PARTE II: A JUSTIÇA DIVINA SEGUNDO O ESPIRITISMO - José Lício [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 06/01/2026 (há 3 meses) 46:00 156 visualizações

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Transcrição

O Brasil também possa receber novos ares, novos ventos de paz, amor, de justiça, de progresso. Bem, queridos irmãos, é hoje, como disse antes, é segunda-feira, dia 5 de janeiro de 2025 e no Brasil se comemora o dia da criação da primeira tipografia no Brasil, né, que foi inicialmente chamada de a impressão régia, criada por decreto de Dom João VI. Em 13 de maio de 1808. Iniciando propriamente dito a nossa, o nosso estudo palestra de hoje, esclareço que o tema será conforme o divulgado, a justiça divina segundo o Espiritismo. Parte dois. Conforme consta no livro O céu e o inferno. E essa obra que é o quarto livro da codificação espírita. Seu autor Allan Kardec escreveu, por exemplo, a justiça de Deus ou justiça divina, ela é vista como infinita. perfeita e inerente às leis da natureza, operando através da lei de causa e efeito, ou seja, ação e reação, e dá reencarnação, não como punição, mas sendo oportunidade de aprendizado e evolução, onde cada espírito colhe as consequências de suas decisões ou escolhas através do livre arbítrio. E como eu costumo sempre lembrar, livre arbítrio é uma das leis universais que Deus delegou as criaturas mais amadas, os seres humanos, e que nem ele mesmo tira, né? Então, através desse livre arbítrio, conforme Kardec, podendo esse espírito se aperfeiçoar num processo de amor e misericórdia e não, volta ele a dizer, não de condenação. Vejamos então, queridos irmãos, quais os seis principais pontos da justiça divina, segundo a doutrina espírita. Primeiro, lei de causa e efeito ou ação e reação. Não há castigo arbitrário. As aflições são consequências naturais das próprias ações do homem, sejam nesta vida ou de vidas passadas, sempre visando o aprendizado. Segundo, segundo ponto, reencarnação é o mecanismo principal da justiça divina, que nos disponibiliza múltiplas chances para reparar erros, resgatar débitos e evoluir sem tempo determinado, guiado pelo mérito individual de cada espírito encarnado. Terceiro, perfeição e imutabilidade. As leis divinas são perfeitas,

nces para reparar erros, resgatar débitos e evoluir sem tempo determinado, guiado pelo mérito individual de cada espírito encarnado. Terceiro, perfeição e imutabilidade. As leis divinas são perfeitas, inteligentes e imutáveis, contrastando com as falhas da justiça humana, que julga e pune com base em imperfeições. Amor e misericórdia. Quarto ponto, Deus é amor e justiça, e sua justiça divina não é vingança, mas uma manifestação do seu amor, que oferece sempre oportunidades de reparação, resgate e crescimento moral. E aqui, queridos irmãos, eu faço uma parte, porque essa possibilidade de resgate, né, que temos e crescimento moral, pode acontecer que um espírito que continua ligado e arraigado ao ódio, ao sentimento de vingança que ele perpetrou no seu coração, na sua consciência durante uma encarnação, pode ser que esses sentimentos negativos ele mantenha por décadas, quçá por séculos quando desencarna. e na vida espiritual, né, ou na vida da erratividade, né, como espírito, ele poderá manter esses sentimentos. E mesmo tendo a oportunidade do reencarne dá, ele continua com esse mesmo sentimento, né, sentindo ódio por aqueles irmãos que o ofenderam. Então aí é que tá a oportunidade, né, de reparação que Deus nos dá. O quinto ponto, né, é o livre arbítrio e responsabilidade. O espírito é livre para escolher, mas responsável pelas consequências do seu ato. Vale lembrar um jargão espírita. A semeadura é livre. Mas a colheita é obrigatória. A expiação é um efeito das próprias escolhas, não uma imposição divina. E sexto ponto, né, desse desses princípios, né, da justiça divina, segundo a doutrina espírita. O sexto ponto é justiça versus vingança. A verdadeira justiça exemplificada por Jesus une amor e caridade, sendo um chamado à transformação e não novamente uma condenação. É sempre um chamado de Deus à transformação e nunca a condenação. Nós às vezes podemos pensar, imaginar, porque nós estamos sofrendo nesta vida que deve ser uma condenação, um castigo de Deus, não. Eh, nós estamos resgatando

eus à transformação e nunca a condenação. Nós às vezes podemos pensar, imaginar, porque nós estamos sofrendo nesta vida que deve ser uma condenação, um castigo de Deus, não. Eh, nós estamos resgatando eh coisas, sementes. Nós estamos colhendo a semeiatura que fizemos nesta vida mesmo ou em outras. Então, nós vamos passar por sofrimentos, né, e vamos espiar até nos melhorarmos. E como diz a espiritualidade, a doença, as dores que sentimos são eh medicamentos, são lembranças, né, para nós, para que nós nos lembremos, né, que fizemos um mal no passado, que se nós estamos sofrendo é porque merecemos. Então, temos que ter a resignação, a aceitação de enfrentarmos o que temos a passar aqui. Se passamos, é porque merecemos, né? Então, é assim que nós vamos evoluir, né? é com essa resignação, com a expiação de nossas faltas para que possamos evoluir. E outra coisa, sempre buscando o perdão, o amor, a compreensão, que são, é pontos da lei de amor que Deus pediu aquele grande espírito que trabalhou com ele desde a criação dos universos, que foi Jesus, o espírito mais evoluído que pisou a face da terra, que teve de reduzir a sua luz em mais de mil vezes ou milhares de vezes para poder renascer como nós aqui na Terra, para ensinar a lei de amor. Bom, queridos irmãos, para o Espiritismo, a justiça de Deus é o próprio processo evolutivo, onde as leis naturais garantem que cada um receba o que merece, segundo suas obras e escolhas, conforme eu citei, né? mas sempre com a bênção do amor, da paciência e da oportunidade para a nossa própria redenção e progresso, conforme consta no site espiritismo.net e também no site momento espírita. Prosseguindo, tenho, digamos assim, irmãos, o prazer de compartilhar um belo trabalho de pesquisa intitulado A justiça é uma lei divina, da lavra de Francisco Rebolsas, colaborador do site espiritismo.net, do qual um resumo eu transcreverei. Então, assim escreveu o irmão Rebolsas. Torna-se de suma importância entender que a justiça se faz integrante da lei divina

as, colaborador do site espiritismo.net, do qual um resumo eu transcreverei. Então, assim escreveu o irmão Rebolsas. Torna-se de suma importância entender que a justiça se faz integrante da lei divina e que ninguém estará imune aos seus ditames. Seremos chamados à prestação de contas pela administração de nossas vidas. Assim, precisamos aprender a desenvolver em nós o senso de justiça, para que não tenhamos problemas a enfrentar diante do tribunal de nossa própria consciência, a cobrar ações dignas de um filho de Deus a caminho da perfeição. A justiça está contida na lei de amor e caridade, como nos afirmam os imortais da vida maior nas questões de O livro dos espíritos. No capítulo 11 da lei de justiça, de amor e de caridade, subtítulo: Justiça e Direitos Naturais, que transcreveremos abaixo. Por exemplo, na questão 873, o sentimento de justiça está na natureza ou é resultado de ideias adquiridas? Resposta espiritualidade. Esta lei está de tal modo na natureza que vos revoltais à simples ideia de uma injustiça. É fora de dúvida que o progresso moral desenvolve esse sentimento, mas não o dá. Deus o pôs no coração do homem. Daí vem que frequentemente nos homens mais simples e incultos, nós podemos ver noções mais exatas de justiça do que muitas vezes possuem homens cultos, né, com grande cabedal de saber. Na questão 874, sendo a justiça uma lei da natureza, como se explica que os homens a entendam de modos tão diferentes, considerando uns homens justo o que a outros parece completamente injusto? Resposta. É porque a esse sentimento se misturam paixões que o alteram, como sucede a maior parte dos outros sentimentos naturais, fazendo que os homens vejam as coisas por um prisma falso. Na questão 875, irmãos, Kardec e sua equipe de médiuns pergunta à espiritualidade: "Como se pode definir a justiça?" Resposta: A justiça consiste em cada um respeitar os direitos dos demais. É tão simples, né? Nós sabemos isso assim tomaticamente, né? Mas a equipe faz uma uma réplica. E é que determina esses direitos.

sposta: A justiça consiste em cada um respeitar os direitos dos demais. É tão simples, né? Nós sabemos isso assim tomaticamente, né? Mas a equipe faz uma uma réplica. E é que determina esses direitos. Tréplica. Duas coisas, a lei humana e a lei natural. Tendo os homens formulado leis apropriadas a seus costumes e caracteres, elas estabeleceram, perdão, elas estabeleceram direitos mutáveis com o progresso das luzes, ou seja, da ciência, do crescimento dos homens, do progresso, né? Vede se hoje as vossas leis, aliás, imperfeitas, consagram os mesmos direitos que os da Idade Média. Entretanto, esses direitos antiquados, que agora se vos afiguram monstruosos, pareciam justos e naturais naquela época. Nem sempre, pois é acorde combinado, né, com a justiça, o direito que o que os homens prescrevem. Ademais, este direito regula apenas algumas relações sociais, quando é certo que na vida particular há uma imensidade de atos unicamente de alçada do tribunal da consciência. E o que é a consciência, né? Consciência é aquele conhecimento que o próprio espírito tem, certo, na sua vida aqui encarnado e quando retorna à pátria espiritual. E lá quando retornamos nós vamos ser julgados pela própria pela nossa própria consciência. onde os prepó Deus ou de Cristo irão perguntar a um de nós: "Vamos agora, meu irmão, vamos ver o que você fez com os dons, os talentos que lhe foram concedidos na vida que você acabou de viver na terra." E aí a nossa própria consciência, aquele conhecimento que o nosso espírito tem, vai ser o nosso próprio juiz. Então é isso, queridos irmãos, Tribunal da Consciência. Na questão 876, a a Kardec e sua equipe pergunta à espiritualidade: "Posto de parte o direito que a lei humana consagra, qual a base da justiça segundo essa lei natural?" Resposta. Disse o Cristo: "Queira cada um para os outros o que quereria para si mesmo". No coração do homem imprimiu Deus a regra da verdadeira justiça no coração, na consciência, fazendo que cada um deseje ver respeitados os seus direitos. na

ara os outros o que quereria para si mesmo". No coração do homem imprimiu Deus a regra da verdadeira justiça no coração, na consciência, fazendo que cada um deseje ver respeitados os seus direitos. na incerteza de como deva proceder com o seu semelhante em dada circunstância, deve tratar o homem de saber como gostaria que com ele procedessem os seus irmãos em circunstâncias idênticas. Guia mais seguro do que a própria consciência não lhe podia Deus delegar. Efetivamente, o critério da verdadeira justiça está em desejar cada um para os outros o que para si mesmo desejaria ou deseja, né, e não em querer para si o que quereria para os outros, né, o que absolutamente não é a mesma coisa. Porque se eu sou um ser egoísta, eu vou querer para mim o melhor pro meu irmão, né? Como diz o ditado aí, entre os goianos e mineiros. Eu sou goiano, eh, farinha pouca, meu pirão primeiro, né? Então, o ser humano é assim, né? Então, não sendo natural que haja quem deseja o mal para si, desde que cada um tome por modelo o seu desejo pessoal, é evidente que que nunca ninguém desejará para o seu semelhante senão o bem. Em todos os tempos e sob o império de todas as crenças, sempre o homem se esforçou para que prevalecesse o seu direito pessoal. Primeiro, meu direito pessoal, a sublimidade da religião cristã. Olha aí que bonito. A sublimidade, a beleza, a pureza da religião cristã cristã está em que ela tomou o direito pessoal por base do direito do próximo. Isso, queridos irmãos, é a espiritualidade respondendo, né, respondendo aquela equipe de médiuns que na época da codificação, em por volta de 1860 por aí, né, Kardec e os espíritas de então, os cientistas de então começaram a reunir todas as questões, né, as mensagens que os médiuns, mundo afora recebiam e começaram a montar, né, esse pentateuco kardequiano, ou seja, a doutrina espírita. Bem, queridos irmãos, nós temos aqui ainda duas questões. A de número 877, que que é a seguinte: Da necessidade que o homem tem de viver em sociedade,

ateuco kardequiano, ou seja, a doutrina espírita. Bem, queridos irmãos, nós temos aqui ainda duas questões. A de número 877, que que é a seguinte: Da necessidade que o homem tem de viver em sociedade, nascem-lhe obrigações especiais? Resposta da espiritualidade, certo? E a primeira de todas é a de respeitar os direitos de seus semelhantes. Aquele que respeitar esses direitos procederá com justiça. No vosso mundo, a maioria dos homens não pratica a lei de justiça. Cada um usa de represálias para com o seu irmão. a causa da perturbação e da confusão em que vivem as sociedades humanas. A vida social em grupo outorga direitos e impõe deveres recíprocos. Eu tenho direitos, mas eu também tenho deveres recíprocos para com os meus irmãos que estão na caminhada comigo nesta vida. Questão 879. Qual seria o caráter do homem que praticasse a justiça em toda a sua pureza? Resposta. O do verdadeiro justo, a exemplo de Jesus, porquanto praticaria também o amor do próximo e a caridade, sem os quais não há verdadeira justiça. Observemos agora, irmãos, alguns comentários de Kardec, o codificador. escreveu ele, diante de questões tão elucidativas como estas, não mais temos o direito de agir para com o nosso semelhante, de outra forma que não seja, levando em conta a observância de tais instruções que a doutrina espírita nos põe ao alcance de forma tão explícita. Precisamos também atentar para outros aspectos da lei de justiça, que muitas das vezes negligenciamos a pretexto e por conta de conveniências, com desculpas que não justificam nossas ações diante de muitos fatos corriqueiros em nossas vidas, mas que não passarão em branco perante o tribunal divino, né? Por mais que façamos de tudo para nos exentar das responsabilidades por tais ações, uma dessas situações acontece justamente quando uma pessoa decide por conquistar bens e vantagens materiais, sem respeitar o direito de seus semelhantes, com ações danosas e prejudiciais pelas quais e que nossa consciência, mesmo em estado latente,

uma pessoa decide por conquistar bens e vantagens materiais, sem respeitar o direito de seus semelhantes, com ações danosas e prejudiciais pelas quais e que nossa consciência, mesmo em estado latente, adormecido, também reprova, embora não a ouçamos com a devida atenção. Kardec, nesse ponto aqui, ele fala da questão do roubo, do furto, da desonestidade, né, que nós cometemos. nós, a humanidade, né, para com os nossos irmãos. Vejamos agora abaixo algumas instruções dos espíritos superiores às questões formuladas por Allan Kardec em o Livro dos Espíritos na sua parte terceira, capítulo 11, no tópico Direito de Propriedade, roubo. até me adiantei, né, um pouco lá também, indiretamente ele tá falando sobre roubo, mas aqui especificamente ele vai falar mais abertamente. Eu peço desculpas pela minha eh antecipação. Na questão 880, qual o primeiro de todos os direitos naturais do homem? Resposta: o de viver. Por isso é que ninguém tenho de atentar contra a vida de seu semelhante, nem de fazer o que quer que possa comprometer-lhe a existência corporal. Questão 881. O direito de viver dá ao homem o direito de acumular bens que lhe permitam repousar quando não mais possa trabalhar? Resposta: dá. Mas ele não deve fazê-lo em família. Como? Sim, perdão, dá. Mas ele, o homem deve fazê-lo em família como a abelha, por meio de um trabalho honesto e não como o egoísta. Há mesmo animais que lhe dão o exemplo de providência, né? como abelha, as formigas, por exemplo. Questão 882. Tem o homem o direito de defender os bens que haja conseguido pelo seu trabalho? Não disse Deus, não roubarás? E Jesus não disse: "Dai a César o que é de César". Resposta: O que por meio do trabalho honesto o homem o homem junta a mealha, constitui legítima propriedade sua, que ele tem o direito de defender, porque a propriedade que resulta do trabalho honesto é um direito natural, tão sagrado quanto de trabalhar e de viver. Observemos então outro comentário do codificador. E eu acho assim tão maravilhoso as observações,

dade que resulta do trabalho honesto é um direito natural, tão sagrado quanto de trabalhar e de viver. Observemos então outro comentário do codificador. E eu acho assim tão maravilhoso as observações, os comentários, os apartes que Allan Kardec faz durante eh diante de toda os cinco livros, né? E também tem o sexto, que é o pós pósmortem, né? obras póstumas dele, ele dá os ensinos transmitidos pela espiritualidade e depois ele faz os esclarecimentos de acordo com o seu conhecimento, né? Porque Kardec era um um sábio, certo? Ele lecionava acho que mais de 10 disciplinas, era poliglota, tradutor, era escritor. Então ele tinha uma sapiência fora de série. Então Kardec, nesse comentário aqui, ele falou que a verdadeira lei de justiça nos impõe como dever primordial amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos. E se alguém segue esses fundamentos, não pode, em nenhuma hipótese, sob nenhum pretexto, deixar de observar o respeito ao direito do semelhante, que começa onde o nosso termina. A verdadeira caridade é aquela que observa o cuidado em não prejudicar o nosso semelhante, em fazer por ele o que gostaríamos que ele fizesse por nós, em desejar para ele o que desejamos para nós, para nossos entes queridos, em ser para ele sobre todos os aspectos, né, esse nosso irmão em caminhada evolutiva. estendendo-lhe nossas mãos fraternas e operosas como um irmão, né, verdadeiro de amor, no objetivo único de o ajudar, no progresso de seu aperfeiçoamento individual, a caminho da felicidade e da perfeição que tanto almejamos para a nossa própria vida. sobre tal assunto, ouçamos as instruções que nos transmitiram os espíritos superiores ainda, né, para que definitivamente entendamos o verdadeiro sentido da caridade e o quanto ela nos é proveitosa e nos credencia a voos mais altos, na construção de um caminho mais seguro, na conquista dos valores morais imprescindíveis à nossa caminhada de aperfeiçoamento evolutivo. No capítulo, ou melhor, no subtítulo Caridade e amor do próximo, dessa mesma

de um caminho mais seguro, na conquista dos valores morais imprescindíveis à nossa caminhada de aperfeiçoamento evolutivo. No capítulo, ou melhor, no subtítulo Caridade e amor do próximo, dessa mesma citação anterior, terceira parte, capítulo 11, Kardec e sua equipe de colaboradores interroga a espiritualidade na questão 886. Qual o verdadeiro sentido da palavra caridade? Como a entendia Jesus? E a resposta foi: Benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições dos outros, perdão das ofensas. Por isso que Cristo lá disse, né? Perdoemos os nossos ofensores, né? Se alguém lhe bate na face esquerda, dê-lhe a outra. Ou seja, amai e perdoai os vossos inimigos. Finalizando, queridos irmãos, estas observações sobre a lei de justiça, convém recordarmos finalmente a questão 887, onde Kardec ou sua equipe argumentou e depois questionou a espiritualidade da seguinte forma. Jesus também disse: "Amai o amai mesmo os vossos inimigos". Ora, o amor aos inimigos não será contrário às nossas tendências naturais, e a inimizade não provirá de uma falta de simpatia entre os espíritos? E a resposta da espiritualidade foi certo. Ninguém pode botar aos seus inimigos um amor terno e apaixonado. Não foi isso que Jesus entendeu de dizer. Amar os inimigos é perdoar-lhes e lhes retribuir o mal com o bem. Por isso, se alguém lhe bate aqui, dê-lhe a outra face. O que assim procede se torna superior aos seus inimigos, ao passo que abaixo deles se coloca, se procura tomar vingança. Eu gostaria até de fazer uma parte aqui, queridos irmãos. Eu peço desculpa aí, tá passando um pouquinho do tempo, mas quanto a esse dar a face, se eu receber um tapa no rosto e dar a outra face, eu mesmo, queridos irmãos, confesso que quando entrei aqui na comunhão espírita, passei a professar a doutrina espírita codificada por Allan Kardec, que é uma que ela se ela se segura né? sobre um tripé, ciência, filosofia e religião. Ciência, por é preciso estudo, filosofia, porque existe muita beleza e verdade naquilo. E religião, porque é

rdec, que é uma que ela se ela se segura né? sobre um tripé, ciência, filosofia e religião. Ciência, por é preciso estudo, filosofia, porque existe muita beleza e verdade naquilo. E religião, porque é também uma religião. Então, eu não entendia com os estudos aqui da doutrina espírita. Anos depois eu pude entender, fazendo harmonização ali no auditório Eurípedes de Menezes, eu pude entender que esse dar a outra face a que Jesus se referia era justamente o que eu disse antes, era perdoar as ofensas dos nossos irmãos. Se um irmão me faz o mal, me ofende de alguma forma, se me trai, se me pede um dinheiro e nunca me paga por qualquer ofensa que eu me sinta, né, ofendido, magoado, guardando um certo ódio, esse é dar a outra face, é perdoar. E perdoar é esquecer, certo? Por isso que Cristo disse, a verdadeira caridade é aquela que a mão esquerda não saiba o que faz a direita. É que bonito, né? Então, queridos irmãos, além disso, não podemos nos esquecer que Allan Kardec, o codificador, escreveu, abre-se aspas, só através da compreensão do verdadeiro sentido de justiça contido nas leis divinas, proporcionado pelo estudo sério e constante da nossa doutrina espírita, é que estaremos nos credenciando, a praticá-la de maneira a nos beneficiarmos de seus efeitos benéficos, como o bem-estar e prazer, a saúde, elevando-nos moral e espiritualmente como verdadeiros discípulos de Jesus de Nazaré, em direção ao futuro promissor que nos aguarda como filhos da luz. luz que todos somos. Ponto final. Fecha-se aspas. Agradecendo a gratidão da atenção de todos, queridos irmãos, peço a Deus e ao Mestre Jesus, como sempre, que nos guieça de volta a nossos lares. Muito obrigado a todos. E finalizando, quero fazer uma pequena prece, agradecendo a Deus. esta oportunidade de que em neste ano que se inicia 2026, eu tão pecador que sou, Senhor, tão pequenino, o menor de todos, eu estou aqui, Senhor, procurando fazer o melhor de mim, com todas as minhas imperfeições nesse trabalho tão nobre e honrado, pedindo a Deus que

cador que sou, Senhor, tão pequenino, o menor de todos, eu estou aqui, Senhor, procurando fazer o melhor de mim, com todas as minhas imperfeições nesse trabalho tão nobre e honrado, pedindo a Deus que possa abençoar-me e abenço abençoar a todos nós, esses irmãos queridos, que vêm aqui nos ouvir, perdendo, entre aspas, um pouco de seu tempo para procurar conseguir um auxílio moral, espiritual, conseguir talvez um alento, um sossego, uma força para os seus problemas, porque problemas todos nós temos. Por isso estamos aqui, somos pecadores e estamos aqui para lutar, para evoluir, para reparar nossos erros e procurarmos vencer e sanar erros, mágoas que cometemos com irmãos, né, de vidas passadas ou talvez até nesta vida, perdoando-os de verdade, procurando amá-los. desejar-lhes o bem, a saúde e a felicidade. Como eu desejo isso para mim mesmo e para todos aqueles que eu amo. Obrigado, Senhor Deus. Obrigado a todos nós. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual.

horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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