É possível ao rico salvar-se? Parábola do Lázaro e o rico - com Márcia Ramos

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 14/11/2025 (há 4 meses) 42:21 19 visualizações

Palestra: É possível ao rico salvar-se? Parábola do Lázaro e o rico - com Márcia Ramos

Transcrição

Alô, alô, alô, alô. Agora sim, né? Queridos irmãos, queridas irmãs, sejam muito bem-vindos para mais uma palestra aqui no Lar de Jesus. Eh, você que está em casa, nossa palestra acontece sempre às quintas-feiras, 19:30 horas, com transmissão ao vivo, né, como estamos agora e também a aos domingos às 18 horas. Nós queremos agradecer a todos os nossos parceiros de transmissão que nos ajudam a fazer essas palestras chegar a mais e mais irmãos, né, por todo o nosso país que sai o nosso planeta, né, graças à internet, isso hoje é possível. Então, vocês que estão conosco e que gostarem da palestra, vamos transmiti-la para mais irmãos. Todas as nossas palestras ficam gravadas no nosso canal do YouTube. Então, você gostou da palestra? Vamos retransmitir, porque segundo Kardec, maior caridade que nós podemos fazer pela doutrina divulgá-la. Então vamos levar esse conhecimento a mais e mais irmãos nossos, né? Hoje nós temos aqui conosco a nossa querida irmã Márcia, que tem um tema muito interessante para nós. Desculpa, Márcia Ramos, né, que é a presidente da Fé Ego. E hoje ela vai trazer um tema muito interessante para todos nós. É possível ao rico salvar-se? Parábola de Lázaro e o rico é uma riqueza muito grande, né? Todas as parábolas de Jesus, ela tem uma profundidade eh fantástica, né? Todas elas têm essa profundidade. Então vamos nos deliciar então que eu tenho certeza que a Dra. Márcia tem muita coisa para nos dizer na noite de hoje. Tá bom? Vamos então nos preparar, vamos fechar nossos olhos paraa nossa prece, né? Iniciar sobre as bênçãos de Jesus mais este encontro nesta casa. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixeis cairmos em tentações, mas livrai-nos de todo mal. Senhor, mestre amado, mais uma vez aqui estamos reunidos em teu nome e tu bem o disseste

como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixeis cairmos em tentações, mas livrai-nos de todo mal. Senhor, mestre amado, mais uma vez aqui estamos reunidos em teu nome e tu bem o disseste que quando dois ou mais de nós estivéssemos reunidos em vosso nome, entre nós tu estarias. Muito obrigado, Senhor, por este ambiente que nos acolhe, pela espiritualidade amiga que prepara este ambiente com tanto amor, com tanto carinho, para nos receber a todos encarnados e desencarnados. Que possamos, Senhor Jesus, aproveitar essa palestra de hoje para o nosso enriquecimento espiritual. que o Senhor possa abençoar a nossa palestrante, que ela possa nos trazer, Senhor, a tua paz e a tua luz. Muito obrigado, mestre. Em teu nome damos por iniciado mais uma palestra pública do lar de Jesus. Que assim seja. Bem, meus irmãos, então com a palavra nossa irmã Márcia Ramos, né, que vai trazer esse tema fantástico para nós. Bom proveito a todos. Querida família espírita, é sempre uma alegria estarmos aqui, porque eu sempre digo que não é todo dia que a gente tá no lar de Jesus. Então é um momento de muita satisfação para todos nós. Nós trazemos os cumprimentos da Federação Espírita do Estado de Goiás e estamos aqui, como dizia Allan Kardec, o codificador da doutrina espírita, quando ele faz a grande viagem de 1862. E existe inclusive um livro falando sobre a viagem espírita de 1862, que ele dizia pelas cidades pelas quais ele passou pelo interior da França que ele estava indo para ensinar e para aprender. E aqui nós estamos para receber as energias, os fluidos, os sentimentos de amor desta casa de caridade. Nossa gratidão pelo convite e vamos trazer alguns comentários a respeito do Evangelho Segundo Espiritismo. O Evangelho Segundo o Espiritismo é o terceiro livro da codificação. Lembrando que Allan Kardec ele trouxe cinco livros, começando com o livro dos espíritos, o livro dos médiuns, o evangelho, seu inferno, a Gênesis. Depois também tem obras póstumas, que é o Diário do Codificador e a revista

rdec ele trouxe cinco livros, começando com o livro dos espíritos, o livro dos médiuns, o evangelho, seu inferno, a Gênesis. Depois também tem obras póstumas, que é o Diário do Codificador e a revista Espírita de Paris. Ele era um professor, um pedagogo, Allan Kardec, o professor Rivaio trouxe alguns livros de autoria dele, de Polite Leon Denisar Rivaio para a educação dos franceses, educado com muito preparo para ser um professor. Então ele usa essa metodologia dele também na obra da codificação. Nós vamos observar que o livro dos espíritos ele divide em quatro livros. 1019 perguntas e ele divide em quatro livros. Se a gente pegar o livro dos espíritos, nós vamos ver a primeira parte ou primeiro livro, segundo livro, terceiro livro, o quarto livro. O Evangelho Segundo o Espiritismo, com os 28 capítulos também existe uma metodologia. Se observarmos os cinco primeiros capítulos do Evangelho Segundo o Espiritismo, são os princípios da doutrina espírita, que é a paternidade de Deus, a comunicabilidade dos espíritos, a pluralidade dos mundos, a reencarnação, a lei de ação e reação. E no sexto capítulo ele vai falar do Cristo Consolador. Olha a metodologia, porque no quinto ele fala assim: "Bem-aventurados aflitos". É um capítulo longo também, é o maior depois da coletânia de preces espíritas. E na sequência ele vai nos ensinar ou nos dizer que mesmo que existam tantas aflições, o Cristo consola as nossas dores. É o Cristo consolador. Essas colocações foram foram trazidas também no Evangelho de João, quando Jesus diz a ele que voltaria o Pai, não nos deixaria órfãos, mais tarde ele enviaria o consolador. E se observarmos, existem capítulos mais de um, que vai falar da relação do homem para com a sociedade, do homem para com a própria doutrina espírita. E o capítulo 16 a 18 do Evangelho Segundo o Espiritismo, ele vai falar da relação do homem para com o homem mesmo. Quer dizer, a nossa relação para conosco mesmo. E no capítulo 16, ele vai dizer, aqui está o capítulo 16,

do Evangelho Segundo o Espiritismo, ele vai falar da relação do homem para com o homem mesmo. Quer dizer, a nossa relação para conosco mesmo. E no capítulo 16, ele vai dizer, aqui está o capítulo 16, não se pode servir a Deus e a mamã. é um capítulo relativamente curto. E nesse capítulo tem esta parábola que chama-se a parábola do mal rico. É uma parábola que às vezes a gente passa por ela e não observa os detalhes, a beleza desta parábola. E nós sempre comentamos que não existem palavras vãs nos textos evangélicos, assim como na norma legal. A lei também a gente aprende, os lidadores do direito aprendem que não existem palavras vãs relacionadas às normas legais. Com relação ao evangelho, aos evangelistas, com relação à obra da codificação, também não existem palavras vãs. E nessa parábola, que é a parábola do mal rico, vamos ver como é que ela começa. Havia um homem rico que se vestia de púrpura e linho e que se cuidava magnificamente todos os dias. Púrpura e linho. Hoje qualquer lugar que a gente quiser, nem precisa sair de casa. A gente compra as roupas, compra tudo que quiser, lojas por todo lado, mas nós estamos falando há 2000 anos, não existia essa facilidade. Portanto, uma pessoa para se vestir de púrpura eh elementos brilhantes, se cuidar bem, vestir linho, era uma pessoa que tinha uma condição financeira muito aprimorada. Não é pelo fato o texto que está trazendo aqui não não está mencionando a questão por fatos financeiros, pecuniários, não é isso? Então somente a insensibilidade deste homem que vivia, vestia-se de púrpura e linho. Mas observamos que ele não disse o nome deste cidadão, ele disse um homem. E no texto todo que vamos passar por ele, nós não vamos ficar sabendo o nome deste homem. Aliás, a parábola se chama a parábola do mal rico. E aí nós observamos um detalhe. Quando a pessoa tem fama, quando a pessoa tem poder, quando ela tem dinheiro, a gente sabe o título, sabe o nome, sabe o sobrenome. As muitas pessoas são a seguem nas redes sociais, muitas pessoas gostariam de ser

oa tem fama, quando a pessoa tem poder, quando ela tem dinheiro, a gente sabe o título, sabe o nome, sabe o sobrenome. As muitas pessoas são a seguem nas redes sociais, muitas pessoas gostariam de ser como elas. E esse aqui, embora tivesse tudo isso, ele no texto do do evangelista, ele é anônimo, ele não tem nome. Vamos descobrir aqui se em algum momento vai dizer o nome dele. E no texto vai dizer mais, seguindo aqui. Havia também um mendigo chamado Lázaro. Interessante, porque o mendigo tem nome. Ele se chama Lázaro, deitado à sua porta, na porta do rico, desse que vestia de púrpuras e linhos, todo coberto de chagas, não tinha nenhuma pomadinha do vovô Pedro para passar, que desejava saciar-se das migalhas que caíam da mesa do rico. Ele não tinha inveja do rico. O rico passava com as roupas muito bonitas, muito brilhantes. Ele não tinha inveja. Ele queria tão somente a migalha que caía da mesa do rico. Ele não desejava sentar à mesa com ele. Ele não desejava aquela comida. Ele queria tão somente a migalha da mesa do rico. Mas como ele tinha essas essas chagas e ninguém as cuidava, os cães vinham lhe lamber as feridas. É aqui que vai dizer. Mas ele queria saciar da mesa do rico, mas ninguém lá dava. E os cães viam lamber-lhe as chagas. Era isso tão somente que ele tinha, o a amizade, o carinho, o acolhimento dos cães que saciavam a sua dor, a sua dificuldade. Mas aconteceu que o mendigo morreu e foi levado pelos anjos ao seio de Abraão. Não é pelo fato dele ser medigo, é pelo sofrimento, pela renúncia, pela resignação dele. Foi levado pelos anjos ao seio de Abraão. Ao seio de Abraão é o patriarca dos hebreus. É Abraão, Isaque, Jacó que a gente vai aprender lá no cateicismo, lá quando a gente fez a primeira comunhão, que são os patriarcas dos hebreus. E ele foi levado para o seio. Quer dizer, sentou-se a no colo de Abraão, esse Lázaro. E aí vai dizer: "E o rico também morreu. Vamos ver o que que aconteceu com o rico e foi sepultado no inferno. também não é pelo fato de ser rico,

uer dizer, sentou-se a no colo de Abraão, esse Lázaro. E aí vai dizer: "E o rico também morreu. Vamos ver o que que aconteceu com o rico e foi sepultado no inferno. também não é pelo fato de ser rico, porque existem muitas pessoas que têm condição financeira de abastada, de destaque e que ajuda tantas e tantas outras pessoas, que fomenta o emprego, as descobertas, que ajuda na ciência, na escolaridade das pessoas, tantas e tantas pessoas beneméritas da sociedade, exatamente porque tem uma condição financeira, não é por isso. exatamente pela insensibilidade dele para com o sofrimento alheio. Fato que a doutrina espírita nos alerta a todo instante. Por isso é que Allan Kardec traz no capítulo 15 do Evangelho Segundo o Espiritismo, a orientação fora da caridade não há salvação. E essa caridade, no entendimento de Jesus, na questão 886 do livro dos espíritos, quando Kardec pergunta aos imortais o que seria a caridade no entendimento de Jesus, eles vão responder a ele: "A caridade no entendimento de Jesus é a benevolência para com todos, a indulgência para com as imperfeições alheias, o perdão das ofensas. Essa é a caridade no entendimento de Jesus. Como nós ainda não temos as condições de ter a benevolência, a indulgência, o perdão das ofensas, nós começamos fazendo a sopa, fazendo as cestas básicas, os enxovaizinhos, atendendo as pessoas das condições que nos são próprias para atendê-las. Até que o momento, daqui 1000 anos, 2000 anos, a gente já tem as condições evolutivas para atender os princípios da caridade, que é a benevolência, a indulgência e o perdão das ofensas. E aí vamos dizer assim, mas quando Allan Kardec formulou essa questão, como a França é um país de primeiro mundo, certamente não havia necessidade das questões de ordem material. Existia muita necessidade naquela época, como existe até hoje em todo o mundo. Quantidade de comunidades necessitadas em qualquer lugar que andarmos, nós vamos encontrar aqueles necessitados do pão, os necessitados da luz, os

naquela época, como existe até hoje em todo o mundo. Quantidade de comunidades necessitadas em qualquer lugar que andarmos, nós vamos encontrar aqueles necessitados do pão, os necessitados da luz, os necessitados do aconchego, do carinho, do acolhimento. Todas as pessoas em algum momento necessitam de um abraço da solidariedade e da fraternidade. Isso tem sido uma bandeira da Federação Espírita Brasileira e que nós também estamos estendendo esta bandeira da importância do acolhimento na casa espírita, do do da importância da amizade, da solidariedade, do sentimento de fraternidade. E quem nos diz isso, quem nos traz essa orientação é exatamente Dr. Bezerra de Menezes, o apósto unificação do movimento espírita. Quando nós unimos os espíritas e não existe união sem comunicação, nós, por exemplo, não somos unidos com ninguém, ninguém que mora na Rússia, na Irlanda, no Afeganistão, ninguém. Nós não conhecemos as pessoas que moram lá, portanto nós não temos essa ligação, essa fraternidade, mas o vizinho do prédio, o colega da do trabalho, da escola, a família, então essas pessoas nós temos o compromisso reencarnatório no processo da evolução espiritual para estarmos juntos e unidos seremos fortes nas colocações trazidas por Dr. Bezerra de Menezes. A França naquele período não era diferente. Eles estavam saindo de uma revolução que mudou o curso da história, revolução de francesa de 1789. Portanto, mudou o curso da história da humanidade para sempre. Naquele instante eles passavam por grandes aflições, por grandes dificuldades políticas, econômicas, administrativas. As dificuldades foram tantas que o grande escritor Víor Hugo, o autor dos miseráveis, um livro muito conhecido, que já foi filme, já foi peça da Broadway, e também o Corcunda de Notredame, ele foi banido da França por questões políticas naquele período em que a codificação estava sendo eh apresentada à sociedade. E por que que os espíritos responderam dessa maneira a Allan Kardec? Benevolência, indulgência e perdão das

tões políticas naquele período em que a codificação estava sendo eh apresentada à sociedade. E por que que os espíritos responderam dessa maneira a Allan Kardec? Benevolência, indulgência e perdão das ofensas. Porque a doutrina espírita é a terceira revelação, é para a eternidade. Tanto, tudo que nós lermos e aprendermos nas cinco obras da codificação e nas obras desdobradas pela mediunidade iluminada de Francisco Cândido Xavier, sob a supervisão do espírito Emânuel, muitas das mensagens trazidas pelo próprio Emanuel, por André Luiz, por Humberto de Campos, essas mensagens, essas orientações é a terceira revelação, lembrando que a primeira é Moisés com a justiça. que é a base de toda a justiça do mundo. A segunda com Jesus no sentimento de amor e a terceira com Kardec e a verdade que nos liberta. Portanto, é por esse motivo que Lázaro foi recebido no seio de Abraão e o rico foi sepultado no inferno. Mas a história não acabou. Aí agora vamos observar que o rico, quando ele tem condições de olhar para cima, ele olha e vê exatamente Lázaro no seio de Abraão. E vamos ver qual foi a pergunta que ele fez, a colocação, o pedido, melhor dizendo, o pedido que ele fez para Abraão. E aqui está no texto da parábola trazida por Jesus quando e quando estava nos tormentos, levantou os olhos ao alto e viu de longe Abraão e Lázaro em seu seio. E gritando disse estas palavras: "Meu pai, tende piedade de mim e enviai-me Lázaro, pedindo pro Lázaro ir lá acudi-lo, a fim de que ele molhe a ponta de seu dedo na água para refrescar minha língua, pois sofro extremo tormento nesta chama". Tá pedindo então somente uma gota de água. Quantas e quantas vezes ele passou ali e viu o Lázaro naquelas condições de tanto sofrimento e tanta dificuldade e nem um olhar ele se dirigiu a ele. Muitas vezes a gente observa isso ainda na sociedade, aquela pessoa que não cumprimenta o porteiro, que não cumprimenta o zelador do prédio ou a pessoa que está cuidando do carro. É como se essas pessoas fossem pessoas anônimas.

isso ainda na sociedade, aquela pessoa que não cumprimenta o porteiro, que não cumprimenta o zelador do prédio ou a pessoa que está cuidando do carro. É como se essas pessoas fossem pessoas anônimas. Nós participamos de um evento neste final de semana em Brasília, na Federação Espírita Brasileira, e quando terminou muita e muita gente tinha uma uma firma eh atendendo as pessoas. E quando terminou, um daqueles que estavam ali trabalhando, ele disse assim: "Nossa, mas que festa linda, contratado pela FEB, que festa linda essa de vocês, porque aqui as pessoas nos cumprimentam, pergunta se a gente tá precisando de alguma coisa. Quer dizer, fazemos a diferença quando somos gentis com as pessoas. Isso não nos custa absolutamente nada. ser gentil com as pessoas. Isso nos faz lembrar aquela história trazida pelos biógrafos do Chico num determinado momento em que ele estava indo para a fazenda modelo, passou perto de uma senhora e ela o chamou e ele seguiu porque estava com pressa, estava imaginando. Mineiro não atrasa. Ele imaginou que poderia estar atrasado. E quando ele já estava mais à frente, Emanuel diz a ele assim: "Chico, volta e conversa com a senhora". E ele voltou, se desculpou, conversou, ouviu o que ela tinha de dizer. E quando ele segue o caminho, Emmanuel diz a ele, "Volta, olha para trás". e do sentimento dela externava assim flores, músicas suaves, beleza. Quer dizer, a gratidão dessa senhora para com o cuidado, para com a atenção que o Chico havia dispensado a ela. Se nós soubéssemos, tivéssemos esse entendimento também, até por sabedoria nós seríamos mais gentis e tratáveis para com todas as pessoas, para que ninguém emitis esse pensamento de maldade, de despeito, de inveja relacionado a nós. Mas vamos seguir aqui para ver como é que é o desfecho da história. Mas Abraão lhe responde: "Meu filho, ó, já chamou de filho, lembrai-vos de que recebestes vossos bens em vida. Você teve tudo, roupa bonita, comida boa, médico, remédio, casa boa. E Lázaro somente

ia. Mas Abraão lhe responde: "Meu filho, ó, já chamou de filho, lembrai-vos de que recebestes vossos bens em vida. Você teve tudo, roupa bonita, comida boa, médico, remédio, casa boa. E Lázaro somente recebeu males, por isso está agora na consolação e vós nos tormentos. E além disso, está firmado um grande amigo, abismo entre nós e vós. Quer dizer, a distância entre a luz e a treva ali naquele instante era muito grande. De maneira que aqueles que lhe querem passar daqui para onde estais não podem, como não se pode passar da daí para cá. Quer dizer, cada pessoa dentro do seu processo de evolução espiritual e dentro da própria lei de ação e reação de causa e efeito. Mas o rico também não vai ficar contente com isso, não. O rico lhe disse: "Eu vos suplico que mandeis à casa de meu pai, onde tenho cinco irmãos". Ele não falou assim: "Olha, conta para todo mundo que tem que ser bonzinho, não, que tem que fazer a caridade". Ele lembrou mais uma vez tão somente dos cinco irmãos dele. Isso se chama egoísmo. Ele não queria saber das outras pessoas. Vai lá e avisa os meus irmãos para terem mais cuidado, porque a coisa aqui é mais complicada. Eu vos suplico que mandeis à casa de meu pai, onde tenho cinco irmãos, a fim de lhes dê testemunho, para que eles também não venham para o lugar de tormentos. E Abraão lhe respondeu: "Meu pai, perdão aqui, Abraão lhe disse, eles têm Moisés e os profetas, que os ouçam." Quer dizer, eu já contei tudo através da lei de Moisés, dos profetas. Vamos nos lembrar lá dos 10 mandamentos da lei de Deus, recebido mediúnicamente por Moisés. Os cinco primeiros livros da Bíblia, a Torá, trazidos também por Moisés. Então, tá contando, Abraão diz a ele, tá tudo escrito, por que que eles não seguiram as orientações? É como acontece conosco até hoje. Quantos livros espíritas já lemos, quantas palestras já participamos, quantos congressos já fomos e ainda estamos arraigados nas questões imediatistas da vida. Isso faz parte que a gente tenha essas condições, a necessidade, primeiramente

ntas palestras já participamos, quantos congressos já fomos e ainda estamos arraigados nas questões imediatistas da vida. Isso faz parte que a gente tenha essas condições, a necessidade, primeiramente da humildade, depois do conhecimento, a necessidade da humildade. Porque quando nós temos a humildade, nós adquirimos a sabedoria. E a sabedoria, quando nós temos a sabedoria, as dificuldades da nossa vida são muito, muito reduzidas, porque a gente entende o outro, nos entendemos e estamos na convicção, porque a doutrina espírita é uma uma doutrina para convictos e a convicção vem através do conhecimento. Nós temos a convicção que somos seres eternos, criados simples e ignorantes, no sentido de nada sabermos, notados de inteligência e livre arbítrio, caminhando para a luz. E todos nós um dia seremos anjos. Se a gente tem essa convicção, muitas e muitas das agruras, das dificuldades pelas quais nós passamos, a gente vai administrando melhor essas agruras. Tanto que Jesus, através do evangelista Lucas, ele nos diz assim: "Dá conta da tua administração, não é da empresa, não é da casa, não da da sua vida, da sua vida que nós temos cada um de per si. darmos conta da nossa administração. Quando a gente vê a obra de André Luiz, o livro Nosso Lar, vamos ver quando André Luiz chega à casa da dona Laura, em um determinado momento, ele pergunta: "Como é que foi isso aqui? Porque tava toda a família reunida." E ela conta para ele que o marido dela, o Ricardo, 300 anos reencarnando juntos como marido e mulher. Não sei se é uma boa notícia ou se é uma má notícia, mas eles já estavam 300 anos juntos. E ela diz, a dona Laura diz para o André Luiz, ele veio primeiro, construiu a casa. Quer dizer, a casa é fluídica, claro, na colônia nosso lar. Aqui nós abrigamos todos os nossos familiares, filhos, netos, estavam abrigados lá na colônia nosso lar. Se houver necessidade de passar pelo umbral, passa também, mas depois chega à colônia nosso lar. Porque as coisas de ordem material, elas podem ser material, entre aspas,

ados lá na colônia nosso lar. Se houver necessidade de passar pelo umbral, passa também, mas depois chega à colônia nosso lar. Porque as coisas de ordem material, elas podem ser material, entre aspas, porque era fluídica a casa. elas podem ser herdadas, mas o a conquista moral evolutiva é individual, portanto, cada um cresce, evolui por si mesmo. Nós podemos influenciar outras pessoas? Sim, podemos influenciar. Por isso é que Emanuel fala que a palavra convence, o exemplo arrasta, mas cada um evolui por si mesmo. Não existe essa possibilidade de herdar virtudes. E é muito fácil da gente entender isso, porque, por exemplo, um grande cientista, não, automaticamente ele vai ter um filho que seja cientista também, um grande literato, um grande artista. Muitas vezes as pessoas nem sequer herdeiros deixam ou às vezes se deixam herdeiros, não têm aquela competência, aquelas condições de herdar os aspectos morais, espirituais. Então, nesse sentido, aqui ele tá contando que eles têm Abraão, Moisés, os profetas. Abraão dizer, eles têm Moisés e os profetas e não ouvem. E muitos de nós também já passamos, temos a bênção de conhecer a doutrina espírita. Estamos frequentando a Universidade do Espírito e a necessidade que a gente assimile essas orientações e as coloque em prática. E como é que a gente faz isso? Nós fomos buscar também a orientação através de Emmanuel no livro que se chama O Evangelho segundo Lucas. O espírito Emânuel, ele interpretou os quatro evangelistas, Mateus, Marcos, Lucas e João. Ele interpretou Atos dos Apóstolos, as cartas de Paulo, além dos romances históricos que conhecemos, além da obra da própria codificação. E nesse nesse capítulo aqui que a gente vai ler rapidamente parte dele, ele vai dizer nos dizer assim, estudando a riqueza, porque muitos falam assim, mas eu não tenho nada, como é que eu vou dar alguma coisa para alguém? Aquele tinha muito e não deu nada. E exatamente interpretando a parábola do mau rico. E ele diz assim: "Não é somente o rico da parábola o

o tenho nada, como é que eu vou dar alguma coisa para alguém? Aquele tinha muito e não deu nada. E exatamente interpretando a parábola do mau rico. E ele diz assim: "Não é somente o rico da parábola o grande devedor diante da vida". Quer dizer, esse tá devendo e devendo bastante. Todos aqueles que têm condições de ajudar e não ajudam, estão devendo também. Há outros avarentos que devemos recordar em nossa viagem para a Divina Luz, outros tipos de avareza. Temos conosco o Osurários da Inteligência que se ocultam nas floridas trincheiras da inércia. Aquela pessoa que sabe muito, mas você fala assim: "Faz uma uma uma palestra, ela fala: "Não dou conta, faz uma prece também, não dou conta". Ela tem assim, às vezes, é uma uma, vamos dizer, uma preguiçazinha de fazer, depois estudar mais um pouco. Às vezes tem eh uma certa certa timidez e aí eu momento importante para acabar com ela. Então tá, esse aqui tá dizendo que é um avarento da inteligência, que poderia estar ajudando outras pessoas e não ajudam. Os abastados da saúde que desamparam os aflitos e os doentes. Aquela pessoa que tem saúde que podia ajudar o outro, fal: "Tá na hora de você tomar um comprimido, bebe ele aí, não faz absolutamente nada". Os privilegiados da alegria que cerram as portas aos tristes, isolando-os nos oases de prazer. Quer dizer, muitas pessoas poderiam levar alegria às outras pessoas. Acabava de comentar aqui agora da importância da gente trazer também a alegria para a casa espírita. Lembrando que o rei Davi, o pai do rei Salomão, lá do Velho Testamento, ele louva o Senhor cantando e dançando. E essa ainda é uma prática dos judeus quando eles vão para o muro das Lamentações todas as sextas-feiras, de sexta para sábado, que é o shabá, e eles vão para lá o muro das lamentações, que é o que sobrou do templo de Jerusalém. Eles dançam, cantam louvando o Senhor. Os repetindo aqui, os privilegiados da alegria que cerram a porta aos tristes, isolando-se nos oases do prazer. Os felizes da fé que procuram a solidão a

usalém. Eles dançam, cantam louvando o Senhor. Os repetindo aqui, os privilegiados da alegria que cerram a porta aos tristes, isolando-se nos oases do prazer. Os felizes da fé que procuram a solidão a pretexto de se preservarem contra o pecador. Isso a gente também vê muito. Vou ficar isolado porque eu tenho que estar em ligação mais direta com o Senhor. Jesus se misturou com tudo e com todos. Os filhos da mocidade que menosprezam a velice, os favorecidos da família terrestre que ouvidam os peregrinos do mundo sem carinho e sem lar. Todos esses ricos de experiência comum contrai escabrosos débitos para com a humanidade. É mais um rico da parábola. E concluindo em nós também, ele vai dizer: "Quem não pode dar algumas coisas de si mesmo na boa vontade, no sorriso fraterno ou na palavra sincera de bondade e encorajamento, Debalde estenderá as mãos recheadas de ouro, porque só o amor abre as portas da plenitude espiritual e semeia na terra a luz da verdadeira caridade, que extingue o mal e de as trevas. A pobreza é mera ficção. Todos temos algo. Todos podemos auxiliar, todos podemos servir. E consoante as palavras do mestre, o maior na terra será sempre aquele que se fizer o devotado servidor de todos. Jesus os abençoe, nos envolva em muita paz. Eu peço licença para dar um recadinho. Pode ser. Sim, nós vamos, estamos programando o 42º Congresso Espírita. Será nos dias de carnaval, no centro de convenções com cadeiras numeradas. Nós já temos 100 inscrições feitas. O centro de convenções, o teatro Rio Vermelho, ele comporta 1800 pessoas, portanto temos ainda 400 inscrições. E nós estamos dizendo que esse congresso é o congresso da inclusão, porque nós barateamos bastante o preço da inscrição. O ano passado nós, aliás, esse ano que a gente fez abril, nós terminamos com a inscrição a R$ 280. E este ano nós começamos a R$ 100, está a 120, vai continuar a 120 até o final. Não é milagre, não é vara de condão, é porque a gente tá captando recurso, tentando captar recursos através de

a R$ 280. E este ano nós começamos a R$ 100, está a 120, vai continuar a 120 até o final. Não é milagre, não é vara de condão, é porque a gente tá captando recurso, tentando captar recursos através de amigos que tem condições melhores, através de empresas, pra gente realmente dar condição para que todas as pessoas possam participar do nosso congresso, que vai ser realizado com muita alegria. Será repetido no Centro de Convenções do Carnaval. O tema é Jesus e Kardec para os tempos atuais e os palestrantes, dentre eles estarão o presidente da Federação Espírita Brasileiro, Jorge Godinho, o Geraldo Campete, também diretor da FEB, e o nosso Jacobson Trovão, que é coordenador da área da mediunidade da Federação Espírita. Pessoas que quiserem nos honrar com a presença, ficaremos muito honrados com a presença de todos, poderão adquirir os seus suas inscrições do site da federação. Mas se quiserem também virtual, a Márcia Rizo está aqui juntamente com a Jalene, elas têm os ingressos físicos que poderão também ser adquiridos aqui agora daqui a pouco. E no dia 29 a gente tá fazendo no ginásio Emanuel o grupo de artes cênicas da Federação Espírita. estará encenando uma pressa que chama Kardec, o apóstolo do amor. A o ingresso é R$ 50 e o valor dessa dessa o resultado desse evento é exatamente para a gente ajudar no trabalho do do congresso. Portanto, se puderem colaborar conosco, ficaremos muito honrados com a presença de todos. Jesus e Kardec para os tempos atuais. Muito obrigada. E estamos sempre na Federação Espírita à disposição de todos. Gratidão. >> Bem, queridos irmãos, nós vemos então que nós temos já uma opção pro carnaval, né? Ao invés de pular o carnaval, a gente vai pro congresso, muito melhor, né? Não precisa pular no sentido literal, né? sair de uma data e para outra, mas vamos aproveitar essa data tão especial para nos instruir, né, e estar num num ambiente de irmãos, né, onde a gente vai junto aprender um pouco mais a doutrina, se se encontrar, se confraternizar, né, que essa é a maior

sa data tão especial para nos instruir, né, e estar num num ambiente de irmãos, né, onde a gente vai junto aprender um pouco mais a doutrina, se se encontrar, se confraternizar, né, que essa é a maior intenção do nosso congresso, né? Queria pedir nossa irmã Brasília para vir fazer a prece final para nós e queria agradecer muito, Dra. Marta por essa palestra e como é rico, né, o as parábolas de Jesus, essa de ladra e o rico de forma muito especial, né? Ela nos convida realmente a refletir sobre o que nós estamos fazendo aqui nesse mundo. Quantos de nós continua iludido ainda com poder, com fascínio, com luxos, né? E essa parábola, Jesus vem nos ensinar exatamente que não depende do que temos, mas depende daquilo que fazemos com o que temos, né? Ao rico cabe a caridade e ao pobre cabe como o nosso querido Lázaro fez, né? Ser então resignado e não nutrir nenhum tipo de sentimento ruim pelos nossos semelhantes, né? entender que nós agora mais do que nunca como espíritas entender que as dificuldades materiais são necessárias para nós também. Não é por um acaso que nós nascemos numa condição econômica, num país, filhos de determinados pais, ou seja, não existe acaso na justiça divina. Estamos todos evoluindo. Então, vamos nos concentrar, cada um na sua posição, na sua vida, para realmente sairmos daqui vencedores. Todos como Lázaro, não famintos, mas vencedores, né? Ao contrário do do mau rico, né? Obrigado a todos, uma ótima noite. Então, vamos à nossa prece final. Ao final nós teremos então o nosso passe, tá bom? Vamos todos continuar com essas vibrações maravilhosas dessa noite e agradecer ao Senhor as bênçãos dessa palestra que nos chamas para as verdades espirituais. Nós somos agraciados com essa doutrina que nos consola, que nos ampara acima de tudo, que nos esclarece. E com esse, Senhor, esse pão para o nosso espírito dessa noite, nós vamos todos buscar a luz do teu amor e agradecer, Senhor, por mais essa noite, por mais essa vez que o Senhor nos chama para seguir os teus passos. Senhor,

e pão para o nosso espírito dessa noite, nós vamos todos buscar a luz do teu amor e agradecer, Senhor, por mais essa noite, por mais essa vez que o Senhor nos chama para seguir os teus passos. Senhor, somos pequenos, mas olhamos as estrelas e miramos que um dia chegaremos lá. através da evolução. Nossos passos são pequenos, mas são contínuos. Continue, Senhor, a nos amparar, a nos proteger e, acima de tudo, Senhor, sempre nos apoiar na nossa trajetória. Obrigado por mais essa noite e que assim seja. Convido aos nossos irmãos médiuns, então, para passe. Sim.

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