mas acha que fui à comunhão, beleza, cumpri com a minha missão. Hum. Você se informou, você parou para fazer uma reflexão excelente, mas a ação é lá na frente. É como você ter um carro 0 km da melhor qualidade, enche o tanque, beleza? entra no carro, liga o motor e fica quieto esperando. Aí o motor, a gasolina vai acabando, o motor vai super aquecendo, derrete o motor, funde a máquina e você não foi a lugar nenhum. Por quê? Você tava todo instrumentalizado, mas não engrenou uma marcha para ir buscar um destino qualquer, ou seja, dar movimento à tua vida. Se não dar movimento à tua vida, não adianta nada. Você pode explodir de vibração acumulada no seu índio e não vai resolver coisa nenhuma. Vai fazer igual bateria de carro. Se você der carga alen normal, ela ferve. Ela não vai ser útil. Ela ferve. E às vezes a gente tem essa ideia, como muitas vezes aqui em trabalho, viu, Carlos, pessoas que eh queria disse assim: "Dá para eu tomar outro passo?" Eu digo: "Para quê?" "Não, eu passo especial de urgente especial é você. Passe não. Se você é um bom receptor, você vai sair daqui. Se levou o passe de um médio boa meia boca, não tem problema. Você vai, você recebeu o que você tá pronto para isso. Então você vai eh ferver e não vai adiantar nada, né? Então esse é um problema. E depois as divisões do nosso trabalho no ambiente profissional, em tudo, gente, aí tá o templo de trabalho, aí está o exercício da da nossa espiritualidade, né, na compreensão com o universo comunitário que nós vivemos, com a sociedade que nós estamos inseridos, né? Nós escutamos tantas coisas, tantas coisas e saímos depois e tendo atitudes estapafúrdias e acha que tá protegido sobre sobre eh o rótulo doutrinário que eu abracei. Se alguém tiver uma história melhor para me contar, eu talvez volte a essa prática. Pelo contrário, não, porque o processo evolutivo vai nos mostrando isso. E essa turma nova que tá chegando aí, ela tem cobrado muito isso da gente,

lhor para me contar, eu talvez volte a essa prática. Pelo contrário, não, porque o processo evolutivo vai nos mostrando isso. E essa turma nova que tá chegando aí, ela tem cobrado muito isso da gente, mas muito. E a gente não tá sabendo o que oferecer. Não adianta a gente querer oferecer os mesmos padrões de entendimento onde se faz o exercício da espiritualidade. Ele tem que ser feito em todas as instâncias. Coragem para abrir o jogo e conversar sobre isso é fundamental, é importante, senão não chega a lugar nenhum. Então vamos lá. Por conta dessa separação que nós fazemos aí, nós vivemos a nossa espiritualidade apenas entre quatro paredes. É isso que a gente faz. entre quatro paredes. Eu sou o bacana. Eu tô morando dentro da minha casa de trabalho. Moro já na comunhão. Hã, moro, moro, moro na igreja, moro no templo, moro. Tô lá, tô lá, tô então super hiper pronto para aí. Boto pé na rua, não sei nem onde atravessar, né? Põe o pé na rua, não sei o que fazer. E ainda considero os outros que pensam diferente de mim como uma coisa. Uma coisa, não é? Uma coisa. Então, esses ismos todos que nós criamos na existência, eles eles importantes, tá? Aí, eu não tô aqui descaracterizando a possibilidade disso, tá? Entendam bem, eu tô mostrando que é mais que é além de é a prática, é o exercício, teoria prática em tudo é assim. Você se prepara na teoria e tem que ir pra prática, né? Quando você vai aprender a dirigir um carro, você fica batendo cabeça ali, o carro, mas depois ele te solta no mundo. E aí você tem que fazer as correções, você tem que fazer e se capacitar e habilitar para desempenhar aquilo que foi colocado para você. Não adianta você ficar o tempo inteiro naquele simulador, né? Fica no simulador, aprende tudo. Simulador é que nem piloto. Simulador, simulador sai dali e não consegue levar a aeronave ou o veículo para lugar nenhum. Somos assim, gostem ou não, precisamos rever isso o tempo inteiro. O tempo inteiro. Tempo inteiro. Então, vamos lá. Isso significa devolver a

consegue levar a aeronave ou o veículo para lugar nenhum. Somos assim, gostem ou não, precisamos rever isso o tempo inteiro. O tempo inteiro. Tempo inteiro. Então, vamos lá. Isso significa devolver a todos os nossos os espíritos, o espírito, o que tivermos. Não apenas eh no ambiente religioso, não. Em todo lugar, gente. Todo lugar. Tem lugar para trabalho em todo canto. Todo canto você tem uma possibilidade de ser útil, de fazer o exercício da tua espiritualidade. Eu não tô contando história aqui, inventando coisa para vocês, não. Tô apenas trazendo pra gente refletir sobre isso, que aí a gente modifica um pouco a nossa forma de perceber as coisas, não é? Então, tem uma coisa interessante que essa divisão entre o que é material e o que é espiritual, ela normalmente ela nos leva a uma porção de incoerência, de conduta. É um negócio danado. A gente dentro do templo, é tudo aquilo que eu disse para você, agis no flex, né? Eh, em alguns lugares faz sinal da cruz, em outros grita chamando por Deus, em outros faz as preces, etc. E pronto, aqui fora um um nada. Então o que é que vai adiantar, né? Não vai adiantar. Então quer dizer, porque sem amor, sem ética, e qual é o maior código de ética que nós dentro da doutrina espírita temos? É, não é? É um código de ética ali, não é uma peça eh eh diferente, é um código de ética. Tá lá, fazer o próximo que gostaria que fizesse para você. tá lá, é um código de ética e a gente deixa isso tudo de lado, não é? Quer dizer, não temos fraternidade, solidariedade é zero, mas depois queremos tudo para nós. Ainda tem outros que ainda dizem assim: "Ah, eu acho que eu salguei a Santa Ceia". Não tem isso? Ah, eu salguei a Santa Ceia. Ahã. Hã. Ah, eu fiz isso, eu fiz aquilo outro. É por isso que tal coisa acontece. Um tom de brincadeira, mas no fundo você nunca traz para você responsabilidade. Eu salguei a minha vida, eu salguei a minha ceia, né? Eu não fiz a coisa que eu devia ter feito, porque é tudo é causa efeito, é a origem de tudo. É uma ação e reação. É física,

você responsabilidade. Eu salguei a minha vida, eu salguei a minha ceia, né? Eu não fiz a coisa que eu devia ter feito, porque é tudo é causa efeito, é a origem de tudo. É uma ação e reação. É física, bate na parede e volta, não é? Tá aí muito claro. Qualquer um que já teve a oportunidade de de falar sobre isso sabe, né? Aí depois vem. Então, desse modo, a gente pode fazer a seguinte conclusão. Mesmo no ambiente religioso, eu tô puxando muito para esse ponto, tá? Eu vou incomodar com isso. Uma vez eu eu visitei o Divaldo, eu tinha 18 anos de idade e tomava conta da campanha Alta de Souza aqui, como eu te falei. E eu ficava muito incomodado porque a gente ia atender as pessoas e quando chegava lá sempre era aquela conversa assim: "Ah, é Deus no céu e vocês na terra". Ora, poxa, pelo amor de Deus, Deus no céu, a gente na terra. A gente tava fazendo uma limpeza de consciência. ia lá, eu tô sendo franco, né? Mas fazia aí, mas eu ficava incomodado porque eu não vi as pessoas se se preocuparem em e crescer, em mudar, em melhorar. Pelo contrário, quando a gente chegava, havia um um um total disfarce depois que eu descobri que escondiam coisas para que não desse uma demonstração que estavam avançando. Porque se desse ideia, a sensação que tinha é que eles precisavam ficar nivelados por baixo para poder continuar a ser socorridos. Tô sendo claro com vocês, com a história que eu vivenciei, tá? Aí fui visitar lá no Pau da Lima, no bairro lá onde o Valdo tinha o essa casa do caminho. E na época ele tava dando uma palestra e e eu fiquei lá ouvindo. Quando acabou a palestra, todo mundo ficou ali numa fila para ir falar com ele e eu também entrei na fila, eu já tava lá e até tinha um primo meu dizendo lá: "Vem você com essas suas beati, vamos embora. Você já escutou o cara falar? Baiano, você tirar baiano da Barra Avenida para levar pau da Lima para escutar uma palestra espírita e depois ainda querer ficar na fila para cumprimentar o cara, isso para ele era o terror. Mas tudo bem. Quando eu cheguei

ano da Barra Avenida para levar pau da Lima para escutar uma palestra espírita e depois ainda querer ficar na fila para cumprimentar o cara, isso para ele era o terror. Mas tudo bem. Quando eu cheguei perto do Divaldo, ele botou a mão assim na orelha, virou pro lado, olhou para mim, falou: "Como é que vai a nossa casa espírita comunhão?" Eu falei: "Vai bem". Perguntou por algumas pessoas aqui da casa. Fal tá bem também, meu jovem, eu era jovem, tinha 18 anos. Eu vou lhe dizer uma coisa, não sei se vai ser útil para você, diga. Ele falou palavras doce. Na maioria das vezes, elas só adormecem, mas elas não despertam. Aí eu disse: "Beleza". Quando eu cheguei aqui em Brasília, reuni toda a nossa equipe de sindicância da campanha aqui nesse salão, só que não era desse jeito, pé direito era alto, era plana não tinha isso aqui. Reuni a turma toda e disse: "Pessoal, agora nós vamos levar a seguinte notícia, só vamos continuar atendendo aqueles que resolverem ficar ricos." Aí os caras é, é isso aí. Eu quero entrar em barraco que eu não tenho às vezes coragem de entrar direito. Quero entrar me sentindo confortável. E isso aconteceu. Tá bom? Porque uma mudança de forma de encarar a vida. Então, a vida é assim comigo, não é doce. Eu passo por tudo que eu tenho que passar por consequência daquilo que eu fiz. Por onde? É simples assim. Então eu vou finalizar, senão a gente passa. Essa é a ideia, pessoal. Eu procurei ser o mais claro possível do jeito que eu sou comigo. Todos os dias de manhã eu já acho que o o criador é cansado com minhas preces, então eu já faço diferente. Eu digo assim: "Cuide mim, cuide de mim. Se eu aprendi com uma senhora que ela faz um trabalho para trás, diga, não, não diga muita coisa, não. Diga, cuide de mim e peça para você poder cuidar daqueles que tiver o teu alcance. Exercitem a espiritualidade com aqueles que estão do teu lado. Se eu pudesse fazer o exercício da espiritualidade aqui, se tivesse tempo, eu sairia daqui apertando a mão de cada um de vocês, porque nessa hora eu

espiritualidade com aqueles que estão do teu lado. Se eu pudesse fazer o exercício da espiritualidade aqui, se tivesse tempo, eu sairia daqui apertando a mão de cada um de vocês, porque nessa hora eu estaria passando o que eu sinto para cada um e recebendo o que vocês sentem. Isso é exercício da espiritualidade. Meu muito obrigado e grato pela paciência. Graças a Deus. Antes de fazermos a prece, eh, tem algumas pessoas aqui pela internet perguntando informações sobre o seu grupo de acolhimento, né? Qual é o dia, o horário? Se você puder dar essas informações, eu vou eu vou até passar na nessa cartilha tem o número do meu telefone, porque é uma forma da gente fazer os encaminhamentos, mas na própria comunhão tem também o trabalho aqui, entendeu? Se a pessoa procurar aqui na comunhão a o grupo de acolhimento, né, eles fazem também o encaminhamento. Uhum. Quer dizer, é um primeiro passo. Se quiser alguma coisa que se aprofunde mais, precisar, ah, eu precisar de palestra para a não sei aonde, a escola, é grupo, o que for, pode me chamar e meu compromisso é com esse trabalho e é 0800, tá bom? Tem nada, porque às vezes a pessoa ah se for lá fazer a palestra, não é 0800, não tem custo de nada. Tá bom? Estamos aqui para tentar fazer o exercício da espiritualidade e enquanto é tempo, porque eu tô com 74 anos, tô com medo danado, não dá tempo. >> Bom, muito obrigada e obrigada também por todas as reflexões, por todas as histórias e tudo que nos trouxe, né, palavras doces e às vezes não tão doces, né, mas muito necessárias. Então, convido vocês então agora todos que estão aqui, que nos acompanham a fazermos uma prece mais uma vez aqui neste momento, elevando o nosso pensamento a Deus, agradecendo por esse dia de hoje, esses dias que combinam um sol forte e acalentador com a chuva renovadora também, assim como é na nossa vida. Precisamos do sol que nos alimenta, que nos aquece, mas também precisamos da chuva que nos renova, muito embora às vezes incomode, cause transtorno e tire da nossa zona de

assim como é na nossa vida. Precisamos do sol que nos alimenta, que nos aquece, mas também precisamos da chuva que nos renova, muito embora às vezes incomode, cause transtorno e tire da nossa zona de conforto, mas é extremamente necessária porque ela traz a vida também e traz para nós a renovação e a beleza do verde e das flores e de toda a natureza que comemora comemoremos também mesmo as chuvas e que estejamos conectados a Deus, a Jesus, onde quer que nós estejamos, que o nosso templo seja a conexão do nosso coração com o coração daqueles que nós encontramos, com as pessoas que estão ali, com o mundo fora e não apenas dentro, mas com a com tudo o que nós vemos, com tudo o que nós Sentimos que percebamos que Cristo está em cada ser do universo, está em cada lugar e que cada lugar por onde nós passamos pode ser um altar onde fazemos a nossa oferta e onde nós entregamos a nossa vida aqueles que necessitam, sendo nós mesmos os maiores necessitados. que nós percebamos que a vida em abundância, a vida sem limites, não está fechada em lugares e não está delimitada, nem faz eh vinculada a apenas algumas pessoas, que em todo o universo, em cada lugar, em cada pessoa, nós encontramos a vida, nós encontramos a Deus. Então, que promovamos a vida, levando-as a cada pessoa, a cada ser, a cada lugar e também recebendo-as em cada ser, em cada lugar, em cada pessoa que nos são também mensageiros de todas as mensagens, né, das doces, das amargas, das sobretudo das verdadeiras e daquelas que nos trazem a transformação que precisamos. Que Deus esteja em todos os lugares e esteja também em nós e que nós estejamos sempre neles. Que a vida se multiplique e que leve, atinja, chegue a cada coração a partir desse lugarzinho aqui e de todos os lugares onde haja um coração palpitante, lembrando de Deus e lembrando que a vida é maior do que aquilo que a quer conter. Que assim seja. Um ótimo domingo, uma ótima semana, uma ótima tarde a todos e uma ótima vida para todos nós. Um grande abraço a

de Deus e lembrando que a vida é maior do que aquilo que a quer conter. Que assim seja. Um ótimo domingo, uma ótima semana, uma ótima tarde a todos e uma ótima vida para todos nós. Um grande abraço a todos. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual. Substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, [música] guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. [música] Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. E também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes [música] de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música]

possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. E também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes [música] de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e [música] familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas [música] dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz [música] e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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