SOMOS TODOS IGUAIS? - Cacilda Pereira [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 27/08/2025 (há 7 meses) 1:04:29 315 visualizações

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Transcrição

Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei. na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Meus irmãos, boa noite. Aqueles que aqui vêm pela primeira vez, sejam bem-vindos. E aqueles que nos prestigiam sempre com a sua presença, receba também o nosso abraço fraterno. Pedimos aqueles que têm celular que o mantenham no modo silêncio ou desliguem, por favor. Saudamos também aqueles que nos assistem e nos ou pela TV Rádio Web comunhão. O livro O Espírito da Verdade, os Outros dizes trazer o deserto no coração. Entretanto, pensa nos outros. Muitos pisam teus rastos, procurando-te as mãos no grande vazio. Para um pouco e perceberizás a presença nas sombras da retaguarda. Enquanto gritas à própria solidão, compreenderás que a voz deles está morrendo na garganta através de longos gemidos. Volta-te e vê. Compara os teus braços robustos com os ossos descarnados que ainda lhe servem de suporte às mãos tristes em que os dedos mirrados são espinhas de dor. Enxuga o teu pranto e observa os olhos fatigados que te contemplam. Falam-te a história de esperanças e sonhos que o tempo soterrou na areia da frustração. Referem-se ao frio cortante do lar perdido e a agonia da romagem das trevas. para e compadece-te. Deixa que respire ainda mesmo por um momento, por um momento só no calor teu hábito. Quem poderá medir a extensão de grandes Quem poderá medir a extensão da grandeza de uma simples semente caída na terra em que o arado martirizou? A beleza de um minuto nos ensina muita vez a povoar de alegria e de luz a existência inteira. Diz a antiga lenda que uma gota de chuva caiu sobre o oceano que a a tormenta encapelara e aflita perguntou: "Deus de bondade, que farei sozinha neste abismo estarrecedor?" O pai não lhe respondeu, mas tempos depois a gota singela era retirada do mar, convertida numa pérola para adornar a coroa de um rei. Dá também algo de ti aos que bracejam no torvelinho do sofrimento. E mesmo que

e respondeu, mas tempos depois a gota singela era retirada do mar, convertida numa pérola para adornar a coroa de um rei. Dá também algo de ti aos que bracejam no torvelinho do sofrimento. E mesmo que possas ofertar apenas um pingo de amor aos que padecem, tua dádiva será filtrada pelas correntes da angústia humana e subirá cristalina luminescente na direção dos céus para enfeitar a glória de Deus. Meio e meio. Nós aproveitamos um instante para pedir a Deus, o criador universal de todas as coisas, pedir a Jesus, o tutor das nossas almas, e pedir esses abnegados amigos espirituais, especialmente os nossos anjos guardiães, ao mentor espiritual desta casa, o Dr. Adolfo Bezerra de Menezes para que nos abençoe. Abençoe também, Senhor, aqueles que estão na nossa tela mental, aqueles que estão pelos hospitais, pelos azios, nas prisões e nos orfanatos. E aqueles que estão a vagar pelas ruas, muita vez somente em busca do pão material. que possamos levares o lenitivo da prece, dizendo: Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade aqui na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje, Senhor. Perdoa as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixes cair em tentação, mas livra de todo o mal. E que assim seja. Meus irmãos, vamos passar a palavra para Cilda, que vai nos brindar hoje. Somos iguais. >> Boa noite a todos. Vocês sabem que eu tenho uma visão super privilegiada daqui, né? Tô vendo todos vocês. Boa noite a todos. Ah, obrigada. Obrigada, gente. Vamos lá. Hoje nós vamos falar sobre um tema muito interessante. Somos todos iguais. Nós hoje vamos tratar da lei de igualdade que está no livro dos espíritos. Vamos entender um pouquinho melhor. Vamos compreender a resposta a essa pergunta. se realmente somos todos iguais. E este capítulo do que é a lei de igualdade já começa na pergunta 803, que diz o seguinte: todos os homens são iguais diante de Deus? A resposta:

osta a essa pergunta. se realmente somos todos iguais. E este capítulo do que é a lei de igualdade já começa na pergunta 803, que diz o seguinte: todos os homens são iguais diante de Deus? A resposta: sim, todos tendem ao mesmo objetivo. E Deus fez suas leis para todos. Muitas vezes dizeis: "O Sol nasce para todos" e dizei aí uma verdade maior e mais geral do que pensais. Todos os homens são submissos às mesmas leis da natureza. Todos nascem com a mesma fraqueza, sujeitos às mesmas dores, e o corpo do rico se destrói como o do pobre. Portanto, Deus não deu a nenhum homem superioridade natural, nem pelo nascimento e nem pela morte. Todos são iguais diante de Deus. Para que a gente tenha ainda de uma forma bem certinha essa resposta, tem a pergunta 115, que ainda deixa bem claro pra gente essa nossa igualdade, que diz o seguinte: "Dentre os espíritos, alguns foram criados bons e outros maus." A resposta: Deus criou todos os espíritos simples e ignorantes, ou seja, sem conhecimento. Deu a cada um uma missão com objetivo de esclarecê-los e de fazê-los chegar progressivamente à perfeição pelo conhecimento da verdade e para aproximá-los de si. A felicidade eterna e pura é para os que alcançam essa perfeição. Os espíritos adquirem adquirem esses conhecimentos ao passar pelas provas que a lei divina lhes impõe. Uns aceitam essas provas com submissão e chegam mais depressa ao objetivo que lhes é destinado. Outros somente a suportam com lamentação e por causa dessa falta permanecem mais tempos afastados da perfeição e da felicidade prometida. Portanto, o que os espíritos aqui nos trouxeram foi que o ponto de partida é o mesmo. Portanto, Deus não tem favoritos. Deus criou todos nós simples e ignorantes. Nós é que podemos dar o ritmo ao nosso crescimento. Como diz aqui a pergunta 115. Nós podemos, diante das provas, aceitá-las e fazer de bom grado ou podemos nos lamentar, reclamar e simplesmente nos atrasarmos na nossa evolução? Nós temos que nos lembrar que nós temos o livre arbítrio e aqui é como uma

as provas, aceitá-las e fazer de bom grado ou podemos nos lamentar, reclamar e simplesmente nos atrasarmos na nossa evolução? Nós temos que nos lembrar que nós temos o livre arbítrio e aqui é como uma escola. Se a gente chega na escola e estuda, faz o dever de casa, faz tudo direitinho, quando chega o dia da prova, a gente vai se dar super bem. Agora, se a gente leva ali na maciota, aí chega ali perto da prova, não estuda, estuda. Gente, vocês já viram aluno estudando antes desesperadamente? esse aluno provavelmente não irá tirar uma nota boa e acontece a mesma coisa com a gente. Então, se nós vamos deixando a coisa passar, provavelmente a gente não vai ter tanto sucesso do que aquele que estudou e fez tudo certinho, fez dever de casa, viu ali a explicação dos professores, estava tudo certinho. Aqui é uma grande escola e estamos todos aqui com o mesmo objetivo. somos realmente iguais. E aí tem a pergunta 804 que diz o seguinte: porque nós vemos muitas vezes aptidões muito diferentes, né? Tudo bem, a gente é igual, mas poxa, aquele ali do meu lado parece que tá tão melhor do que eu. Aquela ali também. É, aquele ali nem tanto. E aí nós temos justamente essa explicação. Pergunta 804. Por que Deus não deu as mesmas aptidões a todos os homens? Deus criou todos os espíritos iguais, mas como cada um viveu mais ou menos, consequentemente adquiriu maior ou menor experiência. A diferença está na experiência e na vontade, que é o livre arbítrio. Daí uns se aperfeiçoaram mais rapidamente do que outros, o que lhes dá aptidões diversas. A variedade dessas aptidões é necessária para que cada um possa concorrer com os desígnios da providência, no limite do desenvolvimento de suas forças físicas e intelectuais. O que um não pode ou não sabe fazer, o outro faz. É assim que cada um tem o seu papel útil. Depois, todos os mundos sendo solidários uns com os outros, é natural que habitantes de mundos superiores, na sua maioria criados antes do vosso, venham aqui habitar para dar o exemplo.

eu papel útil. Depois, todos os mundos sendo solidários uns com os outros, é natural que habitantes de mundos superiores, na sua maioria criados antes do vosso, venham aqui habitar para dar o exemplo. Então, olha aí as aptidões. Então, mesmo quando a gente pensa, nossa, aquela pessoa ali, né, sabe tudo. Não foi Deus que deu aquelas aptidões a ela. Nós como espíritos, a cada experiência reencarnatória, vamos nos identificando, vamos criando mais aptidões, vamos, vocês podem ver que tem criança desde tem idade que começa a cantar olar, tem facilidade para cantar, para tocar um instrumento. De onde vem isso? Com a aptidão que Deus deu ou que de repente ela adquiriu em outras existências? É fácil a gente verificar isso também na escola. Tem gente que adora, né, e dá super bem com a matemática, física, química. Olha, perfeito. Ciências exatas, tá ótimo. Já outras pessoas gostam mais de ciências humanas, se dão muito bem, fazem direitinho. Tem gente que o professor se esmera, né, para explicar matemática, mas como não tem facilidade, parece que tá falando blá blá blá blá blá blá. E aquele outro de repente que tem uma dificuldade ali com ciências, né, mais humanas ali, também tem uma facilidade ou então tem dificuldade, aquele que tem exato e assim vai. Mas aí os espíritos nos falaram algo incrível, que é justamente aí que nós temos que nos esmeirar. Olha aí, cada aptidão, aquele que sabe mais a parte de ciências exatas pode ajudar aquele que não sabe, vice-versa. Aquele que de repente tem uma facilidade, como a gente vai fazer um trabalho coletivo na escola? Você tem lá um grupo de quatro pessoas, um sempre se dá bem para falar lá na frente, enquanto o outro é super tímido, não é verdade? Então ali eles se combinam, um fala mais, um ajuda o outro, enquanto um, por exemplo, tem a digitação muito rápida, então aquele ali fica com a parte da digitação. E é assim que nós vamos nos complementando. Nós temos que nos lembrar que estamos aqui para a nossa evolução pessoal, mas

tem a digitação muito rápida, então aquele ali fica com a parte da digitação. E é assim que nós vamos nos complementando. Nós temos que nos lembrar que estamos aqui para a nossa evolução pessoal, mas também temos o nosso papel na sociedade. Nós também temos que auxiliar um mundo, um mundo a crescer, a se tornar um lugar melhor com as nossas aptidões, nós podendo nós podemos ali auxiliando as pessoas. Poxa, se se a pessoa tem uma aptidão para contar de repente uma história, que de repente vai ali no orfanato e conte uma história. Se a pessoa tem uma aptidão para tocar, que toque instrumentos de repente no asilo. Por que não? As nossas aptidões podem auxiliar imensamente. E isso nós vamos adquirindo como espíritos. Os ensinamentos que aqui vamos adquirindo, nós levamos. Nós levamos tudo isso e vamos a cada vez mais nos aperfeiçoando. Cada vez mais, a cada reencarnação nós vamos acumulando. Ah, não, mas pera aí. Quando eu nasci, eu não tava lembrando de nada. Sim, mas vocês podem ver que quando a gente começa ali a aprender determinada matéria que a gente já tinha uma certa facilidade, a coisa flui. Então essa é a aptidão. Nós temos, todos nós temos. Quando nós vamos evoluindo como espíritos, vamos adquirindo as nossas aptidões. E a beleza está justamente em cada um auxiliar naquilo que lhe pode, que tem favorável a si mesmo, que tem facilidade. Se a gente se ajudasse mais, hein, essa desigualdade seria quase mínima. Mas quando a gente olha lá pra televisão, olha, sai das ruas, qual é a desigualdade mais gritante que a gente vê e a gente se questiona, é a desigualdade social. E como é que fica na lei de igualdade essa questão? Pergunta 806. A desigualdade das condições sociais é uma lei da natureza? Olha a resposta. Não é uma obra do homem e não de Deus. Portanto, essa desigualdade toda que nós temos aqui não foi obra do criador, mas a riqueza e a pobreza são provas colocadas para nós. São provas que são colocadas pela espiritualidade, porque cada uma tem o seu tipo de provação.

toda que nós temos aqui não foi obra do criador, mas a riqueza e a pobreza são provas colocadas para nós. São provas que são colocadas pela espiritualidade, porque cada uma tem o seu tipo de provação. A riqueza, ela é uma prova que normalmente a gente fala dá muita dificuldade para passar. Por quê? Olhem só, de acordo com a CNN, 63% da riqueza do Brasil está concentrada em 1% da população. É muita desigualdade. Aí está a grande dificuldade de muitas vezes o rico entrar nos reinos, no reino dos céus. Por quê? Porque muitas vezes a riqueza nos exorta a ganância. A pessoa não consegue se desfazer daqueles bens, a cobiça, o egoísmo, o orgulho. Mas nós temos que ter a consciência de que os bens são passageiros. Ah, no caixão não vai ter caixinha, não vai dar para levar. Não adianta que não dá para plasmar lá do outro lado as moedinhas de ouro que se guardou. Tudo aqui vai ficar. São bens passageiros. E é aí que a gente tem que compreender que é uma prova. Ah, então pera aí. Então ter dinheiro é ruim, não é bom? Então é melhor a gente se desfazer de tudo. Não, não é isso. Ter dinheiro não é ruim. Não é ruim a pessoa querer ter uma vida confortável, se esmeirar para isso. E muitas vezes é justamente seu objetivo. Mas a riqueza ela é um grande instrumento, ela é uma dádiva que pode ser usada como instrumento de auxílio ao próximo. Ela não deixa de ser um talento na qual pode ser dividido e auxiliado. Uma pessoa rica pode gerar ali empregos, pode auxiliar a tantos trabalhos assistenciais. pode sim fazer muita coisa boa. O grande problema é o que se faz dessa riqueza. Nós temos que saber empregá-la de uma forma responsável. No livro Jesus no Lar conta bem um exemplo da riqueza. Nesta história, um homem simples, mas muito dedicado à sua família, tinha uma vida de nenhum ali, bem bem basiquinho, não tinha muito, o mês acabava ali às vezes faltando um dinheirinho, mas não faltava comida. Ele tava ali sempre fazendo tudo certinho. Era uma vida, não era uma vida de grandes confortos, mas era uma vida

inha muito, o mês acabava ali às vezes faltando um dinheirinho, mas não faltava comida. Ele tava ali sempre fazendo tudo certinho. Era uma vida, não era uma vida de grandes confortos, mas era uma vida que eles não passavam as necessidades primárias. Mas olhando ali para a sua residência, olhando ali para os seus filhos, ele logo desejou: "Não, mas eu queria dar mais conforto pra minha família. Eu não quero que eles passem necessidade. Nossa, todo mês aquele aperto tá tão difícil. Então eu vou, eu vou tentar, eu quero ser rico. E ali ele começou a trabalhar, trabalhar, trabalhar dia e noite, finais de semana, com muito esforço. E realmente depois de muitos anos, depois de trabalhar com a Finco, de fazer bons negócios, de ter dado certo naquilo que investiu, esse homem se tornou rico. E quando finalmente já estava numa idade em que ele queria ter aquele descanso, que ele queria observar a obra que finalmente ele conseguiu pelo seu esforço, ele parou e começou a observar ao seu redor e percebeu que a família que antes era alegre, humilde, mas alegre. Agora sua esposa era escrava de vários afazeres inúteis. Seus filhos conversavam sobre os sobre o canto ali, cada um discutindo quanto cada um levaria de herança, o que levariam se o pai falecesse. Seus vizinhos olhavam para ele com aquele olhar de inveja, de desejo de quererem estar ali naquele lugar onde ele estava. No trabalho, ele começou a perceber que muitas vezes aquela pessoa muito simpática, que estava sempre ali sorridente, na verdade que iria um cargo ou mais dinheiro, era uma simpatia ali só por uma questão de ocasião. começou a perceber quantos homens o procuravam para que ele investisse seu dinheiro em situações ilegais. E aí ele começou a perceber que o dinheiro que ele tanto quis para gerar uma felicidade paraa sua família, gerar uma felicidade em si, não o tornou feliz, mas o tornou um homem solitário. Ele começou a perceber que ele não tinha mais aquela família unida, nem os amigos verdadeiros. E ali ele se desesperou.

gerar uma felicidade em si, não o tornou feliz, mas o tornou um homem solitário. Ele começou a perceber que ele não tinha mais aquela família unida, nem os amigos verdadeiros. E ali ele se desesperou. Ali ele começou a ficar triste, ficou mal realmente com aquela situação e começou ali a passar os dias e ele cada vez mais triste, sem saber como sair daquela situação. Até que certa noite ele sonhou. Ele sonhou com um anjo que veio até ele e disse para ele que a riqueza ela pode parecer duas formas. Uma água parada, que a água parada com o tempo fica fétida, vai ali causando, gerando ali os microrganismos. Se você beber daquela água, você fica doente. Mas também pode ser como o rio. O rio que passa e por onde passa pode ali gerar o alimento, pode ali gerar toda uma energia, pode ali fornecer tanta positividade. E, portanto, a riqueza era da mesma forma. A riqueza parada pode gerar problemas, mas a riqueza que circula, ela pode trazer muitos benefícios. E foi assim que ele acordou satisfeito e começou a pensar como ele poderia auxiliar. E aí ele começou pelos vizinhos. os vizinhos que muitas vezes precisavam de alguns pequenos favores, um filho que tava de repente ali estudando, fazendo uma faculdade, então ele foi lá e auxiliou ao pagamento e foi fazendo ali pequenas gentilezas e os vizinhos começaram a a ter uma ternura, um agradecimento. E ali ele começou a ter amigos. A esposa o olhou muito desconfiado. Os filhos então o odiaram. Porque na cabeça deles ele estava dilapidando o patrimônio. Mas ele começou a achar paz em si mesmo. Começou também a distribuir a sua riqueza naqueles locais que precisavam. Começou a distribuir em asilos, hospitais, orfanatos. E aí ele conseguiu perceber que a riqueza que ele tanto se esmerou para efetivamente construir tinha um propósito maior. E finalmente ele achou a alegria. Então a riqueza por si só não é um problema. O negócio é o que ela gera. E essa desigualdade absurda que a gente vê significa justamente que a riqueza não está circulando, mas sim se

achou a alegria. Então a riqueza por si só não é um problema. O negócio é o que ela gera. E essa desigualdade absurda que a gente vê significa justamente que a riqueza não está circulando, mas sim se concentrando. Mas nós não podemos nos esquecer que a espiritualidade divina ela vai trocando a gente de lugar. Então hoje aquele muito rico pode vir amanhã palpérrimo. Então elas são provas, provas que são colocadas. Porque muitas vezes a gente se questiona, mas não é possível que aquele homem tão ruim ainda é rico? Calma, calma, que a gente muitas vezes pensa isso de verdade. Mas nós temos que nos lembrar que Deus como um pai amoroso dá oportunidade a todos os seus filhos. O problema somos nós que muitas vezes diante de determinadas provas fazemos o oposto. Ou vocês acham que lá em cima, na hora que a gente tá descendo, o espírito fala: "Você, você vai comandar o morro, você vai fazer isso, você vai roubar, você vai Não, de jeito nenhum. Eles falam justamente o oposto. Eles traçam ali histórias belíssimas. O problema é que a gente chega aqui e põe o pé na jaca, mas esquece tudo que falaram lá pra gente, pensa nos bens materiais. É bom ter uma vida de conforto, é, mas de uma forma que a gente faça pelo nosso esforço, de uma forma que a gente faça de uma forma legalizada, boa e que não traga prejuízo a ninguém. É por isso que a riqueza ela muitas vezes é tão difícil, porque a riqueza também ela pode gerar prejuízos a terceiros. E aí o espírito que adquiriu toda essa gama de dívida, ah, ele vem com juros e correção monetária e não é fácil. Então, é por isso que nós temos que nos lembrar que justamente a desigualdade ainda é a culpa do homem. mas que nós podemos melhorar. Mas olha, muita calma essa hora. Nós já evoluímos. É, quando a gente vai olhar a história do homem, a gente vai olhar lá para trás, na época de Roma, no Egito, gente, as pessoas não estavam nem aí umas pras outras. Olha, escravo para eles não tinha nem alma. Então, eles podiam ser qualquer coisa. Eles não estavam nem um pouco

rás, na época de Roma, no Egito, gente, as pessoas não estavam nem aí umas pras outras. Olha, escravo para eles não tinha nem alma. Então, eles podiam ser qualquer coisa. Eles não estavam nem um pouco preocupados. Não precisa ir muito longe, não. Chega na idade média. Na idade média, crianças de terra idade trabalhavam mais de 10 horas. Ninguém tinha a menor preocupação com o próximo. Eram poucos aqueles que tinham. Então, nós já evoluímos. Hoje nós já temos uma preocupação. A gente já olha pro nosso próximo, já fica ali um pouco, poxa, pode ajudar. Hoje nós vemos ali pessoas que, por exemplo, moram nos Estados Unidos e ajudam pessoas que moram na África. Nós já temos aí, né, os médicos sem fronteiras, quantas ações positivas nós não temos no mundo que não existiam antes. Então, essa desigualdade ela tende a reduzir, mas depende da nossa postura, de como nós vamos agir. E aí vem a pergunta 811 e 812, que diz o seguinte: "A igualdade absoluta das riquezas é possível e alguma vez já existiu?" A resposta: não. Ela não é possível. A diversidade das das faculdades e do caráter, pera aí, gente, tá bem em cima que eu não tô conseguindo ler. E do caráter entre os homens se opõe a essa igualdade. Aí nós temos aqui a 811a. Entretanto, há homens que acreditam que aí está o remédio para os males da sociedade. Que dizeis disso? São posições sistemáticas ou ambições ciumentas? Eles não compreendem que a igualdade com que sonham seria logo rompida pela força das coisas. Combatei o egoísmo, que é vossa praga social, e não procureis fantasias. E aqui a 812 diz o seguinte: "Se a igualdade das riquezas não é possível, ocorre o mesmo com o bem-estar?" Resposta: Não, porque o bem-estar é relativo e a cada um poderia dele desfrutar se entendesse bem, já que o verdadeiro bem-estar é empregar o tempo ao seu gosto e não em trabalhos para os quais não se sente nenhum prazer. E como cada um tem aptidões diferentes, não haveria nenhum trabalho útil para fazer. O equilíbrio existe em tudo e é o homem

o ao seu gosto e não em trabalhos para os quais não se sente nenhum prazer. E como cada um tem aptidões diferentes, não haveria nenhum trabalho útil para fazer. O equilíbrio existe em tudo e é o homem que quer alterá-lo. É fácil a gente visualizar isso. Você pode ver numa casa que tem ali três filhos. Se você der R$ 100 para na segunda-feira, para os três, no final da semana, cada um vai ter feito diferente. Tudo isso de acordo com as nossas aptidões. Não quer dizer que ela nunca vai existir, mas quer dizer que ela vai melhorar e ela pode sim se reduzir e não ter essa concentração tão grande como a gente vê hoje. E aí nós temos a pergunta 815, que diz o seguinte: "Qual das duas provas é a mais terrível para o homem? A miséria ou a riqueza? Tanto uma como a outra. A miséria provoca a lamentação contra a providência e a riqueza estimula todos os tipos de excesso. Então, muitas vezes quando a gente lê muitas histórias geram sempre em torno da riqueza, que o rico é que não vai entrar no reino dos céus e o pobre sim. É, é automático. Então, quer dizer que essa pessoa foi muito pobre, ela já está garantida a entrada. Aí aqui justamente tem a resposta. A miséria muitas vezes também a prova dificílima, porque ela gera lamentação, ela gera a revolta e a pessoa, ao invés de passar por toda aquela privação com fé, com resignação, passa com raiva, com ódio e muitas vezes ela transgride leis em nome da sua revolta pessoal. Então, também é algo que nós temos que entender também é muito difícil. A miséria também é difícil. Quando nós temos lá a parábola do mal rico, onde o rico que nunca nunca fez a caridade, acaba indo lá pra região do inferno enquanto Lázaro vai pra região do céu. Mas é porque Lázaro foi muito bom, usou da resignação, não foi contra a providência. Então não é porque foi pobre que simplesmente não vai já vai pro reino dos céus. Quantos de nós aqui não conhece gente que tem muita dificuldade na vida, mas é assim profissional da reclamação. Nó tem gente que reclama é o dia

re que simplesmente não vai já vai pro reino dos céus. Quantos de nós aqui não conhece gente que tem muita dificuldade na vida, mas é assim profissional da reclamação. Nó tem gente que reclama é o dia inteiro, acorda reclamando e dorme reclamando. Vocês acham que essa pessoa vai entrar no reino dos céus? Ela está usando de resignação, paciência e fé ou ela tá ali, ó, reclamando, reclamando, reclamando e muitas vezes reclama até dizer: "Chega", mas não faz a sua parte. É porque olha, Deus quer muito nos ajudar, mas a gente também tem que seguir em frente, porque só ficar reclamando não vai dar certo. E isso a gente consegue ver bem na história do livro, histórias que ninguém contou, conselhos que ninguém pediu, que exemplificam perfeitamente pra gente, que também nós temos que fazer a nossa parte. Nessa história, Jesus foi chamado pelos discípulos para visitar uma choupana e ali encontrou um homem de 32 anos na extrema pobreza, doente, sem ter o que comer, sem ter o que vestir, completamente abandonado. Completamente abandonado. Este homem, ao ver Jesus, se emocionou. se emocionou e muito. E ali Jesus o questionou: "O que você precisa?" E o homem, já com lágrimas no rosto, disse: "Jesus, eu tenho sede." E ali o Cristo, de uma lágrima daquele homem fez ali, colocou ali uma água num jarro e ele ali bebeu. Jesus, eu tenho muitas dores. E ali o Cristo, estendendo a sua mão, o auxiliou e o homem se curou. E ele ainda questionou: "O que mais você precisa, meu filho?" Jesus, "Eu tenho fome". E ali então Jesus pegou uma pedra, mostrou ao homem e transformou aquela pedra em pão. E o homem comeu aquele pão. Ao se levantar, depois de muito tempo na cama, ele percebeu, olhou para o Cristo e disse: "Jesus, não tenho o que vestir." E Jesus, que havia recolhido algumas flores anteriormente, pegou uma flor e transformou em vestimento. E aquele homem, numa alegria que cabia em si, chorando, agradeceu imensamente ao Cristo e ao Cristo que foi se retirando daquele local. Quando ele tava saindo, o homem ainda

transformou em vestimento. E aquele homem, numa alegria que cabia em si, chorando, agradeceu imensamente ao Cristo e ao Cristo que foi se retirando daquele local. Quando ele tava saindo, o homem ainda falou se ele poderia deixar um pouco erba para que ele pudesse ali ter um pouco mais de subsistência. E ali o homem foi até o lado de fora da casa, pegou várias pedras e Jesus deixou um cesto de pão. Ah, mas qual não foi a sua alegria? Dormi uma noite assim incrível, sem dor, sem sofrimento, depois de tanto tempo, quando uma alegria incrível, dormiu profundamente e ao acordar levantou-se, pegou um pão e foi até a porta de sua casa. Mas ali ele começou a olhar os vizinhos que estava indo, que estavam indo para o seu trabalho, cada um para o seu trabalho. Ah, mas ele pensou assim: "Ah, tenho tanta comida aqui, vou nada". Deitou e ficou lá na cama. E ele passou o dia demoradamente tranquilo, tirou um grande cochilo. Quando chegou à noite, acordou e assustou-se. Mas assustou assim, ele olhou que estava sem roupa novamente. Tentou se esforçar para levantar e sentiu dores. A doença havia voltado. Ainda com muito esforço, levantou e foi até o cesto de pão. E ali só havia pedras. E ali ele se entristeceu e começou a gritar indignado. Eu fui enganado. Então tudo aquilo foi uma ilusão. Como é que pode? Olha só. nada daquilo foi verdade. E gritava e esbravejava e ficou chateado. Um bom tempo depois de reclamações contínuas, um anjo apareceu para ele e disse a ele: "Você tem certeza que você pode reclamar? O Cristo passou aqui hoje na volta e viu que você estava deitado na cama enquanto os seus vizinhos foram trabalhar, foram ganhar o sustento de forma justa. E ali o Cristo percebeu que você ainda não estava pronto. É por isso que você voltou a com e e retornou à situação que você se encontrava, porque você não estava pronto para receber as benécias que lhe foram concedidas. E assim muitas vezes acontece com o homem. Nós diante de tantas oportunidades, não fazemos a nossa parte e esbradejamos

porque você não estava pronto para receber as benécias que lhe foram concedidas. E assim muitas vezes acontece com o homem. Nós diante de tantas oportunidades, não fazemos a nossa parte e esbradejamos contra a providência divina. Muitas vezes o que nós precisamos é o nosso esforço pessoal. A igualdade, ela pode cada vez mais se tornar presente na vida do homem, mas nós temos que também nos esforçar. Vocês já imaginaram se a espiritualidade superior fizesse tudo por nós? qual seria o nosso mérito? Então, não adianta também vir na pobreza se não entende que isso é uma prova, se não entende que isso é para o nosso aperfeiçoamento e cada um de nós tem o seu momento. Ai, será que eu já vim rica? Será que eu já vim pobre? Não importa. São provações diferentes que nos trazem simplesmente uma educação diferente, uma experiência diferente. Mas cada um de nós pode estar no momento daquela prova ou daquela outra prova. Ah, porque tem gente que pensa assim: "Não, então pera aí, se a pobreza é uma prova, então nem vou ajudar. Se ele é pobre, é porque ele tem que ser pobre. Então, pronto, já entendi. Providência divina mandou recado. Já entendi. Não vou nem ajudar. Gente, cuidado, muita calma. Essa hora não se esqueçam da pergunta que nós lemos aqui sobre aptidões, que as aptidões são diferentes, mas elas estão aqui justamente pra gente se complementar. E a gente não pode esquecer que um dia pode ser a gente que tá ali naquela situação. Então, podemos, podendo auxiliar, vamos auxiliar. Ah, mas não foi a providência divina, não. A providência divina trouxe ali aquela aprovação pra pessoa, porque ela necessitava passar por aquela situação, mas isso não quer dizer que a gente não precisa ir podendo. Por que que a gente não pode ajudar? Porque um dia, isso se chama empatia, um dia podemos estar naquela situação e a gente não sabe em que momento nós vamos estar, se pode ser numa próxima existência ou inclusive nessa em que nos encontramos, porque a vida pode dar verdadeiras reviravoltas que a gente nunca sabe.

a gente não sabe em que momento nós vamos estar, se pode ser numa próxima existência ou inclusive nessa em que nos encontramos, porque a vida pode dar verdadeiras reviravoltas que a gente nunca sabe. Então, vamos buscar auxiliar. E nós temos que nos lembrar também que a providência divina, ela não é estática. Que quer dizer isso? Nós nascemos com uma programação a seguir, mas dependendo do nosso esforço pessoal, da nossa liberalidade, daquele esforço que cada um de nós faz por si mesmo, nós podemos ir modificando a nossa situação. Então, às vezes, uma pessoa que nasceu na pobreza, mas foi resignada, paciente, teve muita fé, a espiritualidade está observando. Ela começa a observar ali e percebe que a pessoa está indo bem. A espiritualidade pode ali, quando ela tiver uma oportunidade dada por qualquer um de nós, agarrar com tudo e sair daquela pobreza. Nada é totalmente estático. Tudo depende de como nós vamos fazendo, de como a nossa vida, como nós vamos levando as provações da nossa vida. Não adianta a gente de repente imaginar que não, se eu tenho que sofrer, então eu vou sofrer e cruzar os braços. Existem aquelas provações, existem realmente aquelas provações que são colocadas em nossa vida que muitas vezes nós não temos naquele momento o que fazer. Aí, qual é a prova? Resignação, paciência, fé. Mas e aquelas que cabe a cada um de nós? Às vezes a pessoa quer uma promoção no trabalho, mas não faz um curso, não estuda, não busca melhorar, não busca de repente olhar ali aquela pessoa que tem um uma posição melhor, o que que ela faz de diferente e aí reclama, reclama, reclama, passa anos na empresa sem conseguir uma promoção, sem conseguir nada. Será que as pessoas foram injustas com ela? Ou ela não fez a sua parte? Que que adianta a gente orar tanto para passar de repente ali num concurso público e não se esmeirar para estudar? Olha, porque na hora da prova não vai ter espírito que vai chegar lá e vai falar que a resposta da 15 é a letra A. Não vai. O que eles vão fazer de repente nos

público e não se esmeirar para estudar? Olha, porque na hora da prova não vai ter espírito que vai chegar lá e vai falar que a resposta da 15 é a letra A. Não vai. O que eles vão fazer de repente nos ajudar a nos dar calma, tranquilidade para não chegar aquele branco? Isso eles podem nos auxiliar. Mas se nós queremos efetivamente reduzir essa desigualdade que nós vemos tão grande no mundo, nós temos que nos movimentar, nós temos que cada vez mais fazer a nossa parte e temos que nos questionar o que é que estamos fazendo hoje para diminuir a a desigualdade do mundo? O quê será que estamos fazendo a nossa parte? Porque o livro dos espíritos aqui não esclareceu, dizendo que além das nossas provações, da nossa existência, pelas nossas aptidões, nós temos que nos auxiliar mutuamente. Nós nos esquecemos muito que fazemos as nossas orações pedindo paz ao mundo, mas esquecemos que a primeira paz tem que vir de nós mesmos. Muitas vezes a gente pede pro mundo melhorar sem melhorar a nós mesmos. E o que é o mundo senão nós? Cada um de nós, cada um de nós representa a célula desse mundo. Então, se nós não fizermos a nossa parte para diminuir a desigualdade, como nós vamos ficar? Se cada um de nós não buscar auxiliar no mínimo que seja, porque isso realmente acontece muito. Às vezes a gente acha que para mudar o mundo a gente tem que fazer uma coisa assim maravilhosa, fazer assim aquela ação coletiva e dar muito dinheiro. Poxa, mas eu não tenho dinheiro. Dar muito tempo, mas não tem muito tempo. São nas pequenas atitudes que nós mudamos o mundo. São nas pequenas gentilezas, são nos pequenos sorrisos, é naquele bom dia que ninguém tá esperando, é de repente, poxa, eu não tenho tempo, mas tá ali um trabalho assistencial, tenta auxiliar naquele trabalho assistencial, nem que seja pagando alguma coisa. Ah, mas eu não tenho dinheiro. Então, se você tiver um pouquinho de tempo, dedica seu tempo. A desigualdade só se impera nesse mundo, porque nós ainda nos preocupamos conosco, conosco e conosco. E vai

Ah, mas eu não tenho dinheiro. Então, se você tiver um pouquinho de tempo, dedica seu tempo. A desigualdade só se impera nesse mundo, porque nós ainda nos preocupamos conosco, conosco e conosco. E vai ficando e vai ali. Deus já sabe que cada um de nós tem muitas dificuldades na vida para passar e ele sabe que é difícil. Mas o que ele quer justamente de nós não é que a gente chegue lá em cima se lamentando, a eu não fiz isso porque eu tive muita dificuldade por causa do fulano. Não, eu não fiz isso porque eu tive muita dificuldade por causa disso. Ele já sabe. O que ele quer é saber o que cada um de nós fez diante da dificuldade. É isso que ele quer. Ele quer que a gente chegue lá fala: "Não, eu fiz isso, isso e isso". Pergunta 824 pra gente finalizar o nosso roll de perguntas que traz assim uma lição. Reprovais de modo absoluto a pompa dos funerais? Não, quando honra a memória de um homem de bem é justa e um bom exemplo. Mas eu li essa pergunta aqui porque eu gostei muito da explicação que vem logo em seguida, que diz o seguinte: "O túmulo é o local de encontro de todos os homens. Ali terminam definitivamente todas as distinções humanas. É em vão que o rico tenta perpetuar sua memória nos monumentos grandiosos. O tempo o destruirá como o corpo. Assim querer a natureza. A lembrança de suas boas e má ações será mais duradora do que o túmulo. A pompa dos funerais não limpará de suas torpezas e não o fará subir um só degrau na hierarquia espiritual. Portanto, se hoje a gente ainda vê aquele irmão que quando acontece alguma coisa vira pra gente e fala: "Você sabe com quem está falando?" Ele ainda não ouviu essa explicação. Na hora da morte, tudo termina. O corpo do pobre e o corpo do rico vão ter o mesmo fim. Um não vai durar mais que o outro. Eles vão virar pó na mesma velocidade. Nós, cada um de nós aqui é que tem que ter isso em mente e saber que estamos todos no mesmo barco. Estamos aqui para evoluir. E para que a gente possa ir finalizando, vocês sabem que eu adoro uma história,

cada um de nós aqui é que tem que ter isso em mente e saber que estamos todos no mesmo barco. Estamos aqui para evoluir. E para que a gente possa ir finalizando, vocês sabem que eu adoro uma história, né? Então vou terminar com a historinha aqui para que a gente possa levar de exemplo e seguir todos os dias com muita firmeza paraa nossa evolução. E essa história que também tá no livro Histórias que ninguém contou, conselhos que ninguém deu, fala também do Cristo, que certo dia o Cristo, vindo com os seus apóstolos, viu uma gruta, parou e pediu então para que todos os apóstolos entrassem ali, ficassem na gruta. Ali eles entraram, conversaram e o Cristo falou: "Olha, eu estou precisando de um tempo só. Estou precisando fazer algumas reflexões e gostaria que todos vocês ficassem aqui na gruta. E vou passar uma missão para vocês. Quero que vocês conversem sobre tudo aquilo que vocês aprenderam, todos os exemplos que vocês angaram até hoje. Quero que vocês conversem sobre isso. E assim Jesus se despediu e seguiu. No primeiro dia foi ótimo. Todos conversaram alegremente, conversaram sobre as missões de cada dia, as lições aprendidas, os exemplos incríveis. Nossa, uma felicidade sem fim. ficaram ali dentro da gruta conforme Jesus falou que não era para sair, que era para eles ficarem lá conversando. E o clima foi tão bom, tão positivo. Nossa, no ar assim, só alegria. Segundo dia também, da mesma forma conversaram, falaram dos exemplos, um lembrou um exemplo diferente, o outro também. Ali conversaram alegremente e tal. No terceiro dia continuaram a missão firme que Jesus havia dado. Versaram, mas aí começaram, né? Poxa, Cristo não voltou, né? Pois é, mas tá, vamos continuar aqui porque ele passou a missão e a gente vai cumprir. Aí chegou o quarto dia, tudo direitinho, começaram a conversar e tal, mas aí um começou: "Poxa, será que aconteceu alguma coisa com Cristo? Será que não é interessante a gente sair para ver o que aconteceu?" Mas a maioria falou: "Não, não, calma. Se Cristo deu a missão, tem alguma

omeçou: "Poxa, será que aconteceu alguma coisa com Cristo? Será que não é interessante a gente sair para ver o que aconteceu?" Mas a maioria falou: "Não, não, calma. Se Cristo deu a missão, tem alguma coisa?" Não, vamos ficar, vamos ficar quinto dia. Começaram dia alegres, mas aí já todo todo mundo começou: "Não, não é possível, tem alguma coisa errada, tem alguma coisa errada." E aí a gente sai, vamos ver o que aconteceu com Cristo. Cinco dias e ele não volta, não. Aconteceu alguma coisa? Seu, a gente tem que sair. Mas alguns ainda falavam: "Não, ó, gente, vamos esperar. O Cristo pediu, vamos ficar aqui. Sexto dia. Mal acordaram, começaram. Não tem alguma coisa errada. Cristo não voltou, a gente tem que sair. Não dá para ficar assim. Tem alguma coisa errada. O Cristo não volta. Ai meu Deus, aconteceu alguma coisa. Será que a gente errou em deixá-lo só? Será que a gente fez? Mas mesmo assim, ainda preocupados em sair e não cumprir a missão que Jesus tinha dado, que era ficar ali conversando e só e esperá-lo voltar. Mas no sétimo dia, não, sétimo dia já não tá aguentando mais não. A gente tem que sair porque tem alguma coisa errada. Cristo ainda não voltou. Não, não, não, a gente tem que ir. E aí decidiram sair da gruta. Mas qual não foi a sua grande surpresa? que eles olharam para eles mesmos e eles estavam leprosos. E ali eles levaram um susto tão grande que eles retornaram imediatamente pra gruta. E quando chegaram, o Cristo estava lá sentadinho esperando por eles. E aí eles assustados olharam para Cristo e falaram: "Estamos leprosos". E aí o Cristo olhou com muita paciência. Não estou vendo nada. Foi quando eles olharam para eles mesmos e realmente não havia mais lepra. E aí o Cristo falou que a falta de fé, o desânimo, a tristeza, a dúvida e a incerteza podem nos trazer tantos malefícios paraa nossa alma como a lepra pode trazer para o corpo. E aí ele explicou aos seus discípulos para que nunca deixassem se levar por essas pragas, o desânimo, a incerteza, a falta de fé.

tos malefícios paraa nossa alma como a lepra pode trazer para o corpo. E aí ele explicou aos seus discípulos para que nunca deixassem se levar por essas pragas, o desânimo, a incerteza, a falta de fé. Se o Cristo havia combinado que eles que ele iria voltar, ele iria voltar e que eles deveriam sim ter aguardado. Então, se já sabemos que somos todos iguais, que Deus não tem favoritos, favorita é coisa nossa, que as aptidões diferentes somos nós mesmos que conquistamos. Somos nós que com o passar das reencarnações, com o passar das experiências, com o aproveitamento melhor por cada um de nós, pelo nosso livre arbítrio, é que vamos evoluindo e o ponto de partida de cada um de nós é o mesmo e o objetivo de cada um de nós também é o mesmo, evoluir. Então, que que a gente tem essa certeza, que a gente não alimente as nossas dúvidas, não alimente os nossos desânimos. Vamos seguir em frente, porque nós todos somos iguais perante Deus e é isso que importa. mas que cada um de nós também tem que fazer o seu papel em nossa sociedade para cada vez mais reduzir essas diferenças tão grande, essas desigualdades tão grandes que a gente ainda vê, mas que ao olhar para a história do homem, nós temos a certeza que a gente já está evoluindo e todos nós desejamos e com certeza a espiritualidade que a gente continue nesse caminho. E desejo a todos uma boa semana e que nós possamos cada vez mais nos esmerar em pequenas atitudes. Vocês já imaginaram se a cada dia nós fizermos uma boa ação, ao final de ano teremos mais de 300 ações? Agora imagina ao final dos anos só a espiritualidade maior para contabilizar. Graças a Deus e graças a Jesus. Meus irmãos, vem aí a Massis, na nona mostra de arte e cultura da comunhão espírita de Brasília. Teremos música, teatro, poesia, contação de história, artesanato, pintura mediúnica, palestras e gastronomia, doce, salgado e almoço no sábado e no domingo. Venha confraternizar conosco nos dias 5 de setembro, sexta-feira, 18 às 22 horas, no dia 6 de setembro de sábado, de 10 às

nica, palestras e gastronomia, doce, salgado e almoço no sábado e no domingo. Venha confraternizar conosco nos dias 5 de setembro, sexta-feira, 18 às 22 horas, no dia 6 de setembro de sábado, de 10 às 22 horas e no dia 7 de setembro que no domingo, 12 às 21 hor. Então, reserva essas datas, certo? Fazer a nossa prece. Vamos mentalizar aqueles que nós ofendemos e vamos mentalizar aqueles que nos ofenderam. dizer: Deus, nosso pai, que sois todo poder e bondade, dai força aquele que passa pela provação, dai luz àele que procura verdade, põe no coração do homem a compaixão e a caridade. Deus, dai ao viajor a estrela guia, ao aflita a consolação e ao doente o repouso. Pai, dai ao culpado o arrependimento, ao espírito a verdade, a criança o guia, ao órfão o pai. Senhor, que a vossa bondade se estenda sobre tudo que criastes. Piedade, Senhor, para aquele que não vos conhece e esperança para aquele que sofre. Que a vossa bondade permita aos espíritos consoladores derramarem por toda parte a paz, a esperança e a fé. Deus, um raio, uma faísca do vosso amor pode abrasar a terra. Deixai-nos beber na fonte desta bondade fecunda e infinita, e todas lágrimas secarão, todas dores acalmar-seão. Um só coração, um só pensamento subirá até vós como um grito de reconhecimento e de amor. Como Moisés sobre a montanha, nós vos esperamos com os braços abertos. Ó poder, ó bondade, ó beleza, ó perfeição. Queremos de alguma sorte merecer a vossa misericórdia. Deus, dai-nos a força para ajudar o progresso a fim de subirmos até vós. Dai-nos a caridade pura. Dai-nos a fé e a razão. Dai-nos a simplicidade que fará das nossas almas o espelho onde se refletirá a vossa santíssima imagem. Que assim seja. Aqueles que vão fazer uso do passo, por favor, pode aguardar sentado que já já serão chamados. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos.

nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de

uidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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