29-06-2015 GEML - Márcia Ramos - Os Infortúnios ocultos

Grupo Espírita Mensageiros da Luz - GEML 30/06/2015 (há 10 anos) 22:10 9,550 visualizações

Palestra proferida no Grupo Espírita Mensageiros da Luz (SEDE), no dia 29-06-2015 as 20hs, com o tema "QUE A MÃO ESQUERDA NÃO SAIBA O QUE FAZ A DIREITA - Os Infortúnios Ocultos", E.S.E. Cap. XIII, pelo orador MÁRCIA RAMOS. Inscreva-se em nosso Canal Youtube para receber atualizações. Acesse também nosso site: www.mensageirosdaluz.com.br

Transcrição

Acompanhe agora mais um tema doutrinário do Evangelho de Jesus. Boa noite, sejam muito bem-vindos. E aí a gente tá vendo a continuidade do capítulo falando sobre os infortúnios ocultos, que são aqueles que a gente não vê, a gente não percebe, mas começa falando sobre os infortúnios explícitos, aqueles que as pessoas enxergam, é a calamidade, é a violência. E todos os dias a gente tem notícia desses infortúnios ocultos. E muitos de nós ficamos penalizados quando existe uma catástrofe e muitas pessoas se mobilizam para ajudar aqueles que estão envolvidos naquela catástrofe com roupas, águas, alimentos. Quando existe uma grande epidemia, as pessoas também se preocupam, o governo se preocupa. Então, esta é uma um sofrimento explícito. É aquele quando a gente visita um hospital, hospital do câncer, o crer, a gente sai de lá condoído de ver o sofrimento daquelas pessoas, crianças enfermas, com grandes dificuldades. A gente vai lá no São Cotolenco, lá na colônia Santa Marta, percebemos isso, percebemos as mães quej os filhos retornaram o plano do espírito e nos conduímos também com essas dificuldades. Mas existem aqueles infortúnios que as pessoas não percebem, não sabem o que está acontecendo. Esse infortúnio pode ser pelo abandono. Quantas e quantas pessoas hoje abandonadas no mundo? Não tem ninguém. Situações que a gente corta o coração quando fica sabendo dessas pessoas que estão plenamente abandonadas, que não tem ninguém para cuidar delas. Outras que foram vítimas da ingratidão, cuidaram tanto de uma pessoa, serviram tanto a tantos, realizaram um grande trabalho e daí a pouco nem sequer se lembram delas mais. Então essas pessoas também, se não tiverem cuidado, elas se envolvem nesse sentimento de tristeza, de profunda tristeza pela ingratidão. aquele que foi envolvido no procedimento da deslealdade, cuidou, atendeu uma pessoa, confiou nela num negócio e de repente aquilo ali não prosperou, a pessoa também fica nesse processo de grande infortúnio oculto. Às vezes não tem uma

imento da deslealdade, cuidou, atendeu uma pessoa, confiou nela num negócio e de repente aquilo ali não prosperou, a pessoa também fica nesse processo de grande infortúnio oculto. Às vezes não tem uma pessoa sequer para comentar o fato, para dizer sobre aquilo. O Chico já dizia que quando existem essas decepções, que a decepção é a visita da verdade. Então, quando nós nos decepcionamos com qualquer pessoa, com qualquer situação, é porque nós não aferimos, não observamos bem o caráter daquela pessoa, onde é que estamos nos envolvendo, por quem apaixonamos. E de repente as coisas se complicam e a gente diz assim: "Nossa, mas mudou tanto?" Não, não mudou. A pessoa era daquela maneira mesmo. A gente é que não percebeu e ela era daquela forma. E aí vem esses infortúnios ocultos. quando o a criança da cantora Vanderleia desencarnou num num acidente doméstico, isso deve ter sido década de 70 ou 80, por aí assim, ela bem no auge da Jovem Guarda ainda. O Chico disse, e muitos biógrafos dele registram esse fato, que ele tinha, fazia muitas orações por ela, pela criança, tinha muita pena dessa moça, muito dó dela, porque os artistas, de um modo geral são pessoas que sofrem muito. Os artistas, de um modo geral, nas palavras do Chico, são pessoas que sofrem muito e a gente os vê naquela alegria, esfuziantes, bonitos, fazendo sucesso, famosos e muitos gostariam de ter aquela vida e não sabem que por detrás de todo aquele glamor existem tantas dificuldades e tantos sofrimentos, tantos desengan. Da mesma maneira, a pessoa que tem muito dinheiro, pessoa rica, rica mesmo, é uma vida de dificuldades, porque ela não acredita que alguém possa gostar dela, sempre imagina que gosta de alguém que esteja próximo a ela por alguma razão. Então essa pessoa também ela tem a dificuldade existencial muito grande, porque ela fica sempre naquela dúvida, será que gosta de mim ou gosta do meu dinheiro, do meu patrimônio? Da mesma maneira os políticos, porque existem muitos políticos corretos, honestos e aí

grande, porque ela fica sempre naquela dúvida, será que gosta de mim ou gosta do meu dinheiro, do meu patrimônio? Da mesma maneira os políticos, porque existem muitos políticos corretos, honestos e aí a gente engloba tudo num pacote só. E esses que são corretos e honestos devem sofrer bastante porque tem essa pesta de que todos eles são desonestos, todos eles são iguais. Então deve ter muita gente boa nesses procedimentos de política. E a gente, a nossa própria história, a história do Brasil conta de pessoas muito dignas que que elaboraram na política. que os nossos exemplos maiores são realmente professor Eurípedes Barçanufo e Dr. Bezerra de Menezes, que também foram políticos. Então, em todas as nossas atividades, em todas as nossas ações, nós vamos nos deparar com situações que às vezes nos levam a esses infortúnios, a a essas tristezas. E Jesus observou bem isso quando Zaqueu o procurou. O Saqu era um homem rico, era um homem que tinha grandes posses e nós normalmente imaginamos, tem dinheiro, a coisa tá resolvida. Mas no entanto ele era um homem que se sentia rejeitado pela sociedade, porque ele cobrava impostos que passava para os romanos. Então, era uma pessoa malquista pela sociedade. Jesus percebeu a dificuldade de Zaqueu e fez dele um dos apóstolos, um dos daqueles divulgadores do Evangelho. Naquele primeiro momento, habitou à casa dele, eh, disse que para que ele descesse daquela árvore, porque ele gostaria de estar com ele. Da mesma maneira ele fez com Maria Madalena, uma mulher bonita, com poder, que todos os homens se ajoelhavam aos pés dela. Então era, mas ela era também uma mulher bastante sofrida nesses infortúnios ocultos. E quando Jesus a despertou para o evangelho, ela se torna a embaixatriz da ressurreição. Pessoa mais importante naquele momento que foi levar a notícia da ressurreição às demais pessoas. Jesus tocou o coração de Maria Madalena da mesma maneira que ele tocou o coração de Joana de Cusa. Joana de Cuza era uma senhora de alta estirpe da sociedade

notícia da ressurreição às demais pessoas. Jesus tocou o coração de Maria Madalena da mesma maneira que ele tocou o coração de Joana de Cusa. Joana de Cuza era uma senhora de alta estirpe da sociedade hebraica. O marido era um homem de posse, um homem importante, um homem de poder. E ela tinha aquelas dificuldades, aqueles sofrimentos próprios de lares onde existe muita arbitrariedade, onde o marido fala, onde o marido determina, onde o marido maltrata a mulher. E ela quando relata essas situações para Jesus, ele diz a ela que servisse a Deus servindo a família e ela se torna uma das mártires do cristianismo nascente. Joana de Cusa em outros momentos, em outras reencarnações, porque a reencarnação é uma realidade na nossa vida. Porque se não houver reencarnação, não existe justiça. É princípio da doutrina espírita, princípio da reencarnação. E Joana de Cusa em outras reencarnações, sempre aureolada em muita luz, porque naquele momento ela redimiu dívidas, débitos por acaso existentes. Ela nasce posteriormente no México quando Soro Juana de la Cruz, que é a maior poetisa de língua mexicana, era uma freira, uma badessa e de muito prestígio e trazia as freiras daquele convento as orientações, as informações da literatura. Quer dizer, eram mulheres que foram muito bem preparadas por ela e posteriormente ela encarna na Bahia como Soro Joana Angélica, irmã Joana Angélica, que é uma heroína da independência da Bahia. A Bahia quando do da da independência do Brasil, a Bahia não se libertou. Naquele 7 de setembro de 1822, a Bahia não se libertou. Eles continuaram lutando e a independência da Bahia com relação ao Portugal só veio no ano subsequente, em 2 de julho do ano subsequente, portanto de 1823. E foi uma carnificina que aconteceu lá. Muitas e muitas pessoas morreram nessas batalhas que tiveram lá. E ela estava dentro do convento, a madre. E quando chegam aqueles soldados que iam invadir o convento, ela fala para as freiras que fugisse que ela eh cuidaria de tudo aquilo. Ela é traspassada na baioneta de

tava dentro do convento, a madre. E quando chegam aqueles soldados que iam invadir o convento, ela fala para as freiras que fugisse que ela eh cuidaria de tudo aquilo. Ela é traspassada na baioneta de um soldado, torna-se a uma mártir da independência do Brasil, da independência da Bahia, e hoje é a mentora espiritual de Divaldo Franco. Nós vemos então a trajetória de um espírito que naquele momento estava com aflições, com dramas existenciais, com dores ocultas. E no entanto, pela palavra de Jesus, pelo aconselhamento de Jesus, pelo amor de Jesus, ela redime dessas dificuldades e hoje traz esse trabalho excepcional que é realizado por por Divaldo Franco. Mas a espiritualidade ela não atende, ela não utiliza somente desses procedimentos de encarnados para encarnados para aliviar as nossas aflições, as nossas dores. Porque o plano espiritual também existem muitas dores e muitas aflições. Porque os espíritos, nós todos que somos espíritos, quando retornamos à pátria espiritual, nós retornamos com as nossas cargas, positivas ou negativas, das nossas ações. Portanto, se eh tivermos boas ações aqui, levaremos para o plano espiritual as boas ações que fizemos. Da mesma maneira quando fazemos ações negativas. E como a grande maioria das pessoas realizam operações negativas mesmo, quer dizer, tem procedimentos negativos de violência, de inveja, de rancor, de mágoa, de vingança, de ciúme e outros tantos. Então, essas pessoas, esses espíritos levam para o plano espiritual todas essas gamas de dificuldades e os espíritos, amigos, mentores espirituais trabalham incessantemente para que essas pessoas, mesmo no lá no plano espiritual já comecem a se preparar para novos embates, novas reencarnações, porque aqui na luta da terra é que vão ressarcir, redimir muitos desses débitos. Portanto, quando a gente vê dificuldades, sofrimentos, eh enfermidades graves, desalentos de toda ordem, não é que Deus nos esqueceu. Há necessidade que tenhamos essas dificuldades, porque é através da dificuldade que nós nos fortalecemos,

s, sofrimentos, eh enfermidades graves, desalentos de toda ordem, não é que Deus nos esqueceu. Há necessidade que tenhamos essas dificuldades, porque é através da dificuldade que nós nos fortalecemos, que crescemos espiritualmente. Por isso, a proposta da espiritualidade amiga do nascer, morrer, renascer, às vezes, evoluir sempre. Esta é a proposta, evoluir sempre até nos tornarmos espíritos iluminados, espíritos angelicais. Todas as pessoas foram criadas desta maneira, com esse mesmo propósito de serem felizes à tristeza, a enfermidade, o sofrimento que existe aqui na Terra é devido às nossas escolhas. Nós escolhemos a nossa vida. Escolhemos o plano espiritual, a família, os amigos, a pátria, a enfermidade, as condições físicas, as condições econômicas, enfim, nós escolhemos todos, os amigos que teremos, a nossa profissão, tudo é escolhido no plano espiritual. E quando chegamos aqui, nós nos esquecemos desse planejamento espiritual e às vezes nós lamentamos. Então, por maiores que sejam as nossas dificuldades, sofrimentos, tristezas, vamos nos lembrar que somos todos filhos de Deus, que ele nos atende a todos das mais diversas situações e das mais diversas maneiras. Tão grande é a misericórdia da espiritualidade amiga que nos mandou, nos legou o consolador prometido, que é a doutrina espírita. A gente fica imaginando se nós não tivéssemos a bênção da doutrina espírita, essa doutrina consoladora que consola as nossas dores, como a nossa vida seria muito mais difícil, como seria difícil a vida de tantas mães cujos filhos retornaram ao plano espiritual e que tiveram a graça, a bênção de receber a notícia através do lápis iluminado de Chico Xavier. e que acalmaram as suas dores e as suas aflições. Ficaram sabendo as razões, os motivos daquelas situações, porque aconteceu tudo aquilo. A bênção que estamos tendo neste momento de compartilhar essa maravilha que foi a obra de Chico, mais de 400 livros, a oportunidade de observarmos o princípio da doutrina espírita do fora

tudo aquilo. A bênção que estamos tendo neste momento de compartilhar essa maravilha que foi a obra de Chico, mais de 400 livros, a oportunidade de observarmos o princípio da doutrina espírita do fora da caridade. Não há salvação. Quando nós adentramos para o fora da caridade, não há salvação, nós começamos a entender que infortúnios ocultos há sim a maneira de trabalharmos esses infortúnios ocultos, aproximarmos das pessoas que imaginamos que estejam mais comprometidas, mais tristes, mais vulneráveis, porque todas as pessoas precisam de um apoio, de um hombro amigo. Jesus quando estava indo para o Calvário, apareceu um ombro amigo para ajudá-lo naquele momento, Simão Cirineu. Ele quando trouxe o seu messianato, ele o fez convocando 12. Ele não fez sozinho, ele fez com mais 12. E desses 12, três eram os mais próximos dele. João, Tiago e Pedro estavam sempre juntos a ele. Então, quando observarmos alguém nessas condições, a importância de sermos solidários, de sermos amigos e, sobretudo discretos, porque se algo nos alguém nos comenta algo e se passarmos para a frente, aquilo não teve valor nenhum, porque aquilo nós faltamos com a caridade, com aquela pessoa que num momento de grande aflição, de grande dor, nos trouxe, fez algum relato, trouxe alguma informação. de vida íntima, pessoal, e que merece ser respeitada. Então, nós podemos realizar esse trabalho que é o trabalho de caridade, porque a caridade que nós acostumamos fazer, que é a caridade material, ela um dia desaparecerá terra. Todas as pessoas terão condições de comprar o seu cobertor, o seu remédio, a sua cesta básica. Isso já observamos que melhorou bastante as condições econômicas das pessoas. No meados do século passado era muito mais difícil, estava o mundo tava saindo de uma guerra mundial. Então os limites, as condições econômicas, as condições alimentares eram muito precárias. Hoje a gente tem muito mais eh facilidade, muito mais conforto nesse sentido e haveremos de conseguir cada vez mais porque isso faz

condições econômicas, as condições alimentares eram muito precárias. Hoje a gente tem muito mais eh facilidade, muito mais conforto nesse sentido e haveremos de conseguir cada vez mais porque isso faz parte da dignidade do ser humano. Mas as dores da alma, as dores ocultas, essas há necessidade que sejamos solidários uns com os outros. E quando as tivermos, e nós não estamos imunes a ela, porque estamos num planeta de expiação, de dificuldades e de provas, quando as tivermos, a importância da gente se envolver com o outro, lembrando aquela história daquele senhor que estava eh circunscrito a um quarto cômodo muito pequeno, todo envolto de espelho. espelho daqui, de cá, de cá, todo envolto de espelho. E ele passava dia e noite se olhando. E quanto ele mais se mais ele se olhava, mais defeitos ele achava si mesmo e mais aborrecido ele ficava consigo mesmo, porque era o cabelo que tava mais branco, era a pele que estava mais flácida, era o que linh mais. Era um homem triste, porque ele se observava muito, não se envolvia com ninguém. Mas num determinado momento, num determinado dia, pela graça, pela misericórdia do acaso que não existe, porque é sempre a bênção de Deus, um daqueles espelhos cai e ele se vê frente a uma rua. E aí ele começou a observar as pessoas que passavam. E aí passava gente de todo jeito, bonita, feia, magra, gorda, pobre, rica, de todas as maneiras. Ele ficou achando aquilo ali muito interessante, esqueceu um pouco de si mesmo, mas daí a pouco o outro espelho caiu e ele começou a observar mais um outro ângulo daquela rua e via mais pessoas e fazia as comparações, já só tinham dois espelhos para ele se olhar. Ele começou a achar até que a vida dele não tava tão ruim assim, que ele até não tava tão feito dessa maneira, que tinha gente mais feia do que ele, tinha gente mais pobre do que ele, mais gorda, mais velha. mais cabeludo ou mais sem cabelo, mais careca, cabelo mais branco. Ele começou a ver que tinha pessoas de todos os tipos e aí caiu outro espelho e caiu

e mais pobre do que ele, mais gorda, mais velha. mais cabeludo ou mais sem cabelo, mais careca, cabelo mais branco. Ele começou a ver que tinha pessoas de todos os tipos e aí caiu outro espelho e caiu outro espelho e não sobrou espelho nenhum para ele se mirar. E ele se deu conta que ele era uma pessoa muito feliz, porque os outros que estavam ao redor dele eram pessoas muito mais necessitadas do que ele. Então, às vezes nós ainda estamos nessa história desse espelho de achar que tá tudo muito difícil na nossa vida, porque a gente se esqueceu de andar pelos lugares mais complicados. Nós nos esquecemos de pensar que devem ter muitas e muitas, milhares e milhares de pessoas presas. Prisão no Brasil é coisa complicada, todos nós sabemos. E a gente fica com muita pena dos que estão presos, mas ficamos com muita pena também de mães que nos relatam que os filhos estão com a liberdade cerciada. Nós nos esquecemos quantos e quantos estão no Hospital do Câncer hoje em grandes dores e às vezes sem esperança. Em tantos barracos. Ontem a gente viu hoje, não sei, caindo uns barracos lá em no Pernambuco e a gente fica indignado de ver aquela situação, porque parece que eles estavam morando no meio do lixo. A gente só vê lixo por todo lado e aí fala: "A pessoa caiu e morreu". E a gente tem casa, a gente tem saúde, a gente tem sobretudo uma crença. Nós temos a doutrina espírita, que é o grande sustentáculo da nossa vida. E ela é sustentáculo porque ela restabelece o evangelho. E o evangelho de Jesus é o hino de amor da humanidade. Por isso que aquele senhor perguntou ao sábio uma vez o que ele poderia, qual seria a religião que ele poderia exercer, mas ele queria uma religião que ele se ficasse com um pé só, em pé, com um pé só, esse sábio poderia dizer a ele: "Esta é a religião". perguntou a muitos religiosos até que chega nesse sábio. Colocou o pé e falou: "Senhor, me fala qual a religião que eu posso exercer durante esse período que eu estou somente com um pé." E o sábio disse a ele: "Amor".

s religiosos até que chega nesse sábio. Colocou o pé e falou: "Senhor, me fala qual a religião que eu posso exercer durante esse período que eu estou somente com um pé." E o sábio disse a ele: "Amor". Porque quando você exerce esse sentimento de amor desinteressado e verdadeiro, você está realmente professando a religião do Cristo. Que ele nos abençoe. Muita paz.

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