Palestra: o mandamento maior, com Eduardo Mesquita

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 24/03/2025 (há 1 ano) 51:38 21 visualizações

Transmissão ao vivo da reunião pública do C. E. Lar de Jesus, de Goiânia - GO.

Transcrição

Boa noite a todos, todos sejam bem-vindos aqui o lar. Queremos agradecer o o Antônio e a Marise pelas músicas maravilhosas que trouxeram para nós. E vamos dar início à nossa reunião desta tarde de noite. Vamos fechar os nossos olhos, elevar o nosso pensamento até o alto, lembrarmos do divino mestre que sempre está junto de nós, para que possamos juntos, através dessa prece irmos ao encontro da espiritualidade maior, para que possa derramar sobre cada um de nós o que viemos aqui buscar, que possamos sair daqui energizad e amparados pela misericórdia divina. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje, Senhor. Perdoa as nossas dívidas, assim como nós devemos perdoar aos nossos devedores. E não nos deixes, Senhor, entregue as tentações, mas livra-nos de todo o mal. Porque vós sois o reino, o poder e a glória para todo sempre. Que assim seja. Bom, gente, eh hoje para estar conosco aqui é o Eduardo Mesquita e ele veio falar sobre o mandamento maior. O Eduardo é o grande colaborador aí do Espiritismo. Ele é vice-presidente lá da Federação Espírita do Estado de Goiás, trabalhador do irmão Sheila, grande seareiro do Cristo e veio trazer um pouco aí para nós aí aprendermos um pouco mais. Tá bom. Com você boa noite a todas, a todos. Da última vez que aqui estive, fiz uma brinc fiz uma brincadeira. Vou repetir, vou repeti-la, né? Eu acho que eu ouvi mais os espíritos, viu, gente? Boa noite. Boa noite. Agora os encarnados, né? Muito bem. Inicialmente gostaria de agradecer a direção da casa pelo convite que nos foram formulado para que aqui estivéssemos. Sempre uma alegria participar das atividades desta casa, Lar de Jesus, instituição que nós temos muito apreço e que desde os ídos da mocidade espírita que a gente aqui frequenta também, né? Porque o lar sempre teve parceria com a federação, sempre desenvolvemos atividades em conjunto e ficam as recordações, né? Muito bem.

s ídos da mocidade espírita que a gente aqui frequenta também, né? Porque o lar sempre teve parceria com a federação, sempre desenvolvemos atividades em conjunto e ficam as recordações, né? Muito bem. Como o nosso companheiro acabou de dizer, o tema que nos fora proposto para a reflexão da noite intitula-se o mandamento maior. Vocês estão me ouvindo bem aí? Tá OK? E este é um tema, se assim pudermos dizer, por demais estudado, abordado, inclusive antes mesmo da vinda do Cristo. dos anais da cultura judaica e obviamente depois judaica cristã, que as escolas mais antigas do judaísmo contabilizavam cerca de mais de 600 mandamentos. Chega até nós a noção da revelação de Moisés com os 10 mandamentos, né? Mas esforço empreendido por essas escolas tradicionais da cultura judaica fez com que Moisés conseguisse então compilar esses mais de 600 mandamentos nos 10 que nós conhecemos no decálogo. É interessante observarmos que o quanto que as ações empreendidas pelo governador do planeta Jesus t sido cíclicas e contínuas. É tanto que uma das escolas mais tradicionais de séculos antes da vinda do Cristo era dirigida por Il Gamaliel. E Gamaliel foi quem cedeu a sua cadeira para Paulo no ou Saulo, né, no Sinédrio daqueles dias. era Gameliel uma das maiores autoridades nas leis, na cultura judaica da época. E o seu avô Léo então era dirigente de uma dessas escolas tradicionais que fez todo esse trabalho de compilação destes mandamentos. E esse Il ou Eliu é o mesmo espírito que depois mais tarde Jesus convoca para promover aquele trabalho de transplantação da árvore do evangelho do mundo antigo para o mundo novo. Vejamos que os colaboradores da seara do Cristo se revezam em tarefas, deitando trabalho na ampulheta do tempo, no deitar dos séculos. Essa passagem do mandamento maior, ela foi anotada por três dos quatro evangelistas, dada a sua relevância. Mateus a anotou ali no capítulo 22 em uma passagem singela. Marcos também o fez no capítulo 12. E Lucas, que bebeu diretamente na fonte

anotada por três dos quatro evangelistas, dada a sua relevância. Mateus a anotou ali no capítulo 22 em uma passagem singela. Marcos também o fez no capítulo 12. E Lucas, que bebeu diretamente na fonte de Paulo, a anotou no capítulo 10. E ali pegando a passagem de Lucas, é que questionado Jesus sobre o tema, é que então ele nos conta a parábola do bom samaritano. E aí é interessante que nós façamos antes do capítulo 10 ali de Lucas, volvamos capítulos anteriores, porque até esse fato ocorrido às portas de Jerusalém, outros que antecederam também são importantes para a compreensão do conjunto da fala de Jesus, contando-nos A parábola do bom samaritano. Essa reflexão, ela é também por demais conhecida, mas a gente pede licença para recordá-la. Narra-se que Jesus estava com os discípulos já há alguns dias nas cercanias de Jerusalém. E ele então diz: "Precisamos ir a Jerusalém". Até aí nenhuma novidade, até porque aproximava-se a Páscoa e aquela seria a última Páscoa de Jesus fisicamente entre nós. aqui sem entrar na questão de corpo fluídico ou não de Jesus, enfim, muitas vezes nos perdemos em alguns estudos que são estéreis e nos esquecemos de que a grande preocupação deve ser a da autoiluminação, autoevangelização. Nos perdemos nos labirintos, né, dos questiúnos. Mas o certo é que o que ele disse depois desta primeira fase frase é que causou uma estranheza nos discípulos. Ele disse então assim: "Precisamos ir a Jerusalém". Vírgula, passando pela Samaria. Aí isso causou estranheza, ao ponto de um dos discípulos questionar: "Mas mestre, pela Samaria?" E ele disse: "Sim". E veio então a ponderação. Mas a Samaria é mais distante. É um caminho mais distante. Segundo, é um caminho mais perigoso. Muitos assaltantes, enfim, perigos no caminho. E uma terceira ponderação é de que os samaritanos naqueles dias não se davam muito bem com o povo judeu. Quando a gente olha hoje nos dias atuais paraa faixa de GA, a gente sabe o porquê ainda hoje, apesar dos séculos, daquela condição ali

amaritanos naqueles dias não se davam muito bem com o povo judeu. Quando a gente olha hoje nos dias atuais paraa faixa de GA, a gente sabe o porquê ainda hoje, apesar dos séculos, daquela condição ali instalada. Infelizmente netos, avós, bisavós, tios, sobrinhos se degladiando desde a época em que houve o grande cisma das chamadas 12 tribos de Israel. Duas permaneceram em Jerusalém. a de Benjamim e a de Judá. E as outras 10 se instalaram na Samaria. É tanto que na Samaria construiram um templo próprio para não terem que peregrinar até o templo de Israel, construído por Salomão, que governou por mais de 40 anos, que era conhecido como um dos maiores templos construídos pela humanidade, que hoje dizem o que dele restou é o chamado muro das lamentações. tanto construir um templo para não peregrinarem até Jerusalém, como também desenvolviam as suas atividades e interpretações dos textos ditos sagrados à forma que bem elegiam. Havia um conflito instalado entre os samaritanos e os judeus, até porque das duas tribos, a de Benjamim e a de Judá, prevaleceu a segunda, dando origem ao povo judeu. Contabilizava-se naqueles dias mortes de ambos os lados, conflitos de ambos os lados. E estes mesmos conflitos se estendem até hoje, conforme falamos agora a pouco, do que se verifica na faixa denominada como Gaza. Então, era uma propositura, talvez na compreensão primeira dos discípulos, despropositada, mas Jesus insiste ao ponto de João dizer assim: "Então, nós vamos à frente para garantirmos pouso, porquanto não conseguiremos demandar esta distância de um dia só, né, de sol. Assim fora feito, foi à frente, buscara um pouso e existia na tradição da época como que em um código moral que gerava uma obrigação para qualquer cidadão que diante de um peregrino que estivesse então em peregrinação, buscando o templo, era a obrigação desse cidadão dar pouso. Aqui em Goiás, Minas, no interior. A gente compreende isso bem, né? Lembro do meu avô nos dizer que não tínhamos estradas praticamente, então as

ando o templo, era a obrigação desse cidadão dar pouso. Aqui em Goiás, Minas, no interior. A gente compreende isso bem, né? Lembro do meu avô nos dizer que não tínhamos estradas praticamente, então as pessoas faziam viagens a cavalo, saíam, né, nas picadas, que eles assim eles denominavam. Então, muitas vezes a viagem mais longa parava numa fazenda, pedia pouso, a família acolhia, às vezes num paiol ou num outro ambiente para que os cavaleiros pudessem repousar e seguir viagem no dia seguinte. Era isso semelhante o que acontecia. E João volta e se reencontra, ele e os discípulos, que assim foram na frente com Jesus e os demais, e diz ao mestre assim: "Mestre, o senhor acredita que estes samaritanos indignos negaram pouso para nós? nós demand uma peregrinação até Israel, até Jerusalém, melhor dizendo. E João diz assim: "O Senhor nos permite fazer oração para o nosso Pai, a fim de que ele envie línguas de fogo na cabeça daqueles samaritanos indignos." E Jesus responde: "João, o filho do homem não veio para destruir." Enfim, seguem viagem. E isso é interessante porque Jesus às portas de Jerusalém vai contar para nós a parábola do bom samaritano. É o contexto. nossos irmãos católicos e nós temos várias escolas do cristianismo e todas elas respeitáveis, principalmente em suas obras sociais, narram essa passagem como Jesus montado em um burrinho, né, entrando ali e sendo recepcionado com muita festividade em Jerusalém. daí os ramos, né, e toda a tradição da escola católica, mas pelas condições próprias época e dos anais da espiritualidade, registra-se que Jesus chegou com os companheiros depois dessa longa caminhada às portas de Jerusalém e ao invés de ser recebido talvez, né, com essa festividade toda ou com quem sabe com um copo de água, uma fatia de pão, um convite para o repouso. Não, ele foi questionado e uma pergunta capciosa ali fora feita. E é interessante porque quando nós estamos com fome, né, gente, com sede, cansado, a gente fica numa paciência, né? Basta observar. E foi assim que Jesus foi

do e uma pergunta capciosa ali fora feita. E é interessante porque quando nós estamos com fome, né, gente, com sede, cansado, a gente fica numa paciência, né? Basta observar. E foi assim que Jesus foi recepcionado, porque narra-se então que um doutor da lei se aproximando lhe perguntou: "Mestre, o que devo fazer para alcançar o reino de Deus ou o reino dos céus ou a salvação? dependendo da tradução. E nós conhecemos a passagem, Jesus diante do questionamento, devolveu duas outras perguntas. O que está escrito na lei? E o que é mais interessante na perspicácia do Cristo? Vírgula, como lê? Como ler? Porque se a gente for pensar, muitos têm lido, né? Vinaden leu e tantos outros leram, né? Agora o como se lê ou se busca principalmente viver essa mensagem é que é o diferencial, né? Então ele devolveu duas perguntas e nós nos lembramos que o doutor da lei lhe respondeu: "Amará teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, com todas suas com todas as suas forças e ao próximo como a ti mesmo?" E Jesus lhe disse: "Respondestes bem. Faz isto e viverás. Porque a ideia da salvação ou do reino de Deus ou dos céus está intimamente à vida. Olha a resposta. Faz isto e viverás. Mas não há vida do ponto de vista do berço ao túmulo, seja ele de cinza ou de lama. A verdadeira vida. a vida espiritual. Faze isto e viverás. Chegando ao ponto de, na atualidade a gente lê na literatura do Chico aquela frase lapidar, né? Tenho me dedicado em minha existência, de modo que quando a morte me visitar, ela me encontre, ela me encontreo. Olha que coisa. Pois bem. E aí? a grande questão, porque a primeira parte de amar a Deus, resumindo aqui, sobre todas as coisas, e este o mandamento maior, porque dos 600 e poucos mandamentos que as escolas foram trabalhando para diminuí-los, simplificá-los, porque imaginemos nós acordarmos todos os dias com 600 mandamentos a serem cumpridos, até lembrá-los já seria uma ginástica, né, intelectual, mental, vamos dizer. resumiu-se em 10 com Moisés. E a tradição já trazia a ideia do mandamento

os os dias com 600 mandamentos a serem cumpridos, até lembrá-los já seria uma ginástica, né, intelectual, mental, vamos dizer. resumiu-se em 10 com Moisés. E a tradição já trazia a ideia do mandamento maior, que é justamente este. A primeira parte, eles já tinham não só o conhecimento profundo dela, mas principalmente a vivência. O problema estava na segunda parte. Aí era o grande desafio. Foi aí que Jesus, então, quando o doutor da lei lhe disse assim, aliás, o mestre lhe responde: "Faz isso e viverás". E aí ele diz assim, né? Mas quem é o meu próximo? Porque a primeira parte amar Deus sobre todas as coisas, o próximo como a ti mesmo. Aí ele diz assim: "Quem é o meu próximo? Jesus então, ao responder esse questionamento, conta-nos a palavra, a parábola do bom samaritano, dizendo assim: "Um homem descia de Jerusalém para Jericó. Parece-nos que este homem foi a ter com Deus, porque Jerusalém ali estava o grande templo, né, de Israel. Ele foi a ter com Deus e voltava, vamos imaginar assim. E aí ele no percurso, no caminho, foi assaltado. Levaram-lhe seus pertences, suas vestes, lhes eh lhe espancaram, deixaram-no inclusive incomunicável ou numa situação de desmaio e partiram. E Jesus prossegue dizendo assim: "Veio um sacerdote, observou o homem caído e se pôs à reflexão. Ele é um judeu ou não é? Porque se ele não for, eu não tenho compromisso moral com ele. Posso seguir viagem. Ele está vivo ou ele está morto? Porque um sacerdote que viesse a tocar em um cadáver se tornava impuro. E para passar pel um processo de purificação, às vezes era até melhor nascer de novo. E não dava para saber porque ele estava sem as suas vestes, né? Porque naquela época, pelas vestes, também era possível identificar se era um galileu, se era um grego, um romano, um judeu. E ele também estava desmaiado, desacordado, não tinha como dialogar com aquele homem. E o sacerdote, em meio àquelas ilações, que que ele fez? declinou e seguiu o caminho. Veio um segundo, vocês se lembram? Um levita. Quem eram os levitas? Os

, não tinha como dialogar com aquele homem. E o sacerdote, em meio àquelas ilações, que que ele fez? declinou e seguiu o caminho. Veio um segundo, vocês se lembram? Um levita. Quem eram os levitas? Os auxiliares dos sacerdotes. Então o levita também se colocou ali diante do homem e passou a refletir, né? Ele é judeu ou não é? Eu ajudo ou não ajudo? Se o sacerdote não o fez, quem sou eu? Segui o caminho. E Jesus diz assim: "Veio um samaritano." A gente fica imaginando, né? João já deve ter abaixado a cabeça. Essa é para mim, né? Porque dois dias, um dia atrás, ele tava pedindo para descer língua de fogo na cabeça do samaritano. A lição já é para mim. E Jesus narra-nos, né? Continua a narrativa dizendo-nos: "Veio um samaritano, se colocou diante daquele homem e desceu do seu cavalo." Aqui cabe um parêntese, porque quando a gente diz que os judeus já a primeira parte tinham o total conhecimento, porque o que que era para eles? amar a Deus de todo o seu coração. Naquela época, naqueles dias, o coração era o órgão que representava tanto o nosso intelecto quanto os nossos sentimentos e emoções. Hoje tem uma diferenciação, né? O cérebro representa o intelecto e o coração, as emoções, os sentimentos, mas naquela época não. O que que era para eles amar a Deus de todo coração? era você fazer algo, né, de todo o seu ah com toda a sua força intelectual e com todo o seu as suas emoções, seus sentimentos na obra de Deus aos seus semelhantes. O que era amar a Deus de toda a tua alma? Era você fazer alguma coisa concreta para Deus. Por isso que muitos, né, e ainda hoje peregrinam até Israel, até Jerusalém. Alguns ainda lançam a mão das flagelações, enfim, é fazer algo concreto para Deus. Isso é amar a Deus de toda a sua alma. E o que seria para eles naquela época amar a Deus com todas as suas forças? Talvez para alguns até o mais difícil era colocar seus recursos financeiros na obra de Deus. Então essa primeira parte era muito bem compreendida e vamos dizer por muitos bem vivida.

s as suas forças? Talvez para alguns até o mais difícil era colocar seus recursos financeiros na obra de Deus. Então essa primeira parte era muito bem compreendida e vamos dizer por muitos bem vivida. O problema, repetimos, estava na segunda. Quem é o próximo? Então, quando o homem de Jesus continua narrando a parábola do bom samo, quando anotada por Lucas, quando o homem está diante, o homem a cavalo samaritano está diante do homem caído ali às margens da estrada, o que que ele faz? Ele desce do seu cavalo e nesse momento ele amou aquele homem de todo o seu coração, ou seja, com seus melhores pensamentos e com seus melhores sentimentos. Se ele colocou de joelho diante dele, tirou ali o vinagre, que era um antisséptico natural, o azeite que era um bálsamo natural, e começou a limpar-lhe as feridas para ver se conseguia identificar aquele homem. fez algo concreto para aquele homem, amou aquele homem de toda a sua alma e não conseguindo identificá-lo e percebendo que ele estava bastante ferido, o colocou em seu cavalo e pegando as rédeas do cavalo, levou aquele homem até uma hospedaria. E aqui, interessante, só quem puxava cavalo eram os escravos. E ter um animal naquela época era semelhante nos dias de hoje a ter uma condução, uma boa condução. Chegou na hospedaria e disse pro dono: "Eu preciso que o senhor cuide dele. Eu tenho que seguir viagem. Vou deixar aqui alguma importância e na volta, se tiver mais alguma despesa, eu vou honrar essa despesa. Amor a Deus com todas as suas forças. Olha o tanto que a parábola do bom samaritano é rica. E aí Jesus questiona novamente o doutor da lei dizendo a ele: "Destes três, qual você acha que agiu com misericórdia para com o homem?" Imagine hoje um judeu falar que um palestino, percebe, o cenário é semelhante. E o doutor da lei teve que dizer o samaritano. Agora, o curioso na passagem é que Jesus identifica todas as personagens. O único que ele não identificou foi o, porque ele disse assim, um homem descia de Jerusalém para

teve que dizer o samaritano. Agora, o curioso na passagem é que Jesus identifica todas as personagens. O único que ele não identificou foi o, porque ele disse assim, um homem descia de Jerusalém para Jericó. O que que ele estava a nos ensinar? Que o próximo não é aquele que tem lá o mesmo sobrenome da carteira de identidade. O próximo não é aquele talvez que também tem nas suas veias correndo a mesma composição sanguínea do núcleo familiar. O próximo é toda a criatura que nos dá a oportunidade de servir indistintamente. Então, a lição da parábola do bom samaritano e que ficou clara a segunda parte pro doutor da lei é que para além das tradições que são respeitáveis, para além dos títulos das convenções, existe a família humana. Enquanto uma criatura, como disse Jesus, quando encontra-se na espiritualidade com o discípulo que foi crucificado de cabeça para baixo e recepcionado por Jesus na espiritualidade, e Jesus diz: "Temos uma tarefa no mundo". Ele: "Mas messe que tá tão bom perto de ti." E Jesus lhe diz, "Essa passagem é mais rica aqui, ã". E Jesus lhe diz: "Enquanto uma lágrima correr na face de uma criatura humana na terra, em razão de dor, de sofrimento, eu não descansarei. Vamos!", Ou seja, é a lição do amor incondicional. O mandamento maior começa com essa palavra, amar a Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, com todas as suas forças e amar o próximo como a ti mesmo. É a palavra amar. E aí nós vamos lá na questão 886 do livro dos espíritos, dentro do capítulo das leis morais. E ali tem um dos sub itens que é intitulado da lei de justiça, de amor e de caridade. Na questão 886, Kardec pergunta aos espíritos: "Qual é o sentido da palavra caridade? Como a entendia Jesus? Qual o sentido da palavra caridade? como a entendia Jesus. E por que isso? Porque para nós no mundo, o grande veículo para o exercício da lei de amor é a caridade. É por meio dela que nós vamos compreender em plenitude a lei de amor. E a resposta nós a conhecemos. As entidades venerandas

ós no mundo, o grande veículo para o exercício da lei de amor é a caridade. É por meio dela que nós vamos compreender em plenitude a lei de amor. E a resposta nós a conhecemos. As entidades venerandas responderam: "Benevolência para com todos, indulgência para com as imperfeições dos outros, perdão das ofensas". Para ficar fácil, como dizem os jovens, BIP 886, benevolência, indulgência e perdão. Tá lá na 886. A gente não se esquece, né? Essa é a caridade como a entendia Jesus. benevolência, indulgência e perdão. Então, a gente fica a pensar, esse é o grande desafio da atualidade, este o mandamento maior, ou seja, nos tornarmos cartas vivas do amor, onde quer que estejamos, onde quer que sejamos convidados. Mas é interessante que essa vivência do amor, englobando benevolência, indulgência e perdão no exercício da caridade, no convite do evangelho, ela é muito mais ampla, muito mais complexa, desafia os nossos sentidos e a nossa inteligência. Para compreensão disso, uma passagem singela de Francisco Cândido Xavier pra gente compreender a natureza, a essência do que é o convite de Jesus para que nós vivamos na essência a lei de amor. narra-se um de seus biógrafos que o que a cadelinha do Chico estava já morimbo, a idade avançada, doente ali e ele naquela peleja e dando medicamento e sofrendo. Aí uma companheira disse assim: "Chico, pode deixar que eu vou resolver esse negócio". Quando ele acorda no outro dia, cadê a cadela? Aí foi aquela angústia, aquela coisa e tudo, né? E os animais se tornam da família, não é assim? A gente, né, cria aquele amor, vínculo forte e ele naquela angústia e aquele sentimento, Emanuel aparece para ele. Olha, o que que tá acontecendo, Chico? Tá tendo uma certa até interferência nos nossos trabalhos. Que tristeza é essa? Que angústia é essa? Estou vendo aí no no seu peito uma energia escura, um violeta escuro, denso. Aí custicou assim, não precisa dizer, o senhor vai saber, né, na minha cadela. Eu falou, ã, ã ã, vamos fazer o seguinte, você vai, não vamos colocar o

ito uma energia escura, um violeta escuro, denso. Aí custicou assim, não precisa dizer, o senhor vai saber, né, na minha cadela. Eu falou, ã, ã ã, vamos fazer o seguinte, você vai, não vamos colocar o nome aqui porque não tem a necessidade, você vai fazer uma boa ação paraa nossa irmã. Então você vai questioná-la qual que é o maior sonho que ela tem e você vai realizar o sonho dela. Aí o Ch pera aí, eu, né, tô aqui, aconteceu o que aconteceu e eu é que tenho que não tô entendendo. Falou: "Não, Chico, não sou essa receita não é minha não. Essa receita é de Jesus". E lá vai o Chico perguntou e a irmã disse assim: "Não, meu maior sonho é ganhar, é ter uma máquina de costura naquela época, décadas atrás, né? Hoje tá tudo pronto, né, nas prateleiras, mas naquela época as senhoras, né, costuravam, enfim". E aí o Chico foi verificar a máquina era muito cara, ele só tinha o ordenado, né, de servidor público, aposentado, uma remuneração muito singela. foi lá e parcelou o negócio, comprou a máquina e o Emele: "E tem mais, você vai lá na casa dela levar para ela". Mas vem aqui quase todinha nos trabalhos, não, você vai fazer uma visita para ela. E ele, né? Conversou com o companheiro, pôs isso num carro, levou, foi lá e conversou com ela. Falou: "Vim te trazer um presente". Na hora que ela abriu a caixa que viu a máquina, disse que foi uma alegria tão grande, tão intensa, que do peito dela saiu uma luz tão forte, tão intensa, que varreu o peito do Chico e assim como que dissipou aquelas energias densas, né? Ele também deu aquela alegria, né, e tudo. E depois ele dialoga com Emanuel, né? Ou seja, muitas vezes nas nossas relações acontecem situações e a gente fica preso a essas situações. Às vezes o outro não tá nem sabendo, não tá nem vinculado. E nós estamos ali sofrendo, estamos ali segurando, né, represando e ficando doente, né? Mas qual a lição que fica fazer o bem, né? Ainda quando nós achamos que nós somos a vítima, quem mais ganha somos nós mesmos. O convite do amor é para que a

rando, né, represando e ficando doente, né? Mas qual a lição que fica fazer o bem, né? Ainda quando nós achamos que nós somos a vítima, quem mais ganha somos nós mesmos. O convite do amor é para que a gente abandone as convenções, muitas das vezes até da lógica para que a gente dê um passo rumo ao nosso semelhante para resolvermos de uma vez por todas as pendências. Essa receita, segundo Emman era de Jesus. E tem muitas outras. Se queres, né, adentrar no reino dos céus, vá lá primeiro e faça o quê? Reconcilie com o teu adversário, porque senão o peito vai tá denso, né? Aí não tem como entrar no reino dos céus. Olha os desafios e os convites, né, que o evangelho nos faz. A gente precisa superar, como nós aqui dissemos, muitas vezes, a própria lógica e a nossa inteligência e deixar vir para cá, pro coração, paraa gente desenvolver ações que realmente vai nos libertar das nossas más inclinações e das relações muitas vezes desequilibradas que nós estabelecemos às vezes por circunstâncias da vida. E pra gente finalizar, você me falou que eu tinha 1 hora e meia. O mandamento maior é a lei de amor. A lei ela é de justiça, né? De amor e de caridade na perspectiva do livro dos espíritos. Mas o amor é a energia que move os mundos, palpita em todas as criaturas, alimenta todas as ações. Daí Jesus não ter dito muita coisa, né? Mas viveu muito a lei de amor entre nós e ainda hoje nós estamos buscando compreendê-lo, né? E a ciência, acho que disse isso aqui numa outra oportunidade, peço licença para reafirmar. Porque a gente fala da lógica do evangelho, muitas vezes ela foge da lógica cartesiana dos nossos interesses no mundo. Porque para entender Jesus tem que ampliar os horizontes, né? A vida é mais. Porque se a gente ficar no terra a terra, nós corremos um sério risco de não entender o que ele tá dizendo. E aí mais grave ainda, né? não ter nem força para viver essa mensagem que em verdade não é para ninguém e enfim, é para nós mesmos o bem. Diz a ciência que nós estamos falando de

o que ele tá dizendo. E aí mais grave ainda, né? não ter nem força para viver essa mensagem que em verdade não é para ninguém e enfim, é para nós mesmos o bem. Diz a ciência que nós estamos falando de mandamento e de vida, né? O que que nós buscamos quando nós saímos lá da nossa casa hoje, viemos no centro? Ah, não, eu vim buscar uma palavra, um passe, uma água fluidificada. Tudo bem, não desconsideramos isso, mas se a gente for pegar em última análise, o que nós estamos buscando é vida. Quando a gente abre os olhos pela manhã e levanta, o que que nós estamos querendo? Vida. Viver em abundância. E diz a ciência que se faltar quatro elementos no mundo, na configuração atual, a vida perece. Água, ar, alimento e luz. Qualquer um destes que vier a faltar, a vida fence. E Jesus nos disse assim: "Eu sou a fonte da água viva". E o poeta cantou, né? Pois a água viva ainda está na fonte. Você tem dois pés para cruzar a ponte. Tente outra vez. Muitos pensam: "Ah, o lunático doido." Ele sabia do que que ele tava falando. O diálogo de Jesus com a mulher da Samaria. Olha os samaritãos de novo. Ele disse ass nos disse assim: "Eu sou o fôlego de vida." Nos disse mais: "Eu sou o pão da vida". E concluiu dizendo-nos: "Eu sou a luz do mundo." A ciência tá certa. Nós precisamos de mais ainda de Jesus em nossas vidas, compreendermos a sua mensagem e que ele, né? compreendermos e vivermos, né, essa mensagem libertadora e que ele, em sua imensa bondade possa nos envolver a cada um, nos fortalecendo em nossos melhores propósitos de servir e de amar. Muito obrigado. Queremos agradecer aqui as palavras do Eduardo, essas reflexões, para que nós possamos lembrar realmente do mandamento maior, porque essa caminhada ainda é difícil para todos nós, mas não impossível. Eu acredito que cada um de nós, aos poucos, vamos conseguindo, vamos iniciando esse processo, como ele diz, estamos no caminho e acho que o que precisamos realmente é igual falou, entender esse amor divino que é muito, muito grande e

os poucos, vamos conseguindo, vamos iniciando esse processo, como ele diz, estamos no caminho e acho que o que precisamos realmente é igual falou, entender esse amor divino que é muito, muito grande e intenso e que nós precisamos tantos, cada um de nós. Muito bom, gente. E antes de fazer o encerramento da nossa reunião, queria dar só uns recados para vocês. Nós estamos hoje vendendo caldos aí no lar de Jesus. Quem puder saborear, quiser levar para casa, estamos vendendo aí para ajudar a nossa casa aí com as nossas despesas. Estamos também eh em um curso com a nossa feijoada tão tradicional da que acontecerá aí no mês de abril. Então queria que todos também pudessem estar atentos, nos ajudar, quem quiser comprar já os ingressos. Essa feijoada nossa é muito tradicional, todo mundo gosta, quem já comprou sabe que é boa. Então, queríamos muito que vocês eh se estiverem eh com intenção de nos ajudar, que já vai comprando aí os ingressos para facilitar o nosso trabalho de organização da feijoada. Queremos também lembrar que estamos aí com eh alguns cursos, né, profissionalizantes, todos gratuitos, que o Lar de Jesus está oferecendo. é curso de eletricista predial industrial, curso de cabeleireiro, curso de sobrancelha, curso de eh reflexologia, curso de eh operador de computador. E esses cursos são todos em parcerias com SENAI e Senac. Então são todos cursos muito bons e que a gente conseguiu essa parceria. E queríamos que falar que são cursos gratuitos, então quem está precisando aí de uma profissionalização, esse é o momento e que todos que quiserem participar estão aí com as inscrições abertas, só procurar a nossa eh secretaria aqui ou através do WhatsApp no nosso telefone, tá? E para fazer um encerramento da nossa reunião aí também estamos aqui com o pessoal da mocidade. Você quer falar, Carol? Carol quer dar um recadinho também. Boa noite a todos. Eh, a Mocidade do Lar de Jesus, ela ganhou três inscrições num evento no Campo da Paz, que é o Eva. E um dos nossos jovens quer ir, mas ele eh tá com

l quer dar um recadinho também. Boa noite a todos. Eh, a Mocidade do Lar de Jesus, ela ganhou três inscrições num evento no Campo da Paz, que é o Eva. E um dos nossos jovens quer ir, mas ele eh tá com uma dificuldade financeira para conseguir ir. Então nós da Mocidade nos reunimos, nós fizemos dois pudins e vamos vender agora no final, tá? Cada pudim custa R$ 6 o pedaço, tem de brigadeiro e tem de leite condensado. Então se vocês puderem nos ajudar, né, pra gente poder angarear esses fundos, para poder levar o nosso jovem lá pro campo da paz, tá? Obrigada. Boa noite a todos. Obrigada. E para encerrar a nossa reunião, queria que a Indiara fizesse a prece de agradecimento e encerramento e depois vamos ter o nosso passe. Queria que todos ficassem sentados em silêncio, em vibração, porque isso ajuda na hora do do passe. as pessoas que estão em tratamento que se sentem à esquerda, que serão acionados por pela senha e todos aqui aguardem sentados que serão chamados pelas cadeiras. E lembrando que as crianças, idosos têm preferência, tá, no recebimento do passe. Queridos irmãos, irmãs, depois dessas reflexões tão lindas sobre Jesus, que aqueceram nosso coração, apazigou a nossa mente, é tão bom ouvir e pensar em Jesus, que neste momento, todos nós, com muita tranquilidade, com muita certeza e confiança, possamos buscá-lo. Ele está aqui junto a nós sempre e nos disse: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida". Entreguemos a Jesus as nossas dificuldades, os nossos medos, para que possamos, amparados pelo seu amor, continuar a nossa jornada. Não há outro caminho para conseguirmos conquistar a nossa destinação, que não seja o amor. É difícil às vezes, mas não há outro caminho. Sim, mestre amado, confiados na tua presença bondosa, queremos te pedir no fundo do coração, que a tua paz possa se espalhar nesta casa, nos nossos corações, nos nossos lares, nas nossas cidades, no nosso país, em todo o mundo, para que possa Amos compreender definitivamente que todos nós somos irmãos e que precisamos uns dos

sta casa, nos nossos corações, nos nossos lares, nas nossas cidades, no nosso país, em todo o mundo, para que possa Amos compreender definitivamente que todos nós somos irmãos e que precisamos uns dos outros e que estamos associados, juntos, misturados, todos os pensamentos, todos os corações, bilhões de pensamentos, bilhões de pessoas pensando e estamos aí assim que possamos possamos nos misturar, Senhor, com a luz, que possamos ter condições de afastarmnos das sombras. Jesus bondoso, abençoe esta casa bendita, local de confraternização, local onde possamos fazer o bem e que todas as pessoas que aqui vêm possam sair daqui tranquilos e em paz. Muito obrigado, Jesus pelo trabalho desta casa, pela companhia e pelo esforço de todos os seus trabalhadores. Obrigado, Jesus, e que possamos dar continuidade ao nosso trabalho de passe em seu nome. Obrigada aos mentores, amigos, os espíritos benevolentes que sempre estão conosco, nos apoiando e nos assistindo. e a Deus, nosso pai que está dentro de nós. Assim seja. Muito obrigado, Senhor M.

Vídeos relacionados