PÁTRIA, ATMOSFERA DE AMOR - Roberta Assis [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, estou aqui para agradecer de [música] coração. A paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa [música] casa que aprendi toda a beleza [música] de viver, doando amor, [música] vibrando luz. buscando a ti, Senhor, mesmo tão [música] longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi. >> Qual o valor dessa missão? [música] Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Boa noite, amigos. Que a do paz de Jesus esteja com todos nós. Aqueles também que estão nos assistindo, que a paz de Jesus esteja com eles também. Aqueles que irão nos assistir, vamos, é um muito bom estar com vocês, né? Parece que faz tanto tempo que eu não estou aqui e é só uma semana. Será que eu tava aqui semana passada? Hoje eu pensei, eu não tô de férias. E cadê o a família de 16 e 18 horas? Fiquei meio perdida. Eu não sei o que que aconteceu ou vocês sumiram de mim, né? Bom, vamos começar esse nosso momento fazendo nossa prece, né? elevando nossos pensamentos, nosso coração a Deus em agradecimento por nós estarmos aqui hoje, de est tendo essa possibilidade de estar aqui para fazer uma reflexão, nos harmonizando, nos recebendo passe, nos energizando para que a gente tenha uma noite melhor. E amanhã a gente acorda com muita disposição de dar mais um passo nessa nossa caminhada. E para dar esse um passo, né, que a gente anda de passinho em passinho, para dar esse passo, nós rogamos a Deus, a Jesus, que nos ajude. nos ajude, porque nós ainda temos passos que são vacilantes, são difíceis, são duvidosos, mas que a gente tem a consciência de que eles estarão conosco a cada passo, que a gente não tenha medo, que a gente tenha coragem, a firmeza de fazer aquilo que é bom para nós, para que a gente possa fazer para o outro. E se eu faço o que é bom para mim, que se eu sei o que é bom para mim, eu com certeza só posso fazer o bem para o outro. Então, nesse intuito da gente
a nós, para que a gente possa fazer para o outro. E se eu faço o que é bom para mim, que se eu sei o que é bom para mim, eu com certeza só posso fazer o bem para o outro. Então, nesse intuito da gente querer estar melhor, nós é que nós agradecemos, porque sabemos, temos a certeza absoluta que é fé de que nós somos muito bem amparados pela espiritualidade em todos os momentos, mas nós precisamos nos despertar para essa consciência de que nós temos essa essa proteção. E assim nós agradecemos a todos eles e começamos esse nosso momento com muita alegria, muita satisfação. Vamos fazer uma leitura. Hoje trouxe um livro diferente pra gente, é A busca do melhor, é do espírito ramed pelo médium Francisco do Espírito Santo Neto. E tem uma liçãozinha, uma liçãozinha porque é pequenininha, elas são muito importantes, mas elas são bem curtinhas, né? que fala a cada novo dia, a cada novo dia a gente tá aí batalhando, né? E tem uma questão, o Ramed tirou uma questão lá do livro dos espíritos, a questão 532, que tá na boa nova editora, ele falou assim: "Sabeis também que depende frequentemente de vós afastar esses males ou pelo menos os atenuar. Deus vos deu a inteligência para dela vos servir. E é nela sobretudo que os espíritos vêm vos ajudar, sugerindo-vos pensamentos propícios. A gente até falou um pouquinho, né? E a lição que tá na lá que a lição 500 eh 532, o Ramed veio dar uma pinceladazinha no que diz os espíritos, né? Nossa vida é feita de uma sequência de escolhas. Elegemos projetos, atividades, estudos e companhias. No entanto, temos que abandonar algumas dessas escolhas feitas cegamente, sem opções de vida efetuada, sem clareza nem reflexão. Conhecimento prático é o que adquirimos ante desacertos e equívocos, pois podemos aprender muito com eles. No entanto, seremos inconsequentes se continuarmos nessa direção. Não podemos nos considerar criaturas indefesas, atadas a inúmeros maus entendidos. Escolher mal entendidos. Escolher sem pensar nos levará a cometer o erro de
nsequentes se continuarmos nessa direção. Não podemos nos considerar criaturas indefesas, atadas a inúmeros maus entendidos. Escolher mal entendidos. Escolher sem pensar nos levará a cometer o erro de tomar decisões equivocadas. Não podemos jamais decidir pelos outros, nem por eles fazer opções. Devemos viver com responsabilidade e manter equilíbrio entre escolhas e consequências. A cada novo dia, temos o direito de refazer caminhos, reavaliar atitudes e redefinir projetos. Tudo está ao nosso alcance e nada pode escapar de nossas mãos sem nosso consentimento. Um mal não é sempre um mal. Frequentemente um bem deve deve disso surgir, que será maior que o mal. E é isso que não compreendeis, porque não pensais senão no momento presente ou em vossa pessoa, conforme nos ensina o livro dos espíritos. Tudo pode mudar para melhor em um minuto pela vontade do espírito. É uma liçãozinha, né, Ramed? Ele não ele não brinca não, né? Quando ele fala, ele já vai assim bem diretinho nas nossas dificuldades, né? E a lição dele também é justa. Bom, para começar agora a nossa reflexão, a gente tem Roberta aqui, que sempre é uma alegria muito grande, né? Ela vai falar sobre pátria, atmosfera de amor, que é com o Vinícius, né? O nosso amigo Vinícius. A fala tá com você, Roberto. Boa noite a todas e a todos. Uma alegria estar aqui de volta, né? Tô com saudade, mas a gente foi ano passado, Rut, é por isso. É porque, né, foi o ano passado, a gente já nem lembra mais. Eh, a gente tava aqui pensando, né, a tava comentando com a com a Rute, né, hoje o nosso tema é esse, pátria, atmosfera de amor, tá no livro Emorno do Mestre do Vinícius, que a gente vem refletindo aqui todas as quartas-feiras. E hoje a gente vai visitar esse tema de um outro lugar. O Vinícius vai nos chamar a visitar esse tema da pátria e do patriotismo a partir do ponto de vista do espírito. Então, a gente tem algumas reflexões importantes e bastante interessantes pra gente fazer. Talvez a gente, vocês cheguem aqui e fala: "Poxa, né, mas esse tema hoje eu
ir do ponto de vista do espírito. Então, a gente tem algumas reflexões importantes e bastante interessantes pra gente fazer. Talvez a gente, vocês cheguem aqui e fala: "Poxa, né, mas esse tema hoje eu tava querendo um pouco de consolação. A gente sempre vem tomar um passe em busca de consolação, mas vamos dar um tempinho pro Vinícius que a gente, sem dúvida nenhuma, vai encontrar escaninhos eh insuspeitos nesse tema que vão nos trazer oportunidades de pacificação. Ah, pensando um pouco mais, né, nos momentos em que a nossa humanidade vem atravessando, é bem propício que a gente ressignifique esse tema ou o signifique a partir de uma ótica espiritual. E isso terá efeitos bastante visíveis e se assim a gente o desejar benéficos nas nossas relações interpessoais. Virá esse ano um momento de escolha eleitoral, mais um momento de escolha eleitoral. E o nosso chamado enquanto reflexão do espírito, enquanto aprendizes do Cristo, é para a pacificação. Nós não precisamos concordar uns com os outros nas opções que temos, nas escolhas que fazemos, mas nós devemos nos respeitar. Sobretudo, nós devemos pensar que aquele que faz uma opção imediata, diferente da minha, muitas vezes quer no mais profundo, no mediato, no longo prazo, desejo o mesmo que eu. Deseja um ambiente, uma sociedade mais justa, mais fraterna, com mais oportunidades para todos. Talvez discordemos no como chegar até lá, mas é importante que nós reconheçamos que queremos o mesmo para que a gente possa depor as armas, porque a gente vai refletindo aqui junto com o Vinícius. Pátria não pode ser uma expressão geográfica como a que compreendem os homens. Pátria é um ambiente de paz, de fraterna solidariedade, de recíproca dedicação, de mútuo afeto, que só existe entre aqueles cujos sentimentos afinados no mesmo diapazão e cuja moral equilibrada no mesmo nível, aspiram a um a um ideal elevado, de onde resulta a felicidade coletiva. É importante que a gente não perca esse norte de que nós queremos o mesmo e que, como sempre, no nosso estágio
a no mesmo nível, aspiram a um a um ideal elevado, de onde resulta a felicidade coletiva. É importante que a gente não perca esse norte de que nós queremos o mesmo e que, como sempre, no nosso estágio evolutivo, nenhum de nós detém a integridade da verdade. Todos temos parcelas de um espelho que se quebrou, né, a verdade. a gente pode fazer essa comparação, né, a verdade como sendo um espelho que se quebrou em muitos fragmentos e cada um de nós tem um pequeno fragmento deste todo. Enxergamos, mas não tudo. Só nos será possível chegarmos próximos do que seja a verdade ou da realização do bem comum, se nós conseguirmos cooperar, juntar os fragmentos e fazer não necessariamente do meu jeito, mas do jeito possível. Todos nós teremos que ceder um pouco para construirmos uma viabilidade de uma coletividade que é generosa para todos, sem exceção. onde os indivíduos se hostilizam e se devoram num fervilhar constante de paixões rasteiras que se entrechocam, não pode haver pátria, porque não há aspirações comuns. Todas, todas as vezes que a gente se perde, levados pelo nosso orgulho de querermos estar certos, nós eh normalmente perdemos a oportunidade de acertar, né, aquela história, né? Você quer estar certo, você quer ser feliz, você quer tá certo, você quer construir algo. Nós todos precisaremos fazer adequações, ceder. compartilhar inclusive com aqueles que são diferentes, aliás, principalmente com aqueles que são diferentes de cada um de nós. Quando a gente eh faz uma investigação de significado da palavra pátria, a gente vai ver que ela tá ligada a um certo identitarismo, né? uma vinculação identitária que o ser realiza. E ele e essa realização, essa identificação pode ser com o local em que se nasceu, pode ser com o local de dos ascendentes, pode ser para um local onde você não é o seu lugar de nascença, mas você se mudou e aí você se naturaliza porque você se identifica com aquele lugar. Então, há um sentimento de compartilhamento, de pertencimento, um se sentir encaixado naquele todo
ar de nascença, mas você se mudou e aí você se naturaliza porque você se identifica com aquele lugar. Então, há um sentimento de compartilhamento, de pertencimento, um se sentir encaixado naquele todo cultural. No entanto, nós estamos aqui numa casa espírita e nós sabemos que uma das realidades do da existência é a reencarnação. fato de que nós reencarnamos sucessivas vezes, muitas, só no planeta Terra, muitos, a maioria ou a totalidade de nós já contam inúmeras reencarnações. nós já reencarnamos aqui no planeta Terra antes e seguiremos, se assim nós o merecermos, afinal de contas, o planeta muito embora a a gente se assuste com esses momentos que nós estamos atravessando agora de turbulência. Natural que nesses momentos de transição, né, de uma realidade para outra, em que nós nos tornamos pouco a pouco um mundo de regeneração, essas turbulências fazem parte dessa reforma. Eh, nós estamos fazendo o nosso possível, o nosso melhor para reformarmos a nós mesmos, para sermos o os regenerados a reencarnar na terra regenerada. Não é? Mas nós não encarnamos somente no Brasil, que no momento nos acolhe e é a nossa pátria. Nós reencarnamos em diversas culturas, geografias, religiões e experimentaremos tantas outras. Então, do ponto de vista do espírito, a gente começa a pensar que a noção de pátria não deve ser uma de oposição entre os povos, de competição entre os povos ou de supremacia entre as coletividades, mas uma multiplicidade de experiências do ser em evolução em cada etapa, em cada fase reencarnatória, em cada lugar. Em cada cultura, eu aprendo um pouco mais, eu desperto um pouco mais, eu expando os limites da minha consciência um pouco mais. E enquanto encarnado, eu posso entender que cada espaço cultural, geográfico de experimentação de cada ser deve ser respeitado, deve ser preservado. O nosso e o do nosso vizinho, de todos os povos. Pois se deve respeitar a experiência humana. Pois que se nós, espíritos encarnados na terra, podemos dizer que temos uma só pátria, na medida
eservado. O nosso e o do nosso vizinho, de todos os povos. Pois se deve respeitar a experiência humana. Pois que se nós, espíritos encarnados na terra, podemos dizer que temos uma só pátria, na medida em que consideremos a nossa pátria a humanidade inteira, experimentaremos múltiplas versões de nós mesmos em cada coletividade. Agora vocês imaginem se a gente se equivoca nesse conceito de pátria e a gente encarna agora, né? Vamos fazer aqui um exemplo, né? no Brasil e aí a gente acha que só o Brasil e aí a gente começa a oprimir outros povos, outros países, que é entendendo mal conceito de pátria desse coletivo que nos abraça e nos chama a experimentar o mundo a partir de um momento e um conjunto cultural e emotivos diferente. Nós queremos então supremacia. Nós queremos que o mundo inteiro seja o Brasil. Aí a gente obviamente vai ser chamado ao desencarne, né? Nenhum de nós vai escapar deste momento de retorno à pátria espiritual. A gente fala tanto isso, né? Que é uma só. Muito embora hajam subdivisões conforme há, né, países no nosso planeta, retornaremos e eventualmente reencarnaremos nesse ciclo infindável de aprendizados, de idas e vindas. viajor, viajores que somos, né? Nós somos viajantes no planeta Terra e quando encarnados, nós estamos atravessando um momento de uma jornada que é muito maior do que os limites do berço e do túmulo. Muito que bem. Aí nós somos chamados a reencarnar na Venezuela. Aí como é que vai ficar? como é que vai ficar diante do nosso espírito? Aí a gente vai conseguem perceber que na realidade quando a gente leva para o lugar errado essa noção de pátria e quer confundir isso com supremacia, o que a gente está fazendo de fato é simplesmente dar vazão a um temperamento, a uma concepção orgulhosa de que o mundo tem que ser como eu acho que ele deve ser e onde eu estiver é o certo e todo mais é o errado. E não importa se amanhã eu tô num lugar oposto do que eu tava antes, então agora o oposto é o certo, porque o nosso fiel passa a ser o nosso próprio umbigo. E a
tiver é o certo e todo mais é o errado. E não importa se amanhã eu tô num lugar oposto do que eu tava antes, então agora o oposto é o certo, porque o nosso fiel passa a ser o nosso próprio umbigo. E a gente nunca encontra felicidade, porque a gente está sempre de guerras em guerras e a gente diz que quer ter paz, fica complicado. Então, é preciso que a gente vá ressignificando isso. E aí a gente entende o Vinícius fazendo esse chamado de compreensão do que seja, no verdadeiro sentido, do que seja pátria e do que que é que é que a gente tá fazendo aqui agora, por exemplo, no Brasil. Todos nós chamados a estar sob este solo brasileiro. Aí ele diz assim, ó: "O verdadeiro sentimento de pátria se expande e generaliza pela humanidade toda, transformando fronteiras e irmanando povos. Nós e agora cabe uma pequena reflexão, né, gente, sobre o chamado individual de cada um de nós. Nós temos um livro psicografado pelo nosso querido Chico, né, Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho. Quem quiser fica o convite, mas eu já vou avisando, tá gente? A gente às vezes vai vai ler esse livro achando que a gente tá assim, né, sendo os mais bonitos da fila, né, de todos os povos. A gente vai perceber que o Brasil é um grande hospital para nós, aqueles espíritos que precisam aprender o amor. aqueles espíritos tão doentes do orgulho que são recebidos neste país desenhado para despertar o amor, a solidariedade, é um chamado para o despertamento espiritual. Não é ao acaso que o Brasil tem um um uma vocação, não é, espiritual muito grande, qualquer que seja a denominação. E muitas vezes nós conhecemos mais de uma, né? Nós não nós não nos vinculamos muitas vezes a um único caminho religioso. Pelo menos a gente pode até frequentar, e às vezes não é assim que acontece, né? a gente frequenta diversas denominações ao mesmo tempo, mas não é sobre isso que a gente vai conversar agora. Mas há esse traço de sincretismo, mas um traço mais profundo do que esse, numa religiosidade muito forte neste lugar em
nominações ao mesmo tempo, mas não é sobre isso que a gente vai conversar agora. Mas há esse traço de sincretismo, mas um traço mais profundo do que esse, numa religiosidade muito forte neste lugar em que nós fomos chamados a viver a presente encarnação. E nós desejamos estar aqui, muito embora agora a gente possa ter as nossas dúvidas, a gente fala: "Não é possível, Senhor, que eu escolhi". Sim, nós escolhemos e a maioria de nós se emocionou bastante quando recebeu a notícia de que sim iria encarnar no Brasil com esse chamado constante para um reencontro com a espiritualidade. Não importa qual o nome que a gente dá, qual o rótulo em que está, o que importa é que a gente refunde a nossa conexão com o divino. e refundando a nossa conexão com o divino, a gente consiga refundar o respeito uns aos outros, a solidariedade, a fraternidade. É também característica deste solo brasileiro ensinar o bom humor. E muitas vezes eh se reclama um pouco do brasileiro, diz: "Ah, brasileiro faz piada de tudo". Na verdade, o brasileiro aprendeu a sorrir através das dificuldades, aliás, a fazer do da graça, do sorriso, da brincadeira, um barco para atravessar situações extremamente desafiadoras, não é por falta de seriedade, mas por mania de sobrevivência. E não é à toa que a gente tem a frase, fala: "Que é isso? Eu sou brasileiro, eu não desisto nunca. A gente aceita gambiar, não aceita derrota". Um brasileiro quer sempre encontrar um jeito. O a alma brasileira, se é que a gente pode dizer assim, quer nos ensinar a criatividade, a persistência. quer nos ensinar que vale a pena e que, claro, tem que ter um jeito. Pode ser que eu não tenha todos os materiais aqui, mas a gente dá um jeito. Deixa eu pedir aqui pro vizinho. Não, tem alguém que eu conheço que pode vir e ajudar? Não, mas se a gente fizer, não é ao acaso que o profissional brasileiro ele é muito valorizado. E por que que ele é muito valorizado? Porque ele é um criativo por natureza. Porque a gente está acostumado desde o berço. que esta pátria ou esse conjunto
fissional brasileiro ele é muito valorizado. E por que que ele é muito valorizado? Porque ele é um criativo por natureza. Porque a gente está acostumado desde o berço. que esta pátria ou esse conjunto em que nós fomos chamados a viver esta encarnação nos proporciona o despertamento dessas virtudes, se assim a gente o desejar, de sermos criativos, de olhar para qualquer problema, sempre com olhos de quem busca uma solução, de quem faz uma piada para afastar para lá o medo e aí conseguir e encontrar os recursos que façam ser possível a gente atravessar esse momento e chegar no dia seguinte. Essa alma que vai querer cantar uma música, dançar um pouco, sorrir, enquanto realiza o seu cotidiano e o seu dia a dia. Nós fomos chamados a viver os nossos sentimentos. é um povo emotivo, onde as emoções elas são chamadas sempre a ribalta. É pra gente lidar com elas, conhecê-las e trabalhar e trabalhá-las e melhorar. É para entender o nosso conjunto emocional. Então, o brasileiro ele é expansivo e isso favorece a que a gente consiga abrir as nossas almas e fazer as revisões que a gente precisa fazer, as alterações que a gente precisa fazer. Isso tudo, este momento encarnatório que nós vivemos aqui nos favorece tantas outras coisas que talvez vocês pudessem me dizer. Se eu perguntasse a cada um de vocês, que que você me diz aí de ser brasileiro? Qual que é a maior característica positiva de um brasileiro, de uma brasileira? O que que vocês trariam à mente? Assim em todo lugar. Tem uma frase que eu gosto muito que diz que Deus não erra o endereço. Eu gosto muito dela. Assim, em toda parte do planeta, os espíritos estão alocados naqueles locais, comunidades, culturas que lhes favorecem o momento espiritual que necessitam de despertamento. Então, é preciso que nós respeitemos. Como nós respeitamos os indivíduos, precisamos respeitar as coletividades, podemos cooperar. Se a gente faz uma comparação, né, e traz pro micro, a Comunão Espírita de Brasília é um centro bastante grande, né? Nós trabalhadores não nos conhecemos
respeitar as coletividades, podemos cooperar. Se a gente faz uma comparação, né, e traz pro micro, a Comunão Espírita de Brasília é um centro bastante grande, né? Nós trabalhadores não nos conhecemos todos, né? Existem trabalhadores que não se conhecem. a gente, né, porque são tantos horários, tantas reuniões, tanta gente envolvida. A comunhão espírita trabalha e coopera com outros centros menores, assim como, né, outros centros também cooperam conosco num ambiente de cooperação, jamais de incorporação. Ah, não, mas eu te ajudo. Só se você colocar aqui uma placa falando que você é uma sucursal do Não faz o menor sentido, não tem o menor cabimento. Nós nos auxiliamos, favorecemos uns aos outros e todos crescemos, cada um no seu ambiente. E isso vale pro pequeno e vale para o grande, no reconhecimento que cada qual está na estrada que necessita. E no reconhecimento que para dentro dos nossos limites geográficos, nós precisamos favorecer a nós mesmos. Todas as vezes que a gente se perde em discussões, em brigas, em dilaceramentos, todos nós perdemos. Não perde só um lado ou outro, perde a coletividade. É urgente que nós superemos essas discensões em nosso próprio favor, para que finalmente a gente consiga de fato ter mais paz. realizar um pouco mais de bem comum, cooperarmos mais com outros povos, aceitarmos também a cooperação daqueles que podem mais que a gente e irmos nos integrando como uma grande colcha de petwork. que eu adoro colchas de petwork, acho a coisa mais linda do mundo, em que você pega, né, pedaços diferentes e você os une e é uma beleza. É aquelas colxas, né, pessoal, que são vários retalhos, né, digamos assim, né, diferentes. Sempre você tem um resultado que é colorido, que é aconchegante, que é maravilhoso. Somos nós todos esses, cada um de nós um pequeno um, um uma pequena parte. Cada cidade, uma pequena parte, cada município outra parte, cada estado outra parte, cada país, outra parte. Compomos um todo que somente cobrirá a todos se nós encontrarmos a
m, um uma pequena parte. Cada cidade, uma pequena parte, cada município outra parte, cada estado outra parte, cada país, outra parte. Compomos um todo que somente cobrirá a todos se nós encontrarmos a forma de compormos um todo coeso, em que cada um mantenha a sua identidade, mas que se entende parte de um todo, que precisa trabalhar junto. Várias vezes a gente repete que a gente não precisa gostar das pessoas para respeitá-las, para entender que elas têm direito no seu espaço de existência e de crescimento na vida. O que a gente precisa é ter autoeducação. O respeito sempre cabe. E quando a gente se esforça em respeitar, respeitar, respeitar, quando a gente menos vê o efeito colateral, mesmo às vezes quando a gente não quer, a gente não gosta da pessoa, mas a gente a gente se esmera por respeitá-la, por ser justo, por garantir a ela o espaço dela de existência e progresso. O efeito colateral sabe qual é? O afeto, quando a gente se dá conta, a gente já está se gostando. Mas é impossível fazer isso sem o respeito. Então fica para nós o convite para que a gente consiga realizar nesse ano de 2026 esse significado de pátria na nossa vivência que será desafiador esse ano. Esse aqui, ó, pátria é um ambiente que atrai, que prende, que fascina, tornando a pessoa capaz de todos os heroísmos e de todos os sacrifícios para o bem de todos. Uma boa noite para nós. Muito interessante, né, sobre a pátria, né? Eu tava pensando porque só os espíritos que tem uma pátria só, a pátria espiritual, todo mundo vai pro mesmo lugar e nós ficamos em lugares diferentes. Aí me fez lembrar que depois a Roberta foi desenvolvendo o assunto, né? E eu lembrei que teve o primeiro congresso mundial espírita foi aqui em Brasília, foi no clube do congresso, mas eu estava na minha pátria, então eu não observei. Quem veio de fora tava na minha terra, entendeu? E e eu acho que eu aqui falando a mesma a língua nossa, né? muita gente não fazendo, não falando, tendo que usar o tradutor e não não prestei atenção. E até não
de fora tava na minha terra, entendeu? E e eu acho que eu aqui falando a mesma a língua nossa, né? muita gente não fazendo, não falando, tendo que usar o tradutor e não não prestei atenção. E até não prestei atenção até poucos minutos atrás, quando a Roberta falou, eu lembrei quando foi no segundo congresso mundial espírita, foi em Portugal que chegamos lá, que tinha umas 13.000 pessoas de 20 e pouco, 22 países. Nós estávamos numa pátria só. Uma pátria só. Porque ali não tinha. Olha, você, você australiano, você vai sentar aqui, você português, você vai brasileiro, você vai sentar aqui, o português aqui. Não, todo mundo se interagiu falando ou não falando língua, tinha gentileza, né? tinha gentileza, tinha um amor, tinha aquela aquela concordando com as coisas, né? Chega um pouquinho para lá, fazia assim, a gente chegava, quer dizer, a gente eh eh comunicou com a língua universal, que é a língua desse querer bem, é a língua do respeito, é a língua do do com todas as línguas, né? E aí quando ela tava falando, eu fui vendo porque eu só não fui em um desses congressos, né? Já até 30 e poucos anos. E todos eles, aí eu fiz uma retrospectiva, todos eles, a gente tava numa única pátria, que era a pátria do amor, porque ali não tinha eu nacionalidade, tinha pessoas que querendo estar melhor, aprender o melhor e outras pessoas levando o melhor para nós. E olha que coisa bonita, né, que é. Então, por que que a gente não é assim com todo mundo, né? A pandemia eh nos trouxe esse essa pátria universal quando nós oramos por alguém que tava não sei quantos, né, quantas horas distante de nós, né, em todo quant é parte do mundo que falava que tava com dificuldade. E o que que nós fazíamos? Nós fazíamos o Pai Nosso, Ave Maria ou Credo, qualquer eh qualquer oração que a gente sabe, né? A gente pensava positivo, a gente tinha aquela aquela dozinha que aquela coisa de querer que ele melhorasse quando a gente via na televisão. Aí eu acho que a gente tinha uma pátria só, sabe, Alberta, né?
ente pensava positivo, a gente tinha aquela aquela dozinha que aquela coisa de querer que ele melhorasse quando a gente via na televisão. Aí eu acho que a gente tinha uma pátria só, sabe, Alberta, né? Não tinha, não era essa p não tinha que desencarnar para pertencer hoje, ó. Encarnado mesmo. Nós estamos aqui, né, vibrando pro mundo todo. O mundo todo era um só. Porque o sofrimento daquele americano, australiano, canadense ou qualquer coisa igual o temateco que tava com Covid, era o mesmo que tava com COVID aqui com a gente. Então o sentimento nossa era um só, não fazia diferença. Ah, porque o governo, porque é isso, não, não tinha isto, sabe? Então, por que que a gente não faz isso no dia a dia, né? Todos os dias. Quer dizer, quando a gente souber de alguma coisa que tá acontecendo, fala: "Tá vendo? Passa disso, por causa daquilo, não. Vamos unir, orar, porque aí sim nós estamos tendo uma pátria só, que é a pátria do amor, que eu acho que é isso que Deus quer de todos nós, né? Então vamos terminando agora que eu tô lembrando por que eu senti falta de vocês. Teve o Natal e o ano novo, né? Aí eu falei: "Nossa, por isso que eu tô achando que vocês estão tão distante." Depois, claro, teve a primeira semana, parece que foi dia 7, né? Acho que foi dia 7, mas por isso que eu falei: "Nossa, tanto tempo que eu não vejo os irmãos da das 18 horas, né? Mas vamos fazer nossa prece para porque o Antônio já tá ali para recebê-los, né? Para direcioná-los para o passe. Então vamos vamos fechar nossos olhos, né? Nesses olhos. Vamos lembrar que nós estamos numa grande pátria, que é o mundo, é esse universo todo, onde que tem um que coordena todo o trabalho. Não são vários, é um só que é Deus, que é nosso pai. Ele é o que comanda. O comandante de tudo é o comandante amoroso, o comandante respeitador, o comandante que sabe dos nossos limites e aceita os nossos limites e vibra por cada um de nós dentro das suas dificuldades, dentro da sua pequenez, mas também fica muito muito feliz, muito ilum já é iluminado, mas um
sabe dos nossos limites e aceita os nossos limites e vibra por cada um de nós dentro das suas dificuldades, dentro da sua pequenez, mas também fica muito muito feliz, muito ilum já é iluminado, mas um bem-estar quando aquele filho consegue ultrapassar essa dificuldade que já tem o aprendizado. Então, nós agradecemos por estarmos unidos nesse universo, unidos com o mesmo sentimento. O amor nosso aqui é o amor daquele da África do Sul. Ele talvez ele tenha diferenças por causa das dificuldades ou da região geográfica, mas se tratando do universo, nós estamos no mesmo no mesma pátria e que a gente conserva esse mesmo sentimento nosso de estarmos ligados ao mundo todo através daquele criador desse universo que é Deus. Então, que essa paz esteja em nossos corações. Sempre possamos lembrar sempre desse momento que vivenciamos aqui através da fala da Roberta, né, dessa pátria amorosa, essa pátria esperançosa, essa pátria de comunicação, essa pátria fraterna. Então, que assim seja e graças a Deus. Amigos, uma boa noite para vocês daqui. Boa noite vocês que nos assistem. Agora entrego vocês aos cuidados do Antônio. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é [música] o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando [música] sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila [música] e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia.
de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila [música] e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e [música] amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. [música] Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. [música] Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos [música] amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada [música] um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses [música] bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, [música] trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa [música] as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música]
m como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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