Palestra: "Bem e mal sofrer" - com Denise Garcia

FergsPlay - Canal da Federação Espírita do RS 27/03/2017 (há 9 anos) 42:50 4,946 visualizações 192 curtidas

Palestra pública doutrinária da sede da Federação Espírita do Rio Grande do Sul (FERGS). Porto Alegre, 09 de março de 2017.

Transcrição

A nossa palestra de hoje é com a nossa irmã Denise Garcia, voluntária dessa federativa, vice-coordenadora da área da mediunidade e vai nos trazer a reflexão sobre o bem e o mal sofrer. Boa tarde a todos. Como disse nossa amiga Helena, o nosso trabalho da tarde de hoje, nesses minutos que vamos dialogar sobre o capítulo 5 do Evangelho, que fala sobre o bem e o mal sofrer. Colocamos na tela o símbolo da diferença, porque quando enxergamos essa no primeiro impacto desta mensagem, no na primeira leitura, acreditamos naquele momento que essa essa fala ela tem que ser diferente mesmo, porque quando lemos lá no Evangelho, ela está da seguinte forma: o bem e o mal sofrer. E na verdade o bem e o mal sofrer, ele tem uma distância bastante importante e bastante considerável na caminhada que fizemos das nossas vidas. Dependendo de qual opção escolhemos, nos vários instantes, momentos e vivências, nós vamos ter uma determinada possibilidade ou uma determinada infelicidade. o bem ou mal sofrer. Nós ainda colocamos na nossa tela que o sofrer sempre pode ter alternativas. E mesmo uma alternativa, quando ela é do bem sofrer, nós ainda conseguimos em determinados momentos da nossa existência de enxergar que nós estamos no mal sofrer. Isso nós sabemos que se deve basicamente à maneira como o espírito vive essas naturais atribulações. Assim podemos dizer: "É o que faz a diferença". É como nós queremos enxergar aí, daí o bem sofrer e o mal sofrer. Dentro do nossa da nossa proposta de fala, nós vamos considerar alguns pontos bem importantes. Nós vamos, primeiramente inverter o papel. Vamos falar sobre o sofrimento e como nós nessa caminhada do sofrimento temos e nos utilizamos de vários mecanismos e que deixamos muitas vezes de avaliar o contexto verdadeiro da condição. Desta forma, lá na questão 133 do livro dos espíritos, no item a, a resposta sobre essa esse questionamento, ele faz de uma forma muito própria Kardec, que é a pergunta: "Mas então, de que se serve os espíritos terem seguido o caminho do bem se isso

itos, no item a, a resposta sobre essa esse questionamento, ele faz de uma forma muito própria Kardec, que é a pergunta: "Mas então, de que se serve os espíritos terem seguido o caminho do bem se isso não os exenta dos sofrimentos da vida corporal? Nessa pergunta, os espíritos respondem a Kardec: Demais, as aflições da vida são muitas vezes a consequência da nossa imperfeição do espírito. Quanto menos imperfeições temos, tanto menos tormentos. Aquele que não é invejoso, nem ciumento, nem avaro, nem ambicioso, não sofrerá torturas que se originam. desses defeitos. E aí eu pergunto para todos nós, já estamos insento de todas essas imperfeições? Como estou no dia de hoje? Exatamente. Agora, 13:10 da tarde. Não sou ciumento, não sou invejoso, não sou avarento, não sou ambicioso, não sou maldoso. Já estou insento desses dessas possibilidades e não sofrerei torturas. Mas acredito, por estarmos todos juntos nesta caminhada, com certeza todos ainda nos enquadramos, não necessariamente nessas imperfeições, mas com certeza nos encontramos em outras que ainda nos fazem carregar o peso maior do corpo físico. Dentro dessa proposta ainda do sofrimento, nós vamos lá pro livrinho, pro livro que não é um livrinho. O segundo, a segunda edição, a sequência do primeiro livro que foi Educação de Sentimentos, o segundo Educação de Sentimentos, Caminho das Virtudes, tem uma pequena inserção do livro O sofrimento como vício. E as autoras colocam assim, que é o ato ou efeito de sofrer, suportar, tolerar, padecer com paciência ou padecer com dores. Transcende a dor física para atingir o plano moral e espiritual. Lembrando que essas duas autoras, o próprio autor coloca que elas não são da doutrina espírita, mas elas já contextualizam no seu trabalho, o sofrimento como vício, essa visão clara do plano moral espiritual. Ainda mais adiante, dentro do próprio livro, nós vamos ver uma coisa muito interessante, um item muito que nos lembra as nossas imperfeições, que todos, na sua grande maioria, ainda

moral espiritual. Ainda mais adiante, dentro do próprio livro, nós vamos ver uma coisa muito interessante, um item muito que nos lembra as nossas imperfeições, que todos, na sua grande maioria, ainda somos viciados em sofrimento, só que ainda não percebemos isso. A grande maioria da humanidade, ela vive, convive com a infelicidade de ser sofredor. Ela se permite isso. E quando nós conduzimos dessa forma, a nossa caminhada fica árdua, fica difícil, fica complexa. E mais ainda, não estamos atendendo ao chamado das leis divinas. Dentro da sequência, ainda no livro Coragem do Emmanuel, psicografada pelo Chico, não espere viver sem problemas. São ingredientes de evolução necessários ao caminho de todos. Como eu poderia dizer que o sofrimento é necessário? Porque no entendimento da doutrina espírita, dentro das possibilidades múltiplas de reencarnação, nós ainda estamos em processo evolutivo. E para evoluir, para nos conduzir para um mundo de regeneração, nós necessitamos, com certeza galgar etapas. E ainda estamos na etapa que nós precisamos exercitar virtudes necessárias à evolução, que ainda não temos ou estamos em desenvolvimento. Vimos também que nós poderíamos perguntar aos irmãos: Qual é a situação de sofrimento que vives hoje? Qual a situação de sofrimento que mais o aflinge? Como lida com as as adversidades que chegam inesperadas? Como nós lidamos com o inesperado? Com uma situação material, com uma situação física, com uma uma situação moral, com uma situação espiritual. Como que nós lidamos com essas circunstâncias que se apresentam no nosso dia a dia? De que forma nós estamos lidando com isso? De que maneira, de que forma nós estamos fazendo a nossa parte em relação ao conhecimento do sofrimento. E nós elencamos do mesmo autor, do Jason Camargo, alguns itens. Ele relaciona que a primeira etapa do conhecimento, do autoconhecimento, do sofrimento, é aceitação. Aceitar que nós somos ainda em processo evolutivo, em despertamento espiritual e que nós precisamos aceitar-se

na que a primeira etapa do conhecimento, do autoconhecimento, do sofrimento, é aceitação. Aceitar que nós somos ainda em processo evolutivo, em despertamento espiritual e que nós precisamos aceitar-se nesta vida como as coisas se apresentam. muitas oportunidades e com certeza todos aqui já tiveram de conversar com irmãos que a vida passa à sua frente, mas ele não consegue compreender o porquê daquela vida, daquela circunstância, daquelas adversidades e entende sempre que aquilo não era para ele ou não faz parte do seu contexto reencarn atório ainda não teve o momento de compreensão necessário sobre a sua real posição frente ao mundo. A outra aceitação é nas relações. Muitas vezes percebemos os companheiros, os amigos que gostariam de ter outra vida, outra situação, outro momento. Mas nesta etapa de conhecimento, de aprendizado, de exercício da humildade, de entendimento dos desígnios de Deus, as relações que nos são oferecidas para aprendizado são essas. Às vezes temos o cônjuge, o parceiro, a parceira, o amigo, as mais diversas relações difíceis, mas o aprendizado estar naqu está naquela dificuldade, está naquele momento de conhecimento no trabalho e nas doenças. Todas essas situações, elas são importantes. Por quê? Porque nós, aquele momento que se apresenta estas situações e essas circunstâncias de vida, elas têm um objetivo maior, que é o nosso burilamento, é a nossa eh alteração, ajuste, conscientização do nosso verdadeiro papel como como seres do infinito. Na tela seguinte, vamos falar que está dentro do sofrimento, que é alguns pontos do medo. E o medo ele faz com que o ser humano se arroje, se atire a um caminho que muitas vezes vai levar muitos anos para ele se recompor, para ele poder retomar a sua essência. O medo pela solidão, pela carência, pela falta de afetividade próxima, mesmo às vezes estando num grupo familiar, em função de fatores daquela daquele grupo, da falta de diálogo, da falta de afeto, acontece o primeiro item. O segundo medo é o medo por estímulos, que no livro

o às vezes estando num grupo familiar, em função de fatores daquela daquele grupo, da falta de diálogo, da falta de afeto, acontece o primeiro item. O segundo medo é o medo por estímulos, que no livro cito uma circunstância em que no momento nós nós tivemos uma um assalto e depois a pessoa passa a partir dali ter prevenção, ter intranquilidade, ter medos em função daquilo. E aí ela ela ela cria intimamente na sua psiquê dificuldades de e às vezes de caminhar em determinados espaços, em determinadas ruas, de fazer determinadas atividades, todos em função daquele estímulo lá atrás que às vezes é lembrado por circunstâncias pequenas. E por último, o medo imaginário, aquele que a nossa excelente e com infinitas possibilidades mente faz. Criamos para fugirmos de dificuldades, para negação de outras circunstâncias que não nos são agradáveis. por nosso passado, que às vezes intuitivamente lembramos, nós criamos medos imaginários que vem se apresentar nessa existência das mais variadas formas possíveis. E por último, ele ainda coloca mais alguns itens que são bem importantes, que é o os pensamentos torturantes. Encontramos muitas vezes, irmãos, que o passado é mais presente do que o presente. Então se apega às situações que já passaram, à situações que já foram e rememorizam aquilo infinitamente. Temos a circunstância também em relação à prevenção ao futuro, os medos, as dificuldades. Se nós hoje exercitássemos e nos e déssemos eh importância extrema a todas as informações que nos chegam, provavelmente nenhum de nós andaria na rua. devido às inúmeras situações de violências que acontecem no nosso contexto. Se estamos com o coração acalmado, o coração serenado, confiando na espiritualidade superior, porque é ela que nos dirige, nós vamos ter a tranquilidade de fazer as coisas da melhor forma, caminhar, nos mobilizar, porque se nós formos pelos noticiários, vamos ficar todos presos dentro de casa. É importante não esquecer que devemos vigiar e orar sempre, porque fará com que tenhamos a tranquilidade na nossa

izar, porque se nós formos pelos noticiários, vamos ficar todos presos dentro de casa. É importante não esquecer que devemos vigiar e orar sempre, porque fará com que tenhamos a tranquilidade na nossa jornada. O pensamento compulsivo, ele faz o pensador compulsivo, ainda dentro dos pensamentos torturantes, ele coloca uma monoideia na cabeça e aquilo permanece por muito tempo circulando na sua mente até que ele consiga uma nova ideia para ficar momentaneamente repetindo. Temos o ego sofredor, que é a maior, as encarnações, ele vem desenvolvendo ao longo desse tempo cargas deletéricas de sentimentos, de sentimentos desajustados de si mesmo. E aí ao longo do tempo, na encarnação presente, ele desenvolve distúrbios na sua na sua área psicológica que vão refletir nas suas ações, no seu dia a dia. E por último, nós não podemos rotular. O sofrimento rotula e muitas vezes, em inúmeros casos, nós nos apegamos aquela circunstância, aquele rótulo e não conseguimos avançar saindo daquele contexto. Só enxergamos aquele rótulo que nós criamos. E muitas vezes estamos falando de uma pessoa, de uma situação, e ela é bem diferente daquilo que nós estamos ali, eh, naquela posição, inclusive de teimosia. O autor fala bastante nisso no no livro dele. Mas continuando o sofrimento, ele ainda reforça bastante que nós temos que ter consciência. Somente assim nós conseguir conseguiremos parar de sofrer. Esse sofrimento ele só ocorre porque ainda não nos desvinculamos da situação de vítimas, de coitados e de falta de conhecimento nas leis divinas. Dentro desta obra, nós podemos ver várias colocações a respeito disso e vamos ver em outras, inúmeras que falam do sofrimento. E aí nós vamos podemos elencar algumas delas que falam das causas evitáveis, das causas atuais que nós podemos evitar, que nós podemos minimizar, começando pelas más tendências que não foram combatidas na infância. Os seus responsáveis não se preocuparam quando o menino de forma indevida, leva o lapisinho da colega e não devolve.

mos minimizar, começando pelas más tendências que não foram combatidas na infância. Os seus responsáveis não se preocuparam quando o menino de forma indevida, leva o lapisinho da colega e não devolve. A menina que não usa da verdade para colocar as suas informações pros pais. E assim a lista é grande. E esse papel cabe a quem trouxe aquele ser para esta vida. compromisso paternal, maternal, ou de quem é tutor daquele ser. Isso pode ser evitado se trabalharmos com propriedade os valores da correção e também os valores morais dessa criança. Podemos trabalhar o a ambição ou não? Será que podemos trabalhar a ambição? Podemos trabalhar o orgulho? Com certeza a imprevidência, doenças e legiões, elas podem ser evitadas no excesso de intemperança. Boa parte das nossas doenças, elas são originárias, inicialmente dos nossos comportamentos equivocados, distorcidos e que fazem com que a nossa, o nosso físico responda depois de já ter adoecido a parte espiritual. Então, as nossas doenças todas da humanidade, inclusive chega-se à conclusão que não existe doença sem uma causa espiritual. por origem das nossas dificuldades em compreender os desígnios de Deus nas outras vidas. Nessa nós viemos para ajustá-las. Desejo sem limites a irmãos, a a famílias que tudo se pode e não tem limites. Não tem limite para a velocidade, não tem limite para o bom senso, não tem limite com a pessoa alheia. Todas essas questões nós podemos trabalhar porque são evitáveis nessa vida. Falta de perseverança, falta de ordem, mau comportamento, coração ferido. O que fizemos ou o que deixamos de fazer. Essas possibilidades, todas essas esses exemplos das causas atuais, elas poderiam ter sido evitadas, se não nesta vida, numa anterior. E as causas anteriores que são inevitáveis e que nós, por livre escolha, as escolhemos. Perda de entes queridos, perda de armo de família, acidentes fora da previdência, reveses da fortuna, flagelos naturais, doenças de nascença, deformidades, idiotia, imbecilidade, o orgulho, né, pode nascer em condição

eridos, perda de armo de família, acidentes fora da previdência, reveses da fortuna, flagelos naturais, doenças de nascença, deformidades, idiotia, imbecilidade, o orgulho, né, pode nascer em condição de humildade, ter que trabalhar a humildade. Se foi mal, o filho, poderá sofrer com seus próprios filhos. se empregou mal a fortuna, poderá vir privado do necessário. Então aqui são algumas possibilidades que o sofrimento aqui nós teremos que exercitar de forma diversa. Aqui nós vamos ter que aprender a lidar com eles e aqueles nós podemos, os anteriores nós podemos evitá-los. Ainda na sequência das nossas telas, o sofrer evitará quando trabalhar por se melhorar tanto quanto intelectualmente. Lá no capítulo 5, no parágrafo 4 do Evangelho, nós podemos observar o esforço que o homem deve exercer sobre si próprio para mudar o comportamento. Como eu posso mudar o meu comportamento? de forma assertiva para que eu tenha realmente vencido essa etapa do sofrer. Eu vou deixar de sofrer sempre que eu compreender todos os mecanismos de Deus e principalmente quando eu conseguir mudar o meu comportamento frente às mais diversas circunstâncias da vida. E aí nós perguntamos: "Quele se encontra em sofrimento pode sempre dizer: "Perdoa-me, Senhor, porque pequei". Ainda no mesmo capítulo, só que no parágrafo seis. Se nós reconhecemos as nossas fragilidades, as nossas dificuldades e que elas têm uma origem anterior, que são a sua grande maioria, de vidas passadas, de circunstâncias não acertadas nesta, nós podemos nos volver a Deus e devemos devemos buscar a grandiosidade da bondade infinita do Senhor. e solicitar a nossa redenção. Desta forma, com certeza, nós estaremos fazendo diferente. Estaremos mudando o nosso íntimo. Estamos abrindo uma porta, uma janela de luz dentro de cada um de nós, na medida que reconhecemos as nossas fragilidades de todas as formas. E nessa nossa fala, ainda no capítulo no capítulo 5, Deus quer que todas as suas criaturas progridam e, portanto, não deixa impune qualquer desvio do caminho

as nossas fragilidades de todas as formas. E nessa nossa fala, ainda no capítulo no capítulo 5, Deus quer que todas as suas criaturas progridam e, portanto, não deixa impune qualquer desvio do caminho reto. Todos passam pelo processo de sofrer. Só que quando nós vamos ver agora na sequência, esse processo de sofrer vai estar muito intimamente ligado com a maneira que nós olhamos a vida. todos nós, indiferente da faixa vibratória, do nível de conhecimento, mas as medida que nós vamos procurando, como na tela anterior, nos voltarmos para Deus, essas dificuldades, essas adversidades, elas vão se sobrepondo às nossas as nossas ações benéficas vão se sobrepondo às ações maléficas de nosso passado ou da presente vida. E aí nós vamos perguntar o seguinte: aflições, o significado delas? Já falamos algumas. Primeiro o meio de evolução, a maneira do nosso a forma de nós progredirmos, porque nós ainda entendemos o sofrimento como uma punição e ele não é. Ele é uma forma de nos impulsionar para novos entendimentos, novas compreensões da vida. Ele faz com certeza para todos nós. Um detalhe importante, quando nós sofremos em várias obras de pesquisa, a resposta sempre vem: "O que que eu estava fazendo ou o que eu fiz? É a pergunta que eu estou passando por determinada situação. Qual é a minha atitude que levou a isso, a este sofrimento, a este comportamento que não está sendo ajustado à minha caminhada? Então, advertência de que se procedeu mal. Olhem e avaliem a bondade divina, a grandiosidade que ela faz com que nós percebamos através da indicação simples. O sofrer faz nós refletirmos sobre a nossa ação equivocada, desacertada e que muitas vezes não temos conhecimento porque foi num passado um pouquinho mais distante. também nos permite um item importante, como diz na nossa tela, nos dá a experiência, faz sentir a diferença entre o bem e o mal. É neste momento que nós compreendemos que aquele sofrimento, ele é bem sofrer e não mal sofrer. Quando nós conseguimos compreender isso no

dá a experiência, faz sentir a diferença entre o bem e o mal. É neste momento que nós compreendemos que aquele sofrimento, ele é bem sofrer e não mal sofrer. Quando nós conseguimos compreender isso no nosso sofrimento próprio, fica mais fácil de consolar o outro, de atender o outro. faz ver a necessidade permanente impos que nos impulsiona a se melhorar. Essa necessidade, ela é premente, ela é urgente, ela é necessária, ela não pode passar para depois, ela tem que ser agora. E que são bênçãos de Deus para o nosso progresso moral. E aí, ainda no capítulo 5, nós vamos ver uma fala também do Evangelho. Se acusamos Deus de ser injusto conosco devido ao nosso sofrimento, que nos faz perder o fruto que devemos colher do sofrimento. Nova dívida nós contraímos. Na medida que nós não conseguimos compreender isso, nós vamos entrar naqueles processos que nós mostramos ali da aceitação, do medo, da do pensamento torturante, porque ali nós não aceitamos o sofrimento. Nós estamos apenas fazendo de conta se nós não tivermos a aceitação daquela etapa, nós precisamos mudar o comportamento para aceitar. Quando aceitamos o comportamento novo de nós próprios, que temos que fazer, nós evoluímos e avançamos e compreendemos que Deus é infinita bondade e perfeição. Ainda dentro dessa fala, nós vamos entrar na resignação. E a resignação, ela vai nos permitir que compreendamos as possibilidades, dívidas com aceitação da dor e dívidas sem aceitação da dor, que era o que estávamos falando antes. Com aceitação da dor, dívida reduzida, conflitos consolados, dívida sem aceitação da dor, dívida aumentada em endividados. Olha que simples matemática. Bem simples. Melhoramos, aceitamos as adversidades, aceitamos os problemas e procuramos conviver com eles. E aí o resultado, dívidas reduzidas, conflitos consulados, dos mais diversos. E aí se nós formos pela outra opção, é endividados. Então a nossa matemática aqui ele é mais mais menos. Pronto. Simples. É um exercício de matemática a nossa escolha. É claro que

, dos mais diversos. E aí se nós formos pela outra opção, é endividados. Então a nossa matemática aqui ele é mais mais menos. Pronto. Simples. É um exercício de matemática a nossa escolha. É claro que cada um tem sempre a famosa palavra de duas letras, de duas composição de duas palavras. livre arbítrio. E quando pensamos em optar por o não esclarecimento, pela não compressão, a não aceitação, criarmos medos por dificuldades que se apresentam ou superá-los, nós ficamos a mercê das influências equivocadas dos nossos irmãos no plano espiritual. E ainda dentro desta visão da resignação, as provas bem suportadas são aquelas que fazem a pessoa crescer, que servem de aprendizado, que quando termina o ex-sofredor diz: "Sou outra pessoa, cresci e amadureci, percebo a vida de outra forma". O reconhecimento neste momento, ele faz uma avalanche na nossa própria vida. Ele nos alavanca para a frente. Ele nos impulsiona para novas oportunidades de trabalho, de tarefa, de possibilidade de vencer outras adversidades que anteriormente nós venceríamos com muito maior dificuldade, com muitas possibilidades de avançar. e principalmente na tarefa do Cristo. Dentro ainda da nossas telas, nós vamos ver que a resignação serve de instrumento de evolução necessário quando o espírito imortal tenha condições intelectuais e morais para aproveitá-las. Se eu consigo entender o sofrimento, eu me estou resignado. Eu já não sou mais um sofredor. Eu passo a ser um resignado. E a resignação ela tem uma abrangência que significa muito próxima da obediência às leis divinas. É neste momento que eu estou declarando a Deus, declarando a Jesus que eu estou ciente do meu compromisso moral comigo mesmo, com aqueles que estão próximos do de mim e principalmente também com a doutrina dos espíritos. Sabemos que não é de fácil. Muitos companheiros alegam as inúmeras adversidades que se fazem à frente para atuarmos na tarefa espírita. E com certeza todos que aqui estão neste salão sabem muito bem disso, das adversidades

ácil. Muitos companheiros alegam as inúmeras adversidades que se fazem à frente para atuarmos na tarefa espírita. E com certeza todos que aqui estão neste salão sabem muito bem disso, das adversidades que se apresentam, das mais diversas para cada pessoa, para cada contexto familiar. Mas a escolha da resignação na tarefa, no entendimento que não é sofrimento, mas sim tarefa abraçada com amor, muda todo o contexto das nossas vidas, da nossa existência, ilumina o nosso pensamento, clareia os nossos passos à luz à frente. Deus, todos somos filhos abençoados e eternos. Mas enquanto a misericórdia não se nos fixar nos domínios do coração, em verdade não teremos atingido o caminho da paz e do reino do amor. Enquanto nós não compreendermos que sofrimento é só uma etapa e ele deve ser transformado em resignação porque ele está no contexto do nosso processo e do nosso progresso espiritual. Com certeza nós ainda não estaremos caminhando com Deus, não estaremos entendendo as máximas do Cristo. Depende de como nós fizermos as nossas escolhas. E é um item bastante importante, saber sofrer ou resignar-se. Qual é a opção? Opção que vocês me diriam. Resignar-se deria. resignar-se, por quando eu me resigno à frente, amor a Deus e as suas leis, eu estou compreendendo isso, desenvolver a minha humildade em relação ao todo o universo e da nossa pequeneza, ainda como seres e evolução, a igualdade de seus irmãos de humanidade sujeitos às mesmas vicissitudes. Não sou mais nem menos que a Helena, que a Denise, que a Marlene, que os demais. Todos temos dificuldades e adversidades a serem vencidas dentro de nós. Uma coisa muito importante, a confiança na justiça divina. Acreditar nisso, ter a certeza no seu coração que a justiça divina nunca falha. E é ela que comanda. E uma coisa que não pode ser um item importante que deve permear os nossos corações sempre, a fé inabalável, a confiança no porvir, as possibilidades futuras que temos à nossa frente. E por último, a coragem, a coragem de acreditar, a coragem de fazer diferente,

ar os nossos corações sempre, a fé inabalável, a confiança no porvir, as possibilidades futuras que temos à nossa frente. E por último, a coragem, a coragem de acreditar, a coragem de fazer diferente, mesmo que às vezes num contexto nos estão nos dizendo ao contrário e fazermos o certo, o mais acertado para o nosso entendimento naquele momento. Esta é a proposta daquela mensagem que Lacord coloca lá, bem-aventurados os aflitos. essa proposta que é a busca do comportamento, da mudança de comportamento em relação ao sofrer ou ao não sofrer. Se eu quero sofrer, eu faço ficar sofrendo, vou ser vítima de mesmo. Me torno vítima, crio os medos, todos aqueles ali elencados no livro do Jason Camargo. e vou permear minha vida de dores, de tristezas, dores físicas, dores morais, quem não tem aqui? Mas nós temos que encarar elas, nós temos que olhar pra frente, avaliar elas e trabalhar com elas. E isso eu posso trabalhar em mim, isso ainda não consigo, mas vou me esforçar. São etapas do nosso conhecimento, são etapas do nosso aprendizado e principalmente da nossa obediência a Deus. É nisso que é a a fala bem-aventurados os aflitos e transformar o nosso coração com coragem, com fé e com amor no futuro. Ainda na nossa mensagem, regignação também é vida. e a vida abundante na direção da vida eterna. Vinde a mim, todos vós que estais aflitos e sobrecarregados, que eu vos aliviarei. Por quê? Porque no momento que nós estivermos aflitos, sobrecarregados, a palavra do mestre, do Nazareno vai nos fortalecer o coração e nós vamos conseguir caminhar melhor. Com certeza quando abrimos a página do Evangelho e lemos uma mensagem para que naquele momento não estamos acordados, não estamos ajustados, não estamos em sintonia, ela vem como o bálsamo das almas e fortalece o nosso íntimo, a nossa mente e trabalha o nosso espírito. E desta forma nós podemos caminhar melhor. Nós podemos seguir a tarefa proposta para cada um de nós. as escolhas que fizemos, as oportunidades que desaparecem. Ah, mas eu não vou fazer isso. Vai dar

. E desta forma nós podemos caminhar melhor. Nós podemos seguir a tarefa proposta para cada um de nós. as escolhas que fizemos, as oportunidades que desaparecem. Ah, mas eu não vou fazer isso. Vai dar muito trabalho. Será que ele não tem muito trabalho conosco? Que o Cristo não tem muito esforço conosco para que nós não tenhamos n esforço para com ele? e que é para nós, em primeiro lugar, esse esforço próprio. O sentimento do dever cumprido vos dará repouso ao espírito e a resignação. O coração então bate melhor e a alma se serena. O espírito de verdade lá no capítulo 6. Por quê? Porque lá o dever cumprido, ele faz com que a nossa alma se encante, se tranquilize, se apazigue diariamente. Isso é uma escolha de cada um de nós na medida que nós o fizermos. E com isso a nossa alma se aquiieta e nós consigamos caminhar diariamente. Pro final, antes da nosso encerramento, a uma das nossas últimas mensagens. Abençoa o pranto que te lava os escaninhos do ser. Executa com paciência o trabalho que a vida te pede, porque um dia, companheiros amados que te precederam na vanguarda de luz, estarão contigo em preces de triunfo, a desatarem as últimas algemas, de modo que lhes partilhes os cânticos de vitória na grande libertação. O sofrimento, como falamos todo o tempo, ele é só uma etapa. E a resignação vai nos permitir sermos abençoados para que sejamos recebidos com cânticos de alegria. Se nós quisermos. Mas se nós quisermos continuar no sofrimento por ele próprio, naquelas inúmeras possibilidades que vimos, com certeza a nossa tarefa está não está conclusa. Inda La Corder, que nós podemos discorrer sobre todo o padre que ele foi na encarnação enquanto ele se comunicou com Kardec através dos espíritos. Nós podemos elencar várias situações interessantes, mas como nosso tempo está acabando, quando vós atingindo motivo de dor ou de contrariedade, tratai de elevar-vos acima das circunstâncias. A prece, meus irmãos. A fé, a coragem, é isso que tem permear nosso pensamento nessa hora. E quando chegardes a dominar

otivo de dor ou de contrariedade, tratai de elevar-vos acima das circunstâncias. A prece, meus irmãos. A fé, a coragem, é isso que tem permear nosso pensamento nessa hora. E quando chegardes a dominar os impulsos da impaciência, da cólera, do desespero, dizei com justa satisfação: "Eu fui mais forte". Essa é a nossa meta, ser mais forte das nossas do que as nossas imperfeições, vencê-las, superá-las. E para fechar o nosso trabalho, a fala de um amigo de outras paragens do livrinho Renascer e Remorrer, capítulo 5. Lins de Vascon Vasconcelos nos diz: "As dores iguais criam os ideais semelhantes. Auxiliemo-nos mutuamente. O evangelho livro luz da evolução é nosso apoio. Busquemos a Jesus, lembrando-nos de que o lamento maior, o desesperado clamor dos clamores, que poderia ter partido de seus lábios, na potência de 1000 ecos dolorosos, jamais chegou a existir. Que possamos, meu amigos, refletir com clareza, com sinceridade dos nossos corações, o que estamos fazendo com os momentos de sofrimento. Estamos nos resignando e avançando ou estamos deixando aumentá-los, potencializá-los? Como estamos trabalhando sofrimento dentro de nós? E se realmente é sofrimento? Porque para o nosso perceber, com certeza são etapas a ser vencida, como disse la Corder, para que venhamos junto com os nossos amigos elevar-nos e dominar os nossos impulsos. que possamos ter uma boa tarde de trabalho.

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