A JUSTIÇA DIVINA SEGUNDO O ESPIRITISMO - José Lício [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 16/12/2025 (há 3 meses) 39:40 220 visualizações

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Transcrição

Senhor, [música] estou aqui para agradecer de [música] coração a paz dentro de [música] mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando [música] amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, mesmo tão [música] longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual [música] o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti. >> buscandoa. Boa tarde a todos neste 15 de dezembro, segunda-feira. a todos que nos assistem pelo TV, pelo canal tvcomunhão.br. Desculpem, celular às vezes nos prega cada peça. Então, queridos irmãos, agradeço a presença de todos que nos assistem ao vivo pelo canal TVcomunhão.br, lá pela plataforma do YouTube ou por outras plataformas. E é sempre para mim uma honra muito grande estar aqui na nossa querida casa do caminho, a comunhão espírita de Brasília. né, para este trabalho tão digno e honroso que é procurar levar um mínimo de esclarecimento, de estudo, de pesquisa, né, as pessoas que possam nos ouvir por estes meios de comunicação ou presencialmente, né? Então, como disse, é um prazer estar aqui novamente, desejando obter da espiritualidade superior o auxílio, a calma, o bom senso e, se merecedor, intuições amorosas para esse nobre e importante labor, que é a oportunidade de falarmos de transmitir e retransmitir conhecimentos que não são nossos, né, mas buscados de outros a quem possa nos ouvir. Queridos irmãos, hoje é segunda-feira, dia 15 de dezembro de 2025. E no Brasil se comemora o dia do arquiteto e urbanista, o dia nacional da economia solidária e o dia do jardineiro. Datas que celebram esses profissionais e um modelo econômico colaborativo. Iniciando, esclareço que o tema de nossa palestra estudo para hoje, conforme foi divulgado, é a justiça divina, segundo o Espiritismo. Uma leve abordagem, sendo esta baseada no livro de Allan Kardec, o céu e o inferno, né? E lembrando que inicialmente esse livro,

oje, conforme foi divulgado, é a justiça divina, segundo o Espiritismo. Uma leve abordagem, sendo esta baseada no livro de Allan Kardec, o céu e o inferno, né? E lembrando que inicialmente esse livro, eita, desculpem, lembrando que este livro ele foi eh quando saiu teve um segundo título, né, ou um subtítulo que era a justiça divina, segundo segundo segundo o espiritismo. Então, era o céu e o inferno ou a justiça divina segundo o Espiritismo. E na verdade, né, esse subtítulo tornou-se o tema, né, o nome da da nossa fala hoje. Esclareço que neste quarto livro da codificação, o mestre lonê Allan Kardec trata, meu Deus do céu, mas é, mas perturba, né? O mestre lionês Allan Kardec trata do exame comparado das doutrinas sobre a passagem da vida corporal à vida espiritual. Trata também das penalidades e recompensas futuras. Fala sobre os anjos e demônios, sobre as penas, etc. além de mostrar numerosos exemplos acerca da situação real da alma durante e depois da morte. Portanto, sabendo ser impossível tratar de todos esses assuntos numa única palestra, meu desejo e meu humilde projeto foi o de fazer leves abordagens, capítulo por capítulo, ou seja, resumos, né, de forma que cada parte dessa incrível obra possa estar contemplada, né, né, numa palestra e peço sempre aos céus que me concedam esta honra, intuições e auxílios necessários para tal empreitada. Prosseguindo, eh, gostaria de dizer que na capa interna dessa obra, Kardec transcreveu do livro de Ezequiel, o versículo 11 do capítulo 33, que diz: "Por mim mesmo juro, disse o Senhor Deus, que não quero a morte do ímpio, senão que ele se converta, que deixe o mau caminho E que viva. José Herculano Pires, tradutor dessa edição em questão usada nesse nosso estudo, que foi eh publicada pela Lacraria Allan Kardec, editora, em 30 de julho de 73, dá-nos notícias sobre o livro, onde fez sábias considerações sobre as quais considerei interessante trazer um resumo a fim de abrir nosso estudo. Disse então José Herculano Pires, paulista de Avaré, e que fora também

sobre o livro, onde fez sábias considerações sobre as quais considerei interessante trazer um resumo a fim de abrir nosso estudo. Disse então José Herculano Pires, paulista de Avaré, e que fora também filósofo, educador, jornalista, escritor e um dos mais ativos divulgadores do espiritismo no país. Ele, lendo-se este livro com atenção, vê que a sua estrutura corresponde a um verdadeiro processo de julgamento, onde temos a exposição de fatos que o motivaram e apreciação judiciosa, sempre sera, dos seus vários aspectos. Na segunda parte temos o depoimento, deixa melhor aqui. É, temos a exposição dos fatos que o motivaram, né? E diante dos confrontos necessários, o juiz pronuncia a sua sentença, porque ele lembra que este fato acontecia como se fosse um julgamento, né? O, onde estão os depoimentos das testemunhas e diante dos confrontos necessários, o juiz pronuncia a sua sentença definitiva, ao mesmo tempo que enérgica e tocada de misericórdia. Estamos diante de um tribunal divino. A 30 de setembro de 1863, como se pode ver em obras póstumas, Kardec recebeu dos espíritos superiores este aviso. Chegou a hora de a igreja prestar contas do depósito que lhe foi confiado, da maneira como praticou os ensinamentos do Cristo e do uso que fez de sua autoridade, enfim, do estado de incredulidade a que conduziu os espíritos. Prosseguindo, eh, José Herculano Píres diz que esse julgamento divino, né, começava com a preliminar constituída pelo livro O Evangelho segundo o Espiritismo, e devia continuar com o céu e o inferno. Em seu número de setembro de 1865, a revista Espírita publicara em sua edição bibliográfica a notícia do lançamento do quarto livro da codificação da terceira revelação. Tratava-se de a gênese, não, melhor dizendo, esse livro, né? terceiro livro, ou seja, quarto, quarto livro da codificação era o céu e o inferno. E estava faltando apenas a Gênese para completar a obra da codificação da terceira revelação. Dos capítulos foram dois capítulos foram publicados antecipadamente

da codificação era o céu e o inferno. E estava faltando apenas a Gênese para completar a obra da codificação da terceira revelação. Dos capítulos foram dois capítulos foram publicados antecipadamente na revista espírita. Em setembro, a obra já aparecera anunciada e colocada à venda. Estava dado golpe de misericórdia nos dogmas fundamentais da teologia do cristianismo formalista, tipo innegável de sincretismo religioso, com que o cristianismo verdadeiro, essencial e não formal, conseguira penetrar na massa impura do mundo e levedá-la à custa de enormes sacrifícios. Como ciência de observação, a nova doutrina revela as raízes históricas, antropológicas, sociológicas e psicológicas, denunciando os absurdos a que chegara a imaginação teológica na formulação dos dogmas cristãos. A comparação do inferno pagão com o inferno cristão é um dos mais eficazes trabalhos de mitologia comparada que se conhece. Bastaria isso para justificar o renascimento. O mergulho da humanidade no sorvedouro medieval levou a natureza humana a um retrocesso histórico e comparável ao do nazifascismo em nosso tempo, nossa era moderna, né? Os intelectuais materialistas assustaram-se com o retrocesso do homem. nos anos 40 do nosso tempo e puseram-se em dúvida e puseram em dúvida, melhor dizendo, a teoria da evolução. A doutrina teológica dos anjos e demônios é prova dupla da análise racional e da pesquisa científica. A conclusão é límpida e certa. Somos demônios quando estamos saindo da animalidade para a espiritualização. E somos anjos quando estamos saindo da humanidade para a angelitude. É o resultado da observação e da pesquisa. Milhares de criaturas espirituais observadas, interrogadas, submetidas a experiência mediúnica. Isso, Kardec, referindo-se lá à época da codificação, né, onde ele, com a ajuda de seus eh de sua equipe de médiuns, né, ao receberem a manifestação dos espíritos, eles, os demais médiuns e o próprio Kardec, questionavam aos espíritos sobre os mais variados assuntos, né? Então, tudo isso eh veio fornecer os

médiuns, né, ao receberem a manifestação dos espíritos, eles, os demais médiuns e o próprio Kardec, questionavam aos espíritos sobre os mais variados assuntos, né? Então, tudo isso eh veio fornecer os tipos psicológicos e morais da escala espírita numa verdadeira classificação psíquica aplicável não só aos espíritos, mas também à tipologia humana. A importância deste livro é maior do que se pensa. O céu e o inferno antecipou em mais de um século as transformações que h se operam no seio das várias igrejas. Bem, irmãos, após essa linda abordagem de José Herculano Pires, o tradutor dessa obra em questão, né, eh, sobre o futuro e o nada, primeiro tema do capítulo um do livro O Céu e o Inferno, ele inicia então a sua quarta obra da codificação. espírita, onde Kardec, né, escreveu primeiro, ser para todo o sempre ou para nunca mais ser. Tudo ou nada, viveremos eternamente ou tudo estará acabado para sempre? Vale a pena pensarmos em tudo isso? Toda criatura humana sente a necessidade de viver, de gozar, de amar, de ser feliz. Se dissermos aquele que sabe que vai morrer, que ele viverá ou que sua hora foi adiada, diga-se sobretudo que ele será mais feliz do que já foi, e o seu coração palpitará de alegria. Acreditando que o fim de tudo é o nada, o homem concentra todo o seu pensamento na vida presente. Essa preocupação exclusiva com o presente o leva naturalmente a pensar em si antes de pensar nos outros e nas demais coisas. é o mais poderoso estimulante do egoísmo. Quando chega a esta conclusão, gozemos enquanto vivermos, gozemos o mais possível, desde que após a morte tudo está acabado. Gozemos logo, pois não sabemos. Pois não sabemos quanto tempo esse sofrimento vai durar. E Kardec prossegue dizendo, suponhamos que em alguma circunstância todo um povo se convença de que dentro de 8 dias ou um ano, ele será á aniquelado. Esse povo trabalharia para se melhorar, se esforçaria para viver, respeitaria os direitos, os bens, à vida dos seus semelhantes? Haveria para ele qualquer espécie de

ou um ano, ele será á aniquelado. Esse povo trabalharia para se melhorar, se esforçaria para viver, respeitaria os direitos, os bens, à vida dos seus semelhantes? Haveria para ele qualquer espécie de dever? Não. Pois bem, isso não acontece para um povo onde a doutrina do nada realiza isoladamente a cada dia. Na maior parte dos incrédulos há mais panfarrice do que verdadeira incredulidade. Verdadeiros incrédulos constituem. Os verdadeiros incrédulos constituem uma ínfima minoria, que sofrem a contragosto a pressão da opinião contrária e são contidos pelas forças sociais. é ao que leva a propagação da doutrina do niilismo ou doutrina do nada. E Kardec nos dá alguns exemplos. Um jovem de 18 anos sofria de uma doença incurável. Eh, desculpem aqui Tá. Um jovem de 18 anos sofria de uma doença cardíaca incurável que foi declarada sem possibilidade de cura. O o veredito da ciência havia sido: "Pode morrer dentro de 8 dias ou de 2 anos, mas não passará disso." O jovem ficou sabendo e logo abandonou todo o estudo e se entregou a excessos de toda a espécie. Quando lhe advertiam quanto a essa vida perniciosa, ele respondia: "Que me importa? Desde que só tenho 2 anos de vida, de que me valeria cansar a mente? Gozo o tempo que me resta e quero me divertir até o fim. É, pois de meu interesse aproveitar o tempo que me resta, evitando tudo o que possa diminuir as minhas forças. E Kardec reforça, dizendo: "Eis a consequência lógica do niilismo, dessa doutrina do nada, né? Ou seja, de que só existe o presente aqui, as coisas materiais, que não existe uma vida além dessa, né? E ele prossegue esclarecendo. Se esse jovem fosse espírita, poderia responder: "A morte só destruirá o meu corpo, te abandonarei como a uma roupa usada. Mas meu espírito continuará a viver. Eu serei numa vida futura o que fizer de mim mesmo nesta vida. Nada do que tenha adquirido em qualidades morais e intelectuais se perderá. Porque isso representa uma conquista para o meu adiantamento moral e espiritual. Toda a imperfeição de que me houver

a vida. Nada do que tenha adquirido em qualidades morais e intelectuais se perderá. Porque isso representa uma conquista para o meu adiantamento moral e espiritual. Toda a imperfeição de que me houver livrado será um passo no caminho da felicidade futura. Minha aventura ou minha desgraça dependem da utilização de minha existência presente. Qual dessas duas doutrinas será preferível? Kardec interroga e prossegue, dizendo: "Se a religião é impotente contra a incredulidade, é que lhe falta alguma coisa para combatê-la, de tal maneira que em pouco tempo estaria invariavelmente superada. O que lhe falta neste século de positivismo? Onde se quer compreender para crer, é a sanção das suas doutrinas pelos fatos positivos. E aqui, queridos irmãos, eu faço uma parte para lembrar eh desse aspecto que Kardec lembra, né, dessa doutrina, desse positivismo existente e que a pessoa precisa entender para crer. Isso é o que prega a doutrina espírita, né, onde eh se ignora a questão da crença cega. Então, a própria doutrina, ela procura esclarecer todas as dúvidas. A pessoa tem que saber por nasceu, para que vive, para que tem que se comportar de maneira decente e respeitosa, amando o próximo. que esta vida aqui não é só os bens materiais, porque a nossa vida continua no mais além, que nós temos que nos preocupar com o que é bom, o que é correto aqui, porque senão nós seremos cobrados na espiritualidade de nossa própria consciência e essa nossa própria consciência será o nosso juiz. Então, a doutrina prega isso e Kardec em toda sua obra, ele procura nos ensinar de forma muito didática, porque ele era um professor de que lecionava inúmeras disciplinas, era um excelente professor, né, e poliglota. E aqui prosseguindo, ele vai nos dizer que esta doutrina, né, é, sem dúvida um passo adiante em relação ao puro materialismo, pois admite alguma coisa, né? Não. Antes ele fala o seguinte: "E temos forçosamente de optar entre a evidência e a fé cega. Há uma outra doutrina que se defende da acusação de materialista,

erialismo, pois admite alguma coisa, né? Não. Antes ele fala o seguinte: "E temos forçosamente de optar entre a evidência e a fé cega. Há uma outra doutrina que se defende da acusação de materialista, porque admite a existência de um princípio inteligente além da matéria, né, o espírito. E esta doutrina é, sem dúvida, um passo adiante em relação ao princípio, em relação ao puro materialismo. Desculpem, pois admite alguma coisa, enquanto a outra nada admite. Mas as consequências de ambas são exatamente as mesmas. As relações sociais são igualmente rompidas. O essencial para o homem é a conservação do seu eu. Sem isso, que lhe importa ser ou não ser? O futuro para ele nada existe num e noutro caso. E a vida presente é a única coisa que lhe interessa e preocupa do ponto de vista das consequências morais. Essas duas doutrinas, e aqui ele diz materialismo e niilismo, né? Sendo que o materialismo ainda reconhece alguma coisa, né? que existe algo além da matéria, né? Então, essas duas doutrinas, materialismo e niilismo, são perniciosas, igualmente desesperadoras. E esta última écitando o egoísmo da mesma maneira que o materialismo. Partindo para a conclusão, devemos lembrar que nessa doutrina a fonte universal da inteligência que produz as almas humanas é independente da divindade. Não se trata, pois, do panteísmo. doutrina panteísta propriamente dita difere dela ao considerar o princípio universal da vida e da inteligência como integrando a divindade, o indivíduo sendo uma parte do e é em si mesmo Deus. Mas se lhe apresentarem um futuro em condições lógicas, conforme Kardec, digno em tudo da grandeza, da justiça e da infinita bondade de Deus, ele abandonará o materialismo e o panteísmo, dos quais sente o vazio em seu próprio íntimo e que só havia aceitado na falta de coisa melhor. O espiritismo, no caso em discussão, lhe oferece o melhor e é por isso que se vê acolhido ansiosamente por todos os que se atormentam com a incerteza pente da é pungente, perdão, do raciocínio e a prova dos fatos. É por

aso em discussão, lhe oferece o melhor e é por isso que se vê acolhido ansiosamente por todos os que se atormentam com a incerteza pente da é pungente, perdão, do raciocínio e a prova dos fatos. É por isso que inutilmente tem sido combatido a doutrina espírita. Não sendo obra da imaginação concebida, mas sim o resultado da observação dos fatos materiais que hoje ocorrem aos nossos olhos. ligará, como já está fazendo atualmente, as opiniões divergentes ou incertas e conduzirá pouco a pouco, pela própria força das circunstâncias, a crença a uma unidade baseada na certeza e não mais na hipótese. realizada a unificação no tocante ao destino das almas. Será este o primeiro ponto de aproximação dos diferentes cultos. um passo considerável para a tolerância religiosa, a princípio e mais tarde para a fusão de todas as religiões. Queridos irmãos, agradecendo a gratidão da atenção de todos, peço a Deus e ao Mestre Jesus que nos guieça de volta a nossos lares. Muito obrigado a todos. Antes, porém, fazei, farei como uma prece e a leitura de um texto desse livro Sementes de Felicidade, de Lourival Lopes, que nos diz: "Mantenha-se firme, a vida aperta a aperta você por todos os lados. Você pensa que está a exigir-lhe demais. sente-a insustentável. No entanto, a vida é marcha contínua para o melhor. Ela reserva maravilhas para você. Para alcançar o pleno êxito, é preciso retemperar-se na luta, vencer a si mesmo. Coloque-se nas mãos do Senhor da vida e aguarde resoluto. Incorporar-se com resignação e prazer. A marcha da vida é mostrar amor a Deus. Muito obrigado. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e

ante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e [música] amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. [música] Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada [música] um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da [música] vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o mestre Jesus nos ensinou.

s. >> a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da [música] vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos [música] hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que [música] nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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